Como Colocar No Curriculo Um Curso Que Ainda Estou Fazendo?

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Muitos profissionais já sabem TUDO (ou quase) sobre como informar a formação acadêmica no currículo. Se você é um destes, leia este artigo para se certificar de que está fazendo tudo certo. Caso não se considere um destes profissionais, algumas dicas poderão tirar todas as suas dúvidas. Vamos a elas.

Dados que você vai precisar

Reúna os dados a seguir:

  • Nomes correto de cada instituição
  • Nome dos cursos e nível de formação relacionado
  • Anos de conclusão/previsão de conclusão do curso (ou trancamento/interrupção)

Por incrível que pareça, em nossas experiências ao ler currículos em todos estes anos, alguns profissionais cometem erros ao informar o próprio nome da instituição. Fuja disso!

A seguir um exemplo de como estes dados podem ficar dispostos no currículo:

Como Colocar No Curriculo Um Curso Que Ainda Estou Fazendo?

O exemplo acima mostra um profissional com pós e graduação concluídas. Para cursos ainda não concluídos, em vez de dizer “pós-graduado” e “graduado”, como no exemplo dado, utilize expressões “graduação” e “pós-graduação”.  Cursos em andamento devem informar o ano previsto para a conclusão.

Como ordenar os cursos

Sempre é bom reforçar, mesmo que muitos já saibam: comece informando do curso mais recente para o mais antigo. Isso auxilia os selecionadores a compreender como você tem atualizado sua formação mais recentemente e qual a área de atuação em que sua carreira e seu perfil tendem a se concentrar no momento.

Há exceções. Uma delas é previsível: quando o profissional está mudando de área, resolveu fazer uma nova graduação depois de uma pós. O que colocar primeiro? Se a nova graduação é mais relevante para seus atuais objetivos do que a pós, coloque-a primeiro.

Assim continuará na ordem convencional: do mais recente para o mais antigo.

Porém, se você sente necessidade de mostrar que já chegou à pós-graduação, e especialmente se ela permanece relevante para os novos rumos de sua carreira (e geralmente permanece), é aceitável colocar os cursos ordenando-os a partir do mais alto nível de escolaridade: doutorado, mestrado, pós e graduação.

Neste caso apenas poderá ocorrer um efeito estranho: os anos de conclusão dos cursos ficarão fora de qualquer cronologia. Enfim, são sugestões, mas cabe ao próprio profissional decidir qual destas ordenações será mais favorável para destacar informações mais relevantes para os seus objetivos.

Quais cursos informar

Dependendo da sua atual situação, você deve informar neste campo apenas os cursos relacionados ao seu atual nível de escolaridade: doutorado, mestrado, pós-graduação, graduação, ensino técnico, médio ou fundamental. Embora MBAs não sejam oficialmente relacionados a nível de escolaridade, sem dúvida também podem e devem ser incluídos.

Quem chegou ao nível superior deve informar graduação ou nível de tecnólogo e outros acima se houver (pós, mestrado, doutorado), e neste caso não deve informar cursos de ensino médio ou fundamental, por melhores que sejam as escolas frequentadas nestes níveis.

Para outros tipos de cursos livres que não estão relacionados a estes níveis de escolaridade, você deve reservar para outro campo do currículo (cursos complementares). Falaremos sobre eles artigo futuro.

Cursos trancados ou interrompidos

Você deve informar cursos trancados/interrompidos ou não? Isso dependerá de sua situação. Se o curso trancado ou interrompido ajuda na candidatura a uma vaga ou tem tudo a ver com seu atual objetivo profissional, você deve informá-lo. Mas deixe claro, no ano informado do curso, que é um curso ainda não concluído.

E caso você seja selecionado para um processo seletivo, prepare uma boa resposta sobre o trancamento ou interrupção do curso caso a pergunta apareça durante a entrevista. Busque a resposta mais positiva possível, mas seja sempre sincero.

Se, por exemplo, caso você realmente já tenha uma data concretamente planejada para retomar o curso, já é o começo de uma ótima resposta!

Certamente existem outras situações e dúvidas sobre como colocar formação, como aqueles que são formados numa área, mas atuam em outra. Esse assunto fica para posts futuros, em que falaremos mais sobre currículos neste perfil.

Este artigo é parte integrante do novo Manual da Recolocação Profissional, produzido pela Curriculum.com.br.
Novos artigos são publicados toda semana, até que o conteúdo integral do Manual esteja inteiramente publicado.

Acesse aqui mais artigos do Manual.

Como lidar com a graduação incompleta no currículo

Olá, leitores!

Existem alguns estilos de graduação incompleta:

  • quando ainda está cursando;
  • porque não gostou do curso e decidiu mudar de área;
  • porque você decidiu parar por um tempo e depois retornar.

Para ajudá-lo, nós separamos algumas dicas para cada um desses casos.

Veja como lidar com a graduação incompleta no currículo

1. Cursando

O estilo de graduação incompleta mais tranquila de ter no currículo é aquele que você ainda não completou, mas está cursando. Nesse caso, a empresa vai entender que você está estudando e, daqui a alguns anos, concluirá a formação.

Informe o curso que está fazendo, onde faz e quanto tempo vai levar para se formar, as empresas precisam dessas informações, principalmente porque elas querem saber o tempo que você pode ficar como estagiário e quando será preciso realizar o contratar ou não. 

2. Curso trancado

Outro estilo de graduação incompleta é quando o aluno tranca o curso. Informe isso no currículo, assim, você vai mostrar que seu objetivo é concluir os estudos e trabalhar na área. 

Tenha ciência das razões pelas quais trancou o curso: motivo financeiro, problemas de saúde, entre outros. O recrutador perguntará as motivações de sua desistência e quando você pretende voltar a estudar. Se você desistiu porque não quer mais trabalhar na área, então não informe no currículo.

Estude um pouco sobre a empresa antes de mandar o currículo e leia com atenção o anúncio da vaga.

3.  Desistiu do curso

Como Colocar No Curriculo Um Curso Que Ainda Estou Fazendo?

Às vezes, uma desistência é vista como um empecilho, afinal, muita gente escolhe errado na primeira vez, alguns até completam o curso e só depois descobrem que não era o que queria. Nesse caso, não coloque essa informação no currículo, já que você não quererá mais trabalhar nessa profissão.  

Fazer um currículo não é nada fácil, mas ele é seu e você deve colocar o que achar necessário e o que qualifica seu perfil, você não pode mentir, mas não precisa colocar algo que não quer. Muitas vezes as pessoas deixam de colocar um lugar que trabalhou e foi por pouco tempo ou não gostou, para não complicar e ser descartado logo de cara.

É importante pensar em tudo isso. Se ficou com alguma dúvida ou quer mais dicas, deixe nos comentários. Aproveite e compartilhe também com seus amigos. Essa dica é importante e deve ser repassada.

Até logo!

O que colocar no currículo

Como Colocar No Curriculo Um Curso Que Ainda Estou Fazendo?

Quando a gente participa de algum processo seletivo, nem imagina a quantidade de candidatos que pretendem entrar na mesma vaga. Às vezes, o recrutador recebe centenas, milhares de CVs!

Para que o seu currículo não se perca no meio de tantos outros, é importante saber estruturar o documento da forma correta. Dessa forma, o avaliador poderá, em poucos segundos, localizar suas qualificações, experiência e formação.

Antes de montar seu currículo, conheça alguns pontos fundamentais:

  • Ter o perfil correto para a vaga é fundamental, mas isso precisa estar muito claro no CV.
  • Conheça bem a empresa onde quer trabalhar e ajuste as informações de acordo com o perfil do lugar.
  • Jamais, em hipótese alguma, inclua informações ou experiências falsas.
  • Não exagere na quantidade de detalhes.
  • Preste bastante atenção aos erros de português (concordância, grafia). Eles podem causar má impressão.

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Veja a seguir como estruturar corretamente as informações para ter um currículo perfeito:

1.    Dados pessoais

Deve ser a primeira informação do currículo. Coloque, em ordem, no início da página:

  • Nome completo
  • E-mail
  • Telefone de contato (fixo e celular)
  • Endereço do seu perfil em redes profissionais, como o LinkedIn (se tiver). Evite incluir perfil de redes sociais pessoais.
  • Cidade onde mora
  • Idade ou data de nascimento (opcional)

Não precisa colocar RG, CPF, dados de carteira de trabalho, etc. O endereço de e-mail deve trazer apenas seu nome (não use e-mails “engraçadinhos”, apelidos ou perfis usados em games e aplicativos).

2.    Área de atuação

Depois dos dados pessoais, inclua um campo com sua área de atuação, usando poucas palavras. Essa informação deve comunicar aquilo com o que você trabalha. Exemplo:

  • Recursos Humanos e Gestão de Pessoas

Jamais coloque cargos desejados nos objetivos (gerente de compras, assistente comercial, chefe de setor). Isso pode gerar uma interpretação negativa por parte do avaliador e fechar as portas para outras possibilidades.

3.    Formação

Descreva seus cursos de graduação e pós-graduação. Utilize os seguintes dados e use sempre a ordem do mais recente para o mais antigo:

  • Modalidade do curso
  • Título do curso
  • Instituição
  • Local do Curso
  • Período do curso (se já está concluído ou ainda em conclusão).

Exemplo:

  • Mestrado em Administração – Universidade Federal do Paraná (Curitiba/PR) – 2015 (em curso)
  • Graduação em Economia – Fundação Getúlio Vargas (São Paulo/SP) – 2011 a 2014.

4.    Qualificações

As qualificações representam, basicamente, aquilo que você está habilitado a fazer. Por exemplo:

  • Gestão de Pessoas: seleção de novos funcionários, desenho de plano de carreira, administração de pessoas.
  • Finanças: controladoria, fluxo de caixa, folha de pagamentos, relacionamento com fornecedores.
Leia também:  Como Saber Que O Bebe Tem Fome?

Não precisa fazer uma lista muito grande, mesmo que sejam importantes. Escolha apenas aquelas que têm a ver com a empresa onde você está concorrendo a uma vaga.

Veja também: O que colocar no perfil profissional do currículo

5.    Experiência Profissional

Aqui devem entrar suas experiências de trabalho mais recentes e as mais relevantes. Esta lista deve ter, no máximo, cinco ou seis tópicos. A ordem deve ser sempre da mais recente para a mais antiga.

Os dados que devem aparecer são:

  • Nome da empresa onde trabalha ou trabalhou
  • Período em que trabalhou nesta empresa (ou se ainda está nela)
  • Brevíssima descrição da empresa
  • Último cargo ocupado ou função realizada
  • Descrição das suas atividades nesta empresa

Exemplo:

Cia. Gestão Integrada de Pessoas Ltda. (2011-2015)

  • Empresa especializada em consultoria de recursos humanos para grandes corporações.
  • Cargo: Gestor de contratos
  • Atividades: Gerenciamento e execução de contratos da empresa.
  • –       Identificação de riscos, custos e atividades envolvidas.
  • –       Desenvolvimento de relatórios de produção, com análise crítica e recomendações.
  • Se você ainda não tiver experiência profissional, veja: Como escrever meu primeiro currículo.

6.    Idiomas

Especifique o idioma que você domina e o grau de proficiência falada e escrita. Se não tiver domínio de outro idioma além do português, não inclua este campo.

7.    Cursos e outras atividades

Inclua apenas os cursos técnicos, experiências no exterior, ou participação em eventos relevantes para a vaga. Basta colocar o título, a instituição, o local e a data. Exemplo:

  • Curso de formação em Gestão Corporativa, pelo Instituto Internacional de Gestão de Pessoas. Fortaleza (CE), 2014.
  • Curso avançado de gerenciamento de pessoas, pela Associação Brasileira de Recursos Humanos. Florianópolis (SC), 2015.

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Veja também:

Aprenda a escrever um currículo simples e eficiente

Gostou das dicas sobre o que colocar no currículo? Compartilhe suas ideias conosco nos comentários!

Não sabe como colocar o curso EAD no currículo? Aprenda aqui!

Tempo de Leitura: 4 minutos

Os estudantes e profissionais estão sempre procurando formas de se destacar no mercado e melhorar suas condições de empregabilidade. Com o aumento da competição e alguns efeitos da crise econômica, a qualificação se tornou uma necessidade cada vez maior. Afinal, não está tão fácil conseguir bons empregos.

Entretanto, mesmo em períodos difíceis, as empresas valorizam as pessoas que demonstram se preocupar com seu desenvolvimento profissional. Um elemento que ajuda muito é incluir curso EAD no currículo. Dessa forma, você adquire novas habilidades com flexibilidade de tempo e economia, que são benefícios da educação a distância (EAD).

Mas você sabe colocar esses cursos no seu currículo e obter destaque nas seleções? Confira nosso post e veja como fazer isso!

Qual é a diferença do diploma EAD?

Muitas pessoas enfrentam essa dúvida e, inclusive, deixam de aproveitar as vantagens da educação a distância por achar que o diploma ou certificado desses cursos não tem o mesmo peso que a modalidade presencial. A verdade é que o documento que comprova a conclusão do curso EAD é exatamente igual a todos os outros.

O Ministério da Educação (MEC) regulamenta as faculdades e instituições educativas tanto na modalidade presencial quanto na a distância. Isso significa dizer que todas elas seguem as mesmas regras e, portanto, têm a mesma validade. Logo, um diploma EAD enriquece seu currículo da mesma forma que um curso feito presencialmente.

Você só precisa ter um cuidado especial: checar se a faculdade que está oferecendo o curso é autorizada pelo MEC. Do contrário, o certificado emitido por ela não será válido. Mas lembre-se de que essa atenção não é indispensável apenas em cursos EAD, mas também nos presenciais. Sempre verifique a qualidade da instituição antes de se matricular.

Como organizar o currículo?

Agora que você já sabe que pode conquistar muitas oportunidades com o curso EAD no currículo, é hora de saber como montar esse documento tão importante. O seu perfil profissional vai ser o primeiro contato do recrutador com você. Por isso, ele precisa estar muito bem organizado.

Na fase de triagem de currículos, os profissionais de recursos humanos lidam com um grande número de e-mails ou papéis entregues na recepção da empresa. Assim, eles aprendem a fazer uma leitura curta e identificar rapidamente as credenciais dos candidatos. Para se dar bem nessa etapa, é preciso ser objetivo também.

Currículos com muitas folhas e cheios de parágrafos prolixos, por exemplo, não serão bem-vistos pelo recrutador. O ideal é que você utilize uma estrutura limpa, com boas divisões e frases curtas. Por exemplo, tenha um espaço para colocar os dados pessoais, outro para a formação e mais um para as experiências profissionais.

Em cada um deles, seja direto ao detalhar as informações. Em relação aos seus empregos anteriores, destaque o nome da empresa, o ano em que você entrou e a data de saída. Se for preciso especificar as atividades que realizou, faça isso de maneira rápida. E lembre-se de organizar as experiências por ordem da mais recente para a mais antiga.

No tópico dos cursos, é preciso indicar a instituição, a carga horária e o ano de conclusão. A sua graduação deve estar em destaque. Ao colocar a formação complementar, parta das mais recentes, pois, assim, você expressa o seu interesse em estar em constante atualização.

Que itens devem ser incluídos ou evitados?

Qualquer vivência pode ser incluída no currículo, desde que tenha potencial para destacar o seu perfil. Isso vale para cursos de menor carga horária, palestras, eventos e estágios. Mas, se você tem muitas opções e isso deixaria o documento com várias páginas, foque apenas os principais. O ideal é que você condense tudo em, no máximo, duas folhas.

Ter um currículo recheado é ótimo, mas é preciso ter cuidado para não poluí-lo com informações desnecessárias. Se você fez muitos cursos, por exemplo, é interessante registrar apenas os que estão mais relacionados ao cargo. Faça o mesmo com as experiências profissionais: empregos ocupados há mais de dez anos não precisam ser detalhados.

Tenha o cuidado de omitir informações que não estejam voltadas ao cargo para o qual você está se candidatando. Por exemplo, um curso básico de informática pode não fazer diferença dependendo da sua área de atuação. Além disso, preocupe-se em incluir apenas o que for solicitado. Se a empresa não pediu foto ou pretensão salarial, não coloque esses itens.

Além do conteúdo, tenha atenção também com a forma. O currículo deve ser escrito em fundo branco com letras na cor preta, e é importante dar o espaçamento adequado para oferecer conforto visual. Utilize a mesma fonte em toda a parte escrita e dê preferência para as mais simples. Fontes artísticas ou imagens só devem ser usadas em seleções para vagas de design.

Algo que poucas pessoas sabem é que é possível montar diversas versões de um currículo. Essa técnica é muito útil para garantir que ele esteja de acordo com os requisitos de cada vaga. As informações precisam ser diferentes quando você se candidata para um cargo da sua área de formação ou quando pretende trabalhar em outra função, por exemplo.

O que ajuda você a se destacar nas seleções?

Ter qualificação e experiências profissionais indicadas em um bom currículo atrai a atenção do recrutador e faz com que você seja chamado para a entrevista. Nesse momento, é importante estar bem preparado. A primeira dica é nunca mentir — as informações colocadas no seu perfil profissional serão questionadas durante a seleção.

Outra orientação é conhecer com profundidade os dados que você incluiu no papel. Na entrevista, você terá a oportunidade de explicar melhor suas experiências profissionais e formativas. Também será o momento para o recrutador esclarecer alguma dúvida. Por isso, é fundamental que você mostre domínio sobre o que escreveu.

É interessante, ainda, vestir-se de acordo com a seriedade da situação e apresentar uma boa postura. Procure manter a calma e escutar com atenção. Além disso, saiba fazer um marketing pessoal eficiente, valorizando os aspectos mais importantes do seu currículo e mostrando por que você se adéqua àquilo que a empresa busca.

Agora você sabe como adicionar curso EAD no currículo e ter um bom resultado em seleções de emprego. Essas dicas são fundamentais para quem deseja crescer na carreira e conquistar posições cada vez melhores. Coloque-as em prática agora mesmo!

E então, gostou deste post? Continue no blog e saiba como definir seu objetivo profissional no currículo!

O Que Não Colocar No Currículo: 11 Erros Que Você Deve Evitar

  • Você sabe o que não colocar no currículo na hora de se candidatar a uma vaga de emprego?
  • Existe uma série de erros que podem fazer com que o recrutador perca o interesse pelo seu currículo ou mesmo o descarte rapidamente.
  • E você não pode deixar isso acontecer, certo?
  • Afinal, os recrutadores estão acostumados a avaliar um grande número de candidatos por dia.
  • Ou seja: só aqueles materiais com apresentação adequada passam no filtro inicial.
  • Alguns dados que você não deve colocar no currículo são informações em excesso, elogios desmedidos e pretensão salarial.
  • Mas, então, qual é a estrutura certa para um CV?
  • É isso que você vai descobrir aqui.

A seguir, descubra o que não colocar no currículo, como acertar em cheio na apresentação e como a tecnologia pode auxiliar nesse processo. Siga com a leitura.

Leia também:  Como Lidar Com Uma Pessoa Que Se Acha Superior?

O que não colocar no currículo

Abaixo, confira 11 erros comuns nos CVs, ou seja, tudo que você não deve colocar no currículo.

1. Informações irrelevantes

Em um texto para o site ThoughtCo, Tara Kuther, professora da Western Connecticut State University, diz que hobbies e interesses pessoais são informações irrelevantes que não devem aparecer no currículo.

“Lembre-se de que seu objetivo é se mostrar sério e especialista na sua área. Hobbies podem sugerir que você não está trabalhando duro o suficiente ou que você não é sério quanto à sua carreira”, aconselha.

2. Excesso de detalhes

  1. Apesar de o currículo servir para mostrar as suas experiências de trabalho anteriores, o excesso de detalhes é prejudicial.

  2. O ideal é descrever empregos dos últimos 10 anos, desde que eles façam sentido para a vaga que você está buscando no momento.

  3. Se uma experiência não agrega valor à oportunidade que você deseja, então, essa informação não fará sentido para o recrutador.

3. Reclamações sobre o antigo empregador

Essa é uma prática que deve ser evitada tanto no currículo quanto na entrevista de emprego.

Se você fala mal de um antigo empregador, nada impede que, mais tarde, faça reclamações sobre a empresa na qual deseja entrar  — e os recrutadores levam isso em conta.

4. Dados pessoais irrelevantes

“Informações desnecessárias só vão fazer o recrutador perder tempo na leitura. Pior, vai desviar o foco dos dados que realmente são importantes”, diz Max Gehringer, no livro Acerte na entrevista e no currículo (Gold, 2008).

Os dados pessoais que devem ficar de fora, segundo ele, são estes:

  • Endereço completo (apenas a cidade e bairro é de bom tamanho)
  • Estado civil
  • Número da carteira de habilitação
  • Dados familiares
  • Nomes das escolas em que estudou quando era criança
  • Religião e raça.

5. Elogios genéricos

  • Se descrever como uma pessoa proativa, organizada, que agrega valor e traz resultado são exemplos de elogios vazios de sentido e que, na verdade, parecem pura enrolação.
  • Uma pesquisa de 2013 da CareerBuilder aponta quais são as piores expressões para usar em um currículo e o percentual de vezes em que foram utilizadas entre a amostra.
  • As cinco mais usadas são:
  • Raça (38%)
  • Lutador (27%)
  • Pensar fora da caixa (26%)
  • Sinergia (22%)
  • Proativo (22%).

6. Habilidades obsoletas

  1. A especialista em busca de emprego Alison Doyle ressalta, em um artigo para a The Balance Careers, que as habilidades e atributos no currículo devem ser atuais.

  2. “Se você listar habilidades obsoletas ou irrelevantes para o cargo, isso não irá ajudá-lo a conseguir uma entrevista”.

  3. No mercado tech, por exemplo, incluir domínio em ferramentas ou práticas que nem são mais utilizadas não faz o menor sentido.

7. Pretensão salarial

A não ser que a empresa solicite a pretensão salarial, não inclua essa informação no currículo.

Deixe para falar disso durante a entrevista de emprego, quando o recrutador tocar no assunto.

8. Referências profissionais

  • As referências profissionais devem ser acionadas somente quando o recrutador pedir.
  • Você não deve incluir as referências no currículo.
  • Se o recrutador tiver interesse em falar com elas, pode solicitar a informação antes ou durante a entrevista.

9. Foto

  1. Uma foto não é capaz de mostrar as suas habilidades técnicas, tampouco é uma tendência no recrutamento.
  2. Descartar a foto do currículo é uma forma de priorizar as suas competências, ao invés da aparência.
  3. Mas lembre-se de manter uma imagem profissional no perfil do LinkedIn, pois os recrutadores geralmente passam por lá.

10. Histórico escolar

As notas do seu histórico escolar não contam pontos perante o recrutador, por isso, são desnecessárias.

Informe apenas a universidade em que você é graduado e a data de conclusão de curso, além de cursos importantes que tenha realizado.

11. Usar título “Currículo Vitae”

“Posso reconhecer um CV quando vejo um e confio que os outros também podem. Seu título deve ser o seu nome. E não seja pretensioso: sem títulos ou letras pós-nominais. Apenas seu nome”, diz o consultor de carreiras Steve Joy, em um texto para o jornal The Guardian.

O que colocar no currículo

Bom, agora você já sabe o que não fazer. Vamos descobrir, então, como acertar em cheio e elevar ao máximo a chance de contratação?

Se, por um lado, excesso de informação é prejudicial, por outro, o CV também não pode ser incompleto.

Veja o que é indispensável:

Dados pessoais relevantes

Nunca deixe de fora dados pessoais relevantes e que permitem ao recrutador entrar em contato:

  • Nome completo
  • Nacionalidade
  • Cidade em que mora
  • Telefone
  • E-mail
  • Link para o perfil no LinkedIn.

Objetivo

  • A premissa básica é personalizar o campo de objetivo conforme a empresa para a qual você irá mandar o currículo.
  • Customize a frase conforme a vaga disponível, aliando a sua experiência a ela.
  • Em entrevista para a revista Exame, a especialista em carreiras Eline Kullock aconselha não listar habilidades nesse momento.
  • “Não cabe a você se autoavaliar, porque quem vai fazer isso é seu entrevistador”.

Qualificações

Esse é o momento de “vender o seu peixe”.

De que maneira você pode auxiliar a empresa?

Uma descrição hipotética para gerente de projetos poderia ser: “Gerente de projetos com experiência em metodologias tradicionais e ágeis. Em cargos anteriores, fiz contribuições para o aumento da produtividade de equipes em 20%”.

Experiência profissional

Nessa sessão, adicione nome da empresa, cargo, breve descrição do trabalho, data de início e fim e resultados alcançados.

Formação acadêmica

São importantes o nome da instituição de ensino, nível de formação (graduação, curso técnico, pós-graduação, por exemplo), nome e duração do curso.

Hard skills

Para vagas de tecnologia, as hard skills (competências técnicas) são o filtro inicial da seleção de candidatos para entrevista.

Inclua todas as competências que fazem sentido para a vaga que você deseja.

Idiomas

Item indispensável, mas é preciso falar a verdade (assim como em todos os outros itens do CV).

Experiências adicionais

Vale mencionar participação em eventos importantes da área (como congressos) e realização de cursos complementares que agregaram conhecimentos valiosos para a sua formação.

Vá além do currículo

  1. O currículo é o “feijão com arroz” para entrar em um processo seletivo, portanto, o ideal é sempre ir além dele.
  2. A primeira dica é investir em um portfólio digital, onde você poderá mostrar os seus melhores trabalhos e convencer o recrutador das suas competências técnicas.

  3. Mas também vale o bom senso: apenas trabalhos relevantes devem estar no portfólio, para o qual você pode incluir um link no currículo.

  4. Também vale fazer um vídeo de apresentação curto, de no máximo dois minutos, porque esse recurso é cada vez mais comum no mercado de tecnologia e gera um contato mais humanizado com o recrutador.

  5. Faça um bom roteiro, utilize cenário e vestimentas adequados,  garanta a qualidade técnica do vídeo (áudio, imagem e edição) e treine antes de ir para a frente da câmera.

  6. Não se esqueça de cuidar das suas redes sociais: o recrutador geralmente dá uma olhada nelas, portanto, descarte tudo que possa prejudicar sua imagem profissional.
  7. Além disso, utilize a tecnologia a seu favor.

  8. Para obter vagas tech alinhadas com o que você busca e muito mais rápido, cadastre-se em uma plataforma de talentos, como a Revelo.
  9. Lá estão presentes os melhores profissionais e empresas, então, você não pode ficar de fora.
  10. A vantagem é que essas plataformas utilizam business intelligence e algoritmos para conectar você às empresas com vagas adequadas ao seu perfil.
  11. E como todo processo seletivo é feito por intermédio da plataforma, você sempre recebe feedbacks em cada etapa.

Que tal fazer um perfil agora mesmo? Cadastre-se na Revelo e encontre as melhores vagas do seu mercado.

Como colocar cursos e certificados em um currículo

Inúmeros candidatos que pretendem atuar no mercado de trabalho têm razões variadas para obter certificações, o que faz com que a colocação dessas informações em um currículo também varie.

Alguns podem preferir incluir tais informações na seção de educação, como por exemplo quem ganha um bacharel ou mestrado. No entanto, as certificações podem abranger uma gama mais ampla de atividades, como a realização de cursos de atualização após a faculdade ou o preenchimento de requisitos profissionais.

Ao procurar um novo funcionário, os empregadores geralmente buscam coisas diferentes nos perfis profissionais recebidos, mas todos tentam responder à mesma pergunta abrangente: esse indivíduo pode agregar valor à minha empresa?

Se você se considera um forte candidato em potencial, chegou a hora de ajudá-los a chegar nessa conclusão! Pode ser uma tarefa difícil distinguir-se da multidão, mas apresentar os cursos e certificados no currículo é um excelente ponto de partida.

Neste artigo vamos mostrar diversas razões pelas quais você deve adicionar cursos online, presenciais e outras certificações ao seu currículo tornando-o mais promissor e atraente.

Independente do curso ou certificado que você possui, acreditamos que uma maneira de chamar a atenção dos recrutadores é incluir essas informações no seu currículo pronto.Como elaborar um currículo mostrando os cursos que você praticou é o assunto que vamos tratar no artigo, mostrando que o candidato pode ir além do que simplesmente informar a sua formação acadêmica.

Sempre que você finaliza um curso em uma instituição, é concedido ao discente um certificado de conclusão das atividades e aulas, os mais comuns são as certificações de ensino fundamental e médio, além de faculdades cursadas ou especializações na área de interesse do candidato, no entanto, algumas pessoas obtêm certificados depois de concluírem o ensino profissional e técnico de curto prazo, o que muitas vezes leva diretamente à colocação profissional, também existem cursos oferecidos à distância, online ou semi-presenciais.

É importante saber como mostrar esses dados da forma correta, usando-os como estratégia para tornar o seu currículo mais atraente. Sua escolha de incluir as certificações no currículo pode afetar parcialmente se as empresas o contactam para uma entrevista.

A primeira maneira de incluir cursos e certificados em um currículo é também a mais utilizada.Geralmente os candidatos optam por inserir essas informações na seção de educação.

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Se você está procurando um lugar em suas seções de currículo atuais para certificações, a seção “Educação” é a opção mais lógica. Você pode modificar o nome dessa seção para alertar qualquer pessoa que leia seu currículo de que a seção contém mais do que apenas as informações da faculdade.

  • Recrutadores e gerentes de contratação podem ter maior facilidade para avaliar se a sua escolaridade e treinamento são suficientes para executar as tarefas da abertura do trabalho.
  • Dessa forma, ao invés de intitular a seção educacional como “Formação Acadêmica” utilize outros título como por exemplo: “Educação e Certificações” ou “Educação e Educação Continuada”.
  • Lembre-se que os dados indispensáveis para inserir na seção de educação é o seu grau ou níveis educacionais e as instituições escolares que você frequentou, porém, nada impede do candidato fornecer informações mais específicas, incluindo suas principais conquistas.
  • Além da seção de experiência profissional, a seção de educação é uma das mais importantes no currículo, por isso, citar os cursos adicionais que você fizer é um diferencial.
  • Incluir os cursos e certificados e quaisquer honras e prêmios que você tenha recebido é um ótimo caminho para chamar a atenção, principalmente quando o candidato julga sua seção educacional leve, dê ênfase nos cursos extracurriculares e certificações de desenvolvimento profissional caso as possuir, também é válido listar quaisquer licenças que tenha, a menos que prefira conter uma seção separada em seu currículo, onde inclua essas informações.

Essa é a segunda opção mais utilizada pelos candidatos. Adicione uma seção separada que será dedicada em seu currículo apenas para as suas certificações, se tiver mais de uma.

Isso tratá destaque as suas certificações e cursos realizados, portanto, o gerente de contratação não sentirá falta deles. Liste os certificados que você conquistou ao longo de sua carreira. Siga o formato cronológico inverso, listando as datas em que você obteve as certificações e o treinamento, do mais recente ao mais antigo.

As empresas muitas vezes promovem o desenvolvimento contínuo dos funcionários, porque é um benefício para a organização em termos de ter trabalhadores treinados e atualizados, além disso, que se interessam em aprender coisas novas.

Coloque esta seção à frente da seção “Educação” se a certificação tiver peso, você pode intitulá-la como quiser, alguns exemplos são: “Certificações”, “Cursos e Certificados”, “Educação continuada”, “Desenvolvimento profissional”.

Quando incluir cursos e certificados em um currículo

Sempre ressaltamos aos nosso leitores, que menos é mais, um currículo longo pode prejudicá-lo na contratação, mesmo que você seja um forte candidato em potencial.

Por isso, independente de ter conquistado milhares de certificados diferentes ou realizado diversos cursos, priorize adicionar aqueles que realmente estão conectados com o que o cargo possa precisar.

Não que você não possa incluir um curso, mesmo que não relacionado à posição que procura, em seu currículo profissional, mas tradicionalmente, os gerentes de contratação estão mais interessados naquilo que o candidato tem em potencial para a vaga ofertada.

Se o curso ou certificado não tiver nada a ver com o emprego que você se candidata, ainda assim ele mostrará que você é um aprendiz interessado em aprender novas habilidades, gosta de se manter atualizado em diferentes áreas. Mas inclua tais informações se seu currículo for breve e quando não tiver outros dados mais relevantes para destacar.

De qualquer forma, os empregadores usam as etapas de entrevistas para avaliar o valor que você pode adicionar à empresa deles e é importante se diferenciar dos demais candidatos.

Não é todo dia que um entrevistador vê uma certificação importante em um currículo, embora vários cursos estejam se tornando mais comum, inclusive os online.

Adicionar cursos relevantes pode realmente ajudar você a se destacar. É um assunto que abre possibilidades para uma conversa mais extensa durante a entrevista e a chance que você tem de fazer os recrutadores te conhecerem melhor, além do básico.

Mas esteja preparado para responder às possíveis perguntas. Saiba responder o que o levou a se inscrever nesses cursos e promover sua educação, quais foram os conhecimento você obteve dos cursos e principalmente, o que você pode fazer agora que não pôde fazer antes.

Incluir os cursos e certificado no currículo ajuda a exibir um conjunto relevante de habilidades. Os candidatos muitas vezes lutam para transmitir o que podem realmente fazer por uma empresa. Falar com confiança sobre um conjunto de competências que você desenvolveu pode ajudar a orientar os entrevistadores na direção certa. É um exemplo claro do que você sabe e do que pode ser feito.

No entanto, lembre-se de que é mais apropriado inserir as certificações que possam estar interligadas à posição almejada, demonstrando que o curso tomado é um grande diferencial na sua carreira.

Por que incluir cursos e certificados em um curriculum vitae?

Incluir os cursos e certificados em um curriculum vitae é ideal para discutir as habilidades profissionais que você adquiriu e como elas se relacionam com a posição. Se você está enviando seu currículo eletronicamente, pode até mesmo anexar as certificações no e-mail ou site da empresa.

Buscar educação profissional não apenas ajuda a desenvolver habilidades importantes, mas também apresenta bom caráter pessoal e profissional, já que muitos se contentam apenas em finalizar a faculdade.

Completar um curso a distância ou presencial por si só é impressionante. Mostra que o candidato tem motivação pessoal e disciplina, maturidade intelectual, curiosidade e uma forte disposição para aprender.

Todas essas características são importantes para os empregadores. É difícil para os entrevistadores sempre avaliar essas qualidades, mas é o que eles estão tentando fazer. Eles querem ver que você está disposto a ir além.

Os empregadores estão à procura de talentos, mas também procuram personalidade.

Cuidado ao inserir cursos que não foram concluídos, não há problemas em informar os cursos em andamento, mas se for o caso, coloque apenas os cursos com certificados, pois estes documentos podem ser solicitados na entrevista dependendo da vaga anunciada.

Você quer algo em seu modelo de currículo que reforce a sua credibilidade, por isso, não perca linhas em um curso de nível baixo ou que foi abandonado e que não esteja aumentando o que você poderia trazer de benefícios para a empresa.

Dicas para adicionar seus cursos e certificados no currículo

  1. Duas sugestões foram inserir seus cursos e certificados em conjunto com a seção de educação ou criar uma seção separada e dedicada apenas para o assunto.

  2. Se você fez mais de um curso em que lhe ensinaram algo que o ajudará no trabalho, inclua-os em seu currículo, basta manter a lista de cursos curta e mostrá-los em uma única área pequena, como a seção “Treinamento profissional” no histórico de trabalho.

  3. Entretanto, se o candidato acredita que uma certificação é um dos pontos de destaque mais relevantes para o cargo desejado, inclua essa informação logo no início do currículo.

Destaque seu currículo com uma certificação que está em alta demanda por empregadores em seu campo de carreira. O sumário de qualificações do CV é o local perfeito para isso, ele aparece abaixo de suas informações de contato, geralmente em negrito.

Não se esqueça de incluir palavras-chave adicionais atraentes e reconhecíveis relacionadas à sua experiência e habilidades. Listar um acrônimo desconhecido no currículo pode não funcionar a seu favor, portanto, certifique-se de usar algo que o gerente de contratação reconheça.

Também é possível incluir uma seção de informações adicionais no CV, nela podem ser inseridos disponibilidade para o trabalho, mudanças de localidade, cursos de línguas, atividades relacionadas à voluntariado, hobbies e interesse pessoais e também suas certificações.

Só não se esqueça de informar a instituição em que ganhou o certificado e o período em que o curso foi realizado.Os sites de pesquisa de mercado de trabalho, como o Bureau of Labor Statistics, geralmente publicam dados sobre quais certificações estão em demanda para uma carreira específica.

É crucial que os candidatos demonstrem que estão mantendo suas habilidades em dia, por isso, a última dica é que não basta listar os cursos que você fez, um grande diferencial é incluir um projeto especial ou um trabalho reconhecido na instituição para fornecer um contexto sobre os resultados que você trouxe usando esses ensinamentos.

Listar os cursos e certificados em seu currículo é definitivamente algo a fazer. Apenas certifique-se de fazê-lo com atenção para enviar a mensagem certa sobre sua educação continuada.

Afinal, você trabalhou duro para concluir todos esses cursos no seu tempo livre, portanto, você deve isso a si mesmo para se assegurar de que eles contam na hora de se candidatar a uma vaga de emprego.

Atualizado em 5 Março 2021

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