Como Ajudar Uma Pessoa Que Sofre De Ansiedade?

Como Ajudar Uma Pessoa Que Sofre De Ansiedade?

Independente de ter ou não um transtorno psiquiátrico, qualquer um pode ter uma crise de pânico, que tem sintomas físicos e emocionais intensos.

Você pode ajudar com atitudes simples:

  • Mesmo se você sentir um pouco de medo, não se impressione, mantenha a calma. Só assim poderá ajudar;
  • Fale com pessoa em tom calmo e seguro;
  • Ajude a diminuir a frequência respiratória da pessoa respirando com ela ou contando lentamente até 10;
  • Lembre a pessoa que o que ela está sentindo é assustador, mas não é perigoso;
  • Não faça suposições. Fique por perto, acolha e pergunte como pode ajudar;
  • Imagens e sons geralmente intensificam um ataque de pânico. Quando possível, leve a pessoa para um local mais tranquilo;
  • Ofereça medicamento se indicado pelo médico que a acompanha e se a pessoa geralmente o toma durante um ataque.

Por fim, mas muito importante: caso a pessoa ainda não tenha buscado ajuda profissional, incentive-a após o ataque de pânico a buscar auxílio de um Psicólogo.

Regina Montelli – Psicóloga
CRP/SP: 06/76971

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Depressão e ansiedade na quarentena: sintomas e como lidar

A pandemia do Coronavírus é algo novo vivido por nós e pode desencadear alterações na nossa saúde mental. Esse momento, mais do que nunca, precisamos estar cientes de que mesmo de longe, estamos juntos e ter a certeza de que tudo isso irá passar.

No texto abaixo, separamos algumas dicas para amenizar esse sentimento de angústia e instabilidade que estamos vivendo. Saiba como lidar com surtos de ansiedade na quarentena e a depressão.

O que a psicologia diz sobre ansiedade no isolamento social?

Como estamos vivenciando um momento de angústia, incertezas e medo do futuro, a psicologia explica que é comum sentir-se ansioso com toda essa situação.

Devemos nos atentar se essa ansiedade evolui para casos mais complexos, que se não tratados podem se tornar depressão. Algumas dicas, que serão citadas abaixo, são fundamentais para não deixarmos isso dominar o nosso dia a dia e passarmos por esse período da forma mais saudável possível. 
 

Qual a diferença entre ansiedade e depressão?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, atualmente o Brasil é o país mais ansioso do mundo, com mais de 18 milhões de pessoas convivendo com o transtorno. A depressão atinge mais de 12 milhões de brasileiros, o que faz o ser o 5° país com a maior prevalência do mundo.

A ansiedade e a depressão andam lado a lado e podem ser acompanhadas uma da outra. A diferença entre elas é o diagnóstico dado por especialistas, uma vez que é necessária uma análise profunda para entender os fatores como histórico familiar, experiências passadas etc.

Ambas precisam de tratamento longo e contínuo e em caso de suspeita, o auxílio médico é requerido. 

Como saber se você está com ansiedade?

É comum nos sentirmos ansiosos para realizar atividades do dia a dia, como uma prova difícil, uma entrevista de emprego, uma viagem de negócios etc. O problema é quando isso toma proporções mais sérias e começa a afetar nossa rotina, desencadeando o chamado transtorno de ansiedade, uma doença psiquiátrica que deve ser tratada.

Sintomas comuns de uma crise de ansiedade são:

  • Tristeza;
  • Angústia;
  • Nervosismo
  • Sofrimento por antecipação;
  • Dificuldade de concentração;
  • Irritabilidade
  • Falta de ar.

Quais os principais sintomas de depressão?

A depressão é um transtorno psiquiátrico que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. 

Os principais sintomas são:

  • Tristeza profunda sem explicação
  • Baixa autoestima seguido de sentimentos de inutilidade;
  • Mudança de apetite;
  • Ganho ou perda de peso;
  • Insônia;
  • Dormir em excesso;
  • Sentir-se sem esperança;
  • Sentir-se culpado;
  • Dores físicas.

Como lidar com a ansiedade na quarentena?

A Organização Mundial da Saúde separou algumas dicas importantíssimas para o momento, confira:

            Não resuma seus dias a notícias sobre a doença

Evite, na medida do possível, ler ou ouvir notícias que te causem ansiedade. Informe-se através de fontes confiáveis e decida a melhor maneira de proteção para você e as pessoas que você ama.

          Ouça e fale

 Escute os problemas das pessoas com solidariedade e empatia, pois cada um lida com esse momento de diferentes maneiras.

Não deixe de falar sobre seus sentimentos, converse com amigos e familiares sobre o que está acontecendo, isso diminuirá a angústia.

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Mantenha a rotina

 Sempre que possível, mantenha a sua rotina e a das crianças também. Separe momentos para tarefas, brincadeiras e relaxamento.

Seja saudável

Opte por passar esse período priorizando uma dieta balanceada, sono regulado, exercícios físicos ou mentais (como meditação) e contato virtual frequente com pessoas que você confia e ama.

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Se atente aos exageros

 Evite o consumo de álcool, cigarro ou outras drogas para aliviar o estresse. Caso sinta necessidade deles, converse com um profissional que poderá te auxiliar na sua saúde física e mental.

Lembre-se que o exagero no consumo desses produtos também diminui a nossa imunidade. 

Mantenha as crianças por perto

Caso seja seguro, mantenha as crianças próximas a você e evitem se separar delas. Converse frequentemente com eles, explique a situação de maneira clara de acordo com a idade da criança, isso poderá diminuir a ansiedade dos pequenos.

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Prevenção: o que fazer para evitar ansiedade durante a pandemia do coronavírus?

Uma reportagem realizada pelo BBC News Brasil, mostrou o que especialistas dizem sobre o assunto.

Segundo Cláudio Martins, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, o ideal é que mantenha contato virtual com amigos e familiares e continuem seus projetos planejados.

“É importante manter o autocuidado com a alimentação, hidratação e se comunicar por meios eletrônicos. É necessário ocupar a mente com outras coisas e não passar o dia vendo notícias sobre coronavírus. Não pode ficar concentrado na doença, pois isso pode gerar uma obsessão mental e incapacitar as pessoas de se desenvolverem”, afirmou o especialista.

 Algumas dicas para prevenir a ansiedade são: 

  • Pratique atividades que sejam boas para o corpo e para a mente;
  • Se exercite;
  • Escute músicas;
  • Desenhe, pinte, cante e dance;
  • Mantenha uma alimentação saudável;
  • Pratique meditação;
  • Abusar da criatividade para realização de outras tarefas;
  • Viva um dia de cada vez;
  • Se necessário procure ajuda profissional.
  • Mantenha contato frequente com amigos e familiares.

A importância de cuidar da saúde mental e física durante o isolamento social

Você sabia que é possível cuidar da sua saúde respeitando o isolamento social?

O Alta conta com a opção de atendimento domiciliar que vai até você! Basta escolher a melhor data através do nosso agendamento online. Confira como é feito:

Como ajudar alguém com crises de ansiedade

Muitas vezes os familiares e amigos ficam perdidos quando presenciam uma crise de ansiedade, pois não sabem direito o que está ocorrendo e não conseguem auxiliar a pessoa neste momento de grande sofrimento.

Como a ansiedade aciona de uma forma bastante intensa nosso corpo, é normal que esses sintomas acarretem grande aflição.

Para quem tem crises de ansiedade, um simples pensamento pode desencadear uma cadeia de acontecimentos.

Evolutivamente falando, o ser humano possui um sistema que chamamos de “luta ou fuga”, esse sistema fez com que nossa espécie sobrevivesse, pois quando algum perigo ocorria, lutávamos ou fugíamos, esse sistema de luta ou de fuga é acionado em crises de ansiedade, porém a pessoa não está vivenciando uma situação que ela precise lutar ou fugir, quando, por exemplo, temos um risco real de vida, como em um assalto.

  • BRASIL É O PAÍS COM O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS COM ANSIEDADE 

Como Ajudar Uma Pessoa Que Sofre De Ansiedade?

Esses sintomas podem ser: taquicardia, tremor, sudorese, falta de ar, adormecimento de partes do corpo, enjoo, etc. Quando essas reações chegam com uma intensidade grande e juntas, a pessoa sente como se estivesse perdendo controle de seu corpo, achando às vezes que pode desmaiar ou até morrer.

Como Ajudar Uma Pessoa Que Sofre De Ansiedade?

Crédito: Catraca LivreBrasil é o país campeão em ansiedade

Você sabia que através de passos fáceis você pode auxiliar um familiar ou amigo que está passando por isso?

Acolha com empatia

Primeiramente, é importante acolher esses sentimentos, pois realmente em uma crise de ansiedade o sofrimento com os sintomas fisiológicos é muito grande. Evite frases como: “Isso é frescura”, “Você está fazendo isso para chamar a atenção.”, “Você está exagerando” e as substitua por “Estou aqui com você”, “Você não vai morrer”, “Você pode contar comigo”, “Você vai superar essa crise”.

Leve a pessoa a um local tranquilo

Uma das coisas que podem ser feitas e ajudam muito, é levar a pessoa para um lugar mais tranquilo, arejado, se possível, pode ser um local como um parque, muitas pesquisas evidenciam que o contato com a natureza auxilia na melhora do humor e redução da ansiedade.

Caso isso não for possível, você pode auxiliar a pessoa a imaginar um local que ela se sinta em paz, como uma praia, falando para imaginar o vento batendo no rosto, o barulho das ondas do mar, detalhando a cena o máximo possível.

Essa estratégia é ótima para acalmar o ritmo da respiração e a reduzir a ansiedade.

Proponha exercícios respiratórios

Quando estamos ansiosos, nosso fluxo respiratório se altera, fazendo-nos ficar ofegantes, com palpitações e termos a sensação de falta de ar. Nesta hora, você pode – com a ajuda de um relógio – cronometrar o intervalo das respirações.

Leia também:  Como Saber O Tamanho Que O Seu Penis Vai Ficar?

É importante neste momento inalar e exalar o ar mais lenta e profundamente, você pode explicar para a pessoa que ela pode puxar o ar contando até 5, segurando 3 segundos e soltando todo o ar dos pulmões bem devagar, se quiser pode acompanhá-la nas respirações.

Tire o foco dos sintomas

Outra dica é observar e ajudar a pessoa a tirar o foco daqueles sintomas desconfortáveis, você pode convidá-la para olhar e perceber ao seu redor alguns objetos, se vocês estiverem na rua você pode pedir para ela contar a quantidade de carros estacionados, ou pode pedir para nomear as cores que está vendo.

O objetivo desta técnica é distrair a pessoa que está com seu sistema de “luta ou fuga” acionado, pois um dos principais motivos de uma crise de ansiedade se intensificar é a pessoa focar nessas reações corporais, e assim, você vai ajudar ela a se distrair, diminuindo esse pico intenso de ansiedade.

É importante uma avaliação médica, pois os sintomas são muito similares com ataque cardíaco. Se sua saúde física estiver OK, procure a avaliação profissional de um psicólogo que trabalhe com a terapia cognitivo-comportamental, considerada tratamento de referência para manejo de ansiedade.

Texto escrito pelas psicólogas Gabriela Lumi e Karine Santos da Flows Psicologia.

Veja também: Como controlar crises de ansiedade

Como lidar com familiares com depressão e ansiedade?

A depressão e a ansiedade atingem milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Quem é diagnosticado com algum desses transtornos, já enfrenta a luta diária para manter o seu bem-estar e o apoio dos familiares neste momento é muito importante.

Infelizmente, no entanto, muitos familiares e pessoas próximas não sabem lidar com pessoas com depressão e ansiedade, por mais bem intencionados que sejam. Por isso, vamos abordar alguns pontos interessantes para que esse apoio seja encontrado nesse momento tão angustiante.

O que sente uma pessoa com depressão ou ansiedade?

Cada pessoa tem uma visão de mundo, moldado aos seus valores e crenças. Quando uma pessoa é acometida por um transtorno mental, essa visão modifica-se, como se ficasse turva e muitas vezes irreconhecível ao próprio acometido. 

  • É preciso entender que um familiar ou amigo com depressão ou ansiedade enxerga o mundo de uma forma diferente que a sua e também diferente do modo com o qual ele mesmo enxergava antes.
  • Modificações no humor, seja com tristeza ou mau-humor no caso da depressão ou apreensão e angústia no caso da ansiedade; falta de interesse por atividades que antes davam prazer; modificações de uma série de hábitos como sono e alimentação, são alguns dos sintomas das pessoas que enfrentam esses transtornos.
  • Veja também:
  • Tudo sobre depressão: causa, sintomas, tratamento e o que fazer
  • Como reconhecer e tratar o transtorno de ansiedade

Quais são as reações mais comuns de quem tem familiares com depressão e ansiedade?

Ter um familiar com depressão ou ansiedade é um verdadeiro desafio e duas reações opostas são muito comuns: a de superproteção e a de desistência.

Caracterizamos a superproteção quando o familiar quer assumir as rédeas do tratamento da pessoa com depressão ou ansiedade, tentando fazer de tudo, com algumas recomendações e também a seu modo para tentar evitar o sofrimento do ente querido. Quando isso acontece, a capacidade de reação do próprio indivíduo em relação ao tratamento pode ficar comprometida, tornando mais difícil a superação do transtorno.

Por outro lado, a desistência também pode surgir. Quando ela ocorre, o familiar sente que já fez de tudo o que era possível e que não tem mais jeito, acaba perdendo a paciência por sentir inércia em relação ao acometido. Com isso, o apoio àquele paciente vai sendo deixado de lado, o que também dificulta o processo de tratamento da doença.

Manter o equilíbrio entre esses dois pontos é fundamental para lidar com o familiar com depressão e ansiedade, pois ele precisa de apoio e monitoramento, ao mesmo tempo que precisa sentir que ele é livre e forte para dar os próprios passos quando quiser e chegar o momento.

Se você perceber que está perdendo esse ‘caminho do meio’, busque ajuda para conseguir ajudar essa pessoa. Se ficar pesado demais para você, delegue ou divida a responsabilidade com outro familiar com melhores condições.

Qual a melhor forma de lidar com familiares com depressão e ansiedade?

Como Ajudar Uma Pessoa Que Sofre De Ansiedade?

Não existe uma receita pronta para lidar com familiares com depressão ou ansiedade, mas existem caminhos que precisam ser trilhados para que a ajuda seja efetiva no sucesso do tratamento da pessoa que você ama.

Informe-se sobre a depressão ou a ansiedade

Primeiramente, você precisa informar-se bastante sobre o transtorno mental que o seu familiar está enfrentando. Leia, escute podcasts, veja vídeos no YouTube e converse com o psiquiatra ou psicólogo do seu familiar para entender como que aquela doença acomete o seu familiar. Lembre-se: sempre de fontes confiáveis.

Seja um bom ouvinte

Como já dito anteriormente, não é difícil que os familiares queiram tomar as rédeas e comandar uma série de ações durante o tratamento. Entretanto, ouça, de coração aberto, sem juízo de valor. O seu familiar já se culpa e se sente angustiado o suficiente em não conseguir resolver sozinho aquela situação: seja o apoio e não o contrário, deixe que ele tenha voz.

Ofereça ajuda ativa

A pessoa com depressão e ansiedade sente-se paralisada e não tem energia e disposição o suficiente para realizar atividades simples. Você pode ajudá-la de forma ativa, sugerindo no que você pode ajudá-la e sendo proativo. O famoso ‘se precisar, estou aqui’, não funciona muito bem nesses casos, seja ativo. 

Isso, é claro, sem ser superprotetor: você vai colaborar com o seu familiar e não fazer tudo para ele, afinal, você quer ajudar a pessoa a sair da posição em que está para que depois ela consiga, por si só, seguir normalmente sua rotina e planos. 

Sem julgamentos nem culpabilizações

Lembre-se sempre que o seu familiar está enfrentando uma depressão ou ansiedade e isso não faz parte da personalidade dela. Não o julgue nem o culpe pelo estado que a pessoa se encontra, isso será pior para a pessoa e também para você.

Busque ajuda se necessário

Resgatando o que falamos no final do tópico anterior, se sentir que está pesado demais, busque ajuda! Muitas vezes, quem está lidando com um familiar que está enfrentando depressão ou ansiedade, acaba evoluindo muito no seu próprio lado pessoal, justamente pois busca ajuda e meios para auxiliar o ente acometido. Esse processo pode ser difícil e doloroso, mas é um florescimento seu e de quem você ama e está ajudando.

Você tem um papel muito importante

Se você está lendo este texto, é porque está justamente procurando a melhor forma para lidar com seu familiar com depressão ou ansiedade para ajudá-lo da melhor forma possível. Esse é um ato extremamente nobre e estamos orgulhosos de você. Ajudar quem está em dificuldade pode ser muitas vezes puxado, mas é gratificante e nos faz sentir ainda mais humanos. 

Lembre-se também de você e do seu autocuidado, recordando sempre que você também é um ser que tem necessidades, angústias e tristezas. Seja forte, mas saiba quando pedir ajuda também.

E para encerrar, trago uma Live que eu fiz no dia 10 de julho sobre como lidar com familiares com depressão e ansiedade. Confira o conteúdo aqui.

E se precisar, conte com a gente.

Não fale que "vai passar": veja como ajudar uma pessoa com ansiedade

Conviver com a ansiedade é um desafio, pois ela provoca uma tentativa de controle que, muitas vezes, antecipa situações que supostamente podem trazer sofrimento.

Existem tipos distintos de ansiedade, desde aquela mais branda que gera maior expectativa, até transtornos classificados como patologia.

E uma pessoa em crise de ansiedade pode desenvolver sensações de incerteza, medo e angustia, alimentando um padrão de pensamento que só espera pelo pior.

Nessa hora, não adianta apostar em frases otimistas para tentar estimular a pessoa a reagir. Menos ainda, menosprezar a situação como se fosse algo fácil de ser superado. “Uma palavra faz diferença desde que seja empática.

E, às vezes, o que vale mesmo é escutar mais e falar menos”, avisa o psiquiatra Luiz Vicente Figueira de Mello, supervisor do programa de ansiedade do IPq do HC-FMUSP (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Uma ajuda equivocada pode aumentar ainda mais a ansiedade causando mais sofrimento ao indivíduo, por isso é importante eliminar tudo que, ao invés de ajudar, só atrapalha. Saiba como oferecer apoio na medida certa:

1. Deixe o otimismo de lado

A intenção pode ser boa, mas na hora da crise ninguém está pronto para ouvir frases como “vai passar” ou “tudo vai dar certo”.

Este tipo de apoio é irritante, pois o ansioso pode interpretar que o outro está desmerecendo sua dor.

Em um momento de crise é muito difícil vislumbrar uma situação positiva, pois tudo parece ser muito difícil. Portanto, evite frases feitas inspiradas em autoajuda.

Definitivamente bancar o durão para fazer o outro reagir não vai funcionar. Este não é o momento. É essencial mostrar apoio, mas sem pressionar.

Falar coisas como “Você é forte e vai superar” ou “Precisa enfrentar” só faz o outro sentir-se desvalorizado.

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Os especialistas entrevistados pelo UOL VivaBem classificam esse tipo de ação como reforço negativo, pois o ansioso irá se sentir ainda mais fraco, e sua autoestima, que já está abalada, ficará pior.

3. Ouça mais

Pode acontecer de o ansioso querer desabafar, escute! Nessa fase, não aposte em avaliações e julgamentos para não causar desmotivação e ele desistir de se abrir. No entanto, não force este diálogo dizendo: “me conta o que você está sentindo” ou “o que está pensando”, pois isso pode gerar mais ansiedade. Respeite o tempo da pessoa!

4. Demonstre preocupação sincera

Independentemente do tamanho da crise, o diálogo deve ser afetuoso. Vale apostar em um “eu entendo você, vamos dar um tempo até que passe, estou aqui com você”.

Uma crise de ansiedade dura, em média, 25 minutos, portanto permaneça ao lado demonstrando empatia. Evite, porém, preocupação excessiva porque isso aumenta a ansiedade.

Aja de maneira natural, sem transformar o episódio em uma catástrofe.

5. Procure distraí-lo com lembranças boas

É possível tentar desviar a atenção da pessoa, falando sobre algo aleatório ou relembrando coisas boas que já aconteceram ou que estão programadas, como uma viagem, por exemplo.

Faça isso com muita atenção para não dar a impressão que está desqualificando aquele momento de ansiedade, tentando apenas desviar o foco. Com sensibilidade dá para notar se deve continuar com essa estratégia.

O ansioso vai demonstrar receptividade ou não. Se ele não gostar, simplesmente pare.

6. Convide-o para dar uma volta

Nem sempre o ansioso terá disposição para algum tipo de atividade mais prazerosa, mas vale como tentativa convidá-lo para dar uma volta, fazer uma caminhada leve, respirar um ar diferente.

Só não insista! Deixe-o livre para aceitar ou não. E se durante a crise ele não aceitar, diga: “quando você melhorar podemos fazer algo juntos”. Isso mostra acolhimento, pois o ansioso tende a se sentir sozinho.

E oferecer qualquer solução pronta de maneira automática pode causar rejeição.

7. Não ofereça uma bebida

O álcool pode até parecer relaxante, mas não é uma boa saída. Pois, sempre que surgir a crise ele poderá associar a bebida como forma de alívio. Tenha cuidado para não criar maus hábitos que não ajudam efetivamente, apenas mascaram o sintoma.

8. Elimine expectativas ou suspenses

Quem convive com alguém muito ansioso precisa ser mais objetivo e assertivo, portanto, evite qualquer tipo de tensão. Não fale “vamos, estamos atrasados” ou “estou com um pressentimento ruim”, pois isso irá poupá-lo de ter uma crise. Outra dica é não marcar compromissos e atrasar, ou demorar para responder mensagens, pois tudo isso pode deixá-lo em estado de ansiedade.

9. Saiba reconhecer uma crise de ansiedade

Isso pode ajudar a prestar apoio no momento em que o ansioso mais precisa: durante uma crise. A agitação física pode ser um dos primeiros sinais: ficar balançando braços e pernas, se estiver em pé, ficar caminhado de um lado para outro, tremor, suor e parecer ofegante.

Também dá para notar que algo está fora do ponto pela forma como se comunica, ou seja, sua fala está sempre prevendo algum acontecimento ruim, como: “ele não gosta de mim” ou “não gostam do meu trabalho”. Ao observar esses sinais, aumente a atenção e ofereça ajuda na medida certa.

10. Dicas simples para lidar com a ansiedade

Quer ajudar? Ofereça sugestões práticas e efetivas. Uma é sugerir melhoras no planejamento do ansioso, já que mantendo sua rotina mais controlada pode evitar situações que possam fugir do controle. Neste caso, sugerir uma planilha com compromissos e horários pode deixá-lo mais seguro, sem a sensação de que poderá esquecer algo importante.

A ansiedade também costuma afetar muito o sono, causando mais agitação. Por isso, sugira que ele deixe uma folha e caneta ao lado da cama e, se lembrar de algo importante para o dia seguinte, anote! Ao fazer isso, o ansioso divide sua responsabilidade com o papel e afasta pensamentos recorrentes que atrapalham o sono.

Fontes: Luiz Vicente Figueira de Mello, supervisor do Programa de Ansiedade do IPq do HC-FMUSP (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo); Priscila Gasparini Fernandes, psicóloga clínica e psicanalista com especialização em neuropsicologia e neuropsicanálise, do Hospital Beneficência Portuguesa; e Thays Babo, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro).

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Como ajudar um amigo que tem transtorno de ansiedade

O ano do vestibular gera inúmeras preocupações no estudante. A concorrência é grande, são poucas vagas, muitos conteúdos para serem estudados e pode existir uma enorme pressão por parte de família, amigos, professores e, principalmente, dos próprios alunos. Além disso, existe outro fator que acompanha o jovem constantemente nessa fase: a incerteza da aprovação.

Por isso, especialistas apontam que o ano de preparação para o vestibular pode desencadear episódios intensos de ansiedade ou acentuar quadros preexistentes. E, neste ano, a situação fica ainda mais delicada por causa da pandemia do novo coronavírus, que adiciona incertezas ao cenário.

Bárbara Souza, psicóloga do Serviço de Atendimento Psicológico (SAP) do Curso Anglo, explica que houve o surgimento de novos elementos com potencial para o desenvolvimento do transtorno, como: 

  • conflitos familiares potencializados pela intensificação da convivência;
  • dificuldades de adaptação da rotina de estudo online e conciliação com tarefas domésticas;
  • o isolamento social e a falta de compartilhamento de experiências cotidianas 

Se você notou que algum amigo está está mais ansioso ultimamente e quer ajudar de alguma forma, confira as informações sobre o transtorno. Ao entendê-lo melhor, ficará mais claro qual o caminho mais adequado para ajudar alguém nessas situações. 

Mas afinal, o que é ansiedade?

Segundo Thais Arantes Ribeiro, psicóloga e coordenadora do Colégio Poliedro Campinas, a ansiedade pode ser considerada uma reação normal em diversas situações de ameaça ou estresse.  Mas o transtorno de ansiedade consiste em um conjunto de sintomas, físicos e psicológicos, que prejudicam as atividades diárias da pessoa

Entre os sintomas psicológicos do transtorno estão preocupação, apreensão ou medo excessivos, capazes de dominar o pensamento e afetar frequentemente a rotina e os relacionamentos. Sintomas físicos também podem aparecer, como tensão muscular, dor de cabeça, taquicardia, calafrios, falta de ar, tremores e espasmos. 

O tratamento inclui sessões de terapia e medicamentos, que variam de acordo com a gravidade do quadro. 

Identificando os sinais nos seus amigos

Os principais sinais que podem ser notados por pessoas próximas são as oscilações de humor e a mudança na forma de se comportar, com estresse desproporcional, maior irritabilidade, dificuldade de superar um acontecimento e de manter a concentração, sensação de medo e angústia constante.  

Esses sintomas podem ser percebidos por amigos e familiares ou a pessoa pode mencioná-los em conversas cotidianas. 

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“É importante ficar atento à frequência desses relatos. Se o amigo conta de um sofrimento ou pensamentos recorrentes relacionados a medos e situações de ansiedade persistentes e intensas ou relata sinais físicos (como sensação de desmaio e tontura, sudorese e extremidades frias, tremor dentre outros) recorrentes e sem causa aparente, algo não está certo”, diz Souza.

Como ajudar 

Segundo Ribeiro, o mais importante para lidar com uma pessoa que possui o transtorno de ansiedade é ouvi-la e validar os seus sentimentos e preocupações. Minimizar sua angústia ou dizer que “vai passar” não é uma boa escolha, porque não é algo que está sob seu controle, por mais que sua intenção seja ajudar. 

Escute o que a pessoa tem a dizer, mas saiba respeitar caso não esteja preparada para abrir seus sentimentos. Dê o espaço que a pessoa precisa, sem deixar de demonstrar que se importa”, completa. 

Manter canais de diálogos abertos também é importante para que, com o tempo, passe a entender como seu amigo funciona em momentos de crise e o que pode fazer para ajudá-lo, já que as práticas podem variar dependendo da pessoa. 

Não relativizar o que o outro está dizendo é fundamental. “Mesmo que, para quem escuta, o que está sendo dito pareça pequeno ou que haja um ‘exagero’ da parte do amigo, é importante entender que há um sofrimento e que diminuir isso poderia acabar machucando ainda mais”, explica Souza. 

Depois de um tempo, caso ele não volte a procurar sua ajuda, uma sugestão é entrar em contato para perguntar como está e reforçar que continua havendo espaço para diálogo.

Limites e riscos

  • Caso os amigos ou a própria família percebam que há alguma questão afligindo o jovem, a recomendação das especialistas é o encaminhamento para um psicólogo ou psiquiatra que vão diagnosticar corretamente e entender potenciais gatilhos e formas de tratamento. 
  • É importante ressaltar que, por mais que você queira ajudar seu amigo, existem certos limites que não podem ser ultrapassados sem o preparo necessário para lidar com a situação. 
  • “A orientação profissional é muito importante para estabelecer uma recuperação real e evitar agravar ainda mais o quadro, dependendo do que for dito”, finaliza Ribeiro.  
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Como ajudar alguém com ansiedade de forma eficaz

Ajudar alguém com ansiedade exige tato, empatia e inteligência. De nada serve dizer “acalme-se, isso vai passar” ou “isso não é nada, você tem que lidar com as coisas de outra forma”. De fato, quem sofre com essa condição está tomado por uma série de sensações físicas e emocionais que fazem com que não seja nada fácil pensar com clareza.

É preciso que isso fique claro. Quando falamos de estresse ou transtornos de ansiedade, não existem soluções rápidas. Não existem dicas milagrosas, nem estratégias que gerem um efeito imediato em questão de dois minutos.

Para começar: o cérebro humano funciona de maneira diferente quando experimenta essa realidade psicológica. Todas as estruturas cerebrais ficam impregnadas de norepinefrina e cortisol, dois hormônios que embaçam nossos pensamentos e nos fazem ficar presos nas mesmas respostas: o subterfúgio e a fuga.

Se desejamos ajudar alguém com ansiedade, a primeira coisa que devemos aplicar é a empatia. A segunda é a paciência.

A amígdala cerebral e o hipocampo assumem o controle absoluto e apenas duas sensações são experimentadas a partir desse momento. A primeira é a de medo, e a segunda é a percepção de que estamos rodeados por ameaças.

Além disso, como se não bastasse, nosso corpo também fica sujeito a uma infinidade de efeitos: taquicardia, transpiração, dor abdominal, tensão muscular… Sabendo tudo isso, como é possível ajudar uma pessoa com ansiedade se nos limitamos a dizer a ela que se acalme?

Não importa nossa boa intenção ou nosso objetivo nobre. Em alguns casos, a única coisa que conseguimos com essas frases é levantar mais muros e criar distância com essa pessoa querida. Por isso, vamos aprender quais estratégias podem nos guiar para ajudar alguém com ansiedade.

Conselhos para ajudar alguém com ansiedade

1. Tomar consciência da realidade pessoal do outro

Conviver com alguém que sofre de ansiedade não é fácil. O humor muda, a motivação desaparece e suas mensagens e abordagens repentinamente se tornam muito negativas. A isso se adiciona a hipersensibilidade. Com um mínimo incentivo, os mal-entendidos, a baixa concentração, os enganos e até o mau humor despontam.

Se deixarmos que essas emoções nos contagiem, não ganharemos nada. Se nos rendermos e agirmos defensivamente frente a cada um desses sintomas, intensificaremos ainda mais a ansiedade e criaremos ambientes sufocantes. Portanto, a primeira coisa a fazer é tomar consciência do que está acontecendo.

Nosso parceiro ou parceira, nosso pai, irmão ou irmã ou aquele bom amigo está passando por um momento complicado. Sofre de ansiedade e, por isso, devemos ser mais sensíveis e entender uma série de aspectos.

10 maneiras de ajudar uma pessoa em crise de ansiedade

Quando convivemos com alguém ansioso é necessário ter cuidado para não piorar o seu estado. 

Lidar com a ansiedade é um desafio diário, já que esse transtorno provoca uma tentativa de controle que, muitas vezes, antecipa situações que supostamente podem trazer sofrimento. Existem diferentes tipos de ansiedade, que podem variar de casos mais leves, até transtornos diagnosticados como patologias.

No momento de uma crise de ansiedade, a pessoa pode vivenciar sensações de medo, angústia e incerteza, que nutrem o pessimismo, fazendo com que esta só pense ou espere pelo pior.

Como ajudar numa crise de ansiedade?

Nesse momento, não diga que “vai passar”, nem mesmo aposte em frases otimistas para tentar animar a pessoa.

Também evite menosprezar ou amenizar a situação, como se fosse algo simples de ser superado. Nesses casos escutar mais do que falar e demonstrar preocupação são medidas que podem contribuir.

Afinal, a ajuda de maneira equivocada pode aumentar os sintomas de ansiedade e causar ainda mais sofrimento. Dessa maneira, é essencial evitar aquilo que pode atrapalhar. Veja como ajudar da maneira certa:

1. Deixe o otimismo de lado

Ainda que seja uma boa intenção, na hora da crise de ansiedade ninguém quer escutar frases de apoio como “tudo vai dar certo” ou “vai passar”. A pessoa ansiosa tende a se irritar ainda mais, pois interpreta como se o outro estivesse menosprezando o seu problema.

Aliás, quando se encontra em crise, o ansioso não consegue enxergar uma situação positiva e parece haver dificuldade em tudo. Então, evite frases como essas.

2. Evite “dar um tranco”

Não adianta pressionar ou tentar fazer com que o outro reaja diante de trancos. O importante é oferecer apoio, pois do contrário só fará com que a pessoa se sinta desvalorizada.

Dizer coisas como “Você precisa enfrentar” ou “Você vai superar” podem servir como um reforço negativo, fazendo com que a pessoa se sinta ainda mais fraca, o que pode piorar a autoestima que já está abalada pela ansiedade.

3. Escute mais

Ouvir mais do que falar é a melhor alternativa para ajudar a pessoa em um momento de ansiedade. Tente não fazer julgamentos para não desmotivar o desabafo.

Porém, respeite o tempo de cada um e evite forçar o diálogo, já que isso pode causar mais ansiedade. 

4. Demonstre preocupação de verdade

Independentemente da proporção da crise, mantenha um diálogo afetuoso.  Uma crise dura, em média, 25 minutos, portanto, continue ao lado da pessoa.

Demonstre empatia, contudo, evite preocupação em excesso, já que isso aumenta a ansiedade. Não transforme o episódio em uma catástrofe, aja de maneira tranquila e natural.

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5. Distraia a pessoa com boas lembranças 

Tente desviar a atenção da pessoa em crise com assuntos aleatórios, coisas boas que já foram vivenciadas ou que estão planejadas, tais como uma viagem.

Porém, faça isso com cuidado para não parecer que o momento de ansiedade não tem importância. Apenas tente desviar o foco com sensibilidade, assim é possível observar se a estratégia deve ser interrompida ou não. 

A pessoa que sofre de ansiedade irá demonstrar se está receptiva. Caso contrário, pare de tentar distraí-la.

6. Chame-o para dar uma caminhada

O ansioso pode não ter disposição para fazer algum tipo de atividade mais divertida ou prazerosa, porém, vale a pena oferecer alternativas como fazer uma caminhada ou dar uma volta, para respirar novos ares.

Mas, não seja insistente, a pessoa deve se sentir livre para aceitar ou não. Caso não aceite, diga: “podemos fazer algo juntos quando você melhorar”. Assim, você demonstra acolhimento e apoio, afastando a sensação de solidão vivenciada pela pessoa ansiosa.

7. Não ofereça bebida

Ainda que o álcool pareça relaxante, não é a melhor alternativa. Pois, sempre que a crise de ansiedade surgir, a bebida pode ser associada como uma forma de alívio. Então, evite criar maus hábitos que além de não ajudar, podem mascarar um sintoma.

8. Elimine expectativas 

Não faça suspense. Quem convive com uma pessoa ansiosa deve ser objetiva e eliminar expectativas.

Não diga coisas que podem desencadear crises e nem mesmo se atrase ou demore para responder mensagens, pois isso pode aumentar o estado de ansiedade.

9. Saiba identificar uma crise de ansiedade

Reconhecer uma crise de ansiedade é importante para prestar apoio e não ignorar o momento.

Um dos primeiros sinais pode ser a agitação física: balançar pernas e braços, caminhar de um lado para o outro, parecer ofegante, apresentar tremor ou suor em excesso.

Indícios também podem ser observados pela forma como a pessoa fala, isto é, se sua fala é sempre pessimista ou prevê algo ruim frequentemente. Quando notar esses sinais, dê maior atenção e ofereça apoio.

10. Dicas simples para lidar com a ansiedade

Se quiser prestar apoio, dê sugestões efetivas e práticas. Uma dica é sugerir alternativas para melhorar o planejamento e ajudar a pessoa ansiosa a ter uma rotina mais controlada. Uma planilha detalhada, com horários e compromissos que evitam situações que fujam do controle, pode tornar o ansioso mais seguro, por exemplo.

Como a ansiedade causa agitação e também afeta o sono, o ideal é sugerir que a pessoa deixe uma caneta e papel ao lado da cama para anotar algo que lembrar e julgar importante para o próximo dia. Assim é possível dividir a responsabilidade e afastar pensamentos que atrapalham o sono.

A Clínica Marcelo Parazzi

Além de se fundamentar na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e oferecer todo o tratamento tradicional por meio de psiquiatras, psicólogos e psicanalistas para tratar a ansiedade e outros transtornos, a Clínica Marcelo Parazzi também dispõe de Terapia Holística, que desenvolve estratégias terapêuticas como Reiki, Yoga, Meditação, Constelação Familiar e Mindfulness (Consciência plena), para auxiliar no alcance de melhores resultados nos tratamentos dos pacientes, que são, comprovadamente, grandes aliados na recuperação desses indivíduos.

Agende sua primeira consulta. Ela é gratuita e pode ser realizada via skype.

Quer mais dicas para ajudar a pessoa em uma crise de ansiedade, ou ficou com alguma dúvida em relação ao assunto? Entre em contato conosco. Nós podemos ajudar!

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