Como Agir Quando Os Filhos Respomdem Mal?

Crianças desobedientes: todos nós já presenciamos alguma! Ou, pelo menos, já ouvimos de algum pai ou mãe a clássica queixa: “Meu filho não me obedece!“. Mas, afinal de contas, por que os pequenos e pequenas em algum momento começam a dar sinais de desobediência? Como os pais e mães podem lidar de forma eficiente com filhas e filhos desobedientes?

Sabemos que as crianças querem tudo aqui e agora. Sendo assim, buscam satisfazer seus desejos a todo o momento. Nós não nascemos sabendo as regras que regem nossa sociedade ou nosso lar. A habilidade social é aprendida e depende do que é considerado como um valor para cada sociedade e família.

Portanto, para desobedecer, é necessário que a criança primeiro tenha internalizado tais regras. Isso acontece por volta dos 2-3 anos de idade. Contudo, não há uma idade exata para que a criança comece a demonstrar comportamentos desobedientes. O confronto com os pais e com as regras que eles ditam já começa antes mesmo disso. E é quando melhor se pode prevenir tais atitudes.

Ensinando regras e impondo limites com afeto e amor

A prevenção de comportamentos indesejáveis, como birras, desobediência e agressividade, bem como a construção de habilidades sociais, começam quando a criança ainda é um bebê. Tudo isso por meio de uma relação de afeto, carinho e cuidado. As regras e limites só serão internalizados pelos filhos desobedientes a partir deste vínculo.  

Ambientes em que a criança não recebe afeto, atenção e carinho, ou em que os adultos são muito reativos a todos os comportamentos da criança, são propícios para que ela desenvolva comportamentos indesejados.

Assim como no caso da birra, a teimosia está ligada à autoafirmação. Mas isso não significa que os pais não devam mostrar aos filhos desobedientes os devidos limites. É fundamental apresentar a eles as regras que desejam ser cumpridas. Isso dá às crianças o princípio de realidade e contribui para que elas tornem-se adultos responsáveis e mais adaptados à sociedade.

Contudo, não basta ensinar uma vez e exigir que eles cumpram tais regras. É necessário que os próprios pais e mães deem o exemplo daquilo que desejam dos filhos e filhas, e que falem a mesma língua, para não confundir o pequeno ou pequena.

Afinal, como lidar com filhas e filhos desobedientes?

Quando a criança já compreende as regras, os seus direitos e deveres, e, mesmo assim, sempre escolhe confrontá-los, seja em casa ou na escola, está na hora de dialogar com ela. Confira nossas dicas para desenvolver essa pauta de maneira construtiva:

Converse de forma calma

Ao abrir o diálogo com a criança para falar sobre o comportamento desobediente, é importante que seu pequeno ou pequena disponha de um ambiente que proporcione acolhimento. Sente-se na mesma altura da criança, converse com calma sobre o que está acontecendo e, principalmente, ouça o que ela tem a dizer.

Entenda as causas secundárias da teimosia

Muitas vezes, um comportamento de desobediência está associado a causas secundárias.

Por exemplo: desejo por atenção, sentimentos com os quais a criança não está conseguindo lidar (como medo, raiva, tristeza), entre outras causas.

Ao detectar algum indício, uma boa conversa pode apontar caminhos para vocês resolverem a causa real destes comportamentos, e, caso essa conversa não seja suficiente, a ajuda de um psicólogo pode ser muito útil.

Em cada fase, filhas e filhos desobedientes devem ser lidados de forma diferente

Quando os pequenos e pequenas já conseguem dialogar e negociar com os pais o que é permitido e o que não é, uma boa dica é criar combinados. É legal inclusive deixar registradas as regras que devem ser seguidas. A criança pode desenhar esses combinados e pendurá-los em seu quarto, onde sempre possa ver e se lembrar deles.

Nem excesso de braveza, nem muita brandura

Criticar filhas e filhos desobedientes o tempo todo atrapalha e faz com que eles deixem de dar a devida atenção ao que é dito. Isso cria uma tendência para que a criança vá, gradativamente, deixando de levar a sério regras e assuntos importantes. Assim, chamar a atenção torna-se algo banal e deixa de cumprir sua função coercitiva.

Além disso, querer educar com gritos e palmadas cria um ciclo de violência entre pais e filhos, pois passa a mensagem de que isso é uma solução. Por outro lado, ser negligente e não tomar nenhuma atitude frente a um mau comportamento é igualmente ruim para os filhos e passa a mensagem de que não há lei e de que os pais não se importam com eles.

Portanto, é importante ir pelo caminho do meio: esperar ficar calmo(a) para conversar, mas nunca ignorar esta conversa. Assim, é possível educar os pequenos e pequenas para se tornarem adultos mais conscientes de seus direitos e deveres, éticos e, consequentemente, mais felizes.

A literatura como apoio para filhos desobedientes compreenderem as próprias emoções

Sempre reiteramos aqui no Blog Leiturinha a potência dos livros como força transformadora.

Como falamos aqui no post, muitas vezes o comportamento de filhas e filhos desobedientes possui causas secundárias – frequentemente ligadas à falta de instrumentos para compreender as próprias emoções.

Por isso, que tal usar a literatura como instrumento para apresentar às crianças conceitos sobre emoções e sentimentos (tão complexos até mesmo para nós, adultos!) de forma leve e divertida desde cedo?

Confira as nossas recomendações retiradas diretamente da Loja Leiturinha!

O Monstro das Cores

Como Agir Quando Os Filhos Respomdem Mal?

A partir dos três anos, as crianças já se reconhecem e, a partir daí, começam a questionar o que estão sentindo.

De forma lúdica e divertida, o livro O Monstro das Cores é um ótimo apoio para pequenos e pequenas compreenderem e lidarem com suas próprias emoções. Afinal, ajudar a nomear os sentimentos é uma tarefa delicada e muito necessária.

É a partir disso que as crianças entendem o que causa cada tipo de sensação e já começam a prever e controlar comportamentos, cada uma à sua maneira.

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Saudade

Como Agir Quando Os Filhos Respomdem Mal?

Recomendamos o livro Saudade devido à sua forma de apresentar aos pequenos e pequenas sentimentos difíceis de se nomear ou explicar. Afinal, o que é a “saudade”? Por meio de uma reflexão filosófica e poética, a obra apresenta um pouco sobre a essência de um dos maiores poetas portugueses: Fernando Pessoa.

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Como Agir Quando Os Filhos Respomdem Mal?

Mãe da Cecília, formada em Psicologia, especialista em Filosofia e Mestranda em Educação Profissional e Tecnológica. Sempre trabalhou com famílias, especialmente com os pequenos. Por esse amor ao universo afetivo infantil, hoje, na Leiturinha, ela integra o time de Curadoria e colabora fortalecendo o vínculo das famílias leitoras através da experiência da literatura.

Como Agir Quando Os Filhos Respomdem Mal?

Como lidar com um filho que responde com rispidez e desrespeito – Universal.org – Portal Oficial da Igreja Universal do Reino de Deus

É papel dos pais descobrirem o que está por trás desse mau comportamento. Saiba mais

Seu filho anda irritado e respondendo mal, com rispidez e desrespeito? Chega até mesmo a gritar, a bater porta e a gesticular de forma grosseira? Claro, que isso não deve ser encarado com naturalidade. Contudo, é um processo pelo qual a maioria das crianças e adolescentes passa. Assim, é papel dos pais descobrirem o que está por trás desse mau comportamento.

O que pode levar um jovem a ter essas atitudes, afinal, é ainda não saber como resolver os problemas que começa a enfrentar na vida. Questões como bullying, dificuldade de aprendizagem, conflitos com irmãos ou mesmo a negativa a um desejo de consumo por algum produto de última geração, como um smartphone. Muitas vezes, são situações que geram uma chateação.

Daí, vem a birra, a resposta mais ofensiva, a rebeldia. Outras vezes, são as frustrações com o vínculo ou a falta de um que criam com novas amizades e relacionamentos na escola, na igreja, na vizinhança e mesmo dentro de casa. O jovem ainda não aprendeu a lidar com suas emoções e fica abalado.

Ele ainda não sabe lidar com isso sozinho

Como Agir Quando Os Filhos Respomdem Mal?Para Edineia Dutra, responsável pelo trabalho do Escola de Mães em todo o Brasil (grupo que orienta mães a lidarem com questões relacionadas à criação e à educação dos filhos – foto ao lado), quando a criança ou o adolescente começa a ter um mau comportamento ele está reagindo a uma frustração. Está chateado e, cheio de emoções, não sabe lidar com o problema sozinho.

“Desde muito pequena, a criança sempre testa os limites dos pais, impondo suas vontades e contrariando as regras dos adultos. Começa a dar respostas atrevidas e gestos como mostrar a língua e fazer caretas. Apesar desse comportamento inadequado ser assustador para os pais, faz parte do desenvolvimento.

Ela está em um processo de aprendizagem dos ‘nãos’, de conviver com as frustrações e de perceber que ela não é o centro do mundo. Nesse período surge a raiva, uma das primeiras emoções que experimenta. Pois, ela nasce cheia de vontades e agora percebe seus desejos sendo contrariados.

A agressividade é a forma de comunicar seu desconforto”, diz.

Como resolver esse problema

Os pais nunca devem medir forças com o filho. Nem esperar que crianças e adolescentes tenham atitudes tão maduras quanto as de um adulto. E, mesmo tudo isso fazendo parte de um processo de desenvolvimento emocional da criança, o papel dos pais aqui é não se acomodar. Não devem ceder às vontades do filho, mas também não o criticar.

“A agressividade não é consciente ou intencional. Mas, é importante não deixar o filho responder com grosseria, para que esse comportamento não se transforme em característica desse jovem”, comenta Edineia.

Como Agir Quando Os Filhos Respomdem Mal?

“É preciso ter uma dose a mais de paciência. Entender o que estão querendo comunicar por meio daquele comportamento inadequado que, de fato, causa irritação aos pais. O melhor a fazer é esperar o calor da emoção passar, para depois retomar a conversa e procurar a solução para o problema”, completa.

Como agir diante dessa situação

  • Abaixo, Edneia ainda listou algumas dicas de como os pais podem agir diante dessa situação sem enfraquecer o relacionamento com o filho.
  • – Independentemente da idade é preciso tratar o filho com respeito para que você seja respeitado por ele. Fazendo assim, aumentará as chances dele te responder com educação;
  • – Não deixe de corrigir nenhuma situação de ofensa ou desrespeito cometido pelo filho, mesmo um bebê que ainda não fala. Você pode usar de uma expressão facial séria e dizer a ele que não gostou de tal atitude;
  • – Fale claramente à criança ou ao adolescente quando não gostar de uma resposta mal criada. Aproveite para ajudá-lo a nomear o que está sentindo no momento (contar o que aconteceu que o chateou);
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– Mostre que todo os atos dele têm consequências e que ele vai precisar reparar tal atitude com um pedido de desculpas. Não é punição ou castigo e, sim, uma reparação.

Escola de Mães

Quer saber mais sobre esse e outros temas que abrangem o relacionamento de pais e filhos? Conheça o grupo Escola de Mães.

O objetivo principal é auxiliar mães (e pais também) a desvendarem os mistérios da maternidade. Nele, elas recebem apoio por meio de orientações de fé e conselhos práticos.

Além de trabalhar com os filhos ensinando valores como obediência, respeito e disciplina.

As reuniões acontecem mensalmente em todas as capitais brasileiras. Em São Paulo, na capital, você pode comparecer em dois endereços. No Templo de Salomão, Avenida Celso Garcia, 605, Brás (zona leste). Ou, em Santo Amaro, Avenida João Dias, 1800, Santo Amaro (zona sul).

Para mais detalhes e outras regiões, você pode buscar um endereço da Universal mais perto de sua casa e se informar com um pastor ou com a responsável pelo grupo na localidade.

Não surte! Te ensinamos como lidar com seu filho respondão – Pais&Filhos

Como Agir Quando Os Filhos Respomdem Mal?(Foto: iStock)

Em algum momento, pode acontecer de seu filho querer fazer alguns comentários espertos, gestos desrespeitosos ou respostas atrevidas. Não se desespere, separamos algumas dicas para você cortar o comportamento ousado do seu filho pela raiz.

Mantenha sua compostura

Você não tem que aturar seu filho respondão, mas tenha cuidado em como você reage, porque sua resposta pode melhorar ou enfraquecer seu relacionamento com seu filho. Se você for muito tolerante, o comportamento pode se tornar mais preocupante.

Se for muito rigoroso, seu filho pode sentir que ele não pode se expressar, o que levará a um desligamento da comunicação.

A criança nessa idade que começa a responder já está sentindo algumas emoções intensas, então, se você não mantiver sua reação o mais leve possível, uma luta de poder desagradável pode acontecer.

Tente não gritar e não fazer ameaças. O melhor a se fazer é respirar fundo, contar até 10 (ou 20) e se perguntar se o que você está prestes a dizer ajudará ou prejudicará a situação.

Se você ainda sente que está perdendo o controle, ou se seu filho já perdeu o controle, mantenha a calma e diga que você continuará a conversa mais tarde quando ambos estiverem calmos.

Se vocês dois estão em público, diga a ele que vocês conversaram em casa.

Determine a causa  

A razão pode estar enraizada em algo não relacionado a você. Talvez seu filho esteja tendo problemas com um amigo na escola e descontando em você porque ele sente que você é um alvo seguro.

Se isso acontecer, mantenha-se calma e faça perguntas para chegar à raiz do problema. “Aconteceu alguma coisa hoje na escola?” ou “Você disse isso porque precisa de um tempo sozinho?” são boas perguntas a serem feitas.

Descobrir a razão por trás disso pode facilitar a compreensão e a solução do problema.

Explique o que é aceitável 

Essa malcriação às vezes pode ser apenas algo que seu filho viu alguém falando e resolveu repetir.

“As crianças às vezes ouvem seus amigos falando e querem ser como eles”, diz Hannah Chow-Johnson, professora assistente de pediatria da Universidade Loyola de Chicago. Então seja explícito sobre o que ele pode e não pode dizer.

Diga a ele que não há problema em dizer que está com raiva ou cansada, por exemplo, ou que ela não está com vontade de falar no momento. Mas xingar, gritar ou dizer para você ir embora é inaceitável.

Realize consequências 

Uma vez que você deixe claro para ele quais comportamentos e frases são inapropriados, explique também que haverá consequências se ele cruzar a linha. Determine quais serão essas consequências – perder certos privilégios, fazer outras tarefas ou ir para a cama mais cedo – e avisá-lo com antecedência para que ele não seja pego de surpresa quando é punido. E sempre siga com o que você disse.

Modele suas expectativas 

É muito importante que você modele o comportamento que você espera do seu filho. As crianças aprendem imitando o que vêem, especialmente em casa.

Se seu filho de 5 anos ouve você usando um tom sarcástico ao falar com seu parceiro, ele aprenderá que é correto tratar os outros (incluindo você) de maneira semelhante.

Então, certifique-se de falar e tratar os outros respeitosamente, para que seu filho siga o exemplo.

Elogie-o 

Preste atenção extra quando seu filho estiver tendo comportamentos positivos em vez de negativos. Quando seu filho fala e se expressa de maneira respeitosa, mostre sua aprovação. Isso fará com que ele se sinta bem e ajude-a a perceber que os pais também notam coisas boas.

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Crianças respondonas: por que meu filho me responde?

Mesmo que as crianças respondonas e rebeldes costumem nos deixar loucas, essas atitudes fazem parte da maneira pela qual manifestam seus sentimentos. Ficou para trás o tempo em que seu bebê se adaptava aos hábitos e às exigências impostas. Agora a criança busca reafirmar sua personalidade.

Existem vários motivos que interferem na formação das crianças respondonas. Pois, são muitas as causas que podem provocar situações desfavoráveis no equilíbrio psicológico e emocional das crianças. Por isso, neste artigo, vamos esclarecer por que seu filho tende a responder e quais são os planos de ação que você deve adotar.

Por que existem muitas crianças respondonas? Por que nossos filhos perdem a admiração e o respeito por nós? Há uma resposta simples e básica. Trata-se de mais uma fase do crescimento na qual, desde os 9 anos de idade, as crianças buscam se desvincular afetivamente dos pais e reafirmar sua personalidade.

Isso se deve ao fato de que, durante o crescimento, os pequenos precisam se diferenciar dos pais para formar a própria identidade. E, precisamente, a saída mais simples é se diferenciar da única coisa que conhecem, a família. É nesse momento que começa a fase das contestações, que se estende até a adolescência.

Esse novo estágio vem para destruir aquele no qual o pequeno via seu pai ou sua mãe como os melhores do mundo. Eles eram os mais bonitos, inteligentes e fortes. Até esse momento, o pequeno dependia emocionalmente da percepção dos pais para construir a própria autoestima.

Entretanto, com o passar dos anos, esse mesmo sentimento de admiração e adoração se desfaz, já que se torna mais realista. O pequeno começa a observar antagonicamente seus progenitores. Os pais passam a ser aqueles que fazem tudo errado e não sabem nada.

Por isso, a ideia de que as crianças respondonas são rebeldes e desobedientes é muito errada. Mesmo quando a visão do adulto sobre esse infeliz comportamento não coincida com a de uma “criança bem educada”. Em suma, esse comportamento é necessário e positivo para desenvolver a personalidade das crianças.

A psicologia explica o fenômeno das crianças respondonas a partir do sistema de aprendizado baseado na fórmula “ação e reação”. Esse par vai definir se esse comportamento da criança continuará a ser um problema no futuro ou se será uma circunstância passageira, de acordo com a postura que você vai adotar como autoridade.

Além disso, uma série de pesquisas psicológicas revelou que o fato de contestar, nas crianças, reveste uma maneira de demonstrar a independência delas, manifestar com liberdade as próprias ideias e deixar visível a capacidade de tomar pequenas decisões.

Então, mesmo que seja difícil não repreender essas atitudes, os especialistas concordam que é melhor investigar as causas das irritações e ensinar os pequenos a expressar adequadamente os sentimentos. Expressar de uma forma mais aceitável e dentro dos limites do respeito e da consideração.

A ideia é educar emocionalmente, já que quando as crianças respondonas contestam agressivamente, elas expressam irritação, frustração, medo e, inclusive, mostram que se sentem feridas. Em si, o problema não se relacionaria aos sentimentos do pequeno, mas ao modo como ele os expressa.

Por que as crianças deixam de idolatrar os pais?

Levando em consideração o aspecto meramente cognitivo, as crianças deixam de idolatrar os pais, pois o pensamento, inicialmente mágico entre os 3 e os 5 anos de idade, se torna mais realista e crítico. Assim, nós, pais, deixamos de ser idealizados e começamos a ser imperfeitos.

A partir dos 6 anos, o pensamento infantil se torna paulatinamente mais lógico e racional, mesmo que o vínculo emocional com as figuras paternas ainda continue muito forte. Por isso, vai demorar um pouco mais para que eles consigam ver e entender que os pais não são onipotentes.

Somente entre os 9 e os 11 anos que o pensamento da criança vai se tornar eminentemente crítico. Por isso, ela vai começar a entender que cada fato tem vantagens e desvantagens. Com essa idade, a criança começará a mediar e avaliar as ações dos pais e colegas.

Quanto ao desenvolvimento emocional

Por sua parte, o desenvolvimento emocional de todas as crianças provoca uma necessidade de se desvincular afetivamente dos pais. Por isso, elas vão questionar seus pais por agirem erroneamente. As crianças respondonas criticam e deixam de obedecer complacentemente o que foi ordenado pelos mais velhos.

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Da mesma forma que na conhecida “fase do não”, que acontece quando a criança têm dois anos, essas crianças respondonas buscam por meio das suas ações reafirmar a própria identidade. Mas, nesses casos, não apelam para ataques de raiva. Elas o fazem por meio de questionamentos e respostas atravessadas.

  • Mantenha uma atitude pensativa. Esses comportamentos infantis normais podem ser tranquilamente prevenidos simplesmente identificando e, inclusive, evitando aquelas situações que desencadeiam respostas atravessadas das crianças.
  • Busque saber o que há por trás. Pode ser que as crianças respondonas costumem imitar situações vistas em filmes, séries ou na vida real mesmo. Elas recebem, assim, um acúmulo de mensagens inadequadas. Dessa forma, pode haver um padrão no comportamento do seu filho quando ele responde mal. Portanto, preste atenção ao que ele consome culturalmente e nas exigências impostas. Mas sempre escute seu filho, tentando compreender até o fim. Compreender aquilo que ele sente e o que ele quer conseguir.
  • Escolha as batalhas que velem a pena ser lutadas. Antes de tudo, avalie “vale a pena gerar uma discussão por isso?”. Se se trata de uma questão extremamente importante, estabeleça o limite e determine qual deve ser o comportamento. Mas, se se trata de algo irrelevante, poupe-se do desgosto e ofereça a autonomia que seu filho tanto deseja.
  • Estabeleça o limite antecipadamente. É fundamental que as crianças respondonas compreendam quais são as palavras permitidas e quais estão terminantemente proibidas. Também seria interessante explicar às crianças que nem sempre podemos ou devemos dizer tudo o que pensamos.
  • Mantenha a compostura. O ideal é não reagir exageradamente nem armar uma grande briga devido às palavras e ao tom de voz empregado pela criança. É claro que também não devemos “pagar na mesma moeda”. Pois, não há uma forma melhor de educar as crianças que dando o exemplo.
  • Controle sua paciência. Não discuta nem negocie com a criança após um ato de insolência. Isso somente vai reforçar o comportamento dela. Simplesmente avise qual vai ser a consequência do comportamento dela e, caso houver reincidência, coloque a consequência em prática. Além disso, não castigue nem humilhe a criança em público. Explique com tranquilidade que você não vai permitir de forma alguma que ela aja com grosserias e que isso vai causar alguma consequência.
  • Ofereça opções. Se você dá à criança a possibilidade de tomar algumas decisões no dia, você diminui a necessidade de se impor de maneira ofensiva. Por isso, sempre que for oportuno, dê oportunidades para que a criança possa escolher, sem pressioná-la, permitindo que ela decida tudo ou pelo menos o que for mais importante para ela. Claramente, todas as alternativas devem ser aceitáveis para você e você deve aceitar a decisão da criança com todo o rigor.

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Como lidar com filhos desobedientes: confira 6 ótimas dicas!

Você sabe como lidar com filhos desobedientes? Sem dúvidas, um dos maiores desafios enfrentados pelos pais, desde que o mundo é mundo, é lidar com crianças desobedientes ou teimosas. Essa característica pode ser cansativa, fazendo com que atritos sejam gerados e que o estresse aumente no ambiente familiar.

É fundamental observar o que pode estar desencadeando tais comportamentos e identificar a raiz do problema, pois, acredite, é possível aprender a lidar com a desobediência das crianças e adolescentes. Estar sempre presente na vida dos filhos, por exemplo, é crucial para superar esse obstáculo e garantir uma convivência mais harmoniosa.

Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura e confira algumas dicas importantes para conseguir o respeito de seus filhos e fazer com que eles se tornem mais obedientes sem que tenham de abrir mão da autonomia e da personalidade!

Como podemos definir a desobediência?

Desobediência é o nome dado à atitude que nos leva a desafiar figuras de autoridade e não seguir as ordens ou recomendações dadas por esses indivíduos. Elas valem para tudo e, em alguns casos, são consideradas crimes pelo Código Penal Brasileiro.

O caso da desobediência entre filhos e seus pais (ou familiares mais velhos) é, felizmente, algo bem mais simples e comum. De modo geral, é considerada até uma parte natural do crescimento e desenvolvimento das crianças, sendo um período relativamente presente no dia a dia de todas as famílias.

O ato de desafiar as principais figuras de autoridade de nossas vidas enquanto jovens — ou seja, os pais — é algo bastante comum e faz parte da formação da personalidade das crianças e adolescentes. Por isso, lidar com tal aspecto pode ser algo cansativo, mas perfeitamente possível desde que os devidos cuidados sejam tomados.

A desobediência também é caracterizada pela afronta às regras estipuladas pelos responsáveis — seja por falta de compreensão, por uma comunicação falha ou por outras razões. Por isso, compreendê-la é fundamental para a melhora da convivência no núcleo familiar e, claro, para o desenvolvimento adequado dos pequenos enquanto cidadãos.

Quais são as principais causas da teimosia e desobediência?

Como podemos perceber, aprender sobre a desobediência e suas nuances é algo fundamental. No entanto, compreender as causas dessas características em uma criança ou adolescente é um assunto muito complexo. A desobediência pode ser, de modo geral, dividida em duas categorias. Elas são:

  • desobediência passiva;
  • desobediência ativa.

Na primeira, a criança ouve os conselhos e ordens de seus pais e não responde, mas, ainda assim, não faz o que é pedido ou atribuído. Na segunda, por sua vez, a resposta é imediata e negativa, em que a criança afirma que não fará o que foi pedido.

Em ambos os casos, podemos observar que, independentemente do temperamento ou da personalidade da criança, o final é sempre o mesmo: há o não cumprimento de direcionamentos dados pelos pais, que são a figura de autoridade do lar.

O que leva, então, um filho a desobedecer aquele que é o responsável por ele? Há inúmeras respostas para essa pergunta e elas levam a outro questionamento: a desobediência existe por conta de atitudes dos pais ou os pais tomam essas atitudes por conta da desobediência de seus filhos?

Analisando essa questão de modo mais aprofundado, podemos perceber que há uma ligação direta entre os fatos, que formam um ciclo. O comportamento dos pais pode refletir em uma desobediência por parte de seus filhos, assim como o comportamento das crianças pode fazer com que os pais tenham uma atitude negativa.

Por isso, podemos dizer que uma das principais causas desse problema é o modo como os pais conduzem a dinâmica de seus lares, fazendo com que as crianças se sintam, por vezes, desafiadas e não tão acolhidas em seu próprio ambiente familiar.

Assim, chegamos à conclusão de que um fator está diretamente ligado ao outro. Isso pode parecer um tanto quanto assustador para os responsáveis pela criança, mas, na realidade, é um indicativo de que é possível resolver o problema ao atingi-lo por diferentes frentes, quebrando o ciclo instaurado no ambiente familiar.

Como lidar com os filhos desobedientes sem gerar problemas em casa?

Agora que compreendemos melhor o conceito de desobediência e sabemos como esse problema pode surgir, que tal aprendermos a condicionar melhor o nosso modo de lidar com a educação das crianças e com a questão da teimosia?

Confira, então, algumas boas dicas para lidar com essa adversidade de maneira cuidadosa, progressiva e realmente eficaz, sem intensificar os atritos em sua família e fazendo com que a criança ou adolescente se sinta devidamente acolhido durante todo o processo. Veja mais a seguir!

1. Invista em um bom diálogo

Ter uma boa comunicação com seu filho é, sem sombra de dúvidas, uma das dicas mais importantes para lidar com a desobediência que, muitas vezes, é fruto do desencontro de informações e da dificuldade de compreensão.

Problemas na comunicação são muito comuns entre as pessoas. Eles podem ocorrer por falhas no diálogo ou discrepâncias de faixas etárias, por exemplo. Além disso, muitas vezes, os pequenos não compreendem muito bem a realidade de seus pais por conta da pouca maturidade.

Por isso, converse e explique as razões pelas quais ele deve ou não fazer determinada coisa, sempre exemplificando e utilizando uma linguagem que seja compreensível para ele. Além disso, é sempre importante utilizar as abordagens corretas para estabelecer esse diálogo.

2. Estude os principais métodos de diálogo

Muitos de nós acreditamos que sabemos conversar, mas na prática a realidade pode ser bem distinta. Afinal, dialogar é algo muito diferente de simplesmente falar ou colocar as palavras com eloquência: essa arte tem mais relação com a compreensão dos sentimentos de nosso interlocutor.

Por isso, estudar sobre os principais métodos de diálogo é algo muito importante. A teoria, por exemplo, pode ajudar muito no desenvolvimento de estratégias para chegar a um consenso. O método socrático é uma bela alternativa para ser utilizada com crianças e adolescentes.

No entanto, isso não é tudo. Saber dialogar também significa estudar sobre psicologia infantil e na adolescência e, claro, também na fase adulta. O autoconhecimento é, inclusive, uma das chaves para o desenvolvimento de um diálogo pleno.

3. Saiba ouvir

Além de saber falar, é extremamente importante saber ouvir. Lembre-se de que é natural que seu filho tenha dúvidas e questione os seus conselhos e direcionamentos. Esse tipo de atitude pode ser um pouco desconcertante, mas não deve, em hipótese alguma, ser reprimido pelos pais ou responsáveis.

Ter perguntas é, inclusive, um ótimo sinal, já que mentes ativas, autônomas e criativas buscam compreender o sentido das coisas. Por isso, sempre que possível, respire fundo e tente elucidar as dúvidas de seus filhos.

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Estimule o questionamento e faça desse momento um debate saudável, sempre escutando aquilo que seu filho tem a dizer. Fazer com que ele se sinta ouvido e respeitado fará maravilhas no relacionamento entre vocês.

4. Mantenha a calma

Lembra que falamos sobre respirar fundo? Outra dica muito importante é sempre manter a calma durante as conversas, independentemente do teor que elas tenham. Afinal, nada pode ser resolvido na base do grito, não é mesmo?

Gritar e brigar nunca é a resposta. Isso gera mais nervosismo entre as partes e faz com que o diálogo fique cada vez mais prejudicado, o que pode virar uma grande bola de neve e tornar o convívio entre você e seu filho praticamente insustentável.

Por isso, caso note que você está perdendo a paciência ou que a criança está prestes a deixar os bons modos de lado, proponha uma pausa. Voltar para a conversa com a cabeça fresca é sempre a melhor medida a se tomar.

5. Imponha limites

A imposição de limites é fundamental para qualquer relacionamento entre pais e filhos. Conhecer regras e saber respeitá-las é algo que, sem dúvidas, é muito importante — não só para esse tipo de relacionamento, mas para a convivência em sociedade.

Alguns especialistas afirmam, inclusive, que o não pode ser tanto ou mais educativo do que o sim. Portanto, imponha limites, mas seja maleável e evite o uso de punições caso as suas recomendações não sejam seguidas da maneira apropriada.

Utilize abordagens mais positivas, sempre explicando os motivos que o desagradaram e quais são as consequências que a repetição desse erro pode causar. Estudar tais estratégias, inclusive, é algo extremamente relevante para os pais e responsáveis.

6. Conheça abordagens para a imposição de limites

A imposição de limites é algo que confunde muitos pais ou responsáveis de crianças e adolescentes. Para alguns, dizer não é algo muito complicado e essas pessoas sentem como se estivessem privando seus filhos de fazer aquilo que desejam. Outros, por sua vez, tendem a ser um pouco rudes na hora de abordar os pequenos.

Por isso, é ideal sempre ponderar e encontrar um equilíbrio. Além de estudar sobre o assunto e entender um pouco sobre a psicologia dos jovens, é fundamental conhecer bem o próprio filho e fazer escolhas que levem em consideração a sua personalidade.

A melhor maneira de fazer isso é sempre o diálogo. Converse com seu filho e faça-o compreender a imposição de tais limites. Negar por negar nunca é a melhor alternativa, além de ser algo que pode gerar confusão e sentimentos negativos nos jovens.

7. Demonstre seu respeito à individualidade de seu filho

Você, provavelmente, já ouviu o ditado que afirma que cada cabeça é um mundo, certo? Ele está bastante correto e compreendê-lo é muito importante para respeitar a individualidade de cada criança ou jovem.

Além de impor os limites e saber como lidar com essa questão, é extremamente importante que os pais respeitem a individualidade de suas crianças e adolescentes. Afinal, seus gostos, personalidades e modo de ser são aquilo que os tornam únicos. Isso deve ser sempre celebrado.

Por isso, elogie os pontos fortes de seu filho para que a sua autoestima seja construída de modo positivo e respeite as particularidades de sua personalidade. Assim, ele saberá que pode contar com você para o que der e vier e que as suas regras e direcionamentos são realmente buscando o seu bem-estar.

8. Aprenda a direcionar a individualidade da forma correta

Além de respeitar a individualidade de cada filho, é fundamental que os pais e responsáveis também saibam como fazer isso da maneira correta. Afinal, muitas vezes, podemos fazer incentivos errados às crianças e aos adolescentes.

Uma criança tímida, por exemplo, não pode ser forçada a ser extrovertida, mas também não pode ser incentivada ao isolamento. É fundamental respeitar essa particularidade, mas sempre de modo benéfico, explorando as vantagens que isso traz para a vida do indivíduo e ajudando-o a superar os desafios.

Lembre-se de que qualquer característica carrega consigo aspectos positivos e negativos. É importante saber identificá-los e, a partir disso, tomar decisões que sempre visem ao bem-estar da criança ou do adolescente em questão.

9. Não deposite as suas expectativas na criança ou adolescente

Por fim, outra dica importante é não fazer de seus filhos um espelho de suas expectativas. Querer o melhor para eles é uma coisa, mas esperar que sejam exatamente aquilo que você deseja é algo muito diferente, não é mesmo?

Esse tipo de atitude gera ansiedade e pressão nas crianças, que perdem a sua individualidade e passam, então, a questionar as atitudes de seus pais de forma mais incisiva. Assim, é muito comum que jovens pressionados passem a ser desobedientes e arredios.

Deixe que os seus filhos escolham o caminho que desejam trilhar e os apoie em suas decisões. Essa parceria e amizade têm tudo para fazer com que seu filho não só lhe obedeça — mas confie e o respeite, no sentido mais profundo das palavras.

10. Participe ativamente do dia a dia de seu filho

Uma dica importantíssima para reduzir os problemas com a desobediência é: esteja presente na vida de seu filho. Embora a rotina seja caótica, é fundamental se organizar para estar sempre ali para apoiá-lo no que for necessário.

Há muitas formas de fazer isso e é importante encontrar aquela que mais funciona com a dinâmica de seu núcleo familiar. No entanto, é impossível conquistar o respeito de seus filhos sem estar presente no dia a dia deles.

Isso também vale para a vida escolar. Comparecer às reuniões, olhar a agenda e auxiliar as crianças e adolescentes nas tarefas (sempre que possível) são algumas maneiras práticas de manter a comunicação com o colégio e saber o que acontece no dia a dia de seu filho.

Como lidar com a desobediência longe do ambiente familiar?

A desobediência também pode acontecer durante um passeio ou atividade externas que a família esteja realizando. É o caso das famosas birras no chão do supermercado, não é mesmo?

11. Não ceda à pressão da birra

Em casos em que a birra acontece em um local público, o constrangimento é um fator que entra na equação e faz com que muitos pais cedam à pirraça e ao choro dos filhos.

A atenção e os olhares de terceiros, muitas vezes recriminatórios, criam um senso de urgência nos pais para que eles cessem o choro, e a medida mais rápida, é, sem dúvidas, dar ao filho o que ele está pedindo.

Porém, isso não é saudável para o aprendizado da criança e reforçará o entendimento de que ela pode ganhar o que deseja por esse meio. Dessa forma, é imprescindível não ceder, ignorar os olhares e entender que aquele momento é exclusivo entre os pais e a criança e mais ninguém.

12. Não meça força com a criança ou adolescente

A desobediência é uma resposta não esperada pelos pais, por isso, quando acontece, é natural que cause surpresa e raiva. Porém, é preciso controlar esses sentimentos e não deixar que eles orientem o tom da conversa e a forma como os responsáveis vão lidar com a situação.

Em outras palavras, não meça força com a criança ou adolescente, não fale mais alto ou demonstre sua irritação. Aplicar restrições descabidas também é um confronto de forças que não ajudará no entendimento.

Em vez de tudo isso, procure manter o controle da situação demonstrando calma, racionalidade e, acima de tudo, maturidade.

13. Não use violência física ou verbal

O descontrole emocional, algumas vezes, nos faz tomar algumas atitudes inesperadas que podem ser agressivas e intimidadoras, ainda que tomadas a distância da criança ou adolescente.

Expressões raivosas, socos na mesa ou mesmo gritos de atenção são expressões de violência que as crianças não devem aprender nessa situação. Isso distancia os pais fazendo que eles sejam temidos, e não obedecidos.

14. Distraia a atenção do foco da pirraça

Uma forma de lidar com a pirraça e desobediência é fazer com que ela saia do foco e tenha menos importância do que o restante.

Em um passeio com vários amigos, por exemplo, se a criança está desobedecendo às orientações dos pais, eles podem mudar o foco da brincadeira, chamar um colega para conversar e, assim, fazer com que a tensão da criança em criar um conflito desacelere até que a orientação possa ser oferecida com calma.

15. Não crie exceções às regras que você criou

Alguns pais criam regras para determinadas situações, mas, na primeira oportunidade que é favorável a eles, fazem concessões. Ainda que tenha justificativas compreensíveis para os adultos, o mesmo não acontece com as crianças e adolescentes, que precisam compreender limites.

  • A ação de desobrigar o cumprimento de um combinado é assimilada pela criança ou adolescente, que entenderá que existem caminhos para o ato ser ignorado, e, por consequência, vão desejar fazer o mesmo.
  • Com muita paciência, respeito e diálogo, é possível restabelecer o equilíbrio familiar e lidar com filhos desobedientes, seja em casa, seja em lugares de convívio comum.
  • Consegue perceber como as pirraças e contestações das crianças sempre têm um embasamento ou raiz em exemplos e sentimentos que precisam ser compreendidos e trabalhados?

Com essa abordagem, tenha certeza de que todos sairão ganhando! Os pais não terão o desgaste de lidar com as pirraças e desobediências com tanta frequência, e, cada vivência será um aprendizado para que os filhos compreendam seus sentimentos e como devem se comportar.

Para aprender ainda mais sobre como lidar com filhos desobedientes, confira uma entrevista exclusiva sobre o assunto com um especialista em educação e psicologia infantil. Assim, você ficará ainda mais bem informado sobre como estabelecer o equilíbrio em sua família.

Você também pode conversar com a equipe do Colégio Arnaldo para conhecer nossa filosofia e saber como podemos ajudar no processo de educação dos seus filhos. Estamos localizados nas unidades Anchieta e Funcionários!

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