Como Acalmar Um Bebe Quando Chora Muito?

Para fazer o bebê parar de chorar é importante que seja identificada a razão do choro e, assim, é possível que seja adotada alguma estratégia para ajudar a acalmar o bebê.

Geralmente, o choro é a principal forma do bebê alertar os pais de algum desconforto, como fralda suja, frio, fome, dor ou cólica, no entanto, na maior parte dos casos o bebê chora porque está irritado ou com medo. Assim, deve-se começar por dar de comer ao bebê ou trocar a fralda, por exemplo, e caso estas técnicas não resultem, pode seguir os 6 passos a seguir:

Como Acalmar Um Bebe Quando Chora Muito?

1. Enrolar o bebê numa manta

Enrolar o bebê numa manta, faz com que ele se sinta mais aconchegado e protegido como se ainda estivesse no útero da mãe. No entanto é importante ter atenção à forma como o bebê é enrolado, não devendo a manta ficar muito apertada para não interferir na circulação de sangue do bebê.

2. Fazer uma massagem no bebê

Fazer uma massagem com óleo de amêndoas no peito, barriga, braços e pernas é uma ótima forma de acalmar o bebê, pois o contacto entre as mãos dos pais e a pele do bebê faz com que os músculos relaxem, levando à sensação de bem-estar. Confira o passo a passo para fazer uma massagem no bebê.

3. Ninar o bebê

Uma boa maneira de acalmar o bebê consiste em ninar o bebê suavemente, utilizando uma das seguintes formas:

  • Caminhar ou dançar suavemente com o bebê ao colo;
  • Passear de carro;
  • Colocar o bebê no carrinho e ficar embalando o bebê durante alguns minutos;
  • Colocar o bebê no sling e caminhar suavemente.

Este tipo de movimento de vai-e-vem é idêntico ao que a mulher fazia na gravidez para sentar e levantar, por exemplo, ajudando o bebê a acalmar.

Como Acalmar Um Bebe Quando Chora Muito?

4. Sugar o dedo ou a chupeta

O movimento de sugar o dedo ou a chupeta, além de distrair o bebê, leva à sensação de bem-estar, podendo ser uma boa maneira de o bebê parar de chorar e acabar por adormecer.

5. Fazer o ruído “shhh”

O som “shh shh” próximo do ouvido do bebé, mais alto do que o choro, pode ser uma forma de o acalmar, porque este som é semelhante aos sons que o bebê ouvia quando estava na barriga da mãe.

O aspirador de pó, o ventilador ou exaustor, o som de água corrente ou um CD com som de ondas do mar podem ser alternativas eficazes, pois emitem sons semelhantes.

6. Deitar o bebê de lado

Para ajudar o bebê a parar de chorar pode-se deitá-lo de lado no colo dos pais segurando a cabeça do bebê ou deitado na cama, nunca o deixando sozinho. Esta posição, chamada posição fetal, é semelhante à posição que o bebê tinha no útero da mãe e, geralmente, ajuda a acalmar.

Se depois de usar estas técnicas o bebê continuar a chorar, pode-se experimentar juntar mais do que uma maneira, como enrolar o bebê na manta, deitá-lo de lado e balançá-lo para ajudar a acalmá-lo mais rapidamente. 

Por vezes os bebês muito novinhos choram no final da tarde, sem uma causa aparente e por isso nestes casos, estas técnicas podem não funcionar todas as vezes. Confira algumas causas de choro no bebê.

  • É importante não deixar o bebê chorando muito tempo porque o choro prolongado pode causar danos cerebrais em bebês porque quando o bebê chora exaustivamente seu corpo produz grandes quantidades de cortisol, uma substância ligada ao estresse que ao longo do tempo pode causar alguns danos cerebrais no bebê.
  • Veja no vídeo a seguir outras dicas para ajudar o bebê a parar de chorar:

Como Acalmar Um Bebe Quando Chora Muito?

Pediatra enumera técnicas que podem ajudar a lidar com choro de bebês

No Rio de Janeiro, uma mãe recebeu uma notificação do condomínio onde mora porque seus filhos gêmeos, de 2 anos, estavam chorando demais. O caso foi publicado por ela no Facebook e causou revolta nas redes sociais. Afinal, o choro é algo mais do que comum em bebês e crianças menores.

Segundo a mãe, Luciana Krull, os gêmeos Lucas e Gabriel estavam com pneumonia, otite e bronquite, por isso, as crise de choro dos meninos.

Embora algo já esperado pelos pais, o berreiro, principalmente em recém-nascidos, causa preocupação e não faltam razões que coloquem o instinto de detetive deles em ação. Mas se você acha que existe fórmula mágica na hora de distinguir o choro dos bebês, a pediatra Patrícia Rezende, do grupo Prontobaby, diz que não é bem assim.

“Descobrir a causa do choro, muitas vezes, é um trabalho de tentativa e erro. Muito bonito na teoria é achar que, pelo barulho, você consegue identificar o verdadeiro motivo, mas na prática vem o choro da fralda molhada junto com as lágrimas do sono e da fome. Bem-vindos à vida real”, comenta.

  • MÃE DE GÊMEOS RECEBE ADVERTÊNCIA DE CONDOMÍNIO POR CHORO DE BEBÊS

Como Acalmar Um Bebe Quando Chora Muito?

Crédito: Miodrag ignjatovic/istockA fase que vai até os 3 meses de vida de um bebê requer mais atenção e paciência com o berreiro

É importante levar em consideração a idade da criança. Recém-nascidos, com até três meses de vida, estão em período de exterogestação, como se fosse o quarto período gestacional, só que fora da barriga da mãe. O bebê nasce absolutamente dependente e por um determinado tempo após o parto, enquanto se desenvolve, precisa de mais apoio.

“Os primeiros 90 dias são como se a criança ainda estivesse sendo gestada. Ela se assusta com barulho e luminosidade, além de não estar acostumada a sentir calor, frio e fome. Todas essas sensações são muito novas e o choro pode ser por uma dessas causas”, explica a pediatra.

Mas o que fazer nessas horas? A pediatra listou uma série de ações que os pais de primeira viagem ou não, podem seguir. Atenção para as dicas:

Choro de aconchego

O cueiro, aquele tecido de flanela que serve para enrolar a criança, pode se tornar o seu melhor amigo. Isso porque, ao nascer, seu filho tem um reflexo primitivo e se assusta com o que está ao redor. Mantê-lo enrolado simula a sensação de afago que ele tinha na barriga da mãe e o ajuda a dormir melhor.

Choro em movimento

Lembre-se: quando ainda estava na barriga, o bebê era mantido em movimento, já que você não ficou nove meses estática. Portanto, dar uma leve ninada em seu filho pode acalmá-lo quando estiver deitado e começar a chorar.

Crédito: FatCamera/istockNinar o bebê pode ajudar a acalmá-lo

Choro tem hora

Devemos observar o horário do choro. Se for sempre à noite, pode ser que a criança não esteja dormindo o necessário. Isso explica o cansaço no fim do dia, com o adulto com sono acumulado.

O bebê pode sofrer com efeito vulcânico: como se um vulcão estivesse ali acumulando cansaço o dia todo para entrar erupção à noite.

Antes de chegar a essa conclusão, é importante observar se o xixi e as fezes estão normais e se o seu o bebê está ganhando peso adequadamente, para eliminar outras causas orgânicas.

Quando eles perdem o choro

Algumas crianças podem, durante crises de choro, inspirar e prender involuntariamente a respiração, podendo até desmaiar. Apesar de rápido, o episódio é apavorante para os pais. Nesse momento, é preciso manter a calma e permanecer ao lado do filho, mantendo-o deitado, se possível. Atitudes como molhar o rosto ou pulsos do bebê, dar água ou sacudi-lo devem ser evitadas.

Quando isso acontecer, é importante que a mãe comunique ao pediatra para que ele verifique se foi realmente uma crise de perda de fôlego ou se tem algo por trás. Os pais podem tentar distrair a atenção dos pequenos para evitar novas crises.

Choro de fome

É comum ter dificuldade para alimentar seu filho nos primeiros dias, já que vocês dois ainda estão aprendendo a lidar com a amamentação. O bebê entende a fome quase como uma dor, mas, antes de abrir o berreiro, ele manda alguns sinais e é possível identificá-los.

Abrir e fechar as mãos, chupar o dedo, esticar-se e aumentar os movimentos do corpo são alguns alertas que a mãe pode perceber. Se o bebê já estiver chorando, com movimentos corporais acelerados e coloração avermelhada, é aconselhável acalmá-lo antes de alimentá-lo.

12 dicas para fazer o bebê parar de chorar

Nos primeiros meses de vida, o choro do bebê é ouvido a todo momento pela casa. Não é para menos! Afinal, é só assim que ele consegue comunicar ao mundo suas necessidades.

“De forma geral, os motivos mais comuns de choro são fome, sede, dor ou desconforto, frio ou calor, medo ou susto, incômodo com determinada posição e desejo de ser acalentado”, comenta Mariana Bonsaver, psicóloga da Maternidade Pro Matre Paulista, de São Paulo.

Por isso, a principal dica é saber diferenciar a origem do berreiro, uma vez que ele tende a cessar quando o pequeno chorão recebe o que precisa. “Com o tempo, a mãe aprende a se comunicar com o bebê e identifica pela expressão corporal e pelos hábitos o motivo real do choro”, comenta Arthur Fonseca, pediatra do Hospital Daniel Lipp, do Rio de Janeiro.

Mas tem horas em que o filho, mesmo alimentado, descansado e aparentemente sem dor, continua chorando. Nesses casos, o que fazer? Separamos várias dicas para ajudar! 

1. O poder do barulho

Não é raro encontrar bebês que se acalmam com o barulho, por exemplo, do secador de cabelo ou do chuveiro. “O som se propaga mais na barriga da mãe, então o bebê se acostuma com o volume alto”, conta Thiago Gara, pediatra do Hospital São Luiz Anália Franco, também na capital paulista.

2. Faça sons contínuos com a boca

Recentemente, um pai dos Estados Unidos ficou famoso por acalmar sua filha de poucos meses em segundos entoando o mantra “om”.  Aqui, o segredo é a voz do familiar e também o som constante, que funciona mesmo. “A criança se acostuma com esses sons repetitivos e reconhece a voz de quem está os emitindo”, aponta Thiago.

Leia também:  Como Fazer O Cachorro Parar De Chorar Quando Fica Sozinho?

3. Ambiente tranquilo

“Os bebês não gostam de ambientes muito barulhentos, excesso de luz e escuridão, assim como pessoas demais interagindo com eles”, aponta Fonseca. Quando for inevitável estar num lugar assim, fique dentro do campo visual do bebê, faça carinho e converse com seu filho, para que ele saiba que você continua por perto.

4. A posição que alivia cólicas

Coloque o bebê deitado com a barriga sobre o seu antebraço e a cabeça apoiada em suas mãos. Caso haja algum desconforto gastrointestinal, essa manobra aliviará o chororô em segundos. A posição é chamada de decúbito ventral.

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5. Para matar a saudades do aperto

O charutinho de tecido que se usava antigamente para ninar o bebê é contraindicado, pois aumenta o risco de morte súbita durante o sono, mas essa sensação de estar “comprimido” relaxa ao lembrar o ambiente da placenta. Um jeito seguro de obter o efeito é usar o sling ou enrolar o bebê num cobertor enquanto ele estiver no colo.

6. Não balance demais

Embalar os pequenos é praticamente um movimento automático dos adultos para acalmá-los, mas é preciso dosar a mão. O vai e volta excessivo pode deixar o bebê tonto – e se ele não estiver se sentindo bem, já sabe…

7. Um spa em casa

A shantala, método milenar indiano de massagem para bebês, tem um poderoso efeito calmante – há cursos que ensinam e os pediatras também costumam conhecer a técnica. Já os banhos podem ser úteis especialmente no início da vida porque, de novo, a água morna lembra o saudoso útero materno.

8. O papel da mãe

Por conta do forte vínculo construído durante a gestação, não tem jeito: ela é o calmante mais poderoso nessas situações. “A voz e o toque da mãe transmitem segurança e afeto ao bebê, que a identifica no nascimento como referência de cuidado”, explica Mariana.

9. Mantenha o bebê confortável

Muito calor, frio, privação de sono e outros fatores, como ficar muito tempo na mesma posição, podem irritar a criança. Na hora da amamentação, por exemplo, o calor aumenta por conta do contato, então dá para tirar algumas peças de roupa.

10. O bebê é reflexo da família

Crianças que crescem em casas silenciosas ficam mais calmas no silêncio e vice-versa. Da mesma maneira, de nada adianta esperar calma do filho se os pais estão nervosos. “A sensação de tranquilidade é transmitida no contato com o bebê”, comenta Mariana.

11. Coloque-o perto do seu coração

“O som dos batimentos cardíacos da mãe foi ouvido por ele durante toda a gestação, então colocá-lo próximo ao peito pode trazer conforto”, ensina a médica. Alguns aplicativos para celular simulam os sons do útero.

12. Atenção ao aumento súbito do berreiro

Embora não haja regra sobre como deve ser o choro do bebê, se ele não cessa ou muda bruscamente de padrão, melhor investigar se está tudo bem com ele. Certas condições mais silenciosas, como o refluxo gastroesofágico e a dor de ouvido, podem estar por trás do desconforto.

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8 atitudes pacificadoras para acalmar o choro do bebê

Bebês choram. Pode ser por conta de um desconforto, como a cólica ou a fralda suja, por fome, por sono. Mas a causa do choro também pode ser algo que os pais não conseguem decifrar. Mas, seja qual for a causa, poucas coisas no mundo causam tanta angústia e culpa nos pais quanto um filho chorando.

Em post compartilhado em seu blog, o pediatra Carlos Eduardo Correa, o Cacá, apresenta algumas sugestões e reflexões construídas a partir de sua experiência prática como pediatra e pai para lidar com esse momento, o choro. Mais do que sugestões, como ele mesmo diz, são atitudes pacificadoras.

1. Consciência de aprendiz

“Em primeiro lugar, quero destacar que tenho muito o que aprender. Nós, os adultos, temos muito o que aprender quando se trata das sutilezas da vida humana em um momento tão singular que é a chegada de uma nova vida ao mundo e a construção de uma nova família. Estamos aprendendo a ser pais , tios, avós e toda uma constelação de relações humanas a partir do bebê.

No entanto, uma das minhas bases de atuação versa sobre a potência desse estado de aprendizado. Quando nos sabemos aprendizes das situações que vivemos, legitimamos a construção de novos caminhos.

E TODOS os caminhos de construção de vínculos entre os bebês e seus pais são verdadeiros. O choro do bebê é uma oportunidade potente nessa visão.

Já que, na nossa sociedade, o choro se configura como forma de comunicação entre o bebê e seus pais”.

2. Carregadores de pano

“Aprendi também que o uso de carregadores de pano são positivos aliados nessas situações. Não só porque resgatam a prática ancestral do contato físico, indispensável para esse bebê e para esse adulto encaminhando para a construção de vínculos. Mas também por terem comprovadamente benefícios pacificadores para as duplas”.

3. Toques e massagens

“Todos os caminhos que levam à construção de vínculos que se constroem pela observação e contato físico com o bebê são os mais poderosos em lidar com o choro do começo.

Na ótica da proximidade física entre adultos cuidadores, as massagens e os toques não podem ficar de fora. A experiência de mães e pais, profissionais de saúde e médicos pediatras comprova.

Apesar de tecnicamente muito se falar na massagem como uma forma de “aliviar dores” e “melhorar o intestino” do bebê, cabe lembrar que o contato afetuoso carrega também vantagens de ordem psico-emocional, que norteiam o bem-estar do bebê e do adulto a partir da esfera sensóriomotora: uma questão muitas vezes esquecida nas sociedades contemporâneas que gostam de explicações científicas e cognitivas para tudo. Estamos falando de prazer aqui!”

4. Banhos prazerosos

“Por mais incrível que pareça, o bebê não necessita de banhos com finalidades meramente higiênicas. O momento do banho é de cuidado, que o bebê entende como amor. O bebê entende tudo como o amor que ele quer receber. Portanto, o momento do banho pode ser gostoso o prazeroso.

Contradizendo a prática atual das banheiras, que coloca o bebê pequeno muitas vezes de corpinho exposto em um espaço-gravidade estranho de entender, a minha experiência mostra que o banho de chuveiro no colo de pai e mãe ou o banho de balde, muitas vezes aliado à contenção do cueiro, tem resultados efetivos nessa sensação de prazer. Bebês pequeninos normalmente preferem esses banhos.

Os bebês mais velhos que gostam de brincar na banheira, experimentar a água e sentem-se felizes em bacias”.

5. Charutinho e contenção

“Refletimos como muitas vezes diante do choro do bebê os adultos se paralisam e tendem a não tomar nenhuma atitude, entrando em uma espiral de desespero que notoriamente não tem benefício nenhum. Eu gosto de lembrar: o bebê é uma pessoa! Ele está ali, presente no momento do choro em seu corpo, mente e sentimentos.

O casulo, charutinho e outras espécies de contenção também são atitudes que pacificam esse estado, por promoverem um contorno, por convidarem tanto o adulto como o bebê a sentirem-se presentes, existentes. Além de é claro, comprovadamente aportarem ao bebê a memória intrauterina: um espaço contido, e não e imensidão daqui de fora.

Que convenhamos, é apavorante até para os grandes”.

6. Movimento e chiado

“Aliados aos carregadores de pano ou ao colo mater-paterno, estar em movimento com o bebê que chora é também uma atitude pacificadora. É comum, naquele momento de cansaço e paralisia do adulto, que ele se esqueça do ato ancestral de NINAR seu bebê.

Vemos cuidadores desesperados que muitas vezes recorrem à uma chupeta por exemplo, antes mesmo de propor uma pequena dança pela sala, ou uma cantiga de ninar. Acho que aqui estamos falando do quanto podemos nos arriscar e nos entregar nas atitudes que promovam vínculo, ao invés de escolher atitudes que possam nos separar.

Em combinação com o chiado, suaves canções ou ruídos que promovam uma concentração da dupla para algo além dos seus próprios desesperos, são sempre uma boa ideia.

Devo lembrar também que o uso de redes para dormir ou algum tipo de berço que balance como a rede é visto desde as índias brasileiras,passando pelas andinas ate o extremo oriente. Balançar faz parte da cultura mundial de cuidar de bebes”.

7. Amamentação, sucção e livre demanda

“Um pediatra americano, como é costume dos americanos, nomeou uma técnica de acalmar o choro do bebê baseada em 5 etapas que em inglês começam com a letra S: Swaddle, Stomach Position, Shush, Swing, Suck.

Na ordem, a contenção, a posição lateral ou verticalizada (em oposição a deixar o bebê deitado de costas), chiado, balanço e sucção. Aqui quero pontuar que o instinto de sugar é inerente ao bebê – e é o que garante a sua sobrevivência.

A amamentação em livre demanda, ou seja, quando o bebê pede (e ele pede de várias maneiras, não apenas chorando), é uma forte aliada na construção do vínculo, não apenas da saúde e estabelecimento pleno da amamentação. Exatamente porque para além do alimento, o bebê gosta e precisa sugar.

Alguns bebês precisam sugar mais, outros bebês encontram seus dedinhos e sugam, e há aqueles que só se confortam no seio materno. Há sempre a opção da chupeta, que é também um recurso legítimo nesse processo.

Mas sempre com a consciência de que se trata de um mediador dessa relação física entre mãe e filho, que pode ser muito útil no momento de choro, mas pode também a longo prazo, trazer outras questões para serem observadas depois, quando invariavelmente esse bebê precisar se livrar do hábito de sugar a chupeta.

Precisamos também pontuar que a sucção não nutritiva para bebês pequenos pode representar algum prejuízo para o estabelecimento da saúde desse bebê e também para a amamentação. Gosto de pensar que a chupeta é um recurso para os pais. E não para o bebê. Colocando também que é da mulher, a dona desse corpo que não pode ser esquecido da equação, encontrar o limite de ser sugada e quando. Claro, não é tarefa fácil”.

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8. Contato visual e conversa

“Um bebê chorando normalmente cerra os olhos com força. Fabrica seu próprio som de descontentamento que o deixa longe do contato com o mundo. Ele fica lá, no mundo interno do choro. Se a busca para esse encontro de vínculo passa pelo corpo, não vamos esquecer dos olhos e da visão desse bebê.

Minha experiência mostra que quando o bebê sai do estado do choro, seus olhos abrem e ele espera encontrar amor e contato. Isso se dá pelos olhos também, é hora de iniciar uma conversa.

Bebês adoram balbucios e adultos que falem sua língua! Vocês vão se surpreender, se tentarem conversar com seus bebês, como eles são capazes de se comunicar de várias formas, que não o choro. Eles franzem as sobrancelhas, arregalam os olhos.

Mesmo os pequeninos – a quem não é creditada a felicidade através dos sorrisos, que injustamente são chamados de reflexos – são eficientes em comunicar felicidade. Sorriem sim! Mostram a língua, estalam, falam, imitam as caretas dos adultos e gostam de tudo isso. Pronto, não estão mais chorando.

Para o pediatra Cacá, “quando chora, o bebê está te chamando, e o que ele quer é você! Talvez seja esse o aprendizado mais difícil”. Confira essas oito dicas de como acalmar o choro do bebê.

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Mas afinal, o que é a “hora da bruxa”?

A “hora da bruxa” é um momento do dia em que um bebé (mesmo estando anteriormente muito feliz) entra num período extremamente agitado, o que ocorre normalmente com frequência diária ao final da tarde ou da noite.

Normalmente, a esta hora nada do que costuma acalmar o bebé durante o dia parece funcionar… É aquele momento terrível que pode durar 30 minutos, uma ou várias horas a fio, quando o bebé fica muito agitado e chora o tempo todo, sem que seja possível acalmá-lo com algo que, num período normal, o acalmaria.

Normalmente acontece quando o bebé tem três semanas de vida, atinge um pico às seis semanas e entre os 3-4 meses tudo isto finalmente termina.

Mesmo que, enquanto pais pensemos que algo está errado com o nosso bebé, na verdade isto é apenas um período que faz parte do seu desenvolvimento, que durará apenas algumas semanas e cujo impacto poderá ser minimizado.

No entanto, é realmente difícil superar este desafio, por isso seguem algumas dicas que o ajudarão a lidar com esta fase.

A hiperestimulação é inimiga do seu bebéNão estimule demasiado o seu bebé. Deve desde cedo estimular as competências do seu bebé, podendo cantar, brincar e até ler uma história. Mas ao mínimo sinal de sono, não insista mais.

Geralmente esperamos que o bebé esfregue os olhos ou abra a boca várias vezes para o colocarmos a dormir mas na verdade aí já temos um bebé híper estimulado, por isso antecipe esses sinais e coloque o bebé a dormir mal ele comece a não reagir a estímulos e a ficar com o olhar mais parado e vago.

Normalmente, nestas idades (1-3 meses), após hora e meia a duas horas do bebé acordar poderá voltar a adormecê-lo para uma pequena sesta, sendo que estas são muito importantes para o seu sono nocturno e para o bom humor ao longo do dia.

Envolva o seu bebé num cheiro e sons calmantesUma das melhores coisas que pode fazer durante este momento é envolver o seu bebé. Pode deixá-lo encostar a cabeça no seu coração, porque este ritmo é o que ele costumava ouvir nos nove meses que esteve na barriga. Como é tão familiar para ele, tem um efeito tranquilizante.

Os papás nestes momentos apenas precisam de ouvir e sentir o seu bebé. Se o aconchegarem bem, fazendo contacto pele com pele, irá ter o efeito de uma aromoterapia natural, com o melhor cheirinho do mundo.

O cheirinho da mamã tem um poder calmante e verá que passados alguns minutos estará a dormir nos seus braços, porque é quente, aconchegante e tem o barulhinho e o cheirinho que ele adora.

Amamente o seu bebé com mais frequênciaA maneira mais natural de estabelecer um óptimo vínculo afectivo é através da amamentação. Quando amamenta, o sistema nervoso do bebé desenvolve-se melhor e ele fica mais satisfeito.

Pode amamentar o bebé a qualquer hora do dia ou quando ele pedir. Quando faz isso, o bebé fica de melhor humor, porque recebe bastantes vitaminas, minerais e ainda hormonas do “amor” (serotonina e ocitocina), através do leite.

Lembre-se de que colocá-lo a arrotar é tão importante quanto alimentá-lo, porque não quer que o seu bebé sofra de cólicas.

Tomar banho com o seu bebé pode ajudarÉ sabido que os bebés gostam de água e o som da água a correr acalma-os. Afinal, eles passaram os primeiros nove meses da sua vida a “nadar”. Na verdade, dar banho ao seu bebé é a melhor maneira de confortá-lo em todas as situações e acalmá-lo quando estiver agitado.

Tenha uma rotina de sonoUma rotina normal de sono é algo que o seu bebé precisa mais do que pensa. É um grande mito saltar uma sesta do bebé para que este fique mais cansado para o sono seguinte ou para o sono da noite. Na verdade, isso irá deixá-lo mais exausto.

Sabe-se que este período tende a acontecer entre as 17h e as 23h, se aliado a isso ainda saltarmos uma ou duas sestas teremos um bebé irritadíssimo e com muita dificuldade em acalmar e adormecer, por excesso de cortisol e adrenalina no seu pequeno cérebro.

Por isso, uma rotina clara e consistente irá beneficiar o sono total do bebé, quer o diurno, quer o nocturno.

Façam turnosSe está a enfrentar esse tipo de problema, é necessário pedir ajuda ao seu companheiro ou companheira. Mesmo que a mamã queira cuidar do seu bebé o tempo todo, não poderá levar-se ao limite da exaustão física e psicológica.

Pedir ajuda não significa que é fraca ou que não é uma boa mãe. Significa apenas que é um ser humano que precisa descansar um pouco, repor as baterias para depois poder carregar as do seu bebé.

Lembre-se de que precisa de cuidar de si mesma para poder cuidar do seu pequenote.

Use o ruído branco no sono do bebéCriar filhos é muito mais fácil hoje do que há 20 anos. Anteriormente os papás tinham apenas o barulho “shhh” produzido pela sua própria boca.

Actualmente, existem muitas tecnologias aprimoradas que podem ajudá-lo com os problemas do dia-a-dia. Uma delas é o chamado ruído branco que mascara outros sons que podem acordar o bebé e que é indutor do sono. Pode ainda usar o barulho do secador de cabelo.

Ou então participar no nosso estudo da Melodia da Olívia e colocar a tocar durante o sono do seu bebé.

Dê um passeio com o bebéSair para dar um passeio (mesmo que seja curto), ao início da manhã ou da tarde é óptimo para a mamã e para o bebé. Os bebés precisam de apanhar algum sol (não directo) para começar a regular os seus ritmos circadianos do sono. A vitamina que o sol imana é de extrema importância para o seu sono.

Para a mamã tem um bom significado porque quebra a rotina rígida que um bebé exige. O seu filhote irá ainda beneficiar dos sons da natureza, dos cheiros e de todos os estímulos do meio envolvente. Antes que o bebé fique demasiado estimulado, regresse a casa e verá que dormirá melhor de noite e passará a fase das cólicas com maior facilidade.

Cuide de siA “hora da bruxa” não é o fim do mundo, o que está a acontecer é perfeitamente normal e os pais não devem ficar preocupados. É difícil de tolerar mas passa depois de algum tempo. Tudo que precisa de fazer é dormir quando o bebé dorme, para que tenha energia para o resto do seu dia. Não se deve culpar, pois todos os bebés passam por esta fase.

Tenha cuidado com a sua alimentação se está a amamentarSe amamenta, o bebé chora constantemente e não consegue acalmá-lo, tenha cuidado com o que come. Evite alimentos que causem gases e agitação. Tente comer alguns alimentos leves para evitar estes problemas durante a amamentação. Se perceber que isto ajuda, saberá que o problema era da comida.

No fim de contas não haverá nenhuma outra pessoa no universo inteiro que consiga acalmar melhor o seu bebé, deixe-se apenas guiar pelo seu instinto primitivo e acredite que fará o melhor que consegue, sempre.

Meu bebê não para de chorar: o que fazer?

Criado em 03/12/14 11h56 Por Enciclopédia da Criança

Um dos barulhos considerados mais irritantes para os seres humanos é o choro dos bebês. Não só por ser um ruído alto e agudo, mas porque angustia quem está por perto, principalmente os pais, que se sentem impotentes, incompetentes e desestimulados quando ele não se acalma.

Leia também:  Como Saber Qual O Sensor De Estacionamento Avariado?

Para lidar bem com essa fase, é preciso, primeiro, entender alguns aspectos sobre o choro dos bebês. Segundo a Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância:

– o choro é o principal recurso de comunicação de bebês menores de três meses; – por meio do choro, os bebês expressam dor, fome, raiva e tédio, mas às vezes choram sem nenhuma razão em particular; – mesmo bebês saudáveis que são muito bem cuidados choram muito; – nos três primeiros meses de vida, cerca de 25% dos bebês choram mais de três horas e meia por dia;

– por volta dos 3 meses de idade, os bebês começam a chorar menos. Começam a balbuciar e movem-se com mais facilidade, e são capazes de expressar-se de outras maneiras além do choro.

  • Leia também:
  • Como lidar com o choro e o sono do bebê nos primeiros meses?
  • Shantala: massagem oriental acalma bebês
  • Bebês: os primeiros mil dias valem uma vida

Todos os bebês passam por fases em que o choro é excessivo, inesperado e inconsolável, mas aqueles que vivenciam muito essa experiência (cerca de 10% a 20%) são chamados, às vezes, de bebês com cólicas.

O sinal mais comum de que um bebê pode estar com cólicas é o choro por mais de três horas ao dia, pelo menos três dias por semana, e por três semanas seguidas.

Há cinco características específicas do choro excessivo normal, ou cólica infantil:

  1. – o choro é frequentemente inesperado, imprevisível e inconsolável (não se relaciona a fome ou fraldas molhadas); – começa frequentemente ao final da tarde ou começo da noite; – pode durar entre 35-40 minutos, ou até duas horas; – aumenta com a passagem do tempo. É mais intenso quando o bebê tem cerca de 2 meses e depois decresce até aproximadamente os 5 meses de idade;
  2. – o bebê parece estar sofrendo.

O choro excessivo, que continua após o período de cólicas (após o quarto ou o quinto mês) está frequentemente associado a temperamento difícil (bebê agitado, difícil de acalmar).

Essas características podem fazer com que os pais se sintam impotentes, desestimulados ou incompetentes.

Podem criar problemas para a relação pais-filhos, porque os pais podem envolver-se menos e oferecer menos suporte (consolo) para o bebê.

Dicas:

– Quando o bebê começar a chorar, responda rápida e calmamente à necessidade que o bebê está expressando. Procure descobrir as razões por trás do choro (como fome, desconforto físico, frio, fralda molhada, medo).

– Se o choro não tiver nenhum motivo aparente, coloque o bebê no colo, perto de seu corpo sempre que possível e observe se o choro diminui.

– Se o choro continuar, com sons anormais, muito agudos, que irritam os ouvidos, principalmente quando muito frequentes e ainda estiverem ocorrendo após os 5 meses de idade, tente confortar o bebê, mesmo que seja difícil suportar (acaricie o bebê, tome-o nos braços, fale docemente). – Se você sentir frustração ao tentar responder às necessidades do bebê quando ele não para de chorar, afaste-se e acalme-se antes de voltar para perto dele.

  • – Caso não consiga acalmar-se, peça a outra pessoa para assumir os cuidados.
  • Leia o folheto informativo sobre o assunto aqui.

O Centro de Excelência para o Desenvolvimento na Primeira Infância identifica e sintetiza a melhor produção científica sobre desenvolvimento social e emocional de crianças pequenas. Divulga esses conhecimentos para públicos variados, em formatos e linguagens adaptados às suas necessidades na Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância.

Creative Commons – CC BY 3.0

"Meu bebê recém-nascido chora muito": veja o que fazer!

16 jun

“Meu bebê recém-nascido chora muito”: veja o que fazer!

Os primeiros meses das mamães e papais é marcado por um pensamento: “meu recém-nascido chora muito”.  Nesse momento, os pais podem se sentir impotentes e, assim, acabar ficando preocupados com a motivação do choro do bebê.

  • Pensando nisso, elencamos nesse artigo as principais causas do choro em recém-nascido e como diferenciar entre cada tipo.
  • Mas a convivência é uma grande amiga para melhorar as percepções.
  • Ou seja, com o tempo vai ficar mais fácil entender as necessidades do pequeno ou da pequena através do choro.
  • Sendo assim, se o seu recém-nascido chora muito, confira a nossa lista com as principais causas e que podem te ajudar a garantir o bem-estar dos pequenos.

“Meu recém-nascido chora muito” – Veja as principais causas do choro em bebês

1- Fome

A fome é o motivo mais comum para um recém-nascido chorar. Quanto mais novo for o bebê, maior é a probabilidade de ele estar chorando de fome.

Pois o bebê entende a fome quase que como uma dor. Por isso, ele chora com frequência para expressar fome ou sede.

Alguns sinais podem indicar a fome antes do choro: chupando o dedo e abrindo e fechando as mãos. O choro é prolongado e vem acompanhado de mão na boca.

Nesse caso, alimente a criança. Só assim ele (a) irá parar de chorar e passar as próximas horas tranquilo (a).

2- Sono

Após muito tempo acordado, se o bebê chorar, a primeira causa a ser considerada é o sono.

O choro é alto e nervoso e, quanto mais cansado, mais irritável e agitado o bebê fica, tornando a tarefa de colocá-lo para dormir mais difícil.

Assim sendo, é preciso acalmá-lo. Abaixe as luzes, fique em um ambiente tranquilo e faça pequenos sons enquanto o embala.

Tenha paciência, porque pode demorar um pouco para ele parar de chorar.

Leia também: Como fazer o bebê dormir a noite toda? 

3- Carência

Nesse caso, o bebê pode estar carente de atenção e/ou inseguro. Se seu filho está alimentado, de fralda trocada, e continua chorando, pode ser que só esteja querendo colo mesmo.

  1. Quando as crianças estão mais crescidas se acalmam só de ter você no quarto, mas os pequeninos precisam do contato físico.
  2. Em geral, o choro é manhoso e cessa rapidamente quando você o pega.
  3. Experimente, trocar espaços “muito abertos”, como o berço, e colocar o bebê enrolado em uma mantinha ou junto a você em bolsas canguru ou slings.

4. Cólica

  • Como o sistema digestivo do bebê ainda é imaturo, no primeiro ano de vida o choro causado pela cólica é frequente.
  • A cólica costuma ter pico até os 3 meses e é mais recorrente após as mamadas e no começo da noite.
  • Normalmente os pais conseguem distinguir a causa dessa dor, pois o bebê enruga a testa, seu abdômen fica distendido e o choro é agudo e prolongado, além de chorar logo depois de mamar.
  • Por isso, é essencial saber identificar a cólica em recém-nascido e como aliviar o incômodo.
  • A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda compressas mornas na barriga, massagear no sentido horário, movimentar as pernas do bebê e criar um ambiente tranquilo para ajuda-lo a aliviar o incômodo.

5- Tem alguma coisinha incomodando

  1. Fralda molhada ou até mesmo um elástico muito apertado da roupa podem incomodar os bebês.
  2. Por isso, quando ouvir o primeiro choro, cheque o pequeno para verificar se nada o está incomodando.

  3. Além disso, a mesma posição no berço, frio ou calor também podem gerar incômodo no bebê e, consequentemente, o choro.

Assim, o choro é irritado e seguido de movimentos corporais.

Por isso, sempre que possível verifique a fralda e/ou vire o pequenininho no berço.

6- Dentinho apontando

O nascimento dos dentes é um processo que incomoda bastante alguns bebês. Começam a aparecer, geralmente, entre 4 e 10 meses e deixam os pequenos irritados.

As gengivas ficam vermelhas e inchadas e o bebê choraminga.

Nesse período, escove as gengivas com gaze ou com uma toalha molhada. Além de higienizar, você ajuda a aliviar a coceira.

Uma ótima dica também é oferecer um mordedor para aliviar o incômodo.

7- Excesso ou falta de estímulo

  • Até mesmo os adultos ficam sobressaltados em certas situações, por isso, o estímulo é um fator para o choro.
  • O excesso de estímulo, como muitas vozes, luzes e cores, pode fazer com que o bebê fique assustado por não conseguir processar tudo da maneira correta.
  • Assim, o choro surge como uma forma de indicar que essa quantidade excessiva de informações o está incomodando.
  • Além disso, o silêncio e a falta total de estímulos podem também causar o choro.
  • Como dito acima, às vezes o bebê quer colo e ouvir uma voz conhecida para se sentir seguro.

8 – Dor

Se nenhuma das causas citadas até aqui é o motivo aparente do choro do seu bebê, é inevitável pensar que talvez o bebê esteja com alguma dor.

Nesse caso, o choro tem um tom diferente do choro normal, é mais desesperado ou mais gritado.

Normalmente, o bebê aponta o local que está dolorido. Por exemplo, se for uma cólica, será possível perceber movimentos em torno da barriga.

Dessa forma, a melhor alternativa é levar o seu bebê ao pediatra para identificar o que está causando o choro.

Em resumo, alguns choros podem passar simplesmente resolvendo o problema que está provocando. Já outras situações podem precisar de mais recursos para ser acalmadas.

  1. Em geral, é importante manter a troca de fralda em dia, o sono regulado, bem como respeitar os horários das mamadas.
  2. Só essas atitudes rotineiras vão ajudar – e muito – com a redução do choro.
  3. Leia também: Como acalmar o bebê agitado?
  4. Agora que você já sabe tudo sobre os tipos de choro de bebê, que tal oferecer essas dicas para outros pais?
  5. Compartilhe esse artigo nas suas redes sociais e fique de olho nos próximos artigos do blog do Melpoejo!

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