Clonagem Se Assume Como Uma Tecnologia Que Pode Substituir A Seleção Natural.?

  • Definição de Clonagem
  • Clonagem é o desenvolvimento de uma cópia geneticamente idêntica de um indivíduo.
  • Gêmeos univitelinos (idênticos, gerados a partir da divisão de um embrião) são clones naturais.

A clonagem é frequentemente encontrada na natureza: genes, células e plantas se clonam. Gêmeos idênticos são um exemplo de um clone que ocorre naturalmente.

O termo clonagem descreve vários processos diferentes que podem ser usados para produzir cópias geneticamente idênticas de uma entidade biológica.

O material copiado, que tem a mesma composição genética do original, é denominado clone.

Os pesquisadores clonaram uma ampla gama de materiais biológicos, incluindo genes, células, tecidos e até organismos inteiros, como uma ovelha.

Clones são organismos que são cópias genéticas exatas. Cada pedaço de seu DNA é idêntico.

Os clones podem acontecer naturalmente – gêmeos idênticos são apenas um de muitos exemplos. Ou eles podem ser feitos no laboratório.

O que é clonagem?

clonagem é a produção assexuada de uma cópia exata de um original. Assim, por exemplo, pode-se usar a clonagem para produzir a cópia exata de uma única célula.

  1. A cópia da célula seria idêntica à primeira célula e teria a mesma sequência exata de DNA.
  2. Em muitos casos, a clonagem tem sido usada para reproduzir células específicas de tipo.
  3. Em alguns casos, a clonagem de um organismo individual, como a ovelha Dolly, foi possível.
  4. Clonagem Se Assume Como Uma Tecnologia Que Pode Substituir A Seleção Natural.?A ovelha Dolly foi clonada em 1996

Ao contrário da reprodução que envolve dois “pais”, como uma planta masculina e outra feminina, a clonagem tem um único pai. Isso é freqüentemente usado na reprodução de certas plantas.

Certas plantas passaram por processos de clonagem por milhares de anos, mas não participam dos debates éticos que envolvem a clonagem de animais, principalmente de humanos.

Por exemplo, a clonagem reprodutiva de animais foi tentada pela primeira vez na década de 1950. A maioria identifica a ovelha Dolly, clonada em 1996.

O pai de Dolly teve seu DNA transferido para um óvulo que teve seu núcleo removido. Isso é chamado de transferência nuclear de células somáticas.

A célula foi então tratada com produtos químicos e estimulada a crescer de forma que uma réplica quase exata da ovelha clonada nasceu.

Na verdade, Dolly não era um clone preciso de seu pai. Ela compartilhava o mesmo DNA, mas alguns dos materiais genéticos da célula doadora também se tornaram parte da linhagem de Dolly. Isso é apenas 0,01% do DNA de Dolly, mas faz uma diferença insignificante.

A clonagem que resultou em Dolly não foi exatamente simples. Na verdade, foram necessários 277 óvulos de doadores e a produção de 29 embriões antes que um nado vivo fosse alcançado.

Os experimentos de clonagem de bezerros com transferência de núcleo de células somáticas prosperaram menos de 1% do tempo.

No entanto, a ideia de clonar humanos ainda permanece. Enquanto muitas pessoas acham que clonar tecido humano, como para órgãos para transplante, pode ser valioso, muitos outros acham que clonar um ser humano inteiro é antiético.

Alguns cientistas sem filiação religiosa também acreditam que as questões éticas que podem ser engendradas no prolongamento da vida por meio de tecidos clonados precisam de um exame mais aprofundado.

Do ponto de vista moral, muito tem a ver com a forma como alguns clones reprodutivos são feitos.

Muitos acreditam que um embrião, mesmo quando simplesmente fertilizado com espermatozóide e óvulo, é humano e, portanto, não deve ser destruído.

A experimentação de embriões para produzir clones freqüentemente resulta na morte do embrião. Além disso, alguns acham que embriões clonados podem ser usados especificamente para colher partes de corpos ou depois de mortos.

Outros ainda acham que a coleta de células-tronco de um embrião também é errada, ou que criar embriões com o propósito de colher células-tronco é antiético.

Outros argumentam que a pesquisa com células-tronco pode apontar o caminho para a cura de doenças para as quais atualmente não há cura. Deve-se notar, entretanto, que menos pessoas se opõem à ideia de clonar uma parte do corpo do que clonar um ser humano.

Outros estão preocupados com a clonagem de animais extintos ou ameaçados de extinção. Na verdade, o romance Jurassic Park de Michael Crichton tratou desse tema extensivamente.

Especialmente porque o DNA real de um dinossauro foi encontrado recentemente, em abundância suficiente para clonar, alguns cientistas estão preocupados com o impacto ambiental que pode resultar da reprodução de uma espécie morta há muito tempo.

Em alguns países, a pesquisa com células-tronco foi interrompida, quando envolve a clonagem de embriões humanos. Outros cientistas investigam a possibilidade de encontrar células-tronco em outros lugares, como no sangue do cordão umbilical de recém-nascidos. Suspeita-se que alguns países podem estar tentando clonar um ser humano completo, mas ainda não o fizeram.

Embora a clonagem seja muito notícia, ainda é uma ciência imperfeita, com mais fracassos do que sucessos no momento.

Isso sugere que os cientistas podem não compreender totalmente todos os mecanismos envolvidos na criação de uma cópia exata de outro organismo.

Com pesquisas adicionais, tais mecanismos podem ser compreendidos e abrir caminho para a produção de clones. No entanto, fazer isso provavelmente resultará em contínua controvérsia.

Como funciona o processo de clonagem?

Clonagem Se Assume Como Uma Tecnologia Que Pode Substituir A Seleção Natural.?Clonagem

As cópias possuem todas as características físicas e biológicas de seu pai genético. Os cientistas isolaram uma célula e retiraram dela o seu núcleo, assim, juntou-se uma célula a outra e, em seguida, ocorreu a duplicação de ambas, e assim sucessivamente até constituírem um ser.

  • Por que clonar?
  • Imagina-se que tal necessidade advém da vontade de reproduzir características de excelência de determinados exemplares de uma espécie em outros menos dotados.
  • Este tipo de clonagem reprodutiva é amplamente aplicada na agricultura e na pecuária, obtendo-se, por exemplo, vacas que produzem mais leite e melhor carne.
  • É possível clonar pessoas?

Teoricamente sim. Porém, a tecnologia de clonagem ainda é nova e não oferece segurança. Para que a ovelha Dolly nascesse foi necessário fazer 277 tentativas.

  1. Hoje, já há dezenas de animais clonados, mas quase todos têm saúde frágil.
  2. Quais são os pais biológicos de um clone?
  3. Os mesmos da pessoa cujo DNA foi copiado.
  4. Qual é a diferença entre a clonagem reprodutiva e a terapêutica?

Enquanto a primeira almeja a criação de bebês que sejam cópias de uma determinada pessoa, a segunda tem objetivos médicos. Não se trata de criar um bebê, e sim colônias de células.

O propósito da clonagem terapêutica é a multiplicação de células de uma pessoa para uso no desenvolvimento de tecidos e órgãos. A clonagem terapêutica promete acabar com as filas de transplantes.

  • Como nasceu a ovelha Dolly
  • Clonagem Se Assume Como Uma Tecnologia Que Pode Substituir A Seleção Natural.?Ovelha Dolly
  • Para entender o processo da clonagem, é preciso saber um pouco de genética.

Existem dois tipos de células: as germinativas (reprodutivas – óvulos e espermatozóides) e as somáticas, que são todas as outras. A clonagem é feita a partir desses dois tipos de células.

Cada animal doa uma célula: um cede o núcleo (DNA) de uma célula somática, recebido pelo outro animal em uma célula germinativa, o óvulo. Na Dolly, o núcleo foi retirado de uma célula da glândula mamária.

“Um óvulo possui somente metade das informações genéticas. A outra parte vem do espermatozóide”.

Por isso, na clonagem, o DNA precisa ser retirado de uma célula somática, que possui todas as informações genéticas do animal a ser clonado – as do óvulo e as do espermatozóide.

Durante uma gravidez normal, o óvulo vai multiplicando-se em várias células que copiam o material genético completo para fazer um ser humano. Em certa etapa, essas células idênticas diferenciam-se.

Algumas ligam genes de célula de pele, outras as de sangue e assim por diante. O que os cientistas ainda não conseguiram entender é por que uma célula de glândula mamária, no caso da Dolly, conseguiu voltar à sua antiga função e tornar-se, de repente, uma célula-mãe que gerou outro ser vivo.

Clone é como um gêmeo idêntico

Um clone é uma cópia exata de uma planta ou animal, com todas as características genéticas do ser original, inclusive os defeitos.

Não é preciso um laboratório ou equipamentos caros para criar um clone. É sabido que é possível obter várias mudas idênticas geneticamente apenas plantando ramos retirados de alguns tipos de plantas (como uma roseira, por exemplo). A sua mãe e avó já devem ter feito isto algumas vezes.

Várias industrias que trabalham com produção de papel usam esta técnica para conseguir mudas de árvores que produzam bastante celulose e que sejam resistentes a pragas.

Alguns animais possuem um extraordinário poder de regeneração. A planária, verme platelminto, pode ter sua cabeça cortada e mesmo assim não morrerá, pois a cabeça pode regenerar um corpo novo e vice versa.

Podemos ter assim um clone deste animal no laboratório do Santa Úrsula durante nossas aulas de biologia.

A técnica de clonagem ainda não foi totalmente dominada pelos cientistas.

Dos 276 óvulos que receberam o DNA de uma ovelha adulta, apenas 29 sobreviveram para serem colocados no útero das ovelhas. Destes 29 embriões, somente Dolly conseguiu nascer saudável. Os outros clones, que foram abortados, tinham anormalidades.

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Dolly continua bem, mas com um único defeito: as pontas de seus cromossomos – material que está dentro das células -, os chamados telômeros, são curtas demais para sua idade.

Isso aconteceu porque o DNA tirado da ovelha que originou Dolly era de um adulto.

Como o telômero encurta com o passar do tempo e Dolly herdou o código genético de um adulto, essa deficiência foi notada. Seus cromossomos indicam uma idade que Dolly ainda não alcançou.

Quando a técnica defendem apenas a clonagem terapêutica, que é a aplicação do conhecimento da técnica para curar e tratar doenças sem gerar um bebê.

Os cientistas acreditam que todas as células do nosso corpo têm informações para fazer um ser vivo.

Quando eles conseguirem entender como funcionam nossas células, será possível consertar órgãos e tecidos danificados. “As células de um rim doente, por exemplo, ainda têm a receita para fazer um rim saudável”.

  1. “Por que as pessoas não regeneram partes do corpo como as lagartixas quando têm seu rabo cortado?”
  2. A clonagem, por meio da manipulação de células de um embrião humano, é um caminho para chegar a uma resposta.
  3. Os cientistas acham que deve haver cautela para que essa manipulação não crie um tráfico de óvulos, necessários para gerar os embriões.
  4. Clonagem – Resumo

clonagem é uma técnica que os cientistas usam para fazer cópias genéticas exatas de seres vivos. Genes, células, tecidos e até animais inteiros podem ser clonados.

Alguns clones já existem na natureza. Organismos unicelulares como as bactérias fazem cópias exatas de si mesmos cada vez que se reproduzem. Em humanos, gêmeos idênticos são semelhantes a clones.

Eles compartilham quase exatamente os mesmos genes. Gêmeos idênticos são criados quando um óvulo fertilizado se divide em dois.

Os cientistas também fazem clones em laboratório. Frequentemente, clonam genes para estudá-los e entendê-los melhor. Para clonar um gene, os pesquisadores pegam DNA de uma criatura viva e o inserem em um portador como uma bactéria ou levedura. Cada vez que esse portador se reproduz, uma nova cópia do gene é feita.

Os animais são clonados de duas maneiras.

O primeiro é chamado de geminação de embriões. Os cientistas primeiro dividiram um embrião ao meio. Essas duas metades são então colocadas no útero da mãe.

Cada parte do embrião se desenvolve em um animal único, e os dois animais compartilham os mesmos genes.

O segundo método é denominado transferência nuclear de células somáticas. As células somáticas são todas as células que constituem um organismo, mas que não são espermatozoides ou óvulos.

Espermatozóides e óvulos contêm apenas um conjunto de cromossomos e, quando se unem durante a fertilização, os cromossomos da mãe se fundem com os do pai. As células somáticas, por outro lado, já contêm dois conjuntos completos de cromossomos. Para fazer um clone, os cientistas transferem o DNA de uma célula somática de um animal para uma célula-ovo que teve seu núcleo e DNA removidos.

O óvulo se desenvolve em um embrião que contém os mesmos genes do doador de células. Em seguida, o embrião é implantado no útero de uma fêmea adulta para crescer.

Em 1996, cientistas escoceses clonaram o primeiro animal, uma ovelha que chamaram de Dolly. Ela foi clonada usando uma célula de úbere retirada de uma ovelha adulta. Desde então, os cientistas clonaram vacas, gatos, veados, cavalos e coelhos.

Eles ainda não clonaram um humano, no entanto. Em parte, isso ocorre porque é difícil produzir um clone viável. Em cada tentativa, pode haver erros genéticos que impedem o clone de sobreviver. Os cientistas precisaram de 276 tentativas para acertar em Dolly.

Existem também preocupações éticas quanto à clonagem de um ser humano.

Os pesquisadores podem usar clones de várias maneiras. Um embrião feito por clonagem pode ser transformado em uma fábrica de células-tronco.

As células-tronco são uma forma inicial de células que podem se transformar em muitos tipos diferentes de células e tecidos.

Os cientistas podem transformá-los em células nervosas para consertar uma medula espinhal danificada ou células produtoras de insulina para tratar o diabetes.

A clonagem de animais tem sido usada em várias aplicações diferentes. Animais foram clonados com mutações genéticas que ajudam os cientistas a estudar doenças que se desenvolvem nos animais.

Animais como vacas e porcos foram clonados para produzir mais leite ou carne.

Os clones podem até “ressuscitar” um querido animal de estimação que morreu. Em 2001, um gato chamado CC foi o primeiro animal de estimação a ser criado por meio de clonagem.

A clonagem pode um dia trazer de volta espécies extintas, como o mamute peludo ou o panda gigante.

Fonte: www.biologia-ar.hpg.ig.com.br/www.genome.gov/learn.genetics.utah.edu/www.wisegeek.org/www.geocities.com/www.scientia.hpg.ig.com.br/www.lincx.com.br/www.bionetonline.org

Clonagem – Biologia

A clonagem é o processo utilizado para criar uma réplica geneticamente exata de uma célula, tecido ou organismo. O resultado da clonagem, que tem a mesma composição genética do original, é chamado de clone.

Existem diferentes tipos de clonagem:

  • Clonagem natural: é o processo de reprodução assexuada de bactérias e alguns fungos, plantas e algas gerando populações de indivíduos geneticamente idênticos.
  • Clonagem de genes: é a produção e amplificação de segmentos específicos de DNA através de um vetor.
  • Clonagem reprodutiva: é o processo que consiste na fusão de uma célula somática, que é retirada de um indivíduo animal, com um óvulo ao qual foi previamente retirado o núcleo original.
  • Clonagem terapêutica: é o processo que cria as células-tronco embrionárias, que podem ser utilizadas na produção de tecido saudável para substituir tecidos lesionados ou doentes no corpo humano.

O termo clone tem origem etimológica na palavra grega klon, que quer dizer broto de um vegetal, e foi citado pela primeira vez no início dos anos 1900, pelo botânico norte-americano Herbert J.

Webber, para descrever uma colônia de organismos derivados de um único progenitor através de reprodução assexuada.

Em humanos, existem clones naturais, os gêmeos univitelinos, que se originam da divisão de um único óvulo fertilizado.

As primeiras ideias de clonagem surgiram em 1938 quando Hans Spermann, embriologista alemão, propôs um experimento que consistia em transferir o núcleo de uma célula em estágio tardio de desenvolvimento para um óvulo.

Em 1952, pesquisadores realizaram a primeira clonagem de sapos a partir de células embrionárias e assim demonstraram que a transferência nuclear era uma técnica de clonagem viável.

Na década de 1980, foram criados os primeiros mamíferos por transferência nuclear.

Mas foi em 1996 que os fatos mais marcantes sobre a clonagem surgiram.

Os pesquisadores Ian Wilmut e Keith Campbell divulgaram a clonagem da ovelha Dolly, gerada a partir de uma célula somática (já diferenciada) de um doador adulto.

Nos anos subsequentes diversos outros mamíferos foram clonados, o que abriu espaço para um intenso debate sobre clonagem, especialmente a humana, que prossegue até os dias de hoje.

Assim como o uso de organismos geneticamente modificados ou transgênicos, a clonagem levanta inúmeras questões e preocupações éticas e sociais.

Para muitos bioeticistas, a questão mais problemática é a utilização da técnica para melhoramento de indivíduos.

Essa questão pode ter consequências perigosas, pois remete à possível criação de uma linhagem de “super-homens” com características muito diferentes daquelas dos demais humanos.

Em 2001, cientistas começaram a explorar essa tecnologia como uma maneira de criar animais pertencentes a espécies ameaçadas ou extintas.

No Brasil, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) já realiza clonagens de bovinos e, junto com alguns parceiros, lidera o projeto de clonagem de espécies selvagens ameaçadas.

No final de 2012, a Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou o projeto de lei que regulamenta as atividades de pesquisa, produção, importação e comercialização de animais clonados. A aprovação desta lei também deve garantir a prestação de contas à sociedade em relação às questões ambientais.

Referências Bibliográficas:

BBC Brasil. 2012. Embrapa busca clonagem inédita de animais ameaçados de extinção no Brasil. Disponível em: < http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2012/11/121113_clonagem_embrapa_pai.shtml>

Cloning. National Human Genome Research Institute. 2016. Disponível em:

Freitas, R. T., Routulo, D., Gabbi, K. R., Silva, J. B., Peron, A. P. Aspectos científicos e sociais da clonagem reprodutiva e terapêutica. 2007. Artigo Publicado na Revista Eletrônica [email protected]ência. 1 (1): 41-49.

The history of cloning. Learn. Genetics – Genetic science learning center. University of Utah. Disponível em:

Valor Econômico. Senado aprova projeto de lei que regulamenta clonagem de animais. 2012. Disponível em:

Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/biologia/clonagem/

Clonagem – tipos e usos: Genética pode beneficiar toda a natureza

Desde que a ovelha Dolly foi criada por cientistas escoceses, em 1997, a mídia tem nos bombardeado com notícias sobre clonagem. A ovelha clonada despertou o interesse mundial sobre o assunto, por ser o primeiro mamífero clonado a partir da célula de um animal adulto.

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A criação de Dolly também incitou debates sobre as implicações éticas desse processo.

Como costuma acontecer em assuntos polêmicos, demos asas à imaginação e idealizamos um mundo povoado de clones humanos, servindo como soldados na guerra ou como fonte de órgãos para transplantes.

Já vimos os frutos de nossa imaginação representados nas telas de cinema algumas vezes. Mas será que esse mundo imaginário se tornará real algum dia?

Clonagem reprodutiva

A clonagem que, atualmente, vemos divulgada na mídia é, na maioria das vezes, a clonagem reprodutiva. Há, no entanto, outros tipos de clonagem, como a tecnologia de DNA recombinado e a clonagem terapêutica.

A clonagem reprodutiva é uma tecnologia usada para gerar um animal que tenha o mesmo DNA nuclear de um animal previamente existente. Essa foi a tecnologia utilizada para criar a ovelha Dolly.

Para clonar Dolly, os cientistas transferiram o material genético do núcleo da célula somática de um doador adulto para um óvulo cujo núcleo – e, conseqüentemente, o seu material genético – fora removido.

Uma célula somática é qualquer célula do corpo que não seja reprodutiva, isto é, que não seja um espermatozóide ou um óvulo.

O óvulo reconstruído contendo o DNA de uma célula somática foi tratado com substâncias químicas e passou a se comportar como um zigoto recém-fertilizado. O zigoto passou a se dividir e se transformou em um embrião.

Quando o embrião atingiu um estágio viável, foi implantado no útero de uma fêmea hospedeira, onde se desenvolveu até o nascimento.

Clonagem de DNA

A tecnologia de DNA recombinado ou clonagem de DNA é a transferência de um fragmento de DNA de um organismo para um vetor, como, por exemplo, um plasmídeo. O plasmídeo é um DNA circular pequeno, extracromossômico e de replicação autônoma encontrado em algumas células bacterianas.

A clonagem de DNA é utilizada pelos cientistas para gerar múltiplas cópias de determinado gene, pelo qual haja algum tipo de interesse. Para clonar um gene, um fragmento de DNA contendo um gene é isolado do DNA cromossômico, utilizando-se, para tanto, enzimas de restrição.

Esse fragmento de DNA é, depois, unido ao plasmídeo, o qual foi também cortado com as mesmas enzimas de restrição. O plasmídeo recombinado é posteriormente inserido em uma célula bacteriana, como, por exemplo, a Escherichia coli. A molécula de DNA recombinado pode então ser reproduzida juntamente com o DNA da célula hospedeira.

Além dos plasmídeos, outros vetores podem ser utilizados, como vírus, cromossomos artificiais de bactérias e cromossomos artificiais de fungos. As bactérias são as células hospedeiras mais utilizadas, mas as células de fungos ou de mamíferos também podem servir como células hospedeiras.

Clonagem terapêutica

A clonagem terapêutica, também chamada de clonagem do embrião, é a produção de embriões humanos para utilização em pesquisas. A clonagem terapêutica tem como objetivo obter células-tronco que podem ser utilizadas em estudos de desenvolvimento humano ou no tratamento de doenças.

As células tronco são removidas do embrião após este ter sofrido divisões por 5 dias. O processo de extração das células-tronco destrói o embrião, o que ocasiona muitas discussões a respeito das conseqüências éticas do procedimento.

Como a clonagem pode nos beneficiar

A tecnologia de DNA recombinado é importante no aprendizado de outras técnicas, como, por exemplo, a terapia genética. A terapia genética pode ser utilizada no tratamento de certas condições genéticas, por meio da introdução de vetores virais – que carregam cópias corrigidas de genes defeituosos – nas células de um organismo hospedeiro.

A clonagem reprodutiva pode ser utilizada no repovoamento de espécies animais ameaçadas de extinção. Em 2001, cientistas italianos clonaram uma espécie de ovelha selvagem ameaçada de extinção. O animal clonado vive em um centro de vida selvagem, na Sardenha.

Quanto à clonagem terapêutica, esta poderá, um dia, ser usada em humanos, com o objetivo de produzir órgãos inteiros a partir de uma única célula ou produzir células saudáveis, que poderão substituir células danificadas por doenças degenerativas, como o Mal de Alzheimer ou o Mal de Parkinson.

Veja também

Clonagem – Brasil Escola

Conceito:

O termo clone foi criado em 1903 pelo botânico Herbert J. Webber enquanto pesquisava plantas no Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Segundo Webber, o termo vem da palavra grega Klón, que significa broto vegetal. É basicamente um conjunto de células, moléculas ou organismos descendentes de uma célula e que são geneticamente idênticas a célula original.

Clonagem é o processo natural ou artificial pelo qual são produzidos clones, cópias fiéis geneticamente de outro ser, por reprodução assexuada.

A clonagem tem sido um assunto muito debatido recentemente, devido as técnicas que permitem a clonagem de animais a partir de óvulos não fecundados.

Mas processos de clonagem artificial são conhecidos desde o século XIX entre os agricultores, que já obtinham clones de plantas através de uma planta matriz, que originava dezenas de novas plantas geneticamente idênticas. A primeira experiência com clonagem de animais ocorreu no ano de 1996, na Escócia, no Instituto de Embriologia Roslin.

O embriologista responsável foi o doutor Ian Wilmut. Ele conseguiu clonar uma ovelha, batizada de Dolly. Após esta experiência, vários animais foram clonados, como por exemplo, bois, cavalos, ratos e porcos.

O que é:

  • Clonar é um processo de obtenção de um clone;
  • Clonar um ser vivo significa obter mais “cópias” dele.

Os clones não chamaram muita atenção durante anos, pois a clonagem se restringia principalmente a plantas e protozoários. Porém em 1996, um anúncio marcou a história da genética.

O escocês Ian Wilmut, do Instituto Roslin, de Edimburgo, com a colaboração da empresa de biotecnologia PPL Therapeutics conseguiram a proeza de mostrar que era possível a partir de uma célula somática diferenciada clonar um mamífero, tratava-se de uma ovelha da raça Finn Dorset chamada de Dolly. Para que a ovelha Dolly nascesse foi necessário fazer 277 tentativas.

Como foi realizado o processo de clonagem da ovelha Dolly?

Eles isolaram uma célula mamária congelada de uma ovelha da raça Finn Dorset de seis anos de idade e a colocaram numa cultura com baixa concentração de nutrientes. Com isso a célula entrou em um estado de latência parando de crescer. Em paralelo, foi retirado o óvulo não fertilizado de uma outra ovelha, da raça Scottish Blackface, de cor escura.

Desse óvulo não fertilizado foi retirado o núcleo, transformando-o em um óvulo não fertilizado e sem núcleo.

Através de um processo de eletrofusão ocorreu a união do núcleo da ovelha da raça Finn Dorset com o óvulo sem núcleo da ovelha da raça Scottish Blackface, dando início à divisão celular: uma célula em duas, duas em quatro, quatro em oito e assim por diante.

Na fase de oito a 16 células, as células se diferenciam formando uma massa de células internas originando o embrião propriamente dito. Após seis dias, esse embrião, agora com cerca de 100 células, é chamado de blastocisto.

O blastocisto foi colocado no útero de uma outra ovelha da raça Scottish Blackface que funcionou como “barriga de aluguel”.

Após a gestação, esta ovelha que é escura deu à luz um filhote branquinho da raça Finn Dorset chamada Dolly.

Apesar do sucesso da clonagem, a técnica apresentou alguns erros:

A ovelha Dolly não era tão idêntica ao doador do núcleo, apesar de herdar da ovelha branca o DNA contido nos cromossomos do núcleo da célula mamária, ela também herdou da ovelha escura o DNA contido nas mitocôndrias, organelas que ficam no citoplasma das células.

Com o passar do tempo foi percebido que Dolly apresentava as extremidades dos cromossomos (telômeros) diminuída gerando envelhecimento celular precoce.

Devido ao envelhecimento, Dolly sofria de artrite no quadril e joelho da pata traseira esquerda.

Sugere-se que isto ocorra pelo fato de que ela tenha sido criada a partir de uma célula adulta de seis anos (idade da ovelha doadora do núcleo), e não de um embrião.

Dolly foi sacrificada aos 6 anos de idade, depois de uma vida marcada por envelhecimento precoce e doenças. Em seus últimos dias, Dolly estava com uma doença degenerativa e incurável nos pulmões. Os problemas de saúde de Dolly levantam dúvidas sobre a possibilidade da prática de copiar a vida.

Clonagem de seres humanos

. A experiência com Dolly foi um marco significativo no campo das clonagens e mostrou ao mundo que o tema é muito mais concreto do que se poderia supor. Imediatamente, surgiram debates sobre a ética na engenharia genética e as possíveis conseqüências da clonagem de seres humanos. Teoricamente, isso já seria possível com a tecnologia existente para a clonagem de ovelhas, vacas e até macacos.

O grande medo da humanidade é que a clonagem de seres humanos seja utilizada de maneira perversa por governos ou grupos inescrupulosos e que acabe por imitar os filmes de ficção científica, produzindo armas humanas e escravas – pessoas sem vontade própria, seres humanos com cérebros lavados ou programados como andróides. A idéia de que podem ser produzidas verdadeiras aberrações semi-humanas nas primeiras tentativas de clonagem também é hedionda e perfeitamente plausível, pois foi o que ocorreu com os primeiros animais clonados em experimentos que não deram certo. As experiências de clonagem apresentam uma taxa de sucesso muito pequena, geralmente de apenas 1%. Além disso, ainda não se sabe muito bem como funciona o corpo de um clone: Dolly, por exemplo, envelheceu muito mais rápido do que se esperava. Esse fenômeno pode estar relacionado ao fato de o clone ser gerado a partir de células maduras.

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Há organizações dispostas a investir tempo e dinheiro na tentativa de criar clones de personalidades históricas como Hitler ou Jesus Cristo. Ainda que, hipoteticamente, fosse possível encontrar células com o D.N.A.

de Cristo ou de Hitler, os clones seriam geneticamente idênticos e teriam as mesmas características físicas, mas não seriam as mesmas pessoas, tendo personalidades e comportamentos distintos. Não há possibilidade de trazermos de volta à vida pessoas queridas ou vultos da história.

Com a conclusão do Projeto Genoma Humano, em fevereiro de 2001, ficou claro que o gene não é tão determinante na constituição humana como parecia ser e que os estímulos ambientais são tão ou mais importantes do que os genes.

Há os que defendem a clonagem de pessoas que desejam, mas não podem ter filhos. É conveniente lembrar que, biologicamente, o clone de uma pessoa não seria seu filho, mas seu irmão – algo como um gêmeo idêntico que levou alguns anos para nascer. Uma nova técnica, porém, mistura clonagem com bebê de proveta.

A técnica consiste em utilizar um óvulo doado e retirar seu núcleo. Então, uma célula de qualquer parte do corpo da mulher estéril é colocada no óvulo.

Metade dos genes da mulher é retirada e, assim, o óvulo torna-se uma célula haplóide, com 23 cromossomos, podendo ser fecundada in vitro por um espermatozóide e transformar-se em um embrião.

Em agosto de 2000, o governo britânico começou a cogitar publicamente o uso da clonagem humana para fins terapêuticos. Não se trata de produzir bebês clonados, mas embriões para serem utilizados na cura de várias doenças.

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O embrião é um pequeno aglomerado de células ainda não diferenciadas, as chamadas células tronco. Em circunstâncias naturais, essas células passam por inúmeras divisões e começam a especializar-se, dando origem às células do cérebro, da pele, do estômago e assim por diante.

A idéia dos cientistas é remover uma célula de qualquer parte do corpo de um paciente, retirar o seu D.N.A. e inseri-lo no interior de uma célula-ovo, que já estaria, previamente, sem material genético.

Essa nova célula seria, então, estimulada a dividir-se, dando origem a um embrião.

Uma vez que as células do embrião seriam idênticas às do doador, os cientistas acreditam que elas poderiam ser estimuladas a dividir-se e a diferenciar-se de acordo com a necessidade do paciente.

No caso de um paciente com diabetes, por exemplo, tais células embrionárias seriam estimuladas a diferenciar-se como células do pâncreas produtoras de insulina. Essas células já diferenciadas seriam reintroduzidas no paciente, restaurando a sua saúde sem nenhum risco de rejeição.

Da mesma forma, doenças como o mal de Parkinson, leucemia, insuficiências hepáticas, dentre outras, também poderiam ter o mesmo tratamento.

Muitos países manifestaram-se contra a posição do governo britânico, a maior parte dos quais, como a Alemanha, por exemplo, sente-se freada pela ética e pela repercussão negativa que uma medida como essa pode ter junto à opinião pública. Por outro lado, nenhum país quer ficar para trás em matéria de pesquisas científicas e tecnologia.

Clonagem humana Como se faria?

Os cientistas tirariam o ADN (onde está contida toda nossa informação genética) de uma células epidérmica e colocava-se num ovo de uma mulher da qual foi previamente retirado o ADN.

Uma faísca de eletricidade iria dividir o ovo e após alguns dias teria um embrião geneticamente igual a si.

A ficção da produção de clone humano não é prioridade, o que os cientistas pretendem é produzir células humanas clonadas que possam ser utilizadas para tratar algumas doenças.

Os riscos:

O Mau uso da clonagem de bebês, a fim de lucrar. Os médicos consideram os riscos da clonagem humana muito elevados. Várias pessoas em todo mundo anunciaram a sua intenção de clonar um bebê. Será que um dia chegaremos a esses pontos?

A Igreja e a Clonagem.

O Papa João Paulo II pronunciou-se sobre a clonagem humana, classificando-a como “moralmente inaceitável”. Segundo ele, a clonagem e a manipulação de embriões, mesmo com fins terapêuticos, teriam conseqüências imprevisíveis para a humanidade. Para a Igreja Católica, a única maneira aceitável de criar a vida é mediante a relação sexual de um casal unido pelo matrimônio.

O Brasil e a Clonagem.

O Brasil tornou-se o primeiro país em desenvolvimento a dominar a tecnologia da clonagem. No dia 17 de março de 2001, nasceu Vitória, uma bezerra da raça simental, o primeiro animal clonado produzido no país. Os responsáveis pela façanha foram os pesquisadores da Embrapa, que passaram, então, à tentativa de criar vacas clonadas e transgênicas.

Os pesquisadores concluíram que a combinação da clonagem com as demais técnicas de multiplicação animal permite obter, em um ano, o ganho genético equivalente a 12 anos de seleção e multiplicação pelos métodos tradicionais. O domínio da biotecnologia animal pelo Brasil possibilitará a reprodução acelerada de animais geneticamente superiores.

Além de viabilizar programas de melhoramento animal, esse avanço tecnológico pode ser utilizado para a conservação de animais ameaçados de extinção no território nacional.

Contudo, no que tange às espécies ameaçadas de extinção, é preciso que o desenvolvimento de novas tecnologias não ignore a necessidade de preservação e fiscalização de áreas florestais.

Seria um trabalho improdutivo elevar as taxas de reprodução de uma espécie e não ter como devolvê-la a seu hábitat.

A técnica da clonagem

A clonagem ainda não foi entendida por completo pelos médicos e cientista, no que se refere aos conhecimentos teóricos. Na teoria seria impossível fazer células somáticas atuarem como sexuais, pois nas somáticas quase todos os genes estão desligados.

Mas, a ovelha Dolly, foi gerada de células somáticas mamárias retiradas de um animal adulto. A parte nuclear das células, onde encontramos genes, foram armazenadas.

Na fase seguinte, os núcleos das células somáticas foram introduzidos dentro dos óvulos de uma outra ovelha, de onde haviam sido retirados os núcleos. Desta forma, formaram-se células artificiais.

Através de um choque elétrico, as células foram estimuladas, após um estado em que ficaram “dormindo”. Os genes passaram a agir novamente e formaram novos embriões, que introduzidos no útero de uma ovelha acabou por gerar a ovelha Dolly.

A ovelha Dolly morreu alguns anos depois da experiência e apresentou características de envelhecimento precoce.

O telômero (parte do cromossomo responsável pela divisão celular) pode ter sido a causa do envelhecimento precoce do animal. Por isso, o telômero tem sido alvo de pesquisas no mundo científico.

Os dados estão sendo até hoje analisados, com o objetivo de se identificar os problemas ocorridos no processo de clonagem.

  • A embriologia e a engenharia genética tem feito pesquisas também com células-tronco e na produção de órgãos animais através de métodos parecidos com a clonagem.
  • Passo-a-passo
  • 1)As células somáticas são retiradas do doador
  • 2) Essas células são cultivadas em laboratório
  • 3) De uma doadora colhe-se um óvulo não fertilizado
  • 4) O núcleo contendo DNA é retirado do óvulo
  • 5) A célula cultivada é fundida ao óvulo por meio de corrente elétrica
  • 6) Agora temos o óvulo fertilizado com nova informação genética
  • 7) Este óvulo vai se desenvolver até a fase de blástula (embrião com mais de 100 células) onde estão as células tronco.
  • Pontos negativos da clonagem:
  • · Técnica de baixa eficiência.
  • Vários fetos morrem durante a gestação ou logo após o nascimento.
  • Grande número de anomalias
  • Envelhecimento Precoce
  • · Os clones seriam maiores do que o normal, denominado de síndrome do filhote grande (large offspring syndrome – LOS)
  • Lesões hepáticas, tumores, baixa imunidade.

Pontos positivos da clonagem:

  • · Utilização da técnica de clonagem para obtenção de células tronco a fim de restaurar a função de um órgãos ou tecido.
  • A clonagem “terapêutica” teria a vantagem de não oferecer riscos de rejeição se o doador fosse a própria pessoa. (ex: reconstituir a medula em alguém que se tornou paraplégico após um acidente, ou substituir o tecido cardíaco em uma pessoa que sofreu um infarto).
  • Diminuição ou fim do tráfico clandestino de órgãos
  • Ajudar casais inférteis que não podem ter filhos, mesmo após anos de tratamento de infertilidade.
  • Melhoramento animal, resgate de material genético, maximização do potencial genético de uma raça.

Dolly

Publicado por: Gabriele Gonçalves

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