Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera?

Todos sabemos que a leitura é uma fonte de aprendizado e conhecimento inesgotável. Ano passado coloquei como meta ler 52 livros, um por semana (para quem não lembra, coloquei o link para comprovar).

Infelizmente, por conta de trabalho, treinos e viagens, acabei lendo “só” 22 livros, alguns deles bem famosos, outros mais específicos, mas de todos consegui tirar algum proveito.

Considerando que o brasileiro lê quase 3 livros por ano, acabei lendo quase 8 anos. Falha minha! Esse ano tentarei ler algo em torno de 20 livros também, apesar da minha lista na Amazon já estar com mais de 30 livros (e ela não para de crescer).

Então deixo aqui 3 passagens que os últimos livros que li me ensinaram, talvez elas te ajudem em algo, como me ajudaram.

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1. Faça as coisas com amor

Do livro “O Amor é a Melhor Estratégia”, de Tim Sanders

Esse foi talvez um dos melhores, se não, o melhor livro que já li. Impressionante como as vezes temos preconceitos com alguns tipos de livros: achamos que apenas os livros grossos, aqueles volumosos e com palavras difíceis irão nos ensinar coisas importantes, mas não é bem assim.

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera?

Esse livro simples do Tim Sanders, com pouco mais de 100 páginas, foi um dos que mais me ensinou – e virou o livro #1 quando alguém me pede indicação de leitura. Ah, eu fui inclusive a um sebo em São Paulo justamente por achar uma edição que estava nova (o livro não é mais impresso no Brasil, uma pena).

Sobre essa passagem, Tim Sanders comenta que tudo que você deve fazer em sua vida e seus negócios, deve ser feito com amor.

Um outro trecho importante do livro, que é o segundo tópico que comento abaixo, é o seguinte: “Quando você apresenta duas pessoas, em vez de ‘um mais um igual a dois’, o dois passa a ser igual a infinito. Se a conexão for bem-sucedida, estamos ajudando a criar aquele relacionamento profissional ‘um em um milhão'”.

Para isso, ele diz que devemos ser um “lovecat”, e para ser um lovecat você precisa tomar três atitudes, começando agora:

  • Dê o seu saber de graça. No livro, quando ele diz “dar o saber de graça”, isso significa que você deve procurar ensinar o máximo de pessoas, sem esperar nada em troca, afinal não custa nada ajudar. Quantas vezes você já leu que a melhor forma de aprender é ensinando? Comece agora mesmo;
  • Mostre seu caderno de endereço a todas as pessoas que queiram vê-lo. Na época em que o livro foi escrito, no início dos anos 2000, era muito comum os cartões de negócios de empresas. As pessoas se encontravam e trocavam cartões, mas hoje, com o advento da internet, as pessoas trocam emails, redes sociais e etc. A questão desse tópico é que sempre que pudermos, devemos apresentar as pessoas umas as outras, sem ter vergonha do que acontecerá depois. Sua parte é apresentar as pessoas. Imagina que você tem um amigo que tem um negócio e esse empreendimento precisa de uma ajuda na gestão de funcionários. Você, como bem conectado, conhece o diretor de uma empresa que faz a gestão de funcionários, então que tal apresentar seu amigo empreendedor ao amigo diretor da empresa e deixar que eles conversem? Marque um café, convide os dois e deixe que o destino cuide do resto. Saia de fininho;
  • Seja humano, sempre. Não precisamos lembrar sobre esse ponto, certo? Seja humano. Seja gentil, carinhoso, amigo e esteja por perto sempre que sua família e seus amigos precisarem de você. Muitas pessoas irão te decepcionar por você ser um “lovecat”, mas não desanime. Quanto mais você utilizar o amor, mais amor receberá em troca.

Aqui está a passagem do livro que me inspirou nesse tópico:

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2. Corra riscos

Do livro “Axiomas de Zurique”, de Max Gunther

Se você procura um livro sobre economia e conselhos, mas que seja uma leitura simples e com vários conselhos, vá sem medo nesse livro do Max Gunther.

Nele, o escritor apresenta os 12 grandes axiomas da economia (Risco, Ganância, Esperança, Previsões, Padrões, Mobilidade, Intuição, Religião e Ocultismo, Otimismo e Pessimismo, Consenso, Teimosia e Planejamento). Também há 16 axiomas menores, os axiomas, que podemos chamar de conselhos.

Esse livro fala um pouco sobre a economia da Suíça, é uma das mais fortes da Europa e do mundo. Ele explica como os suíços são as pessoas mais ricas, tudo através da economia, por investimentos, especulação e o principal, eles apostam pra ganhar.

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Quantas vezes você já ouviu que para ganhar você não pode ter medo de perder? Uma outra passagem interessante desse livro é o axioma do “Otimismo e Pessimismo”: nele, Max Gunther questiona se você sabe a diferença entre ser otimista e ser confiante.

O otimista está sempre feliz e pra cima, mas quando acontece um evento inesperado, ele não sabe como resolver. O confiante, além de estar feliz, sabe o que tem que fazer quando aparece um problema.

Portanto, seja sempre confiante, por mais que isso possa parecer complicado. Demonstre confiança. Aqui está a passagem do livro que me inspirou nesse tópico:

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3. As etapas do desenvolvimento tribal

Do livro “Onze Anéis”, de Phil Jackson

  • Nesse livro, um dos melhores sobre liderança e desenvolvimento pessoal que já li, Phil Jackson, treinador da liga americana de basquete (NBA), que treinou nada menos que Michael Jordan e Kobe Bryant, além de ser 11 vezes campeão da liga, cita um estudo realizado em pequenas e médias empresas sobre como está o desenvolvimento da tribo (equipe de trabalho) no momento.
  • O estudo foi feito pelos consultores de gestão Dave Logan, John King e Halee Fisher-Wright e está no livro “Tribal Leadership”.
  • Todos nós já passamos por algumas fases difíceis em nossas vidas (etapa 1), em que tudo é ruim, nada dá certo, em uma vida que pode ser compartilhada pelas gangues de rua, que não tem nada a perder.
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Depois de passarmos por isso, vamos para a segunda etapa, que muito parece com pessoas que deixam a vida ao acaso e nada fazem para melhorar. Geralmente esse tipo de pessoa diz “minha vida é uma merda” e simplesmente desiste de correr atrás para melhorá-la.

A maioria das pessoas com quem convivo estão entre as etapas 3 e 4. Ah, lembre-se que você deve escolher suas companhias, pois elas moldam seu caráter. A etapa 3 é muito vista em pessoas arrogantes, porém melhores que as pessoas que estão na etapa 2. Na etapa 3, as pessoas se consideram o máximo e você é um nada.

A etapa 4, que considero que estou vivendo agora, diz que o grupo em que você convive é o máximo, mas seu adversário não é. Quanto mais difícil é seu adversário, mais sua tribo se fortalece para vencer os objetivos.

A 5ª e última etapa seria o santo-graal, aquele estágio em que tudo na vida é o máximo e nada pode te deter. Geralmente isso ocorre quando conseguimos uma promoção no emprego e nossa vida parece estar caminhando como planejamos. Temos um objetivo claro e tudo indica que iremos cumpri-lo.

Tudo na vida é um ciclo, existem épocas boas e épocas ruins, devemos aproveitar as fases boas e aprender com as fases ruins. Abaixo a passagem do livro que me inspirou:

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera?

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Conclusão

Gostaria de escrever muito mais que três aprendizagens que tive com os últimos livros, mas farei isso de forma organizada e com calma. Uma indicação que deixo aqui é o novo livro do Pep Guardiola, “La Metamorfosis”, ainda não tem tradução para o português.

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera?

Nesse livro, existem passagens sensacionais com Gary Kasparov, Killian Jornet e outros monstros dos esportes. O livro, apesar de ser sobre um técnico de futebol, tem várias passagens sobre vida, liderança, gestão de pessoas, ego e etc. É um excelente livro.

No meu Instagram, costumo compartilhar além de treinos e um pouco da minha vida pessoal, minhas leituras e alguns trechos que acho importante. Enquanto escrevo esse post, estou no sexto livro do ano.

Caso você tenha alguma indicação de livro, use os comentários abaixo ou fale diretamente comigo pelo Instagram. Adoraria compartilhar com você algo tão enriquecedor quanto a leitura. Obrigado e até a próxima.

Crítica | Lovecraft Country é um soco no estômago da América racista

Howard Phillips Lovecraft é um dos autores mais cultuados de todos os tempos. Nesta década, o escritor de Providence, nos Estados Unidos, passou a ser mais revisitado, inclusive pelas gerações mais novas.

Seu terror cósmico tem influenciado mais filmes, como a Cor Que Caiu do Espaço; quadrinhos, a exemplo de Black Hammer; e games (como os da série Souls).

E com essa referência aumentando, passou do tempo de falarmos sobre algo que incomoda a grande maioria dos fãs: o racismo e a xenofobia nada discretos na obra e na vida de H.P. Lovecraft.

E a melhor maneira que você pode abordar esse assunto atualmente é assistindo a Lovecraft Country, nova série da HBO que adapta o livro Território Lovecraft, escrito por Matt Ruff.

A atração foi criada pela jovem roteirista Misha Green, que trabalhou em Heroes e Sons of Anarchy. A produção executiva é do nerdão J. J. Abrams e de Jordan Peele, diretor de Corra! e um dos expoentes do pós-terror.

O primeiro episódio foi ao ar no domingo passado (16).

Ok, vamos à sinopse: o ex-soldado Atticus Turner (Jonathan Majors) deixa a Flórida para retornar para sua casa em Chicago, nos Estados Unidos segregacionistas da década de 1950. Ele decide voltar ao receber uma carta misteriosa de seu pai distante, Montrose, que teria ido para Ardham, Massachusetts, em busca de pistas sobre a mãe de Atticus.

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera? Letitia, Atticus e George (Imagem: Reprodução/HBO)

Ao chegar em Chicago, Atticus reencontra a amiga de infância Letitia Lewis (Jurnee Smollet-Bell) e seu tio, George (Courtney B. Vance). O trio parte em uma viagem para Ardham e, ao longo do caminho, vemos uma escalada de ódio e violência em meio à opressão racial, enquanto estranhas mortes acontecem na calada da noite, envolvendo relatos de criaturas nos cantos mais escuros das florestas.

Atenção, a partir daqui há spoilers sobre o primeiro episódio de Lovecraft Country!

Cores berrantes e dezenas de referências

A primeira coisa que já chama a atenção é a cena de abertura.

Em referências que se perdem em Guerra dos Mundos, O Chamado de Cthulhu e Uma Princesa de Marte — com direito a uma versão coreana de Dejah Thoris —, temos, logo de cara, uma amostra impactante do que vem por aí. As cores em alto contraste e a ambientação surreal fazem parte de um sonho de Atticus, mas, quando somos levados para a realidade, essas tonalidades berrantes continuam.

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera? Imagem: Reprodução/HBO

É quase como se sonho e realidade não fossem tão distantes assim. A fotografia faz “homenagens” aos panfletos racistas da época e o exagero vai tornando à opressão racial da trama cada vez mais agressiva aos próprios olhos da audiência.

E não faltam citações históricas para ambientar o espectador: a construção da Casa Branca por escravos, o Livro Verde do Negro Motorista (que também foi abordado no oscarizado Green Book: O Guia), o primeiro jogador negro da Major League Baseball, Jackie Robinson; a Lei Jim Crow.

É até possível ver cenas que homenageiam os mesmos ângulos do trabalho do cineasta e fotógrafo Gordon Parks.

Em uma das passagens, fica claro qual é a intenção de Misha e Peele.

Ao descrever a Princesa de Marte, de Edgar Rice Burroughs — outro clássico autor, que, a exemplo de Lovecraft, alimentava ideias xenófobas e racistas —, Atticus recebe o seguinte questionamento sobre o herói branco do livro: “Espere aí, você me disse que o herói é um soldado confederado? Ele lutou para manter a escravidão”.

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera? Imagem: Reprodução/HBO

Essa é a deixa para compreendermos melhor esse quase “revisionismo histórico” de Lovecraft Country.

Olhe bem para trás e tente imaginar uma criança negra, fã de ficção científica crescendo nos anos 1950, encontrando pela frente somente os heróis brancos e heterossexuais dos livros de Lovecraft, Burroughs e mesmo dos autores que viriam nos anos seguintes — que, embora não estejam associados ao racismo, poucos fizeram questão de oferecer mais diversidade e representatividade.

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Ao passo que a violência e o ódio escalam em Lovecraft Country, vamos sentindo o horror que é um homem branco com uma arma na mão — e como a polícia representa muito mais uma ameaça do que uma proteção nesse contexto.

Isso é narrado nos moldes dos próprios autores que influenciam a obra — é como Misha e Peele usam o pós-terror para reescrever o gênero popularizado por Lovecraft em um novo subgênero, o “terror cósmico social”.

É como se os produtores usassem a própria máquina que os massacrou para “consertá-la”, oferecendo uma perspectiva mais ampla do terror e da ficção científica como gêneros literários e como coadjuvantes para o cenário estadunidense.

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera? Imagem: Reprodução/HBO

Isso tudo vem embalado em um road movie, que faz questão de mostrar que as mazelas da época estão presentes até hoje: há canções de época, mas em uma cena é possível ouvir Clones, da rapper Tierra Whack; e a personagem Letitia Lewis não somente reflete o que era ser mulher e negra naquele período como também carrega o comportamento das mulheres de hoje para enfrentar a opressão racial e… monstros.

Atuação e tom supreendente

Como sempre, a produção da HBO é impecável. A atuação dos atores é sólida e há muita química do trio que parte para a road trip.

Os cuidados estéticos para mostrar as referências e as cores em alto contraste, com uma fotografia meticulosamente planejada, tornam a ambientação em uma experiência às vezes incômoda, especialmente por nos fazer refletir sobre como o mundo não mudou muito de lá pra cá; mas sempre hipnotizante.

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera? Imagem: Reprodução/HBO

E no terceiro ato do primeiro episódio vemos um plot twist que parece ter o dedo de J.J. Abrams: enquanto o terror social de Peele avança pelas mãos de Misha nos dois segmentos anteriores, no terceiro realmente vemos a cara — e a agressividade — das criaturas que estão causando os estranhos assassinatos noturnos.

Essa virada quase sobrenatural em uma história mais “pé no chão”, até então, compõe um mix interessante e muito diferente do que vimos por aí em atrações semelhantes nos últimos anos. O resultado é impressionante e muito curioso — fica difícil não querer saber o que vem por aí.

Vale a pena?

O afrofuturismo é uma corrente que tem mostrado nos últimos anos como a ausência de escritores (e personagens) negros fizeram falta à literatura de horror e ficção científica ao longo dos anos. Lovecraft Country se encaixa nesse movimento e vem para criticar e preencher lacunas, com um “terror cósmico social” em forma de “road movie” na série da HBO.

É para quem gosta da obra de Lovecraft e para quem gosta de mistério e ficção científica. É para os amantes de boa narrativa e ótimos personagens. E a discussão sobre o racismo, machismo e opressão social presentes na série são tão importantes e atuais que não deixam de tornar a atração da HBO ainda mais relevante para o momento em que vivemos: o de reconstrução de nossa própria história.

*Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Canaltech.

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CORRA!!. Corre e vai assistir a essa merda!! | by Pior Resenha

Oct 10, 2017·6 min read

Corre e vai assistir a essa merda!!

  • Eu curti e muito esse filme, na boa!!

Get Out, ou corra, é um filme de terror que mistura alguns elementos de Sci-fi escrito, produzido e dirigido por Jordan Peele. Lançado em 2017.

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera?CORRE MALUCO, CORRE!!!

Mano, pensa numa treta: Você é um belo jovem da cor do pecado que namora uma mina branquela, nos estados unidos da américa, aí a mina resolve te convidar para um fim de semana na casinha de campo dos pais dela. Pensou nos possíveis problemas que isso pode dar? Então, nesse filme, não acontece nada disso (kkkkkk) Se fodeu!!

O filme se trada disso mesmo, um jovem fotógrafo negro que namora uma garota branca de boa família, e ela quer apresenta-lo aos pais, então o convida para passar um fim de semana com ela na casa de campo.

No inicio, ao ler uma sinopse assim, você imagina que o filme vai correr por uma linha do tipo: Os pais da mina são membros de alguma ceita racista, que quererem matar o cara, e os dois vão viver um inferno até conseguir fugir das ameaças, e a menina, vai ajudar seu namorado pois o amor dos dois é maior que tudo.

NHE, NÃO!

A merda é quase essa, pois, sim, existe um tipo de ceita maluca de pessoas brancas, porém eles se amarram nos negros, eles praticamente idolatram as pessoas de pele escura, chega a ser bizarro o comportamento dos caras na frente do personagem principal. E a explicação disso é bem convincente para o tipo de treta que o filme guarda.

Negros tem por genética um tipo físico mais resistente, mais forte e etc… somos imunes a certas coisa que brancos não são. (somos pois o meliante que vos fala, também é um jambo delicioso, ok.) Por isso, o filme segue uma linha diferente e uma maneira bem peculiar e interessante de abordar certos pontos do racismo.

E foi por isso que eu achei bem foda, não é aquela chatice de filme politicamente correto que mostra o sofrimento dos negros sendo chutados de bares e festas badaladas afim de fazer você ter raiva dos brancos só por eles existirem. Este filme, faz você ter PENA deles.

(kkkkkk) ao menos foi o que eu senti no final do filme.

VAMOS A RESENHA, do jeitinho que a gente gosta.

No caminho para a tal da casa de campo da guria, nosso jovem herói já começa a perceber uma certa merda no ar, pois, sua namorada ao volante, acaba atropelando algum animal idiota que passou na frente do carro, e ao serem abordados por um policial, o mesmo pede para ver apenas os documentos do jovem, porém, a guria retruca, e afirma que os dois estão juntos e tudo mais.

Já cascudo com o tipo de abordagem, o jovem apenas entrega os documentos com um sorriso no rosto, pois nada tinha a temer. Segue o baile, e os dois chegam na casa dos pais da mocinha.

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Logo ao chegar eles são recebidos calorosamente pelos pais da moça, os ARMITAGE, o pai é um neurocirurgião picudo, e a mãe uma psicóloga greluda que manja das hipnoses (guardem isso na mente).

Até aí tudo normal, porém nosso heróis repara que, TODOS, repito TODOS os serviçais da casa são negros. EXAGEREI UM POUCO, pois são apenas 2 (kkkk). A empregada e o caseiro são negros. E ambos apresentam comportamentos bem estranhos.

Ao indagar ao velho papai Armitage sobre esse fato, o mesmo diz que, eles haviam sido contratados para cuidar de seus velhos pais, e quando os velhos morreram, ele e a esposa não tiveram coragem de despedir os empregados.

Segue o baile.

Em uma rodinha de bate papo no fim da tarde, os pais da menina descobrem que nosso jovem heróis é fumante, e que está tentando largar o vício, então a mamãe armitage greluda das hipnoses se oferece para tratar isso com o que?? HIPNOSE. Nada de pastilha, nem adesivos, nem porra nenhuma, a veia que entrar na cabeça do nosso jovem heróis, que recusa a oferta. Nesse momento aparece o terceiro armitage, o irmãozinho com cara de jovem estuprado.

Corta a cena e a família está reunida na mesa de jantar para comer uma bela refeição de alguma porcaria que americanos comem.

Nesse momento, e já um pouco escaldado, o nosso herói percebe um comportamento estranho da empregada na cozinha, mas, mantém o foco, e fica de boa.

Conversa vai e vem, o irmãozinho da mocinha resolve fazer umas perguntas idiotar para nosso heróis, do tipo: Você pratica esportes, alguma luta e etc…

Nosso heróis já havia praticado luta, era bom nos paranauê e manjava de chutar bundas.

CALMA AÊ…. PARA TUDO!!!!

Boa Merda Espero Que Tudo Corra Como Estas A Espera?PARA NÃO, CONTINUA LENDO QUE É IMPORTANTE!!! ❤

“”Enquanto escrevia esta bela resenha, recebi um pedido de uma leitora desta bagaça, e sim, assim como o papai Noel eu atendo os pedidos que me fazem, principalmente se for das pessoas que costumam ler as bobeiras que eu escrevo aqui, então, daqui pra frente, as resenhas vão ser um pouco diferentes, envolvidas em um ar de mistério e sedu… não, mistério… sim, vamos continuar esta resenha de uma maneira diferente, e espero que gostem ❤ “”

  • Se a proposta do filme era abordar de uma maneira diferente o racismo, afirmo que conseguiu com maestria, pois em nenhum momento você se dá conta do que realmente os Armitage escondem. Pois todos os tipos de perrengues que os negros sofrem aparecem em nossas mentes enquanto assistimos ao filme.

Será que eles vão furar o bucho do cara para vender um rim?? Será que o lance deles é canibalismo?? Estupro?? Já sei… esses branquelos tem alguma fazenda mais ao norte ainda do estado, e eles vendem negros para texanos usarem para plantar trigo!!!

Porra, jovem… nada disso (kkkkk)

Na real, o buraco é bem mais embaixo, tão embaixo que para ver o buraco você precisa levantar um monte de banha, igual ao umbigo da minha prima, saca??

De fato, o filme te dá algumas dicas bem sutis do que realmente te espera no final, porém você só consegue pescar cem por cento da carniça quando a carniça voa na tua cara… aí deu merda, né… vai ter que tomar banho. Uma dica que posso te dar é, prestem atenção nos criados da casa, eles são a primeira chave para você sacar qual é a jeba que vem vindo. Depois é só relaxar e deixar o filme te levar.

Merda – Wikipédia, a enciclopédia livre

 Nota: Para o futebolista polonês, veja Łukasz Merda.
Fezes de cavalo. Excrementos dos seres vivos são conhecidos vulgarmente como “merda” em português.

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Merda (do latim merda[1]) é um substantivo da língua portuguesa moderna que em seu significado primário, indica fezes humanas ou animais. É usado principalmente no contexto coloquial e é considerado um termo vulgar.

Nas línguas modernas não só em português, mas também em italiano, galego e catalão, é geralmente considerada um palavrão e seu uso fora da linguagem coloquial é hoje depreciativo como ofensivo, ou como uma expressão vulgar para expressar as ideias sobre as diferentes situações que podem ser desconfortáveis ou negativas. É usado de maneira vulgar para insultar uma pessoa ou um objeto.[2]

O termo já era usado no século I em sentido figurativo pelo poeta Marcial: “Sed nemo potuit tangere: merda fuit” (“Mas ninguém pôde tocar: foi uma merda“).[3]

Existe termos similares ou iguais em outras línguas, como mierda em castelhano e merde em francês.

Merda como boa sorte

No teatro antigo (e este uso estende-se ainda nos dias de hoje), merda era utilizada na linguagem entre artistas de teatro para desejar boa-sorte antes da entrada em cena.

[4] A expressão nasceu da língua francesa, merde, provavelmente no século XIX ou século XX, pelo fato de o público ter acesso à casa teatral por meio de carruagens a cavalos que, muitas vezes, amontoavam fezes em suas entradas; com ironia, a expressão correlacionava o fato de haver “muita merda” na entrada do teatro ao desejo de se ter também “muita sorte” em cena.[5]

Ver também

  • Fezes
  • Palavrão

Referências

  1. ↑ Entrada do vocábulo no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
  2. ↑ Entrada do vocábulo no Dicionário Dicio da Língua Portuguesa
  3. ↑ Claudio Aquati, Luis Augusto Schmidt Totti (2013). Xeretando a linguagem em Latim. [S.l.]: Disal Editora. p. 140 
  4. ↑ Luiz Antonio Sacconi, Minidicionário Sacconni de Língua Portuguesa, verbete “merda”, p.453
  5. ↑ Rosangela Aliberti, “Central de Atores”. São Paulo, 11.VIII.07. Acesso: 28 de Dezembro, 2009.
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