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Jean Mello

Jornalista, especialista em Planejamento de Mídias Digitais (FGV) e Web Analytics (Google Academy).

Discriminação Tag

    Alguns filhos são abandonados pelos pais simplesmente porque os pais acham que não poderão dar uma boa formação, a famosa da insegurança, ou mesmo por questões financeiras. Não dá para negar que em algumas situações o egoísmo impera. O abandono não é um problema novo. No...

 

Por Germano Gonçalves (O Urbanista Concreto)

 

Quem não quer sonhar num país que diz ser: divertido, descontraído e democrático.

Meninos e meninas, jovens e adolescentes, sonhando em serem: jogadores, músicos, escritores, artistas e modelos ou simplesmente bandoleiros de um sistema que não podemos mudar que temos que seguir custe o que nos custar, mas são livres para pensar, agir e ao menos tentar vamos nos atrever para termos a visão prática das coisas, alguém tem tudo para ser, mas não tem nada para fazer impedido por um conjunto de princípios.  

A ganância é a que nos corrompe é a que nos compra e se não vendemos sofremos, mas não vamos nos alugar vamos lutar. E nós somos assim, fazemos o nosso melhor sonhamos e tentamos não paramos, param conosco, ainda assim Deus está comigo, contigo com nós até o pescoço e realmente é para ser assim fosse o contrario um homem não teria tentado a engolir um caroço, deixando para nós os destroços de um destino à escondida que ninguém sabe o segredo, é preciso fazer uma opção de vida, mostrar o nosso caráter mesmo que os reis, os patrões, a elite nos achem esfarrapados, miseráveis e condenados aos seus poderes de que as forças mentais têm que seguir.

Em 14 de setembro de 2011, como um dos participantes do ciclo de palestras sobre empregabilidade, contando com profissionais dos mais diversos, falei sobre minha atuação enquanto educador social, blogueiro e escritor para dois grupos de jovens de primeiro ano de ensino médio da Escola Estadual Hadla Feres.

Em Carapicuíba, que hoje em dia tem por volta de 400.000 habitantes, a escola fica a mais ou menos meia hora do centro da cidade em um bairro chamado Vila Dirce. Não dá para repetir o jargão que envolve questões estruturais ou problemas de vulnerabilidade social que atinge também esse bairro e por consequência a escola. Trocar aqui algumas informações tem que me fazer colocar em evidência o que a comunidade escolar feito resolver o que aparece pelo caminho. Pelo menos essa é a visão que tenho e que é respaldada por alguns educadores que admiro.

É bom ressaltar que essa foi uma iniciativa da própria escola e que pode se desdobrar em outras mobilizações. Uma das coisas que me chamou atenção foi o envolvimento de parte do corpo docente, representado pela professora e mediadora de conflitos, Raquel Bertolai e da direção, que promoveu toda articulação através do diretor e também escritor José João de Alencar – Psicanálise e Educação: A escuta e a fala na escola pública e o fortalecimento dos laços sociais, esse é o nome do livro que ele escreveu e que esses dias terminei de ler, recomendo para quem quer fazer algo para que o ambiente escolar seja mais humanizado e humanizante. Será que nas escolas, de um modo geral, as pessoas enxergam o outro como legítimo outro?

Quando nasce uma poesia junto com ela vem o sentimento, alegre ou triste;
Simplista meu detalhamento acerca dos sentimentos não é? São apenas palavras…
As palavras se juntam e dá pra ler ainda mais que o que está no papel,
Não se restringe ao que está escrito, dito, compartilhado
Diz muito mais que as palavras impressas, fala até mais que o poeta
Não precisa de rima e nem de algumas regras desnecessárias,
O que não pode ficar de fora é a alma no papel

Angélica Rente e André Luiz dos Santos são meus amigos de faculdade, de quando estudava na Universidade São Marcos. É até irônico chamar um professor de amigo, o tradicionalismo acadêmico não permite tamanha “heresia”. Só não deixo passar que estou falando de alguém com uma bagagem técnica, prática e teórica, que inspirou e inspira muita gente na universidade e fora dela. Essas são palavras minhas e não dele. André Luiz dos Santos

Ao mesmo tempo, nem sei o que perguntar, para uma das pessoas que me deu um empurrão, mesmo sem perceber, para que meus olhos se abrissem para a sinergia entre a arte e a educação, por exemplo. Sim, nem sei se ela sabe, mas, Angélica Rente contribuiu para isso…

Na falta de caminhada e até mesmo na incompreensão é que muitos estão situados, em não entender o mundo em sua plenitude. Qual é a voz que precisa ser ouvida para que possamos entender a tal da realidade? E como é que dá para “classificar”...

Uma noite espetacular, diferente de outra qualquer, única, fazendo parte de uma história sem precedentes. Homens e mulheres caminhando pelo luar na cidade grande e em um mundo completamente hostil e cruel.

Havia todos os tipos de pensamentos e atitudes no coração de cada pessoa que caminhava pela Avenida Paulista. Uns queriam ir ao cinema ver filmes alternativos, outros apenas tomar um café. A grande maioria das pessoas apenas caminhava e contemplava  a beleza daquela noite tão importante.

O maravilhoso era ver os artistas compartilhando suas obras ao ar livre. Os olhos mais atentos queriam ver a beleza de tudo que estava disponível naquele lugar. Riqueza entregue gratuitamente, ou melhor, pelo preço que todos podiam ou queriam pagar. Cada um produz seu próprio preço para visualizar coisas que é fruto de muito esforço. Quem foi que disse que arte é sinônimo de relaxo? Ao contrário, o artista muito busca para encontrar sentido em sua própria arte, muitas pessoas é que não dão valor.