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Jean Mello

Jornalista, especialista em Planejamento de Mídias Digitais (FGV) e Web Analytics (Google Academy).

Deus Tag

 

Muitos escritores que escrevem de maneira mais livre e aparentemente descompromissada, por não seguir certas regras acadêmicas, não por desconsiderá-las, mas por achar que existe outro espaço que seja ideal para fazer isso, são tratados como não capacitados para se dedicar ao “ofício” da escrita. É assim que consigo escrever, de modo opinativo e convidativo.

Quando criei esse site pensei em fazer desse ambiente um lugar “informal”. Assim posso revelar através de qualquer coisa aqui escrita opiniões, às vezes até carregadas de obviedades e certezas coletivas, mas, mesmo assim, são coisas que alguém está dizendo com toda sinceridade e espera que o leitor possa permear esses escritos com seriedade. Só que a seriedade não consiste em uma cara fechada, sem a presença do sorriso que dá formosura ao rosto. Seriedade significa compromisso com o que está se comprometendo. É com comprometimento que o educador conquista o respeito dos educandos.

Geralmente quem se compromete com um modo mais “informal” de produzir conhecimentos, também faz isso na prática. Ou seja, na execução das ideias. Isso também não vale para todos. Seria leviano da minha parte afirmar com todas as letras algo que padronizasse os seres humanos.

Com o envolvimento de mais de 350 especialistas, e sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, a Coleção Geral da História da África é a principal referência para quem deseja acessar uma versão não colonialista sobre o passado do segundo continente mais populoso da Terra

Declarado pela Assembleia Geral das Nações Unidas como Ano Internacional para os Povos Afrodescendentes, 2011 é um momento ímpar para impulsionar e visibilizar mobilizações que envolvem a população negra no mundo inteiro, com a incumbência de ter continuidade ao longo dos anos.

Uma das conquistas, não apenas para o Brasil, mas também para os países africanos de língua portuguesa (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe), de bastante importância e relevância de resistência histórica, foi a tradução ao português da Coleção História Geral da África, em dezembro de 2010. A publicação vem ganhando força durante o ano, principalmente nos três primeiros meses, período em que alcançou mais de 80 mil downloads. As versões impressas encontram-se em todas as universidades e bibliotecas públicas do Brasil.

A tradução se deu por conta das parcerias entre a Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura das Nações Unidas (Unesco), a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (Secad/MEC), sabendo que também essa já era uma demanda solicitada por parte do Movimento Negro no Brasil e outros Movimentos de Libertação em países africanos. A edição em português veio quase trinta anos depois da publicação original. Editada pela UNESCO, entre as décadas de 80 e 90, os volumes foram sendo disponibilizados em diversos idiomas: inglês, francês, chinês e árabe.

De sistemas em sistemas… Amores, dissabores… Já pensou se o dissabor – essa eterna sensação de coisas inacabadas, cobrando sempre quanto aos defeitos das pessoas – vem da própria insatisfação, que nunca será satisfeita, apenas por esperar perfeição do seu semelhante? De entregas em entregas… Sempre...

 

 

E quantos aos educadores… Sim, àqueles que ainda acreditam que algo pode mudar, até mesmo em suas práticas pessoais, colocando em xeque até mesmo o que se tem como absoluta. Para vocês também é que essa breve carta está sendo escrita. Apenas faço um alerta, antes de tudo, que não espere encontrar nenhuma resposta por aqui. Considero que apenas encontrará outros questionamentos, coisas que precisarão ser formuladas.

Posso até dizer, sem medo de me enxergarem como alguém desconexo da realidade… Tenho muito amor pelas coisas que todos educadores enfrentam em todo território brasileiro. Uma das realidades é que muitos professores são submetidos, todos os dias, a condições sub-humanas. A sala de aula é o palco da guerra, tanto para os educandos quanto para os educadores. Já cansei de ver angústias que poderiam ser evitadas. E quanto aos sacrifícios? Quantas coisas têm acontecido em escolas de todo país e quase ninguém tem se dado conta de que a luta é legítima.

Sem contar, com todas as letras, sem mais delongas, que pode acontecer mais casos de Realengo se alguma medida não for tomada.  Deixa eu me explicar, até mesmo para que meus textos não sejam destorcidos por ninguém: não torço para que ninguém morra nas mãos de ninguém. Sou a favor dos sonhos, tanto é que tenho dentro de mim todos os sonhos do mundo. Mas, sem esconder nada, estamos sabendo para onde ir? Estamos, em nossa sociedade, sabendo educar as crianças e os adolescentes? Quantos pais e filhos perdidos em seus próprios desígnios, não sabendo nada acerca da própria educação, sabendo dos níveis básicos, quase ninguém está dando conta.

 

Por Germano Gonçalves (O Urbanista Concreto)

 

Quem não quer sonhar num país que diz ser: divertido, descontraído e democrático.

Meninos e meninas, jovens e adolescentes, sonhando em serem: jogadores, músicos, escritores, artistas e modelos ou simplesmente bandoleiros de um sistema que não podemos mudar que temos que seguir custe o que nos custar, mas são livres para pensar, agir e ao menos tentar vamos nos atrever para termos a visão prática das coisas, alguém tem tudo para ser, mas não tem nada para fazer impedido por um conjunto de princípios.  

A ganância é a que nos corrompe é a que nos compra e se não vendemos sofremos, mas não vamos nos alugar vamos lutar. E nós somos assim, fazemos o nosso melhor sonhamos e tentamos não paramos, param conosco, ainda assim Deus está comigo, contigo com nós até o pescoço e realmente é para ser assim fosse o contrario um homem não teria tentado a engolir um caroço, deixando para nós os destroços de um destino à escondida que ninguém sabe o segredo, é preciso fazer uma opção de vida, mostrar o nosso caráter mesmo que os reis, os patrões, a elite nos achem esfarrapados, miseráveis e condenados aos seus poderes de que as forças mentais têm que seguir.