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Jean Mello

Jornalista, especialista em Planejamento de Mídias Digitais (FGV) e Web Analytics (Google Academy).

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Era para ser uma carta que ainda não posso escrever. Também escrevo para preencher vazios, lacunas.

Não me importo muito, quando gosto do som, resolvo que ele merece que eu me debruce.

Realmente sei que trago comigo versos carregados de ventanias de pensamentos e inspirações minhas, de meu pobre coração.

Por Carol Nunes

Os jovens da periferia figuram pouco como protagonistas nos noticiários: são associados em grande parte a fatos negativos e têm poucas oportunidades para expressar suas próprias visões de mundo sem o julgamento do restante da sociedade. Por isso, queremos ouvir o que eles têm a dizer sobre o seu lugar. Em uma tentativa de compreender o significado de periferia, questionamos como eles a definem e de que forma ela se relaciona com suas vidas?

Esqueça, por enquanto, os indicadores e o esforço das políticas nacionais em criar mecanismos de avaliações para medir a qualidade da educação neste amplo território.

Jogue fora, depois você pode até revirar a lata de lixo procurando os métodos de ensino de apostilas, até porque você será cobrado exatamente por isso, os “conhecimentos” condicionantes para o vestibular, quantos alunos entraram na Universidade de São Paulo é o que vale para definir o que é uma boa escola. Mas na verdade não é isso. Alguém inteligente pode nem ter diploma.

Lógico que a urgência emerge em meio às palavras dos poetas. Sorrisos e lágrimas em palavras nas entrelinhas ou com uma força que a alma alienada, anestesiada, não aguenta.

Vejo, assim como as palavras do poeta, o mundo regredir entre a fé, ou a falta de fé, e o dinheiro. Algumas das minhas reflexões por aqui ressaltam exatamente estes pensamentos. Não tenho longe de mim qualquer espinho na carne.