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Jean Mello

Jornalista, especialista em Planejamento de Mídias Digitais (FGV) e Web Analytics (Google Academy).

Tempo em que ainda dá tempo de mudar

Acredito, as pessoas não são más, estão perdidas. Também não posso negar, perdição gerando maldade. Relativizar não é o caminho. Simples, imaginamos mesmo, disso tenho certeza, não quero te ver triste assim não. Muitas devem ser as músicas para te trazer amor.

Penso, como compositor, que quando uma criação dessa vem à tona, estava no interior faz tempo, na alma. Não no porão da Psiquê (personificação da alma). Tá, algo citado nesse parágrafo já foi representado faz tempo, Metamorfose Ambulante.

Não tenho direito de fugir do foco. Ainda dá tempo de percebermos que muito precisamos fazer, nos falta pouco tempo para recuperarmos o lado belo de ser humano.

Esse Rap é Humanista. Compare as letras com algumas afirmações de Carl Rogers e verá. Recomendo um dos mais conhecidos, Tornar-se Pessoa.

Pode estender sua busca – também – ao existencialismo de Jean Paul Sartre. Sem medo de errar, a riqueza do conteúdo faz interlocução com alguns livros que li.

Mas aqui não escrevo para disparar uma metralhadora de citações. Apenas ouça a mensagem, compare com a realidade que está diante de seus olhos, mas não se esqueça de fazer ligação com outras linguagens de conhecimentos, profundo.

Ainda dá tempo. Tempo em que ainda temos de tempo de transformações internas e, por consequência, coletivas.

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Metáforas reais e imaginárias!

Seria fraco alguém que coloca para fora os sentimentos e as emoções? Insensível é quem faz questão de não ouvir?...

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