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Jean Mello

Jornalista, especialista em Planejamento de Mídias Digitais (FGV) e Web Analytics (Google Academy).

Ao som de Milton Nascimento curto minha ‘vibe’!

Ao som de Milton Nascimento curto minha ‘vibe’. Nada, um acúmulo que, como uma cachoeira lendária, dessas que vemos em algum canal televisivo ou em uma dessas ‘andarilhagens’ pelos lugares propagados no marketing turístico, desencadeou no mestre. Fique em paz… Explico essa análise rasa e confusa. A cachoeira lendária é o Milton, ícone da música brasileira. A trilha para chegar na cachoeira com aquela cascata de arrasar foram todos os sons que até agora ouvi antes dele. 

Espere, hoje o que mais quero é escrever. Um texto chapado e postar em minha página. Deixo claro… Me utilizo de métodos acadêmicos, como pesquisa densas e empíricas. Mas escrevo para leigos.

A prova de que é para leigos? Final da Tarde! Dessa vez eu estava em um parque da sul de Sampa. Para ser mais preciso, próximo ao metrô Conceição. Risada. Escada que dava em paisagens que ninguém poderia narrar com sabedoria humana, tampouco a de Salomão. Árvores. Pessoas. E eu, abraçado, colado, com meus sonhos.

Era um dia de semana, eu de folga do trampo. Não esperava. Quando olhei para o horizonte, aquele que sigo com unhas e dentes, contemplei o sol em minha direção. Focado em meus olhos. Meu foco? Novamente fui tomado pelo amor no final de tarde e um começo de noite.

Olhei nos olhos de tudo em que não dura apenas uma vida. Tipo as 13 vidas de um gato. Em todas elas eu viveria o mesmo momento do parque, pura escolha. E se eu tivesse um gato – animal doméstico mesmo – colocaria o nome de Tininho.

Tenho essa impressão de sonhar em ter um quintal grande, uns filhos, animais, jardim, livros, filmes, sabedoria, uns pedaços do Velho Testamento, o Novo Evangelho de Cristo Jesus, um bom vinho. Escrever e cantar, sorrir e, ao fundo, uma luz azul clara, bem clarinha, apenas como símbolo, da mesma forma que a Mezuzá e a Estrela de Davi. Talvez algum outro ícone africano ou japonês.

Pés descalços, simplicidade ou riqueza. Um Rap ou uma MPB. Pode ser música instrumental também. Eu, vivendo os sonhos das vidas, utopia. Gravando e compondo, ainda acusado de egoísmos. Quero, apenas isso desejo, deixar marcas boas nesse mundo tão desacreditado. Não sozinho.

Meus textos, livres. Fique calmo ou calma. Ainda não me esqueci da origem desse escrito, Milton Nascimento.

Em breve divulgarei nova parte da nova série de meu site – fui tomado pelo amor no final da tarde. Hoje ao som de Milton. Amanhã, quem sabe?

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