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Jean Mello

Jornalista, especialista em Planejamento de Mídias Digitais (FGV) e Web Analytics (Google Academy).

Fatalidades e medos inoportunos

Ainda exalando certeza de que um mundo melhor é tremendamente possível. Um mundo que pode existir na plenitude de seu coração, pode refletir no meu, bater na alma do próximo, de alguém que te odeia ou ama. Ainda tem dúvida? Olhe para sua própria vida e veja o quanto seus pensamentos mudaram.

Algumas crises são propositais. É permitido que você passe pelo “vale da sombra da morte”, para que cresça nos mais profundos desígnios. A beleza de sua existência depende da inevitável dor da visão. Nunca pensei que existisse morte geradora de plenitude vital.

Fatalidades podem se traduzir em medos inoportunos. Colocar para fora a esperança não é fácil.

Uma lição, algo que soa parecido com a morte do desejo doentio de perfeição. Quem imprimiu em você as mentiras desacreditadas de um mundo covarde? Lógico que se as cortinas se abrirem não sobra quase nada real.

Triste, perfeito e imperfeito, você também faz parte do jogo da impossibilidade de reação diante do injusto. Pode parecer o mais puro retrato da alienação. Mesmo assim prefiro exalar esperança, junto com espada da verdade, para não mais ser escravo do porvir. Compartilhe desse desejo. Sua existência terá mais sentido.

Perfeito, ou quase, apesar de saber que o quase não existe, é sim ou não. Um caminhar ao topo ou ao necessário alicerce. Escrever é quebrar com estruturas pessoais até então inquestionáveis.

Agora sei que sempre fui um homem livre, controlador do ódio contido em minha alma que estava quase se perdendo.

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