Como calcular o rendimento de um título usando o excel

Nesta página você encontrará todas as planilhas financeiras disponibilizadas aqui no HC Investimentos, segmentadas por tópicos.

Estas planilhas financeiras poderão lhe auxiliar a entender o básico sobre cálculos financeiros, além de serem um ótimo suporte para sua estratégia de alocação de ativos.


Planilhas Financeiras HC Investimentos

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Planejamento Financeiro

  • Planilha extremamente fácil de usar
  • Gráficos com a Evolução do Patrimônio
  • Simule mudanças e compare resultados
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Como Atualizar a Cotação de Ações, Títulos Públicos e Fundos Imobiliários pelo Excel

  • Planilha para atualizar em 1 clique a cotação de diversas Ações
  • Atualize a cotação dos Fundos Imobiliários
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Como Calcular o Risco de um Investimento

  • Calcule o Risco utilizando a fórmula desvio-padrão
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  • Planilha para entender o conceito de volatilidade
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Como Calcular o Retorno de um Investimento

  • Saiba o método correto para calcular retorno
  • Calcule o retorno de sua carteira de investimentos
  • Planilha para calcular a rentabilidade mensal e acumulada
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Como Calcular a Rentabilidade Mensal e Anual

  • Calcule a rentabilidade mensal de um investimento
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  • Planilha para automatizar os cálculos com o recurso Tabelas
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Saiba se sua Carteira está bem Diversificada

  • Saiba como medir o potencial de diversificação
  • Entenda como a diversificação reduz riscos
  • Planilha para simular diferentes diversificações com dados passados
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Como Calcular o Preço Justo dos Fundos Imobiliários

  • Planilha para entender o processo de valuation dos FII
  • Saiba qual taxa de desconto utilizar em seus cálculos
  • Atribua um prêmio de risco para sua margem de segurança
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Como Calcular a Rentabilidade dos Fundos Imobiliários

  • Planilhas com Método utilizado pelo Sérgio Belleza
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  • Método utilizado pelos administradores (TIR)
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Como Calcular Rentabilidade Real

  • Calcule a rentabilidade real de um investimento
  • Planilha para Calcular Rentabilidade Real Mensal e Anual
  • Automatize os cálculos com o recurso Tabela
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Como Calcular a Rentabilidade nos Últimos 12 meses

  • Planilha para calcular o retorno nos últimos 12 meses de um investimento
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  • Automatize os cálculos com a inclusão de novos dados

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Como Calcular a Correlação entre Investimentos

  • Saiba como utilizar a fórmula CORREL
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Como Importar Dados da Web para o Excel

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  • Planilha para automatizar a importação de dados
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Como Calcular Juros Compostos

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Como Atualizar Índices Financeiros com Excel

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Como Calcular o P/L Atual do Ibovespa

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  • Conheça o P/L de cada empresa do índice
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Índice de Sharpe

  • Calcule a relação entre retorno e risco
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Índice Beta

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Hedge: O que é e como Fazer

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5 Indicadores Financeiros

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IFIX: Índice de Fundos Imobiliários

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Como Investir em Ouro

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Como Diversificar Ações

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  • Analisar a relação entre retorno e risco do IBOV e SMLL
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Otimização de Carteiras

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Inflação Histórica (IPCA e IGP-M)

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Fronteira Eficiente de Harry Markowitz

  • A relação entre retorno e risco
  • A fronteira eficiente entre Ibovespa e Selic
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Método da Alocação Mínima (Aportes Mensais)

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Calcule o rendimento de um título até o vencimento com VBA

Calcule o rendimento de um título e resgate de uma ligação através do método de bisseção e VBA. Outrossim, o rendimento até o vencimento de um título não é dado por uma equação simples e explícita. Como resultado, você precisa de métodos iterativos para retroceder a fórmula de precificação de títulos.

Do mesmo modo, a função TAXA do Excel, calcula iterativamente os rendimentos dos títulos. No entanto, você pode querer calcular essa quantidade com um pequeno código VBA e criar sua própria fórmula.

Usando VBA para calcular o rendimento de um título

Mas por que usar o VBA quando a fórmula TAXA resolve? Bem, existem vários bons motivos.

Como Calcular o Rendimento de um Título Usando o Excel

  1. Você aprende a teoria por trás do método de bisseção e aplica os conceitos a um problema prático.
  2. Você pode aproveitar seu novo conhecimento para resolver outros problemas numéricos complicados, como o cálculo da volatilidade implícita.
  3. Você ganha familiaridade com o VBA – uma ferramenta amplamente usada em negócios e finanças.

Essa equação descreve o preço de um título

C(1 + R)-1 + C(1 + R)-2 + . . . + C(1 + R)-N + B(1 + R)-N = P

Leia também:  Como ajudar uma amiga que está sofrendo abusos

Onde:

C = pagamento anual do cupom.
N = número de anos até o vencimento.
B = valor nominal.

P = preço de compra.

Veja outra equação para rendimento de um título

Esta equação não pode ser rearranjada para dar i. Logo e seguida, mostrarei um pouco de VBA que aplica o método de bisseção para resolver esta equação para i

Como Calcular o Rendimento de um Título Usando o Excel

Onde temos:

  • C é o cupom
  • i é o rendimento até o vencimento
  • M é o valor nominal
  • F é a frequência de pagamento
  • n é o número de pagamentos

Copie e cole a tabela a seguir, na célula A1 em uma nova planilha de Excel.

Calcular Rendimentos de um título.
Dados
Descrição
20 Anos até a maturidade
6 Frequência de Pagamento
 R$             15.000,00 Valor nominal
8,45% Taxa anual de cupons
 R$               2.300,00 Valor presente
=A4*TAXA(A3*A4;A5*A6/A4;-A7;A5;0) Rendimento até o vencimento usando TAXA
=RendimentoDaMaturidade(A5;A3;A6*A5;A7;A4) Rendimento da maturidade usando VBA e Bisseção

Use o código VBA a seguir. Copie e cole na área do Visual Basic Applications de sua pasta de trabalho. Depois acrescentes as seguintes funções.

Function BondPrice(ParValue As Double, NumeroDePagamento As Double, RendimentoDaMaturidade As Double, Coupon As Double, Frequency As Double)

BondPrice = Coupon / Frequency * (1 – 1 / (1 + RendimentoDaMaturidade / Frequency) ^ (NumeroDePagamento * Frequency)) / (RendimentoDaMaturidade / Frequency) _
+ ParValue / (1 + RendimentoDaMaturidade / Frequency) ^ (NumeroDePagamento * Frequency)

End Function

Function RendimentoDaMaturidade( _
ByVal ParValue As Double, _
ByVal NumeroDePagamento As Double, _
ByVal Coupon As Double, _
ByVal Price As Double, _
ByVal Frequency As Double) As Double

Dim epsilonABS As Double
Dim epsilonSTEP As Double
Dim iMid As Double
Dim niter As Integer
Dim iLower As Double
Dim iUpper As Double

epsilonABS = 0.0000001
epsilonSTEP = 0.0000001
niter = 0
iLower = 0.0000001
iUpper = 1

Do While niter < 100 _ Or iUpper - iLower >= epsilonSTEP _
Or Abs(BondPrice(ParValue, NumeroDePagamento, iLower, Coupon, Frequency) – Price) >= epsilonABS _
And epsilonABS = epsilonABS
iMid = (iLower + iUpper) / 2
If Abs(BondPrice(ParValue, NumeroDePagamento, iMid, Coupon, Frequency) – Price)

Yield to maturity: o que é e como calcular essa taxa de retorno

Ao analisar suas aplicações, os investidores geralmente levam em conta uma taxa que é conhecida como yield to maturity (YTM) ou rendimento até o vencimento.

Por isso, é extremamente importante que os investidores interessados em renda fixa entendam o que é yield to maturity e como calculá-lo.

O que é yield to maturity?

Yield to maturity (YTM) ou rendimento até o vencimento é a taxa de retorno que os investidores possuem ao comprar e manter um título até o seu vencimento. Nesse caso, é suposto que o emitente cumpra com todos os pagamentos programados de juros e principal.

O yield to maturity tem uma fórmula específica para ser calculado, que depende de alguns fatores como os valores corrente e de face, juros anuais e o número de anos até o vencimento.

Como calcular o yield to maturity?

Como Calcular o Rendimento de um Título Usando o Excel

Primeiramente, é necessário saber que o yield to maturity de uma obrigação com preço corrente igual ao seu valor de face vai equivaler sempre ao cupom.

Por isso, fórmula do yield to maturity é a seguinte:

Como Calcular o Rendimento de um Título Usando o Excel

Onde:

  • R = cupom de juros ou quantidade paga em juros no período;
  • F = valor nominal ou valor de face do título;
  • P = preço pago pelo investidor pelo título;
  • n =  período de maturação.
  • No caso de o valor da obrigação ser diferente do valor de face, o yield to maturity vai ser diferente do cupom.
  • O rendimento de uma obrigação até seu vencimento, supondo um pagamento anual de juros, pode ser obtido com a fórmula rd.
  • Quer dizer, o valor corrente e o valor de face, os juros anuais e a quantidade de anos até o vencimento são as variáveis conhecidas, e a incógnita da equação é o retorno requerido que equivale ao rendimento da obrigação até seu vencimento.

Exemplo de cálculo de yield to maturity

O yield to maturity pode ser encontrado através de alguns instrumentos como:

  • Planilha do Excel;
  • Calculadora financeira;
  • Tentativa e erro.
  1. A calculadora financeira a forma mais fácil de encontrar o yield to maturity, pois pode calcular esse valor automaticamente.
  2. Para entender melhor como é feito o cálculo de yield to maturity, veja o exemplo abaixo:
  3. Um investidor quer encontrar o YTM da obrigação de X companhia e tal obrigação possui as seguintes características:
  1. Está sendo negociada a $920;
  2. Tem cupom de 10% ao ano;
  3. Tem valor de face de $1.000;
  4. Os juros são pagos anualmente com vencimento a cada 10 anos.

Então:

  • YTM = [(100 + (1000 – 920)/10]/2) / (1000+920)/2
  • YTM = 11,25%

Logo, temos que o Yield to Maturity desse título é igual a 11,25% ao ano.

Como interpretar o yield to maturity?

Enfim, o rendimento até o vencimento (YTM) corresponde ao retorno total antecipado sobre um título, no caso de esse título ser mantido até seu vencimento. É tido como um rendimento de títulos de longo prazo, porém expresso em forma de taxa anual.

Ou seja, pode-se dizer que yield to maturity é a taxa interna de retorno (TIR) de um investimento em um título, no caso de o investidor manter o título até o vencimento, realizando todos os pagamentos conforme programados e reinvestindo na mesma taxa.

Quer aprender mais sobre o yield to maturity e outras taxas do mercado financeiro? Fale com a Suno, contamos com uma equipe altamente qualificada para orientar seus investimentos. Aproveite para baixar gratuitamente o e-book “10 livros que todo investidor deveria ler”.

Excel Function FV

DURATION (A duração anual de MacCauley)

Problema Exemplo:

Suponha
que você esteja pensando em comprar uns títulos dos Estados Unidos com os
seguintes termos:  data de
liquidação, o primeiro de janeiro de 2002; data de vencimento, primeiro de janeiro
de 2010; taxa nominal anual de juros, 8%; taxa de juros efetivo, 9%; 2
pagamentos de juros cada ano; e base Atual para contar o número de dias.  Qual é a duração do título?

Observações:

A funç ão DURATION retorna a duração financeira para um
investimento de acordo com o formulário de MacCauley.  Segundo MacCauley, a duração é a média ponderada do valor
presente dos recursos gerados.

  Utiliza-se
a duração como uma maneira de medir a reação do preço de um título em
comparação com os diferentes níveis de rendimento.

  A função pede o seguinte: DURATION(settlement, maturity,
coupon, yld, frequency, basis) [DURAÇAO(liq, vencto, cupon, rendto, freq,
base)]:

  • settlement é a data de liquidação do título.  Por exemplo, nos Estados Unidos a data de liquidação é geralmente 48 horas depois de comprar o título.
  • maturity é a data de vencimento do título.
  • coupon é a taxa nominal anual de juros.
  • yld é o rendimento anual ou a taxa de juros efetivo.
  • frequency é o número de cupons ou pagamentos de juros cada ano.
  • basis determina o tipo de base que se usa para contar o número de dias em um mês e um ano.
  • 0     
    = US (NASD) = 30 dias cada mês e 360 dias cada ano
  • 1     
    = Atual = 28, 29, 30, ou 31 dias cada mês e 365 (o 366) dias cada ano
  • 2     
    = Atual/360 = 28, 29, 30, ou 31 dias cada mês e 360 dias cada ano
  • 3     
    = Atual/365 = 28, 29, 30, ou 31 dias cada mês e 365 dias cada ano
  • 4      = Europeo = 30 dias
    cada mês e 360 dias cada ano
  • Como resultado, a função para determinar a duração é a seguinte:

DURATION(“1/1/2002”, “1/1/2010”,
0.08, 0.09, 2, 1) = 5.993775

Problema para o aluno:

Suponha que a companhia
Nossa Esfirra, S.A. tenha investido seu dinheiro excedente em títulos dos
Estados Unidos.  A data de liquidação
para os títulos foi primeiro de janeiro de 2000.

  A data de vencimento é primeiro de janeiro de 2010.  A taxa nominal anual de juros é 8.6%, e
a taxa de juros efetivo é 7.23%. 
Nossa Esfirra, S.A. receberá 2 pagamentos de juros cada ano.

Leia também:  Como beber sem ser descoberto: 11 passos (com imagens)

  O sistema que se utiliza para contar o
número de dias é Atual.  Qual é a
duração desses títulos?

DURATION(“1/1/2000”, “1/1/2010”, 0.086,
0.0723, 2, 1)

=

7.06

Função =Vfplano (calcular rendimentos no Excel)

Hoje aprenderemos uma função financeira extremamente útil, a função =Vfplano. Ela corrige um valor inicial por uma sequência de taxas de juro (compostas) e sua vantagem é fazer o cálculo completo em apenas uma célula e com uma função bem simples.

  • Lembramos que, caso seu Excel seja 2003 ou anterior, essa função só pode ser acessada através do complemento “Ferramentas de Análise”, para saber como instalá-lo clique aqui. 
  • A sintaxe é =VFPLANO (capital;plano), onde, o parâmetro capital é o capital inicial e o plano é o intervalo de taxas compostas que serão aplicadas sobre o valor do capital, para a obtenção do valor futuro do investimento inicial.
  • Vejam o seguinte exemplo:
  1. Notem que temos um montante inicial que foi investido e taxas variáveis de juros ao mês durante 1 ano, tudo que precisamos para usar a função Vfplano. Para isso vamos selecionar a célula onde desejamos inserir o valor corrigido e inserir a sintaxe já adaptada aos nossos dados =VFPLANO(C5;B8:B19)
  • Veja que o valor informado é o inicial mais as variações de juros que dispomos em nossa planilha.

Rápido e fácil, certo? Agora projete seus investimentos de maneira mais apurada, com essa função.

Abaixo segue o link para download da planilha usada em aula.

Problemas com o download?

Veja nosso tutorial e saiba como resolver qualquer tipo de problema que você enfrentar para baixar, abrir ou executar nossas planilhas.

Saiba calcular o rendimento real de investimentos e pare de perder dinheiro

Entender qual é o rendimento real de um investimento e saber como calculá-lo é fundamental para não perder dinheiro. O ganho real, que desconta a inflação, é o que faz o seu patrimônio crescer no longo prazo. Os bancos e corretoras normalmente informam o valor bruto, mas é preciso descontar taxas e impostos para descobrir o valor líquido.

“As pessoas normalmente só olham a taxa nominal. Elas não consideram os custos, como a taxa de administração ou de custódia, o Imposto de Renda e, principalmente, a inflação”, afirmou Bernardo Pascowitch, fundador do buscador de investimentos Yubb.

Leia também:

Entenda as diferenças entre rendimento bruto, líquido e real de um investimento e aprenda como fazer os cálculos corretamente.

CDI é referência para investir em renda fixa

Selic, CDI, CDB, LCI, IR… Muita gente não entende todas essas siglas, desiste de entender e prefere ficar na poupança.

“A taxa da poupança já é dada. Hoje rende 70% da Selic. E não tem Imposto de Renda. Essa simplicidade atrai muita gente, apesar de a caderneta render pouco”, disse André Bona, educador financeiro do Blog de Valor.

O primeiro passo para quem pretende investir é entender que a maioria das aplicações de renda fixa utiliza um referencial, a taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que é uma média dos juros cobrados em operações realizadas diariamente entre os bancos.

A taxa do CDI (ou taxa DI) é muito próxima da taxa básica de juros, a Selic, que é definida periodicamente pelo Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central).

A Selic atualmente está em 6,5% ao ano, enquanto a taxa do CDI vale 6,39% ao ano. Embora seja calculada diariamente, a taxa do CDI praticamente não varia, exceto quando a Selic é alterada. A taxa do CDI pode ser consultada no site da Cetip.

Como calcular ganho de CDB e poupança

Se um CDB (Certificado de Depósito Bancário) oferece um rendimento de 120% do CDI ao ano, o ganho bruto desse investimento corresponde a 7,67% ao ano. A conta é assim:

  • 6,39% (taxa do CDI) x 1,2 (120% / 100) = 7,67%

No caso da poupança, o rendimento é de 70% da Selic, ou seja 0,7 multiplicado por 6,5, o que resulta em um ganho de 4,55% ao ano. Veja a conta:

  • 0,7 (70% / 100) x 6,5 (Selic) = 4,55%

Veja como comparar investimentos pré e pós-fixados

Alguns investimentos possuem taxas prefixadas, ou seja, o investidor fica sabendo na hora da aplicação qual será o rendimento bruto. Se um CDB “pré” paga 8% ao ano, essa taxa corresponde ao ganho bruto.

Já os investimentos pós-fixados normalmente oferecem um percentual do CDI. O ganho só será conhecido no vencimento da aplicação, pois o CDI pode variar durante o período de aplicação.

Como comparar duas aplicações diferentes, uma pré e outra pós-fixada? “O ideal é sempre comparar em relação a um mesmo parâmetro. O CDI é a melhor referência para investimentos de renda fixa”, disse Bona.

O investidor precisa converter a taxa prefixada para um percentual do CDI. No exemplo dado, de um CDB que paga 8% ao ano, faça a seguinte conta:

  • 8 (taxa do CDB pré) / 6,39 (taxa do CDI) = 1,25 x 100 = 125

A conclusão é que esse CDB pré-fixado de 8% ao ano paga o equivalente a 125% do CDI.

Cálculo de títulos atrelados à inflação (Tesouro IPCA)

Outra possibilidade de investimento são os títulos atrelados a um índice de inflação, como o Tesouro IPCA. É preciso considerar as projeções do mercado financeiro para a inflação dos próximos anos. Esse dado pode ser encontrado no Boletim Focus, divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central.

Para os títulos mais longos, utilize a projeção mais distante disponível, no caso o IPCA para 2021, de 3,93%. Por exemplo, se um título do Tesouro IPCA com vencimento em 2024 paga taxa de 5,43% ao ano, o rendimento bruto aproximado desse investimento será a soma de 3,93% com 5,43%, ou seja, 9,36% ao ano.

Para converter esse número para um percentual do CDI e comparar com outras opções de investimento, divida 9,36 por 6,39. O resultado será 1,46, ou 146% do CDI ao ano.

Bancos e corretoras não informam valor líquido

O rendimento bruto de um investimento é a informação que normalmente está disponível para consulta nos sites dos bancos e nas plataformas das corretoras. No entanto, esse dado não reflete o valor que o investidor efetivamente receberá quando decidir sacar o dinheiro.

Dependendo do tipo de aplicação, ela está sujeita à cobrança de Imposto de Renda. É o caso dos títulos do Tesouro Direto, dos fundos de renda fixa ou multimercados e também dos CDBs, RDBs e LCs, opções que são oferecidas por bancos e corretoras.

A alíquota de imposto varia conforme o tempo em que o investidor mantém o dinheiro aplicado:

  • 22,5% para saques até seis meses após a data de aplicação;
  • 20,0% para saques entre seis meses e menos de um ano;
  • 17,5% para saques entre um ano e menos de dois anos;
  • 15% para saques após dois anos da data de aplicação.

“O imposto incide apenas sobre o rendimento, não é sobre valor total aplicado. Muita gente se confunde com isso e acaba deixando de investir ou coloca o dinheiro na poupança”, afirmou Pascowitch, da Yubb.

Se você aplicou R$ 1.000, e o investimento teve um ganho bruto de 10% durante um ano, o imposto incidirá apenas sobre o rendimento, ou seja, sobre R$ 100. Como o saque foi feito após um ano, a alíquota será de 17,5%, e o valor do imposto ficará em R$ 17,50. Logo, o ganho líquido será de R$ 82,50.

Porém, se o investimento tiver custos, como taxas de corretagem, de custódia ou de administração, você deve descontar primeiro esses custos do rendimento bruto e depois abater o imposto para chegar ao ganho líquido.

O Tesouro Direto, por exemplo, cobra 0,3% ao ano de taxa de custódia. Algumas corretoras também cobram taxa para aplicar em títulos públicos, que pode chegar a 0,5%.

“Diferente do imposto, que incide só sobre o rendimento, os custos incidem sobre todo o valor aplicado”, disse Pascowitch.

Por exemplo, se um título do Tesouro paga 10% ao ano de rendimento bruto, mas a corretora não cobra corretagem, você deve abater apenas a custódia, de 0,3% ao ano. Em seguida, multiplique pela alíquota de IR para chegar ao ganho líquido.

Leia também:  Como cantar na igreja sem ficar envergonhado: 11 passos

Cálculo de investimentos que pagam Imposto de Renda

Para calcular o rendimento líquido de qualquer aplicação sujeita à cobrança de IR, deve-se usar a seguinte fórmula matemática:

  • Rendimento Líquido = (Rendimento Bruto – Custos) x (1 – Alíquota do Imposto de Renda)

Na fórmula acima, a alíquota de IR deve ser transformada da forma percentual para a forma decimal. Para isso, basta dividir o número por 100. Por exemplo: uma alíquota de 17,5% corresponde a 0,175 (17,5 dividido por 100).

Se o rendimento bruto de uma aplicação no Tesouro Direto foi de 10%, e os custos somaram 0,8% (custódia de 0,3% e corretagem de 0,5%), a conta da rentabilidade líquida ficará da seguinte forma:

  • Rendimento líquido = (Rendimento bruto: 10 – custos: 0,8) x (1 – Imposto de Renda: 0,175) = 7,59% ao ano

A conta para investimentos que não pagam Imposto de Renda

Há aplicações que são isentas de Imposto de Renda. É o caso da poupança, das LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), LCAs (Letras de Crédito Agrícola) e das debêntures incentivadas.

No caso das aplicações isentas de IR, não é necessário fazer conta para achar o rendimento líquido. Ele será igual ao rendimento bruto.

O que rendeu mais: poupança, CDB ou Tesouro?

Veja no quadro abaixo alguns exemplos de investimentos e seus respectivos ganhos bruto, líquido e real nos últimos 12 meses. Os exemplos são reais, ou seja, consideram taxas registradas no mercado financeiro entre julho de 2017 e 2018. Os cálculos foram feitos a pedido do UOL pelo educador financeiro Bona, do Blog de Valor.

Foi considerada uma alíquota de IR de 17,5% para o cálculo do rendimento líquido, exceto para a poupança, que é isenta. O título do Tesouro sofreu desconto de 0,3% referente ao custo de custódia e admitiu-se que a taxa de corretagem na compra do título foi zero. A inflação medida pelo IPCA no período foi de 4,43%.

Os resultados mostram que os CDBs oferecidos por grandes bancos, que pagaram em média 85% da taxa do CDI, tiveram um desempenho pior até do que a poupança nos últimos 12 meses. A caderneta, por sua vez, rendeu menos do que CDBs de bancos médios (que normalmente pagam acima de 100% do CDI) e do que o Tesouro Selic.

“As pessoas acham que, pelo fato de não pagar Imposto de Renda, a poupança rende mais. Não é verdade. Há investimentos, como os CDBs de bancos médios, que pagam IR e, mesmo assim, rendem mais. E são tão seguros quanto a poupança, pois contam com a garantia do FGC [Fundo Garantidor de Créditos]”, declarou André Alírio, chefe da área de renda fixa da Nova Futura Investimentos.

Inflação reduz ganhos ao longo do tempo

O fato de a inflação estar baixa e sob controle não significa necessariamente que as aplicações estão rendendo mais. É preciso descontar a inflação para descobrir se você não está perdendo dinheiro em vez de ganhar.

“As pessoas observam a rentabilidade líquida, mas esquecem de levar em conta quanto seu poder de compra foi corroído ao longo do tempo. Esse é o significado da inflação”, disse Alírio.

Para saber efetivamente se você fez um bom ou mau investimento, é preciso calcular a rentabilidade real da aplicação.

Aprenda o jeito correto de calcular rentabilidade real

O cálculo para achar a rentabilidade real não é tão simples. Normalmente, as pessoas pegam rendimento líquido e subtraem a taxa de inflação.

“Essa conta é uma boa aproximação, especialmente quando a inflação está baixa e em períodos curtos de tempo, como um ou dois anos. Mas não é o jeito certo de calcular”, disse Bona.

A conta correta exige um pouco mais de atenção e uma calculadora comum. A fórmula correta é:

  • Rendimento Real = { [ ( 1 + Rendimento Líquido) / (1 + Inflação) ] – 1} x 100

O rendimento líquido e a inflação devem ser transformados da forma percentual para a decimal na fórmula acima. Para facilitar o entendimento, o cálculo acima será explicado em quatro etapas, usando um exemplo prático, com rentabilidade líquida de 10% e inflação de 4,5% ao ano:

1) Pegue a rentabilidade líquida e transforme para a forma decimal. Ou seja, se o ganho foi de 10%, divida 10 por 100, o que corresponde a 0,10. Some 1 a esse valor, resultando em 1,1.

2) Agora pegue a inflação do período. Se ela foi de 4,5%, transforme esse percentual para a forma decimal (4,5 dividido por 100), ou seja, 0,045. Some 1 a esse número, resultando em 1,045.

3) Divida o resultado da primeira etapa (1,1) pelo resultado da segunda etapa (1,045), chegando a 1,0526. Subtraia 1 desse número, o que dará 0,0526.

4) Por fim, pegue o resultado da terceira etapa (0,0526) e multiplique por 100. O resultado será 5,26%. Essa é a rentabilidade real do investimento.

Se o cálculo fosse feito da forma errada, o ganho real seria 10% menos 4,5%, ou seja, 5,5%. Uma diferença de 0,24% a mais em relação ao valor correto.

Avalie o CDI e a inflação antes de investir

Se você não tem tempo, disposição ou paciência para fazer contas e descobrir quanto cada investimento efetivamente vai render, o jeito é seguir algumas regras básicas antes de aplicar o dinheiro. Desta forma, você evita que seu patrimônio seja prejudicado, especialmente em momentos de inflação mais alta.

Pascowitch, da Yubb, sugere que o investidor procure aplicações que paguem, no mínimo, 100% do CDI. “O CDI é equivalente à Selic que, por sua vez, sempre terá uma taxa superior à inflação vigente no período, por uma questão de política monetária.”

É possível encontrar CDBs que pagam 100% do CDI e ainda oferecem liquidez diária. “Rende mais do que a poupança e ainda tem a vantagem de que você pode sacar a qualquer momento sem perder rendimento. Não precisa esperar até o dia de aniversário da aplicação, como acontece na caderneta”, afirmou Pascowitch.

Outra alternativa é investir em papéis indexados ao IPCA. Há CDBs, debêntures incentivadas e títulos públicos do tipo Tesouro IPCA que utilizam o índice de inflação como referência.

“Desta forma, seu investimento sempre renderá acima da inflação, pagando uma taxa de juros [bruta] que é definida no momento da aplicação”, declarou o fundador da Yubb.

Bona explicou que, quanto mais tempo o investidor puder manter o dinheiro aplicado, maior será o rendimento oferecido pelas diversas opções de aplicação.

É possível encontrar no mercado CDBs prefixados que pagam juros brutos de 8,2% ao ano, se o investidor aplicar por um ano. O rendimento sobe para 11,35% ao ano, se a aplicação for mantida por três anos.

Em termos reais (descontando a inflação), o CDB de três anos renderá 5,06% ao ano, o dobro do CDB de um ano (2,56%). Veja abaixo os cálculos feitos por Bona para avaliar o rendimento de diversas aplicações nos próximos 12 meses.

Os cálculos foram feitos considerando as estimativas do mercado financeiro para os próximos 12 meses informadas no Boletim Focus do Banco Central: Selic de 6,5% e inflação de 4,10%.

A alíquota de Imposto de Renda foi de 17,5%, exceto para a poupança, que é isenta de imposto. O custo de aplicação considerado no Tesouro Direto foi o de custódia, de 0,3%.

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