Como calcular a prestação de um consórcio: 7 passos

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A prestação de um consórcio é constituída por fundo comum, taxa de administração e, se estabelecido em contrato, por fundo de reserva e/ou seguros. Confira abaixo como é e como calcular cada um desses itens.

Como Calcular o Fundo Comum, a Taxa de Administração e o Fundo de Reserva

Veremos, a seguir, como calcular a prestação no Sistema de Consórcios , tomando-se como exemplo um grupo de 60 meses, cujo preço do bem ou serviço é de R$ 30.000,00.

Exemplo:

Prazo de Duração do Plano: 60 meses Valor do Bem ou Serviço: R$ 30.000,00 Periodicidade dos Pagamentos: mensal Percentual de Fundo Comum Contratado: 100% (cobrança linear) Taxa de Administração Total: 15% Fundo de Reserva Total: 2%

a) Fundo Comum (FC)

É o valor que todo consorciado paga para formar a poupança que será destinada à aquisição do bem ou serviço. Como a referência do consórcio é o valor do bem ou serviço indicado no contrato, a contribuição ao fundo comum é calculada tomando-se por base o respectivo preço vigente no dia da Assembleia Geral Ordinária.

Normalmente, a contribuição para o fundo comum é obtida mediante a divisão percentual do preço do bem ou serviço contratado pelo número de meses de duração do grupo (contribuição linear).

No entanto, poderá a administradora fixar percentual variável de contribuição ao fundo comum (contribuição não linear), desde que o somatório destas contribuições seja igual à totalidade do fundo comum contratado.

100%(FC – percentual contratado) ÷ 60 meses(duração do grupo) = 1,6667%(percentual mensal de FC )
R$ 30.000,00(valor do bem ou serviço) x 1,6667%(percentual mensal de FC) = R$ 500,00(valor mensal do FC)

b) Taxa de Administração (TA):

A taxa de administração, indicada no contrato, é a remuneração da administradora pelos serviços prestados na formação, na organização e na administração do grupo. A taxa de administração não se confunde com os juros cobrados em outras modalidades de acesso a bens e serviços.

No exemplo abaixo, você poderá verificar que a taxa de 15% está diluída nos 60 meses do plano, resultando apenas 0,25% incidente, mensalmente, sobre o valor do bem ou serviço vigente no dia da Assembleia Geral Ordinária.

15%(TA – percentual total contratado) ÷ 60 meses(duração do grupo) = 0,25%(percentual mensal de TA )
R$ 30.000,00(valor do bem ou serviço) x 0,25%(percentual mensal de TA) = R$ 75,00(valor mensal da TA)

c) Fundo de Reserva (FR):

Trata-se de fundo de proteção destinado a garantir o funcionamento do grupo em determinadas situações previstas no contrato. O consorciado estará sujeito ao pagamento deste fundo desde que sua cobrança esteja prevista em contrato. O raciocínio é o mesmo adotado para a taxa de administração. No exemplo abaixo, o fundo de reserva, também incidente sobre o valor do bem ou serviço contratado, está diluído nos 60 meses. É importante observar que, se houver recursos nesse fundo quando do encerramento do grupo, esses serão devolvidos proporcionalmente aos consorciados

2%(FR – percentual contratado) ÷ 60 meses(duração do grupo) = 0,0333%(percentual mensal de FR )
R$ 30.000,00(valor do bem ou serviço) x 0,0333%(percentual mensal de FR ) = R$ 9,99(valor mensal do FR)

d) Seguro:

Se previsto no contrato, o consorciado estará sujeito, ainda, ao pagamento de prêmios de seguro, nos termos do contrato. Como exemplo, podemos citar seguro de quebra de garantia, seguro de vida e seguro desemprego.

O seguro de quebra de garantia é contratado em favor do grupo e se destina a cobrir o inadimplemento no pagamento das prestações vincendas dos consorciados contemplados. O seguro de vida em grupo se destina a pagar as prestações vincendas em caso de falecimento do consorciado. Já o seguro desemprego visa garantir o pagamento de algumas prestações caso o cotista venha a perder o emprego.

Agora já sabemos como calcular a prestação mensal:

Valor do Bem ou Serviço: R$ 30.000,00

Fundo Comum mensal (1,6667%): R$     500,00
Taxa de Administração mensal (0,25):  R$       75,00
Fundo de Reserva mensal (0,03333%): R$         9,99
Prestação do Mês = FC + TA + FR: R$     584,99

Obs.: No exemplo, não estão considerados prêmios de seguro.

Importante:

  • Os percentuais de pagamento citados acima são meramente exemplificativos. Verifique sempre os percentuais constantes do contrato que você está assinando.
  • O valor das prestações e do crédito a ser liberado ao consorciado contemplado é atualizado conforme regras estabelecidas em contrato. Dessa forma, preserva-se o poder de compra do consorciado ao obter carta de crédito.

Como calcular as parcelas do consórcio? | Consórcio Embracon

O financiamento em grupo é a melhor forma de planejar e adquirir um bem ou serviço hoje em dia.

Sem juros e sem entrada, você pode conquistar, sem burocracia, moto, carro, casa, reformas, serviços, cirurgia plástica, viagem, entre outras coisas.

Porém, você sabe como calcular as parcelas do consórcio? Sem essa informação, será bem difícil se planejar financeiramente para arcar com os custos.

Felizmente, não há nenhum grande mistério envolvido aqui. Basta conhecer as regras que o consórcio segue e fazer algumas contas com base no valor do bem que você pretende adquirir. E, para ajudar com essa questão, vamos falar um pouco sobre como o consórcio funciona.  E como você pode fazer o cálculo das parcelas com precisão. Confira.

O que é um consórcio?

Para entender por que o consórcio é tão vantajoso, basta entender como ele funciona.

 Resumidamente, trata-se de uma modalidade de acesso ao mercado de consumo viabilizada por grupos de pessoas físicas ou jurídicas.

Juntos, eles têm a finalidade de formar uma poupança em comum que será usada para adquirir um bem. Esse bem pode ser móvel (carro, moto), imóvel (casa, terreno) ou mesmo um serviço.

Os consorciados são contemplados todos os meses durante as assembleias, por meio de sorteios ou lances. Quando você é sorteado, recebe uma carta de crédito no valor do bem que deseja, para comprá-lo à vista.

E você também pode aumentar suas chances de recebê-la primeiro caso pague parcelas adiantadas. Independentemente da forma que o participante adquire a carta de crédito, pode usá-la para comprar o bem que escolheu.

Por ser parte de uma poupança comum, não há juros nas parcelas, nem a necessidade de pagar entradas. O único custo, no máximo, é a taxa de manutenção da conta, bem menor que as taxas aplicadas no parcelamento. Devido a todos esses fatores, o consórcio é a forma mais barata de parcelar os bens.

Como adquirir o consórcio?

O primeiro passo é pesquisar uma administradora que possa prestar o serviço de consórcio para o bem que você deseja. Algumas trabalham apenas com imóveis ou com serviços específicos, por exemplo.

Em seguida, é necessário fazer sua inscrição na administradora e esperar que um consórcio seja aberto.

Algumas administradoras podem exigir documentos mais específicos, mas o mais comum é solicitarem apenas o original e cópia dos mais comuns, como CPF/CNPJ, RG, comprovante de residência, entre outros.

Nesse processo, você também receberá um contrato especificando todos os passos envolvidos, os valores e condições de contemplação. E, claro, também todas as consequências envolvidas na inadimplência das parcelas. Afinal, mesmo depois de receber a carta de crédito, você ainda deve pagar tudo que deve ao consórcio.

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Como Calcular a Prestação de um Consórcio: 7 Passos

Algumas precauções

Antes de pensar em fazer consórcio, deve-se levar em consideração que a empresa administradora precisa ser autorizada pelo Banco Central do Brasil (Bacen). Verifique essas credenciais o quanto antes. Se você se envolver com uma empresa com um histórico ruim ou sem registro, é bem provável que perca todo o seu investimento.

Além disso, tente comparar mais de uma opção de consórcio antes de fechar sua escolha. Algumas empresas apresentam melhores opções de parcelamento, enquanto outras dão mais benefícios aos participantes. Busque sempre a melhor relação entre custo e benefício na hora de decidir.

Como fazer o cálculo das parcelas do consórcio?

Uma vez contratado, é preciso assumir o compromisso de pagar mensalmente as parcelas do consórcio. Além de investir no bem em si, essas mensalidades incluem outras taxas.

Para calcular o valor exato, é necessário saber o percentual referente ao número de cada uma das taxas inclusas nas parcelas do consórcio. Aqui está uma lista delas e como elas funcionam.

Fundo de reserva

Como o nome já diz, esse é um fundo gerado para lidar com possíveis emergências durante o pagamento do consórcio, o que inclui a inadimplência ou atrasos de outros membros.

O valor final do fundo e os momentos os quais ele pode ou não ser usado dependem das condições do contrato, ou seja, a administradora cria regras para sua utilização.

Dessa forma, ninguém corre o risco de perder esse fundo inesperadamente.

Como exemplo, digamos que você participará de um consórcio de 30 meses e o fundo de reserva final deve ser de 5% do valor do bem a ser adquirido. Dividindo 5/50, você terá que pagar aproximadamente 0,1% do valor do bem a cada mês, em adição à parcela básica, totalizando os 5% estimados, caso o fundo de reserva não seja acionado.

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Fundo comum

Esse é o componente base para todas as parcelas no consórcio. Trata-se do fundo que será usado para efetivamente para pagar o bem que você quer adquirir. Do ponto de vista da administradora, ele inclui tanto o valor pago por você quanto o que é inserido pelos outros participantes do consórcio. Porém, para você, ele consiste em apenas uma prestação do bem.

Naturalmente, o peso do fundo comum em suas parcelas é o valor integral do bem, dividido pelo total de prestações a serem pagas. Seguindo o mesmo exemplo do tópico acima, um bem no valor de R$20.000, dividido em 50 partes, representa um montante base de R$400, sem contar com as taxas adicionais.

Taxa de administração

Como o consórcio é um serviço prestado por uma empresa, ele precisa ser pago. Para isso serve a taxa de administração, que representa o trabalho dos profissionais que vigiam a conta e a estrutura usada para fazer toda a negociação com segurança e legalidade. Felizmente, essa taxa sempre é mais barata do que os juros do parcelamento tradicional.

Mais uma vez, o valor pago aqui é proporcional ao total do bem que você pretende adquirir, dividido pelo número de parcelas a serem pagas. Digamos que a taxa de administração seja de 10% em relação ao preço do item, seguindo as mesmas condições estabelecidas no nosso exemplo. A quantia mensal será de 0,5% em relação ao montante, o que representa um valor final de R$100 por mês.

Seguro

Não é sempre obrigatório, mas o seguro ainda pode constar nas parcelas do consórcio. Existem dois tipos que podem ser usados: o de quebra de garantia que, quando ativado, um dos membros fica inadimplente, e o de vida, que cobre as prestações caso o membro venha a falecer.

Podem ser obrigatórios ou opcionais, dependendo da instituição financeira, e seus valores variam bastante. Sendo assim, o melhor é entrar em contato com a administradora para conferir os números com mais precisão. Com todos os itens acima em mente, vamos fazer um cálculo rápido do quanto deverá ser pago.

Primeiro, somamos os percentuais de cada componente em relação ao valor total do bem:

  • fundo comum: 100%;
  • fundo de reserva: 5%;
  • taxa de administração: 10%;
  • valor do bem: R$20.000;
  • porcentagem total a pagar: 115%.

Isso significa que, com as taxas, devemos adicionar 15% ao valor total do bem para saber quanto desembolsaremos no final. Fazendo as contas, temos um total de R$23.000.

Consórcio: bem mais em conta

Agora, para calcular o valor das parcelas no consórcio, devemos dividir o total pelo prazo de pagamento, que é de 50 meses. Mais uma vez, fazendo uma conta rápida, obtemos uma parcela final de R$460. Valor bem mais em conta do que muitas alternativas.

Essa é apenas uma versão simplificada do cálculo. O seu consórcio ainda pode estar sujeito a várias alterações, como o valor do seguro, reajustes e pequenas possíveis inadimplências. Ao fazer uma simulação no site da Embracon, você consegue ter dimensão do quanto vai pagar mês a mês. Para isso, basta inserir o preço do bem que deseja conquistar.

Como Calcular a Prestação de um Consórcio: 7 Passos

Simule um consórcio de carro. Agora que você sabe um pouco mais sobre como fazer o cálculo das parcelas do consórcio, pode começar a planejar o seu agora mesmo. E se quiser continuar recebendo algumas orientações sobre o tema, assine nossa newsletter e fique sempre por dentro de nossos melhores conteúdos.

Saiba como transferir seu consórcio em 4 passos

Como Calcular a Prestação de um Consórcio: 7 Passos

Muitas vezes, a pessoa entra em um consórcio, mas depois de algum tempo sente que as parcelas estão muito pesadas para seu orçamento. Isso acontece porque os processos mudam ao longo do tempo, e nós não temos tanto controle sobre isso.

A pessoa pode ficar desempregada ou ter mais um filho para alimentar, por exemplo.

Se trocar a carta por outra de menor valor também não resolve seu problema, o jeito é vender sua cota. Quer saber mais sobre o assunto? Entenda como transferir seu consórcio em apenas 4 passos!

1. Fale com a administradora

Primeiramente, entre em contato com a administradora e relate sua situação. Conte o que está se passando e o que deseja fazer. A administradora pode sugerir a troca da carta de crédito. Caso não seja uma solução, ela poderá encontrar um comprador para sua cota. Não são todas as administradoras que fazem isso, mas existem algumas que prestam esse serviço.

Cada administradora pode ter suas próprias regras de transferência. Por isso, é importante que você releia todo o contrato de adesão (que foi assinado para entrar no consórcio) e se tiver alguma dúvida, procure esclarecimentos junto à administradora antes mesmo de procurar um comprador — assim evitará possíveis transtornos.

No caso de a própria administradora procurar um comprador, todo o processo de transferência ficará mais fácil e mais rápido.

2. Verifique qual o valor de venda da carta

É preciso tomar muito cuidado na hora de transferir seu consórcio para não ter prejuízos. Talvez a administradora possa te ajudar a fazer os cálculos exatos.

Você deve calcular o valor que já foi pago e o saldo devedor. O saldo devedor deverá ser assumido pelo novo consorciado, aquele que adquirir sua cota.

Não esqueça de incluir no preço de venda os reajustes que você pagou, caso contrário terá prejuízos. Procure ser honesto e defina o valor de venda da cota juntamente com o comprador. Não seja tão inflexível, nem seja flexível demais. Lembre-se de que se você está precisando de dinheiro, o melhor é negociar com bom senso e sobriedade. É natural que você, de algum modo, tenha alguma perda.

3. Faça um contrato com o comprador

Para transferir seu consórcio com mais segurança, recomenda-se fazer um contrato à parte com o comprador. Existe o contrato oficial, que é de responsabilidade da administradora, ou seja, ela realizará a transferência da cota por meio de um documento elaborado pela equipe dela.

Convém, no entanto, que você tenha seu próprio contrato particular com o novo consorciado. Nesse contrato, devem estar registradas as condições de compra/venda, os valores, a forma de pagamento e outros pontos que sejam relevantes.

Esse contrato particular deve ser assinado por você e pelo comprador e também deve ser registrado em cartório para garantir sua validade.

4. Reúna os documentos necessários para transferir seu consórcio

Como sempre, a documentação é um importante elemento da negociação. A transferência de cota de consórcio requer documentos que podem variar de acordo com a administradora. O comprador também precisará apresentar seus documentos e, se for o caso, dar garantias.

Fique ciente de que a transferência só acontecerá se a administradora aprovar o candidato a novo consorciado. Ela fará uma avaliação de seu perfil para confirmar se ele realmente poderá arcar com o saldo devedor do consórcio. Por isso, não receba nenhum pagamento dele antes da decisão da administradora.

Está pensando em transferir seu consórcio? Já pensou bem sobre sua decisão? Já conversou com a administradora? Não faça nada de forma precipitada! Para finalizar, deixe seu comentário! Sua opinião é muito importante para o blog!

Simulador de consórcio: entenda como é feito o cálculo

O sistema de consórcio é o caminho ideal para quem se planeja para adquirir um bem, seja ele um imóvel ou um veículo. Além de ser uma ótima forma de investir em algo novo, também é muito vantajoso na hora de ampliar seu patrimônio ou realizar melhorias. Mas, como saber qual a melhor opção para o que você deseja realizar? A resposta é simples: utilize um simulador de consórcio!

Muitas são as opções de valores de créditos e parcelas disponíveis, por isso, essa ferramenta auxiliará a encontrar as melhores alternativas de acordo com os seus objetivos.

Quer entender mais sobre como funciona esse sistema e como ele pode auxiliar na escolha do seu investimento? Continue a leitura e saiba mais!

Como funciona o simulador de consórcio?

O simulador de consórcios é uma ferramenta que permite analisar previamente o crédito desejado e as possibilidades de pagamento desse recurso, assim, o cliente tem condições de avaliar o valor da parcela e escolher o plano que melhor se encaixa em seu orçamento.

Dessa forma, elimina uma infinidade de opções que não têm relação com seus objetivos e nem com o seu orçamento. Diante de resultados específicos para as suas preferências, fica muito mais fácil decidir.

Como utilizar o simulador?

O acesso ao simulador é descomplicado. Para se beneficiar dele, basta seguir os seguintes passos:

1. entre na página do simulador — ele estará na caixa à direita;2. defina o tipo de consórcio que você deseja: imóveis ou veículos;3. escolha entre o valor da parcela ou do bem;4. arraste a barra de valores até o local desejado;5. clique em “continuar”;6.

preencha os seus dados na próxima caixa que será aberta;7. tenha acesso ao resultado da simulação;8. escolha o plano que melhor atenda o seu perfil;9. clique em “solicite uma proposta”;10. confirme os seus dados;11.

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 clique novamente em “solicitar proposta”;

12. aguarde o contato de um especialista.

Esse processo não dura mais do que alguns minutos. Depois, você verá os resultados de forma simplificada, com todas as informações que precisa para tomar a decisão sem preocupações. Além disso, receberá o contato de um consultor da equipe para que possa finalizar o contrato ou tirar quaisquer dúvidas que ainda possam existir.

Algumas pessoas ficam um pouco inseguras por não entenderem a fundo como chegar aos valores apresentados. No entanto, basta buscar informações em fontes confiáveis. A seguir, entenda de forma detalhada quais os custos que incidem sobre as parcelas.

Como é feito o cálculo?

Em suma, os montantes incluídos no valor final do consórcio podem ser divididos conforme explicamos abaixo.

Fundo comum

É o valor pago para formar o montante destinado a aquisição do seu bem e equivale ao crédito da cota de consórcio. Ele servirá para compor o saldo para as contemplações mensais dos integrantes do grupo.

Taxa de administração

Percentual estipulado em contrato para que a administradora gerencie os grupos de consórcio, que é diluído ao longo do prazo de pagamento do plano.

Seguro

Quando contratado, é um benefício para o consorciado ou herdeiro no caso de morte ou invalidez total.

Fundo de reserva

  • Porcentagem sobre o valor do bem, estabelecida em contrato, para suprir situações de emergência, tais como:
  • · eventual insuficiência de fundos;· inadimplência de consorciados;
  • · despesas e custos de medidas judiciais ou extrajudiciais;
  • A seguir, veja um exemplo de como é calculada a parcela. Assim, você pode visualizar melhor cada item:

· valor do crédito: R$80.000,00· taxa de administração + fundo de reserva (23% + 2%) = R$ 100.000,00· prazo: 180 meses· seguro (0,0300%): R$ 30,00

· parcela mensal = (R$ 100.000,00/180) + R$ 30,00 = R$ 585,56

Por que fazer uma simulação?

A decisão de fazer um investimento deve ser cautelosa. Quanto mais informações para avaliar e comparar, mais certeza você terá de fazer um bom negócio. Dessa forma, o simulador de consórcio é um grande aliado para escolher a melhor opção.

  1. Entre as principais vantagens estão:
  2. · personalização: você seleciona as opções que mais se encaixam ao seu orçamento e, assim, tem um resultado ideal para seu perfil;· praticidade: o simulador é fácil e intuitivo, em poucos passos você consegue obter os resultados;· comodidade: por ser on-line você pode utilizá-lo onde e quando quiser;· variedade: alternativas de planos e créditos para comparar e escolher;· transparência: você sabe quanto vai pagar antes de contratar;
  3. · planejamento: permite organizar os custos e o tempo necessários para aproximar você do seu sonho.

Como escolher seu consórcio?

Depois de avaliar os resultados e as opções disponíveis, é importante atentar para 4 dicas que tornarão a decisão mais acertada.

1. Conheça a administradora

Verifique se a administradora escolhida está devidamente registrada no Banco Central para realizar tal atividade. Essa é a entidade autorizada para normatizar e fiscalizar o sistema de consórcio no Brasil. Sendo assim, antes de investir seu dinheiro é imprescindível que você saiba que não está correndo nenhum tipo de risco.

2. Avalie seu orçamento

Consórcio é uma aplicação de médio a longo prazo, portanto, antes de fechar qualquer contrato, analise com cautela se o valor das parcelas estará dentro de seu orçamento mensal, levando em consideração o período escolhido. Dessa forma, você evita começar um plano que não terá condições de concluir. Afinal de contas, o objetivo é conquistar o bem.

3. Leia o seu contrato

Vale destacar que, ao longo do tempo, os imóveis e veículos sofrem variações de preços, provocados pela inflação ou por outros fatores de mercado. Assim, para manter o equilíbrio do sistema e garantir as mesmas condições aos consorciados, é feito um reajuste periódico do crédito.

Dessa forma, entenda quais são as cobranças que fazem parte do contrato, as formas de reajuste e avalie se todos os valores informados estão devidamente registrados.

4. Entenda as formas de contemplação

O consórcio é uma modalidade de investimento que está baseada em planejamento. Portanto, conheça quais são as formas de contemplação, as possibilidades para antecipá-la e analise se está de acordo com as suas necessidades.

Escolher o consórcio é uma forma inteligente de planejar a realização de seus sonhos. No entanto, para não se precipitar, saiba que existe uma ferramenta que o ajudará muito na hora de decidir qual o melhor plano: o simulador de consórcio. Com ele, você descobre quais são as opções que se encaixam melhor ao seu perfil e orçamento. Daí, é só seguir as dicas acima e fechar o melhor negócio!

Gostou deste post sobre simulador de consórcio? Ficou interessado em ver quais planos ficam bons para você? Então faça uma simulação!

Como Calcular a Prestação de um Consórcio: 7 Passos

Afinal, o que acontece se eu desistir do consórcio?

Todos os dias, o mercado nacional é inundado por novos consumidores que, recém celebraram os 18 anos ou acabaram de conquistar seu primeiro emprego. Junto destes, questões tradicionais passam a assombrar esse público que, geralmente, ainda está confuso com suas alternativas de consumo.

Em meio a esse emaranhado de dúvidas, existe uma que se destaca entre os novatos no tema: o que acontece se eu sair do consórcio? Para sanar essa curiosidade de uma vez por todas, elaboramos este artigo, esclarecendo a modalidade e respondendo essa pergunta. Confira!

O que é o consórcio?

Basicamente, trata-se de uma modalidade para a aquisição de bens, como imóveis e veículos. Vale notar que o consórcio é uma das soluções mais populares entre o consumidor brasileiro, rivalizando apenas com a alternativa ainda mais tradicional, o financiamento.

Embora bastante popular, é perfeitamente natural que existam consumidores que desconheçam o consórcio, seja pela convencionalidade dos financiamentos ou, simplesmente, pelo pouco tempo e contato com o mercado. Apesar disso, fique tranquilo caso você não entenda a modalidade. Fazemos questão de explicar!

O consórcio é uma modalidade de compra que foca na acessibilidade, ignorando juros, análise de renda salarial, contração de crédito e, até mesmo, a necessidade de pagar uma entrada. Logo de início, essa é uma opção favorável à grande maioria dos consumidores.

Por isso, a modalidade consegue operar assim pela maneira como é estruturada. As administradoras formam grupos de compradores que, mensalmente, pagarão suas parcelas para então, receberem a contemplação.

Uma vez contemplado, o participante receberá uma carta de crédito no valor do bem desejado, utilizando-a na compra do veículo em questão. A contemplação, por sua vez, poderá ocorrer de três maneiras. Acompanhe a seguir:

Sorteios

Eles acontecem todos os meses e você já poderá ser sorteado logo no primeiro mês de participação. Essencialmente, para ser contemplado, basta que você esteja com os pagamentos em dia e com a sorte ao seu lado.

Lances

As assembleias seguem uma estrutura semelhante à de leilões, em que o maior lance conquistará a mercadoria. Trazendo essa comparação à realidade dos consórcios, o lance equivale ao seu processo de quitação. Portanto, o consorciado que quitar o maior valor/número de parcelas em um lance, será contemplado.

Quitação

Por último, mas não menos importante: a contemplação ao final do seu percurso de quitação. Caso você não tenha sido sorteado antecipadamente ou realizado lances estratégicos, será contemplado no momento em que quitar o seu contrato.

O que acontece se eu sair do consórcio?

Agora, a pergunta que não quer calar: mas e se eu precisar “pular fora”? Afinal de contas, imprevistos acontecem, sobretudo na ausência de um bom planejamento financeiro. Pensando nisso, responderemos esse questionamento que, inclusive, anexa outra dúvida: eu conseguirei receber todo o valor investido de volta? Confira abaixo!

O estorno

Uma coisa precisa ser esclarecida quanto à desistência em um consórcio: você nunca receberá o valor integral de volta! Mas não há necessidade de se zangar, pois existe lógica nisso. Perceba que, mesmo com um valor de compra muito inferior e, por isso, melhor que o financiamento, o consórcio ainda possui duas taxas, em que destacamos:

  • a de administração, que remunera a empresa que administra o consórcio, realiza as assembleias, audita as contemplações e emite as cartas de crédito;
  • a do seguro, que protege o consorciado de alguma eventualidade durante a vigência do contrato.

Mesmo com essa dupla, o consórcio ainda tem um desempenho muito melhor no longo prazo quando comparado ao financiamento. Além disso, agora que explicamos, você percebe que a cobrança dessas taxas é bem racional, não é mesmo?

Afinal de contas, é fundamental que exista uma plataforma de mediação, como uma administradora competente e comprometida com a sua compra. Agora, perceba que, para além das quantias pagas referentes a essas pequenas taxas, pode ser que o seu contrato inclua uma multa de desistência.

Essa prática pode variar de uma consorciadora a outra e, portanto, reforçamos a importância de que você realize uma leitura atenta do contrato. Sendo assim, com ou sem multa, você nunca poderá receber o valor integral investido.

O cancelamento nos primeiros sete dias

A desistência nesse período inicial está resguardada no Artigo 49 da Lei nº 8.708 de 1990, em que resumimos:

  • o consumidor poderá desistir do contrato a partir de 7 dias da sua assinatura;
  • para tanto, o consentimento precisa ocorrer fora da sede da administradora, a exemplo de uma contratação pela internet, telefone ou em casa;
  • sendo assim, contratações na sede da consorciadora não são válidas sob essa lei.
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Nesse cenário bastante específico, a desistência acompanha os seguintes passos:

  1. o participante comunica a consorciadora da sua intenção de desistência;
  2. a administradora procede com o cancelamento do contrato;
  3. assim que o contrato for anulado, o cliente recebe o dinheiro em uma conta de sua titularidade.

O cancelamento no decorrer do contrato e sem a contemplação

Aqui, a desistência está respaldada no Artigo 30 da Lei nº 11.795 de 2008, em que se destaca o direito do consorciado ser restituído com os valores pagos ao fundo comum do grupo de compradores, descontando, portanto, as taxas que listamos anteriormente.

Nessa situação, o procedimento será:

  1. o participante formaliza a intenção de cancelamento por escrito, junto à administradora;
  2. a consorciadora procede com a anulação do contrato, tornando esse participante em um consorciado excluído.

Agora, explicamos uma tecnicalidade importante quanto à data para a restituição dos valores. Veja:

  • para consórcios contratados até 5 de fevereiro de 2009, o estorno só acontecerá ao final do grupo;
  • para contratações posteriores a 5 de fevereiro de 2009, a restituição acontece ao final do grupo ou mediante sorteio, em uma contemplação nas assembleias mensais.

O cancelamento após a contemplação

Para aqueles participantes que foram contemplados e ainda não utilizaram suas cartas de crédito, o caminho é outro. Primeiro, será necessário entrar com a descontemplação, para depois solicitar o cancelamento por escrito e receber a restituição.

Já os consorciados que foram contemplados e, já utilizaram o crédito, não existe alternativa. Eles são obrigatórios a continuar com o investimento, sem abandoná-lo.

Por fim, perceba que todas as situações implicam em uma certa dose de estresse e arrependimento. Afinal de contas, quem cancela:

  • nos primeiros sete dias, mal se deu a oportunidade de investir em seu sonho;
  • durante o contrato, perderá uma fatia do valor e dependerá do tempo para ser restituído;
  • durante o contrato pós-contemplação, perderá a oportunidade de adquirir seu sonho e seguir com o seu plano de pagamento.

Sendo assim, o cancelamento de um consórcio, embora transparente, não é uma boa alternativa. Por isso que ressaltarmos a importância do planejamento financeiro durante toda a vida, garantindo que você realize suas conquistas e evite os “sufocos”.

Pronto! “O que acontece se eu sair do consórcio” não é mais uma dúvida para você! Agora, aproveite o interesse no tema e descubra de uma vez por todas se essa é a modalidade ideal para a compra da sua moto!

Entenda como calcular a parcela do consórcio

Se você está pensando em trocar de carro ou comprar um imóvel já deve ter pesquisado inúmeras formas de realizar esses sonhos. E, provavelmente, já sabe que o consórcio é uma das opções mais vantajosas, afinal, não tem juros. Por isso, conhecer o que forma a parcela do consórcio é essencial para que você tenha ciência de que tipo de contrato pode assumir, sem comprometer a sua renda.

Continue a leitura para entender o que compõe a parcela do consórcio e como fazer esse cálculo. Confira!

O que compõe a parcela do consórcio?

Fundo comum

O fundo comum é a taxa principal referente ao valor do bem, por isso ela é considerada como 100% da carta de crédito adquirida no consórcio. Para calcular quanto corresponderá ao fundo por mês, basta pegar o valor da carta de crédito e dividir pela quantidade de meses que durará o contrato. 

Taxa administrativa

A administradora é a responsável por formar e cuidar do funcionamento do grupo de consórcio, administrando os valores e a relação com os membros.

Para isso, ela cobra a taxa administrativa, que é fixa e diluída ao longo do contrato.

É importante ressaltar que essa empresa deve ser autorizada pelo Banco Central do Brasil e fazer parte da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC).

O percentual praticado em mercado dessa taxa geralmente é de até 22,5% do valor do consórcio. 

Fundo de reserva

O fundo de reserva é a segurança do grupo para eventuais despesas. Isso significa que ele pode ser usado para cobrir despesas judiciais e extrajudiciais, bem como inadimplência de membros, para que não haja prejuízo para outros consorciados. 

É uma taxa que pode ser proporcionalmente devolvida quando o grupo acabar, caso não tenha sido usada totalmente. Um percentual praticado no mercado é de 2% do valor total do bem.

Seguro

O seguro é uma taxa opcional ou obrigatória, dependendo da administradora, e deve constar formalmente no contrato. O seu valor também varia conforme a decisão da empresa que elabora o consórcio.

Geralmente há dois tipos. O primeiro é o seguro de vida, para o caso de o consorciado falecer durante a duração do contrato, e cobre as prestações para que não haja dívidas para a família. O outro tipo é o seguro de quebra de garantia, que cobre as parcelas do consorciado que foi contemplado, mas se tornou inadimplente.

Taxa de adesão

A taxa de adesão também é opcional. Permitida por lei, ela geralmente chega ao valor de 2% da cota e deve ser paga no momento da adesão ao contrato. Ela é considerada uma antecipação da taxa administrativa, portanto é descontada posteriormente.

Como calcular o valor da parcela?

Nada melhor do que um exemplo para ter clareza de como funciona o processo, e adaptar a simulação à realidade do seu contrato. Veja abaixo como seria o cálculo da parcela do consórcio com as taxas geralmente aplicadas no mercado — não consideramos a taxa do seguro nem a de adesão por serem opcionais e variáveis.

Simulação

Para esta simulação, vamos considerar os critérios abaixo:

  • consórcio de carro no valor de R$ 60.000,00;
  • tempo do consórcio: 60 meses;
  • taxa administrativa: 15%.

Fundo comum

  • 100% do valor do bem dividido pelo número de meses do consórcio.
  • R$ 60.000,00 ÷ 60 meses = R$ 1.000,00

Taxa administrativa

  • 15% do bem dividido pelo número de meses do consórcio.
  • 15% de R$ 60.000,00 = R$ 9.000,00.
  • R$ 9.000,00 ÷ 60 meses = R$ 150,00.

Fundo de reserva

  • 2% do bem dividido pelo número de meses do consórcio.
  • 2% de R$ 60.000,00 = R$ 1.200,00.
  • R$ 1.200,00 ÷ 60 meses = R$ 20,00.

Compondo a parcela

Assim, a parcela do consórcio será composta obrigatoriamente por:

  • fundo comum + taxa administrativa + fundo de reserva.
  • R$ 1.000,00 + R$ 150,00 + R$ 20,00 = R$ 1.120,00.

Percebeu como é importante saber exatamente quais serão os percentuais cobrados, principalmente da taxa administrativa? Afinal, a sua variação afeta o valor da parcela mensal. Por isso, é essencial fazer cálculos e considerar a empresa certa na hora de contratar um consórcio.

Existem alterações nas taxas?

Outro fator obrigatório antes de assinar qualquer contrato de consórcio é ter a consciência de que algumas taxas estão sujeitas à variação.

Consórcios de imóveis, por exemplo, podem ser reajustados conforme o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) ou o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) — ambos podem ser consultados no site do Instituto Brasileiro de Economia.

Já em um consórcio de carro, costuma-se empregar a tabela FIPE ou as tabelas dos fabricantes.

Os valores costumam ser reajustados anualmente conforme esses índices, e é obrigatório constar no contrato quais serão usados.

Como decidir qual é o melhor plano para você?

Primeiramente, você deve ter em mente que assumir um consórcio é um investimento de médio a longo prazo. Dessa forma, analise as opções disponíveis e não se esqueça da previsão dos reajustes.

Depois, faça os cálculos das taxas conforme o valor-base que você pode assumir sem prejudicar a sua renda. É indicado que a prestação não comprometa mais que 30% do seu orçamento mensal.

O valor da parcela do consórcio está mais alto do que você pretende? Não é motivo para desistir dos seus sonhos. As empresas geralmente oferecem vários planos e com certeza algum encaixará nas suas possibilidades. Por isso, solicite informações, faça simulações e tire todas as dúvidas antes de fechar o contrato. 

Não assuma um consórcio sem saber antes se vai conseguir mantê-lo, pois ficar inadimplente não deve ser uma opção. Além do investimento ficar mais caro, pois você estará sujeito a juros e multas pelo atraso, se a situação se estender pode ocorrer até a expulsão do grupo.

Contratar um consórcio não é difícil, e a ausência de juros o torna uma das melhores opções para financiar os seus planos. Além disso, a previsão de quanto será o valor da parcela do consórcio torna essa decisão ainda mais segura e acertada, cabendo exatamente no seu orçamento. 

Escolher a empresa certa também faz diferença em conseguir os melhores planos e taxas. A Bancorbrás, por exemplo, é especialista em consórcios e atua há mais de 30 anos no mercado. Quer conhecer os nossos planos? Entre em contato e comece a realizar os seus sonhos!

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