Como brincar com o seu cachorrinho: 9 passos

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Ver fichas de  Cachorros

Quem não gosta de ser acariciado? Todos gostam, mas especialmente os cachorros. Uma das coisas que mais fascinam os nossos amigos peludos é um bom momento de carinhos, abraços e beijos, mais ainda se forem eternos. Quanto mais durarem, melhor para eles. Os cachorros nunca se cansam de receber amor.

Acariciar um cachorro tem muitos benefícios, inclusive para a pessoa que dá o afeto. Diminui a pressão arterial e reduz o estresse em ambos, e só demora uns minutos por dia. O mais importante é que se cria um laço especial entre o cão e a pessoa que o acaricia.

Além disso, as carícias são uma excelente forma de acalmar um cachorro nervoso, estressado ou ansioso. Neste sentido, aprender a dar ao seu cachorro uma massagem relaxante é fácil.

Continue lendo este artigo do PeritoAnimal e descubra como relaxar um cachorro com carinho.

Os cães também se estressam. Umas carícias relaxantes podem ajudá-los a aliviar todo o tipo de tensões, controlar sua ansiedade e hiperatividade e proporcionar-lhes uma dose de felicidade, a medicina mais básica de todas. Em apenas 10 minutos por dia pode dar ao seu cachorro uma “manutenção” de carícias relaxantes.

Estudos recentes demonstram que embora os cachorros apreciem o contato físico conosco, pode acontecer que a forma como os acariciamos não seja a correta e para eles seja um pouco agressiva e, no entanto acreditarmos que estamos sendo o mais subtis possível. Se o que quer é relaxar um cão, evite as cócegas, palmadas ou apertões.

Se gosta de dar carinho ao seu cachorro, será bom aprender a melhor forma para o fazer e ajudá-lo assim a relaxar depois de uma longa jornada ou, por outro lado, para começar o dia bem. Muitas pessoas preferem fazê-lo antes de ir para a cama, enquanto que outras fazem-no na primeira hora da manhã. O resultado é o mesmo e, para os cachorros é igual.

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Comece a dar carinho ao seu cachorro para se relaxar a nível geral. Use os dedos e a palma da sua mão, relaxados mas firmes, para tocar todo o corpo do seu cachorro muito lentamente.

Recorra desde a cabeça até à cauda.

Certifique-se de colocar toda a sua atenção e energia nisso e concentre-se em todas as camadas, desde o pelo, passando pela pele, chegando ao músculo e por último até ao osso.

Pare e faça movimentos circulares quando passar pelas zonas das orelhas, debaixo do queixo, pescoço, axilas e peito. Pode fazer isto enquanto o seu cachorro pega sol ou depois de uma boa caminhada, o efeito será melhor. Pode fazê-lo no parque mas como referimos antes, depois da brincadeira e passeio. Caso contrário, ele nem vai fazer caso.

No entanto, tudo vai depender do cachorro e do tempo que tiver. Outras pessoas pessoas preferem fazê-lo antes de sair de casa, enquanto desfrutam do café da manhã. O cachorro dormiu toda a noite e apesar de estar acordado, ainda não foi estimulado. Com isto, ajudamos o cachorro a aprender que pode relaxado inclusive quando não está cansado.

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Se estiver muito nervoso por alguma coisa que aconteceu, umas carícias relaxantes podem ajudá-lo a reduzir o estresse e a desviar a sua atenção. Neste caso, o que fazemos é relaxar o sistema nervoso com a nossa aproximação. Repouse ligeiramente a palma da sua mão sobre a cabeça ou pescoço do seu cachorro.

Como explicamos anteriormente, mas desta vez sem parar em uma zona em particular, faça passagens longas e lentas ao longo da coluna vertebral. Repita várias vezes e se observar que o seu cachorro se sente cômodo com este tipo de contato, aumente gradualmente a pressão. Evite pressionar a parte inferior das suas costas.

A sua atitude enquanto realiza estas carícias para acalmar o seu cachorro deve estar de acordar com que pretende conseguir, ou seja, uma posição relaxada e neutra.

Como toque final, descanse por uns minutos uma mão na base da cabeça do seu cachorro e a outra sobre a zona da pélvis.

Estas duas zonas controlam as respostas de relaxamento do corpo e outras funções importantes no organismo como: a digestão, o sono e a reparação dos tecidos. Com esta imposição queremos reativar o fluxo positivo das ações da médula espinal.

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Não há nada melhor que alongar para relaxar. A zona das patas é uma área que costumamos descuidar, no entanto é uma das chaves para o relaxamento de um cachorro. Lembre-se que como todas as criaturas, um cão mantém todo o seu peso e movimentos nas suas quatro patas, por isso, estas costumam ficar cheias de tensão, chegando a cansar o cão.

Comece a acariciar o seu cachorro para relaxar as patas e não se esqueça da zona das nádegas e coxas, esfregue-as antes de alongar qualquer zona. Depois comece por esticar as suas patas, pegando nelas pela parte posterior e depois movendo as suas articulações.

Vá recorrendo cada centímetro das suas patas de cima abaixo e, segure com a mão, aplique uma leve pressão e depois relaxe e continue. Lembre-se de não ser agressivo, firme mas suave. Menos é mais.

As patas dos cachorros são fortes mas não invencíveis.

Por último, segure no seu cachorro pelo quadril e eleve as suas patas detrás, com isto beneficiará o alongamento e o relaxamento da sua coluna vertebral.

Experimente acariciar o seu cachorro para relaxar seguindo todas as nossas indicações e conte-nos o resultado.

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Se deseja ler mais artigos parecidos a Como relaxar um cachorro com carinho, recomendamos-lhe que entre na nossa seção de Cuidados extra.

Como cuidar de um cachorro labrador – 9 passos

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

O labrador retriever é uma das raças mais bonitas de cães, não apenas pelo seu porte, mas também porque são doces e fiéis companheiros, sempre dispostos a brincar, a divertirem-se e a receber muito carinho. Este lindo animal é um grande companheiro para toda a família, sendo especialmente amigável com as crianças, o que o torna num excelente animal de estimação para elas, por isso se pensa ter um em sua casa, no UmComo damos-lhe algumas sugestões para que saiba como cuidar de um cão labrador.

Passos a seguir:

1

Este animal é bastante resistente a temperaturas altas, por isso se vive num país com um clima quente dificilmente terá algum problema em suportar o calor.

2

O labrador retriever é muito paciente com as crianças, o seu carácter ativo e brincalhão e o seu passado de caçador permitem-lhe passar horas a brincar junto delas, sem que a sua energia se esgote. Atividades como ir pegar a bola ou esconder alguma “presa” são as suas favoritas, sendo o exercício parte vital da sua rotina e envelhecimento.

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Imagem: amocaes.wordpress.com

3

Quanto à sua educação deverá saber que o labrador é um cão muito inteligente e dócil, o que o torna num animal fácil de treinar, capaz de assimilar muitos truques, mas isso requer paciência e dedicação por parte de toda a família. Veja também o nosso artigo sobre como adestrar um Labrador.

4

É importante saber que devido ao seu carácter, o labrador é um animal que não costuma tolerar os maus tratos nem os gritos, para o criar e precisará de paciência e auto-controlo, pois se usar algum tipo de violência apenas levará o seu animal de estimação a ficar mais rebelde, ignorando quase todos os seus pedidos.

5

Este animal é um grande comilão e comerá sempre que tenha oportunidade, por isso é muito importante controlar as porções que ingere, pois à medida que vai envelhecendo corre o risco de obesidade. Evite dar-lhe guloseimas humanas e comida humana, pois estará a incentivar uma atitude que depois não conseguirá controlar.

Se você adotou recentemente um labrador filhote, é importante que controle aquilo que ele come. Leia o nosso artigo completo sobre como alimentar um filhote de labrador, onde explicamos como alimentar o seu cachorro em cada etapa da infância dele.

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Imagem: portaldodog.com.br

6

Para o labrador não lhe chegam 20 minutos de passeio, esta raça é muito ativa e embora possam viver num apartamento, precisam de correr livremente, necessitam de exercício e de jogos em que possam ir atrás de algo, isto não só o ajudará a manter ativo mas também a queimar todas as calorias que ingere e prevenir que se torne demasiado obeso.

As técnicas de adestramento são também muito úteis para manter o seu cachorro labrador ativo. O melhor é educar o labrador desde filhote para que ele aprecie os momentos de adestramento, que para além de úteis para a própria segurança e bem-estar do cachorro, melhoram a relação entre você e ele.

animaquarios.blogspot.com

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

7

Este cachorro precisa de muito amor, como o seu primo Golden, é um animal de estimação que precisa de compartilhar com a família, de sentir o amor dos seus membros, não se adapta bem a viver isolado e distante, pelo que deverá incorporá-lo nas suas rotinas.

Apesar de terem algumas semelhanças, as raças Golden e Labrador são distintas. Leia o nosso artigo sobre as diferenças entre Labrador e Golden Retriever.

8

Outro fator importante a ter em conta é o peso do labrador. Os labradores têm uma certa tendência para a obesidade, tal como já referimos.

Por isso você deve ter bastante controlo na alimentação do seu cachorro e no exercício físico que ele pratica. Esta raça precisa de muita atividade e por isso não é adequada a pessoas com um estilo de vida sedentário.

Um labrador adulto deve pesar entre cerca de 25 e 35 kg, relembrando que as fêmeas são ligeiramente mais pequenas do que os machos.

Para saber se o seu cachorro está gordo, leia o nosso artigo sobre essa matéria.

9

Lembre-se de o levar a fazer exames médicos, pelo menos duas vezes por ano, isso ajudará a mantê-lo saudável e feliz.

Se pretende ler mais artigos parecidos a Como cuidar de um cachorro labrador, recomendamos que entre na nossa categoria de Animais de estimação.

3 passos para ensinar o seu cão a fazer xixi e cocô no lugar certo sempre

Ensinar o seu cão a fazer xixi e cocô no lugar certo parece uma missão impossível para muitos donos, mas acredite, não é.

Leia também:  Como cantar na igreja sem ficar envergonhado: 11 passos

Como eu disse no artigo anterior, sobre o funcionamento – ou não – de educadores sanitários, é preciso levar muitas coisas em consideração na hora de cobrar do seu amiguinho um comportamento de gente grande.

Um exemplo é oferecer um local limpo e seco, longe da comida e de onde ele dorme.

Pense comigo, assim como uma criança tem dificuldade de parar de brincar para avisar os pais que quer fazer xixi, o filhote também não quer parar tudo e ir até a lavanderia para se aliviar.

Ainda mais que a sensação do xixi é realmente prazerosa e funciona como uma auto-recompensa para cão, já que ele se livra da sensação de desconforto. Por isso que muitas vezes, vai xixi para todo lado. Ele não faz isso por mal.

Mas o comportamento pode ser mudado e ele aprenderá a fazer xixi e cocô no lugar certo.

O ideal é que o seu cão saiba fazer xixi e cocô no lugar certo em diferentes situações. Ou seja: em dias de chuva ou quando você não puder sair para dar uma volta, ele vai se aliviar dentro de casa ou no quintal. E durante os passeios, ele vai fazer na rua – e você, recolher no saquinho, certo? ????

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

O recomendado é que seu cão faça necessidades na rua (durante o passeio) e também em casa, no lugar certo (jornal. tapete higiênico ou onde você definir).

Como já falamos nos artigos anteriores, lembre-se de que a responsabilidade pelo acerto é do tutor e não do animal. Essa consciência é fundamental: para o cão acertar, você precisa controlar a rotina e o ambiente e criar a oportunidade de aprendizado para ele.

O método que oferecemos nesse artigo não é difícil, mas requer o seu comprometimento por cerca de 30 dias numa rotina de ensino. Gente, vale muito a pena: uma vez que seu cão aprender a fazer xixi e cocô no lugar certo, ele não vai mais errar e essa questão estará resolvida para sempre! Legal, né?

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Lembrando que vamos premiar com petisco, carinho e festa quando ele acertar e nunca vamos punir quando ele errar. Combinado?

Para que ele aprenda a fazer xixi e cocô no lugar certo sempre, dividiremos o ensinamento em três etapas:  

  1. Garantir que ele aprenda direitinho a fazer dentro de casa ou no quintal.
  2. Ensinar o cão a fazer na rua.
  3. Combinar as duas técnicas anteriores.

Neste artigo, trataremos apenas do primeiro passo: ensinar a fazer em casa. No próximo artigo, falaremos sobre fazer no passeio e sobre como combinar as técnicas.

Antes das técnicas, vale dizer que prevenir o erro é fundamental e acelera o aprendizado. Por isso, observe a rotina e faça a leitura corporal do seu cão para você prever quando ele vai querer se aliviar. Repare que existem padrões:

  • Assim que ele acorda de um cochilo ou do sono da noite.
  • Aproximadamente 15 minutos depois que bebe água ou come. (Esse tempo pode variar conforme raça, tamanho, idade. Tente entender o padrão do seu cão.)
  • Quando se mostra inquieto, girando, agachando.
  • Enquanto ele estiver aprendendo, sempre que possível, procure levá-lo ao lugar certo na hora em que ele sentir vontade de fazer xixi ou cocô.
  • Vamos às técnicas?
  • Primeiro, ensinar o cão a fazer xixi e cocô em casa.
  • Se você mora em apartamento ou em uma casa sem quintal, terá que criar o banheirinho do seu cão em um ambiente interno. Para isso, siga os passos abaixo:
  • Escolha um lugar que fique longe da comida e da água. Prefira cômodos que facilitem a limpeza, como a lavandeira.
  • Tire do local tudo que o cão possa destruir e forre o piso todo com com jornal ou tapete higiênico (mais recomendados pela absorção e praticidade). Assim ele não terá oportunidade de errar, já que todos os lugares passam a ser certos;
  • Conduza o cão até o local, quando ele tiver vontade. Ou, se você não tiver esta disponibilidade, restrinja o espaço do cão apenas a esta área durante o dia todo. Mas, por favor: não isole o cão. Leve-o para passear e interaja com ele o máximo possível durante o período de ensino.
  • Deixe uma semana dessa forma e depois tire alguns jornais ou tapetes onde ele NÃO tenha feito xixi, deixando os outros em que ele fez no mesmo lugar;
  • Deixe mais uma semana e retire mais alguns onde ele não tenha feito. Se nesse tempo, ele errou e fez no espaço vazio, volte a cobrir o local;
  • Faça isso até que sobre apenas o jornal ou tapete exatamente no cantinho que você elegeu como ideal;
  • Quando ele estiver acertando o local por, pelo menos, uma semana, comece a liberar aos poucos outros espaços da casa. Se ele errar, volte a restringi-lo onde você quer que ele faça o xixi e cocô. Isso deve ser repetido até que ele não erre mais.

Se você tiver um quintal onde o cão pode fazer as necessidades, ótimo! É possível ensinar o cão a fazer em uma área específica em vez de sujar todo o espaço.

O local tem que ser coberto, protegido da chuva e você pode se basear nos mesmos princípios do método citado acima, ou seja, restringir o cão ao local, eliminando a possibilidade de erro.

Mas, por favor, atente ao frio e ao sereno para não deixar o cão em más condições, tá bom?

Outro jeito de ensiná-lo a fazer num local específico do seu quintal vai exigir um pouco mais de dedicação da sua parte. As orientações são as seguintes:

  • Leve ele regularmente, pelo menos a cada hora, até o local que você escolheu;
  • Recompense-o com petiscos, carinho e / ou festa quando ele fizer xixi ou cocô;
  • Aos poucos, libere o espaço e, caso haja o erro, volte com a prática do início.

Caso seu cão já tenha errado muito muitas vezes, não tem problema. É possível corrigir, com base nesse histórico:

  • Espalhe o tapete higiênico em TODOS os lugares da casa onde ele já fez xixi ou cocô, mesmo que tenha sido uma única vez. Sim, eu sei que a quantidade pode ser enorme, mas faz parte do processo
  • Com isso, já eliminaremos o erro, porque ele está fazendo em cima da superfície certa, que é o jornal ou tapetinho higiênico;
  • Tire aos poucos os tapetes que ele não usou até que sobre o que você quer. Não adianta querer acelerar tudo, pois estou falando de semanas repetindo esse processo.

E tem também a técnica de colocar a comida nos lugares onde costuma errar. Falamos disso neste artigo aqui.

Para a maioria das pessoas, os métodos acima bastam para resolver o problema. Mas atenção: não é porque o seu cão aprendeu a fazer xixi e cocô no lugar certo em casa que ele não precisa de passeio. Passear é fundamental para uma vida saudável do cão e deve fazer parte da rotina de vocês, independente do xixi e cocô.

Além do que, mesmo depois de aprender direitinho a fazer xixi e cocô no lugar certo dentro de casa, é comum que os cães prefiram fazer na rua e isso é muito conveniente para o nosso processo de ensino. No próximo artigo, você vai descobrir como ensinar seu cão a fazer xixi e cocô também no passeio e a combinar todos esses aprendizados. Então, fique ligado(a) aqui no blog!

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos

Mesmo sabendo fazer direitinho dentro de casa, é muito comum que os cães prefiram fazer fora. Por isso, nunca dispense a rotina dos passeios.

Portal Tudo de Cão Transforma

Você já conhece o portal Tudo de Cão Transforma? Lá, criamos o “Desafio – xixi e cocô no lugar certo em 28 dias”, com vídeos passo a passo para você ensinar o seu cãozinho, seguindo um tutorial por dia. Fica super fácil. Clique aqui para saber mais.

Além disso, o portal tem palestras com convidados, aulas ao vivo, tira-dúvidas sobre educação sanitária e diversos outros assuntos interessantes. Acesse lá e faça um teste por 7 dias, sem compromisso, vale muito a pena. É risco zero!

Podemos te ajudar pessoalmente também. Se preferir, você pode receber suporte personalizado de um profissional que vai até a sua casa, para te orientar, adestrar o seu cão com muito amor e sem punições. Para saber mais sobre o nosso serviço de adestramento em domicílio e para receber uma visita gratuita de um de nossos adestradores, clique aqui.

Espero que o artigo tenha sido útil. Não perca a sequência para aprender a ensinar a fazer xixi e cocô no lugar certo durante o passeio, hein!

  1. Até mais!
  2. Um abraço,
  3. Marcelo Eckmann

9 brincadeiras para cachorro praticar dentro de casa – Dicas – iG

Ao adotar um cachorro pensar no espaço disponível para ele brincar e movimentar-se é tão importante quanto ter dinheiro suficiente para mantê-lo bem alimentado e com os cuidados em dia.

Algumas raças são mais apropriadas para apartamento e outras para casa grande, mas tudo depende do tamanho do animal e da energia que ele tem.

Além de necessitar de um ambiente minimamente confortável, as brincadeiras para cachorro são fundamentais para mantê-lo ativo fisica e mentalmente.

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos shutterstock

Brincadeiras para cachorro: 8 atividades para praticar dentro de casa

Mesmo quando não se tem muito espaço em casa é possível dar um jeito e fazer o cão se exercitar. Até essa prática evita uma série de complicações, como a obesidade
. Se você está em dúvida de quais brincadeiras para cachorro é possível fazer com o seu, acompanhe as dicas abaixo e comece hoje mesmo a se divertir com ele.

Esconda brinquedos

A primeira dica é para aguçar a curiosidade e a inteligência do cão para procurar objetos. Esconda os brinquedos favoritos dele e deixe-o encontrar sozinho. O olfato invejável dos cães facilita bastante nessa tarefa. 

Dá até para fazer brinquedos em casa
, reciclando alguns objetos inutilizados como a garrafa PET e meias velhas e rasgadas. Sem dúvida, o animal vai gostar tanto desse quanto de um outro caro, comprado no mercado pet.

Leia também:  Como agir perto de sua namorada: 15 passos (com imagens)

Frisbee

Jogar o frisbee para ele pegar também é válido, mas é importante cuidar com outros objetos da casa para não quebrar nada ou mesmo machucar alguém que esteja passando pelo cômodo. O ideal é praticar em um corredor sem móveis ou coisas quebráveis. Não jogue muito alto também, para não bater na lâmpada ou na janela.

Jogar a bolinha

Apesar de tradicional, essa atividade continua sendo uma das preferidas dos pets. Eles conseguem correr e capturar o objeto, hábitos que adoram.  Além disso, é uma forma de aproximar o tutor do companheiro mesmo depois de um longo dia ocupado de trabalho. 

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos shutterstock

Brincadeiras para cachorro: 8 atividades para praticar dentro de casa

Normalmente eles gostam de trazer o brinquedo de volta para o tutor, mas sem soltá-lo da boca. É preciso ensiná-lo a soltar para poder brincar de novo – puxar a bolinha com força da boca dele pode machucar o animal e não é correto.

Cabo de guerra

Essa brincadeira é válida até certo ponto, porque se não for praticada de maneira segura pode machucar o animal. Dê uma corda ou mesmo brinquedo que possa ser puxado pelo tutor. Mas atenção: não faça muita força para puxar e deixe o cachorro ganhar a “competição” de vez em quando.

Se não tomar cuidado é possível machucar a arcada dentária dele e até arrancar algum dente. E também alguns especialistas não indicam a atividade por instigar o lado agressivo do animal – o que é ainda menos recomendado para cães já com instinto de braveza e defesa de território.

Brinquedos mastigáveis

Quando são filhotes os cachorrinhos adoram mastigar e morder tudo que veem pela frente, inclusive nossa mão. Para entretê-lo e ajudá-lo a coçar a gengiva com os dentinhos nascendo é interessante dar bolinhas e quaisquer objetos de borracha, principalmente. Isso alivia o estresse e evita que ele mastigue outros objetos de casa e machuque as pessoas.

+Brinquedo para cachorro: como escolher o melhor e mais seguro? 

Como Brincar com o seu Cachorrinho: 9 Passos Reprodução/ Redes Sociais

Brincadeiras para cachorro: 8 atividades para praticar dentro de casa

Brinquedos com petiscos

Existem no mercado pet uma série de brinquedos que soltam petiscos conforme o animal se diverte.

Feitos de borracha, estão disponíveis no tamanho médio e pequeno, além de ser composto por um material ótimo para o pet mastigar e entreter-se sem se machucar.

Basta preencher o objeto com guloseimas (saudáveis e próprias para animais) e deixá-lo brincando. É ótimo para quem mora em apartamento pequeno e não tem muito espaço para o pet. 

Esconde-esconde

Esconder-se do cachorro pode ser uma ótima forma de desenvolver a curiosidade dele. Fique atrás de algum móvel ou em um local da casa onde ele não te enxergue. Pelo faro ele provavelmente encontrará o dono em questão de minutos. Se possível dê uma recompensa ao cão por ter te achado, como algum petisco ou guloseiam saudável.

Fingir desmaio também gera reações impressionantes no animal. Deite no chão e fique imóvel, de olhos fechados por alguns minutos. O pet fica desesperado em alguns casos e tenta “salvar” o tutor de qualquer jeito, lambendo-o para tentar acordá-lo. 

Convide um amiguinho

Alguns cães se dão bem com outros e viram amigos na hora da brincadeira. Por isso, é divertido para o pet ter um  outro por perto para lhe fazer companhia e dividir momentos de diversão. Dias de chuva são propícios para isso, já que o pet não pode brincar ao ar livre.

Cavando dentro de casa

Cavar o jardim
, o sofá, a porta e qualquer outra coisa é um instinto natural dos cães. Não é raro vê-los mexendo na coberta de forma a querer cavá-la, como se fosse desbravar a própria caminha.

Por isso, principalmente em caso de quem mora em apartamento, é indicado deixar um cantinho da casa só para isso.

Coloque o cobertorzinho do pet e vários brinquedos dele em um mesmo lugar para ele cavar e se divertir.

+Precisa deixar o cachorro sozinho em casa o dia inteiro? Saiba o que fazer

A importância das brincadeiras para cachorro

Além de reforçar os laços entre tutor e pet, as brincadeiras ajudam a manter o animal mais feliz e ativo
, ainda que ele viva em um espaço pequeno.

Justamente no caso de passear pouco na rua e ter menos espaço em casa, é preciso incentivá-lo com exercícios e atividades divertidas.

É uma forma também de o tutor demonstrar que está dando atenção ao animal – que vai se sentir muito mais amado.

Uma forma boa de garantir a segurança durante essas brincadeiras para cachorro é colocar um tapete anderente no corredor onde ele irá correr ou mesmo um carpete já é suficiente para ele não escorregar e se machucar. Se possível, afaste um pouco os móveis para o peludo ganhar espaço na hora de se movimentar. 

Visão | 11 dicas para tornar a adoção do seu cachorro o menos traumatizante possível

A decisão de adotar um cão deve ser sempre muito ponderada e nunca tomada de ânimo leve, ou num impulso momentâneo.

Por vezes somos levados a decidir a adoção porque nos deparamos com uma fotografia repleta de doçura, nas redes sociais, ou porque nos derretemos com a amorosa ninhada de cachorros de um cadela de uns amigos, ou ainda porque um dos nossos filhos implora, até à exaustão, o alargamento da família a um amigo de quatro patas. E por qualquer destes, ou de outros motivos, cedemos, de forma irrefletida. Não avaliamos convenientemente o que efetivamente significa adotar um animal, se estamos dispostos a mudar o nosso estilo de vida, em prol de um novo membro da família, se temos espaço para o receber, se lhe podemos satisfazer as necessidades físicas e cognitivas, se dispomos de vontade para acrescentar mais tarefas aos já intermináveis afazeres diários. Adotar um animal significa responsabilizarmo-nos por ele enquanto viver, proporcionar-lhe alimentação, diversão, cuidados de saúde e um lugar efetivo e afetivo no seio familiar. Significa respeitar a espécie a que pertence e oferecer-lhe os meios necessários para que todos os comportamentos normais se possam expressar.

  • Assim sendo, quando tomar a decisão de adotar um cão, reserve algum tempo para refletir nos seguintes aspetos:
  • – Tenho espaço físico suficiente, sem prejuízo das minhas próprias necessidades?
  • -Tenho disponibilidade para lhe proporcionar passeios prolongados, diariamente, e tempo de interação lúdica, ou tenho alguém na família que o faça?
  • – Estou consciente que todas as rotinas vão mudar e não me importo que isso aconteça?
  • – Compreendo que possa haver alguns estragos na mobília, em objetos de uso pessoal ou até no próprio imóvel e estou disposto a repor estes estragos?
  • – Tenho disponibilidade económica para lhe proporcionar uma alimentação adequada e cuidados médicos sempre que necessário?
  • – Tenho forma de resolver o problema das férias, sem prejuízo das mesmas, mas também sem prejuízo do animal?
  • – Estou disposto a incluir o cão em todas as atividades familiares nas quais possa participar?
  • – Estou disposto a informar-me e a aprender tudo o que seja necessário para me tornar um bom tutor?

Se respondeu que sim a estas questões, então, muito provavelmente está pronto para aumentar a sua família. A partir daqui resta escolher o tipo, o tamanho e a origem do cão.

Um cão de grande porte, ou pelo contrário, de porte pequeno? De raça pura ou sem raça definida? Cachorro, adulto ou sénior? De proveniência particular, de canil de criação ou de canil de recolha de abandonados? De pelo curto, médio ou longo? Decisão tomada, animal escolhido, resta tentar proporcionar-lhe uma adaptação ao seu novo lar, o menos traumatizante possível.

Aqui ficam algumas dicas que podem ajudar nesta fase de adaptação para todos: família humana e cachorro

1- Se possível, visite o cachorro antes da adoção, observe as suas preferências, interaja com ele, sempre de forma calma e sem elevar a voz. Atitudes calmas, acalmam um cachorro demasiado excitado e descontrolado.

Se, pelo contrário, for um cachorro demasiado tímido, resista à tentação de o agarrar à força, respeite o seu espaço, aborde-o com delicadeza, espere que seja ele a vir ter consigo, oferecendo-lhe um prémio delicioso ou um brinquedo irresistível.

Observe a atitude da mãe, verifique se reage bem a humanos, se tem estado em contacto com os cachorros e se parece bem de saúde. Deixe ficar com o cachorro uma manta ou toalha macia, assim como um brinquedo, que virão de volta no dia em que o for buscar.

2 – Agende o dia da adoção para uma altura em que possa ficar em casa, por forma a ter disponibilidade para, calmamente, o ajudar a se adaptar a uma nova realidade, longe de tudo o que conheceu até então, sem o odor e o calor materno, sem a alegria das intermináveis brincadeiras com os irmãos. Por outro lado, se foi um animal abandonado, poderá estar muito traumatizado, desconfiado, inseguro e muito receoso. Será necessário adaptar a nossa estratégia ao tipo de animal que vamos levar para casa.

3 – Transporte-o devidamente acondicionado em caixa de transporte adequada ao seu tamanho, mas sem ser demasiado grande, para não permitir instabilidade e quedas. Prenda-a com o cinto de segurança de passageiros.

Coloque na caixa a manta ou toalha e brinquedo que previamente deixou com o cachorro, para adquirir um odor familiar. Em alternativa, prenda-o com um cinto de segurança próprio para cães, no banco traseiro, com alguém ao seu lado para lhe dar conforto e estabilidade.

Evite reforçar os comportamento indesejados e se o animal se mostrar ansioso redirecione a sua atenção para algo que o distraia (como um brinquedo, por exemplo). Premeie com carícias e palavras de incentivo os momentos em que este estiver relaxado.

Conduza devagar, curvas suaves, sem travagens bruscas, não se esquecendo de arejar o interior da cabine. Muitos cachorros enjoam em viagens e alguns chegam a vomitar. Antes de sair dê-lhe apenas uma refeição ligeira e, se necessário, fale com o veterinário assistente para lhe ser prescrito um antiemético.

Leia também:  Como agir perto dos pais da sua namorada (com imagens)

Muitos cães adultos com medo de andar de carro desenvolveram este comportamento por associarem o carro com o enjoo. De qualquer forma, leve consigo sempre papel absorvente ou toalha para evitar que um vómito volumoso e indesejável suje os estofos do veículo.

4 – Ao chegar a casa, evite bombardear o cachorro com experiências novas. Reserve-lhe um local sossegado, com um sitio onde se possa esconder e permita-lhe uma adaptação gradual ao espaço. Espere que seja ele a vir ter consigo e permeie quando isso acontecer, se o fizer de forma calma e controlada.

Incentive-o a brincar, mas sempre no seu próprio ritmo, sem excessos e sem o forçar a nada. Se se esconder e se mostrar assustado, dê-lhe tempo e espaço para se ambientar e tente atrai-lo a si de forma calma, elogiando os pequenos progressos, com prémios comestíveis ou palavras de incentivo.

Se, pelo contrário, for demasiado efusivo, não retribua o entusiasmo, fale sempre em tom baixo e pausadamente, retomando a brincadeira só quando o animal se acalmou.

5 – Nesta fase de adaptação convém disponibilizar ao cachorro a mesma alimentação a que ele está habituado para gradualmente ir mudando para a escolhida pela família, levando em conta o tamanho e idade do mesmo, assim como o orçamento familiar.

Se possível traga consigo um pouco da dieta que lhe era disponibilizada no local de origem e vá misturando com a nova, aumentando gradualmente a quantidade da nova e diminuindo a quantidade da outra.

Se possível aconselhe-se com um profissional sobre as melhores opções, antes mesmo da chegada do animal.

6 – A primeira noite na nova casa pode ser traumatizante para o cachorro assim como para a família. Deve ser decidido em consenso familiar onde o cão irá dormir e depois de tomada a decisão, esta deve ser respeitada, sem exceção.

Não pode ceder, porque é a primeira noite ou porque ainda é muito bebé, levando-o para o quarto, ou dormindo com ele na sala. Depois será muito mais difícil isolá-lo nos dias seguintes. Também não há problema se a sua decisão for a de o deixar dormir no quarto dos adultos ou mesmo das crianças.

Simplesmente não deve haver vezes que sim e outras que não.

Mantenha-se firme na sua decisão, apesar de poder utilizar alguns truques para que o cachorro se sinta mais confortável e tenha uma boa noite de sono, tais como um snack ou uma refeição ligeira e colocar um saco de água quente sob a manta que trouxe, na caminha onde o deita (há quem defenda a colocação de um despertador antigo, daqueles que fazem tic-tac, embrulhado numa toalha, junto do cachorro, pretendendo simular o batimento cardíaco da mãe… não custa experimentar). Por se sentir só, irá, muito provavelmente, vocalizar, para atrair companhia. E é exatamente nestes momentos que não o deve visitar. Logicamente, a sua tentativa será a de o acalmar, mas ele entenderá que foi bem sucedido no seu ruidoso apelo e portanto manterá este comportamento sempre que quiser companhia. Certamente com vizinhos por perto e não querendo queixas desagradáveis, será difícil resistir á tentação de interromper o choro noturno do novo membro da família. Mas se o fizer estará simplesmente a potenciar tal comportamento e na noite seguinte será provavelmente pior. Se se sentir apreensivo quanto à segurança do cachorro, pode visitá-lo, mas sempre e só quando este estiver sossegado. Desta forma ele entenderá que o comportamento que condiciona a presença de companhia é exatamente oposto à vocalização ou o arranhar a porta. Se se mantiver calmo e sossegado, algo de bom acontece. Se estiver agitado e ruidoso, nada acontece.

7 – Programe uma ida ao veterinário nos dias a seguir à adoção, para esclarecer todas as duvidas relativamente ao comportamento e aprendizagens do cachorro e estabelecer um programa de desparasitações e de vacinas, adequado ao local onde vive e à idade do cão e que permita as saídas à rua o mais precocemente possível.

Informe-se sobre escolas de treino e se existem nas imediações as puppy classes, ou seja, escolas ou associações que promovem aulas para cachorros, muito importantes, se bem organizadas e vigiadas, para a socialização do cão. Cuidado com a escola ou treinador que escolhe.

Como em Portugal esta atividade ainda não tem uma entidade superior que a supervisione e regulamente, qualquer pessoa com um simples curso online pode intitular-se de treinador e, no entanto, não dominar os mais modernos métodos de treino.

Um mau profissional pode prejudicar muito a relação humano/animal, em qualquer fase da vida do seu cão, mas nesta em especial. Aconselhe-se com o seu veterinário, fale com amigos, mas sobretudo aprecie de forma crítica o trabalho do treinador e, sobretudo, desconfie de aulas em que não é permitido ao tutor estar presente.

De pouco interessa que o cão trabalhe muito bem com o treinador. É com o tutor que deve trabalhar desde o inicio e durante toda a sua vida.

8 – Enquanto o cachorro não terminar o programa vacinal prescrito pelo veterinário assistente, promova encontros com amigos e familiares que tenham cães vacinados, para contribuir também desta forma para a sua socialização. Não o feche em casa.

A fase de sociabilização acontece muito precocemente na vida do cão e quando ele estiver suficientemente imunizado para puder passear livremente, já esta terminou. Como resultado temos cães adultos com medos e fobias de tudo o que seja novo.

Portanto, tente encontrar um meio termo entre o “não dever sair” por causa das doenças físicas e o “ter que socializar”. Leve-o a todo o lado em que o risco seja mínimo.

Transporte-o de carro quando for levar ou buscar crianças à escola, visite amigos com jardim fechado e deixe-o correr e brincar, se for de pequeno porte passeie-o ao colo, para sentir odores, ouvir sons e ver todo o bulício normal de uma cidade. Se for um cachorro de grande porte poderá sempre recorrer a um carrinho de bebé que tenha disponível, mas não deixe de o estimular e passear.

9 – Habitue o cachorro, desde cedo, a ficar sozinho por alguns períodos. Logicamente, se forem períodos prolongados ele irá sentir-se aborrecido e procurar formas de ocupar tempo. Ofereça-lhe brinquedos indestrutíveis de formas e tamanhos variados.

Mas não adianta ter um grande numero de brinquedos permanentemente à disposição. O cão acaba por se desinteressar. O mais sensato será ter 2 conjuntos, ou mais, e ir fazendo rotação.

Mas, mesmo assim, pode sempre improvisar e proporcionar novas experiencias cognitivas, que o deixem ocupado, poupando assim o recheio da casa. É só dar asas à imaginação.

Uma caixa de ovos fechada com pedaços de maçã no seu interior, uma garrafa de água com alguns buracos do tamanho dos grãos de ração, parcialmente cheia com uma parte da porção diária (terá que rodar a garrafa para permitir a saída dos grãos, um a um), cubos de gelo simples ou feitos a partir da água de cozedura de alguns alimentos, comida húmida congelada, cenouras inteiras (como não digerem bem a cenoura, esta irá aparecer em bocados nas fezes, mas sem causar qualquer distúrbio de saúde) são apenas alguns exemplos. Nunca ofereça ao cachorro um dos seus chinelos velhos. Logicamente, ele não saberá a diferença entre os novos e aquele que já não usa, uma vez que o odor é semelhante.

10 – Até aos 6 meses de idade, tente manter a rotina de 4 refeições diárias, mas não deixando o alimento à disposição por mais do que meia hora. Ao fim desse tempo retire o prato, quer o cão tenha comido ou não. Nunca lhe dê o alimento à boca, nem ande atrás dele com o prato, insistindo para que coma.

A única coisa que conseguirá com essa atitude é que este só coma se lhe estiverem a dar atenção. Se não comer uma das refeições, comerá na seguinte. Nenhum cão saudável morrerá à fome tendo alimento à disposição. Se o cachorro não for muito voraz, não se preocupe com a quantidade que come na fase de crescimento.

Interessa é que seja bem disposto, brincalhão e com boa condição corporal, sem exageros. Depois de terminado o crescimento e sobretudo se for esterilizado, deverá verificar qual a dose diária recomendada e seguir essa orientação. Dos 6 aos 9 meses poderá reduzir para 3 o número de refeições e a partir daqui poderá passar para 2, pelo menos.

Duas será também o número de refeições mínimas, divididas a partir da dose diária recomendada, a manter para toda a vida adulta. Nunca dê uma única refeição diária. Alguns problemas de saúde poderão advir daí. Não esqueça que há alimentos completamente proibidos, devido à sua toxicidade para a fisiologia canina.

É o caso do chocolate, assim como do picante. Uvas, passas, cebola e alho estão também entre os alimentos tóxicos.

11— Fale com o cão sempre em tom baixo e pausado. Tutores que gritam e se mostram agitados e impacientes, educam cães hiperativos, descontrolados e frustrados. Seja claro nos comandos que dá ao animal, com regras fixas que não podem ser mudadas repentinamente só porque dá jeito. Premeie os comportamentos que quer manter e ignore os que quer eliminar.

Não permita brincadeiras que envolvam mordiscar partes do corpo e quando o cachorro o faz, pare de se mexer, ignore completamento o comportamento e o próprio cão. Só recomeçará a brincadeira quando este desistir de abocanhar. Não lhe ralhe ou agite as mãos em frente à sua cabeça. Só o deixará mais excitado e insistente.

Se for daqueles que não desistem, ofereça-lhe uma alternativa que ele possa mordiscar.

Espero que todas estas 11 dicas contribuam, de alguma forma, para uma adoção saudável e bem sucedida. Sem duvida que aquilo que retiramos de uma relação com qualquer ser vivo pode ser muito positivo e gratificante.

Como em todas as relações há pontos positivos, mas também alguns negativos. Estamos sempre na espectativa de receber afetos, mas deveremos também estar preparados para os retribuir.

Disfrute da companhia do seu cão, durante muitos anos, de forma cúmplice e compensadora ao nível afetivo, com respeito mútuo.

Até para o próximo mês.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*