Como beber sem ser descoberto: 11 passos (com imagens)

Alicia Alcolea Ferraz

Assim como acompanhar o crescimento e desenvolvimento do bebê é importante, celebrar cada etapa também é. O mesversário é uma forma especial de comemorar e registrar cada mês.

Por isso, preparamos diversas dicas e inspirações para você planejar e executar o mesversário do seu bebê. Seja com fotos, bolos temáticos ou festas, cada mês será comemorado de forma inesquecível.

Índice do conteúdo:

  • Dicas
  • Decoração
  • Fotos
  • Frases e mensagens

Dicas para organizar um mesversário

Não sabe como organizar o mesversário? Qual o bolo escolher? Como montar a decoração? Nós vamos ajudar! Confira algumas dicas para quem quer caprichar nas datas:

  • Local: o local da festa pode ser em casa ou em um salão de festas de um condomínio. Há quem prefira algo mais íntimo, em casa. Vai depender muito da lista de convidados.
  • Convidados: para os primeiros mesversários, evite chamar muitas pessoas, pois a criança ainda é muito pequena e pode se incomodar com o barulho e movimentação. Na maioria das vezes, os pais chamam os avós da criança ou os amigos mais próximos.
  • Bolo de mesversário: como a quantidade de convidados é menor do que uma festa de aniversário, o bolo de mesversário pode ser mais simples, trazendo a temática da idade. Os topos de bolo com o número de meses que o bebê está fazendo não pode faltar!
  • Decoração de mesversário: se você prefere fazer algo mais simples, a mesa do bolo pode vir decorada com alguns detalhes. Mas há quem prefira montar uma mesa bastante decorada, até mesmo com temáticas de acordo com o mês. Uma boa ideia é decorar a festinha com temas de desenhos animados ou filmes infantis.
  • Fotos de mesversário: alguns pais preferem comemorar com uma sessão de fotos da criança. É uma ideia para quem quer economizar. Você pode montar o cenário com cartazes ou itens decorativos do quarto do bebê.
  • Body temático: uma boa opção é o body temático com cada mês completo. Ele pode conter o número da idade ou desenhos de personagens.
  • Lembrancinhas: você pode optar por lembrancinhas simples para os convidados. Pode ser caixetas com um docinho ou até um bem-nascido. Vai variar muito de acordo com o tema e com o orçamento.

Com essas diquinhas, fica mais fácil montar o mesversário do seu filho de acordo com a sua necessidade. O importante é comemorar de uma forma que seja a cara da família.

Ideias para decoração de mesversário

Para ajudar você a organizar a comemoração, nós separamos algumas fotos muito fofas de mesversários. São diversos estilos e formatos para você escolher o que mais se adapta às suas necessidades. Confere com a gente!

1. A decoração pode ser bem elaborada, com grandes itens

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

Taciele Alcolea

2. Os temas de mesversários podem ser de personagens

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

Thyane Dantas

3. Os personagens são ótimas escolhas para deixar o mesversário animado

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

Princesa Raquel

4. Os desenhos animados são inspirações incríveis

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

Dayana Carvalho

5. Essa combinação de cores ficou linda!

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

Taciele Alcolea

6. Elefantinhos são fofos e meigos

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

Mica Rocha

7. Olha que fofa essa decoração inspirada nos Beatles

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

My Home Blog

8. O tema Safári está ganhando destaque nas festinhas

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

Aniely Cunha

9. Assim como o tema fundo do mar

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

Taisa Alves

10. Temas diferentes como lhamas também estão em alta

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens)

Baby Melinda

11. Detalhes que fazem toda a diferença

Any Pontes Nutri

12. Você pode optar por temas relacionados a datas comemorativas de acordo com o mês

Lorena Lopes

13. A decoração pode ser simples

Lidiane de Lima

14. Com itens que você já tiver em casa

Clube da Costura

15. Ou preparar uma grande festa

Hevelin Couto Pimenta

16. As inspirações para o mesversário podem ser várias

Mundo Analice

17. Desde inspirações religiosas

Hevelin Couto Pimenta

18. Até animais fofinhos

Bianca Cavalcante

19. Uma inspiração de leãozinho para o rei da casa

Dupla Eventos

20. Que tal um mesversário com café da manhã para a família?

Jackeline Tomazi

21. Ou uma festinha bem íntima?

Rayllene Nascimento

22. O tema sereismo está em alta nas comemorações

Hevelin Couto Pimenta

23. Outro tema de decoração para mesversário é festa na piscina

Hevelin Couto Pimenta

24. Existem diversas opções de temas e locais para comemorar o mesversário

Vivianne Pupim

25. Basta usar a criatividade

Carina Machado

26. Escolher um tema

Carina Machado

27. Organizar a comemoração

Le Petit Personalize

28. Deixar tudo no capricho

Hevelin Couto Pimenta

29. E curtir o mesversário do seu filho

Carina Machado

30. Afinal, o tempo passa rápido, não é mesmo?

Assim fica mais fácil de se inspirar na hora de montar a decoração do mesversário, não é mesmo? Seja qual local você escolher, muitas ideias podem surgir para comemorar a data.

Ideias de fotos para mesversário

Uma das formas de comemorar a data é fotografar o bebê em cenários bacanas para registrar o momento e compartilhar nas redes. Confira algumas inspirações para as fotos do mesversário:

31. Que tal uma foto com balões metalizados?

Sabrina Sato

32. Geralmente, as fotos de mesversário são acompanhadas da idade do bebê

Taciele Alcolea

33. A foto fica muito fofa com o número de meses

Marina Molina

34. Você pode usar as luminárias com letras para ilustrar o mês

Sara Campos

35. As fotos podem ser inspiradas em desenhos

Jade Seba

36. Use a criatividade para aproveitar a época do ano

Jade Seba

37. Fica muito fofa a foto de mesversário

Luana Crisóstomo

38. A roupinha temática é uma ótima opção para as fotos

Thyane Dantas

39. Você pode optar por um adesivo para o body

Luana Crisóstomo

40. Coloque o bebê perto do bolo

Mica Rocha

41. Aquele ursinho que é companheiro do seu filho também tem espaço na foto do mesversário

Mai

42. Os detalhes da foto do mesversário são muito fofos

Noura Mohammed

43. Mais um modelinho de cenário simples e fácil de fazer

Lena

44. As fotos de mesversário são uma forma de celebrar a data

Lena

45. Ou minimalista

Sana

46. O importante é registrar o momento

Natsuki

47. Comemorar cada mês

Caitlin Clements

48. Acompanhando o desenvolvimento do seu filho

Natsuki

49. Curtindo cada fase

Dicas da Gravidinha

50. E guardar cada segundo na memória

Natalia

São muitas inspirações fofas e incríveis para o mesversário do seu filho, não é mesmo? Registrar o crescimento do seu bebê é uma tarefa prazerosa e cheia de amor.

Frases de mesversário: mensagens lindas para a data

iStock

Vai postar aquela foto linda do mesversário do seu filho no Instagram? Nada melhor do que uma legenda fofa para completar o post! Veja algumas inspirações:

  1. “Olha só como você cresceu! Cada descoberta sua foi uma descoberta de um novo eu.”
  2. “Meu milagre, meu presente de Deus! Você chegou para mudar a minha vida e eu sou eternamente grata por isso.”
  3. “É lindo ver a sua jornada e seu crescimento. Fico feliz por você ser o meu filho. Estou muito orgulhoso de você e olha que só se passaram 6 meses!”
  4. “Um anjo do céu que trouxe pra mim, é a mais bonita, a joia perfeita.”
  5. “Você é a razão da minha felicidade.”
  6. “E posso até ver os meus traços nos primeiros passos, tropeça e seguro e não deixo cair.”
  7. “Um mês tem em torno de 30 dias e em todos esses dias nós só pensamos em você e só queremos chegar em casa e ficar com você perto da gente! Te amamos.”
  8. “Tão pequeno e tão amado! Obrigada por ter iluminado nosso mundo.”
  9. “Com você, filho, sou inteiramente feliz e completa.”
  10. “Desde o dia que você chegou, tudo mudou, meu mundo tem mais cor.”

Claro que você pode criar o seu próprio texto, mas uma ajudinha cai bem! Essas frases ficam emocionantes acompanhadas de uma foto incrível.

O mesversário do bebê é uma data importante e que deve ser comemorada do jeitinho que a família gosta. Seja com uma grande festa ou algo íntimo, o momento é de celebração.

A ciência que investiga o mundo secreto dos bebês

Sophie Hardach BBC Future

Como Beber Sem Ser Descoberto: 11 Passos (com Imagens) Direito de imagem Getty Images Image caption Como os bebês assimilam o que se passa no mundo?

Estou segurando meu bebê, que não para quieto no colo, enquanto dois cientistas tentam gentilmente remover um capacete futurista da cabeça dele.

O acessório, que parece uma touca de natação coberta por um emaranhado de cabos, é parte de uma das ferramentas mais avançadas em pesquisa sobre a infância – promete revelar mistérios da mente dos bebês e mudar nosso entendimento sobre a fase inicial do desenvolvimento humano.

  • Mas, neste momento, meu filho de 11 meses aparentemente não quer ser estudado.
  • “Me desculpa, bebê”, diz Maheen Siddiqui, estudante de doutorado do Babylab, um dos principais centros mundiais de pesquisa da infância, na Universidade de Birkbeck, em Londres.
  • A pesquisadora está utilizando uma técnica pioneira, chamada espectroscopia funcional em infravermelho próximo (NIRS, na sigla em inglês), para investigar o que acontece dentro das células cerebrais dos bebês enquanto eles olham para rostos, desenhos ou objetos.
  • Ela observa, em especial, uma enzima da mitocôndria (as minúsculas “usinas” presentes em nossas células que geram a energia de que precisamos para viver).

O equipamento que ela usa emite radiação infravermelha no cérebro, luz com um comprimento de onda específico que passa pelos ossos e tecidos e é absorvida pelo sangue. O aparato foi desenvolvido especialmente para ser confortável para os bebês.

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Infelizmente, o meu prefere brincar com a touca do que deixá-la na cabeça. Siddiqui retira a peça com cuidado. Enquanto isso, Laurel Fish, uma assistente de pesquisa, sopra bolhas de sabão no laboratório. Meu filho se anima. E eu começo a entender alguns desafios práticos de se estudar as primeiras semanas e meses de vida de uma criança.

Como os bebês assimilam o que se passa no mundo? Pais de primeira viagem, meu marido e eu nos fazíamos sempre essa pergunta. Desde que ele nasceu, parecia um pequeno alienígena: misterioso e fascinante.

Obviamente, nosso bebê não fazia ideia do que eram roupas. Então, será que ele achava que mudávamos de cor o tempo todo? E como não tinha senso de perspectiva, será que ele pensava que diminuíamos de tamanho ao atravessar de um extremo da sala para o outro?

Há um longo histórico de cientistas que se dedicaram a explorar o mundo secreto dos bebês. Charles Darwin, por exemplo, publicou um diário com observações detalhadas sobre seu filho (“Durante a primeira semana, bocejou e alongou com uma pessoa velha – em especial os membros superiores. Soluçou, espirrou, sugou…”).

Sua prole contribuiu, assim, para o desenvolvimento de sua teoria sobre a evolução.

Mas o passado também está repleto de mal-entendidos extraordinários, talvez porque os bebês não consigam nos dizer o que pensam e sentem. Nos séculos 19 e 20, muitos cientistas ainda acreditavam que nenéns não sentiam dor.

Direito de imagem Getty Images Image caption Diversos cientistas se dedicaram a explorar o mundo secreto dos bebês

Pesquisadores dos tempos modernos, por outro lado, descrevem os bebês como atentos, sensíveis e inteligentes. Em nossos primeiros anos de vida, mais de um milhão de novas conexões neurais são formadas a cada segundo. E grande parte do funcionamento deste cérebro tão ocupado é desconhecido.

Nas duas últimas décadas, no entanto, os avanços tecnológicos ajudaram os cientistas a fazerem novas descobertas.

“Essa é a mistura perfeita entre filosofia e ciência. Você está, na verdade, se perguntando sobre questões como a origem do conhecimento, o início do pensamento e como a aprendizagem se desenvolve”, diz Natasha Kirkham, especialista em desenvolvimento infantil e pesquisadora do Babylab.

No início dos anos 2000, grande parte da pesquisa da infância envolvia monitorar os movimentos dos bebês e analisar os resultados quadro a quadro em laboratório.

“Mas, agora, é incrível o que podemos fazer. A tecnologia neurocientífica avançou a passos largos”, comemora Kirkham.

“Há tantas coisas que você pode fazer com um bebê. E tanto a aprender sobre o que estão pensando sem que eles tenham que te dizer.”

Exceto, é claro, quando eles não querem cooperar.

Direito de imagem The Bright Project Image caption Capacete de aparência futurista permite aos cientistas darem uma 'espiada' nos cérebros dos bebês

Após rejeitar o capacete futurista, meu filho agora está vendo uma mulher recitar versos infantis na televisão à sua frente – e nitidamente mais satisfeito com essa parte do experimento.

Apesar da calma exterior, seu cérebro está agora tremendamente ocupado, especialmente a área localizada logo atrás da orelha. Essa região, conhecida como sulco temporal superior (STS), faz parte do nosso “cérebro social”.

É onde processamos os encontros com outras pessoas.

Nos adultos, o “cérebro social” já foi bastante pesquisado. Mas em bebês, costumava ser completamente inacessível, uma vez que eles simplesmente não ficam parados tempo suficiente enquanto estão acordados para serem examinados por aparelhos convencionais, como de ressonância magnética.

É aqui que entra a espectroscopia em infravermelho. Siddiqui utiliza um novo protótipo que consegue medir a atividade a nível celular, dentro da mitocôndria. Existem algumas evidências de que as diferenças na função mitocondrial podem estar ligadas ao autismo. Até agora, as pesquisas são baseadas na análise pós-morte de tecido cerebral.

Ela espera conseguir finalmente testar a hipótese em bebês vivos.

Era da informação

O projeto de Siddiqui é uma das peças de um amplo quebra-cabeça científico que vem sendo cuidadosamente montado no Babylab. Pesquisadores estão reunindo ainda informações de exames de ressonância magnética de bebês dormindo, de rastreamento ocular, de eletroencefalogramas que medem a atividade elétrica no cérebro e até mesmo de monitoramento cardíaco.

Um objetivo comum é entender como acontece o desenvolvimento infantil padrão e, em seguida, investigar por que e como alguns bebês se desenvolvem de maneira diferente. Isso envolve estudar não só suas mentes, mas o ambiente a seu redor.

Kirkham, por exemplo, está interessada em saber como os bebês conseguem distinguir as informações importantes das insignificantes, especialmente em ambientes desorganizados.

Direito de imagem Getty Images Image caption Previsibilidade e coerência, especialmente no que se refere ao comportamento das pessoas ao redor da criança, são fundamentais para o desenvolvimento infantil

Os bebês aprendem observando o mundo, tentando identificar padrões e prever o que vem adiante. Mas isso pode ser difícil se o ambiente em que estão inseridos for caótico ou se as pessoas a sua volta se comportarem de maneira imprevisível.

  1. “Uma das piores coisas que acontece na vida de um bebê e que pode causar infinitos danos é não poder prever as reações de outras pessoas”, afirma Kirkham.
  2. “Esse tipo de ciclo de negligência-abuso, em que não se sabe o que vai acontecer quando alguém chega em casa (ou o que vão fazer), causa um dano enorme, porque não ser capaz de prever é assustador”.
  3. Há muitos fatores individuais envolvidos na pesquisa para que os cientistas do Babylab possam dar conselhos específicos sobre como criar filhos, mas as pesquisas que eles estão conduzindo permitem que os pais tomem algumas decisões mais conscientes.

E não apenas porque enfatizam a importância do cuidado e carinho constantes. Por exemplo, um estudo sobre o efeito das telas touchscreen (sensíveis ao toque) em bebês e crianças pequenas revelou que seu uso está associado a menos sono, mas também ao desenvolvimento precoce de coordenação motora fina.

Direito de imagem The Bright Project Image caption Um dos objetivos do Babylab é entender por que alguns bebês se desenvolvem de maneira diferente

Uma ferramenta que se mostrou particularmente completa para esse tipo de descoberta é a espectroscopia em infravermelho próximo. Irradiar essa luz através do crânio permite aos pesquisadores medir os níveis de oxigênio no sangue que circula no cérebro. Isso, por sua vez, fornece uma imagem da atividade cerebral, já que o sangue rico em oxigênio flui para as áreas ativas.

Quando Sarah Lloyd-Fox, pesquisadora do Babylab, começou há mais de 10 anos a trabalhar com a tecnologia, ela já era usada para estudar cérebros adultos.

Para aplicar em bebês, ela aperfeiçoou o método em parceria com pesquisadores da University College London (UCL). Atualmente, Lloyd-Fox desenvolve o “capacete” padrão – uma larga faixa preta com cabos acoplados – para outros laboratórios, além de conduzir sua própria pesquisa.

Direito de imagem Getty Images Image caption Nos primeiros anos de vida, mais de um milhão de novas conexões neurais são formadas a cada segundo

“Acho que sou uma das pioneiras”, diz ela, enquanto nos sentamos na sala de espera do laboratório, um espaço que lembra uma creche: alegre e repleto de brinquedos.

Meu filho parece ter esquecido de vez o chapéu engraçado. Ele tenta subir no colo de Lloyd-Fox. Ela aponta para a área atrás da orelha dele, que provavelmente neste momento está sendo inundada de sangue rico em oxigênio – seu “cérebro social” está trabalhando intensamente.

As pesquisas dela geraram uma série de avanços. Um dos estudos mostrou, por exemplo, que recém-nascidos com até um dia de vida ativam seu “cérebro social” em resposta a imagens de uma mulher brincando de esconde-esconde.

Outro levantamento indicou que os cérebros de bebês de quatro a seis meses com alto risco de autismo respondem com menos intensidade aos estímulos sociais se comparados a um grupo de baixo risco. Ninguém tinha sido capaz de demonstrar isso em crianças tão pequenas antes.

  • De uma maneira geral, a tecnologia aumenta a probabilidade da descoberta precoce de toda uma série de diferenças neurológicas, ajudando as crianças a obterem o apoio adequado muito antes do aparecimento de qualquer sintoma externo.
  • “Do ponto de vista comportamental, você não vai ser capaz de identificar se o bebê tem autismo ou uma lesão cerebral quando é prematuro, possivelmente até ele completar dois ou três anos de vida”, diz Lloyd-Fox.
  • “Mas você pode identificar se há uma resposta cerebral antes de o bebê ser capaz de reagir de maneira comportamental”, completa.

Inspiração

Como o equipamento de NIRS é portátil e mais barato do que um aparelho de ressonância magnética, ele também pode revolucionar as pesquisas infantis em países mais pobres.

Em 2012, uma clínica na Gâmbia entrou em contato com o Babylab – eles estavam interessados em usar a tecnologia para estudar bebês da região. Lloyd-Fox transportou então todo seu aparato por meio de estradas esburacadas até uma base rural do país africano, onde foi capaz de replicar suas descobertas.

Direito de imagem The Bright Project Image caption Pesquisadores do Babylab usam a espectroscopia em infravermelho para estudar os efeitos da desnutrição no cérebro dos bebês na Gâmbia

O procedimento não foi inédito apenas na Gâmbia, mas em toda a África: nunca tinha sido registrada uma imagem do cérebro infantil daquela maneira no continente. A colaboração agora se transformou em um estudo mais amplo sobre o desenvolvimento infantil na Gâmbia e no Reino Unido.

Um dos enfoques da pesquisa é o impacto da desnutrição, uma vez que 25% das crianças do país africano estão gravemente subnutridas.

“Uma das principais perguntas é: como a desnutrição afeta o cérebro?”, diz a pesquisadora.

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“Mesmo em pesquisas com adultos, eles não fizeram isso, então estamos de certa forma voando às cegas nesse campo. Na verdade, não sabemos exatamente que áreas do cérebro são afetadas em qualquer pessoa, não apenas em bebês.”

Enquanto isso, em Londres, o Babylab está sendo ampliado. Nos próximos anos, vai inaugurar um laboratório para crianças pequenas com uma caverna de realidade virtual, que promete uma perspectiva completamente nova em relação a esse estágio crucial do desenvolvimento humano.

No fim da minha visita, meu filho adormece. Hoje foi mais um dia emocionante para ele, cheio de novidades.

Eu reflito sobre o que a experiência me ensinou como mãe. Foi reconfortante ouvir que os bebês realmente nos observam e respondem muito antes de conseguirem se expressar. Também foi gratificante saber que muito do que os pais fazem instintivamente – como o afago e os ruídos engraçados – tem sólido respaldo científico e proporciona o melhor ambiente para o cérebro deles se desenvolver.

E será que os recém-nascidos acham que realmente mudamos de cor e tamanho o tempo todo? Segundo Kirkham, especialista em desenvolvimento infantil, essa é uma pergunta brilhante. E ela responde que sim, é possível que meu filho tenha pensado que mudamos de cor. Mas, muito provavelmente, ele simplesmente ignorou as roupas e se concentrou no que realmente importava para ele: os rostos.

Como criar uma conta fake quase real

Você está cansado de usar seu perfil real nas redes sociais ou sempre teve vontade de ser outra pessoa na internet? Se a sua resposta for positiva, então é hora de criar um perfil fake.

É importante ter em mente, entretanto, que a criação de um perfil falso envolve muito mais do que apenas vontade ou conhecimentos sobre a rede social que você deseja frequentar. São métodos detalhados, que exigem paciência e criatividade por parte do usuário, para que o objetivo de nunca ser descoberto seja cumprido sem muito esforço.

E você não está sozinho nessa jornada: enquanto isso não é crime, o Tecmundo ensina um passo a passo completo para criar uma conta fake tão real quanto o seu próprio perfil, da criação à manutenção do usuário imaginário.

1. O pontapé inicial

“Mas eu estou satisfeito com o meu perfil real, então por que iria querer criar um fake?”. Essa é uma questão frequente entre quem nunca experimentou ser outra pessoa na rede. Criar uma conta falsa pode envolver diversos motivos e situações, desde o simples divertimento até objetivos mais sérios.

Há quem ache a internet um lugar perigoso demais para mostrar a verdadeira identidade. Seja por medo ou simples timidez, não é raro encontrar quem deseje manter a privacidade na rede. Mesmo assim, não há necessidade de ficar totalmente desligado dela. E é aí que o fake entra.

Outro motivo é bem mais simples: a curiosidade. Acompanhar o perfil daquela pessoa em que você está interessada ou fuçar aquela usuária que fica papeando com seu namorado sem ter medo de ser identificada, por exemplo. Com o fake, é possível fazer tudo isso mesmo que a rede social tenha um mecanismo de identificação de visitas, como o Orkut.

Por último, há quem queira apenas dar umas boas risadas. Uma conta de um sujeito inexistente é o modo ideal para fazer comentários polêmicos ou engraçados e semear a discórdia nas redes sociais. Depois de iniciada a discussão virtual, é só assistir à bagunça de longe.

2. A criação da identidade

Definido o motivo, hora de colocar a mão na massa. Os primeiros passos são também os mais básicos: definir um nome, um estilo e quais serão os gostos de seu personagem.

O nome

O nome é uma das primeiras coisas olhadas por quem acessará seu perfil. Por isso, batizar seu fake é uma tarefa mais importante do que parece: nada que possa chamar a atenção ou provocar risos por causa de piadinhas da rede, como um Manolo, por exemplo. Procure uma combinação comum de nome e sobrenome que não se destaque dos demais contatos.

Todo bom fake também começa com um bom email, mesmo que ele sirva apenas para o cadastro. Não coloque sequências aleatórias de caracteres ou logins muito infantis, que possam servir de prova que o email é apenas uma fachada. Procure utilizar o nome de sua conta falsa, por exemplo.

Outros dados são por sua conta e risco, pois podem ser averiguados por contatos insistentes.  Tome cuidado ao inserir qual é a cidade natal, por exemplo, ou seus contatos podem querer pesquisas sobre você ou até encontrá-lo fora da rede.

As informações

Antes de começar a digitar qualquer coisa sobre as preferências de seu fake, pause po um momento e abra o perfil de seus amigos. Estude o estilo de postagem deles, os interesses, as ações e até o tempo passado online na rede social. Em sua conta, procure imitá-los e seja tão espontâneo quanto eles.

Agora comece a preencher sua própria página. Escolha um estilo de vida, seja algo mais descontraído ou discreto. Nos itens sobre preferências, bole músicas, filmes e livros favoritos, mas tenha um conhecimento mínimo sobre eles para poder falar sobre o assunto quando algum contato o questionar.

Método Montessori

Método Montessori é a perspectiva educacional desenvolvida por Maria Montessori e seus colaboradores [1] a partir da observação do comportamento de crianças em ambientes estruturados e não estruturados. Seu objetivo é ajudar o desenvolvimento da vida da criança, de forma integral e profunda.

A pedagogia montessoriana é fundamentada na observação, e por isso dá suporte ao desenvolvimento infantil de forma especialmente eficaz.

Desde 2007, estudos com alto grau de confiabilidade vêm sendo desenvolvidos para verificar a eficácia de Montessori, e a cada nova publicação, confirmamos que as descobertas de Maria Montessori e seus colaboradores são mesmo o melhor caminho para ajudar o desenvolvimento das crianças, incluindo aspectos cognitivos, sociais, emocionais, de conteúdo e de desenvolvimento cerebral.

Não creio que haja um método melhor que o montessoriano para sensibilizar as crianças sobre as belezas do mundo e para despertar sua curiosidade para os segredos da vida.

Gabriel García Márquez, Prêmio Nobel de Literatura

Maria Montessori (1870-1952) foi uma psiquiatra italiana e uma das primeiras mulheres a se formarem em Medicina na Itália [2]. No final do séc.

XIX, as condições de vida e tratamento de crianças com deficiências internadas em instituições psiquiátricas era terrível, e Montessori, em parceria com um colega e um professor da Universidade de Roma, trabalharam para transformar essas condições, e oferecer às crianças chances de um desenvolvimento mais completo e uma vida melhor.

Para isso, criaram a Escola Ortofrênica, cuja base eram textos de antropologia pedagógica e os métodos didáticos desenvolvidos por Édouard Séguin. Os resultados do trabalho do trio foram surpreendentes, e algumas das crianças conseguiram aprender mais na Escola Ortofrênica do que as crianças sem deficiências aprendiam nas escolas regulares da época.

Estimulada por isso, Montessori voltou a estudar em cursos livres da Universidade que tratavam de Filosofia da Educação, Psicologia Experimental e Antropologia Pedagógica [2], até que em 1907 teve a chance de usar os mesmos princípios para montar uma escola em São Lourenço, um bairro da periferia de Roma e experimentar livremente novos métodos pedagógicos. A Casa das Crianças, como foi chamada essa instituição, deu a Montessori a chance de observar o comportamento de crianças com desenvolvimento típico, em liberdade, num ambiente que era reestruturado a cada nova demonstração das necessidades de desenvolvimento das crianças.

Lá, os filhos de famílias que trabalhavam até dezoito horas por dia e eram quase todas analfabetas, alfabetizaram-se muito melhor e mais rápido do que se esperava – na época – para a idade e classe social.

Além disso, tornaram-se crianças tranquilas, admiravelmente educadas, gentis e generosas, concentradas, independentes e disciplinadas.

Assim, nasceu a Pedagogia Científica, uma abordagem educacional que se transforma a partir das observações que o professor faz, enquanto as crianças vivem no ambiente com liberdade para fazer tudo o que as conduza a um bom desenvolvimento.

Montessori em escola fundada por Alexander Graham Bell e família, 1913. Créditos a Montistory.

O método Montessori se espalhou por toda a Terra, e Maria Montessori viajou por todo o planeta espalhando os segredos da infância, que ela descobria com cada vez mais precisão e profundidade conforme observava crianças em ambientes sociais e geográficos variados, e conforme trocava e colaborava com dezenas de professores ao redor do mundo. Sua proposta foi a criação de uma nova ciência da educação, e hoje as ciências cognitivas e as neurociências dão suporte a cada uma de suas descobertas, com novas publicações todos os anos comprovando a precisão de seus insights e observações, e a eficiência e eficácia da abordagem pedagógica que desenvolveu.

Olhando para o número de escolas montessorianas no mundo (somente 25.000) podemos ter a impressão de que a disseminação das ideias de Montessori não foi tão grande. Mas a presença de Montessori se mede menos pela presença de seu método “completo” nas escolas, e mais por aspectos dele que se tornaram valores universais:

  • mesas e cadeiras baixas,
  • a presença cada vez menor de castigos nas escolas,
  • uma educação baseada no trabalho sensorial,
  • a importância do movimento na primeira infância,
  • o uso de materiais concretos que as crianças possam manipular na escola,
  • a comunicação respeitosa entre professores e alunos,
  • e a valorização das descobertas científicas sobre o desenvolvimento para a prática pedagógica.
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Todas essas foram inovações que Montessori criou, ou que existiam antes dela, mas foram reorganizadas e disseminadas por seus livros e cursos, mais do que por qualquer outra influência na história da educação [3].

A Criança no Método Montessori

A grande descoberta montessoriana é que as crianças são as construtoras da humanidade[4]. Do ponto de vista montessoriano, não são os adultos que “constroem” as crianças, mas as crianças que fazem os adultos. O adulto depende dos esforços da criança.

Esse é o tamanho de sua importância – ela não é mais um ser passivo que será aquilo que fizermos dela, mas um ser ativo, que se esforça o tempo todo para preparar a humanidade de amanhã.

Por isso, o empenho da criança vai sempre na direção de se tornar cada vez mais independente dos adultos, cada vez mais forte e mais potente.

Para Montessori, o desenvolvimento acontece em fases, que são chamadas de Planos de Desenvolvimento. A cada plano, as crianças buscam um novo patamar de independência em relação aos adultos.

Primeiro Plano do Desenvolvimento (0 a 6 anos)

Nesta primeira fase da vida, as crianças têm dois grandes objetivos: aprender como o mundo funciona, para saber como funcionar no mundo [5], e adquirir independência física em relação ao adulto.

Aprender como o mundo funciona quer começa por absorver o mundo, suas imagens, sua linguagem, suas regras e sua cultura, suas leis físicas, químicas e biológicas. Isso não é fácil, e as crianças contam com a enorme capacidade do cérebro infantil de se transformar a cada nova informação.

Montessori não podia observar o cérebro, mas observava o comportamento, e sabia que as crianças tinham um tipo de mente muito especial [5]. Chamou-a de “Mente Absorvente”, e com isso explicou como a criança parte do “nada” e chega a construir um ser humano competente e forte em breves seis anos de vida.

A independência física, outro pilar deste primeiro momento do desenvolvimento, pode ser resumida em uma frase, dita pelas crianças: “Me ajuda a fazer sozinho” [6]. Elas querem aprender, mas não querem que os adultos façam as coisas para elas. Querem fazer.

É pela ação que elas se constroem e se transformam. As crianças enfrentam as dificuldades e os fracassos das primeiras tentativas e insistem até o sucesso e o aprendizado.

Montessori dizia que nunca devemos interromper uma criança em alguma coisa que ela acredita que consegue fazer sozinha, não importa quão lento seja o seu progresso.

Este Primeiro Plano é guiado por Períodos Sensíveis [5]. Ciclos durante os primeiros anos de vida em que o interesse, o foco, e os esforços da criança são direcionados completamente para uma área do desenvolvimento.

Há períodos sensíveis para o movimento, a linguagem, os sentidos, a escrita, a matemática… E se a criança tiver liberdade para perseguir seus interesses durante os períodos sensíveis, se desenvolverá com mais facilidade, fluidez, aparentemente sem esforço e os resultados serão muito superiores ao que seriam se os períodos sensíveis fossem ignorados ou suprimidos.

Conforme fazem coisas cada vez mais difíceis, as crianças dominam o mundo mais próximo de si, começam a ansiar pelo mundo desconhecido, e aí chegam à fase seguinte.

Segundo Plano do Desenvolvimento (6 a 12 anos)

As crianças do Segundo Plano do desenvolvimento já dominaram bastante do mundo mais próximo. Elas sabem cuidar de si, e até conseguem cuidar dos outros e do seu ambiente.

A independência física está conquistada o suficiente, e agora elas desejam alcançar outros mundos, que não podem ser tocados [7].

Mundos distantes: outros continentes, o universo, as civilizações do passado, a Terra na época de sua formação e os animais na história de sua evolução.

Sobre as crianças mais novas, do Primeiro Plano, Montessori dizia que suas “mãos são os instrumentos da inteligência humana” [5]. Se é assim, a imaginação é a mão da criança de 6 a 12 anos. É com a imaginação que a criança investiga e compreende os mundos distantes e inatingíveis.

Lendo, ouvindo, estudando, imaginando, as crianças conquistam a independência intelectual. Aprendem a pensar sem a ajuda dos adultos [8].

E porque pensamos melhor quando pensamos juntos, essas crianças trabalham melhor quando trabalham em grupo, com uma mediação cada vez menor e mais sutil.

É inevitável que, nessa intensa convivência, problemas morais apareçam, e uma frase importante para as crianças de 6 a 12 anos é “Isso não é justo!”. Se para entender o mundo as crianças precisam fazer perguntas, escutar e contar muitas histórias, para compreender aspectos morais e de convivência, é necessário dar espaço para a análise [9].

Não devemos resolver os problemas delas, e nem é adequado dispensar as crianças diminuindo a importância do que dizem – mesmo quando elas estão questionando os nossos comportamentos. O trabalho do adulto no Segundo Plano do desenvolvimento é dar elementos para a compreensão, e depois permitir a reflexão livre – perguntas, histórias, diálogo e tempo.

A socialização fica cada vez mais importante na vida das crianças, até chegarem à adolescência.

Crianças (6 a 12 anos) em uma sala montessoriana discutem fungos.

Terceiro Plano do Desenvolvimento (12 a 18 anos)

Para um adolescente, a parte mais importante do dia a dia é a convivência com outros adolescentes. A independência que estão conquistando é social, eles valorizam a socialização sem a presença ou ajuda do adulto.

Ser socialmente independente significa, por um lado, resolver os próprios problemas, sem apego ao ponto de vista que os adultos possam expressar – e às vezes resistindo a esses pontos de vista, como forma de se tornar livre deles.

Mas também significa compreender, de forma mais profunda e complexa, como a sociedade funciona: a cidade, a cultura, a ideologia, a economia, a ciência e a política [10, 13].

Para o adolescente, é importante pertencer a um grupo. Ser aceito como é, sem precisar se encaixar [11, 12].

É fundamental que os adolescentes tenham a chance de estudar, trabalhar, conviver em grupo, por longos períodos.

Criar ambientes que estimulem a formação de grupos saudáveis é o grande trabalho do adulto para o adolescente. Um grupo saudável é aquele que permite o pertencimento, e que tem uma finalidade que vai além de si mesmo.

O adolescente precisa entender qual é sua função na comunidade a que pertence. A escola, o bairro, a cidade. Por isso, os grupos devem ter uma interação com a comunidade mais ampla. Devem servir a alguma coisa [26]. O adolescente precisa trabalhar, e precisa ser remunerado.

A remuneração mais eficaz é a financeira, porque dá a ele algum grau de independência social, mas o trabalho tem uma finalidade mais pedagógica (aprender a trabalhar, a ter colegas e responsabilidades) do que econômica [13], e na eventualidade do trabalho remunerado não ser possível, trabalho voluntário ou mesmo troca de serviços e mercadorias é possível e funciona [25].

Integrado a diversos grupos, e percebendo sua função social, o adolescente chega à idade adulta.

Quarto Plano do Desenvolvimento (18 a 24 anos)

O início da idade adulta ainda é, para Montessori, um plano importante do desenvolvimento. Já fora da escola, na universidade ou no curso de aprendizados que o conduzirão a uma carreira, o adulto busca compreender seu caminho e seu motivo de existir. Montessori tem um termo que nos ajuda aqui, embora ela mesma não o utilize para falar do adulto: Papel Cósmico [14].

Todos os seres têm uma função no equilíbrio cósmico, e não é diferente com os adultos. Todos os adultos exercem alguma atividade que contribui para o delicado tecido cósmico. Na maior parte das vezes, nosso papel cósmico não é o que está escrito em nosso contrato de trabalho.

Pode ser que sejamos contratados para ensinar Geografia, mas nossa maior contribuição pode ser o diálogo com os alunos nos corredores, que os ajuda a encontrar um caminho profissional. Podemos ser gerentes de loja, mas nossa maior contribuição pode ser ajudar os clientes a enxergarem o que há de mais belo em seus rostos e corpos.

O contrato é nosso papel individual, e é o que garante o sustento de nossas famílias. O papel cósmico é o que garante o equilíbrio de todo o universo.

Todos os adultos têm um papel cósmico, mas ele não pode ser descoberto nos bancos das universidades, e Montessori defendia que desde cedo os adultos trabalhassem [13], como assistentes e aprendizes, para se tornarem hábeis em suas profissões, e para conhecerem o mundo, além das paredes das universidades. Um adulto que pudesse encontrar sua contribuição para o mundo, e se tornar hábil nessa contribuição, sem ceder as tentações do poder e da posse [13], teria encontrado o caminho para criar um mundo “poderoso, rico e puro”, e se saído muito bem em seu desenvolvimento [13].

Cheguei no país com seis anos e imediatamente fui para uma escola Montessori. […] Eu realmente acho que me beneficiei da educação Montessori, que de algumas maneiras dá aos alunos muito mais liberdade para fazer as coisas do seu jeito, e para descobrir.

 Interessante que meu parceiro Larry Page também tenha ido a um jardim de infância e pré-escola Montessori; é algo que temos em comum. Eu acho mesmo que algum crédito da vontade de ir atrás de seus interesses… você pode ligar isso àquela educação Montessori.

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