Como beber chá quente: 11 passos (com imagens)

A tradição do chá na China é representada na qualidade de seus chás, que surgiram no país há 5000 anos e se destacam mundialmente até os dias atuais.

Uma bebida culturalmente apreciada no gigante asiático, que atravessou fronteiras e se encontra hoje como parte dos hábitos diários em muitos outros países ao redor do globo, sendo a segunda bebida mais consumida, somente atrás da água.

Mas quais os segredos para se apreciar os chás chineses? Qual a importância de seu consumo? Conheça tudo o que precisa saber sobre essa bebida milenar!

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)A invenção do chá remonta ao imperador chinês Shennong


A Invenção do Chá

A invenção do chá é veiculada oficialmente como ocorrendo a cerca de 5000 anos atrás, remontando ao imperador chinês Shennong, que por hábito, obrigava que toda água potável fosse fervida antes de seu consumo, como uma forma de precaução higiênica.

De acordo com a lenda, o imperador e sua corte, durante uma viagem por seu reino, fizeram uma parada para descansar. Para obedecer às regras de Shennong, seus servos ferveram a água para a corte, mas deixaram que folhas de um arbusto próximo caíssem no líquido, tingindo-o com uma coloração amarronzada.

Como um cientista, o imperador se interessou pela bebida, experimentando-a e gostando do novo sabor.  Assim, em 2737 a.C, havia sido inventado o chá na China.

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)


A Cultura dos Chás Chineses

Os chás chineses são de grande importância quando se consideram os costumes do país asiático, e engana-se quem pensa que são feitos apenas para se beber, para se matar a sede. Na China, a degustação do chá é algo comum, da mesma forma como é comum se degustar um vinho, por exemplo.

Aprecia-se e julga-se a bebida através da cor, aroma e sabor do chá, e até mesmo da qualidade da água utilizada na preparação.

A cultura dos chás para os chineses ainda vai além: pode-se ver a atividade de ingerir a bebida sob um aspecto ainda mais profundo, envolvendo uma filosofia, moralidade e exercício de “refrescar a mente”; um verdadeiro ritual cheio de significados.

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)Há diferentes tipos de chás chineses, classificados de acordo com o grau de fermentação e processamento


Tipos de Chás Chineses

Os chás chineses apresentam uma imensa variedade, mas são comumente classificados em seis categorias principais, que variam de acordo com o grau de fermentação e o processamento de cada chá.

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)Chá verde, o mais famoso entre os chás chineses

Chá Verde

O chá verde chinês é conhecido como mais popular e mais antigo, sendo apreciado no país há milhares de anos. Ele é feito de novos brotos da planta do chá, cujas folhas são secas e processadas de acordo com o que se é desejado como resultado final. O tradicional chá verde apresenta uma cor pálida e um sabor adstringente acentuado.

O chá verde chamado de “Dragon Well”é o mais conhecido desse tipo na China, sendo produzido na região montanhosa de Longjing. Famoso por sua coloração esmeralda, fragrância específica e um sabor mais adocicado, também é conhecido por suas propriedades medicinais, como anti-inflamatória, desintoxicante e digestiva.


Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)Chá Vermelho (ou Chá Preto)

O chá vermelho, a segunda maior categoria entre os chás chineses, é feito de brotos novos de folhas das plantas do chá, que são murchos, esmagados, fermentados e depois, secos. O resultado das infusões produz um líquido avermelhado e com um aroma sutil.

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)Chá Wulong, fonte de vitamina C

Chá Wulong

O chá Wulong ou chá azul, é um chá não fermentado, feito de uma mistura entre chás verde e vermelho, apresentando a junção de sabores  e aromas desses dois tipos. Ele é utilizado para ajudar na decomposição de gordura corporal, auxiliando na perda de peso.

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)Chá branco, o mais claro dentre os chás

Chá Branco

O chá branco também é um tipo não fermentado, derivado de um chá verde não curado, que foi seco rapidamente. Ele é o mais claro dentre os chás chineses,  apresentando um sabor bem sutil.

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)Chá amarelo: as folhas secam naturalmente

Chá Amarelo

O chá amarelo é produzido de forma em que as folhas úmidas do chá são deixadas para secar naturalmente. O aroma é parecido como chá vermelho, enquanto o sabor é mais próximo aos chás verde e branco.

Chá Reprocessado

Esse tipo é resultado do reprocessamento de diferentes tipos de chá, que são transformados em outros produtos como chás perfumados, chás medicinais, chá de frutas e chás instantâneos.

Chá Perfumado

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)Os chás perfumados podem misturar flores e chás aromáticos

Chás perfumados são aqueles produtos da mistura de folhas de chás aromáticos com flores.

Os Benefícios do chá à Saúde

A tradição de se beber água quente já é considerada na China como um costume que traz benefícios à saúde. Ingerir chás, com tamanhas variedades disponíveis no país, é algo que também é visto como um hábito saudável.

Cada tipo seria capaz de trazer, especificamente, determinados benefícios ao corpo humano, e não é à toa que os chás chineses são matéria de estudos na chamada Medicina Tradicional Chinesa.

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)Os chás chineses trazem também benefícios à saúde

O chá vermelho é considerado como aliado para a diminuição da gordura corporal, rico em flúor, diminui a fadiga e fortalece os ossos.

 O famoso chá verde regulariza a pressão sanguínea e o colesterol, ajuda na diminuição da taxa de açúcar do sangue.

O chá branco é rico em vitamina A, enquanto o chá Wulong é fonte de vitamina C, reduz irritações na pele e baixa níveis de colesterol, dentre outras propriedades.

Dicas para apreciar o chá como os chineses

Os chineses acreditam que, para se aproveitar realmente os benefícios que o consumo de chás pode trazer, não somente para o corpo, mas para a mente,  algumas dicas são essenciais.

Por exemplo:

1. Tome o chá quente:  os  chás oxidam muito rapidamente após sua preparação, diminuindo seus nutrientes com o passar do tempo. Portanto, ingeri-lo quente é a melhor opção para aproveitar o melhor de sua bebida.

2. Não beba chás muito fortes: evite fazer chás pouco diluídos, pois esses podem causar insônia ou um desconforto ao estômago. A proporção ideal para uma xícara de chá seria a de 4 gramas das folhas em 250 ml de água.  Para o consumo diário, a quantia ideal total é de 12 a 15 gramas das ervas.

3. Beba entre as refeições: o melhor momento para se ingerir chás seria entre as refeições, devendo-se evitar bebê-los muito antes ou depois de comer, pois poderia atrapalhar seu apetite, quando seu estômago estiver vazio, ou causar indigestão, quando estiver cheio.

4. Não beba com medicamentos: chás contêm grandes quantidades de tanino, que pode reagir com certos elementos químicos de alguns medicamentos. Procure beber chás algumas horas depois de tomar seus remédios.

5. Chá verde é a melhor opção para quem trabalha em escritório: esse tipo de chá contém em catequinas, substância que ajuda a se prevenir de radiação de computadores, além de sua capacidade antioxidante.

Os chás chineses podem ser encontrados em mercados livres, supermercados e lojas especializadas

Como escolher os chás chineses?

Por ser uma bebida tão tradicional na cultura do país, encontrar os chás chineses pode ser considerada uma tarefa fácil para os turistas. Você pode encontrá-los de supermercados e mercados de rua até em lojas especializadas na venda de chás.

Os primeiros oferecem o produto em preços mais vantajosos, enquanto as lojas especializadas podem oferecer uma experiência interessante, como degustação dos produtos.

Dê preferência aos chás chineses vendidos a granel, que permitem que os compradores não somente escolham a quantidade exata desejada, mas também possa analisar melhor a qualidade.

Assim, em uma viagem ao país, devido à grande variedade de chás chineses, é preciso ter atenção e seguir alguns passos para fazer as melhores escolhas:

  • Observe: chás bons ou frescos têm uma coloração verde brilhante. As folhas devem estar secas o suficiente para produzir um barulho quando as manuseiam sobre a palma da mão. Os chás chineses considerados de melhor qualidade normalmente têm folhas inteiras, enquanto folhas quebradas são sinais de qualidade inferior.
  • Sinta o cheiro: a fragrância é fundamental para se reconhecer a qualidade e frescor de um chá. Não pode ter cheiro ácido, os chás frescos apresentam odor parecido com o de jasmim ou orquídea.
  • Experimente: você pode mastigar uma pequena porção das folhas, que devem ter um sabor suave. Dependendo do local de compra, você pode solicitar uma infusão teste, vendo se as folhas se espalham de maneira harmoniosa e afundam lentamente ao fundo da xícara.

Tunxi Ancient Street, em Huangshan, a rua mais importante para se comprar chás chineses

Onde comprar os melhores chás chineses

Huangshan é considerada a principal cidade para os amantes do chá na China, produtora de alguns dos melhores chás do país.

Uma vez na cidade, procure a Tunxi Ancient Street, a rua mais importante para quem quer encontrar esses produtos.

Para os melhores chás verdes, vá a Suzhou e Hangzhou; para chás amarelos, Wuhan; Quanzhou produz os melhores chás Wulong e florais; enquanto Chengdu se destaca nas versões reprocessadas.

Outros locais nacionalmente famosos na China quando o quesito é a compra de chás chineses também são: em Pequim, a Rua Malindao abriga dois blocos de centenas de lojas que vendem chás e todos os acessórios utilizados. Em Shanghai, vá ao mercado do Chá de Tianshan.

Preços dos chás chineses

Você pode encontrar chás chineses nos mais variados preços dependendo dos locais e dos tipos procurados. Entretanto, há um preço mínimo para um chá de qualidade considerado pelos chineses. Prepare-se para desembolsar pelo menos 30 yuan em um bom chá em supermercados, e 100 yuan em lojas especializadas (por cerca de 30 a 60 gramas do produto).

  • E agora, prontos para uma xícara dos chás chineses?
  • Por Camila Sakamoto, diretamente de São Paulo, SP, Brasil
  • Fontes:  China Highlits,Travel China Guide, The Chinese Tea Shop
Leia também:  Como baixar a febre de um bebê: 8 passos (com imagens)

07 passos para criar as suas próprias infusões

Como alguns de vocês sabem, ministro periodicamente um curso de produção de ingredientes artesanais para bar. Talvez, a infusão seja o ponto principal para se produzir um ingrediente, até porque ela é também um ingrediente importante para a personalização de sua receita.

Então preparei algumas conselhos para você criar as suas próprias infusões.Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)

No dicionário Unesp de Português Contemporâneo, Infusão significa “substância geralmente de origem vegetal, colocada em líquido para dela extrair sabor ou propriedades medicinais”.

O processo de infusão não é nenhuma novidade na vida comum do brasileiro. O álcool de cânforas, o azeite com ervas, as pimentas no azeite e a cobra na cachaça, como a sua avó, seu avô ou o dono do boteco da esquina fazia. Isso nada mais é que a técnica que vamos discutir agora.

A infusão nasceu com a injeção de ervas medicamentosas no álcool com intenção de conservá-las por mais tempo. Quando os farmacêuticos descobriram que as propriedades dessas ervas, passavam para o álcool, começaram a vender a bebida como um elixir pronto.

Aliás, mesmo que seja por um processo industrial, boa quantidade dos medicamentos encontrados em farmácias, são feitos dessa forma. O mercado brasileiro está infestado de destilados aromatizados. E a verdade é que a maioria dos sabores são muito artificiais.

A transparência não é a prova como muitos pensam, já que as frutas podem ser infusionadas na redestilação para agregar sabor e não passar cor. Porém muitas vezes a adição do aroma é conquistada através de ingredientes químicos e aromatizantes artificiais. As infusões artesanais além de frescor tem incontestável sabor natural.

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)

Para definir sua infusão, você precisa fazer duas perguntas:
A: Qual a relação do meu destilado e do ingrediente escolhido?
B: Os dois dão características diferentes ou se confrontam na infusão?

Como disse, a vodca é neutra então é mais fácil obter um sabor final agradável. Porém seria impossível dar um bom aroma de pepino ou coentro em um Bourbon, já que seus aromas primários sumiriam na força do uísque. O importante é que você faça testes para não desperdiçar o destilado.

Compre jarras de infusões pequenas e faça vários pequenos testes de proporções ou de diferentes sabores. Por exemplo, pegue 10 potes herméticos de 100 ml, e misture 10 sabores diferentes com o mesmo destilado. Isso a princípio vai te dar uma margem do que pode ser possível misturar-se.

Mas antes disso, saiba qual o destilado que você quer utilizar. Cada marca e região determinam um sabor e um aroma diferente. Em um Bourbon, por exemplo, você pode encontrar notas de baunilha e em outro, notas de frutas vermelhas.

Prove e tenha certeza que é a marca certa e o sabor certo que você busca. Inicialmente, pense em no máximo 3 ingredientes para a sua infusão e lembre-se: Saiba bem o lugar de cada um quando for utilizar a proporção. O que você quer que tenha aromas e sabores mais acentuados deve estar mais concentrado.

Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)

Apesar de ser muito mais interessante que você busque a melhor forma de trabalhar com os ingredientes, aqui vão algumas dicas de qual parte utilizar pra cada ingrediente:

Ervas: Utilize- as por completo, incluindo os galhos.
Legumes e Vegetais: Retire a casca e corte bem  picadinho. A casca geralmente é bem resistente e não passa muito sabor. Picando você abre poros no ingrediente facilitando a absorção de suas características.

Frutas cítricas: Se você quiser um destilado com aroma mais amargo das frutas (cheiro de casca de limão, por exemplo) corte as cascas sem a pele branca interna e utilize-a sem a fruta. Caso queira um aroma mais leve e suave, corte a fruta em rodelas bem finas, sem descascar.

Frutas com cascas grossas que são dispensáveis : Retire a casca, retire sementes e corte bem picadinho. Alguns exemplos aqui são a banana, mamão, manga.
Frutas de pele macia: Deixe a pele, tire os caroços e corte bem picadinho. Exemplos como pêssego e maçã.

Frutas vermelhas: Tire somente o pedúnculo, (ou cabinho) e coloque-as inteiras. No caso do morango, tire a folha e corte em fatias.
Pimenta: tire as sementes e pique bem. Se quiser a infusão picante, deixe a carne da pimenta inteira. Se quiser só aroma, deixe só a pele. Ambas podem ser picadas também.

Gengibre: Tire a pele e corte em fatias bem finas.
Baunilha: Corte ela no meio, sentido horizontal e retire as sementes raspando com uma faca. Você vai utilizar tudo da baunilha.
Especiarias: Quebre-as em um pilão para liberar mais aromas. Se elas estiverem um pouco velhas você pode colocá-las um pouco na água quente para acordá-las.

O Marco De la Roche inventou uma infusão complexa ano passado para comemorar o Natal, que tem a receita inteira aqui. Conheça a Pannettone Vodka aqui ao lado.

Antes de tudo é importante saber do local aonde irá se guardar a infusão. O local deve ser escuro, pois a claridade “queima” a mistura, dando alterações na coloração e o calor pode fazer com que a matéria-prima estrague dentro do álcool. Deve ser seco também para evitar que micro-organismos se instaurem no produto.

O tempo varia de um ingrediente para o outro. As frutas mais frágeis, moles fazem a infusão mais rápida. Já especiarias são as que mais demoram.

Porém se você estiver utilizando dois sabores diferentes na mesma infusão você tem que traçar o que você quer potência e o que você quer que apareça como coadjuvante.

Caso o aroma secundário seja mais potente, como por exemplo, fava de baunilha, aconselho colocá-la na reta final da infusão.

Dependendo como for, o aroma primário pode ter chegado a um ápice no seu entendimento, então coe o líquido e faça a infusão novamente com a baunilha. Abaixo, segue uma média de tempo de infusão de alguns ingredientes. Mas atenção, esse tempo eu determino dentro das condições que coloquei aqui e a partir desse tempo se consegue algum resultado.

  • Porém você pode deixar mais tempo caso queira.  Ervas, pimentas, fava de baunilha, gengibre, canela, frutas cítricas: 1 a 3 dias Melões, pimentões, morangos, frutas de caroço: 3 a 6 dias Legumes, verduras, maçãs, peras: 5 a 7 dias Especiarias mais secas: 8 a 14 dias Como Beber Chá Quente: 11 Passos (com Imagens)
  • Como disse, sempre que vou fazer uma nova receita de infusão, eu uso vários frascos pequenos e faço testes de proporções diferentes para ver o que se enquadra melhor as características que eu quero que meu destilado tenha.
    Porém eu tenho mais ou menos uma média de quantidade de matéria-prima para o destilado:
  • Frutas e legumes: Uma parte de matéria prima para uma parte de destilado

Ervas frescas, pimenta, frutas cítricas e gengibre: Uma parte de matéria prima para duas partes de destilados.
Especiarias mais secas: uma parte de matéria prima para três partes de destilado
Baunilha: Uma fava para cada 350 ml de destilado
Canela: Se for pequena, 5 unidades para cada 100 ml

Como preparar o chá de alcachofra

O chá de alcachofra é um excelente remédio caseiro para quem quer emagrecer rápido e alcançar o peso ideal em pouco tempo, pois é um potente diurético, desintoxicante e depurativo que limpam o organismo, eliminando as toxinas, gorduras e líquidos em excesso.

Devido a estas propriedades, este chá, além de ser usado em dietas de emagrecimento, também pode ser utilizado em casos de problemas no fígado, porque ajuda a desintoxicar o órgão, reduzindo os sintomas. Além disso, é ótimo para completar o tratamento de colesterol alto e para regular a pressão arterial, podendo ser utilizado diariamente. Veja para que serve a alcachofra.

Para melhorar o efeito do chá e garantir todos os seus benefícios, é importante praticar exercício físico pelo menos 3 vezes por semana e seguir uma dieta saudável e equilibrada, retirando da alimentação frituras, refrigerantes e açúcar, preferindo uma alimentação mais natural com consumo de saladas, carnes magras grelhadas e legumes cozidos a vapor.

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A alcachofra é uma ótima opção de alimento para quem deseja emagrecer, pois possui propriedades diuréticas, estimulando a eliminação do excesso de líquido presente no organismo, e laxativas, prevenindo a constipação intestinal. Veja como usar a alcachofra para emagrecer.

Ingredientes

  • 3 colheres (sopa) de folhas secas de alcachofra;
  • 1 litro de água.

Modo de preparo

Adicione as folhas de alcachofra em uma panela com a água fervente e deixe ferver por mais 5 minutos. Coe a mistura e adicione um pouco de mel ou Stévia para adoçar o chá, caso seja necessário.

Veja algumas dicas da nossa nutricionista para ter uma alimentação mais saudável sem fazer muito esforço.

Suco de alcachofra

Para fazer o suco de alcachofra basta bater no liquidificador quantidades iguais de flores e folhas de alcachofra com um pouquinho de água e beber pelo menos uma xícara antes das refeições. Esse suco é uma boa opção para desintoxicar o fígado.

Salada com alcachofra

A salada com alcachofra crua é uma boa opção para obter tanto os benefícios da alcachofra como também de outras verduras e legumes que podem ser incluídos na salada.

Ingredientes

  • Alface;
  • Tomate cereja;
  • Alcachofra;
  • Cenoura.

Modo de preparo

Para preparar a salada é preciso lavar os ingredientes corretamente (saiba como), cortá-los da forma que mais agrada e colocá-lo em um recipiente ou prato adequados. Para temperar a salada, pode-se utilizar azeite, limão, sal, pimenta e orégano à gosto. Confira outra opção de salada com legumes.

O manual da alimentação dos bebês

Não há amor mais sincero do que o amor à comida, segundo o dramaturgo irlandês Bernard Shaw (1856-1950). E uma cartilha lançada pela Unicef, o braço das Nações Unidas voltado à infância, pode ajudar os pais a despertarem esse sentimento nos filhos, sem complicações. São dez recomendações para a alimentação dos pequenos até os 2 anos de idade.

“É um período em que se formam hábitos que vão acompanhá-los pela vida toda. Portanto, uma ótima oportunidade de estimular o gosto pela comida saudável“, explica a médica Cristina Albuquerque, chefe de Saúde, HIV/Aids e Desenvolvimento Infantil da Unicef Brasil.

Além de fornecer os nutrientes para o crescimento e o desenvolvimento dos órgãos, a alimentação adequada previne a obesidade. Pois saiba que aqueles bebês rechonchudos, exibidos com orgulho pelas mamães de outrora, hoje são motivo de preocupação. Os índices de excesso de peso na infância dispararam.

Um estudo da Federação Mundial de Obesidade estima que o número de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que estão com quilos a mais deve pular de 220 milhões para 268 milhões em menos de uma década.

“O sobrepeso é porta de entrada para diabetes tipo 2, hipertensão e acúmulo de gordura no fígado, que aumentam o risco de doenças cardiovasculares, a principal causa de morte no mundo”, explica Cristina.

A refeição é também ocasião de aprender com os adultos a saborear os alimentos, trocar experiências, interagir… “Estudos populacionais mostram que famílias que comem juntas têm um padrão alimentar melhor”, conta o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, do Departamento de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Por isso vale a pena fazer dela um momento agradável de convivência em vez de se limitar a enfiar colheradas goela abaixo enquanto a criança se entretém com o tablet, o celular ou a TV.

Confira agora os dez passos para formar uma geração saudável e bem nutrida.

1. Amamentação até os 6 meses

E aqui falamos em aleitamento exclusivo. O leite materno fornece todos os nutrientes de que o bebê precisa. Dispensa água, chá e suco — inclusive em regiões quentes e áridas.

Não precisa temer aquela história de “leite fraco”. “Mesmo mães de baixo peso produzem, na maior parte das vezes, um líquido adequado às necessidades do bebê”, esclarece Fisberg.

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Se o recém-nascido chorar, saiba que é a única forma que ele tem para se comunicar. Não significa sempre que está com fome — pode ser fralda suja, frio, calor, falta de aconchego… Observe se ele está crescendo como o esperado. Se achar que não, peça orientação ao pediatra.

E atenção: a partir do sexto mês, entram outros alimentos, mas a lactação deve ser mantida até os 2 anos.

Para o aleitamento fluir

Confie: não defina horário nem tempo. O bebê sabe quando mamar.

Conforto: há várias posições. Escolha a mais confortável para os dois.

  • Intercale: na próxima mamada, comece com o seio que não esvaziou na última.
  • Cuide-se: quem dá de mamar deve beber muita água e comer de maneira equilibrada.
  • Veja mais: Como preparar os seios para a amamentação

2. Não ofereça açúcar

Nem um pouquinho! Assim se evitam cáries e, claro, o excesso de peso.

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A sensação de prazer provocada pelo consumo de doce ativa locais do cérebro relacionados à recompensa, concluíram pesquisadores da Universidade Yale (EUA), do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal do ABC. Daí a vontade de repetir.

E o hábito adquirido na infância é mais difícil de reverter no futuro. “Fora isso, o doce compete com frutas e outros alimentos menos calóricos”, adverte Cristina.

O mel também está desaconselhado: é ultradoce e pode conter uma bactéria que ataca nervos e músculos. E o sistema imunológico do bebê ainda é imaturo para combatê-la.

3. Apresente novos alimentos aos 6 meses

Comece no almoço, com itens frescos preparados com pouco azeite e sal: arroz, feijão, raízes, verduras, legumes, carnes e ovo. Nos lanches da manhã e da tarde, vá de fruta. No sétimo mês, é a vez de liberar o jantar. A partir do oitavo, dê a comida da família — se não tiver muito tempero, sal e gordura.

Deixe o bebê explorar o prato com a colher ou as mãos para sentir sabores, texturas e calor. Desencane da sujeira, tá? Lembre-se de dar água várias vezes ao dia para manter a hidratação.

O bebê e a comida da família

O pequeno vai seguir o exemplo dos pais e irmãos à mesa. Eis um bom motivo para melhorar o cardápio de todos. “O que não é saudável para o bebê não é também para a família”, afirma a endocrinologista e expert em obesidade infantil Zuleika Halpern, de São Paulo.

4. Espere a criança ter fome de comida de verdade

Se o filho rejeita o almoço, muitos pais acabam permitindo a bolacha, o salgadinho e outras tranqueiras. Só que substituir a refeição não é uma boa estratégia.

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O melhor é esperar. Segundo a cartilha, em geral, duas horas sem comer ou beber são suficientes para a fome aparecer.

Contudo, não se recomenda oferecer no meio da tarde aquele prato que foi recusado mais cedo. Cristina indica leite, fruta, enfim, algo saudável que cai bem nesse período do dia.

Não force a barra

Bebês costumam comer pouco. Aquele papo de “Só mais uma colherinha” ou insistir no prato vazio a qualquer custo pode levar a criança a perder a noção de saciedade e comer além do limite. “Aí, sobe o risco de obesidade”, alerta Zuleika.

5. Invista no colorido dos vegetais

Um prato cheio de cor fornece nutrientes diferentes e agrada os olhos. Vale levar a criança à feira para mostrar a variedade e motivá-la a experimentar.

Todo alimento que nasce na terra ou dá em árvores é saudável, porém não estranhe se ela rejeitar algum. “Apresente no mínimo de dez a 12 vezes, mudando o preparo ou o tempero, antes de excluir do cardápio”, sugere Fisberg.

Se ainda recusar ou, pior, vomitar, tente outro item do mesmo grupo. O bebê tem direito a não gostar de tudo.

Desligue as telas

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Diante de TV, tablet e celular, a criança nem presta atenção na comida. Isso já faz engordar — fora o sedentarismo. Há indícios de que o excesso de telas mexe com o cérebro. Elas só devem entrar na vida dos pequenos após os 2 anos — no máximo duas horas ao dia.

6. Ofereça grãos, raízes, verduras e frutas

Praticamente não existe alimento in natura que não possa ser introduzido após o sexto mês. “Depende mais do tempero e da forma de apresentação para o bebê se adaptar”, instrui Fisberg.

Os últimos a entrarem no menu são os que têm maior potencial de causar alergia, caso dos frutos do mar. O peixe vai logo de cara. Já embutidos, frituras e macarrão instantâneo, por exemplo, são contraindicados por concentrarem gordura, sal, corantes e conservantes demais, além de poucos nutrientes.

O prato ideal

  1. Escolha um alimento de cada grupo
  2. Carboidratos: Tem arroz, mandioca, batata, cará, macarrão, fubá e inhame.
  3. Proteínas: Peixe, carne (boi ou porco), frango, ovo, feijão, lentilha…
  4. Vitaminas e fibras: Aposte nos vegetais: couve, tomate, cenoura, beterraba etc.

7. Estimule o bebê a mastigar

Isso ajuda a formar os dentes e a desenvolver a fala. Os alimentos devem ser cozidos e amassados com o garfo — as carnes, desfiadas. Não os misture para que o bebê possa provar cada um.

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As chances de engasgar são mínimas: mesmo sem dentes, ele morde, só não corta. “Dê porções pequenas e ponha no canto da boca”, ensina Fisberg. “Ele vai jogar o alimento de um lado para outro, o que é útil, porque a digestão começa ali.”

8. Não dê bolachas e afins antes dos 2 anos

Biscoitos recheados, sucos de caixinha, salgadinhos, gelatina e refrigerantes não devem ser oferecidos porque colaboram para a obesidade, além de estarem lotados de aditivos. “O melhor é nem ter essas coisas dentro de casa”, orienta Zuleika.

Quanto àquele comentário do tempo de nossas avós “Mas a criança vai passar vontade e ficar doente!”, ignore. Se ela estiver de olho em um doce, bote uma fruta à disposição.

9. Não se esqueça da higiene

Lavar bem as mãos, os utensílios e os alimentos do bebê evita a contaminação por germes que provocam diarreia e infecções. “A água deve ser filtrada ou fervida e entregue de preferência no copo, entre os lanches e as refeições”, recomenda Cristina. Não tem melhor líquido para matar a sede.

Em vez do suco, priorize a fruta in natura, que concentra boas doses de fibras, substâncias bem-vindas ao intestino.

10. Estimule a vida ativa

Não adianta comer legal e ser sedentário. Por isso a Unicef indica movimentação.

Nessa fase, o bebê curte engatinhar e explorar o ambiente, o que aprimora a coordenação. Incentive-o a buscar um brinquedo e a empilhar objetos, a brincar de esconde-esconde, jogar bola e dançar. Invente atividades no quintal, no parquinho e na piscina.

Assim, ele se mexe e interage com os outros. A busca por saúde pode (e deve) ser divertida.

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Chá verde emagrece? Veja 11 benefícios da bebida

É bastante comum associar o consumo do chá verde a um estilo de vida mais saudável. A bebida é repleta de propriedades nutricionais que ajudam a prevenir doenças e deixam o organismo mais fortalecido. O chá verde é nativo da China e da Índia e é produzido a partir das folhas da planta Camellia sinensis. Pode ser consumido quente, frio e também há a versão em cápsulas.

Sabe-se que o chá verde tem sido usado nas culturas chinesa e japonesa há séculos.

A planta possui grande quantidade de antioxidantes, cafeína, aminoácidos, vitaminas B, E, C, cálcio, magnésio, zinco, potássio e ferro que proporcionam mais saúde.

E também não tem calorias e pode ser bastante refrescante. Por isso, não faltam motivos para consumir o chá verde todos os dias. Confira, a seguir, os principais benefícios da bebida.

1. Melhora a função cerebral

Diversos estudos relacionam o consumo regular de chá verde com uma melhora da função cerebral. Isso ocorre porque a cafeína, um dos componentes do chá verde, tem a capacidade de melhorar o desempenho em tarefas cognitivas de longa duração, que exigem estado de alerta.

A L-teanina, outra substância presente no chá verde, quando consumida com frequência pode proporcionar relaxamento. Por isso, muitas vezes, o consumo de chá verde é apontado como estratégia para melhorar a memória e a concentração. Muitas pessoas relatam ter mais energia e se sentirem mais produtivas quando bebem chá verde.

Lembrando que ele contém menos cafeína do que o café, mas é a quantidade suficiente para produzir esse benefício.

2. Ajuda a emagrecer

O chá verde contém um composto chamado epigalocatequina galato, que pode aumentar o gasto energético.

Quem consumir cerca de 250 miligramas dessa substância (cerca de três xícaras de chá verde) consegue acelerar o metabolismo e queimar 100 calorias extras por dia, aproximadamente.

Em um estudo realizado com 10 homens saudáveis, o chá verde aumentou o gasto energético em 4%.

3. Aumenta o desempenho físico

Beber chá verde aumenta a energia do organismo e melhora o desempenho físico. É o que comprova uma pesquisa da Harokopio University (Grécia). A responsável por esse benefício é a cafeína, que dá energia. Outros estudos também relatam que a substância presente na bebida consegue aumentar o desempenho físico em até 12%.

4. Diminui o risco de câncer

Os polifenóis do chá verde são antioxidantes e sabe-se que dietas ricas nesse nutriente ajudam na prevenção de vários tipos de câncer.

Um estudo da Universidade Harvard comprovou que as mulheres que bebiam mais chá verde tinham um risco de 20 a 30% menor de desenvolver câncer de mama.

Além disso, uma pesquisa demonstrou que o consumo de chá verde diminui em 48% o risco do desenvolvimento do câncer de próstata. E uma revisão de estudos comprovou que o consumo da bebida ajuda a diminuir o risco de desenvolver o câncer colorretal em 42%.

5. Afasta as doenças neurodegenerativas

Algumas substâncias do chá verde podem ter vários efeitos protetores no cérebro. Consumir regularmente a bebida podem reduzir o risco de Alzheimer e Parkinson, que são as doenças neurodegenerativos mais comuns. Diversos estudos comprovam que o chá verde protege os neurônios e previnem essas doenças.

6. Combate infecções

Alguns estudos mostram que o chá verde pode eliminar bactérias e inibir alguns vírus, o que contribui para diminuir o risco de infecções. As catequinas do chá verde também inibem o crescimento de uma das bactérias que causa cárie. Por isso, pesquisas relacionam o consumo da bebida com a melhora da saúde bucal.

7. Diminui o risco de diabetes

O diabetes tipo 2 é um problema de saúde que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, estima-se que sejam cerca de 13 milhões de diabéticos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes. A doença faz com que a pessoa não produza insulina suficiente, um hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue.

Uma pesquisa mostrou que os polifenóis presentes no chá verde ajudam a regular a glicose de pessoas com diabetes. Quando a glicose aumenta no sangue, a insulina entra no pâncreas para sinalizar às células que começam a metabolizar a glicose.

Os polifenóis ajudam nesse processo: torna as células mais sensíveis aos efeitos da insulina.

8. Reduz o risco de doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares, como infartos e acidente vascular cerebral (AVC), são as principais causas de morte no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). A boa notícia é que uma pesquisa mostrou que o chá verde afasta o risco dessas doenças.

A bebida reduz os níveis de colesterol ruim (LDL) do organismo, que é um dos fatores de risco das doenças cardiovasculares e aumenta a capacidade antioxidante do sangue.

Uma pesquisa divulgada no The Journal of Nutrition comprovou que quem consome o chá verde têm até 31% menos risco de desenvolver esses problemas de saúde.

9. Aumenta a expectativa de vida

Como o chá verde contribui com a diminuição do risco de alguns cânceres e afasta as doenças cardiovasculares, seu consumo frequente aumenta a expectativa de vida. Um estudo realizado com mais de 40 mil adultos japoneses, mostrou que aqueles que beberam mais chá verde (cerca de 5 ou mais xícaras por dia) tiveram menos risco de morrer durante um período de 11 anos.

10. Melhora o humor

O chá verde possui uma substância conhecida por L-teanina que é responsável pelo aumento da produção de dopamina e serotonina que causam bem-estar.

Além disso, nota-se maior sensação de relaxamento devido ao aumento de produção de ondas alfa do cérebro. Há ainda a presença dos flavonoides que controlam a ansiedade.

Por isso, o consumo regular de chá verde contribui para a manutenção do bom humor.

11. Faz bem para a digestão

O chá verde pode auxiliar na estimulação de ácidos estomacais, contribuindo para a digestão e a absorção adequada dos nutrientes. Além de reduzir a absorção de gorduras e colesterol do organismo. Consumir regulamente ajuda a estimular a microbiota do intestino (flora intestinal), o que facilita a digestão.

Benefícios não comprovados

– Protege contra artrite: um estudo divulgado pelo The Journal of Nutrition mostrou que o consumo de chá verde pode proteger alguns ratos da artrite autoimune.

Como resultado, ocorreu uma redução acentuada nos sintomas da doença, como dores nas articulações, a inflamação e os danos nos tecidos.

Acredita-se que esse benefício aconteça por causa das propriedades anti-inflamatórias da bebida.

– Reduz o apetite e emagrece: pesquisadores da Universidade de Chicago comprovaram em uma pesquisa que um componente do chá verde fez com que cobaias perdessem até 21% de seu peso corporal. Os ratos usados na pesquisa perderam o apetite e consumiram menos alimentos após ter contato com um tipo de catequina, presente no chá verde.

– Inibe o vírus da zika: um estudo realizado em conjunto pela Unesp de Rio Preto, Faculdade de Medicina de Rio Preto e Universidade Federal de Mato Grosso mostrou que um composto do chá verde pode inibir o vírus da zika.

Pesquisadores isolaram o vírus e aplicaram o composto que inibiu a entrada do vírus na célula.

Ainda serão realizados testes em animais para comprovar a eficácia do chá verde no combate da doença que é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue e chikungunya, o Aedes aegypti.

Riscos do consumo em excesso

Há poucos estudos que relatam as desvantagens ou riscos de beber o chá verde. Porém, quantidades excessivas de alguns chás, como o verde, podem prejudicar os rins devido a quantidade de oxalato (em excesso, pode causar cálculos renais).

Além disso, por ser uma bebida cafeinada causa aumento dos batimentos cardíacos, ansiedade e irritabilidade quando consumido em excesso. Por isso, hipertensos ou pessoas com histórico de ansiedade ou insônia também devem evitar o consumo.

Pessoas com glaucoma e irritações gástricas devem consumir com moderação. Assim como aqueles que usam medicamentos que ativam o sistema nervoso. Nesses casos, é importante consultar um médico antes de ingerir a bebida.

Como consumir o chá verde

A erva natural é mais potente do que os chás de saquinho industrializado. Apesar de possuírem as mesmas substâncias, eles têm concentrações diferentes. Por isso, sempre que possível, é importante preparar o chá verde com as folhas secas para potencializar os benefícios.

A forma de preparo também altera as propriedades da bebida —a cada 1 grama de folha inclua 100 ml de água. Deixe em infusão por cinco minutos em temperatura alta e consuma logo após o preparo para não perder os antioxidantes. Evite que a água ferva para que as folhas fiquem cozidas e com gosto ainda mais amargo.

Recomenda-se beber até 4 xícaras ao dia de chá verde. Mas é importante evitar consumir com as refeições, uma vez que pode interferir na absorção de ferro e cálcio dos alimentos.

O sabor é bastante forte e amargo, mas os especialistas não aconselham a adoçar o chá verde com açúcar branco ou adoçante. Para suavizar o gosto, é possível acrescentar outros alimentos como hortelã, erva-doce e até frutas secas. O mel pode ser uma alternativa para quem não gosta de consumir a bebida ao natural.

Fontes: Regina Stikan Carrijo, coordenadora de nutrição do Hospital Santa Catarina; Maria Fernanda Vischi D'Ottavio, nutricionista do HCor (Hospital do Coração); Karin Sedó Sarkis, nutricionista do Check-up do Fleury Medicina e Saúde; e Roseleide Moreira, nutricionista do Hospital Sepaco.

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