Como arremessar com uma vara de pesca para carretilhas

Como arremessar uma pequena pluma a metros de distância, sem utilizar uma chumbada?

Deve ter sido a dúvida que motivou os primeiros arremessos com Fly, há cerca de 2000 anos, pelos macedônios. Esta é a origem mais conhecida da modalidade de pesca com isca artificial que chamamos de Fly Fishing, ou Pesca com Mosca.

Já sabemos que Fly Fishing é uma modalidade de pesca com isca artificial, mas o que a difere e a torna tão especial é que nela a própria linha é arremessada, enquanto que nas demais modalidades o que impulsiona o lançamento é algum tipo de peso, uma chumbada ou o peso da própria isca.

Para fazer um arremesso o pescador de Fly promove movimentos precisos com a vara, fazendo com que a linha dance no ar carregando a pequena isca, para então apresentá-la na água à distância desejada, com extrema precisão e a suavidade de uma pluma.

EQUIPAMENTOS

Os equipamentos de Fly são classificados com um número simples que indica o Peso da Linha (line weight). Os números vão do zero (#0), mais leve, ao dezesseis (#16), mais pesado. A regra básica é utilizar Linha, Vara e Carretilha com o mesmo Peso de Linha.

Geralmente quanto maior o peixe, mais pesado o equipamento. E a mesma relação ocorre quanto ao tamanho da mosca, quanto mais pesada e volumosa, maior deve ser o equipamento.

Um bom exemplo é a pesca de Black Bass, que no Brasil raramente ultrapassa 1,5 Kg. Para um peixe de 1,5 Kg um conjunto de Fly de #4 seria mais do que suficiente, mas esta é uma espécie frequentemente pescada com moscas volumosas e, portanto, para facilitar o arremesso poderia ser indicado um equipamento mais robusto, de número 5, 6 ou 7, por exemplo.

O equipamento deve ser escolhido de acordo com o peixe a ser pescado, as moscas a serem utilizadas, e a preferência do pescador. Vento forte, vegetação densa, cuidado para não levar o peixe à exaustão, são alguns fatores que podem influenciar na opção pelo equipamento mais adequado.

VARAS

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

As varas utilizadas na Pesca com Mosca também são diferentes. Seu tamanho varia de 6 pés (1,80m) a mais de 15 pés (4,50m). Elas são finas e flexíveis, e  a carretilha é geralmente fixada na extremidade do cabo da vara.

Elas podem ser inteiriças ou de até 8 partes para facilitar o transporte, mas atualmente as varas de 9 pés (2,74m) e 4 partes têm sido as mais procuradas pelos mosqueiros, como são chamados os adeptos da modalidade.

Existem também as varas de duas mãos, chamadas Spey ou Switch Rods, que exigem uma técnica distinta para o arremesso.

LINHAS

Para que o lançamento seja possível utiliza-se uma linha especial, mais espessa e pesada do que as linhas de monofilamento ou multifilamento convencionais. A linha mais comum utilizada no Fly Fishing é cônica, sendo uma das extremidades mais grossa e mais pesada do que a outra, facilitando o arremesso.

Estas linhas cônicas são chamadas de Weight Forward (Peso à Frente) e representadas pela sigla WF. Outro tipo de linha utilizada é a Double Taper (Dupla Conicidade) ou DT, que possui diâmetro contínuo e ambas extremidades igualmente mais finas.

As linhas de Fly podem ter densidades diferentes e é este o fator que determinará se uma linha é flutuante (F = Floating), afundante (S = Sinking) ou intermediária (I = Intermediate), quando afunda lentamente.

Portanto uma linha flutuante com o peso à frente é representada pelas síglas WF-F, sendo justamente este o modelo mais popular e mais versátil, ideal também para iniciantes.

FORMATOS DAS LINHAS DE FLY:

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

DENSIDADE DAS LINHAS DE FLY:

F Floating Linhas totalmente flutuantes.
S Sinking Linhas que afundam total (full sinking) ou parcialmente (sinking tip). A velocidade de afundamento geralmente é expressa em polegadas por segundo.
I Intermediate São linhas que afundam lentamente em sua totalidade ou apenas a ponta. Em geral entre 0,5 e 1,5 polegadas por segundo.

BACKING

Além da linha principal utiliza-se uma linha reserva, o Backing, para o caso de um grande peixe tomar linha ao ser fisgado. O Backing mais comum é feito de Dacron, um tipo de multifilamento. Outro material muito utilizado é o Gelspun, que é mais fino e resistente, opção ideal para situações que demandam maior quantidade de backing na carretilha.

LEADER E TIPPET

A linha principal do Fly é espessa e pode ser colorida, portanto, para possibilitar amarrá-la nas iscas e para não espantar os peixes com sua cor e diâmetro, utiliza-se um líder (Leader) à frente da linha de fly. Este líder pode ser de nylon ou fluorocarbon, normalmente com tamanho próximo a 9 pés.

O líder pode ser comprado pronto, onde ele virá cônico de fábrica, ou pode ser confeccionado utilizando-se diferentes diâmetros de linhas. Neste último caso adotamos alguma receita e unimos as partes com o nó de sangue ou o nó de cirurgião.

A ponta do líder utilizada para atar as moscas, a qual é cortada e atada repetidamente sempre que trocamos de isca, chama-se Tippet, e pode ser substituída sempre que necessário. O Tippet vem em carreteis com cerca de 30 metros.

Tanto o Leader como o Tippet são apresentados nas medidas de 0X a 8X:

MEDIDA ESPESSURA DA PONTA
0X 0,28 mm
1X 0,25 mm
2X 0,23 mm
3X 0,20 mm
4X 0,18 mm
5X 0,15 mm
6X 0,13 mm
7X 0,10 mm
8X 0,08 mm

Alguns fabricantes classificam de X1 a X4 as medidas mais grossas que 0X, mas a maioria passou a utilizar libras para os Tippets e Leaders mais grossos. Exemplo: 20 libras, 30 libras… Nestes casos o diâmetro vai variar de acordo com o fabricante.

CARRETILHAS

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

Na pesca com iscas artificiais comuns, chamada de bait casting ou spinning, a carretilha/molinete é a peça fundamental para longos lançamentos, recolhimento rápido e ergonomia para encaixar confortavelmente a mão do pescador.

Esqueça tudo isto e você terá uma carretilha de Fly. Ela não influencia diretamente no arremesso, não é fundamental para recolher a linha e tampouco precisa ter um design ergonômico para encaixar a mão do pescador. 

No Fly a carretilha é utilizada para armazenar a linha principal e o backing, também serve para frear a linha ao lutar com grandes peixes e para equilibrar o conjunto vara-linha-carretilha, proporcionando conforto ao longo das horas de pesca.

Na escolha do equipamento é importante optar por uma carretilha com bom freio e carretel largo (large arbor) quando o peixe for “tomador de linha”, como um Tambaqui, Surubi, Bonefish ou outro atlético corredor. E se a pesca for na água salgada existem carretilhas de alumínio que possuem o mecanismo de freio selado, estas são as ideais para submeter aos efeitos corrosivos do sal.

As iscas de Fly são chamadas de Moscas (Flies), mesmo que elas tenham uma aparência completamente distinta de um inseto. Elas geralmente são classificadas como:

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas DIVERS, POPPERS e HAIR BUGS Aquelas moscas de superfície com ação provocante aos predadores. Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas SECAS Moscas que flutuam e imitam insetos ou frutos.
Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas NINFAS e WET Com ação de meia água ou fundo, imitam insetos em suas diversas fases de vida, como ninfas e larvas. Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas STREAMERS Geralmente imitam peixinhos forrageiros e crustáceos.
Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas SALTWATER Todas as moscas dedicadas à pesca em água salgada. Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas TERRESTRIAIS Contempla todos os alimentos que vêm da terra, como gafanhotos, besouros, minhocas e até ratos.

As moscas podem ser customizadas em uma infinidade de tamanhos, formatos, materiais, cores e anzóis. Dependerá da criatividade e habilidade do atador. Aí está outra vantagem do Fly, a possibilidade de o pescador confeccionar suas próprias iscas, atividade chamada de Fly Tying ou Atado de Mosca.

Já imaginou fisgar o peixe da sua vida com uma isca feita por você mesmo?!?

PEIXES

Apesar de o grande propulsor da Pesca com Mosca ter sido a pesca de trutas com pequenos insetos, a modalidade evoluiu muito e atualmente pode-se capturar praticamente qualquer espécie de peixe.

O potencial de captura do Fly é enorme. Algumas das espécies atraídas pelas moscas, que raramente seriam atraídas com outras iscas artificiais, são as carpas, tainhas e pacus. As fronteiras são ampliadas a cada dia com o surgimento de novas técnicas e novas receitas de atado.

Há quem pense que o Fly é para pescar trutas e peixes pequenos. Ledo engano! Atualmente pesca-se com segurança desde lambarís até os grandes peixes de bico. Tucunarés, Dourados, Traíras, Black Bass, Tarpons, Bonefish, Robalos, Pacus. A lista é longa. Basta ter um equipamento adequado e a linha n’água.

DICAS

Use sempre óculos para proteger os olhos do sol e de eventuais acidentes com o anzol. Amasse as farpas de todos os seus anzóis, evitando acidentes graves com os peixes e com você mesmo.

Proteja-se do calor e dos raios UV com protetor solar, roupas claras e leves, boné, uma bandana no pescoço e hidratando-se regularmente.

Leve pra casa seus trófeus em fotos e na lembrança. Pesque e solte.

Tanto o Atado quanto a Pesca com Mosca são atividades simples que requerem prática e um pouco de dedicação, como em qualquer outro esporte ou hobbie. Não desista se surgirem dificuldades e busque auxílio de pessoas mais experientes, isto o ajudará no contínuo processo de aprendizado.

Leia também:  Como ajudar vítimas de perseguição: 15 passos

Aqui vai mais um videozinho pra você curtir e ver como é legal o Fly…

Boa sorte e divirta-se muito, sempre respeitando a natureza!

E aí, se animou? Então bóra dar os primeiros passos, ou melhor, arremessos.

Conte comigo para o que precisar!

MARCUS KONZE

[email protected] (51) 3136-0100

Arremessos

A precisão na hora do arremesso pode fazer toda a diferença para fisgar um belo exemplar, por esse motivo, é essencial que você tenha um minimo de noções de controle sobre o seu equipamento a fim de evitar cabeleiras e conseguir um bom desempenho durante a sua pescaria.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

Abaixo vamos colocar algumas considerações a serem realizadas antes de iniciar a pescaria. Conhecer o seu equipamento e entender as suas funcionalidades vai te ajudar a fisgar o seu troféu.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para CarretilhasUsando a Carretilha: Ao pescar com carretilha, você está sempre sujeito a sofrer com aqueles nós imensos, as “cabeleiras”, que estragam muita linha e as vezes até a pescaria. Um dos momentos em que se dá esse problema é na hora do arremesso. Se tiver muita linha, é provável que repuxe, fazendo ‘’cabeleira’’, se tiver pouca linha, não vai ter alcance suficiente. Tenha como referência a borda do carretel.

Enrole a linha quase até a borda do carretel, deixando sobrar espaço suficiente para uma moeda de 1 centavo. Para evitar a ‘’cabeleira’’, ajuste a quantidade de linha desta maneira.

Overhead Cast: Este arremesso é um dos mais usados pelos pescadores, e de maior precisão. Consiste em elevar a vara verticalmente sobre o ombro e acima da cabeça carregando a varra, ou seja fazendo com que ela flexione (1) e com um movimento contínuo, impulsione a vara para frente descarregando (2).

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

Exemplo de Arremesso com Carretilha

A velocidade da impulsão depende da distância que você quer atingir (lembrando que se solta o carretel quando a varra atingir um angulo de mais ou menos 60º).

Veja a posição da mão na hora do arremesso :Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

SComo Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhaside Arm Cast: Este arremesso é lateral e consiste em posicionar o braço a 90 graus da direção pretendida. A velocidade da impulsão da vara para frente determina a distância desejada.

Pitch Cast: Segure a isca e ao mesmo tempo mantenha a vara com a ponta voltada para baixo. Ao elevar a vara solte também a isca, como um pendulo. Quando a isca atingir a posição vertical, abaixe a vara com a simultânea liberação da linha.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para CarretilhasFlippin Cast: Para este arremesso é necessário que sua carretilha tenha o sistema “flippin”. Com a ponta da vara voltada para cima com uma quantidade de linha fora do carretel que você deve segurar com o polegar, além da ponteira, de comprimento aproximado ao tamanho da vara.

Impulsione a isca na direção de onde se deseja arremessar, e com um movimento de pêndulo, libere a linha da mão. Quando a isca atingir o alvo libere o botão do ” auto cast “. Este dispositivo se encontra em alguns modelos de carretilha.

Slingshot Cast: Este arremesso consiste em você segurar a isca e puxá-la até que a vara envergue. Quando a soltarmos a isca será impulsionada pela tenção da vara.

Veja exemplos de arremessos com molinete e fly

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

Exemplo de Arremesso com Molinete

O mais comum deles é arremessar com o carretel do molinete parcialmente ou totalmente encolhido. Como a linha dos molinetes saem em espirais, inevitavelmente ela irá atritar com a alça e também com as laterais que prendem a alça, provocando perda de desempenho.

O braço que segura o molinete deve formar um ângulo de 90°, será ele que irá possibilitar o movimento de alavanca, impulsionando a vara com maior ou menor velocidade e potência. Este movimento será fundamental para a obtenção de desempenho e precisão nos arremessos.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

Exemplo de Arremesso com Equipamento de Fly

Arremesso básico pick-up. O pescador deve começar o arremesso com a linha totalmente estendida a sua frente. A ponta da vara deve estar baixa, próxima a superfície. Este aspecto é de vital importância para a execução correta do arremesso. Todo e qualquer arremesso deve iniciar com a ponta da vara sempre baixa.

Num movimento contínuo, o pescador deverá levantar a ponta da vara, fazendo com que a mesma se envergue com o peso da linha.

Em seguida, o pescador deve fazer uma parada brusca e vigorosa. Essa parada deve ser próxima a altura da orelha, com a ponta da vara na posição de Uma hora, em um relógio imaginário. Mantenha o pulso firme;

 Após essa parada, espere a linha ser esticada atrás e estar em paralelo com o solo.

 Após isso, o pescador deve iniciar o arremesso frontal ou dianteiro, fazendo com que a vara alcance uma trajetória até as dez horas de um relógio simbólico (estas paradas não devem ser interpretadas como absolutas, porém devemos tentar fixar e executar o movimento sempre procurando atingir estes mesmos pontos).

Após a formação do loop, espere até que a linha se estenda por completo a sua frente.

O que você precisa para arremessar melhor e pescar mais

Como arremessar melhor. “Não acontece por acaso”. A regra número um para quem pretende melhorar o arremesso é treinar, seja com molinete, seja com carretilha.

Fábio Zurlini, figura bastante conhecida do staff, sempre pratica. “O cara, para ficar bom, tem que treinar pelo menos uma vez por semana, com tempo indeterminado” aconselha o pescador.

  • Escolher o lugar para treinar é importante, porque nele o pescador poderá simular todos os tipos de arremesso, sem se preocupar se vai acertar ou não.
  • “Quem mora em apartamento ou numa casa menor, o ideal é procurar um parque”, diz Zurlini.
  • Em vez de treinar com uma isca, o pescador pode usar um peso apropriado para arremesso que são encontrados nas melhores lojas.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para CarretilhasTreinar em parques pode ser a solução para quem não tem espaço em casa

Como fazer?

É importante criar uma metodologia. Zurlini sugere a criação de um circuito, no qual o objetivo é acertar os alvos. “Assim melhoramos a nossa precisão”, assinala.

Use latas de bebidas ou garrafas de plástico como alvo. Elas devem ficar em distâncias e pontos diferentes, exigindo níveis diferentes de dificuldade, afinal é o que acontece na pescaria.

Não se preocupe em acertar e derrubar o alvo. O importante é que o objeto arremessado passe bem perto, o que já indica uma boa precisão.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para CarretilhasPara treinar use iscas artificiais sem garateia ou pesos específicos para a finalidade

Detalhes

Na pescaria quem mais deve trabalhar é a vara e não seu braço, que deve estar “descansado” para brigar com o peixão. Essa orientação vale tanto para quem usa apenas um braço, ou os dois.
E como é isso?

“O que muita gente não entende é que o arremesso consiste apenas em carregar e descarregar a vara. A haste do seu caniço deve potencializar o que chamamos de efeito ‘catapulta’. Esse movimento, é o que faz a nossa isca chegar ao ponto desejado”, orienta Zurlini.

Carregar e descarregar a vara quer dizer que a haste deve vergar para trás e “disparar” a isca quando voltar para sua posição original, assim que liberarmos a linha com o dedo.

Regulagem da carretilha

O ajuste da carretilha deve ser feita de acordo com o tipo de isca, avaliando o seu peso, a situação do vento e a distância que se quer alcançar.

“Muitas vezes trocamos uma isca pesada por uma mais leve e nisso esquecemos de ajustar os freios da carretilha. Aí é fato: acontece a cabeleira. Então precisamos ficar atentos à regulagem, tanto do centrífugo, como do magnético”, adverte Juninho.

Aos iniciantes fica a recomendação de deixar a carretilha mais “fechada” no freio magnético, aquele que geralmente vai de zero a dez, sendo na ordem crescente um travamento maior. Apesar dos arremessos serem mais curtos, eles sairão melhores. Com o tempo, o pescador pode liberar mais os freios, alcançando distâncias maiores.

Durante os treinos o pescador irá notar qual regulagem será a melhor para ele. Por isso é importante levar pesos variados para simular situações com iscas de todos os tamanhos.

Varas

O tamanho da vara é outro detalhe muito relevante. Existe uma regra geral: varas mais curtas, de 5’6” a 6’, são consideradas melhores para arremessos mais técnicos e curtos. Já as acima de 6’ ganham muitos elogios por permitirem lançamentos para pontos mais distantes, além de serem muito mais eficientes na hora de fisgar, por terem uma maior alavanca.

O pescador também deve prestar atenção na capacidade de peso da vara, conhecido como casting. Por exemplo: um caniço de 5’6”, para linhas de até 17 lb, geralmente tem o casting de 7 a 14 g.

Isso quer dizer o seguinte: a vara funcionará melhor se você usar iscas (ou chumbo mais o chicote) naquela faixa de peso indicada.

Caso contrário, ela poderá sofrer sérios danos em seu corpo, e até quebrar.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para CarretilhasDetermine o comprimento da vara de acordo com a pescaria que você vai fazer

Molinete

A pesca de arremesso muitas vezes está associada ao uso de carretilha. Daí o “preconceito” sobre quem usa molinete. Pelo simples fato de serem mais simples, esses aparelhos levam o equivocado estigma de que só servem para “iniciantes”. No entanto, para o nosso staff, o pescador pode usá-lo em qualquer pescaria.

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“Quem usa molinete não é mais, nem menos pescador”, opina Zurlini. “O bom pescador de verdade pesca com os dois”, completa Juninho.

O ponto positivo do molinete fica por conta da maior facilidade de fazer o arremesso de iscas leves, abaixo de 5 g. “Para essa situação, ele é imbatível”, compara Zurlini.

Outro diferencial é a distância dos arremessos, sem correr risco de formar a cabeleira e fazendo menos força.

A desvantagem de usá-lo se dá pelo fato do molinete ser um “vilão” para as linhas. “A linha torce mais porque trabalha o tempo todo em espiral. Nisso a carretilha é melhor, porque é mais suave e a linha fica mais reta”, indica Zurlini.

Assim mesmo, um alento para os fãs do equipamento: existem molinetes modernos disponíveis no mercado que já são projetados para esse tipo de pescaria, e que torcem menos a linha. Basta fazer uma consulta na sua loja favorita.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para CarretilhasComo molinetes também é possível conseguir arremessos precisos, assim como com as carretilhas

Carretilhas. O que você precisa saber! • Amo Esporte

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

É o equipamento mais popular entre os pescadores intermediários e avançados por sua precisão nos arremessos, pela velocidade de recolhimento da linha e por seus altos níveis de armazenamento de linha (carretilhas de perfil alto).

A carretilha é famosa entre os pescadores que utilizam iscas artificiais. Isso acontece pela necessidade de precisão nos arremessos da isca e também  por causar menos atritos a linha.

Os pontos negativos da carretilha são as famosas “cabeleiras”. Elas ocorrem quando o pescador não tem sincronismo no arremesso, a dificuldade de arremessar iscas contra o vento e a pesca com iscas muito leves.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

Confira abaixo alguns tipos de carretilha de pesca mais comuns:

Carretilha de perfil baixo: É a carretilha recomendada para pescarias em que você precisa de precisão no arremesso e agilidade no recolhimento. Geralmente são usadas para a pesca com iscas artificiais e pesca em pesqueiro.

Carretilha de perfil alto: É a carretilha recomendada para pescarias em que você precisa de uma alta capacidade de linha aliada a um forte freio do carretel. Geralmente são usadas para peixe de couro, corrico e pesca com Jig em alto mar.

Carretilha elétrica: As carretilhas elétricas são as carretilhas “automáticas“. Elas enrolam a linha automaticamente de acordo com o movimento que o pescador faz com a vara. Este movimento pode ser para cima ou para baixo. Geralmente são usadas para a pesca de grandes peixes em alto mar.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

  • Agora que você já conhece a parte teórica, que tal pegar uns peixes? ????
  • Boa pescaria e até a próxima!
  • Marcos Moraes – Parceiro Técnico de PescaComo Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

Conhecendo sobre varas de pesca

Para decidir corretamente, conheça os aspectos mais importantes desses itens fundamentais de sua tralha.

Duas características das varas de pesca constantemente são citadas nas reportagens de pesca. Às vezes, somente uma delas parece. Por exemplo, quando se fala de varas rápidas, está se falando na AÇÃO desses equipamentos.

Elas podem ser extra-rápidas, rápidas, moderadas e lentas. Esse comportamento está diretamente ligado á sua flexibilidade. Quanto mais lentas, mais flexíveis são.

Isso porque a alta flexibilidade faz com que a reação na ponta ( e, conseqüentemente, na linha e no anzol ou na isca artificial) seja extremamente atrasada em relação à ação do pescador – mais especificamente, as fisgadas.

Também pode ser conceituada como a velocidade na capacidade das varas em retornar à posição original. Quanto mais rígidas, mais rapidamente elas retornam a postura ereta. As varas mais rápidas também facilitam os arremessos, mas isso não quer dizer que todos devem procurar somente as extra-rápidas ou rápidas.

Os pesos das iscas que você deseja lançar precisam ser levados em conta. Imagine comprar um vara dura para usar na pesca de dourados, arremessando iscas com 5 g.

A isca vai cair em seus pés e, mesmo que você empreenda muito esforço, só vai conseguir um arremesso curto.

Uma vara mole – mais indicada para trutas-, também não serve para iscas de 15 cm de comprimento e 30 g de peso, como as usadas na pesca de anchovas. Isso pode criar um problema traumático, como quebrar uma de suas preciosidades.

No jargão dos pescadores, o ato de flexionar a vara para o arremesso chama-se “carregar”.

Essas ações estão intimamente conectadas à gama de peso a lançar, conforme as recomendações dos fabricantes. Normalmente, essa faixa vem marcada junto às hastes em onças ou oz (1 onça = 28,34 g).

Isso porque quando do projeto, esse produto já foi especificado para os tipos de pesca que devia servir, o quanto pode arremessar e o limite de esforço que suporta.

Potência

No aspecto de esforço, as varas de pesca recebem outra classificação: ultraleves, leves, médias-leves, médias, medias-pesadas, pesadas e ultrapesadas. Essa característica se chama potência ( em inglês: power).

Na prática, isso significa o quanto de esforço físico elas imprimem para cansar e retirar os peixes da água. Ai estão os limites de resistência que elas foram projetadas para resistir. Evidentemente, quanto maior ou mais brigador for o peixe, maior a resistência – ou potência – exigida.

Portanto, se você for atrás de Piraíbas, jamais leve uma vara leve ou mesmo média. As indicadas nesses casos são as pesadas e ultrapesadas. Para trutas, opte pelas varas leves ou médias-leves e, para lambaris, use somente ultraleves.

Tudo isso explica porque um mesmo fabricante faz grandes variedades de varas de pesca e o que você deve considerar para escolher a vara certa.

Essas dúvidas, muitas vezes presentes em rodas de pescadores, uma vez respondidas facilitam na escolha da tralha.

A primeira atitude antes de fazer isso, portanto, é definir com precisão que espécie e que faixa de tamanhos de peixes você vai procurar.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

Potência da vara

Caracteristicas

Resistência: A resistência de um caniço é medida internacionalmente em libras. Estas resistência é uma forma utilizada para medir e expressar a dureza de uma determinada ação.

Ação: Indica o ponto em que a vara começa a vergar sob uma dada força. Desta forma podemos definir se o equipamento é de ação rápida, moderada ou lenta. Assim sendo caniços com a mesma resistência podem ter diferentes ações.

Como Arremessar com uma Vara de Pesca para Carretilhas

Ação da vara

Poder ou força: Essa referência determina a capacidade de forçada linha em que as varas suportam trabalhar os pesos de arremessos.

Capacidade de peso e resistência de linhas: Essa referência determina a capacidade mínima e máxima da linha com que pode trabalhar.

A mínima especifica qual a linha mais fraca que pode ser utilizada sem o risco de quebrar a vara.

Por exemplo, em varas médias (medium), para linhas de 10 a 14 libras, não se deve colocar na carretilha ou molinete linhas abaixo de 10 libras (4,05kg). Isso corresponde aproximadamente às linhas de 0,30mm a 0,35mm.

As variações entre as medidas dos diâmetros (em frações de milímetros) e a libragem (em libras) se devem a produtos com a mesma espessura, mas resistências diferentes. Linhas mais resistentes que o máximo indicado na vara podem partir caso um peixe grande for fisgado. Para efeito de cálculos, uma libra (1libra) = 453,59 gramas. Para o exemplo acima, multiplica-se 14lbs x 0,45359kg = 6,3kg.

Escolha

Os fabricantes usam hoje diferentes matérias-primas para fazer varas. As ligas de carbono permitem que elas sejam cada vez mais leves e resistentes.

Todas as pesquisas para chegar a esses resultados são feitas para oferecer mais comodidade e menos esforço aos consumidores. Aqueles que pescam dias inteiros com equipamentos mais leves, percebem isto. Entretanto, além de proporcionar leveza, eles precisam garantir resistência para resistir às lutas com grandes peixes.

Depois das conhecidas varas de bambu, muitas vezes preparadas pelos próprios pescadores, surgiram as de fibra de vidro maciças, que oferecem resistência, mas não muita sensibilidade, além de serem pesadas. Em seguida, elas passaram a ser feitas ocas e, também, essa matéria-prima foi primeiro misturado a poliéster e, depois, ao carbono.

As mais modernas têm, na composição, tipos de carbono de alta tecnologia, denominados IM6, IM7, IM8, HM, etc. Os blanks são os corpos das varas e a maioria têm processo de fabricação extremamente técnicos e de precisão.

Melhor opção

Com certeza, as varas são dos mais importantes componentes do equipamento e, combinados com linhas corretas, reduzem riscos de praticar o esporte.

Quem já não passou pela difícil situação de encarar uma variedade de varas, de todos os tamanhos, libragens e materiais e, principalmente a variedade de preços em uma loja? Em geral, quanto mais caras, mais podem oferecer.

A leveza, o conforto e a resistência estão entre as principais vantagens. Entretanto, é incorreto acreditar que as baratas e comuns não oferecem bons resultados.

Para quem usa iscas artificiais, porém, quanto mais leve for o conjunto, menos cansa. Como exemplo, em um só dia de pesca, pode-se arremessar mais de 600 vezes. Imagine isso com os pesados molinetes ou carretilhas, vara maciça e cabo de madeira?

O primeiro item a escolher no planejamento é a vara. Logo em seguida, vem a opção de linha (que tem de ser compatível).

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No passo seguinte, observe que, no ponto das varas próximo ao cabo onde se prende a carretilha ou molinete, marcações determinando a linha ideal. Caso a vara seja, por exemplo, uma que comporte linha de 12 a 20 libras, indica-se uma linha de 17 libras (7,7kg), com diâmetro aproximadamente 0,28mm.

Essa escolha dá maiores garantias de não forçar a vara. Nesse caso, a opção pode recair sobre uma linha de 20 libras, porém, no caso da linha de 17 libras, a vara abaixo do seu limite.

Ao escolher uma linha com resistência menor do que a da vara, os perigos de quebrar recaem na linha, produto mais barato.

Partes

As varas são formadas pelos cabos (grips ou handles) e pelos corpos (blanks), os tubos principais. Os americanos denominam a ponta mais grossa dos blanks, os pés, de butt (traseiro) e outra extremidade do blank de tip (ponta). Os demais componentes chamam-se passadores ou guias (guide) e ponteiras (tip top).

Cabos: Cada um dos diferentes tipos existentes foi desenvolvido para pescarias diferentes ou acessórios agregados:

  • Ultraleves (ultralights): são utilizados em varas da mesma categoria. Têm como principal características que o molinete se encaixa diretamente na cortiça através de dois deslizantes (sliding rings). Comprimento entre 8″ e 10″.
  • Pistola (pistol grip): normalmente podem ser empunhados por uma só mão, sendo mais utilizados com iscas artificiais. Sua utilidade é muito relativa e seu peso maior que os outros tipos de comprimentos maiores. Não permitem bom balanceamento da vara e ergonomicamente não é funcional. As indústrias de varas o estão desatualizando gradativamente.
  • Retos (tigger): Variam de comprimento entre 7″e 15″ e os melhores são anatomicamente preparados. Atualmente são os tipos mais utilizados pelas indústrias, em dimensões e materiais variados. Dividem-se em leves e médios (light e medium), para carretilhas e molinetes com comprimentos que variam de 6″ a 8″.
  • Pitching: Entre 8″ e 10″ servem para varas de molinetes acima de 6,5 pés.
  • Steelhead: Acima de 13″, para molinetes ou carretilhas em varas acima de 7 pés.
  • Flipping: Entre 9″ e 11″, para carretilhas em varas de 6,5 pés.
  • Musky: Acima de 10″, longo e cilíndrico, para carretilhas, em varas de 6,5 pés e 25 libras.

Comprimento:

Como o nome já explica, é a medida do cabo à ponteira. Essa classificação tem relação direta com as distâncias em que se pretende lançar iscas.

De forma geral, quanto mais compridas forem, mais longe se pode arremessar. Porém, fatores como ações das varas, pesos das iscas a arremessar, espessura das linhas e qualidade das carretilhas e molinetes, entre outros, podem criar pequenas contradições em relação a essa característica.

Em geral, elas têm os comprimentos especificados em pés e polegadas (não em metros). Essas medidas registradas nos blanks.

Pesos de arremesso:

As varas possuem limites mínimos e máximos quanto aos pesos de iscas que suportam ou arremessam. Com iscas mais leves que as indicadas fica difícil lançar. No caso de mais pesadas, a vara pode partir no arremesso.

Os valores referentes a pesos de arremesso, vêm expressos em onça (Oz). Cada onça equivale a 28,35 gramas.

Você pode entender pelo exemplo em que a indicação diz lure (isca em inglês) 1/8 onça – 3/8 onça. Isso significa que essa vara arremessa iscas de um oitavo de onça a três oitavos de onça, ou seja, 3,54 gramas a 10,63 gramas.

Classificações

As varas foram classificadas quanto aos comprimentos, pesos de arremesso, poder ou força, capacidade de peso e resistência das linhas e ações. Em seguida veremos ações:

  • Ultra lights (UL) ultraleves: Comportam linhas de até 6lbs (2,7kg) e iscas de até 6g (1/32 a 3/16 onças). Excelente para pesca de lambaris, pequenas tilápias, trutas, escrivões, manjubas, saicangas e peixes de pequeno porte.
  • Lights (L) leves: Devem ser usadas com linhas de 6lbs (2,7kg) até 12lbs (5,4kg) e iscas de 4g a 11g (1/4 a 3/4 onça). Excelente para pesca de peixes como tilápias, matrinchãs, tabaranas, robaletes, pequeno black bass e betaras.
  • Médium (M) médias: Para linhas de 10lbs (4,5kg) a 14lbs (6,4kg) e iscas de 7g a 21g (1/4 a 7/4 onças). Excelente para peixes do porte como robalos, black bass, traíras, sargos, piraputangas, carpas, pequenos tucunarés e pacus.
  • Heavy (H) pesadas: Voltadas a linhas de 16lbs (7,2kg) a 30lbs (13,6kg) e iscas de 11g a 28g (3/8 a 1 onça). Excelentes varas para pesca de peixes com o porte de jaús, pirararas, meros, badejos, grandes garoupas, grandes pintados, dourados do mar, pirarucus e cações.
  • Musky: O nome de um peixe barra pesada dos EUA, que são peixes ultra pesados. Especiais para linhas acima de 35lbs (15,9kg) e iscas de 40g a 300g. Excelente para peixes do tipo como atuns, piraibas, grandes jaús e meros

Linhas

As potências das varas ajudam a definir a resistência das linhas a usar, pois existe equivalência. Por exemplo, uma vara de potência ( ou categoria como definem algumas publicações) média-leve é indicada para uso com linhas de 6 a 10 lb.

Não é errado utilizar linha de maior resistência (por ter diâmetro maior e melhor resistência à abrasão) se sua carretilha ou molinete estiver com a fricção regulada na faixa determinada pela vara.

Esse recurso é muito aproveitado para procurar espécies que se escondem em locais que desgastam linhas, como robalos e tucunarés, apaixonados por galhos e troncos submersos, que cruzam de todas as formas possíveis, carregando iscas e linhas.

Fonte: Site Pescaria Brasil (www.pescariabrasil.com.br)

7 dicas para um arremesso profissional na pescaria

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Você está tendo dificuldades com seus arremessos? O arremesso de isca é uma parte importante da pesca.

Se o seu arremesso for preciso, você conseguirá posicionar a isca de pesca no melhor local – onde há mais cardumes – e provavelmente terá muito mais sucesso na captura dos peixes.

Ele é principalmente importante para a pesca de praia, mas também é importante para quem pratica a pescaria em pesqueiros, lagos e represas.

Se você gostaria de aprender facilmente a arremessar a isca de pesca como um profissional, e assim tornar a sua pescaria de final de semana mais eficiente, há várias maneiras simples de conseguir isto! Descubra algumas ótimas dicas de arremesso profissional nesse artigo!

Determine onde você deseja lançar sua isca

Comece calculando onde o seu arremesso deverá lançar a isca de pesca. Em alguns casos, você pode querer um arremesso curto – é o caso dos pesqueiros. Em outros, como na praia ou em represas, é preciso fazer um lançamento longo. Não lance sua linha sem destino certo.

Alinhe seu corpo

Você pode usar seu corpo como referência para arremessar a isca de pesca exatamente no ponto desejado. Para isso, é preciso que os pés e o tronco estejam alinhados com a direção em que a linha de pesca deve ser arremessada.

Conheça os estilos de arremesso

Existem vários estilos básicos de arremesso de isca de pesca, como o frontal, overhead ou machadada, lateral e pêndulo. Eles exigem diferentes posições e movimentos do corpo e braços. Conheça cada um deles para obter maior precisão com seu arremesso.

Posicione o carretel do molinete da maneira certa

O carretel do molinete deve ficar completamente alongado, para evitar atritos entre a linha e a alça. O atrito reduz a velocidade e faz a linha cair antes da hora certa. Deixando o carretel alongado, o desempenho do arremesso da linha de pesca será melhor.

Preste atenção ao seu braço

O braço do molinete deve estar posicionado formando um ângulo reto. Isso irá criar um efeito de alavanca, que permite melhorar o controle da força e velocidade desejados para o arremesso. Esse método pode ser usado tanto para aumentar quanto para reduzir a potência do arremesso, dependendo da distância que você espera alcançar com ele.

Use os dedos

Na hora de fazer um arremesso, use a sua mão como uma ferramenta junto com a vara de pesca e a carretilha ou molinete. Posicione o dedo indicador próximo à linha, como um apoio. Use esse dedo para travar a linha de pesca e fazê-la cair quando chegar ao ponto desejado. Isso vai dar mais precisão ao local do arremesso da isca de pesca.

Treine muito

Mesmo as melhores técnicas só funcionam realmente depois de muita prática. Quanto mais você arremessar, melhores serão os resultados.

Então, quando estiver pescando no próximo final de semana, separe alguns minutos para treinar a postura do corpo, a posição das mãos e braços, a força e a velocidade do seu arremesso.

Talvez no mesmo dia você já perceba alguma diferença e volte para casa com muitos peixes a mais.

E então, essas dicas lhe foram úteis? Você conhece outras maneiras de realizar um arremesso profissional na pescaria? Conte para a gente! Compartilhe suas experiências!

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