Como armazenar queijo com sucesso em casa: 8 passos

Confira dicas de como manter o sabor e a qualidade do produto inclusive em dias de altas temperaturas

Durante os dias mais quentes, o cuidado e atenção com a conservação de alimentos devem ser redobrados, principalmente aqueles da categoria láctea, o que inclui os queijos.

Cada queijo apresenta uma forma de armazenamento, o que deve ser avaliado para maior conservação. Essas informações são essenciais para a durabilidade e para manter o sabor do produto. Na maioria das vezes, o queijo pode ser refrigerado. Mas os cuidados não param por aí.

Logo após a retirada da embalagem, o produto está sujeito à contaminação, o que poderá alterar o sabor e textura.  O ideal é transferi-lo para um recipiente plástico com tampa, ou envolve-lo em algum filme plástico e sempre conferir o período de validade no rótulo.

  • Com uma grande variedade de queijos no mercado, como conservar cada tipo da melhor maneira? Confira 6 tipos de queijos e a melhor forma de conservá-los:
  • Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos     
  • São queijos com bastante umidade, devem ser retirados da refrigeração perto do momento de consumo e retorná-los a geladeira o mais breve possível.

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

É recomendado manter na embalagem original até o momento do primeiro consumo. Após aberto, manter envolto de papel filme

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

Antes de abrir, até o prazo de validade, refrigerá-lo em temperatura recomendada pelo fabricante. Após o primeiro consumo, é recomendado envolve-lo no papel branco original, que protege e mantém intacta a crosta branca da superfície. É natural que o mofo branco se espalhe para a massa do queijo.

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

Também deve ser conservado na geladeira antes de abrir. Após aberto, deve ser envolto em papel filme ou alumínio e retorna-lo á geladeira. Essa é uma das maneiras de manter esse tipo de queijo cremoso.

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

Deve ser mantido em local fresco e arejado, porém, em dias de calor, pode ser mantido na geladeira. Isso também ajuda na conservação. Para guardar, basta envolver em papel filme.

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

Alguns podem ser mantidos fora da geladeira, outros são necessários a refrigeração. Se forem fatiados, recomenda-se envolver em papel filme; se em pedaços, devem ser tampados.

Dica extra:

Congelar o queijo não é lá uma das melhores soluções pois sua textura se desfaz durante o congelamento. A melhor forma de aproveitar um queijo congelado é no preparo de pratos que possam acentuar o sabor do produto.

Fonte: Associação Brasileira das Indústrias do Queijo (ABIQ)

6 Passos Para Ter Sucesso Com Seu Carrinho de Espetinhos

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 PassosInvestir em um carrinho de espetinho, é uma excelente opção de negócio. Veja aqui como começar um negócio de carrinho de espetinho.

Quer trabalhar com carrinho de espetinho? Veja aqui todos os passos necessários para lucrar com espetinho e ter bons lucros!

  • Existem alguns formatos de empreendimento que de tão simples e baratos espantam um pouco: esse é o caso do carrinho de espetinho.
  • Afinal, uma barraca de espetinhos parece ser pouco lucrativa, mas, na verdade, é uma forma de empreendimento das mais rentáveis se você quiser ganhar dinheiro de forma rápida.
  • Já chegamos a falar por aqui de carrinhos de lanches em que é possível fazer cachorro-quente ou vender sanduíches prontos.
  • Outro formato que rende bastante e é fácil de conduzir é o carrinho de espetinhos, seguindo o mesmo princípio de vender lanches ou sorvetes de forma itinerante, ou seja, sem ponto fixo, circulando, ou escolhendo um local para vender.
  • Em diversas cidades do país, o espetinho é bem querido em centros comerciais.
  • Em cada cidade recebe um nome.
  • Pode ser chamado de espetinho de gato, churrasquinho e espetinho simplesmente, mas é a mesma coisa.

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

  1. Ele consiste apenas em um espeto de madeira com alguns pedaços de carne, temperado previamente para apenas assar na rua.
  2. A medida que o comerciante for assando, as pessoas já vão comprando.
  3. É vendido quente e com uma farofinha pronta ou feita por você mesmo, um dos segredos deste empreendimento.
  4. Confira a seguir como trabalhar com carrinho de espetinho.
  5. Muita gente prefere arriscar e ficar na informalidade.
  6. Só que, se fizer isso, corre o risco de comprometer o seu negócio e ter a sua mercadoria aprendida.
  7. Você pode começar abrindo uma empresa.
  8. Para facilitar, faça isso como MEI (Microempreendedor individual), pois é bastante rápido e pode ser feito pela internet.
  9. Depois é hora de pedir autorização à prefeitura e cada cidade pode ter um procedimento específico.
  10. O ideal para saber como se regularizar é buscar informações no órgão responsável.

Faturamento do carrinho de espetinho

Você pode estar se perguntando quanto ganha alguém que trabalha com carrinho de churrasco.

Isso depende muito da margem de lucro, local em que a pessoa monta o carrinho, movimento do ponto e outros.

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

  • Apesar dessas variáveis, é possível ter uma ideia de quanto se ganha.
  • Em média, esse valor vai de R$ 2 mil a R$ 5 mil por mês.
  • Mas, claro que dependendo do empenho e disponibilidade, esse valor pode ser maior.

Como ser um bom vendedor

  1. Não basta apenas ter os produtos para que os clientes comprem, é preciso investir na qualidade e atendimento.
  2. Comece escolhendo muito bem os seus fornecedores e as carnes que irá trabalhar.

  3. Opte por uma linguiça bem temperada e uma carne macia e livre de nervos.
  4. Pode ser preciso pagar um pouco mais por isso, mas os clientes não se importarão de pagar mais caro para comer um bom churrasco.

  5. O atendimento é fundamental para encantar os clientes.
  6. Por isso, sempre que eles chegarem, esteja com um sorriso no rosto e muita disposição.
  7. Seja um vendedor atencioso, explique o que o cliente questionar e sempre valorize os seus produtos.

  8. Quanto mais cordial for, mais as pessoas voltarão para comprar o seu churrasquinho.

6 Passos de Sucesso Para Trabalhar Com Carrinho de Espetinho

1 – Como Iniciar a Atividade de Venda de Espetinho

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 PassosPara você que deseja trabalhar com carrinho de espetinho, veja aqui todos os passos para começar um negócio com carrinho de espetinho e ganhar dinheiro.

Este tipo de carrinho é bem parecido com os carrinhos de lanche. Você leva ele até o local.

  • A diferença é que em cima do carrinho há uma espécie de churrasqueira.
  • Na verdade, é uma mini-churrasqueira em que você coloca a brasa e deixa os espetinhos assando.
  • Na parte de baixo, fica um compartimento com espaço para armazenagem de seus pertences, como os espetinhos já prontos para serem assados, refrigerantes e outros pequenos objetos.
  • Por isso, tais carrinhos são ocos e leves para carregar, com duas rodas e um suporte para ficar fixo.
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2 – Modelos de Carrinhos de Espetinho

  1. Os carrinhos de espetinhos tem sua “aparência” normalmente idêntica: um local para por as brasas, pequena chaminé, balcão embaixo para guardar mantimentos, um local para pegar e as rodas.

  2. O que diferencia os carrinhos é o material de fabricação, sendo o melhor deles os modelos em inox, fáceis de limpar e mais higiênicos.
  3. Você encontrará também carrinho de espetinho feito em alumínio/lata.

  4. Outra divisão nos modelos diz respeito a quantidade de espaço e prateleiras.

  5. Um erro comum de quem está iniciando no ramo de venda de espetinhos é comprar o que tem mais espaço, mas é importante levar em consideração o seu objetivo, quantidade de clientes e até mesmo local que irá ficar porque carrinhos muito grandes podem ser difíceis de locomover.

3 – Quanto Custa um Carrinho de Espetinho

O valor de um carrinho novo custa em média R$ 1.200,00.

Pode ser comprado usado por em média R$ 800,00, em bom estado ou com pequenas necessidades de reparos.

4 – Custos Para Fazer os Espetinhos

  • Qual é o custo que você terá para produzir os espetinhos comercializados?
  • Não basta apenas comprar um carrinho de espetinhos, é preciso saber administrá-lo.
  • E isso envolve conhecer os custos, lucros e locais de vendas.
  • Em média, o custo para produzir cada espetinho é de R$ 1,50, contando palito, carvão, farofa, condimentos, carne etc.
  • Mas vale lembrar que alguns tipos de espetinhos são mais baratos, como é o caso do espetinho de frango ou de queijo.

5 – Como Lucrar Com um Carrinho de Espetinho

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 PassosQuanto é possível ganhar de dinheiro com carrinho de espetinho? Como fazer para ganhar dinheiro com carrinho de espetinho? Confira abaixo:

  1. O preparo do produto é o principal aqui.
  2. Você pode comprar os espetos prontos em um supermercado ou simplesmente fazer em casa, cortando a carne em cubinhos e temperando.
  3. É preciso sair para a rua com seus espetinhos pré-prontos, precisando apenas estacionar e começar a assar.

Leve seu produto sempre temperado. Não se esqueça de variar.

  • Você pode oferecer espetinho de carne, frango ou porco.
  • Alguns donos de carrinho de espetinho investem até em churrasquinho com linguiça ou salsichão, mas pode demorar um pouco mais para assar.
  • Escolha um ponto fixo para estacionar seu carrinho de espetinho e depois é só ir às vendas e conquistar clientes.
  • Locais interessantes são os pontos com grande circulação de pessoas, próximos à lojas, em frente a terminais de ônibus e áreas semelhantes.
  • O seu lucro pode ser de até 100% por unidade, com a venda de um espetinho por R$ 3,50 e partindo do pressuposto que um quilo de carne pode render até 20 espetinhos.
  • A maior parte dos relatos de pessoas que trabalham com carrinho de espetinho faturam entre R$ 3 mil a R$ 5 mil reais por mês.

6 – Tenha complementos para lucrar mais

  1. Se quiser aumentar os seus lucros com o carrinho de espetinhos, pode oferecer alguns adicionais aos seus clientes.
  2. A grande maioria das pessoas quer só um espeto para pegar e ir comendo no caminho, mas outras preferem sentar e aproveitar um boa refeição.

  3. Se tiver espaço, pode colocar algumas mesas e bancos para que as pessoas se sentem para comer e nessa hora pode usar a sua criatividade.
  4. Além das carnes, pode montar pratos com arroz, farofa e vinagrete e vender como se fosse um combo, pois assim os ganhos são maiores.

  5. Não esqueça de colocar bebidas à venda, pois assim as pessoas compram a comida e aproveitam para beber.
  6. Isso se aplica a outros tipos de negócios, como é o caso do carrinho de batata frita.

Ficou interessado em comprar um carrinho de espetinho? Deixe seu comentário e cadastre seu e-mail para receber mais dicas de negócios!

★ Dica Importante!

Para qualquer negócio que você for montar é importante fazer um planejamento. Para isso, estude em livros, contrate uma consultoria ou use o Kit Novo Negócio.

Enfim, escolha a opção que mais lhe agrada, apenas NÃO ARRISQUE suas economias e o bem-estar da sua família em um chute!

Como armazenar os queijos corretamente: veja as dicas

Existem muitos tipos de queijo e todos são deliciosos, né? Para que eles mantenham a qualidade e o sabor, são necessários alguns cuidados para armazená-los. Quais queijos podem ficar na geladeira? Quais podem ser congelados? Descubra no TudoGostoso dicas de como armazenar os queijos corretamente!

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

Como armazenar os queijos corretamente

Muita gente tem o costume de guardar os queijos na geladeira. Para os tipos mais comuns, como queijo minas, ricota, prato e mussarela essa realmente é a melhor forma de guardá-los. Porém cada um deve ser guardado de uma forma diferente.

O queijo minas deve ser guardado sem o soro e nunca na parte mais fria da geladeira. Isso porque ele pode congelar levemente. Diferente de outros queijos, o queijo minas não deve ser congelado.

Ele contém muita água e, ao ser descongelado, sua textura muda completamente, ficando arenosa. Por isso, o queijo minas deve ser mantido fora do congelador.

Já a ricota pode ser congelada tranquilamente!

Além disso, é importante ficar atento aos sinais: o queijo minas forma uma casca amarelada ao redor, e isso é normal, não quer dizer que está estragado. Na hora de consumir, corte essa parte fora.

Mas fique de olho! Essa casca quer dizer que o queijo já não está mais tão fresco e deve ser consumido logo.

Vale destacar que essa casca se forma muito mais facilmente quando o queijo não é guardado dentro de um recipiente vedado.

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

Já o queijo prato e mussarela podem soltar um líquido dentro do recipiente que estão armazenados: isso significa que a temperatura da sua geladeira está muito alta, mas ele pode ser consumido normalmente. Se apresentar alguma marca de mofo, jogue todo o conteúdo do recipiente fora e higienize-o em água fervente. Além de potes fechados, eles também podem ser embalados em papel-filme.

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Muita gente guarda queijos mais duros, como o parmesão, fora da geladeira. Realmente não tem problema e não atrapalha no sabor do produto, mas se você vive em um lugar muito quente, é preferível deixá-lo na geladeira. Vale a pena ficar atento às informações das embalagens!

Outro detalhe muito importante é não guardar queijos diferentes juntos, pois isso mistura os sabores e atrapalha a conservação.

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

Conservação de Alimentos em 4 Passos – Como Aumentar a Validade

Diversos mitos cercam o tema da conservação de alimentos, mas uma coisa da qual podemos ter certeza é de que este é um trabalho que demanda muita paciência.

Conservantes realmente fazem mal à saúde? Será que a adição de conservantes é suficiente para fazer com que o alimento dure mais? Quais precauções você deve tomar para que sua produção artesanal tenha maior validade e alcance um mercado mais extenso?

Todas essas questões e mais algumas serão respondidas aqui!

Antes de mais nada: não acredite em tudo que você ouve!

O ceticismo em relação aos aditivos alimentares é muito comum, especialmente quando a questão sobre saúde é levantada. Muitas dúvidas surgem e, com elas, muitas afirmações precipitadas são feitas, como a clássica “todo conservante dá câncer” e outras do gênero.

Mas se formos para para analisar melhor, entenderemos que não é bem assim.

No nosso dia a dia, temos a consciência de que nada em quantidades exageradas pode ser bom e este mesmo pensamento se aplica ao uso dos conservantes! A própria Anvisa especifica que, se utilizados nas dosagens corretas, os aditivos podem melhorar a performance dos produtos sem afetar a saúde do consumidor.  Você pode conferir a legislação referente a cada tipo de alimento no site da Anvisa.

Você pode conferir também outros tabus da indústrias alimentícia e concluir sobre os demais mitos e verdades no mercado de alimentos!

1º Passo – Descubra se o seu produto está pronto para ser conservado

Agora que já entendemos que nem tudo o que se fala sobre conservantes é verdade, vamos ver como realmente colocar a conservação de alimentos em prática e prolongar o prazo de validade daquela sua receita de família.

É importante perceber que não basta inserir diversos aditivos ao produto ou apenas colocá-lo em um recipiente conservador e esperar que isso resolva o problema.

Primeiro, é necessário que seja feita a padronização da produção, para que a receita não seja algo “de cabeça” e o resultado final acabe sendo variável.

Além disso, certos truques da cozinha da avó infelizmente devem ser deixados de lado: aquecer um pouco de leite para eliminar bactérias e impurezas, por exemplo, e em seguida colocar o dedo no produto para checar sua temperatura torna todo o processo de aquecimento e purificação inútil.

Mas por que isso é tão importante?

O próximo passo se baseia totalmente na receita e na forma de preparo do produto. Caso o alimento acabe ficando com um percentual de água maior do que aquele que constava na receita, por exemplo, a escolha do método de conservação e a quantidade de conservantes necessária podem ser completamente diferentes.

Isso afeta até mesmo a definição dos fornecedores, que também devem ser sempre os mesmos. Uma vez que temos necessidade de que tudo seja invariável, não faria sentido se os responsáveis pelo abastecimento do estoque oscilassem, não seguindo uma padronização. Como fazer um alimento durar mais?

2º Passo – Escolha o método de conservação de alimentos mais adequado

Tudo bem, aquela receita de família já está padronizada e higienizada. Agora, podemos passar para a decisão mais importante de todo o processo: definir de que forma iremos conservar melhor o alimento, aumentando seu tempo de validade. Mas quais são as opções?

As principais escolhas são: Conservantes artificiais, conservantes naturais ou embalagens funcionais.

Conservantes artificiais e naturais

Os conservantes, tanto artificiais quanto naturais, têm basicamente o mesmo impacto no alimento. São capazes de diminuir a ação dos fatores externos e internos ao produto, atuando de três formas diferentes:

– Antimicrobianos: agem tornando o ambiente menos propício à proliferação de bactérias.

Um exemplo muito utilizado na indústria alimentícia é o sorbato de potássio, de origem artificial, que tem a designação GRAS (Generally Recognized as Safe) do FDA (Food and Drug Administration) para aplicações alimentícias. Possui alta solubilidade, impedindo a formação de bolores e leveduras.

– Antioxidantes: Impedem a oxidação dos alimentos.

Mas o que é oxidação? O oxigênio, que é tão necessário para nossa vida, também pode ser menos favorável em outras situações, já que, da mesma forma que reage com o Ferro gerando a ferrugem, também pode agir nos alimentos, como em maçãs e bananas, fazendo com que “apodreçam”. Um bom inibidor desta reação é o ácido ascórbico, que tem origem natural (Vitamina C) e diminui bastante a influência do oxigênio nas frutas.

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– Inibidores enzimáticos: Alguns alimentos já possuem naturalmente uma tendência maior à deterioração. É o caso da batata, que possui em sua composição a molécula catecol, facilmente transformada em benzoquinona, dando ao alimento uma cor acastanhada. Inibidores enzimáticos retardam esse processo, fazendo com que o produto dure mais.

Outros aditivos também podem ser interessantes, dependendo do produto a ser conservado. Digamos que você produza um sorvete especial que é famoso em toda sua família e deseja começar a comercializá-lo.

Antes de sair aplicando um monte de conservantes, pense que a textura do produto é muito importante.

Nesse caso, uma boa dica é adicionar um pouco de goma guar à produção, que, por suas características de reter água e não possuir gosto, pode tornar o sorvete mais “grosso” e mais agradável ao paladar dos consumidores.

Embalagens funcionais

Ainda existem os diferentes tipos de embalagens funcionais disponíveis no mercado, que também podem ser muito úteis. Apesar de merecerem um artigo próprio sobre todo seu potencial na conservação de alimentos, podemos resumir dizendo que possuem um impacto semelhante ao dos conservantes, porém ao invés de atuar diretamente no alimento, o fazem no ambiente que circunda o mesmo.

Quer saber mais sobre conservação de alimentos? Acesse nosso artigo sobre conservantes e entenda melhor o que são e como selecioná-los adequadamente.

3° Passo – Determine quais serão as formas de aplicação do método de conservação de alimentos escolhido

Agora que decidimos que o elemento X é o melhor aditivo para nosso prato, vamos para a parte mais divertida do processo de conservação de alimentos: misturar tudo. É claro que esta é só uma expressão, já que mesmo que pareça atrativo, sair jogando tudo em um pote e misturar nunca é a melhor opção.

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Cada gênero de alimento pede um tipo particular de aditivo, que por sua vez demanda aplicações também específicas.

Muitos conservantes, por exemplo, necessitam de 24 horas de espera após sua ministração para que comecem a trazer o efeito desejado.

O sorbato de potássio, do qual já falamos, é diferente: tem a tendência de se acumular na massa, portanto deve ser colocado de forma gradual, ao mesmo tempo em que a receita é misturada.

4° Passo – Testar o método e tirar conclusões           

Mas e agora? Já temos tudo pronto para ir na padaria da esquina e colocar o produto à venda? Calma! Estamos quase lá.

Chegamos à etapa mais complicada do processo de conservação de alimentos, já que é aquela que mais necessita de um profissional da área. Precisamos testar se o método pelo qual decidimos é, de fato, eficiente.

Dessa forma, é interessante termos em mente que, muitas vezes, mesmo que não vejamos o bolor ou sinais de podridão na superfície do alimento, ele pode já não estar apto para o consumo, e apenas testes laboratoriais nos dirão isso com certeza.

A Anvisa, como órgão regularizador, determina as quantidades máximas de algumas substâncias tóxicas ao organismo que podem estar presentes em cada tipo de alimento. Essas taxas só são identificadas através de testes muitos específicos, como análises microbiológicas de contagem de coliformes termotolerantes, que devem ser realizados em laboratórios especializados.

Ainda tem alguma dúvida? Aqui está um exemplo real

Há pouco tempo, o cliente Nadim Chaachaa procurou a Fluxo com um sonho: iniciar a comercialização em maior escala das suas pastas árabes de Humos e Coalhada Seca. As pastas já faziam bastante sucesso em sua lanchonete, mas ainda não podiam estar disponíveis em supermercados e outros pontos da cidade devido a limitações de validade.

Para conseguirmos fazer com que os produtos do Nadim durassem mais, seguimos exatamente este passo-a-passo da conservação de alimentos. Para melhor explicar, vamos focar na Coalhada:

1°) Primeiramente, verificamos que a receita era seguida de forma rigorosa e que os fornecedores não variavam com frequência. Desta forma, nosso produto base estava padronizado.

2°) Por se tratar de um derivado de leite e ter uma tendência à contaminação e diminuição de acidez, decidimos que seria mais efetivo utilizar uma mistura de Sorbato de Potássio e Lactato de Cálcio como método de conservação, pois enquanto o primeiro ataca diretamente os microrganismos que se proliferam, o Lactato faz com que toda a pasta se torne mais ácida e deixe o ambiente interno menos propício ao aumento de bactérias infecciosas.

3°) Como se tratava de um produto muito específico, a preparação e mistura do alimento foram feitas na própria cozinha da lanchonete.

Foi necessário um liquidificador semi-industrial para que pudéssemos misturar os conservantes de forma bem gradual, evitando concentrações pontuais das substâncias na pasta que poderiam deixar o alimento com um sabor diferente.

Também foi adicionada a goma guar, que, como já explicamos, serviu para “engrossar” a pasta.

4°) Chegando à fase de testes, por sermos consultores de engenharia, utilizamos alguns laboratórios da própria UFRJ para realizar as análises microbiológicas necessárias e verificar se houve ou não a proliferação de organismos indesejados no alimento.

Ao final do projeto, conseguimos aumentar o prazo de validade de 3 dias para mais de 2 meses. O sonho do Nadim, finalmente, pôde ser realizado.

Exigência atendida: comercialização de pão de queijo congelado e recheado

Como Armazenar Queijo com Sucesso em Casa: 8 Passos

Pães de queijo com temperos exóticos têm mercado garantido.

O pão de queijo é obtido basicamente pela mistura de polvilho, queijo, água, gordura e sal, ovos e leite. Tradicional do estado mineiro, expandiu por todo território nacional e internacional devido ao seu sabor e ao mercado de produtos congelados.

O crescente consumo tem aumentado a demanda de tecnologias específicas e requer metodologias de análise adequadas.

De acordo com a professora e pesquisadora Mônica Ribeiro Pirozi, no curso Como Montar uma Fábrica de Pão de Queijo, desenvolvido pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, “para sua fabricação, é conveniente o conhecimento dos ingredientes e equipamentos necessários a fim de se formar um juízo crítico, que permita uma melhor organização do espaço físico disponível, um fluxograma eficiente de trabalho, uma boa perspectiva da produção desejada, entre outros parâmetros”.

Na fabricação do pão de queijo, pode ser usado polvilho doce ou azedo, com resultados  diferentes, mas aceitáveis, dependendo da característica do mercado consumidor. A fécula também pode ser utilizada, mas alguns fabricantes consideram que o produto tem qualidade inferior em relação à capacidade de expansão.  

A diversificação dos produtos oferecidos é um grande território a ser explorado pelos fabricantes de pão de queijo. Algumas empresas têm garantido o sucesso com a adição de diferentes sabores, como alho e cebola e pizza. Pães de queijo com temperos exóticos têm mercado garantido como produtos requintados, e o uso de recheios tem se tornado muito comum.

Mas para manter a qualidade, deve-se ter muito cuidado na escolha dos seus ingredientes. Se for do tipo de recheio que requer um molho, como frango, carne e camarão, por exemplo, é imprescindível que esteja bem “enxuto”, sem água ou óleo em excesso, para não modificar as características da massa.

É também desejável que, ao rechear, a massa o envolva completamente, evitando bolhas de ar no interior e rachaduras na superfície, por onde o recheio possa “escapar” quando for assado.

Além disso, é seguro reduzir o prazo de validade desses pães de queijo, em relação aos  tradicionais.

Observando esses cuidados, o empreendedor terá em mãos produtos de qualidade, que se apresentam como um excelente meio de expandir seus lucros, alterando pouco o custo de produção.

AVISO LEGAL

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Como conservar chouriço para nao ganhar bolor, mudnation.nl

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