Como armazenar água a longo prazo: 12 passos

Seja por falta de espaço em casa ou porque o tutor não sabe a maneira certa de fazê-lo, a longo prazo a ração de cachorro perde a qualidade, ao ser armazenada de forma errada.

Muitos fatores podem prejudicar a comida do pet e o modo como é guardada é um deles.

O cão pode até entrar em contato com determinadas doenças se a ração ficar exposta em lugares indevidos e atrair microrganismos.

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Aprenda a armazenar corretamente a ração de cachorro

A marca da ração de cachorro também influencia na qualidade de vida do animal, mas mais do que isso, ela deve ser mantida em boas condições – até porque esse tipo de alimento é caro. Para não estragar ou fazer mal ao pet, é importante saber em que local, por exemplo, deve ser colocada.  

A alimentação pode até perder suas propriedades nutricionais e estar exposta a agentes infecciosos. Fatores externos também podem prejudicar a comida, como umidade, excesso de sol e luminosidade e chuva, além de insetos que tendem a se aproximar. A má conservação pode levar a sintomas como: vômito, diarreia, apatia, principalmente por causa da intoxicação alimentar.

Para evitar esse tipo de problema, algumas dicas vão auxiliar o tutor que não sabe o que fazer com relação à ração. 

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Como Armazenar Água a Longo Prazo: 12 Passos Reprodução/ Shutterstock

Aprenda a armazenar corretamente a ração de cachorro

Logo quando o tutor chega com o pacote de comida em casa, muitas vezes não sabe se divide em recipientes ou mantém na própria embalagem. A primeira dica é: se quiser manter a ração aonde ela veio é necessário manter o pacote sempre fechado. Inclusive, jogar o saco fora pode não ser muito indicado, porque nele há informações importantes, como data de validade e valores nutricionais.

Muitas embalagens vêm com um tipo de “zíper”, que permite abrir e depois fechar com facilidade, sem que a comida fique em contato com o ar. Guardar em potes ou outros recipientes pode ser uma opção, desde que a tampa esteja bem fechada e o pacote seja guardado.

Evitar que  o alimento tenha contato com o chão também é importante, para mantê-lo saudável. Além de ter bactérias, pode absorver umidade e empobrecer sua qualidade nutricional. Mas o principal problema é atrair roedores, que por meio da urina pode transmitir certas enfermidades, algumas bem graves como a lepitospirose.

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Aprenda a armazenar corretamente a ração de cachorro

O calor e a luz do sol são outros fatores degradantes para a comida. Pode acelerar a ação de bactérias e provocar a perda de nutrientes, por meio de ações enzimáticas. O ideal é colocar em locais frescos e sem muita luminosidade. 

O comedouro também precisa de cuidados.

É bom sempre lavar o pote de comida depois que o pet terminar a refeição e isso pode ser feito com detergente e esponja, para eliminar sujeiras, rastros de roedores e agentes infecciosos.

Não deve estar no sol ou em ambiente com altas temperaturas, para evitar que a ração estrague. Dê a ração de cachorro apenas na hora que o animal for comer, para não ficar parada muito tempo fora da embalagem.

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5 passos para Construir Riqueza – UP Consórcios

Muitos ficam deslumbrados com as posses. Quem não gostaria de desfilar com um carro de luxo, ter um casarão na beira do litoral e poder viajar pelo menos uma vez por ano, sem se preocupar com os gastos?

Quando se trata de pôr a mão na massa para obter uma qualidade de vida mais elevada, é preciso ignorar todo o luxo por trás da riqueza.

Dinheiro é algo palpável e precisa ser direcionado da forma correta para render mais. Trata-se de uma jornada que, muitas vezes, é mais longa do que você imaginava.

Por isso, a melhor forma de começar a construir riqueza é ter o pé no chão e encarar todo esse processo por etapas, não importa a fase da vida em que esteja.

Confira Alguns Passos para Construir Riqueza:

1 – Conversar sobre dinheiro

O dinheiro tem, sim, que estar na nossa pauta do dia a dia. E não de forma aspiracional – como o que fazer com a aposta na Mega Sena, por exemplo.

Faça uma análise dos seus gastos e veja o que realmente está comprometendo o seu orçamento. Será que precisa pagar tanto pela TV a cabo quando você mal tem tempo de assistir a um programa? E se, em vez de trabalhar com o carro e consumir combustível, usar o transporte público?

A conversa sobre o dinheiro é válida para que você defina o que realmente é importante na sua vida.

Não significa abdicar de quase tudo – algo que os especialistas em finanças não encorajam. Afinal, construir riqueza é um processo de longo prazo. Você não precisa abrir mão do que considera essencial à sua qualidade de vida para que tudo dê certo.

2 – Definir metas possíveis

Se você ganha o equivalente a três salários mínimos, dificilmente conseguirá guardar um salário mínimo inteiro por mês. Existem custos inevitáveis (discricionários), que dificilmente enxugam, como água, energia etc.

Muitos especialistas indicam guardar pelo menos 30% da sua renda mensal, mas o importante é começar da forma que dá. Por isso, não tenha receio de começar guardando R$ 100. A cultura de poupar é instituída aos poucos, na prática.

Se você estiver bem focado em construir riqueza, não vai demorar para chegar ao percentual ideal de poupança.

3 – Aprender a investir

Lembre-se: a conta poupança não é a melhor forma de investir o seu dinheiro, embora deva ser considerada para investimento inicial.

Confira opções com Tesouro Direto e vá se educando financeiramente para aplicá-lo da melhor forma. Grandes investidores tendem a diversificar seu patrimônio, participando de fundos, investindo em bens e até mesmo usando parte do dinheiro para cotas de consórcio.

4 – Dedique tempo e energia ao que realmente importa

O desespero é o pior aliado de quem quer construir riqueza. Por isso, vale a pena questionar até mesmo sua atuação profissional: será que o seu trabalho pode ser uma alavanca importante para ter mais dinheiro?

Isso não significa que você deva abandonar tudo e procurar o emprego dos sonhos. Ele não aparece do nada.

Você deve ter metas muito claras do que deseja conquistar profissionalmente e concentrar suas energias para evoluir na profissão. Às vezes, isso te leva a encarar o trabalho que tanto reclama com outros olhos.

5 – Disciplina e trabalho duro

Uma vez traçado o caminho, é hora de arregaçar as mangas e começar a trabalhar!

Há momentos em que nos sentimos desestimulados e pensamos em desistir. Por isso, se cerque de pessoas que apoiem as suas decisões, mantenha o foco e trace a rota para o seu sucesso.

Ao ver que está atingindo seus objetivos, sua energia se renovará constantemente.

Como Armazenar Água a Longo Prazo: 12 Passos

Como Construir Riqueza Investindo?

Se você deseja investir em um novo bem, a melhor maneira é fazer um consórcio. O fato de não ter juros, nem entrada, é prova de que a modalidade é mais vantajosa do que qualquer tipo de financiamento.

No caso do UP, o valor investido é repassado para um fundo comum do grupo de consórcio, que também gera rendimentos.

Essa quantia é aplicada e corrigida anualmente, conforme os índices de inflação.

Por exemplo, em um cenário com inflação por volta de 7%, o valor que você usou para investir no consórcio vai render mais do que a poupança.

Assim, quando você for contemplado com a carta de crédito, terá um valor superior ao que pagou na totalidade.

O consórcio pode ser um bom caminho para te ajudar a investir. Confira as nossas dicas de 10 coisas que você pode fazer com uma cota e boa trajetória!

Como captar e armazenar água da chuva

Como Armazenar Água a Longo Prazo: 12 Passos “bucket and no walrus” (CC BY 2.0) de wonderferret

Armazenar água, diferente do que algumas pessoas imaginam, pode ser uma boa ideia. Mas são necessários cuidados para evitar a proliferação de vetores de doenças e contaminação. Confira a melhor forma de armazenar água de diferentes origens.

Como armazenar água da chuva

A melhor forma de armazenar água da chuva é utilizando uma cisterna. E quanto mais rapidamente a água for utilizada, melhor. Existem diversos tipos de cisterna que podem ser a solução ideal para quem busca armazenar água, principalmente a da chuva.

Armazenar e reutilizar água da chuva é ecologicamente viável. Isso porque o armazenamento de água da chuva permite que se economize água potável, diminuindo a pegada hídrica.

Mas você também pode aproveitar a cisterna para reutilizar a água de reúso da máquina de lavar, do ar-condicionado, entre outras.

Para conhecer os tipos de cisterna dê uma olhada na matéria: “Tipos de cisternas: modelos do cimento ao plástico”.

Entretanto, por ser ser proveniente da chuva, a água não é considerada potável, pois pode conter partículas de poeira, fuligem, sulfato, amônio e nitrato. Portanto, não é adequada para consumo humano.

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Ainda assim, pode ser usada nas tarefas domésticas que mais consomem água, como lavar o quintal, a calçada, o carro e até no vaso sanitário (mas tome muito cuidado na hora de instalar sua cisterna no encanamento de sua casa para que a água da chuva não chegue perto de uma torneira com água destinada para ingestão).

Em regiões metropolitanas, onde a concentração de poluentes no ar costuma ser mais elevada, a água da chuva se bem filtrada e tratada, pode até se tornar potável e apta a ser consumida.

Segundo o professor do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Caetano Sanches Mancuso, “o processo de purificação pode ser realizado em casa. Quanto mais limpa for a captação, melhor.

Assim que armazenar, a água pode ser colocada em filtros convencionais de cozinha, onde a vela, se bem mantida, remove partículas. Após esse processo o ideal é que a água seja fervida por pelo menos cinco minutos para acabar com as bactérias. Depois disso estará pronta para o consumo”.

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Mas é essencial o descarte da primeira leva recolhida, pois as chuvas passam pelo telhado e correm por alguma calha e, devido à poluição e poeira na cidade esses locais ficam muito sujos. Por isso o primeiro volume da chuva deve ser desprezado e captado apenas alguns minutos depois.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 110 litros diários por pessoa é o suficiente para realizar todas as necessidades.

Para o bom armazenamento da água da chuva é preciso utilizar filtro na cisterna, evitando o aparecimento de mosquitos vetores de doenças. Entretanto, armazenar água não é brincadeira, é necessário disciplina. As calhas devem ser limpas periodicamente para impedir a contaminação por fezes de ratos ou de animais mortos, entre outros cuidados. Para saber dos cuidados e das vantagens do armazenamento de água da chuva com mais detalhes, dê uma olhada na matéria: “Captação de água de chuva: conheça as vantagens e cuidados necessários para o uso da cisterna”.

Como conservar água potável

Para armazenar água potável também é preciso cuidado. A melhor forma é utilizar recipientes de vidro limpos (de preferência com água quente) específicos para esse fim. Mas você também pode utilizar aço inoxidável.

A água que será armazenada deve ser fervida para eliminar eventuais bactérias e larvas. Para aumentar a eficácia da proteção contra organismos vivos você pode adicionar 16 de gotas de cloro sem cheiro a cada 20 litros de água.

O cloro é muito eficaz para eliminar micro-organismos patógenos e tem salvado a humanidade de doenças infecciosas há muitos anos. Entretanto, seu uso a longo prazo também está associado ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer.

Lacre o galão e o deixe longe da luz do sol. Se você não encontrou nenhuma garrada de vidro ou de inox e optou pelo plástico para armazenar a água, mantenha o galão longe de gasolina, querosene e pesticidas, pois a evaporação pode permear o plástico.

Por que não armazenar água potável em garrafa PET

Um dos principais problemas da reutilização dessas garrafas é a contaminação bacteriana. Isso porque as garrafas são um ambiente úmido, fechado e com grande contato com a boca e com as mãos, um local perfeito para as bactérias se procriarem.

Um estudo realizado a partir de 75 amostras de água das garrafas que alunos do ensino básico utilizaram durante meses, sem jamais as lavarem, descobriu que cerca de dois terços das amostras apresentavam níveis bacterianos acima dos padrões recomendados.

A quantidade de coliformes fecais (bactérias provenientes das fezes dos mamíferos) foram identificadas acima do limite recomendado em dez amostras das 75 estudadas. As garrafas não lavadas funcionam como criadouro perfeito de bactérias, afirma Cathy Ryan, uma das responsáveis pelo estudo.

Além disso, não adianta lavar a garrafa PET, pois há contaminantes plásticos que não são eliminados, como os bisfenóis. Para saber mais sobre eles dê uma olhada na matéria: “Conheça os tipos de bisfenol e seus riscos”. Para saber com mais detalhes os perigos de reutilizar a garrafa PET dê uma olhada na matéria: “Garrafa de água de plástico: perigos da reutilização”.

Quanto tempo a água pode ficar armazenada

De acordo com o professor do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Caetano Sanches Mancuso a água armazenada ou industrializada tem prazo de validade.

É preciso que o consumidor observe as datas de fabricação e vencimento na embalagem. A validade dos galões de 20 litros, por exemplo, varia de 60 a 90 dias, com o vasilhame lacrado. Depois de aberto, a validade é de duas semanas.

Se a água for engarrafada em vidro a validade é de 24 meses e se for engarrafada em plástico, 12 meses após a data de fabricação.

Água na geladeira estraga?

O que acontece não é bem que a água 'vence o prazo', mas que ela pode ser contaminada de duas maneiras. A primeira é quando você deixa a água em um recipiente aberto à temperatura ambiente por muito tempo.

Nessas circunstâncias, você efetivamente fornece um terreno fértil para bactérias, algas e, mais comumente, mosquitos. A segunda forma de contaminação é quando o galão onde você armazena a água começa a soltar substâncias químicas.

Essa segunda é a razão pela qual todos os galões têm sido fabricados sem BPA nos últimos dois anos. E então? Como evitar que isso aconteça? Dê uma olhada na matéria: “Por que a água tem validade”.

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Gestão de documentos: 10 dicas para organizar documentações

Você já deve ter vivido uma experiência semelhante: ficar horas procurando um documento importante para perceber, no fim das contas, que perdeu o seu tempo com esta busca. Problemas como estes são comuns em empresas de todos os portes. Mas sabia que é possível evitá-los com a gestão de documentos?

Essa tarefa precisa ser qualificada e estruturada com algumas práticas. A organização deve ser feita de acordo com uma classificação padronizada, por exemplo. Além disso, é essencial considerar o arranjo segundo setores, ordem alfabética e outras indicações. Assim, será possível aumentar a produtividade e reforçar a organização geral.

Quer melhorar os seus resultados? Veja as dicas para otimizar a gestão de documentos da sua empresa!

O que é gestão de documentos?

A gestão de documentos envolve medidas que servem para administrar os documentos, físicos ou digitais, que uma empresa precisa manter. Ela garante a organização e interfere, inclusive, no cumprimento de regras previstas por lei.

Ao gestor de arquivos, cabe a responsabilidade de planejar, executar e acompanhar as tarefas para alcançar os objetivos principais. Veja três exemplos de atividades desse profissional:

  • manter os cuidados para evitar danos físicos nas documentações, o que engloba higienizar papéis e armários para prevenir a incidência de manchas ou fungos;
  • organizar o arquivamento dos documentos físicos ou digitais, de acordo com um padrão definido pelo próprio gestor ou pelas regras organizacionais estabelecidas pela empresa;
  • facilitar, ao pessoal autorizado, o acesso, a retirada ou a inserção de documentos, algo que inclui a utilização de recursos tecnológicos para a gestão de arquivos digitais (GED).

12 dicas de como fazer gestão de documentos

A otimização dessa gestão precisa ser executada de forma planejada, em etapas e com as ferramentas certas. Isso ajudará a diminuir o espaço gasto com o armazenamento de papéis, além de facilitar o cotidiano de todos na empresa. Abaixo, selecionamos os 12 passos para acertar nessa tarefa!

1. Organize os documentos físicos

Embora a tendência de digitalizar dados cresça diariamente, na prática é um pouco difícil se livrar de todos os documentos físicos. Afinal, alguns papéis precisam ser guardados por muito mais tempo (segundo a Tabela de Temporalidade). Então, você não deve dispensar a organização dos elementos físicos.

Uma dica simples é reunir estes documentos em um local seguro. Uma gaveta ou armário pode ser suficiente, caso a quantidade não seja grande.

Por outro lado, se há muitos arquivos em papel, será preciso organizá-los em uma sala específica de arquivos, com pastas ordenadas por importância, ordem alfabética, data ou outras informações relevantes.

2. Estabeleça um padrão organizacional

Gerir documentos requer alguns cuidados. O primeiro deles é a criação de tabelas ou listas organizacionais com os títulos de cada arquivo e outras informações (data, horário de armazenamento, importância, validade, entre outros), o que facilita na organização geral.

A grande parte dos especialistas em gestão de documentos organizam os elementos em três níveis diferentes:

  • 1º: papéis que possuem assinaturas ou contratos devem ser armazenados no formato físico;
  • 2º: relatórios, pesquisas, fichas de cadastros e outros documentos mais volumosos são armazenados no formato digital;
  • 3º: cópias de documentos ou outros papéis que não precisam ser armazenados depois do uso ou da digitalização.
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3. Considere a temporalidade dos documentos

Uma prática comum entre gestores de documentos é armazenar de maneira física os arquivos mais antigos, o que parece ser algo sensato, dependendo da natureza do negócio.

O lado positivo é que grande parte dos itens não precisa ser armazenado de uma maneira definitiva, de modo que você deve, sim, descartar alguns arquivos com o tempo. O armazenamento em nuvem, por sua vez, permite que algumas documentações sejam mantidas por um tempo maior, já que não ocupam espaço físico.

A gestão de documentos exige um entendimento que há alternativas que possuem prazo para expirar. Depois do vencimento, estes papéis não possuem validade legal, podendo ser descartados. Veja alguns exemplos:

  • prazo de 3 meses a até 50 anos de validade: comprovante de pagamentos de contas de gás, luz, telefone e outros serviços;
  • prazo de 5 anos de validade: IPVA, IPTU e extratos bancários;
  • prazo de 40 anos de validade: comprovantes de pagamentos de obrigações previdenciárias;
  • até o término do contrato: recibos de aluguel, consórcios e financiamento;
  • até vencer a garantia: notas fiscais que comprovem o pagamento por produtos;
  • validade permanente: escrituras de imóveis, PIS e Carteira de Trabalho.

Ao criar suas tabelas ou listas organizacionais, você pode reservar um espaço ao lado de cada descrição com a data de validade do item.

Mesmo assim, nem sempre é viável manter tantos documentos com validade tão extensa. Para se proteger, vale a pena recorrer à microfilmagem para atender às regras.

4. Contrate um serviço de gestão de digitalização de arquivos

Em plena era da informação, é preciso digitalizar os arquivos para ter uma gestão de documentos mais efetiva. Com o objetivo de economizar, muitas empresas decidem executar tudo por conta própria.

O problema é que isso gera erros e retrabalhos, uma vez que documentos diferentes precisam ser tratados e catalogados de formas distintas. Com isso, o gasto de tempo e dinheiro é muito maior que o planejado.

A verdade é que a digitalização deve ser feita de um modo profissional, com o tratamento certo para cada tipo. Também deve ser organizada em um padrão que facilite a busca das informações.

É importante reservar uma parte do orçamento para contratar serviços de empresas especializadas em digitalizar documentos e que utilizem bons scanners para garantir a qualidade e legibilidade dos elementos. Os especialistas realizam, ainda, um tratamento digital nas imagens dos que foram escaneados, para melhorar a qualidade da informação e durabilidade dos seus conteúdos.

Empresas de digitalização de documentos ainda organizam e disponibilizam todas as informações em plataformas digitais. Assim, com poucos cliques, é possível executar tarefas complexas como comparar dados e fazer buscas por registros e componentes relevantes.

5. Envolva a equipe na rotina da gestão documental

Diferentes setores de um negócio podem colaborar para facilitar a gestão desses componentes. Por exemplo: cada equipe pode ter uma pasta ou contêiner, para que possa separar a papelada que necessita ser digitalizadas.

Você, como gestor de documentos, também deve adicionar essa tarefa em suas rotinas de trabalho. No fim do expediente, recolha todos os papéis que precisam ser digitalizados e encaminhe direto ao setor ou à empresa que faz o serviço de digitalização, evitando o acúmulo e a perda de materiais importantes.

6. Crie uma política de uso dos documentos

Por falar nisso, é indispensável estabelecer regras específicas para que os documentos sejam usados corretamente. Essa é uma forma de garantir a padronização e de obter um nível maior de controle e de eficiência.

Comece conhecendo quais são as principais necessidades e os usos em relação aos documentos. Entenda como é a rotina de cada setor e qual é o comportamento esperado para cada setor ou funcionário.

A partir disso, desenvolva uma política de uso, segurança e organização. Defina como as pessoas devem acessar, quais informações estão disponíveis a cada colaborador e quais são as boas práticas, por exemplo.

7. Definir as regras para o acesso

Já que o sucesso da gestão de documentos está diretamente relacionado à padronização dos processos, é hora de definir outras regras. Padronizar o modo de transportar ou utilizar tais componentes é uma maneira de garantir a produtividade e, ao mesmo tempo, reduzir as chances das ocorrências de riscos como extravios ou danos físicos.

Essas questões são tão importantes que merecem até destaque em relação à política de uso. No entanto, são informações que devem fazer parte da comunicação entre a gestão e os colaboradores.

Uma das principais regras na gestão de documentos é usar métodos para definir quem tem ou não direito a acessar determinado tipo de informação.

Em uma solução de Gestão Eletrônica de Documentos (GED), o serviço de controle acontece com mais facilidade, já que os gestores conseguem definir as senhas específicas para cada usuário.

Assim, há como limitar o acesso a certos conhecimentos conforme o cargo ou o interesse do gestor.

8. Faça o backup regular das informações

Simples descargas elétricas repentinas podem queimar o HD do computador, gerando a perda de todos os dados importantes. Um comprometimento da rede ou mesmo um ataque virtual pode levar ao “sequestro” das informações digitais.

É por essas e outras questões que os manuais sobre segurança dos dados indicam que gestores de documentos precisam, com certa frequência, realizar backup dos arquivos digitalizados. Ou seja, não basta salvar as informações no computador e pronto. Há a necessidade de ter a certeza de que todos os documentos estejam a salvo e atualizados.

As empresas especialistas em serviços de gestão de documentos digitalizados oferecem plataformas online seguras que permitem realizar backups diários, o que assegura a defesa contra perdas de elementos digitalizados.

Além de manter os dados em ambiente virtual, também vale a pena reservar um pendrive ou HD externo para guardar as documentações digitalizadas, sendo outra forma de reforçar a segurança da armazenagem sem ocupar espaços com arquivos físicos.

9. Filtre os novos documentos

  • Embora os recursos tecnológicos ajudem cada vez mais a otimizar o tempo de gestão de documentos, realizar a organização de muitos arquivos é um trabalho que requer certo esforço.
  • Por este motivo, para estabelecer a organização dos documentos, é preciso tomar medidas para que as informações não fiquem desorganizadas novamente.
  • Uma dica capaz de ajudar é sempre realizar análises de todas as novas documentações para saber se vale a pena armazená-la em ambiente físico ou digital.
  • Você pode até gastar certo tempo para fazer estas análises diariamente, mas esta tarefa evitará que o caos nas documentações prejudique horas ou até dias de trabalho no futuro.

10. Nomeie os arquivos corretamente

Até em empresas de grande porte há um problema: o costume de armazenar os documentos na web, nos computadores ou em arquivo físico, sem fazer a nomeação adequada. Depois, para reunir todos estes dados e organizá-los será mais dispendioso.

Todos os colaboradores da empresa, desde os donos até funcionários operacionais que acessam ou inserem documentos no arquivo, precisam ter o hábito de nomear corretamente os arquivos.

Com os arquivos nomeados de forma padronizada, é mais fácil encontrar ou organizar todas as informações. Isso otimiza o tempo nas buscas e torna o ambiente de trabalho produtivo.

Uma boa indicação para facilitar a gestão de documentos é usar nomes curtos e padronizados para nomear arquivos. Desta forma, qualquer membro da equipe consegue realizar buscas sem complicação.

11. Mantenha a atenção nos arquivos

Arquivar, organizar, digitalizar e conservar: estão são os 4 mandamentos da gestão de documentos moderna, conforme as tendências defendidas por especialistas no assunto.

A última dica vale como uma lembrança: é importante manter o foco em todos os detalhes da organização do acervo. É isso que permite que o trabalho seja cada vez mais produtivo, tanto para os gestores quanto para as demais pessoas dos diferentes setores e que precisam arquivar ou acessar as informações documentadas.

12. Use a tecnologia a seu favor nesse processo

Ao longo das dicas, você percebeu que a digitalização é uma parte importante para simplificar o gerenciamento de documentos. Isso faz sentido porque as versões digitais não ocupam espaço como as físicas, além de serem mais fáceis de pesquisar e cruzar dados.

No entanto, não é preciso se limitar à digitalização ou à microfilmagem. Na verdade, o ideal é pensar em um uso integrado e na adoção de soluções complexas. Por isso, vale a pena contratar uma plataforma ligada à gestão documental.

Com um recurso desse tipo, o armazenamento não é a única possibilidade. Também há como definir hierarquias de maneira fácil, escanear novos itens, tornar os textos pesquisáveis e muito mais.

Com o uso de uma plataforma na nuvem, inclusive, é possível acessar as informações de qualquer lugar, sem abrir mão da segurança. E, por falar em proteção, essa é uma solução indispensável para que a gestão esteja alinhada com regras específicas, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Como evita vazamentos de dados pessoais e sensíveis, sua empresa se adapta às novas demandas.

Para tanto, o melhor para a gestão de documentos é escolher um negócio especializado no assunto e que seja pioneiro no desenvolvimento de soluções nesse sentido. O uso de uma boa ferramenta somado ao suporte qualificado será indispensável para alcançar bons resultados.

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Quais são as vantagens da gestão eletrônica de documentos?

Existem inúmeras vantagens de um bom trabalho de gestão documental — e ela se torna ainda melhor quando é feita eletronicamente. Além de otimizar a fluidez e o funcionamento da empresa, contribui para a segurança de todos os arquivos geridos. Na sequência, veja outros aspectos positivos desse processo!

1. Otimização do processo produtivo

É possível trabalhar com mais dinamismo e rapidez diante de um gerenciamento de documentos efetivo — e até tecnológico.

Quando a empresa possui sistemas para a Gestão Eletrônica de Documentos, é viável melhorar a produtividade na administração das informações e perder menos tempo em pesquisas.

2. Organização dos documentos

Contas de luz ou de água, pagamentos de impostos, contratos, holerites, certificados, garantias de compras de produtos são documentos presentes em empresas de todos os portes.

Quando esta documentação não está organizada em um padrão aceitável, acaba se tornando um empecilho para o bom andamento das rotinas operacionais. Para evitar este caos, o uso das ferramentas apropriadas para organizar papéis ou dados digitais é crucial na gestão de documentos.

3. Mobilidade no acesso

Quando a empresa tem disponível uma plataforma online para acessar ou indexar documentos digitalizados, é mais fácil trabalhar com documentações, mesmo se o profissional estiver distante do arquivo físico. Diretores ou pessoas autorizadas podem acessar os elementos digitalizados e indexados na plataforma, em suas próprias residências.

Imagine que você está em uma viagem profissional e precisa consultar alguns papéis. Com a documentação em ambiente virtual, é possível ter acesso a milhares de arquivos da empresa rapidamente.

4. Facilidade para expandir

Quanto mais o negócio cresce, maior é o montante de documentos físicos. Imagine quantos arquivos adicionais há em uma secretaria acadêmica na época de matrículas?

Quando o arquivo físico dos documentos não possui uma estratégia de gestão funcional, acaba se tornando desorganizado com a entrada de novos registros.

Por outro lado, se existir uma estratégia de gestão de documentos, é fácil organizar as novas informações de acordo com os padrões estabelecidos.

Além disso, o uso de uma solução digital permite que o negócio tenha muito mais capacidade de armazenamento e processamento. No entanto, os gastos não aumentam na mesma medida, o que é essencial para escalar as operações de gerenciamento.

5. Adequação à era digital

A transformação digital é um tema presente nas estratégias de mindset de diversas empresas, dos diferentes segmentos que buscam modernizar as operações e a relação com colaboradores, consumidores ou fornecedores.

Digitalizar documentos é uma oportunidade para que os negócios se tornem mais tecnológicos. A partir do momento em que tudo está digitalizado e acessível em uma plataforma de GED, a equipe sente na prática as vantagens e benefícios na otimização produtiva no dia a dia de trabalho.

Como dissemos, essa ainda é uma forma de atender às novas regulamentações em relação aos dados digitais e à privacidade dos usuários. Assim, a sua empresa evita multas e até prejuízos para a imagem.

A gestão de documentos é crucial para que o negócio seja bem-sucedido, eficiente e produtivo. Quanto mais organizada essa tarefa for, menos tempo os profissionais precisarão gastar na busca por arquivos, tendo maior disponibilidade para que sejam estratégicos.

Como o uso da tecnologia é tão importante nesse processo, conheça o ArqGED e veja como nossa solução pode ajudar a sua empresa!

Confira dicas úteis para armazenar água em casa

A ausência de chuvas na cidade e os níveis baixos das represas têm levado a população a tomar medidas mais efetivas para garantir que não falte água em casa. Diante da recente crise hídrica, muitas pessoas estão buscando armazenar garrafas e tambores cheios do líquido.

+ Especialista ensina a fazer reuso de água em tempos de crise

Entretanto, comprar dezenas de litros de água no supermercado e encher vasilhames pode não garantir que o usuário tenha sua própria fonte potável. As altas temperaturas e o local de armazenamento podem causar problemas.

Para esclarecer dúvidas comuns da população, o empreendedor social Edison Urbano, um dos criadores do projeto Cisterna Já, e o consultor ambiental Alessandro Azzoni respondem algumas questões sobre o tema:

– Água estraga?

Alessandro Azzoni: Muitas pessoas bebem água comprada em galão e deixada num carro quente, horas a fio.

A exposição ao sol altera o equilíbrio químico, especialmente se for uma água mineral da fonte. Uma garrafa de plástico lacrada pode durar em média de sessenta a noventa dias, por exemplo.

Depois de aberta, o ideal é consumir o conteúdo em dez dias, para manter a qualidade.

– Qual o melhor recipiente para armazenar a água, vidro ou plástico?

Edison Urbano: O ideal é o vidro, pois ele é ecologicamente mais correto que o plástico. O problema é que as garrafas de vidro são mais difíceis de lacrar, por isso a maioria das pessoas preferem as de plástico. Entretanto, as PETs podem soltar componentes químicos, dependendo do tempo de acúmulo e do local onde ficam guardadas.

– Existe um ambiente ideal para deixar os recipientes com água?

Alessandro Azzoni: No caso dá água mineral, mesmo lacrada, a exposição ao sol pode provocar fungos. Afinal, quando ela entra em processo de fotossíntese, as algas se multiplicam com a luz.

Lugares escuros e com temperaturas mais amenas são ideais para guardar as garrafas.

Evite armazenar seus produtos de água na garagem, sob o sol, perto de fumaça de gasolina, pesticidas e outros produtos químicos que poderiam, no mínimo, afetar o cheiro e o gosto do líquido.

– Existe diferença para armazenar a água que recolhemos da chuva, por exemplo?

Edison Urbano: A que vem da rede é tratada, filtrada e recebe substâncias para eliminar qualquer tipo de impureza, o que faz aumentar o tempo de consumo.

Já a água de reuso, que vem da chuva, banho ou lavagem de roupa, por exemplo, deve receber um pouco de cloro orgânico para evitar proliferação de bactérias e tem de ser utilizada no máximo em dois dias.

Lembrando que é preciso deixá-la em um recipiente totalmente fechado para evitar qualquer tipo de contaminação.

– Armazenar a água em tambores é maléfico ou benéfico?

Alessandro Azzoni: Os tambores com tampa ajudam a manter a purificação da água, mas especificamente a que for separada para o reuso. Essa tampa ajuda a minimizar o contato com o ar, o que mantém mais tempo de conservação. Lembrando que a água usada para consumo não deve ser armazenada em um tambor, já que higienizá-lo por completo é quase impossível.

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Álcool e gasolina: tutorial sobre como armazenar combustíveis

Saiba como montar uma reserva doméstica de combustíveis para usar em casos de necessidade e/ou emergências.

Na sua opinião qual é o combustível que oferece maiores vantagens a longo prazo? Analisamos disponibilidade, preço, data de validade e aplicações. Confira no vídeo.

Para armazernar combustíveis em pequena escala, você deve:

• Identificar o produto e seus riscos em cada recipiente.

Mantena cada produto em seu respectivo recipiente;
• Utilizar recipientes de segurança (anti-tombamento com fechamento automático e dotados de corta-chamas) e que forneça o produto em “doses”, quando for utilizado para limpeza de peças ou engraxamento;
• Evitar o acúmulo de produtos inflamáveis nos postos de trabalho, mantendo quantidade suficiente apenas para uma jornada;
• Utilizar produtos adequados para a absorção de derrames, ou seja: produtos incombustíveis (areia, silicato de magnésio, etc.) além de tecidos, almofadas e mantas absorventes que são comercializados para esta finalidade. Em muitos casos é necessário instalar barreiras para evitar que o produto
derramado atinja galerias de água, esgoto e similares;
• Não permitir que graxas, óleos e líquidos inflamáveis sejam estocados próximos de recipiente que contenham oxigênio (líquido ou gasoso);
• Utilizar bombas manuais para a transferência de produtos entre recipientes.
• Manter os cilindros de gases na posição vertical, com os protetores das válvulas e adequadamente presos;
• Dispor de meios adequados para a movimentação ou transporte seguros de recipientes de maior peso (carros ou plataformas);
• Manter o pessoal informado sobre os riscos existentes na manipulação de inflamáveis sejam eles: sólidos; líquidos ou gasosos.
• Não forçar e nunca lubrificar as válvulas dos cilindros de gases. Sempre que for utilizar um gás, instalar um regulador de pressão na saída do cilindro (nunca diretamente). As válvulas

dos cilindros devem ser abertas lentamente.

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