Como apresentar um cão a um coelho: 9 passos

Como Apresentar um Cão a um Coelho: 9 Passos

Como Apresentar um Cão a um Coelho: 9 Passos

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  • Muitas pessoas têm dúvidas acerca de quantas vezes é necessário um cachorro sair pra rua, isto porque, embora se possa dizer um número de passeios ou um determinado tempo, isso não serve de regra para todos os cachorros.
  • Neste artigo do PeritoAnimal vamos falar das necessidades de passeio dos cães e além disso vamos dar-lhe uma série de conselhos muito úteis para que os aplique nesta rotina essencial e básica.
  • Continue lendo e descubra quantas vezes deve passear um cachorro.

Quando um cachorro ainda é filhote deve passear para aprender a urinar no exterior, relacionar-se com outras pessoas e outros animais de estimação.

Depois de o cachorro receber as primeiras vacinas já está pronto para sair para a rua e começar a aprender o que vai ser a sua rotina em adulto. É importante que antes de adotar um cachorro pense se tem tempo para lhe dedicar, assim como uma constância para lhe ensinar tudo o que precisa saber.

O momento de ensinar a urinar no exterior acontecerá em várias ocasiões em que o nosso pequeno cachorro não poderá aguentar e irá urinar dentro de nossa casa. Não se preocupe, é normal que demore a se acostumar. Por esse motivo devemos fazer um cálculo do tempo que o nosso cachorro aguentará para urinar outra vez e anteciparmos as suas necessidades físicas.

Este cálculo irá em função desse cachorro em concreto, de todas as formas fique tranquilo, à medida que o cachorro for crescendo aprenderá a controlar as suas necessidades.

Como Apresentar um Cão a um Coelho: 9 Passos

Assim que o cão souber fazer as suas necessidades fora de casa devemos promover o bem-estar na sua rotina diária, isto evita que não se consiga aguentar e acabe urinando em casa. Lembre-se que jamais deve repreender o cachorro se ele tiver urinado umas horas antes de você ter chegado a casa.

É importante compreender que as necessidades do passeio não serão as mesmas de, por exemplo, um galgo afegão e de um Westy, uma vez que não têm o mesmo ritmo de passeio nem as mesmas necessidades de exercício. Por esse motivo podemos afirmar que a atividade diária de um cachorro dependerá do cachorro em concreto.

De todas as formas devemos saber que qualquer cão, para ser feliz, deve passear entre 45 a 90 minutos diariamente, quer seja repartido em dois, três ou quatro passeios, isso dependerá da sua disponibilidade. Além disso, e pensando no seu cão concretamente, deve acrescentar ou não exercício durante o passeio (soltá-lo e brincar com uma bola também é uma forma de exercício).

Se você se estiver questionando sobre se deve passear o cachorro antes ou depois de comer, leia o nosso artigo sobre esse tema.

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Os cães idosos continuam tendo as mesmas necessidades de passeio que qualquer outro cão e inclusivamente mais ainda, uma vez que chegados à etapa da velhice tendem a ingerir muito líquidos.

Recomendamos que, assim que o seu cão for idoso, não deixe de praticar atividades com ele e, apesar de ele não conseguir fazer passeios longos e fazer exercício, o cão idoso sentir-se-á agradecido por desfrutar de mais passeios, mesmo que sejam mais curtos.

Durante o passeio do cão idoso deverá ter cuidado com os golpes de calor, assim como prevenir que outros animais de estimação brinquem bruscamente com ele. Lembre-se que ele agora é mais sensível e deve cuidar dele como merece.

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O passeio do seu cachorro deve ser um momento exclusivo dele, dedicado a melhorar a sua qualidade de vida, satisfazer as suas necessidades e passar um bom momento. Por esse motivo, no PeritoAnimal, gostaríamos de lhe dar alguns conselhos para melhorar a qualidade desses passeios, algo que se repercute diretamente na atitude positiva do animal:

  • Não lhe tire o protagonismo, este é o momento do seu cachorro.
  • Deixe-se levar, o cachorro gostará mais do passeio se puder decidir para onde ir. Muitas pessoas têm a ideia errada que devem dirigir e controlar o passeio. Se o decidir fazer pode verá como a atitude é mais positiva.
  • Deixe que o seu cachorro cheire as flores, as pessoas, outros xixis e tudo aquilo que quiser, deixe que ele relaxe e permita que se situe no seu meio envolvente. Além disso ele está vacinado não tem porque ter medo.
  • Deixe interagir com outros cachorro se observar que ambos têm uma atitude positiva, deve ser ele a decidir se o quer fazer, não o force se ele não quiser.
  • Procure uma zona onde possa soltá-lo sem correia pelos menos 5 ou 10 minutos.
  • Não é tão importante a duração do passeio mas sim a qualidade do mesmo.
  • O passeio mais longo deve ser o da manhã, quanto menos cachorros estiverem na rua mais tranquilo será o passeio.
  • Se se encontra em uma região de bosques e mato, pode praticar o searching, uma técnica que consiste em espalhar ração no chão, especialmente em zonas onde hajam pedras e plantas, para que eles as procure e encontre. Isto potencia a estimulação do olfato do cão.

Se deseja ler mais artigos parecidos a Quantas vezes devo passear com o cachorro, recomendamos-lhe que entre na nossa seção de Cuidados básicos.

Guia rápido do atendimento à mordedura no plantão

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Tempo de leitura: 4 minutos.

Plantão tranquilo, até que no começo da madrugada a enfermeira te chama para atender um paciente que chegou vítima de mordedura animal. Parafraseando Drummond: “E agora, Dr?”.

Se você é da turma de que dormiu interno e acordou médico, ou é da velha guarda e quer aproveitar para rever conceitos e se atualizar, esse artigo vai te ajudar a sistematizar passo a passo o atendimento à vítima de mordedura

1º Passo: Mordedura é trauma!

Mordeduras, tanto animais quanto humanas, são tipos de trauma. Como tais, devem ser conduzidas inicialmente dentro do protocolo do ATLS, ou seja, ABCDE para nosso paciente. Devemos ter especial atenção às mordeduras de animais maiores, como cães de grande porte ou animais silvestres, envolvendo face e pescoço pelo grande risco de comprometimento de vias aéreas e vasos calibrosos.

2º Passo: Analisar a ferida

Estabilizando nosso paciente, o próximo passo é a avaliação da ferida. Devemos nos preocupar com o formato, extensão e profundidade do ferimento, avaliando se é uma ferida contusa, puntiforme, superficial ou profunda.

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Avaliar se há ou não sangramento ativo, se há tecido desvitalizado ou debris em seu interior, especialmente se a mordedura foi causada por animais mais velhos, que frequentemente possuem periodontites e podem perder dentes durante o ataque deixando-os dentro da ferida.

Esse é o momento de investigar a origem do trauma – se foi provocado por mordedura de animais domésticos (cães, gatos, coelhos), silvestres (gambás, guaxinins, gatos do mato) ou humanos.

3º Passo: Lavar, e lavar muito!

Mordeduras são ferimentos contaminados, então higienização adequada é fundamental para evitar complicações. Devemos lavar abundantemente a ferida, irrigando com solução salina.

Para isso, a utilização de seringas de 20 mL é bastante vantajosa para aumentar a pressão da irrigação e facilitar a eliminação de possíveis debris e sujidades do ferimento.

A utilização de solução iodada ou degermantes tópicos para auxiliar na lavagem da ferida também é bem vinda e é tão fortemente recomendada que podemos tomar como uma obrigatoriedade.

Você sabe identificar e tratar uma picada de cobra cascavel?

4º Desbridamento e exploração da ferida

Depois de lavarmos bem o ferimento, estamos prontos para realizar o desbridamento mecânico se necessário e aproveitamos para realizar a exploração da ferida. Nesse momento, eliminamos todos e quaisquer debris que não foram retirados com a lavagem.

Fazemos a exploração digital se necessário buscando indícios de fraturas, rupturas completas ou parciais de tendões, lesão de cápsula articular, presença de restos dentários e ósseos, impurezas e, dependendo do tempo de ferida, até mesmo coleções de pus ou abscessos.

Se houver tecido desvitalizado – especialmente nas mordeduras por cães, que geram mais feridas contusas – devemos sempre retirá-lo a fim de reduzimos os riscos de complicações infecciosas e melhorarmos o processo cicatricial.

Caso haja indícios de fratura, devemos tomar a propedêutica adequada para conduzirmos o caso como traumas com fraturas expostas.

5º Passo: Fechar ou não fechar? Eis a questão!

Paciente estabilizado, ferida analisada, autor da mordedura identificado, ferida limpa e desbridada. Tudo pronto para um dos maiores dilemas no atendimento a mordeduras: fechar o ferimento ou deixar cicatrização por segunda intenção?

Tradicionalmente, as recomendações para o tratamento de feridas por mordedura são descritas com a não realização de suturas, por se tratarem de feridas com alto grau de contaminação, favorecendo a área de drenagem e evitando a formação de abscessos.

Contudo, a American Academy of Family Physicians (AAFP) revisou os estudos evolvendo fechamento de feridas por mordedura e as incidências de complicações.

Por se tratarem de estudos menores, as evidências são recomendações de nível B, nos direcionando para o seguinte panorama: feridas de baixo risco de infecção podem ser fechadas caso haja desejo de melhor resultado estético. As feridas consideradas de alto risco de infecção estão listadas na tabela a seguir:

Como Apresentar um Cão a um Coelho: 9 PassosAdaptado de: Ellis, R. e Ellis, C. Dog and Cat Bites Am Fam Physician. 2014;90(4):239-243.

Uma alternativa em ferimentos maiores de grande risco de infecção é a aproximação dos bordos da ferida. Dessa forma, há o favorecimento da superfície de drenagem, com o processo de cicatrização em segunda intenção. Segundo Haddad Jr e colaboradores (2013):

“Em um ferimento lacerado no qual foi possível se realizar rigorosa antissepsia, pode-se fazer sutura.

Os ferimentos tardios, os localizados nas mãos, os causados por mordeduras humanas, os puntiformes e os não desfigurantes podem permanecer abertos (Habif, 2010), mas devem ser reavaliados em 48 a 72 horas após a consulta inicial para a detecção de complicações. Se tiverem boa evolução, podem ser suturados, realizando-se o fechamento terciário ou primário retardado”

6º Passo: Antibióticos, e agora?

Um momento de grande dúvida com o fechamento da ferida é a necessidade ou não de utilização de antibioticoprofilaxia.

Uma meta-análise avaliada pela AAFP avaliou o benefício do uso de antibióticos profiláticos em mordeduras animais. Oito estudos foram incluídos na análise e verificou-se 16% de prevalência de infecções em pacientes não tratados (RR = 0,56; NTT = 14).

Por outro lado, uma revisão da Chocrane, também analisada pela AAFP, avaliou nove trials não evidenciando benefício no uso de antibióticos profiláticos exceto em mordeduras nas mãos. Nesses tipos, o uso da antibioticoterapia reduziu o risco de infecção de 28% para 2% (OR= 0,10; NTT =4).

Contudo, os estudos foram heterogêneos, o que faz com que o grau de evidência seja B e a conduta recomendada pela AAFP seja o uso de antibióticos profiláticos em todas as feridas de alto risco e avaliada a necessidade nas feridas de médio risco.

Na tabela a seguir você encontra os esquemas profiláticos recomendados de acordo com os contextos clínicos:

Como Apresentar um Cão a um Coelho: 9 PassosAdaptado de: Ellis, R. e Ellis, C. Dog and Cat Bites Am Fam Physician. 2014;90(4):239-243.

7º Passo: Profilaxias

O passo final e extremamente importante da condução do atendimento às mordeduras são as profilaxias necessárias. Primeiramente a profilaxia para o tétano deve sempre ser abordada. Devemos nos atentar se o paciente já foi vacinado, se conhece ou se desconhece seu status vacinal. Você encontra o guia completo de profilaxia antitetânica no Whitebook!

Outro ponto importantíssimo a ser notado é a profilaxia da raiva. Todos os animais mamíferos são susceptíveis a contrair e transmitir a doença. Animais silvestres devem sempre ser considerados raivosos e a condução deve envolver o esquema completo de profilaxia. Você encontra o guia completo de profilaxia antirrábica conforme protocolo do ministério da saúde no Whitebook!

Em caso de mordedura humana devemos nos preocupar também com a profilaxia pós exposição para HIV e Hepatite B. Você encontra o guia completo de profilaxia pós exposição através da sessão de acidente perfurocortante no Whitebook!

Esses são os sete passos baseados nos protocolos da OMS e AAFP que sugerimos para auxiliar você, caro aventureiro de plantão, a sistematizar o atendimento aos casos de mordedura no serviço de pronto atendimento. Quando seu paciente chegar e aquela perguntinha soar na sua mente, “E agora, Dr?”, você já saberá o que fazer!

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  • Autor:
  • Como Apresentar um Cão a um Coelho: 9 Passos
  • Referências:
  • Ellis, R. e Ellis, C. Dog and Cat Bites. Am Fam Physician. 2014;90(4):239-243
  • World Health Organization. Animal bites. Fact sheet 2013, n 373 Disponível em
  • Haddad, V.Jr.; Neto, M.F.C.; Mendes, A.L. Mordeduras de animais (selvagens e domésticos) e humanas. Rev Patol Trop 2013 Vol. 42 (1): 13-19.
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Convivência entre cães e coelhos: conselhos

Ter animais de estimação diferentes nem sempre é uma tarefa fácil. Por isso, a convivência entre cães e coelhos pode se tornar complicada, embora ambos sejam conhecidos por terem uma natureza afável. Por que isso acontece? Como resolver os problemas que podem surgir na convivência entre essas duas espécies?

Convivência entre cães e coelhos: dificuldades

A primeira coisa a pensar é na natureza do animal. O coelho é geralmente uma presa. Esse animal é um dos alimentos mais desejados por muitos predadores. O cão, no entanto, desempenha o papel de predador. Esse pode ser o primeiro problema a surgir na convivência entre cães e coelhos.

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Nós não queremos sugerir que o seu cão come ou quer comer o seu coelho. Entretanto, suas naturezas são opostas e isso pode criar brigas entre eles. Não se preocupe, existem maneiras de resolver esse problema de convivência. Vamos revelar a seguir algumas dicas para você.

O mais importante é fazer com que ambas as espécies esqueçam seus papéis naturais e possam viver juntas como irmãos. Uma boa socialização entre os animais é algo importante. Além disso, você não deve mostrar predileção por nenhum deles. Esses fatores são essenciais para garantir uma boa convivência.

Convivência entre cães e coelhos: socialização

É claro que existem algumas raças mais amigáveis com os coelhos do que outras. Se você já tiver um cachorro em casa e quiser ter um coelho de estimação, há muitas coisas que você pode fazer para evitar problemas. O seu bom senso e o quanto você conhece o seu cão são essenciais para determinar se ele está pronto para receber um amigo “diferente”.

Existem algumas raças com tendência a serem mais amigáveis do que outras. Se o coelho vai ser o segundo animal que você vai levar para casa, tente escolher uma dessas raças.

Depois de ter escolhido os dois animais que viverão juntos, vem o momento-chave: a socialização. Siga estas dicas e tudo correrá bem.

Não custa dizer que o seu cão deve ser treinado e obedecer às suas ordens para que não haja perigo para o coelho.

Encontre um lugar ao ar livre e neutro

É melhor que a apresentação seja realizada em um lugar que nenhum dos dois animais conheça. Se você fizer isso em casa, onde já há um cachorro, ele poderá sentir seu território ameaçado e haverá problemas.

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É melhor fazer a socialização no campo, em um parque ou em outro lugar onde nenhum dos animais se sinta pressionado ou ameaçado. Claro, o lugar deve ser cercado.

Deixe o coelho em uma caixa de transporte e segure o seu cão com a coleira para manter tudo sob controle ao apresentá-los. É melhor que você vá com outra pessoa para poder controlar os dois animais.

A hora da apresentação

Primeiro, deixe o cão cheirar a caixa em que o coelho está para ver a reação de ambos. Quando perceber que está tudo bem, pode abrir lentamente a caixa sem fazer movimentos repentinos. Deixe que eles se movam no próprio ritmo. Não fique longe deles e fale de maneira gentil e doce para eliminar as tensões.

Observe-os

Deixe o coelho se aproximar do cachorro e não fique muito longe. O coelho pode não se sentir à vontade e fugir, porque é isso que seu instinto manda.

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Esse gesto pode despertar o instinto predador do cão e, então, os problemas virão. Passe a tarde com eles, se tudo correr bem, pouco a pouco eles se acostumarão.

Um passo muito importante que você deve dar é  separar os locais dos animais. Cada um deve ter um lugar para descansar, comer e beber.

Assim, nenhum deles deve ver seu espaço ameaçado pelo outro. Se você considerar tudo isso, a convivência entre cães e coelhos será extremamente pacífica e prazerosa.

Como educar meu coelho – 9 passos

Como Apresentar um Cão a um Coelho: 9 Passos

Imagem: animalmascota.com

Quando se tem um animal de estimação queremos que nos compreenda e que interaja conosco. Por isso educar nosso animal é a chave para que tenha uma melhor convivência no lar. Assim o vínculo com seu animal será mais forte.

E com seu coelho não é diferente ,mas para educar, tem que entendê-lo. O coelho é um animal muito inteligente e com alguns incentivos adequados é capaz de ficar bem educado. Por isso em umComo.com.

br damos alguns conselhos para que saiba como educar seu coelho.

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Passos a seguir:

1

Comprove que seu coelho tenha uma alimentação adequada, que vive em condições higiênicas adequadas e que é visto no veterinário de forma periódica. Se o coelho está são e bem alimentado será mais fácil educá-lo porque se sentirá bem.

2

Fale com seu coelho sempre com voz agradável para que confie em você. Nunca grite ou persiga já que pode desconfiar de você e pensar que é um predador.

Ofereça-lhe comida já que isto é um bom incentivo para ele. Faça-o sem movimentos bruscos e despertará sua curiosidade.

Deste modo atrairá sua atenção Aproxime-se e mostre-se receptivo, experimente acariciá-lo, e se ficar assustado comece o processo em outro momento.

3

Seu coelho, como todos os outros coelhos, se estressa com facilidade, por isso tente que o lugar onde se encontra, seja tranquilo.

4

Se quer pegar seu coelho para lhe dar carinho, apanhe-o com cuidado uma vez que tem um esqueleto muito delicado. Se seu coelho não quer que o apanhe, espere e tente quando estiver mais receptivo. Nunca o obrigue se não quer.

5

Se seu coelho faz suas necessidades fora de sua gaiola, observe onde as faz e ponha aí a bandeja. Os coelhos costumam fazer suas necessidades sempre no mesmo lugar e normalmente num canto.

Se em outro momento fizer suas necessidades fora desse lugar diga que NÃO firmemente e coloque-o na sua bandeja, mas deve fazer no momento que está urinando para que o entenda. Se o fizer bem, recompense-o com comida depois de acabar.

Quando estiver ensinando a fazer suas necessidades no seu lugar, a princípio deixe alguns dias a gaiola suja para que cheire a xixi e o associe, mas limpe se estiver muito sujo.

6

Lembre-se de deixar seu coelho sair da gaiola pelo menos meia hora por dia para que faça exercício.

Quando precisar retornar a gaiola , guie o coelhopara que volte a entrar com empurrõezinhos no traseiro ou lhe dando algo de comer dentro de sua gaiola para que o motive entrar.

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Para que isto funcione é muito importante que ele não tenha medo de você porque senão quererá se esconder e nunca o apanhe de forma brusca.

7

Nunca perca a calma com seu coelho, lembre-se que a paciência e o carinho ajudarão a educar seu coelho.

8

Pode acontecer que seu coelho não goste de caricias e possa arranhar ou morder para dizer que o deixe tranquilo. Não leve a mal, respeite os seus desejos e descubra do que ele gosta.

9

Para poder educar seu coelho e viver felizes juntos, tem que conhecê-lo e saber como ele é.

Se pretende ler mais artigos parecidos a Como educar meu coelho, recomendamos que entre na nossa categoria de Animais de estimação.

Como calcular a idade do cachorro

Muita gente acredita que “um ano humano” equivale a sete anos de um cachorro, mas será que isso é mesmo verdade? Os cães vivem consideravelmente menos do que nós, infelizmente, e por esse motivo há décadas atribuímos esta estimativa dos sete anos, o que não passa de uma inverdade.

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Cachorros menores costumam viver mais e muitos especialistas defendem que isso acontece por não se desenvolverem/ crescerem de forma tão acelerada quanto os de porte grande ou gigante, “poupando” seu organismo, em geral, e não sofrendo tão drasticamente com a ação dos radicais livres (que envelhecem e destróem as células).

Cachorros e crianças

Se compararmos cachorros e crianças, os primeiros se desenvolvem física e psicologicamente muito mais rápido. Enquanto uma criança de um ano está ensaiando os primeiros passos, um cachorro de um ano já é maduro e apto, inclusive, para acasalar.

Da mesma forma, enquanto um cachorro de 12 anos é considerado um idoso, um adolescente da mesma idade ainda está descobrindo muitas coisas e formando sua personalidade.

Estudos atuais sobre a “idade humana” dos cães

  • Estudos mais recentes sobre como devemos calcular a “idade humana” de nossos cachorros levam em consideração o porte, a raça, o peso quando adulto e a velocidade com que crescem. Com isso, fazem os seguintes cálculos:
  • Cachorros de até 9Kg (porte pequeno) devem ter seus dois primeiros anos multiplicados por 12,5, cachorros de 10 a 23Kg devem ter seus dois primeiros anos de vida multiplicados por 10,5 e cachorros grandes (que pesam mais que 24Kg) devem ter os dois primeiros anos multiplicados por nove.
  • A partir do terceiro ano dos cães, a cada ano são acrescentados em média 4,5 anos para cães pequenos, 5 a 7 anos para cães médios e 7 a 9 anos para cachorros de porte grande.
  • Com isso, basta calcular e descobrir quanto a idade de seu cachorro equivaleria à nossa idade.

Onde encontrar castração gratuita ou a preço reduzido

Se você chegou até aqui, provavelmente é porque sabe o quanto a castração é importante para reduzir o número de animais abandonados nas ruas, certo?

Para fazer o procedimento, você pode levar a um veterinário de confiança. Mas se não tiver dinheiro suficiente, não tem desculpa! Várias cidades oferecem programas de castração gratuita ou a preços reduzidos. Confira a lista:

São Paulo

PROBEM (programa da prefeitura)
Castração gratuita
Local: CCZ – Rua Santa Eulália, 86 – Santana
Telefone: (11) 3397-8900

Como agendar: ir ao CCZ levando RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de vacinação do animal contra a raiva atualizada. Não é necessário levar o animal. Após preencher os dados, você receberá um protocolo que indicará um prazo médio de 15 dias para comparecimento na clínica veterinária indicada. Lá, o veterinário fará o agendamento para a castração do animal.

Rio de Janeiro

Largo do Machado
Castração gratuita
Local: Largo do Machado, ao lado da cabine da PM
Agente: Kelly
Telefone: (21) 9496-9451

Como agendar: é necessário ir até o local em uma sexta-feira levando identidade, CPF e comprovante de residência. Não é necessário levar o animal no dia do agendamento.

Bonsucesso
Castração gratuita
Local: Av. Brasil, esquina com a Rua Teixeira Ribeiro (na altura da passarela 9)
Telefone: (21) 3402-5417

Como agendar: é necessário ir até o local em uma sexta-feira levando identidade, CPF e comprovante de residência. Não é necessário levar o animal no dia do agendamento.

Coelho Neto
Castração gratuita
Local: Praça Profª Virgínia Cidade (próximo ao metrô)
Telefone: (21) 3402-5417

Como agendar: é necessário ir até o local em uma sexta-feira levando identidade, CPF e comprovante de residência. Não é necessário levar o animal no dia do agendamento.

Engenho de Dentro
Castração gratuita
Local: Ra Dois de Fevereiro, s/n (ao lado da Escola Especial Municipal Dr. Ulisses Pernambucano)
Telefone: (21) 2293-1791
Como agendar: Ligar para o telefone acima disponível às quartas-feiras, das 9h às 12h.

Guaratiba

Castração gratuita
Local: Estrada do Mato Alto, 5.620 (Fazenda modelo)
Telefone: (21) 3402-5417
Como agendar: é necessário ir até o local em uma sexta-feira levando identidade, CPF e comprovante de residência. Não é necessário levar o animal no dia do agendamento.

Jacarepaguá

Castração gratuita
Local: Praça Seca, em frente ao banco HSBC
Telefone: (21) 3402-5417

Como agendar: é necessário ir até o local em uma sexta-feira levando identidade, CPF e comprovante de residência. Não é necessário levar o animal no dia do agendamento.

Realengo
Castração gratuita
Local: Praça Padre Miguel (Paralela à Av. Santa Cruz, em frente à Igreja Nossa Senhora da Conceição)
Telefone: (21) 3402-5417

Como agendar: é necessário ir até o local em uma sexta-feira levando identidade, CPF e comprovante de residência. Não é necessário levar o animal no dia do agendamento.

Vicente de Carvalho
Castração gratuita
Local: Largo Vocente de Carvalho – Av. Pastor Martin Luther King Jr. (próximo ao metrô)
Telefone: (21) 2293-1791

  • Como agendar: Ligar para o telefone acima às sextas-feiras, das 9h às 12h.
  • Méier
    Castração a preço popular
    Agente: Mariangela
    Telefone: (21) 2582-6646
  • Como agendar: Ligar para o telefone acima.

Bahia

  1. Salvador
    Castração gratuita promovida pela Prefeitura de Salvador
    Local: Clínica VidAnimal, na Pituba
  2. Como agendar: ligar para o Disque Saúde (16) ou para o Salvador Atende (156)
  3. Paraná
  4. Petclin Veterinária – Clínica participante da campanha de castração da prefeitura
    Local:  Rua Maestro Francisco Antonello, 1106 – Fanny – Curitiba – PR
  5. Telefone: (41) 3569-7579

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