Como aprender física: 13 passos (com imagens)

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Muitos estudantes têm uma séria dificuldade com Física na escola (quando chega a hora de estudar para o ENEM) ou na faculdade. É claro que são vários fatores que levam a isso: seu professor e sua facilidade com a matemática, por exemplo, com certeza influenciaram bastante a forma como você lida com a Física!

Mas existe um motivo em especial que faz com que muitos estudantes tenham dificuldade com a Física, que é o fato deles não estarem atentos à Regra da Manga… Então, se você quer saber como aprender física de forma mais fácil, rápida e prática, então se liga nesse artigo e ou confira o vídeo abaixo (em breve!) com o resumo da técnica!

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

O artigo que você está lendo foi escrito pelo prof. Ricardo Motai. Siga o canal dele no Youtube![/vc_column_text][heading heading_text=”Por favor, sente-se. Vamos conversar”][vc_column_text]Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

Ao longo da história da humanidade, muitas vezes a Física foi vista como a Ciência “do contra”. Vou explicar: várias vezes aconteceu de uma ideia estar extremamente enraizada no senso comum das pessoas. E aí, de repente, veio um físico ou um cientista doidão e jogou completamente essa ideia por terra, estabelecendo a partir daí novos paradigmas e conceitos.

Um exemplo bem prático é o seguinte: se eu der um empurrão em um objeto, como uma cadeira, o que vai acontecer? É óbvio que a cadeira vai se mover durante um tempo e depois parar. Agora, se eu lhe perguntar o motivo disso acontecer, qual seria a resposta?

Se você fizesse essa pergunta para um sábio do século XV, ele diria que a cadeira adquire um ímpeto por causa do empurrão e com isso ela se move durante um tempo. Quando a cadeira perde totalmente seu ímpeto, ela para.

E se você fizer essa mesma pergunta para uma pessoa hoje do século XXI? Bom, se ela nunca tiver estudado física, a resposta não deve ser muito diferente. Ela deve responder algo como “a cadeira ganha um impulso quando você a empurra e, depois que ela perde o impulso, ela para”.

Dizem que um dos primeiros caras que deu essa resposta para esse tipo de pergunta foi Aristóteles, filósofo da Grécia antiga que viveu mais de 300 anos antes de Cristo! Essa ideia sobre o movimento de um objeto durou até o século XVI -– ou seja, quase 2.000 anos![/vc_column_text][heading heading_text=”A misteriosa cadeira que se move sozinha”][vc_column_text]Só que aí apareceu um camarada barbudo chamado Galileu Galilei.

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

Você já deve ter ouvido falar sobre ele. Galileu começou a estudar o movimento de vários objetos e elaborou um esboço do que hoje conhecemos por inércia. Ou seja, ele disse que, na verdade, se não fosse por causa do atrito, a cadeira continuaria se movendo eternamente depois que você desse o impulso inicial!

Essa ideia de Galileu foi consolidada alguns depois por Newton, que conseguiu descrever o movimento dos objetos através das suas três Leis. E, se você pensar bem, essa ideia de inércia até que faz sentido. Quer ver?

Imagine que você empurra a cadeira e mede a distância que ela percorre. Em seguida, você faz com que o chão fique mais liso (passando sabão nele, por exemplo) e empurra novamente a cadeira.

O que vai acontecer? Ela vai se mover por uma distância bem maior, não é verdade? Se você fosse capaz de empurrar a cadeira em um chão totalmente liso (ou seja, sem nenhum atrito), ela continuaria se movendo sozinha eternamente! (ou pelo menos até bater em uma parede!)

Mas, no século XVI, isso não era tão fácil de entender… Ou seja, Galileu e Newton colocaram uma pulga atrás da orelha de um monte de gente! “Como assim? Como que uma cadeira poderia se mover eternamente?!”. Outros contestavam: “Como que as ideias de Aristóteles, que duraram quase 2.000 anos, poderiam estar erradas?”.

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

Claro, muitas vezes foi difícil para as pessoas aceitarem as novas ideias dos Físicos. Por exemplo, uma história bastante conhecida é a de Galileu e o sistema heliocêntrico (olha ele aí de novo!). Galileu quase foi mandado pra fogueira da Inquisição por defender que a Terra é que orbitava em torno do Sol, e não o contrário, contestando o senso comum da época.

Porém, com o avançar da história, várias dessas ideias foram se mostrando corretas, e aos poucos as pessoas foram mudando seus conceitos e paradigmas. Hoje, qualquer pessoa na rua sabe que é a Terra que gira em torno do Sol, e não o contrário. Ou seja, esse é um conhecimento que já faz parte do nosso senso comum.

Quer mais um exemplo? Albert Einstein, um dos físicos mais famosos de todos os tempos, também foi o responsável por quebrar paradigmas.

Nesse caso, Einstein mostrou que, em algumas condições extremas de velocidade (ou seja, próximo à velocidade da luz), as ideias de Newton perdiam a validade e precisavam ser substituídas.

Foi assim que nasceu a famosa teoria da Relatividade de Einstein, publicada em 1905.

Mas mesmo a teoria da Relatividade demorou muitos anos para ser aceita! Só pra você ter uma ideia, em 1922 Einstein ganhou o Prêmio Nobel, mas não foi por causa da Teoria da Relatividade, e sim por causa de uma outra descoberta de Einstein chamada de Efeito Fotoelétrico. Embora a Teoria da Relatividade tenha sido muito mais importante para o desenvolvimento da ciência, não foi ela que deu o Nobel ao Einstein, já que essa teoria ainda não era completamente aceita pela comunidade científica na época!

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

Talvez você esteja se perguntando: “Tá, legal. Mas e aí, o que eu faço com isso?”.

Calma, você já vai entender! Antes disso, preciso que esteja bem claro pra você que muitas vezes a Física foi a ciência “do contra” justamente porque ela quebrou paradigmas! Ou seja, as pessoas tiveram que abandonar ideias e conceitos que elas estavam carregando há dezenas, centenas, e as vezes até milhares de anos!

Só que essa quebra de paradigmas não acabou… muito pelo contrário, ela acontece até hoje. E o mais importante é que ela acontece o tempo todo com você também! No vídeo SOCORRO! Odeio FÍSICA!, eu expliquei que existem dois motivos principais que fazem as pessoas terem dificuldade com física.

O primeiro é a dificuldade Conceitual, e o segundo é a dificuldade com as contas, ou seja, com a Matemática.[/vc_column_text][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=a8QMMkuAIHQ” align=”center” title=”SOCORRO! Odeio FÍSICA! (e como começar a GOSTAR dessa matéria)”][vc_column_text]Nesse vídeo, eu ensinei uma técnica poderosa para você conseguir resolver a dificuldade com a parte numérica da Física: a Técnica CEDEICA. Ela é uma excelente estratégia para você destrinchar um problema de Física e conseguir resolvê-lo passo a passo, de uma forma organizada e estruturada. Assim, você evita erros principalmente na parte numérica do problema de Física que você está resolvendo.[/vc_column_text][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=cAtq9KUMitw” align=”center” title=”Como Aprender FÍSICA: A Técnica CEDEICA (+ PDF)”][vc_column_text]Só que a técnica que eu vou te ensinar agora é principalmente para você conseguir superar a dificuldade conceitual dos problemas de Física. Com essa técnica, você vai parar de fazer confusão entre os conceitos físicos e o senso comum, e com isso você vai aprender Física de uma forma muito mais rápida, prática e efetiva!

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

Vamos lá: você entendeu que a Física foi responsável por quebrar vários paradigmas e estabelecer novos conceitos ao longo da história, certo? A grande questão é que, quando você começa a estudar Física, você chega trazendo uma bagagem repleta de conceitos fisicamente incorretos! É como se você trouxesse as ideias de Aristóteles na sua cabeça, sendo que as Leis de Newton é que são as mais adequadas.

Antes de estudar Física, com certeza você também pensava que a cadeira se movia enquanto ela tinha impulso, não é verdade?

A grande dificuldade está no fato de que, para aprender Física, você precisa primeiro abandonar os conceitos que você tinha (e que são fisicamente incorretos) para, só então, entender e absorver as novas ideias (fisicamente corretas)!

E é aí que entra a Regra da Manga! Quando você ouve a palavra manga, que imagem vem à sua cabeça? A de uma fruta manga ou a de uma parte de uma camisa? Provavelmente, você pensou na fruta manga, afinal é muito mais comum falarmos sobre essa manga do que sobre a manga de uma camisa, não é verdade?

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

Se você já estudou Termodinâmica, você vai entender muito bem esse exemplo (e mesmo se você não tiver estudado essa matéria, você também vai entender!). No dia a dia, nós falamos o tempo todo sobre nossa sensação térmica em relação ao ambiente usando a palavra calor. Por exemplo, nós dizemos “Nossa, mas que calor!”, ou “Estou com um calor danado!”.

(Na verdade, enquanto eu escrevo esse artigo, está fazendo um calor infernal!… mas isso não importa agora…)

O problema é que quando você vai estudar Física, você encontra uma definição para calor como sendo alguma coisa do tipo:

Calor é o termo associado à transferência de energia térmica de um sistema a outro – ou entre partes de um mesmo sistema – exclusivamente em virtude da diferença de temperaturas entre eles. Designa também a quantidade de energia térmica transferida em tal processo. (Thanks, Wikipedia!) https://pt.wikipedia.org/wiki/Calor

Em poucas palavras, calor é a energia transferida de um corpo que está a uma temperatura maior para outro corpo que está a uma temperatura menor. Observe que, segundo a definição física, calor é energia em movimento, energia que está sendo transferida. Portanto, é impossível um corpo ou um objeto “ter calor” ou alguém “estar com calor”.

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

Vamos fazer então um rápido resumo do que vimos neste artigo?

  1. A Física muitas vezes foi a responsável por quebrar paradigmas, ou seja, ela derrubou ideias e conceitos que duraram muitos anos (e às vezes até séculos!). Ex: Newton e a Inércia, Galileu e o Sistema Heliocêntrico, Einstein e a Relatividade.
  2. Para você aprender Física, você também precisa abandonar algumas ideias do senso comum antes de entender os conceitos fisicamente aceitáveis.
  3. A Regra da Manga é um lembrete para você sempre diferenciar entre o senso comum e o conceito físico. Afinal, a fruta manga e a manga da camisa podem ser parecidas no nome, mas são muito diferentes no mundo real!
  4. Um exemplo prático é o conceito de calor: no dia a dia, uma pessoa pode até “ter calor”, mas na Física isso é inaceitável! Portanto, diferencie os dois contextos!
Leia também:  Como baixar e executar torrents: 6 passos (com imagens)

No início, você vai precisar fazer um esforço para aplicar a Regra da Manga. Mas conforme você for se habituando, isso vai ficando cada vez mais fácil! E assim, aplicando essa regra você irá dominar cada vez mais a Física!

A dica final é, portanto: sempre que você estiver pensando sobre um conceito (como movimento, trabalho, calor, força ou descolamento), lembre-se de diferenciar entre o senso comum e o que é fisicamente aceitável!

Se esse artigo fez sentido para você, lembre-se de compartilhá-lo com seus amigos que estão com dificuldades em Física!

E se você ainda não viu os outros dois vídeos em que eu falo como aprender Física de uma forma mais rápida e inteligente, aqui estão os links. (Ah, eu preparei um PDF especial com o resumo da Técnica CEDEICA que você pode baixar gratuitamente! O link está na descrição do vídeo).

SOCORRO! Odeio FÍSICA! (e como começar a GOSTAR dessa matéria) https://www.youtube.com/watch?v=a8QMMkuAIHQ

Como Aprender FÍSICA: A Técnica CEDEICA (+ PDF) https://www.youtube.com/watch?v=cAtq9KUMitw[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Como memorizar conteúdos para o ENEM e vestibular em 13 passos

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

Caneta marca texto, post it, caderneta de anotações, macetes, esquemas ou murais: qual a sua estratégia para memorizar os conteúdos estudados para o Enem e para o vestibular? Se você prefere algo mais dinâmico, como um podcast ou uma vídeoaula, não tem problema. O importante é você encontrar o melhor método para memorizar todos os conteúdos. Encontrar o melhor método é uma maneira de não se apavorar com como armazenar tantos conhecimentos de tantas áreas diferentes. Afinal, a maratona de estudos só está começando e tem muita coisa para ser estudada e memorizada até os dias de prova. Por isso, separamos alguns métodos de memorização para que você possa escolher o que melhor se adequa ao seu jeito de estudar.

Você já observou, por exemplo, se você grava melhor os conteúdos de maneira visual, auditiva ou escrevendo? Sim, cada pessoa corresponde melhor a um tipo de estímulo. Há também os que preferem mesclar as formas de fixar os conteúdos.

Se você ainda não sabe qual é jeito mais fácil para memorizar tudo e chegar afiadíssimo na hora de fazer as provas do Enem e do vestibular, confira as 13 dicas que preparamos para que você memorize os conteúdos.

Certamente, você vai encontrar a maneira que melhor se adequa a sua dinâmica de estudos, vamos lá!

Para os ouvidos atentos

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

  1. Podcast: Hoje em dia, existem muitas formas de produzir conteúdo, e quem ganha com isso somos nós, que podemos escolher como queremos consumir esse conteúdo, seja por áudio, vídeo ou o velho e bom texto escrito. Já pensou em como pode ser prático selecionar alguns podcasts com conteúdos que caem no vestibular para ouvir no ônibus ou enquanto organiza a casa? Separe alguns áudios e experimente.
  2. Ler em voz alta: Ler em voz alta é um exercício bem interessante, pois além de você ler a matéria, você também está a escutando. Ou seja, você está utilizando dois métodos de memorização ao mesmo tempo.
  3. Áudio livros: Você pode recorrer a obras literárias em formato de áudio, isso pode fazer com que você otimize seu tempo de estudo, ou o torne menos monótono.

Para os que preferem visualizar os conteúdos

  1. Desenhar: Uma boa forma de esmiuçar os conteúdos é montando gráficos, tabelas e planilhas. Esses recursos podem fazer com que o conteúdo fique ainda mais claro, e no processo de fazer esses desenhos você estará memorizando.
  2. Videoaulas: Buscar videoaulas das matérias estudadas no dia é outro método interessante, assim você fixa o conteúdo e ainda pode ver a matéria explicada de outra maneira. Sem falar que você pode pausar o vídeo e retomar quantas vezes quiser. Confira o nosso canal no youtube, que possui centenas de videoaulas!
  3. Painéis: Que tal mudar um pouco a decoração do seu quarto? Isso mesmo, você pode montar um painel com as principais dicas e macetes. Outra sugestão é pendurar um quadro branco e utiliza-lo para anotações importantes.

Grupos de estudos

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

  1. Aprender ensinando: Nada melhor para ter certeza de que você aprendeu um conteúdo do que explicá-lo para outra pessoa. Experimente fazer isso com seus amigos. Se você manda muito bem em física, ofereça-se para ajudar um amigo que tenha dificuldade. Quem sabe ele também possa te ajudar com outra disciplina.
  2. Tirar dúvidas com monitores: Recorrer aos monitores de disciplina é uma forma de ter uma explicação da matéria por outra perspectiva, além de você poder pontuar exatamente qual a sua dúvida e saná-la de uma vez por todas.
  3. Aula particular: Caso você percebe que existe uma matéria que você tem muita dificuldade, seria ótimo você buscar o acompanhamento de um professor particular. Logo as chances desse conteúdo se automatizarem em sua mente serão bem grandes.

Tome nota

  1. Fichar: Destacar trechos relevantes dos textos, fazer pequenas anotações em post its são bons recursos para os amantes da escrita. Anotar faz com que você fixe o conteúdo, além de poder revisitar esse material para relembrar o que já foi estudado.
  2. Resumir: Sem dúvidas, escrever o que foi estudado com suas próprias palavras é um jeito bem claro de ver o que você apreendeu dos conteúdos. Se você consegue escrever sobre tal matéria, é porque você de fato aprendeu sobre ela, além de ser mais uma oportunidade de treinar a escrita e a forma como você organiza suas ideias no papel, excelente exercício para ajudar na redação.

Um pouco de tudo

  1. Seja dinâmico: Você não precisa se ater a um método de estudos. Selecione os métodos de memorização de seu agrado e vá utilizando de acordo com o que funciona melhor com cada matéria ou com sua preferência no dia.
  2. Revise: Independente do seu método de memorização, não esqueça de, de tempos em tempos, revisar os conteúdos. Isso vai fazer com eles não se percam em sua memória, além de possibilitar que você crie links entre um conteúdo e outro.
  • DICA BÔNUS: Busque relacionar os conteúdos estudados com suas vivencias no dia a dia. Seja com os acontecimentos sociais, ou com experiências particulares. Quanto mais você relacionar os conteúdos estudados com suas experiências de vida, mais fácil será para assimila-los.

Frente a tantos conteúdos a serem estudados, é normal ficar com um pouco de medo de como memorizar tudo. Não se afobe! Mantenha um bom ritmo de estudos, escolha as ferramentas ideias para que você memorize as matérias. Não acumule os conteúdos, não deixei passar as dúvidas e sempre revise. Criando uma sistemática para seus estudos, memoriza-los será uma mera consequência, acredite!

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4 passos para fazer um bom resumo | Dicas de estudo

Ah, o resumo… o melhor amigo dos estudantes! Todo vestibulando sabe que, com a grande quantidade de matérias que precisam ser assimiladas em pouco tempo, revisar pode ser um pouco complicado. Mas, ainda bem, os resumos estão aí justamente para nos ajudar a relembrar o que é mais importante saber em cada conteúdo.

Legal, né? Mas preciso fazer um alerta: saber fazer resumos não é tão fácil assim. Como você já sabe a importância desse aliado na hora de estudar, elaborei quatro passos para você fazer um resumo de ponta! Vem comigo:

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens)

 (Getty Images / Lucas S.Paiva/Guia do Estudante/Reprodução/Guia do Estudante)

Muito conteúdo para lembrar? Calma, os resumos estão aí para isso! ????

1. Leia e releia o texto

A primeira coisa que você deve saber é que preparar um resumo é, também, uma forma de estudar – afinal, para poder elaborá-lo, você precisa estar bem afinado com o assunto. O ideal, então, é você ler e reler o texto algumas vezes para se certificar de ter entendido tudo direito. Aproveite o momento em que estiver estudando a matéria! Fazer alguns exercícios também ajuda.

2. Busque os conceitos mais importantes e os pontos fundamentais do texto

Agora que você leu o texto algumas vezes, já pode estar preparado para ressaltar o que há de mais importante nele, ou seja, qual é a sua essência. É aqui em que você deve tentar buscar algumas palavras-chave sobre o assunto, para te ajudar a se organizar, e também destacar no texto o que é mais importante.

Se você estiver fazendo um resumo de Física sobre termologia, por exemplo, as palavras-chave podem ser: calor, temperatura, dilatação, estudo dos gases, escala Kelvin.

Além de reunir as palavras-chave, você pode também grifar os itens e frases essenciais para a compreensão daquele conteúdo, ou até mesmo o que não dá para escapar de ser decorado. Por exemplo, em uma matéria de exatas, as fórmulas serão essenciais e, claro, não podem deixar de estar no resumo.

Em História, por exemplo, você deve dar destaque a alguns nomes de protagonistas de fatos históricos (por exemplo, Robespierre na Revolução Francesa, ou Otto von Bismarck nas unificação alemã), e a algumas datas que sejam muito representativas (como 1945, ano em que terminou a Segunda Guerra Mundial).

Em Geografia, não podem ficar de fora os conceitos básicos, especialmente em matérias ligadas à geofísica.

>> Descubra os 10 melhores métodos de estudo para se preparar para o vestibular e Enem

3. Organize as ideias principais

Agora é a hora de organizar o que você entendeu do assunto. De posse das palavras-chave e das fórmulas, nomes e datas mais importantes, é hora de orientar o resumo que você vai escrever. Para isso, tente responder a duas perguntas: 1. O que está sendo dito no texto? 2. Como eu explicaria este assunto para alguém?

É importante também tentar elencar o assunto em tópicos que você considera importantes (se for um resumo de História, faça em ordem cronológica de acontecimentos). É aqui que você pode “desenhar” um pequeno esquema para o assunto, estipulando um número de conceitos principais, como três ou quatro, para você não colocar coisas demais no resumo. Veja um exemplo básico usando divisão celular:

4. Escreva o texto com suas palavras

Mãos à obra! É hora de escrever. Você já leu e releu o texto, destacou as palavras ou fórmulas mais importantes, já listou os tópicos mais importantes… deve estar quase um craque no assunto. Depois de tudo isso, escrever vai ficar moleza. Pegue o assunto pelo básico geral e depois passe para os assuntos específicos dentro daquela matéria.

Leia também:  Como apagar a pasta windows.old: 10 passos (com imagens)
Atenção! Faça o resumo com suas próprias palavras. Não adianta nada simplesmente copiar trechos do livro-texto, porque você não estará absorvendo nada. Quando você mesmo escreve, está se forçando a explicar a matéria com o que você aprendeu, o que ajuda a fixar o conteúdo.

Outra dica é você mesmo preparar um questionário básico sobre um assunto, com as perguntas que explicam os “porquês” de um fato. Veja mais um exemplo, agora com ligações químicas:

O que são ligações químicas?
São as ligações que os átomos realizam entre si para formar moléculas.

  • Quais são os tipos de ligações?
  • Como funciona a ligação iônica?

Ligação iônica ou eletrovalente, ligação covalente ou molecular, ligação covalente dativa ou coordenada, ligação metálica.
É a ligação entre íons, de natureza eletromagnética. Seu resultado final é eletricamente neutro: a quantidade de elétrons cedidos é igual à quantidade de elétrons recebidos.Normalmente os elementos que se ligam ionicamente são os das famílias IA, IIA e IIIA com os das famílias VA, VIA e VIIA da tabela periódica.

E aí, o que acharam das dicas? No próximo post, vou ensinar a fazer um resumo bacana para os livros obrigatórios. Fique ligado

  1. Consultoria:
  2. Redação de textos dissertativos – Concursos, vestibulares e Enem
    Luiz Ricardo Leitão (Org.), Manoel de Carvalho Almeida, Manuel Ferreira da Costa
  3. Editora Ferreira

4 passos para aprender tudo que você quiser, segundo um Nobel da Física

Como Aprender Física: 13 Passos (com Imagens) Direito de imagem Thinkstock Image caption Técnica pretende ajudar a compreender qualquer tema

  • Na escola, na faculdade e até mesmo no dia a dia, é comum nos depararmos com assuntos que não conseguimos compreender.
  • Mas Richard Feynman (1918-1988), ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1965, garantia que existe uma tática simples que ajuda a entender qualquer tema.
  • O próprio Feynman sempre foi reconhecido por essa característica entre os colegas: ele tinha muito talento para transformar explicações de coisas muito complexas em algo simples e fácil de entender.
  • E seu entusiasmo para explicar os conceitos mais difíceis costumava contagiar quem estava por perto.
  • O que Feynman defende em sua técnica é que existem dois tipos de sabedoria: a que é focada em saber apenas o nome de algo e a que é focada em de fato saber algo.
  • A receita para a real aprendizagem, segundo ele, é a última – e pode ser aplicada observando os quatro passos a seguir:

Image caption Richard Feynman dançando com sua mulher depois de receber o Nobel

1) Escolha um conceito

Qualquer um que preferir. Pode ser um de macroeconomia, economia doméstica ou qualquer coisa que vier a cabeça.

Seja química ou culinária, ou primeiro uma e depois a outra. E anote o conceito – o mais importante aí é desenvolver o raciocínio.

2) Escreva-o como se estivesse ensinando uma criança

Redija, então, tudo o sabe sobre esse conceito.

Mas atenção: você precisa fazer isso da maneira mais simples possível. Escreva como se estivesse explicando para uma criança – ainda que isso pareça absurdo e desnecessário, é um passo muito importante.

Assegure-se de que, do início ao fim, você esteja usando uma linguagem bem simples. Além disso, evite jargões e expressões prontas que partam do pressuposto de que você já sabe o conceito delas.

Explique cada detalhe de tudo e não caia na tentação de omitir algo que, na sua visão, está subentendido.

Direito de imagem Thinkstock Image caption 'Ensinar uma criança' é passo importante

3) Volte no tema e pesquise sobre ele

No passo anterior, provavelmente você encontrou lacunas no seu conhecimento. Coisas que você esqueceu e que não conseguiu explicar.

E esse é o momento em que você começa realmente a aprender. Volte à fonte de informações sobre esse tema e pesquise o que ainda falta entender.

E, quando você achar que cada subtema está claro, tente escrever no papel a explicação para ele de uma maneira que até uma criança entenderia.

Quando você se sentir satisfeito e estiver compreendendo tudo o que antes estava confuso, volte à redação original e continue escrevendo as explicações nela.

4) Revise e simplifique ainda mais

Depois de passar por todas essas etapas, revise o que escreveu e simplifique. Certifique-se novamente de que não usou nenhum jargão associado com o tema que está te intrigando.

Leia tudo em voz alta. Preste atenção para perceber se está tudo exposto da maneira mais clara possível.

Se a explicação não for simples ou se soar confusa, interprete isso como um sinal de que você não está entendendo algo.

Crie analogias para explicar o conceito, porque isso ajuda a esclarecer tudo na sua cabeça e é a prova de que você está realmente dominando aquele tema.

Erro 404: 10 passos para virar um nerd

Lembra-se da época em que seus coleguinhas de escola tiravam sarro de você por causa de suas boas notas? Quantas vezes você foi o último escolhido a integrar o time de futebol na aula de Educação Física por não ter nenhuma habilidade com a bola? Para quantas festas você deixou ser convidado por preferir assistir a um anime em vez da novelinha teen de que seus amigos tanto gostavam no Ensino Médio?

Se você se identificou e cansou-se de ser hostilizado por qualquer um desses motivos, saiba que você não é o único. Porém, enquanto no passado sofríamos em silêncio, hoje as coisas são diferentes. Chamar alguém de “nerd” deixou de ser um xingamento e passou a significar algo legal e descolado.

Meus amigos, os tempos mudaram! Nossas frases repletas de referências a filmes e seriados são valorizadas, nosso conhecimento em tecnologia e outras áreas são úteis em todos os lugares e há até quem diga que “o nerd é o novo sexy”.

Mas ao contrário do que faziam conosco durante a época de escola, não vamos ridicularizá-los ou negar ajuda. Se eles querem ser como nós, é porque realmente sempre fomos melhores e agora somos reconhecidos por isso. Portanto, nada mais justo do que um pequeno guia para ajudá-los a ficarem ao menos um pouco mais legais, assim como nós.

Passo 1: entendendo o que é ser um “nerd”

O primeiro passo neste caminho é o mais complicado de todos, jovem padawan. Antes de você ler as histórias em quadrinhos de “Sandman” e “Watchmen” ou de decorar todas as falas de Gandalf em “O Senhor dos Anéis”, é preciso que você tenha noção do que realmente é ser um nerd.

Para ingressar em nosso fantástico mundo, é necessário ser obcecado por algo. Tecnologia, HQ, jogos, ficção científica… Não importa no que você seja aficionado, contanto que essa paixão faça você conhecer todos os detalhes e curiosidades que nenhum outro ser humano normal saberia.

Porém, ainda assim é impossível que você vire o expert em tudo. Por conta disso, muitos nerds se especializam em determinadas áreas, gerando pequenos subgrupos baseado em seus gostos e estilos de vida.

O nerd clássico

Sabe aquela pessoa que acompanha todas as histórias em quadrinhos publicadas, possui uma quantidade enorme de bonecos com heróis favoritos e que não pode ver uma edição de colecionador que já prepara um lugar em sua estante? Eis o clássico, aquele que há muito tempo povoa o imaginário popular.

Esse é o tipo mais versátil de nerd, pois entende um pouco de tudo. Isso faz com que possuam um repertório bastante vasto, o que facilita a adaptação em qualquer meio. Além disso, sabem como ninguém as diferenças entre os personagens da Marvel e DC, estão sempre por dentro do que acontece na maioria dos seriados de TV e ainda possuem um gosto bastante variado para filmes.

Outra peculiaridade é a paixão por universos fantásticos, o que justifica as horas em partidas de RPG ou os estudos aprofundados no universo de “O Senhor dos Anéis”. Afinal, quem nunca fingiu ser um anão da montanha enquanto gritava algo no meio da floresta, não é mesmo?

O nerd geek

O geeké aquela pessoa louca por tecnologia que não consegue viver longe da internet. Só de imaginar ficar um lugar sem computador, ele já sente uma falta de ar e uma vontade louca de twittar sobre seu amor com a rede.

Um verdadeiro nerd digital é capaz de vender a própria mãe só para comprar o último gadget lançado no mercado. Depois, faz questão de mostrar em seu blog sua mais nova e querida aquisição. Ele considera Steve Jobs como um deus e vive em função dos Quatro Elementos da Tecnologia: Wi-Fi, Bluetooth, 3G e infravermelho.

Os geeks costumam frequentar sites especializados e devoram todo o tipo de conteúdo que encontram pela frente, tanto que é bastante comum encontrá-los lendo o Baixaki várias vezes ao dia. Além disso, em alguns casos, eles se subdividem de acordo com o sistema operacional do coração, portanto não estranhe se ouvir uma discussão sobre quem é melhor: Windows, Linux ou Mac.

O nerd Sci-Fi

A ficção científica é uma das maiores paixões dos nerds, tanto que muitos se dedicam em estudar o universo de séries como “Star Wars”, “Star Trek” e “Battle Star Gallactica”. Quem nunca viu alguém fantasiado como Darth Vader ao menos uma vez na vida?

O nerd otaku

Para muitos, a grande fonte de inspiração e admiração não são os Estados Unidos, mas o Japão. Os otakus são os nerds apaixonados pela cultura nipônica e seus personagens de olhos grandes e cabelos espetados. “Os Cavaleiros do Zodíaco” e “Jaspion” são apenas alguns exemplos de heróis que marcaram a infância de muita gente e fizeram com que eles fossem atrás de novos animes.

Assim como os nerds clássicos, os otakus são grandes colecionadores e possuem estantes repletas de mangás e bonecos de seus personagens favoritos. Além disso, alguns vão mais além e participam de concursos de cosplay, em que o objetivo é fantasiar-se de maneira idêntica a algum herói.

O nerd gamer

Gosta de jogar video game? Zerou o último God of War e agora se considera o grande expert no assunto? Pois saiba que nada disso é o suficiente. Para ser um nerd gamer é preciso vestir a camisa, pegar o joystick e ir muito além do jogo.

Leia também:  Como aproveitar os 30 anos de idade e deixar de temer o envelhecimento

Saber todas as curiosidades sobre cada jogo do Mario, todos os combos em Street Fighter e decorar cada Fatality em Mortal Kombat é o mínimo que você precisa fazer. Além disso, Final Fantasy VII deve ser idolatrado como o melhor jogo da história de todos os consoles.

Por fim, para ser um verdadeiro gamer, é preciso que você tome a maior decisão de sua vida e escolha um console para guardar no coração. Assim, você entrará na lendária guerra entre Playstation 3, Xbox 360 e Wii.

Passo 2: estudando o assunto

Agora que você já sabe diferenciar os vários tipos de nerd, basta escolher aquele que melhor se encaixa em seu gosto. É claro que a classificação anterior não é determinista e engessada e pode oferecer novas possibilidades e variações. O que realmente você precisa ser é obcecado por aquilo que gosta.

Com base nisso, estude muito. Leia, pesquise e descubra fatos novos até se transformar em um verdadeiro expert no assunto. O que diferencia um verdadeiro nerd de um simples fã é a profundidade de seu conhecimento e sua paixão por algo.

Mas não ache que basta assistir à trilogia “De Volta para o Futuro” e ver todos os extras. Envolva-se no universo em questão e aprofunde-se em detalhes que a maioria das pessoas considera desnecessários.

Tome como exemplo os trekkers que falam Klingon – uma das línguas faladas na série Star Trek – ou os fãs de “O Senhor dos Anéis” que conseguem fazer discurso em élfico antigo. Para começar, aprenda a falar como o Chewbacca como se você realmente fosse um Wookie peludo de 2 metros de altura.

Outro ponto muito importante é o vasto repertório cultural. Por mais que o nerd não seja mais sinônimo de CDF, a inteligência ainda é uma herança do estereótipo. Longe de ser algo negativo, pois podemos opinar em assuntos que vão desde Balzac até a teoria darwinista aplicada às evoluções de Pokémon.

Passo 3: vestindo-se como um nerd

A vestimenta de um nerd é tão importante quanto seu conhecimento. Não que vestir uma camiseta com uma estampa que brinca com a logomarca da Apple vá fazer de você alguém mais geek, porém as roupas que você utiliza servirão para que as outras pessoas o identifiquem com mais facilidade.

Se você acha que para isso é preciso ir ao trabalho com uma camisa social por dentro da calça, um suspensório, aqueles óculos do seu avô e adotar um penteado do século XIX, saiba que você está fazendo isso errado! Esta visão estereotipada do nerd não é mais realidade e, se você continua acreditando que nos vestimos assim, é melhor colocar seu abadá e virar micareteiro.

Apesar de realmente sermos tão inteligentes quanto as antigas lendas contam, não somos nada parecidos com a figura patética com que tentam nos representar. O nerd moderno é descolado, ávido por novidades e possui um jeito cheio de referências que vai influenciar diretamente em suas roupas.

A começar pelas camisetas. É muito comum encontrar alguém com estampas de do Batman ou do Superman, mas também há quem prefira piadinhas com jogos e seriados de TV. Entretanto, o grande favorito ainda é o Super Mario. Mesmo depois de completar seu 25º aniversário, o bigodudo ainda está presente em todo armário nerd.

Além disso, tenha sempre uma mochila ao seu lado e muitos bolsos na calça. Com tantos gadgets, computadores e demais acessórios, você precisará de muito espaço para conseguir transportá-los. Por fim, cabelo bagunçado e fone de ouvido para dar a impressão de que você não se importa com seu visual.

Passo 4: o vocabulário nerd

Mesmo tendo um vocabulário extenso e um repertório bastante variado, os nerds possuem uma forma bastante peculiar de se comunicar. Assim como todo grupo, existe um dialeto próprio que traz várias características do universo tecnológico e pop que apenas os que fazem parte reconhecem.

Porém, se você é um noob no assunto, fique tranquilo. Todo mundo já foi um novato um dia e é exatamente para isso que este artigo serve. Portanto, não estranhe caso você entre em algum fórum e leia mensagens como “OMG, o QWERTY é muito ruim! Fail total, hein?”.

A tradução para a frase acima poderia ser algo do tipo “Meu Deus, o teclado é parecido com o que estamos habituados a usar em nosso computador, mas é muito ruim. A empresa errou e falhou com seus clientes”. Apesar de ser muito mais claro, é muito sem graça.

Neste quesito, não há livro ou método que o ajude a se integrar. É necessária muita prática, além de um estudo intenso para captar possíveis referências. Acesse vários sites em que a comunidade se reúne e passe uma temporada em algum MMORPG para aprender siglas que jamais vão sair de sua cabeça.

Contudo, não vá se confundir, pequeno gafanhoto. Existem muitos elementos do vocabulário nerd parecem com gírias, mas são apenas referências a filmes ou jogos. Se alguém disser que sua voz é parecida com a do R2-D2, saiba que você mais lembra um robô monofônico do que um cantor de rap.

Passo 5: paixão pela cultura nerd

Assim como qualquer pessoa, o nerd também tem seus ídolos. Grandes nomes e que possuem uma importância significativa em sua vida. Heróis que deixam uma marca em suas lembranças e vão fazer você se sentir nostálgico ao lembrar os bons tempos em que ele esteve ao seu lado. Afinal, quem nunca se sentiu assim ao se lembrar do Super Mario?

Então, nada mais justo do que tatuar um cenário completo de Space Invaders em seu braço ou de ter todos os pôsteres originais de Toy Story espalhados em sua casa. Se você se apaixonou pela cultura nerd, é porque Bowser sequestrou a Princesa Peach ou pelo simples fato de Os Cavaleiros do Zodíaco terem salvado Athena novamente. São pequenos detalhes que hoje nos fazem pessoas melhores.

Passo 6: colecione coleções

Como visto anteriormente, o nerd é aquela pessoa cuja paixão por algum tema ultrapassa as barreiras da normalidade. A admiração faz com que você queira ter posse de sua obsessão e, na impossibilidade de ter uma armadura do Homem de Ferro em sua casa, você passa a colecionar tudo aquilo que se refere ao herói.

Divulgação/Marvel

Além disso, muitas pessoas criam verdadeiros museus em sua casa. Se algo marcou a infância de um nerd, é muito provável que ele começará a guardar tudo em sacos plásticos e vai exibir seus itens em prateleiras por toda a casa. Cartuchos de Nintendinho, bonecos, DVDs e HQs são apenas alguns exemplos do que você pode encontrar na residência de um bom nerd.

Passo 7: coletando cultura inútil

Se você é daquelas pessoas que adora decorar as frases de efeito de filmes de ação ou tem facilidade para comentar assuntos irrelevantes, mas que sempre fazem a alegria da moçada, saiba que este é o caminho certo! Um nerd de verdade é um verdadeiro baú de informações inúteis, resultado de seu intenso estudo e das horas em frente ao computador.

O mais legal disso é poder fazer sempre uma ótima citação em momentos críticos. Citar o tio do Homem-Aranha é uma ótima forma de incentivar seus colegas a terminarem alguma tarefa, enquanto imitar qualquer personagem do Stallone vai fazê-lo ser temido por todos. Afinal, “quando eu viro meu boné, eu viro uma máquina”.

Passo 8: a temática nerd

Além de filmes e seriados clássicos, é obrigação de todo nerd acompanhar filmes, seriados e até mesmo bandas que abordem seu universo. Não importa se você quer só verificar se a representação é fiel ou se a obra é realmente boa: é preciso conferir.

Divulgação/Paramount

Sendo assim, o seriado “The Big Bang Theory” é seu ponto de partida. Confira também alguns episódios de “IT Crowd” e “Chuck”, que agora “está mais Norris do que nunca”.

Já para os cinéfilos, é obrigatório acompanhar todos os filmes de Kevin Smith, como “O Balconista” e “Dogma”. Além disso, veja “Fanboys”, “Superbad” e “Scott Pilgrim contra o mundo”. Também não podemos esquecer o clássico “A vingança dos nerds”.

Passo 9: manias e tiques

Por mais que seja bastante estereotipado, o Sheldon Cooper tem algo presente em praticamente todos os nerds. O personagem do seriado “The Big Bang Theory” é cheio de manias e esquisitices que fazem com que nós sejamos ainda mais peculiares, quase como um charme.

Mesmo que não seja algo consciente, é comum implicarmos com algo sem razão aparente ou jamais concordar em fazer algo que vá contra seus princípios subjetivos. É quase como uma superstição personalizada.

Que atire a primeira pedra quem nunca reclamou por ter de sentar em um lugar diferente no sofá ou ter uma crise de nervos ao abrir a geladeira e perceber que trocaram seu refrigerante favorito por uma marca genérica! Além disso, se você for um nerd gamer, por exemplo, pode ser que seus dedos já estejam condicionados a fazer o movimento de meia lua para frente e soco.

Passo 10: orgulho nerd

Eis o passo mais importante de sua jornada.  Você estudou, empenhou-se em decorar frases e fatos inúteis, mudou o guarda-roupa, gastou fortunas em coleções e, para piorar, sofreu com o preconceito e com as piadinhas de seus amigos. Porém, se você aguentou firme até aqui, é porque você é merecedor do título de “nerd”.

Isso é motivo de vergonha? Jamais! Orgulhe-se de tudo o que aconteceu e ostente com prazer o cogumelo da vitória estampado em seu peito! Agora que você é um verdadeiro nerd, esfregue na cara de seus amigos baladeiros suas novas habilidades.

Mostre o poder da tecnologia e do conhecimento acumulado. Prove que é possível ser descolado, conquistar corações e não perder um episódio sequer de Battle Star Gallactica! Demonstre que você tem a visão além do alcance! Faça com que todos percebam que os nerds estão no poder!

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