Como aprender a programar em c++: 7 passos (com imagens)

Querer aprender algo por conta ficou muito mais fácil, ou menos complicado, com a internet. Com a quantidade de sites e blogs que surgem na rede todos os dias, muitos deles especializados em oferecer cursos de variadas áreas, não é difícil encontrar dicas, tarefas e tutoriais que vão guiar você em um determinado aprendizado.

Uma das áreas nas quais é possível se aprofundar por aqui é a da programação. Aprimorar seus conhecimentos ou começar do zero pode ser algo muito mais simples com o auxílio de um conjunto de ferramentas pensadas especificamente para fixar sequências de códigos e linguagens em seu cérebro.

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Caso você se enquadre no perfil daqueles que desejam aprender a programar, mesmo que o básico, para começar a dar os primeiros passos, aqui vai uma lista com 10 sites em que é possível estudar programação.

1. Khan Academy

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Como uma universidade online, a Khan Academy reúne cursos das mais diversas áreas à sua disposição. O site conta com seções especiais para alunos, pais e professores, permitindo que você use todas as ferramentas da melhor maneira possível conforme suas necessidades.

Uma das grandes vantagens aqui é o idioma: o site conta com diversos conteúdos traduzidos para o português brasileiro, algo que torna a sua utilização ainda mais simples. Na seção de computação, a Khan Academy possui três subseções: Programação, Ciência da Computação e Hora do Código.

A última alternativa é bem interessante para quem tem pouco tempo para se dedicar aos estudos. Nela, você aprende a criar bancos de dados e páginas da web, além de conceitos básicos de programação, em apenas uma hora.

2. Codecademy

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Outro site gringo, mas com diversos conteúdos traduzidos para o português, o Codecademy é focado no ensino de programação. Ele conta com vários módulos de ensino, dividindo as “apostilas” e permitindo que você aprenda tudo aos poucos, sempre de acordo com as suas possibilidades.

As opções incluem aprender a fazer um website convencional ou interativo, aprender sobre linhas de comando ou então conhecer linguagens específicas, como Rails, HTML, CSS, JavaScript, jQuery, PHP, Python e vários outros. Aqui, basta fazer um cadastro (gratuito) e começar a aprender.

E tudo é muito interativo no Codecademy, o que torna o aprendizado ainda mais interessante e divertido. Vale lembrar que é possível continuar a partir de onde parou, como em outros cursos oferecidos pela internet. Então, tome o seu tempo e aprenda a programar.

3. Code.org

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A Code.org é uma organização sem fins lucrativos que promove a difusão da ciência da computação. Na web, eles mantêm uma série de minicursos e tutoriais indicados especialmente para crianças com idade a partir de 8 anos — mas também há conteúdos preparados para jovens e adolescentes.

Há conteúdos em diversos idiomas por aqui, inclusive português brasileiro, algo sempre capaz de tornar o aprendizado ainda mais fácil para a maioria dos falantes da nossa língua. São inúmeras opções que vão ensinar você sobre as mais variadas formas de programação.

Nesta página, você pode aprender tanto a criar conteúdo direcionado para a web quanto a programar para tablets e smartphones. Até mesmo o desenvolvimento de jogos simples pode ser compreendido por meio dos minicursos oferecidos gratuitamente no Code.org.

4. Code Avengers

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Sob o lema de “Por que apenas usar a tecnologia quando você pode criá-la?”, o Code Avengers é também um grande repositório de conteúdo para aprendizado de programação. Nesta página, você tem acesso a conteúdo de diversas ordens, podendo desenvolver suas potencialidades de programador de maneiras distintas.

Em suma, isso quer dizer que no Code Avengers você pode aprender a programar para a web (com HTML e CSS) ou então construir aplicativos e jogos (em JavaScript). Assim, não importa qual ramo você pretende seguir, este espaço tem potencial para servir de ponto de partida.

Ele é totalmente gratuito, mas infelizmente não oferece conteúdos traduzidos para o português brasileiro. De qualquer maneira, ele é acessível e conta com mais de 150 horas de lições para você sair dominando com autonomia técnica e conceitos básicos de programação.

5. Don't Fear the Internet

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A premissa do Don't Fear the Internet é oferecer conceitos básicos de programação voltados para a web a leigos. A partir disso, ele conta com uma série de recursos e conteúdos relacionados à aprendizagem de programação nas linguagens HTML e CSS, as mais comuns da rede mundial de computadores na atualidade.

Até agora, são oito tutoriais em formato de vídeos nos quais a dupla de criadores da página, a ilustradora Jessica Hische e o webdesigner Russ Maschmeyer, trata sobre vários assuntos ligados ao webdesign. A pegada, porém, é justamente a de um material voltado para quem não é do ramo.

Assim, se você entende bem falas em inglês, tem aqui um material bastante rico para começar a trabalhar. Além disso, o conteúdo do Don't Fear the Internet pode servir, inclusive, como apoio para algum curso da área que você já esteja fazendo, na web ou fora dela.

6. Code Combat

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E se você pudesse aprender a programar por meio de um jogo? Isso mesmo, jogando um game enquanto faz contato com conceitos, códigos e linhas de comando. Pois isso é possível no Code Combat, um jogo bem divertido e totalmente traduzido para o português europeu.

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A ideia do jogo, criado por uma equipe composta por 10 pessoas, é oferecer uma maneira divertida e acessível para o aprendizado de programação. Assim, como avisam os desenvolvedores no site oficial do game, você aprende digitando uma porção de linhas de comando enquanto se diverte.

O jogo tem um estilo de RPG, visual de cartoon e é possível até mesmo formar clãs junto com outros jogadores por aqui. Ou seja, se você gosta de MMORPG e quer aprender a programar, talvez tenha encontrado o lugar perfeito, onde tudo isso vai convergir de um jeito bem interessante.

7. Tuts+

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O Tuts+ (lê-se Tuts Plus) tem uma proposta bastante semelhante à da Khan Academy, isto é, é uma universidade online na qual você encontra uma grande quantidade de cursos das mais variadas áreas do conhecimento, inclusive ciência da computação e programação.

Ele conta com uma boa quantidade de tutoriais gratuitos, mas é um site pago por essência. Assim, é possível fazer uma assinatura de US$ 15 mensais e ter acesso integral a todo o conteúdo oferecido na página. De qualquer maneira, dar uma vasculhada no material gratuito pode ser bem interessante para encontrar itens de grande valia.

Aqui há duas seções de especial interesse para quem quer aprender a programar: Code e Web Design. Em ambas, há uma série de subcategorias como WordPress, PHP, Android SDK, CSS, HTML e HTML & CSS, então é só navegar e encontrar aquilo que será útil para você.

8. Udemy

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A Udemy também é uma “academia virtual” em que você tem contato com mais de 30 mil cursos de diversas áreas. O serviço oferece uma série de cursos, alguns deles em português, então é só encontrar aquele que você deseja, avaliar se o conteúdo programático é de seu interesse e fazer a sua matrícula.

O site organiza seu conteúdo em blocos, então basta rolar a página inicial para começar a encontrar os cursos disponíveis. Além disso, há um sistema de busca que pode ser usado para facilitar a sua vida. Vale lembrar que os cursos podem ser pagos ou gratuitos — há várias opções de ambos por aqui.

Outra função interessante e que merece ser lembrada é a possibilidade não somente de estudar, mas também de oferecer cursos por meio do Udemy. Assim, você ensina e aprende pela web, sem sair de casa e nem da frente do computador.

9. Scratch

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O Instituto de Tecnologia de Massachusetts, muito conhecido pela sigla em inglês MIT, é uma das instituições de pesquisa e ensino superior mais famosas e respeitadas do mundo, especialmente quando o assunto é tecnologia. Ele possui uma ferramenta online e gratuita para aprendizado, a Scratch.

Por meio dela, você tem contato com uma vasta comunidade de pessoas dispostas a ensinar e a aprender. No meio desse bolo todo há muitos cursos relacionados a programação, então basta procurar e começar a aprender. O site conta com tradução para português, porém nem sempre o conteúdo estará disponibilizado em nosso idioma.

Além de acessar o conteúdo disponível no site, é possível oferecer minicursos. Assim, o Scratch se torna uma grande comunidade para a troca de conhecimento das mais variadas áreas.

10. Android Training

Os 10 primeiros passos para aprender programação

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Dentre as diversas áreas de TI, a programação ou desenvolvimento de sistemas, é uma das áreas que melhor remuneram seus profissionais em todo mundo.

E se você deseja aprender a programar, confira a seguir os 10 primeiros passos que lhe ajudarão nesta jornada. Acompanhe!

1 – Tenha um objetivo:

Saiba o motivo pelo qual você deseja aprender a programar. Esta dica pode parecer simples, no entanto, se você não tiver um motivo para estudar e aprender a programar, consequentemente você irá desanimar com o tempo.

Portanto, antes de começar estudar, anote em um local visível o motivo para você estudar programação e sempre que possível leia o que você escreveu. Esta dica lhe ajudará a não desanimar nos momentos mais difíceis.

2 – Comece pela lógica da programação:

O primeiro passo para quem pretende programar, é aprender a lógica da programação. Com certeza, se você já buscou por um curso de programação, provavelmente foi exigido conhecimentos em lógica de programação.

A lógica de programação é a base para se poder programar em qualquer linguagem e desta forma, se você deseja aprender Java, Python, C++ ou qualquer outra linguagem, é fundamental iniciar pela lógica de programação.

3 – Não pule etapas:

Quando se deseja aprender programação, é comum encontrarmos facilidade em determinados assuntos, que no geral acabamos por julgar como muito fáceis e sem importância.

Estudar lógica de programação, por exemplo, pode ser uma tarefa chata para para
alguns estudantes.

No entanto, é muito importante não pular etapas, pois todo o conhecimento adquirido no início, fará sentido lá na frente.

4 – Defina uma área de atuação:

Definir uma área de atuação, também irá ajuda na hora aprender programação. Descubra para qual plataforma você tem interesse em desenvolver programas. Neste caso, é preciso avaliar se o seu interesse está em aplicações web, sistemas, jogos, mobile, entre outras áreas.
Conforme for adquirindo experiências, você poderá mudar de foco conforme desejar.

5 – Crie suas regras:

Durante o aprendizado, busque criar pequenos “macetes” para compreender o assunto estudado. Fazer anotações, escrever comentários em códigos ou criar associações para memorizar algum script, são somente algumas dicas.

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6 – Não crie maus hábitos:

Aprender programação é semelhante ao aprendizado de um novo idioma, onde você deve inicialmente conhecer os conceitos e ir praticando para ganhar experiência.

No entanto, é fundamental que você não crie mais hábitos. E para isso, é importante buscar sempre por boas fontes de estudos e referências de bons programadores.

7 – Escolhendo uma linguagem adequada:

Para aprender a programar, é preciso iniciar com etapas básicas e ir avançando com o aprendizado. Após ter adquirido conhecimentos em lógica de programação, considere aprender uma linguagem mais fácil inicialmente. Por exemplo, em vez de já iniciar com Java, considere aprender Python antes, mesmo se você deseja se especializar em Java.

Esta dica pode te ajudar a ir compreendendo melhor os conceitos sem desanimar quando encontrar dificuldades em determinada linguagem de programação.

8 – Faça networking:

Por mais que você opte por aprender a programar sozinho, é interessante manter contato com outros programadores, afim de estar sempre trocando experiências. Esta prática também lhe ajudará a manter-se animado, pois você verá que as dificuldades são comuns para qualquer estudante de programação.

9 – Busque e compartilhe conhecimentos

A internet é uma das melhores ferramentas (senão a melhor) para se aprender a programar. E com o uso desta ferramenta, é possível buscar conhecimento e até mesmo compartilhar algo que você já aprendeu.

Atualmente existem milhares de fóruns e grupos de discussão espalhados pela internet, onde você pode aprender mais com programadores experientes e até mesmo ensinar algo para programadores mais novatos do que você. Portanto, vale muito a pena optar por este recurso.

10 – Não desanime:

Aprender a programar exige certas habilidades que não serão conquistadas do dia para a noite. Portanto, não desanime em seus estudos, pois com o tempo você será recompensado pelo seu aprendizado.

Aprender a programar é o desejo de muitos estudantes e profissionais da área de TI. No entanto, muitas pessoas ficam perdidas na hora de saber por onde começar.

Conforme as dicas citadas acima, é possível analisar que não existe uma fórmula mágica para aprender programação. No entanto, é fundamental definir um propósito para aprender e inicialmente compreender a essência da programação que no caso é a lógica da programação.

Gostou das dicas? E você, já conhece programação? Compartilhe conosco suas experiências, comentando abaixo:

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Cursos de Programação | Alura

O JavaScript é uma excelente opção para começar a programar e praticar lógica de programação. Diferente de muitas outras linguagens, com JavaScript você não precisará instalar editores, IDEs, compiladores e bibliotecas no começo da sua jornada. É a linguagem que usamos na nossa formação de iniciante de programação.

Além disso, é uma linguagem em alta demanda no mercado de trabalho para o chamado Front-End. Por isso nossa formação Front-End foca no JavaScript em conjunto com HTML e CSS e muitas boas práticas até chegar no framework React para criar aplicações poderosas..

Algumas linguagens de programação principais aparecem com frequência no ambiente de trabalho. Dentre elas temos:

  • Java e C#: são linguagens com enorme mercado de trabalho e que possuem grandes empresas por trás, Oracle e Microsoft respectivamente. Bancos, corporações e governos adotaram essas linguagens de forma ampla, dada a grande quantidade de bibliotecas, ferramentas e suporte. Veja as principais formações de Java e C# e .NET.
  • Node.JS: A plataforma que ganhou muito espaço pois trouxe a linguagem JavaScript para o back-end. É ideal para criar serviços web e APIs no estilo REST que ensinamo na nossa formação Node.JS.
  • Python: ganha cada vez mais popularidade tanto para desenvolvimento web quanto para data science. Nos cursos e formações ensinamos da linguagem Python até chegar aos frameworks web famosos como Django ou Flask.
  • PHP: a linguagem que evoluiu muito nos últimos anos e que aparece com forte predominância em sistemas e serviços web. Na formação PHP ensinamos a linguagem, paradigma OO, os frameworks da ponta como Doctrine e Laravel e muito mais.
  • VB.NET, a linguagem C, Ruby on Rails, GoLang e Clojure são outras linguagens que aparecem bastante nos cursos da Alura. Claro que não podemos esquecer o Kotlin e Swift da programação mobile.

Além de aprender a programar e ganhar fluência em uma linguagem, os próximos passos são entender o ecossistema em volta dela, que passa por ferramentas, por boas práticas, por bibliotecas, sistemas de testes automatizado e design patterns. Há um momento que também é importante conhecer a ciência da computação com mais profundidade: estrutura de dados, algoritmos e grafos.

Aula 2: Primeiros passos em C¶

Um programa em C é um texto cujo conteúdo segue a sintaxe
da linguagem C. Um exemplo curto é o seguinte:

#include int main()
{ printf(“Hello World!
“); return 0;
}

Para ser executado pelo computador, o programa acima deve primeiro ser
compilado. Um compilador para a linguagem C é um programa capaz de
interpretar um programa em C, como o programa acima, e traduzí-lo para
linguagem de máquina, gerando um arquivo executável.

Um programa minimamente útil precisa manipular dados na memória do
computador. A memória guarda apenas uma imensa seqüência de bits e o
que eles representam é indiferente para o funcionamento da
máquina. Linguagens como C, entretanto, facilitam a vida do
programador disponibilizando tipos de dados.

Um tipo de dado é um conjunto de possíveis valores e operações que
podem ser efetuadas sobre esses valores. A linguagem C nos oferece
alguns tipos de dados primitivos. Um deles é o tipo int, usado
para representar números inteiros.

A linguagem C nos permite declarar variáveis, que possuem um tipo
determinado. Declarar uma variável é como dar um nome a um pedaço da
memória que guardará um valor de determinado tipo. Daí em diante
podemos acessar o valor guardado e manipulá-lo através do nome da
variável. Para declarar uma variável de tipo int e nome x,
fazemos assim:

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Note o ponto-e-vírgula. Sentenças em C, como acima, terminam sempre
em ponto-e-vírgula. Você pode escrever quantas sentenças quiser na
mesma linha, contanto que elas sempre terminem em ponto-e-vírgula.

Após declarar a variável x, podemos usar o seu nome para acessar o
valor nela contido. Por exemplo, podemos usar o operador de
atribuição = para guardar um valor em x:

A primeira linha declara a variável x e a partir daí podemos
usar o nome x para nos referirmos a ela. A segunda linha coloca o
número 5 na variável x.

Note que, antes da atribuição, o valor
contido em x é indefinido; ele pode ser qualquer coisa que
estivesse na memória no lugar que foi associado ao nome x. Muitos
erros de programação decorrem de variáveis não inicializadas.

Por
isso, geralmente é uma boa idéia declarar e inicializar uma variável
ao mesmo tempo:

O tipo int suporta diversas operações, como soma, produto,
multiplicação, divisão inteira, comparações. As operações possíveis
seguem a notação usual e a precedência dos operadores é a usual em
matemática, ou seja, produtos e divisões são feitos antes que somas e
subtrações:

int x = 5;
int y; y = 1 + 2 * x * (5 – 8 * x);
x = x * y;

Na última linha, x aparece do lado esquerdo e do lado direito da
atribuição. Isso significa sempre o seguinte: primeiro, encontra-se o
valor da expressão do lado direito usando-se o valor atual de x,
depois coloca-se esse valor em x. Qual o valor de x ao final
da execução das sentenças acima?

Você deve experimentar o comportamento dos operadores aritméticos
+, -, * e /. Desses, o operador de divisão /
funciona diferente do esperado. Tente descobrir o que ele faz.

O nome de uma variável pode ser qualquer seqüência de letras e números
e alguns símbolos como _. Um nome não pode começar com números e
também não pode conter espaços. O uso de maísculas e minúsculas é
permitido e maísculas são consideradas diferentes de minúsculas, de
modo que soma e sOma são variáveis diferentes! Veja
alguns nomes válidos:

int soma, x, y, x12, x_12, soma_abc, nome_bem_grande, NomeBemGrande;

Note também que você pode declarar várias variáveis ao mesmo tempo,
separando os nomes por vírgulas.

Um programa que não consegue se comunicar com o usuário do computador
também não é muito útil. Para imprimir algo na tela do computador,
usamos em C a função printf. Mais adiante você vai entender bem
o que é a função printf, no momento basta saber como usá-la para
mostrar algo na tela.

Para mostrar uma linha de texto, fazemos assim:

Note que o texto vem entre aspas duplas. O texto pode ter qualquer
tamanho, mas você não pode colocar uma quebra de linha no meio do
texto. Por exemplo, o seguinte programa é inválido:

  • Mas e se você quiser imprimir
  • em vez de Hello World? Basta usar a seqüência de escape (escape
    sequence)
    :
  • faz exatamente o que você quer.
  • Como fazemos para mostrar um número inteiro? A função printf
    também pode ser usada para tanto:

printf(“Eis um número: %d”, 17);

O resultado é que %d será substituído por 17. A saída será:

Você pode mostrar mais de um número ao mesmo tempo:

int a = 2;
int b = 3;
int resultado = a * b; printf(“%d vezes %d = %d”, a, b, resultado);

Para ler um número inteiro digitado pelo usuário, usamos a função
scanf. É preciso usar uma variável do tipo int para guardar o
número lido. Por exemplo:

Assim, o computador vai esperar que o usuário digite um número e
pressione ENTER, e então esse número será colocado na variável
x. Você notou o símbolo & antes de x? Ele é essencial;
mais adiante vamos ver por que.

Vejamos agora um exemplo completo. O programa abaixo pede ao usuário
que digite dois números e mostra o produto deles:

#include int main()
{ int x, y; printf(“Digite dois números: “); scanf(“%d”, &x); scanf(“%d”, &y); printf(“O produto é %d
“, x * y); return 0;
}

O programa acima possui o formato básico de um programa em C a ser
usado no início do nosso curso, a saber:

#include int main()
{ /* Declaração de variáveis */ /* Sentenças */ return 0;
}

No momento, você não precisa compreender o que #include
quer dizer, o que int main() ou return 0; quer dizer. Basta
copiar essa estrutura básica e saber que é preciso declarar todas as
varáveis que vai usar logo de início e que depois deve colocar as
demais sentenças do programa.

Por exemplo, o seguinte programa está errado:

#include int main()
{ int x; scanf(“%d”, &x); int y; scanf(“%d”, &y); return 0;
}

O problema é que as variáveis não foram todas declaradas no início do
bloco.

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