Como aplicar uma injeção de testosterona: 14 passos

A testosterona é o principal hormônio masculino, sendo responsável por características como crescimento da barba, engrossamento da voz e aumento da massa muscular, além de estimular a produção de espermatozoides, sendo diretamente relacionado com a fertilidade masculina. Além disso, a testosterona também está presente nas mulheres, mas em menor quantidade. 

Após os após os 50 anos é comum haver diminuição na produção de testosterona, sendo caracterizada a andropausa, que é semelhante a menopausa das mulheres. No entanto, a diminuição da produção de testosterona no homem não significa que ele passa a ser infértil, mas sim que a sua capacidade reprodutiva pode estar diminuída, já que a produção de espermatozoides fica comprometida.

Como Aplicar uma Injeção de Testosterona: 14 Passos

Nos homens a diminuição da produção de testosterona pode levar aos seguinte sintomas:

  • Diminuição da libido;
  • Menor desempenho sexual;
  • Depressão;
  • Diminuição da massa muscular;
  • Aumento da gordura corporal;
  • Diminuição da barba e perda de pêlos no geral.

Além da disfunção sexual, a testosterona baixa em homens também pode causar problemas como osteopenia, osteoporose e alteração da fertilidade masculina. A diminuição da produção hormonal é comum e ocorre especialmente com o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, quando o homem fuma, está acima do peso ou tem diabetes.

A testosterona também está presente nas mulheres, mas em menores concentrações. No entanto, quando os níveis de testosterona diminuem nas mulheres também pode haver o aparecimento de alguns sintomas, como:

  • Perda de massa muscular;
  • Acúmulo de gordura visceral;
  • Diminuição do desejo sexual;
  • Desinteresse generalizado, que pode ser confundido com depressão em alguns casos.

Por outro lado, quando os níveis de testosterona estão aumentados na mulher pode haver o desenvolvimento de características tipicamente masculinas, como crescimento de pêlos no peito, rosto e na região interna das coxas, próximo à virilha. 

Aos surgirem sintomas que podem estar relacionados à alteração dos níveis de testosterona é importante consultar um endocrinologista, urologista, no caso dos homens, ou ginecologista, no caso das mulheres. Assim, pode-se verificar a produção desse hormônio e, se necessário, iniciar o tratamento. 

Como Aplicar uma Injeção de Testosterona: 14 Passos

Os exames que indicam a quantidade de testosterona no corpo são pouco específicos e nem sempre são confiáveis porque seus valores alteram-se constantemente, de acordo com a etnia, idade e hábitos de vida, como alimentação saudável e prática de atividade física ou sedentarismo. Por isso, nem sempre o médico solicita o exame para avaliar sua concentração na corrente sanguínea baseando-se somente nos sintomas que a pessoa apresenta.

Normalmente são solicitadas a dosagem da testosterona livre e da testosterona total.

A testosterona livre representa a concentração de testosterona que está disponível no organismo, podendo ser absorvida para que exerça sua função no organismo, e corresponde a 2 a 3% da testosterona total, que corresponde a quantidade total de testosterona produzida pelo organismo, ou seja, a testosterona livre e a testosterona que está ligada a proteínas.

Os valores normais de testosterona total no sangue são:

  • Homens: 241 – 827 ng/dL
  • Mulheres: 14 – 76 ng/dL

Em relação aos valores de referência da testosterona livre no sangue, além de variar de acordo com o laboratório, variam de acordo com a idade e fase do ciclo menstrual, no caso nas mulheres:

  • Homens
    • Até 17 anos: Valor de referência não estabelecido;
    • Entre 17 e 40 anos: 3 – 25 ng/dL
    • Entre 41 e 60 anos: 2,7 – 18 ng/dL
    • Acima de 60 anos: 1,9 – 19 ng/dL
  • Mulheres
    • Fase folicular do ciclo menstrual: 0,2 – 1,7 ng/dL
    • Meio do ciclo: 0,3 – 2,3 ng/dL
    • Fase lútea: 0,17 – 1,9 ng/dL
    • Pós menopausa: 0,2 – 2,06 ng/dL
  • A testosterona pode estar aumentada em caso de puberdade precoce, hiperplasia adrenal, doença trofoblástica durante a gravidez, câncer de ovário, cirrose, hipertireoidismo, uso de remédios para convulsão, barbitúricos, estrogênios ou uso da pílula anticoncepcional. 
  • No entanto, a testosterona pode estar diminuída em caso de hipogonadismo, retirada dos testículos, síndrome de Klinefelter, uremia, hemodiálise, insuficiência hepática, consumo exagerado de álcool por homens e uso de remédios como digoxina, espironolactona e acarbose.
  • Como Aplicar uma Injeção de Testosterona: 14 Passos

Os suplementos de testosterona devem ser usados sob indicação médica e podem ser encontrados em forma de comprimidos, gel, creme ou adesivo transdérmico. Alguns nomes comerciais são Durateston, Somatrodol, Provacyl e Androgel.

No entanto, antes de recorrer ao uso de suplementos, é importante buscar alternativas que estimulem a produção desse hormônio, como a prática de atividade física com peso, aumento do consumo de alimentos ricos em zinco, vitamina A e D, boa noite de sono e adequação do peso para a altura. Caso essas estratégias não aumentem a produção de testosterona, o médico deve iniciar o tratamento adequado. 

Veja como aumentar naturalmente a testosterona.

No homem

Quando a testosterona está abaixo do recomendado e o homem apresenta sinais e sintomas da diminuição da produção de testosterona, o urologista poderá receitar o uso da testosterona em forma de comprimidos, injeção ou gel para ser usada conforme sua prescrição.

Os efeitos da testosterona nos homem pode ser observado em 1 mês de tratamento e com isso ele deve apresentar-se mais confiante, com maior desejo sexual, maior rigidez muscular e sentindo-se mais forte. Assim, a suplementação de testosterona pode ser indicada durante a andropausa para diminuir seus efeitos, melhorando a qualidade de vida do homem. 

O uso da testosterona deve ser recomendado pelo médico, já que pode levar a problemas de saúde como gordura no fígado, colesterol alto, pressão alta e aterosclerose. Veja como é feita a reposição hormonal masculina e os possíveis efeitos colaterais.

Na mulher

Quando a quantidade de testosterona que a mulher tem é muito baixa, o ginecologista pode observar estes sintomas e solicitar o exame para avaliar sua concentração no sangue.

A suplementação de testosterona é indicada somente em caso de síndrome da deficiência androgênica ou quando os ovários param de funcionar devido ao câncer de ovário, por exemplo. Quando a diminuição da testosterona em mulheres é causada por outro motivo é mais indicado tentar equilibrar os níveis hormonais aumentando o estrogênio.

Nos passos da dor: Artrite reumatoide requer tratamento contínuo

Como Aplicar uma Injeção de Testosterona: 14 Passos

Como Aplicar uma Injeção de Testosterona: 14 PassosDoenças autoimunes são causadas por uma disfunção nas células de defesa que faz com que elas ataquem o organismo e requerem tratamento contínuo.

Imagine um exército de centenas de soldados e um único objetivo: proteger você contra qualquer invasão inimiga. Até que um dia, por algum motivo desconhecido, esse batalhão simplesmente passa a atacá-lo. Grosso modo, é assim que as doenças autoimunes se manifestam. Há uma disfunção nas células de defesa que faz com que elas passem a agredir o organismo em vez de defendê-lo.

Às vezes, o “ataque” é generalizado, como em alguns casos de lúpus, que pode afetar articulações, pele, rins e até células sanguíneas. Outras, a agressão é mais direcionada, como na artrite reumatoide, que tem uma clara preferência pelas articulações, seja dos joelhos, dos quadris ou dos punhos. O resultado, os portadores conhecem bem: dor e muito inchaço.

Priscila Torres, 35 anos, tem fresco na memória os episódios por que passou quando a artrite reumatoide não estava controlada. Atividades simples, como pegar um copo, escovar os dentes, fechar o zíper da calça e o fecho do sutiã eram impossíveis de ser realizadas sem ajuda.

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O martírio começava assim que ela se levantava da cama. A passos curtos e parecendo um robô (como ela mesma descreve) devido às fortes dores que sentia nos joelhos, era uma odisseia conseguir chegar ao banheiro. “Ficava tudo inchado: tornozelo, punhos, quadril.

Uma sensação horrorosa.”

O reumatologista Thiago Bitar — que curiosamente também é paciente, tendo desenvolvido um tipo de artrite na infância — explica que a rigidez matinal é característica da doença e o paciente se sente como se estivesse “enferrujado”, com o corpo travado. Um episódio de rigidez pode se estender por mais de duas horas. “Eu sei pelo que os pacientes passam, pois também senti isso. Eles não conseguem tirar o pijama porque dói. Vão pegar a xícara de café, as mãos tremem.”

É comum que a rigidez ocorra especificamente pela manhã porque o processo inflamatório faz com que, durante o repouso, as articulações acumulem líquido no seu interior. Quando a pessoa acorda, a dor é mais forte, e só diminui quando ela se movimenta o bastante para reduzir a quantidade de líquido.

O momento ideal para o início do tratamento é 12 semanas após o início dos sintomas

A artrite reumatoide de Priscila está controlada e em remissão. A rigidez ainda faz parte da sua rotina, principalmente nos dias mais frios, mas dura poucos minutos. Ela sofreu bastante no início, quando foi diagnosticada em 2006.

Primeiro, porque as pessoas não acreditavam  que ela pudesse ter uma doença sem aparentar estar doente; também achavam que artrite fosse ” doença de gente idosa”. Depois, porque imaginou que as limitações progrediriam de tal modo que ela chegaria ao ponto de precisar utilizar próteses.

 “Eu trabalhava durante um tempo na enfermaria de Ortopedia da Escola Paulista de Medicina, onde justamente pacientes de artrite são internados para colocarem próteses”, recorda.

A artrite reumatoide é uma doença democrática, pode atingir desde crianças até idosos. Seu surgimento decorre de vários fatores, os quais incluem predisposição genética, exposição a fatores ambientais e infecções. Fatores hormonais também estão relacionados à doença, o que explica o fato de ela ocorrer três vezes mais em mulheres e apresentar melhora clínica no período da gestação.

Dor persistente

Dor simétrica é um dos sintomas característicos da artrite reumatoide. Em geral, ela atinge os dois lados do corpo (por exemplo, ambos os pulsos, cotovelos, joelhos ou tornozelos).

Outros sintomas incluem inchaço (edema), aumento de temperatura na região e dor persistente, que dura dias e pode desaparecer e então voltar de repente.

Também é comum o aparecimento de fadiga, pois o estado inflamatório aumenta a taxa metabólica, o que faz com que o paciente se canse mais facilmente.

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, melhor a resposta terapêutica e maior a possibilidade de remissão dos sintomas. “O momento ideal para o início do tratamento é 12 semanas após o início dos sintomas”, alerta a médica Licia Maria Henrique da Mota, presidente da Comissão de Artrite Reumatoide, da SBR (Sociedade Brasileira de Reumatologia).

A artrite reumatoide pode se tornar uma doença bastante debilitante, com forte impacto negativo em vários aspectos na rotina do paciente.

Ainda assim, muitos pacientes adiam a investigação dos sintomas, principalmente por falta de informação. Não é comum associar dor persistente a doenças reumatológicas.

Portanto, em geral o paciente toma anti-inflamatórios que só mascaram os sintomas e são vendidos sem receita na farmácia. Logo depois, procura um ortopedista para tomar injeções para dor até, então, o quadro se tornar poliarticular (atingir diversas articulações).

Nesse meio tempo, é comum que já tenha se passado mais de um ano desde o início dos sintomas.

Foi o caso de Josefa Menoci, 56 anos. Ela conta que chegou a ir inúmeras vezes ao ortopedista e um médico sugeriu, inclusive, que fizesse uma cirurgia no joelho.

“Tomei vários remédios por um bom tempo, só que o inchaço não sumia e as dores iam e voltavam. Até que um dia, um outro ortopedista que consultei teve o bom senso de me encaminhar para um reumatologista.

 Só assim consegui o tratamento adequado.”

Portanto, fique atento ao sintoma de dor e suas características. “O paciente com artrite acorda com muita dor sem ter feito nenhum movimento de grande intensidade que a justifique.

A dor mecânica, que qualquer pessoa pode ter, é diferente e está relacionada ao movimento.

Por exemplo, quem não sofre de artrite pode ter uma inflamação quando utiliza muito as mãos ou após um exercício físico intenso, só que em geral ela passa”, esclarece o dr. Bitar.

Qualidade de vida e trabalho

“A artrite reumatoide pode se tornar uma doença bastante debilitante, com forte impacto negativo em vários aspectos na rotina do paciente”, afirma dr.

Ricardo Xavier, pesquisador brasileiro e coordenador da pesquisa sobre “Empregabilidade de Pacientes com Artrite Reumatoide“, que acompanhou 309 pacientes de quatro países (Argentina,  Brasil, Colômbia e México).

A pesquisa foi apresentada no 19º Congresso Anual da Panlar (Liga Pan-Americana de Associações para a Reumatologia), na Cidade do Panamá, no Panamá.

Entre os pacientes pesquisados, os brasileiros apresentam a menor taxa de empregabilidade (40%), enquanto os argentinos têm a maior, com 73% dos pacientes empregados, seguidos pela Colômbia (61%) e México (54%).

Dra. Licia explica que há uma taxa de afastamento laboral muito grande quando se trata de doenças reumatológicas.

Elas ocupam o 2º lugar entre as causas de afastamento do trabalho no país, de acordo com o Ministério da Previdência Social. “A questão é que a artrite reumatoide é uma doença crônica e progressiva.

Se o indivíduo não recebe um tratamento adequado e contínuo, ele não consegue trabalhar”, afirma a especialista.

Patrícia, que já trabalhou como enfermeira em um hospital, conta que teve de deixar a profissão por conta da doença. “Eu trabalhava na emergência infantil e como usava muito as mãos para segurar os bebês e aplicar medicação, fui tendo dificuldades”, recorda.

 Ela diz que trocou o “cuidar assistencial” pelo “cuidar informacional” ao criar o Blog Artrite Reumatoide para compartilhar informações sobre esse universo que inclui 2 milhões de brasileiros (o equivalente à população de Belo Horizonte).

Hoje ela é patient advocacy (pacientes que militam pela disseminação de informação e acesso a tratamentos) e graduanda de jornalismo.

Tratamento contínuo

Por ser uma doença crônica e incurável, o tratamento contínuo requer disciplina por parte do paciente, pois só assim é possível controlar a doença e deixá-la inativa. “No começo, normalmente é preciso tomar muito remédio mesmo. Mas depois que a doença fica estável, não é preciso mais muita medicação”, salienta o dr. Thiago Bitar.

O tratamento medicamentoso inclui analgésicos, corticoides e drogas imunossupressoras, como o metrotrexato e a ciclosporina. Alguns medicamentos mais recentes, desenvolvidos por meio de tecnologias baseadas na biologia molecular, também têm se mostrado bastante eficazes.

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Além do tratamento convencional, uma recomendação unânime entre os reumatologistas é incentivar o paciente a praticar atividade física diária, ou seja, durante pelo menos 30 minutos, como preconizado pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

Fortalecer a musculatura como um todo ajuda diretamente a aliviar as dores nas articulações, já que são os músculos que dão sustentação a essas regiões. Mas atenção: as atividades não devem ser exaustivas e nem causar impacto (boxe e outras atividades de luta não são recomendadas), e, nos períodos de atividade da doença, pode ser indicado repouso.

* Matéria finalista do prêmio SBR/Pfizer de Jornalismo.

Как делать укол тестостерона

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    Определите концентрацию тестостерона. Тестостерон для инъекций обычно идет в форме энантат или ципионат тестостерона. Эти жидкости выпускаются в нескольких возможных концентрациях, поэтому очень важно перед уколом определить дозу с учетом концентрации сыворотки.

    Обычно тестостерон выпускается в дозировках по 100 мгмл или 200 мгмл. Другими словами, некоторые дозы тестостерона имеют в “два раза” большую концентрацию, чем другие. Проверьте концентрацию тестостерона перед уколом, чтобы убедиться в правильности выбора концентрации.

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    Используйте стерильные и подходящие вам шприц и иглу. Как при любых уколах, очень важным при уколах тестостерона, является использование шприца, который не использовался раньше и является стерильным. Грязные иглы могут распространять смертельные заболевания крови, такие как гепатит и ВИЧ. Каждый раз при уколе тестостерона используйте стерильную и новую иглу из упаковки.

    • Примите во внимание, что тестостерон является более вязким и масленым веществом, чем другие лекарства, поэтому вам потребуется игла большего диаметра, чем обычно (например, 18 или 20 размера) для того чтобы ввести дозу. Так как толстая игла более болезненна, вам придется поменять иглу на более тонкую перед введением лекарства.
    • Шприца объемом в 3 мл (куб.см) будет достаточно для большинства уколов тестостерона.
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    Вымойте руки и наденьте стерильные перчатки. Чтобы уменьшить инфицирования, важным является чистота рук во время укола. Тщательно вымойте руки антибактерицидным мылом и наденьте стерильные перчатки. Если до укола вы дотронетесь до какого либо не стерильного предмета, поменяйте перчатки, сделайте это как меру предосторожности.

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    Наберите дозу. Врач назначил вам рекомендованную дозу – определите объем дозы относительно концентрации тестостерона. Например, если врач назначил 100 мл тестостерона, вам потребуется 1 мл раствора с концентрацией 100 мгмл или 12 раствора с концентрацией 200 мгмл.

    Чтобы набрать раствор в шприц, наберите в него количество воздуха равное нужному количеству раствора. Затем протрите верхнюю часть ампулы с лекарством спиртом, вставьте иглу в колпачок, погрузив иглу в лекарство, и выдавите туда воздух из шприца.

    Переверните бутылочку с лекарством вверх ногами и наберите нужное количество тестостерона.

    • Ввод воздуха в бутылочку повышает внутреннее давление, что облегчает набор лекарства в шприц. Это особенно важно в случае с тестостероном, который может быть тяжело набрать из-за его густоты.
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    Поменяйте иглу на меньший размер. Толстые иглы могут быть болезненны. Нет нужды подвергать себя боли лишний раз, особенно если вам придется очень часто колоть тестостерон. Поменяйте иглу на более тонкую, после того как наберете дозу, выньте иглу из бутылочки с лекарством и держите ее вверх острием.

    Наберите в шприц немного воздуха, это нужно сделать для того, чтобы создать пространство между лекарством и верхушкой шприца и не пролить лекарство.

    Пользуясь другой рукой (которая вымыта и в перчатке и не держит шприц), наденьте колпачок на иглу и снимите со шприца, а потом наденьте иглу меньшего диаметра (например, 23 размера).

    • Обратите внимание, другая игла также должна быть стерильна и запечатана.
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    Выдавите воздух из шприца. Введение в организм человека пузырьков воздуха может привести к серьезному состоянию, которое называют эмболизмом. Именно поэтому очень важно убедиться в отсутствии воздуха в шприце во время укола тестостерона. Сделайте это при помощи аспирации. Ниже приведены инструкции, как это делать:

    • Держите шприц иглой вверх от себя, предварительно сняв колпачок.
    • Осмотрите шприц на предмет пузырьков. Постучите по стенке шприца и сгоните пузырьки воздуха кверху.
    • Когда доза будет без пузырьков, мягко нажмите на поршень и выпустите воздух из шприца наружу. Когда вы увидите на кончике иглы небольшую каплю вещества, остановитесь. Будьте осторожны и не разбрызгайте большую часть дозы на пол.
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    Приготовьте место укола. Уколы тестостерона в большинстве случаев делают внутримышечно, а значит, вводятся прямо в мышцу.

    Два места, куда легко добраться для укола в мышцу, это латеральная широкая мышца бедра (верхняя часть бедра) или квадрат (верхняя часть бедра, то есть ягодица). Это не единственные места, куда вводят тестостерон, но наиболее распространенные.

    Независимо от выбора места, возьмите спиртовую салфетку и протрите место укола. Спирт убьет бактерии на коже и предохранит от инфицирования.

    • Если вы колите в ягодицу, выберите место укола в верхнем наружном углу ягодицы. Другими словами, выберите правый верхний угол правой ягодицы или левый верхний угол левой ягодицы. В этих местах наиболее легкий доступ к мышце и меньше вероятности попадания в нерв или сосуды, которые расположены в ягодице.
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    Сделайте укол. Возьмите шприц как дротик под углом в 90 градусов к поверхности кожи и места укола. Быстро воткните в плоть. Перед тем как нажать на поршень слегка его оттяните. Если вы потянули кровь в шприц, выньте его и выберите другое место, потому что вы попали в вену. Вводите лекарство равномерно.

    • Возможно, пациент почувствует определенный дискомфорт, жжение или давление. Это нормально.
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    Позаботьтесь о месте инъекции после укола. После того как вы полностью вдавите поршень, медленно выньте иглу.

    Во время вынимания иглы придавите кожу вокруг нее спиртовой салфеткой, это нужно для того, чтобы игла не потянула кожу и не вызвала болезненных ощущений.

    Осмотрите место укола на предмет кровотечения и приложите стерильный ватный шарик или пластырь по необходимости. Выкиньте иглу и шприц в контейнер для острых материалов.

    • Если после укола у пациента наблюдается покраснение, опухание или дискомфорт в месте укола дольше, чем обычно, немедленно обратитесь к врачу.

Bula do Undecilato de Testosterona

Reposição de testosterona em hipogonadismo masculino primário e secundário.

  • Carcinomas androgênio-dependentes de próstata ou de glândula mamária do homem.
  • Hipercalcemia que acompanha tumores malignos.
  • Tumores hepáticos atuais ou prévios.
  • Hipersensibilidade à substância ativa ou a qualquer um de seus excipientes.
  • O uso de Undecilato de Testosterona é contraindicado em mulheres.
  • Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres.

Via intramuscular.

Instruções de uso / manipulação

O conteúdo da ampola deve ser injetado por via intramuscular imediatamente após aberta.

Existe uma área marcada, logo abaixo do ponto colorido na ampola, eliminando a necessidade de serrá-la. Antes de abrir a ampola, assegure-se que toda solução da parte superior escoe para parte inferior.

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Utilize as duas mãos para abrir a ampola.

Enquanto segura a parte inferior da ampola com uma das mãos, utilize a outra mão para quebrar a parte superior da ampola na direção oposta àquele ponto colorido marcado na ampola.

Método de administração

Solução para injeção.

Regime de dose

Undecilato de Testosterona – uma ampola corresponde a 1000 mg de undecilato de testosterona – deve ser administrado a cada 10 a 14 semanas. Injeções administradas com esta frequência são capazes de manter níveis suficientes de testosterona, sem levar ao acúmulo.

A dosagem da testosterona sérica, como uma das formas de monitorização do tratamento, só deve ser realizada após se atingir o estado de equilíbrio, o que usualmente passa a ocorrer a partir da quarta administração do produto.

As injeções devem ser administradas muito lentamente. Undecilato de Testosterona deve ser administrado exclusivamente por via intramuscular. Deve-se adotar precaução especial para evitar injeção intravasal.

Início do tratamento

Antes do início do tratamento, os níveis séricos de testosterona devem ser dosados. O intervalo entre a primeira e a segunda injeção pode ser reduzido a um mínimo de 6 semanas. Com esta dose, os níveis do estado de equilíbrio são alcançados rapidamente.

Individualização do tratamento

É aconselhável medir os níveis séricos de testosterona, ocasionalmente, no final de um intervalo entre as injeções.

Níveis séricos inferiores aos valores considerados normais indicam necessidade de um intervalo menor entre as injeções. No caso de níveis séricos elevados, deve-se considerar um aumento do intervalo entre a administração de duas injeções.

O intervalo entre a administração das injeções deve permanecer dentro da faixa recomendada de 10 a 14 semanas.

Informações adicionais para populações especiais

Pacientes pediátricos

Undecilato de Testosterona não é indicado para o uso em crianças e adolescentes e não foi avaliado clinicamente em pacientes masculinos com idade inferior a 18 anos.

Pacientes idosos

Dados limitados não sugerem a necessidade de ajuste de dose em pacientes idosos.

Pacientes com disfunção hepática

Não foram conduzidos estudos formais em pacientes com disfunção hepática. O uso de Undecilato de Testosterona é contraindicado em pacientes com presença ou histórico de tumor hepático.

Pacientes com disfunção renal

Não foram conduzidos estudos formais em pacientes com disfunção renal.

Em relação às reações adversas associadas ao uso de androgênios, vide também o item “Advertências e Precauções”.

As reações adversas mais frequentemente reportadas durante o tratamento com Undecilato de Testosterona são acne e dor no local da injeção.

A Tabela 1 abaixo mostra as reações adversas classificadas por sistema corpóreo MedDRA (MedDRA SOCs, versão 10.1)* reportadas com Undecilato de Testosterona. As frequências são baseadas em dados de estudos clínicos e definidas como comum (≥ 1/100 a

Androgênios: definição, níveis, a testosterona e mais

Este artigo está disponível também em: English, español

*Tradução: Joana de Sousa

O que são os androgênios?

De maneira simples, os androgênios são um grupo de hormônios. O mais conhecido de todos é provavelmente a testosterona.

Há muitos preconceitos sobre a testosterona e outros androgênios. As pessoas tendem a pensar na testosterona como sendo os hormônios “masculinos”. E é verdade que a testosterona é o hormônio mais importante para o desenvolvimento sexual das pessoas com órgãos sexuais masculinos (1).

Dito isto, todos os corpos – independentemente do seu sexo – produzem e requerem algum nível de androgênios para o seu desenvolvimento reprodutivo (1,2).

Hormônios, como os androgênios, facilitam a comunicação entre as células de todo o corpo. Algumas células possuem receptores androgênicos. Pense em cada hormônio como chave e nos receptores como o cadeado – juntos eles fazem o seu corpo funcionar. Hormônios criados a partir do colesterol, como os androgênios e o estrogênio, são conhecidos como hormônios esteróides (1).

Os androgênios são produzidos nas glândulas adenoides e nos ovários através da conversão do colesterol (1,2). Os tecidos muscular e adiposo também podem sintetizar a testosterona (3).

O que fazem os androgênios pelo seu corpo?

Os androgênios não afetam apenas a nossa saúde sexual; eles desempenham também um papel importante no nosso metabolismo, na sensibilidade à insulina e, possivelmente, na nossa composição corporal (quantidade e distribuição de gordura corporal e músculo) (4-6).

Os androgênios também podem afetar a densidade óssea e a saúde cardiovascular em mulheres cis-gênero (5-7), e algumas pesquisas sugerem que os androgênios podem ter um impacto na função cerebral e no humor (3,6,7), mas para afirmar isso é necessária mais investigação.

O estrogênio mais “importante”, o estradiol, é na verdade sintetizado a partir da testosterona por uma enzima chamada aromatase (1,2). Os androgênios também parecem afetar a função do endométrio (o revestimento do útero) e podem desempenhar um papel na preparação para uma potencial gravidez (8).

Provavelmente existe uma relação entre a libido (o desejo sexual) e os níveis de androgênios (3,9), mas a relação é complicada. Nós vamos aprofundar isso mais abaixo neste artigo.

Como saber se seus níveis de androgênios são normais?

Todo mundo tem seu próprio “normal”. Como existem mudanças “normais” ao longo da vida de uma pessoa, os sintomas podem ser bem mais importantes do que os resultados de um teste hormonal. (Mas, caso você tenha curiosidade, também incluímos informações sobre os níveis padrão de androgênios dadas por testes hormonais – abaixo nesta seção.)

Os sintomas de níveis de androgênios elevados podem ser os seguintes:

  • Hirsutismo (crescimento excessivo de pêlos)
  • Acne
  • Períodos irregulares
  • Ausência do Período (amenorreia)
  • Anovulação (Não libertação do ovulo pelo ovário)
  • Infertilidade (10,11)

As doenças que podem causar ou estão associadas a elevados níveis de androgênios incluem:

  • Síndrome do Ovário Policístico (SOP)
  • Tumores na glândula adrenal
  • Tumores nos ovários
  • Hiperprolactinemia – excesso de produção de prolactina (hormônio do leite)
  • Doença de Cushing – excesso de produção do hormônio adrenocorticotrófico (9,10,12)

Os sintomas de baixos níveis de androgênios

Não há muitos sintomas óbvios de androgênios baixos em mulheres cis-gênero e pessoas com ovários. Esses sintomas podem incluir alterações no desejo sexual e humor, mas os resultados da investigação não são claros (7,9,10).

O que pode causar ou está associados a níveis inesperadamente baixos de androgênios – procedimentos, tratamentos e doenças:

  • Insuficiência ovariana primária (ou seja, menopausa muito precoce)
  • Menopausa induzida cirurgicamente
  • Hipopituitarismo – produção insuficiente de um ou mais hormônios
  • Quimioterapia
  • Insuficiência adrenal
  • HIV
  • Métodos contraceptivos e terapia hormonal com estrogênio (7,9,10)

Algumas destas (doenças ou tratamentos) podem levar a níveis baixos de androgênios através do aumento de globulina SHBG – ligadora de hormônios sexuais (7,9). Um aumento na SHBG provoca uma diminuição na testosterona biodisponível, e por isso, mesmo que seus níveis totais de testosterona estejam normais, a testosterona realmente disponível pode ainda ser baixa.

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