Como aplicar um peeling químico (com imagens)

Como Aplicar um Peeling Químico (com Imagens)

Que tal melhorar o aspecto da sua pele com o peeling de ácido retinóico? O procedimento consiste na aplicação deste agente também chamado de tretinoina, uma forma oxidada de vitamina A, com o objetivo de renovar as camadas superficiais da pele, através da sua descamação.

É um peeling rápido que não exige internação ou repouso e pode ser aplicado em qualquer área do corpo, como face, colo, mãos, dorso, braços, costas e em estrias.

O foco principal desta técnica é o tratamento do envelhecimento da pele, seja o intrínseco, determinado geneticamente, ou o extrínseco, causado pela exposição solar.

Informações Gerais

O peeling de ácido retinóico é um tratamento estético bastante eficiente, que utiliza um dos compostos mais conhecidos entre as substâncias usadas em peelings químicos.

 Para que serve o peeling de ácido retinóico?

A ação promovida pelo peeling de ácido retinóico é responsável por eliminar os principais sinais do fotoenvelhecimento.

Além disso, o procedimento estimula a produção de colágeno.

As rugas finas, hiperpigmentação, manchas, sardas, aspereza e irregularidades na pele estão entre os sinais mais comuns do envelhecimento da pele.

Tratamento

O peeling de ácido retinóico pode ser dividido em três tipos: superficial, médio e profundo. O primeiro consiste na renovação da camada mais superficial da pele.

O procedimento é utilizado no tratamento de manchas e cicatrizes de acnes ou rugas menos profundas. O médio, por sua vez, é recomendado para remoção da camada média da pele.

O tratamento é indicado em casos de manchas, acnes e rugas mais fundas. Já o peeling profundo tem como objetivo promover a remoção e a renovação de uma camada mais profunda da pele.

O procedimento é realizado para tratar os efeitos da radiação, além de acnes e cicatrizes mais intensas.

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Como funciona o peeling de ácido retinóico?

O peeling com ácido retinóico penetra na pele atingindo somente sua camada superficial.

Da maneira em que é aplicado, proporciona uma leve esfoliação na pele, ativando a microcirculação.

Com isso, a pele é estimulada, fazendo com que ocorra o processo da neocolagênese e da elastogênese (produção de novas fibras de colágeno e de elastina).

Como é realizada a aplicação do peeling de ácido retinóico?

Antes da aplicação do peeling de ácido retinóico é importante que haja uma preparação da pele. A pessoa submetida ao tratamento deve realizar a aplicação de cremes pré-peeling para otimizar os resultados do procedimento.

Após a definição do nível de ácido utilizado, que pode variar de acordo com o quadro apresentado, o profissional realiza a aplicação do produto.

O paciente deve aguardar de 2 a 6 horas, aproximadamente, para realizar a retirada do peeling de ácido retinóico, em sua própria casa.

Quais os cuidados após o peeling de ácido retinóico?

Com a retirada do produto, a pele do paciente pode apresentar certa vermelhidão e sensibilidade. Além disso, é normal que ocorra descamação.

É fundamental utilizar protetor solar e evitar exposição excessiva ao sol. A utilização de cremes hidratantes também é uma boa alternativa.

Apesar disso, é importante que todos os produtos utilizados antes e após o procedimento sejam avaliados pelo profissional responsável.

Quais os resultados do peeling de ácido retinóico?

Os primeiros resultados aparecem após a quarta sessão, que devem ser de seis a dez, feitas quinzenalmente.

No caso de peles acneicas, o ácido retinóico normaliza a queratinização dentro dos poros e impede esse entupimento, evitando o aparecimento de novas lesões.

Melhora a textura da pele, o que ajuda também no tratamento das cicatrizes de acne.

Ao usar o ácido retinóico para fotoenvelhecimento, começa-se a perceber melhora nas rugas no primeiro mês de tratamento ou até mesmo duas semanas após o início de seu uso.

No caso do clareamento da pele, os resultados se tornam visíveis a partir de mais ou menos 45 dias. Já para o tratamento de rugas, começam a realmente desaparecer dentro de quatro meses, e nesse período o clareamento de manchas também se inicia.

Quais as contraindicações do peeling de ácido retinóico?

O peeling de ácido retinóico não deve ser aplicado sobre a pele inflamada, eczematosa ou com queimaduras de sol.

É contraindicado para que tem infecções ativas na pele, como herpes simples ou infecções bacterianas e deve ser evitado em portadores de rosácea.

Além disso, o ideal é que não seja feito por pessoas que necessariamente se expõem ao sol, seja por praticarem esportes, viajarem ou por trabalharem ao ar livre.

No caso das grávidas, o ácido retinóico pode afetar a formação do feto, por isso a substância é totalmente proibida na gestação.

Na amamentação, é possível usá-lo, mas prefere-se que seja após o bebê completar seis meses, pois já terá um peso maior e absorverá menos as substâncias presentes no leite materno.

Como Aplicar um Peeling Químico (com Imagens)

Qual profissional pode realizar o peeling de ácido retinóico?

É fundamental que um dermatologista avalie a pele do paciente antes do tratamento com o peeling de ácido retinóico.

Esteticistas também são profissionais aptos a realizarem esse procedimento estético.

Contudo, é preciso considerar a qualificação da pessoa e o tipo de tratamento realizado.

 O peeling de ácido retinóico pode ser usado com outro procedimento complementar para potencializar os resultados?

O peeling de ácido retinóico pode ser usado com potencializador de outros peelings, como o de fenol, que previne a hiperpigmentação pós-inflamatória, garantindo uma uniformidade na aplicação do produto.

 Vale a pena investir em procedimentos estéticos para resolver o problema?

O peeling de ácido retinóico é indicado especialmente para o tratamento dos sinais do fotoenvelhecimento. O envelhecimento da pele é um processo natural para todos, conhecido como intrínseco.

No entanto, a pele também é afetada pelos danos causados pela radiação ultravioleta. A aplicação deste agente estimula a produção de colágeno, auxiliando a firmeza da pele e a renovação celular.

Portanto, investir em procedimentos que melhoram a aparência só trazem bons resultados para elevar a autoestima.

Como Aplicar um Peeling Químico (com Imagens) Indicações

Tratamento tópico da acne vulgar, especialmente nos graus I, II e III (ação comedolítica e esfoliante);

  • Fotoenvelhecimento cutâneo;
  • Queratose folicular;
  • Melhoras aspecto das estrias;
  • Limpeza superficial na pele (aumento do viço e da luminosidade natural);
  • Atenuação de linhas finas de expressão, não removendo rugas;
  • Clareamento de manchas superficiais (não remove manchas profundas);
  • Remoção de efélides e manchas de sol;
  • Clareamento geral da pele.

Perguntas Frequentes

Depois de realizar o peeling de ácido retinóico, a pele fica bastante sensível.

Por essemotivo, qualquer produto utilizado no local deve ser avaliado pelo profissionalresponsável para que não haja nenhum risco para a pele.

Apesar disso, após arealização do procedimento, a penetração de outros tipos de agentes químicos ficamais fácil. Dessa forma, outros tratamentos para o fotoenvelhecimento têm seusresultados potencializados.

Peeling químico é o mesmo que limpeza de pele?

Não. A limpeza de pele tem o objetivo de remover as impurezas e os cravos da pele, do rosto e das costas. Já o peeling químico consiste na renovação total de umadeterminada camada da pele.

Peeling de ácido retinóico é um procedimento dolorido?

O peeling químico não é dolorido, mas o produto utilizado pode provocar umasensação de ardência e queimação na pele. No entanto, não ocorre nenhum tipo dedor ou desconforto que necessite de sedação ou anestesia.

O efeito do peeling com ácido retinóico é imediato?

Para que os resultados do peeling químico sejam notados é necessário que haja adescamação e a renovação da pele, em primeiro lugar. Dessa forma, a camada que seforma após o tratamento fica visível em cerca de 10 a 15 dias após o tratamento.

Todo tipo de pele pode realizar o peeling com ácido retinóico?

Não. A pele negra, por exemplo, não responde bem ao tratamento. Em geral, esse tipode pele acaba manchado após a aplicação do produto. É importante consultar um

profissional para que ele indique a melhor opção de tratamento.

Posso realizar o peeling de forma caseira?

Não é recomendado. Qualquer tipo de procedimento estético ou dermatológico quefaça uso de ácidos deve ser orientado por um profissional capacitado. Dessa forma, épossível evitar prejuízos para a pele. O dermatologista ou esteticista responsável pelo

tratamento deve avaliar o tipo de pele do paciente. Após a avaliação minuciosa, é

possível indicar o melhor procedimento para cada caso e realizar as recomendaçõesadequadas. Em alguns casos, o dermatologista pode recomendar a utilização decremes que possuam uma determinada quantidade de ácido retinóico. No entanto, a

concentração é bem mais baixa do que a utilizada em consultório.

Peeling com ácido retinóico pode ser feito no verão?

Pode, desde que sejam tomados alguns cuidados. Os raios solares em excesso e semproteção são bastante maléficos para a pele.

Uma das principais consequências é oenvelhecimento. Como a pele fica bastante sensível após a realização do peeling deácido retinóico, a ação do sol acaba sendo potencializada.

Por esse motivo, é

fundamental a utilização do filtro solar e evitar exposição ao sol por algum tempo.

Qual a diferença entre o peeling químico e o peeling físico?

Os peelings conhecidos como físicos também são bastante eficientes em tratamentosestéticos e dermatológicos. A principal diferença está na ação promovida peloprocedimento.

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Enquanto os químicos, como é o caso do peeling de ácido retinóico,têm como objetivo promover uma descamação da pele, os peelings físicos consistemem uma esfoliação.

Em ambos os casos, no entanto, ocorre uma renovação celular e a pele renovada fica mais rejuvenescida e aberta para a ação de outros ativos.

Peeling de ácido retinóico pode ser feito mais de uma vez?

Sim, desde que seja recomendado por um profissional qualificado. O número desessões necessárias para eliminar ou suavizar os sinais desejados pode variar de umpaciente para outro. Vale lembrar que, caso seja necessária a realização de mais deuma sessão de peeling de ácido retinóico, é preciso que haja um intervalo entre elas.

Dessa forma, a pele pode se recuperar da descamação e evitar lesões.

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Para realizar o peeling de ácido retinóico, os profissionais habilitados conversam com os pacientes, orientando sobre todos os passos do tratamento, e os cuidados que devem ser tomados após sua realização.

Peeling químico: o que é, benefícios e cuidados após o tratamento

O peeling químico é um tipo de tratamento estético que é feito com a aplicação de ácidos sobre a pele para retirar as camadas danificadas e promover o crescimento de uma camada lisa, podendo ser feito para eliminar manchas e linhas de expressão, por exemplo.

O peeling químico custa entre R$150 e R$300,00 para os casos mais simples. No entanto, os mais complexos podem chegar até aos R$1500,00, dependendo da clínica e do problema a ser tratado.

 O peeling químico não pode ser comprado em supermercados, farmácias ou lojas de produtos cosméticos pois deve ser aplicado por um profissional especializado, como dermatologista ou fisioterapeuta dermatofuncional, para evitar complicações graves como queimadura da pele.

Como Aplicar um Peeling Químico (com Imagens)

Rugas antes do peeling químico

Como Aplicar um Peeling Químico (com Imagens)

Rugas após o peeling químico

Tipos de peeling químico

O peeling químico pode ser feito na pele do rosto, mãos e pescoço para remover manchas, marcas de acne e cicatrizes. Assim, de acordo de com a região, a técnica de peeling químico pode variar, sendo os principais tipos:

  • Peeling químico superficial: remove a camada mais externa da pele, sendo ótimo para clarear manchas e retirar marcas de acne ou rugas superficiais;
  • Peeling químico médio: são utilizados ácidos que removem a camada externa e média da pele, sendo utilizado para tratar acne e rugas mais profundas;
  • Peeling químico profundo: remove as camadas de pele até ao nível interno, sendo recomendado para casos de pele danificada pelo sol e outras cicatrizes, como as de acne ou acidentes.

Os resultados do peeling químico podem ser vistos à partir da segunda sessão de tratamento, e nesse período é aconselhado o uso de um bom creme hidratante, com filtro solar, pois a pele fica muito sensível, avermelhada e com tendência a descamar.

Benefícios do peeling químico

Os principais benefícios do peeling químico incluem:

  • Redução das cicatrizes de acne e de acidentes;
  • Renovação das camadas de pele, melhorando a aparência da pele;
  • Redução das manchas de idade ou sol;
  • Eliminação de rugas e linhas de expressão.

Esse tipo de tratamento também reduz a oleosidade da pele, aumenta a produção de colágeno, e previne o aparecimento de cravos e espinhas. Os resultados do peeling químico dependem do tipo de peeling, se superficial, médio ou profundo, e das características da pele, sendo o resultado mais satisfatório em peles mais claras.

Cuidados pós peeling

Após o peeling químico a pele fica muito sensível e, por isso, é recomendado evitar a exposição ao sol, usar filtro solar de 4 em 4 horas e evitar tocar na área tratada. Além disso é importante usar cremes hidratantes para manter a pele saudável e evitar o aparecimento de manchas e outros danos. Veja como fazer um hidratante caseiro para pele seca.

É importante, também, lavar a pele tratada com um sabonete neutro, para evitar a irritação da área, além de ser indicado borrifar água termal na região tratada para evitar a vermelhidão e a ardência do local. É recomendado voltar ao profissional que realizou o procedimento caso a irritação seja muito grande para que se possa indicar o uso de creme com corticoides, por exemplo.

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A acne é uma doença pilosebácea que afeta ambos os sexos que estão próximos da puberdade. Na maioria dos casos diminuem sua atividade no final da adolescência, entretanto, a intensidade e duração da acne variam de individuo a individuo (HABIF, 2005).

A acne pode ser qualificada em grau I, que é a forma mais leve de acne, onde não há inflamação ou comedoniana caracterizada pela presença de comedões fechados e comedões abertos popularmente conhecido como cravos.

Já o grau II ocorre quando há acne inflamatória ou pápulo-pustulosa, onde há comedões associado às pápulas (lesões sólidas) e pústulas (lesões líquidas de conteúdo purulento).

No grau III quando há acne nódulo-abscedante, quando se somam os nódulos (lesões sólidas mais exuberantes) e grau IV existe acne conglobata, na qual há formação de abscessos e fístulas (SAMPAIO S; RIVITTI E, 2001).

Há um atraso na procura de tratamento da acne por ser considerado um processo normal no desenvolvimento, levando ao aparecimento de cicatrizes tanto em nível cutâneo como psico-social.

As lesões podem ser dolorosas e os episódios de exarcebação da acne podem causar uma baixa auto-estima, falta de autoconfiança, isolamento na sociedade e até mesmo a depressão.

Por isso é de grande importância um tratamento adequado para que reduza a gravidade e até a quantidade dessas cicatrizes (VAZ, 2003).

Os pais dos adolescentes retardam a procura ao médico acreditando que a acne é normal na fase da adolescência.

Com o não tratamento dessa patologia é quase provável o surgimento de suas seqüelas tais como cicatrizes e manchas na pele, como também a maior seqüela, a baixa auto-estima tanto para os adolescentes como também para o adulto que ele será um dia com marcas e manchas de acne da adolescência.

Nem todos os casos de acne terminam na adolescência podendo persistir até os quarenta anos em média. A causa dessa patologia ainda é muito discutida, muitos estudos relatam que o estresse é um dos grandes fatores de exacerbação.

A acne não pode ser curada, mas pode ser controlada (BRITO, 2010).

As implicações da acne estão muito além das marcas deixadas na face, sendo assim difícil de esconder as lesões que às vezes apresentam-se com proeminência e eritema afetando o aspecto pessoal como também a auto-estima.

A Dermato-Funcional é a área da Fisioterapia que atua nos distúrbios patológicos e estéticos, tratando assim as seqüelas de acne, como manchas e cicatrizes que acometem diversas pessoas, proporcionando assim a melhora da aparência. Sendo assim a Fisioterapia Dermato-Funcional pode levar grandes benefícios aos indivíduos com acne como também as suas seqüelas como manchas e cicatrizes.

Os tratamentos para o controle da acne realizados pela Fisioterapia Dermato-Funcional são vários, entre eles, limpeza de pele, desincruste, luz ultravioleta, peelings, dentre outros. O peeling químico de ácido glicólico tem um bom resultado para o tratamento das seqüelas de acne, pois renova a pele provocando uma descamação da pele, clareando assim manchas e reduzindo as cicatrizes de acne.

Um dos principais recursos oferecidos pela Dermato-Funcional para o tratamento das seqüelas de acne são os peelings que podem ser físicos ou químicos. Estes atuam no tratamento das seqüelas deixadas pela acne através da renovação celular, clareando as manchas e reduzindo as cicatrizes, contribuindo assim para melhorar a auto-estima e a qualidade vida.

O peeling químico consiste na aplicação de um ou mais agentes a pele, causando uma destruição controlada na epiderme e sua reepitalialização. Muito popular por propiciar a melhora da aparência da pele danificada por fatores extrínsecos, intrínsecos como também as cicatrizes de acne (VELASCO, 2004).

O ácido glicólico é da família dos alfa-hidroxi-ácidos, derivado da cana de açúcar, seus efeitos sobre a pele envelhecida têm sido amplamente estudados.

 Esse ácido é considerado um queratolítico verdadeiro pelo tamanho da sua estrutura química ser pequeno, tendo assim uma maior penetração intracelular (GUIRRO; GUIRRO, 2004).

Os ácidos são substancias com pH inferior ao da pele, criando assim uma esfoliação química podendo ser muito superficial, superficial, médio ou profundo dependendo da sua concentração e do seu pH.

O peeling causa destruição de parte da epiderme e/ou derme, seguida de sua regeneração, tendo como objetivo o rejuvenescimento da pele, diminuição ou desaparecimento de cicatrizes, manchas, cicatrizes superficiais, acne e suas seqüelas (BORGES, 2006).

Uma boa avaliação antes do inicio do tratamento é de grande importância para a obtenção de um bom resultado.

Inicialmente deve ser realizada a limpeza da pele com álcool e algodão para eliminar a sujeira que poderá atrapalhar a penetração do ácido.

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É interessante que seja realizada uma limpeza de pele 3 dias antes para que as impurezas não atrapalhe o mecanismo da ação do ácido sobre a pele, podendo também ser feito um tratamento pré-peeling para facilitar este mecanismo de ação.

As sessões podem ser realizadas semanais, quinzenais ou mensais, dependendo do tipo de pele, a concentração do ácido e o seu pH. É importante explicar ao individuo a sensação de formigamento na pele e que após a aplicação pode ocorrer irritação e eritema.

É contra-indicada de forma absoluta pele com ferimentos, cicatrizes de pós-operatório recente, herpes zoster, alergia aos ácidos, dente outros. As relativas são para peles sensíveis, eritema solar ou após depilação imediata. A exposição ao sol durante o tratamento com peeling é proibida para prevenção de manchas na pele como também seu envelhecimento precoce.

O ácido glicólico é o muito usado na área de Dermato-Funcional para tratar rugas, acnes, seqüelas de acne como manchas e cicatrizes e estrias. As complicações que podem aparecer são a herpes labial, eritema persistente e hiperpigmentação pós-inflamatória (BORGES, 2005).

Essa pesquisa tem o objetivo de investigar a eficiência do peeling de ácido glicólico a 30% no tratamento das seqüelas de acne facial, relacionando aos tratamentos da Fisioterapia Dermato-Funcional que podem favorecer uma melhor auto-estima para esses indivíduos fazendo com que eles tenham uma melhor qualidade de vida. Sendo assim cremos que esse estudo poderia trazer contribuições do ponto de vista teórico e prático auxiliando a atividade da Fisioterapia Dermato-Funcional em relação à redução das seqüelas de acne.

MATERIAIS E MÉTODOS

O estudo foi realizado em uma Clínica de Fisioterapia Dermato-Funcional localizada na Cidade do Juazeiro do Norte-CE, Brasil. Participaram desse estudo 09 indivíduos que apresentavam seqüelas de acne facial, escolhidos por período de tempo.

Quanto à forma de abordagem do problema essa pesquisa é classificada como quantitativa onde uma determinada população ou grupo compartilham características. Gerando medidas precisas e confiáveis, permitindo uma analise estatística (CERVO, 2002).

Em relação ao tipo de estudo essa pesquisa trata-se de um estudo exploratório onde visa envolver levantamentos bibliográficos, entrevistas com indivíduos que tiveram a experiência pratica do problema pesquisado e a análise dos exemplos para que seja estimulada a compreensão.

Tendo a finalidade de desenvolver, esclarecer e modificar os conceitos e/ou idéias para a formação de posteriores abordagens.

Sendo assim esse tipo de estudo tem como finalidade proporcionar maior conhecimento para o pesquisador em relação aos assuntos, com finalidade de que se possam formar problemas mais preciosos ou até mesmo criar hipótese que possam ser pesquisadas posteriormente (GIL, 1999).

Esse método tem fundamentação na idéia de que a analise de uma unidade de certo universo possibilita a compreensão em geral do mesmo ou de forma a estabelecer bases para uma investigação posterior mais precisa (GIL, 1999)

Foram incluídos no estudo 10 pessoas que apresentavam seqüelas de acne facial, independente de sexo, idade, fototipo cutâneo e grau de acne que aceitaram participar do estudo mediante a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido (APÊNDICE 2).

Foi excluído 01 indivíduo que não compareceu as 10 sessões. Ao total participaram do estudo 08 indivíduos do sexo feminino e 01 do sexo masculino.

A coleta de dados foi realizada no período de Maio a Novembro de 2010, foram usados para parâmetros de avaliação: documento fotográfico do antes e depois (frente e perfil direito e esquerdo) e questionário de satisfação.

Após avaliação foi realizado nos indivíduos 10 sessões do peeling químico de ácido glicólico a 30% de 15 em 15 dias aplicado pela Fisioterapeuta.

O procedimento ocorreu da seguinte forma: a cada sessão a pele da face foi higienizada com sabonete liquido neutro com algodão úmido, desengordurada com álcool também com algodão úmido, foi aplicado o ácido glicólico a 30% em toda a face com um pincel e quando apareceu eritema o ácido era retirado e quando não aparecia eritema permanecia com ácido na face por 15 minutos. Após esse procedimento foi retirado o ácido da face neutralizando com bicarbonato de sódio com água embebendo o algodão com essa solução, depois foi aplicado uma loção calmante até acalmar ou por 5 minutos, era retirado e aplicado o protetor solar. Após o final do tratamento os indivíduos responderam ao questionário final de satisfação do resultado do tratamento.

A análise dos dados foi realizada após as respostas do questionário final de satisfação dos pacientes de acordo com o resultado final do tratamento.

Após a coleta foi confeccionado um banco de dados no software de formatação de planilhas Excell for Windows, versão 2007.

Os dados da pesquisa e os resultados das analises foram colocados em tabelas e gráficos sendo colocados como resultados do estudo.

Segundo os aspectos éticos contidos na resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde esse estudo foi analisado pelo Comitê de Ética.

Cada participante recebeu informações detalhadas sobre a pesquisa, sendo-lhes garantido anonimato e liberdade para participar do estudo ou dele desistir em qualquer etapa.

  Também foi assegurado que a pesquisa não acarretaria nenhum prejuízo ou complicações ao participante.

  • Todos os sujeitos assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, em conformidade com as Diretrizes e Normas da Pesquisa envolvendo Seres Humanos.
  • RESULTADOS E DISCUSSÃO
  • Tabela com resultado do questionário de satisfação ao final do tratamento (Tabela 01).
Questionário Respostas
Houve melhora na aparência da pele? (09) sim (00) não
Se sim qual? (04) afinamento da pele
(02) redução de acne
(06) clareamento da pele
(01) redução da oleosidade
(02) pele mais macia.
Se sim, como você a qualificaria? (01) regular (07) ótima (01) excelente
Sua aparência atual se deve ao tratamento? (08) sim (01) não
O tratamento causou alguma mudança na sua vida? (04) sim (05) não
Se sim, qual? (03) redução do uso de maquiagem
(01) melhora da auto-estima
Houve aparência desagradável após os peelings? (02) sim (07) não
Se sim qual? (02) descamação
Sentiu coceira no rosto? (07) não (02) sim
Você faria novamente o tratamento? (09) sim (00) não
Você pagaria por esse tratamento? (09) sim (00) não
Você indicaria esse tratamento para seus amigos? (09) sim (00) não

Tabela 01: Resposta do questionário de satisfação ao final do tratamento.

Nosso estudo observou uma melhora importante no quadro das seqüelas de acne com o peeling de ácido glicólico a 30% (Figura 01).

Como Aplicar um Peeling Químico (com Imagens)

Foto 01: Paciente do sexo feminino antes e depois do tratamento com 10 sessões de peeling de ácido glicólico a 30%.

Arruda et al (2009),  avaliando a segurança e eficácia da luz azul versus  peróxido de benzoíla 5% no tratamento da acne inflamatória graus II e III observaram que dos 60 pacientes incluídos no estudo 26 eram do sexo feminino e 34 do sexo masculino. Pelo principio da proporcionalidade, este estudo evidenciou que a maior parte dos pacientes foram do sexo feminino.

Velasco et al (2004), pesquisando o rejuvenescimento da pele por peeling químico com enfoque no peeling de fenol concluíram que o peeling de fenol resulta em rejuvenescimento facial intenso .

Assunção et al (2006), estudando o tratamento fisioterapêutico da acne por meio do laser observaram que o laser é eficaz no tratamento da acne como também no clareamento das manchas ocasionadas pela acne, eficaz na cicatrização tecidual e diminuição no surgimento de novas lesões. Semelhante a nossa pesquisa também houve melhora das seqüelas de acne como o clareamento das manchas de acne.

Lopes et al (2008), pesquisando o tratamento de cicatrizes de acne por resurfacing com laser de CO2ultrapulsado e fraccionado  registraram uma melhoria nas cicatrizes de todas as doentes com efeitos secundários reduzidos, dor suportável e eritema.  Com resultados iguais ao do estudo em questão que também houve melhora das seqüelas de acne.

CONCLUSÃO

Os autores concluíram que os resultados obtidos no presente estudo foram devido à alta capacidade do ácido glicólico de renovar a pele através da esfoliação química, obtendo bons resultados nas seqüelas de acne pelo fato de que com a renovação celular através da sua esfoliação química o peeling de ácido glicólico a 30% leva ao clareamento das manchas como também melhora a aparência das cicatrizes deixadas pela acne. O peeling de ácido glicólico a 30% demonstrou ser efetivo no tratamento das seqüelas de acne. Essa efetividade pode ser comprovada através das respostas dos indivíduos que participaram da pesquisa no questionário de satisfação do tratamento descrito seus resultados acima, como também através das fotos do antes e depois do tratamento.

Por meio dessa pesquisa foi possível concluir que a o peeling de ácido glicólico a 30% é eficaz no tratamento das seqüelas de acne. Sugerimos um estudo com um número maior de indivíduos e um maior tempo de tratamento para complemento dessa pesquisa e obter assim um resultado mais significativo.

REFERÊNCIAS

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ARRUDA, Lúcia H. F. de et al . Estudo clínico, prospectivo, aberto, randomizado e comparativo para avaliar a segurança e a eficácia da luz azul versus peróxido de benzoíla 5% no tratamento da acne inflamatória graus II e III. An. Bras. Dermatol.,  Rio de Janeiro,  v. 84,  n. 5, out.  2009 .

ASSUNÇÃO, Daiane e et al. Tratamento Fisioterapêutico da acne por meio do laser. 2006. Disponível em www.patriciafroes.com.br/gestao/img/publicacoes/Artigo%2016.pdf. Acesso dia 25/11/2010

BORGES, Fábio dos. Dermato-Funcional: modalidades terapêuticas nas disfunções estéticas. 1ª Ed. São Paulo: Phorte, 2006.

CERVO, Amado Luiz e BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia Cientifica. 5ª Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2002.

GIL, A.C. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999

GUIRRO, Elaine Caldeira de O. e GUIRRO, Rinaldo Roberto de J. Fisioterapia dermato-funcional: fundamentos recursos, patologias. 3ª Ed. Barueri, SP: Manole, 2004.

HABIF, Thomas P. Dermatologia Clínica: guia colorido para diagnóstico e tratamento. P. Habif; Tradução Ane Rose Bolner. 4ª Ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

LOPES, José Campos. Tratamentos de Cicatrizes de acne por resurfacing  com laser de CO2  0ultrapulsado e fraccionado. Departamento de Dermatologia, Casos clínicos Hospital da luz, 2008.

SAMPAIO S, RIVITTI E. Dermatologia. São Paulo: Artes Médicas; 2001.
BRITO, Maria de Fátima de Medeiros et al . Avaliação dos efeitos adversos clínicos e alterações laboratoriais em pacientes com acne vulgar tratados com isotretinoína oral. An. Bras. Dermatol.,  Rio de Janeiro,  v. 85,  n. 3, jun.  2010 .

VAZ, A.L. Acne Vulgar; bases para seu tratamento, 2003. Disponivél em www.apmcg.pt/files/54/documentos/2008030415142015562.pdf. Acesso dia 12/12/1010

VELASCO, Maria Valéria Robles et al . Rejuvenescimento da pele por peeling químico: enfoque no peeling de fenol.

Hospital Cândido Portinari

Como Aplicar um Peeling Químico (com Imagens)
Desde a antiguidade o ser humano percebeu que após abrasões ou esfoliações, a pele possuía a surpreendente capacidade de renovar-se a partir de suas camadas mais profundas, mantendo a pele sã e com aspecto jovial; Cleópatra utilizava “leite azedo” para manter sua pele limpa, suave e livre de impurezas; já na Idade Média as mulheres utilizavam o “vinho velho” repetitivamente em seus rostos para obterem os mesmos resultados. Com estudos e resultados positivos pelo Dr. Stütgen na Alemanha em 1959, da dermoabrasão no tratamento de algumas doenças da pele como a psoríase, utilizando o ácido retinóico, até os dias atuais, muitos foram os agentes de peelings pesquisados e utilizados, gerando uma gama de possibilidades terapêuticas nos diversos casos de lesões cutâneas. A palavra peeling vem do inglês que significa tirar a pele, descamar. Os peelings constituem uma forma acelerada de esfoliação induzida por diversos agentes, resultando na destruição controlada de porções da epiderme e/ou derme com subseqüente regeneração de novos tecidos.

Diferencia-se 3 camadas na pele:

  • Epiderme (externa) 
  • Derme (intermediária) 
  • Hipoderme (interna)

A Epiderme é constituída de células epiteliais, dispostas em camadas, que, considerando o sentido de dentro para fora, recebem os seguintes nomes: germinativa ou basal, espinhosa, granulosa e córnea. É na camada germinativa onde se originam as células e vão pouco a pouco ganhando a superfície, durante este trajeto vão sofrendo modificações graduais em sua forma e composição química, até perderem o núcleo à nível da camada córnea e se descamarem naturalmente. Este deslocamento de células é constante e o ciclo completo ocorre em torno de duas semanas em pessoas jovens e cerca de trinta e cinco dias para aquelas pessoas de em torno de cinqüenta anos de idade. 

  • A Derme é subdividida em duas camadas a papilar e a reticular, na derme encontramos uma grande quantidade de vasos (arteriais, venosos e linfáticos), nervos e terminações nervosas. 
  • A Hipoderme é ricamente constituída de tecido gorduroso.
  • ALTERAÇÕES DA PELE PRODUZIDA PELOS PEELINGS
  • A descamação superficial das camadas mais externas ativa um mecanismo biológico que estimula a renovação e o crescimento celular resultando na aparência externa mais saudável e bonita, pelas alterações profundas na arquitetura celular tais como:
  • hiperplasia dos queratócitos 
  • aumento da espessura da epiderme 
  • diminuição da quantidade de melanina depositada 
  • aumento na produção de fibras colágenas, na irrigação sangüínea e na compactação do estrato córneo.

Além dos fatores acima relacionados a dermoabrasão aumenta a permeabilidade cutânea, favorecendo a penetração de princípios ativos coadjuvantes no tratamento pós peeling necessários a reepitelização completa.

CLASSIFICAÇÃO DOS PEELINGS

Os peelings podem ser classificados segundo:

O agente indutor da descamação:

Mecânicos – variam desde receitas caseiras como cristais de açúcar com fubá, lixas, cremes abrasivos com microesferas de material plástico aos aparelhos de microdermoabrasão por fluxo de cristais ou as lixas de ponta de diamante.  Físicos – Laser, gelo seco.  Químicos – uso de substância(s) química(s) isoladas ou combinadas no intuito de se obter o agente mais adequado a cada caso para graus variados de esfoliação. 

A profundidade do peeling:

Superficial: da camada córnea até a derme papilar  Médio: da derme papilar até a derme reticular superior  Profundo: com ação na derme reticular média e profunda As complicações dos peelings aumentam de acordo com a profundidade, portanto quanto mais profundo maior o risco das complicações; um peeling superficial é incapaz de causar hipo ou hiperpigmentação ou ainda cicatrizes, já os peelings profundos estas complicações podem ser observadas

ÁCIDO TRICLOROACÉTICO (TCA): 

Os peelings com este tipo de ácido são excelentes para o tratamento da pele actinicamente danificada. Apresentam menor risco de complicações quando comparados aos peelings mais profundos como o de Fenol por criarem feridas que só atingem a derme superior. Por outro lado, devido a sua natureza mais superficial, não tem a mesma eficácia dos peelings de Fenol para melhorar cicatrizes e rugas profundas.

TCA

O TCA tornou-se o ácido preferido para os peelings químico de profundidade superficial e média. Parece que o TCA em concentrações de 50% ou superiores tem a possibilidade de criar mais cicatrizes do que outros agentes de peelings, usados em procedimentos de profundidade semelhante, por este motivo o TCA deve ser reservado à peelings de profundidade superficial e média. As concentrações usuais variam de 10 a 40% em solução aquosa e pode ser aplicada com gaze ou cotonete evitando-se o pincel, quando a lesão tratada adquire cor branca (Frost) significa a precipitação das proteínas. Se neutraliza com solução alcalina. As sessões podem ser reiteradas a cada 30-40 dias.

O peeling de TCA pode ser feito isoladamente ou associado com outros agentes como o ácido glicólico e solução de Jessner. Estes agentes realizam um trabalho superficial, mas quando associados ao TCA a 30-35% transformam-no em um peeling profundo, evitando o uso do TCA a 50% que oferece grandes riscos de provocar cicatrizes.

Esta indicado nas seguintes situações:

  • Melasmas
  • Efélides
  • Cicatrizes de acne
  • Queratoses actínicas
  • Hiperpigmentação pós-inflamatória
  • Rugas finas
  • Fotoenvelhecimento

CUIDADOS PÓS-PEELING Durante as primeiras semanas:

  • Aspergir água e colocar compressas frias em infusões de camomila sobre a área do peeling 
  • Hidratações semanais no consultório – que ajudará a retirar as crostas residuais, diminuir o edema e facilitar a reepitelização. 
  • Uso de hidratantes com filtros solar diariamente, renovando as aplicações várias vezes ao dia. 
  • Evitar expor-se a luz solar, lâmpadas fluorescentes ou mudanças bruscas de temperatura. 
  • No caso de hipersensibilidade ou prurido utilizar hidrocortisona 0,10% tópica. 
  • Após as primeiras 3 semanas: (De acordo com cada situação)
  • Uso diário de gel ou creme com ácido glicólico em concentrações de 8 a 15% por vezes associados a despigmentantes (ác. fítico, hidroquinona) nas áreas com manchas, cicatrizes ou rugas residuais. 

Após quatro a seis semanas:

  • Tratar cicatrizes ou manchas residuais com um novo peeling localizado (retoque) ou através da prescrição de outros agentes esfoliantes de uso tópico.

Após a normalização da pele devemos instituir um tratamento diário tópico preventivo e de manutenção.

COMPLICAÇÕES DO PEELING QUÍMICO

Poderão ser mínimas através do preparo pré-peeling e recomendações pós-peeling, principalmente no tocante a fotoproteção.

Algumas complicações que poderão ocorrer:

  • Hiperpigmentação pós-peeling (pós-inflamatória) – pela falta de cuidados com exposição solar nas primeiras semanas, para tratar esta situação deverá ser utilizado substâncias despigmentantes diariamente à noite e às vezes realização de um novo peeling de ácido glicólico. 
  • Queimaduras (pouco freqüentes, e mais observadas em peles muito foto envelhecidas ou peelings profundos, podendo gerar seqüelas hipocrômicas) 
  • Cicatrizes – Deve-se postergar ao máximo a retirada das crostas nos dez primeiros dias pós-peeling, evitando-se desta forma escoriações, feridas e conseqüentemente manchas ou cicatrizes. A crosta inicial protege nos primeiros dias a pele nova e só deve ser retirada pele médico nunca pelo próprio paciente ou por seus familiares. 
  • Dermatite de contato irritativa ou alérgica: prescrever antiinflamatórios tópicos a base de arnica, camomila ou Aloe vera, e nos casos mais intensos hidrocortisona 0,10%, raramente há necessidade de usar antibióticos. 
  • Infecção – pouco freqüente 
  • Linhas de demarcação. 
  • Eritema persistente

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