Como aplicar creme de testosterona: 9 passos

A testosterona baixa na mulher pode ser notada através do aparecimento de alguns sinais, como desinteresse sexual, diminuição da massa muscular, ganho de peso e diminuição da sensação de bem-estar, e essa situação está normalmente relacionada com insuficência adrenal e menopausa precoce.

Para aumentar os níveis de testosterona na mulher é importante que o médico seja consultado para que seja identificada a causa de testosterona baixa e possa ser indicada a melhor forma de tratamento, promovendo a sensação de bem-estar.

Nas mulheres, é normal que os níveis de testosterona circulantes sejam menores do que os níveis dos homens, já que esse hormônio é responsável pelas características secundárias masculinas. Porém, a circulação de quantidades ideais de testosterona na mulher é importante para que várias funções do organismo sejam mantidas.

Como Aplicar Creme de Testosterona: 9 Passos

A diminuição da quantidade de testosterona na mulher pode ser percebida por meio de alguns sinais, sendo os mais característicos:

  • Desinteresse sexual;
  • Redução do bem-estar;
  • Mudanças de humor;
  • Falta de motivação;
  • Fadiga persistente;
  • Diminuição da massa muscular;
  • Ganho de peso;
  • Acúmulo de gordura corporal;
  • Menor massa óssea. 

A confirmação de que a testosterona está insuficiente na mulher é feita através do exame de sangue, como a dosagem de testosterona livre no sangue, por exemplo. Além disso, o médico pode indicar a dosagem de SDHEA, no casos de suspeita de insuficiência androgênica de causa adrenal.

A diminuição da concentração de testosterona na mulher pode acontecer devido a diversas situações, sendo as principais envelhecimento, sedentarismo, alimentação inadequada, falência ou retirada dos ovários, uso de remédios com estrogênios, anti-androgênios, glicocorticoides, insuficiência adrenal, anorexia nervosa, artrite reumatoide, lúpus e AIDS.

Como aumentar a testosterona na mulher

O aumento da quantidade de testosterona na mulher deve ser feito sob indicação médica e normalmente é recomendado quando a mulher apresenta concentração de testosterona no sangue iguais ou menores que 25 ng/dL. Assim, algumas opções de remédios à base de testosterona que podem ser indicados pelo ginecologista são:

  • Testosterona injetável, que pode ser encontrada sozinha ou combinada com estrogênios;
  • Testosterona em comprimidos, que pode ser manipulada ou encontrada na farmácia convencional. A dose mais segura é de 1,25 mg a 2,5 mg ao dia;
  • Testosterona em adesivo: Não foi aprovado pela ANVISA e por isso não é comercializado no Brasil, no entanto fornece 300 µg/dia de testosterona e deve ser trocado a cada 4 dias;
  • Gel de testosterona ou Androgel, que pode ser feito na manipulação contendo Propionato de Testosterona 1% a 2% para ser aplicado na região íntima externa da mulher. Veja como usar o androgel.

Os remédios à base de testosterona só devem ser usados em caso de indicação médica porque possuem efeitos colaterais como alterações do colesterol, intoxicação do fígado, aumento do risco de infarto e de câncer de mama e nos ovários. O tratamento não deve ser feito por mais de 6 meses porque não se sabe os riscos do uso prolongado da testosterona em mulheres e durante o tratamento é importante realizar exames e ser avaliada pelo médico de forma regular.

Formas naturais

É possível aumentar naturalmente a testosterona na mulher com o aumento no consumo de alimentos ricos em zinco, vitamina A e D, como castanhas, sementes de girassol, ovos, sardinha, espinafre e óleo de peixe, por exemplo, e evitar o consumo de alimentos ricos em açúcar e soja, pois podem interferir na produção de testosterona.

Além disso, é importante evitar o estresse e investir em momentos para relaxar e na prática de exercícios. O ideal é praticar algum exercício físico que goste pelo menos 2 vezes por semana durante 1 hora, ou diariamente durante 30 minutos. Confira outras dicas para aumentar a testosterona naturalmente.

Possíveis riscos da suplementação de testosterona

  • O uso da testosterona pela mulher só é indicado quando recomendado pelo médico, pois o seu uso em excesso, sem necessidade e de forma desregulada pode aumentar o risco do desenvolvimento de câncer de mama e de ovário, infarto, trombose e  de desenvolvimento de resistência à insulina, por exemplo, além de favorecer o aparecimento de acne, deixar a pele mais oleosa, alterar a voz e promover o aumento do clítoris.
  • Além disso, a testosterona pode levar ao acúmulo de gordura na região abdominal, o que pode favorecer o acúmulo de gordura entre os órgãos o que aumenta o risco de problemas cardíacos e a toxicidade do fígado.
  • Devido aos riscos que a suplementação indiscriminada de testosterona pode ter, não é recomendado que a testosterona seja usada pela mulher para aumentar a massa muscular.

9 passos para escolher o melhor creme dental para você e sua família

Foi-se o tempo em que todos os cremes dentais eram iguais e buscavam apenas deixar a boca limpa e cheirosa. Hoje eles contam com ingredientes mais potentes contra doenças e indicações ainda mais precisas. Aprenda a escolher o produto ideal para você e a família:

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1. O que tem dentro do tubo

  • Conheça os principais compostos utilizados na fabricação do creme
  • Abrasivos: Fazem um polimento nos dentes e ajudam a retirar manchas e placas com bactérias.
  • Flavorizantes: Conferem o gostinho. Podem ser de menta, eucalipto, tutti-frutti, canela, abacaxi…
  • Espessantes: Dão a cremosidade, garantindo que todos os ingredientes fiquem bem misturados.
  • Edulcorantes: Dão o sabor adocicado característico que agrada o paladar dos consumidores.
  • Tensoativos: Funcionam como um detergente: quebram a gordura em moléculas menores, o que facilita a limpeza.
  • Conservantes: Mantêm a fórmula ativa e sem muita degradação até chegar à data de validade.

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Umectantes: Impedem que todo o conteúdo resseque e endureça com o passar dos dias.

Agentes terapêuticos: São eles que protegem contra a cárie, a gengivite, a erosão dentária e a halitose.

2. A função cosmética

A promessa de um sorriso bonito está entre os atrativos anunciados nas propagandas de quase todo creme dental. Quem confere essa propriedade às pastas são os compostos abrasivos. Eles representam metade de tudo que está no interior da embalagem.

“Junto com os movimentos da escova, essas partículas promovem um pequeno desgaste, o que remove sujeiras e manchas menores”, explica o dentista Vinícius Pedrazzi, professor da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

As marcas costumam recorrer a dois elementos para conseguir esse efeito: a sílica e o cálcio. Eles geralmente aparecem no rótulo com os nomes pomposos sílica hidratada e carbonato de cálcio, respectivamente. Há opções no mercado que são mais potentes e, por meio de reações químicas, têm ação embranquecedora.

Seu uso, porém, deve sempre ser orientado por um especialista. “Se forem utilizados por um tempo prolongado, prejudicam a camada superficial dos dentes”, avisa a dentista Cristiane Tavares, da Associação Brasileira de Odontologia.

Dependendo da necessidade e do tipo de clareamento, o profissional poderá indicar inclusive recursos mais efetivos.

3. Quanto botar na escova

Nada de exageros: passar pasta demais não traz ganho algum

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Crianças de 0 a 2 anos: Quando os primeiros dentes de leite irrompem, só coloque a quantidade equivalente a um grão de arroz.

Crianças maiores: Para uma boa faxina na boca toda, a indicação é botar uma quantia próxima a um grão de ervilha.

Adolescentes e adultos: Basta lambuzar um terço da superfície das cerdas. Empregar mais que isso é puro desperdício.

4. Proteção anticárie

“Não restam dúvidas de que, do ponto de vista da prevenção de cáries, a adição de flúor aos cremes dentais a partir das décadas de 1980 e 1990 foi a estratégia que trouxe mais resultados”, analisa o dentista Jaime Cury, professor da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas.

Nas pastas, ele é o agente terapêutico mais relevante de todos e, ao contrário de alguns boatos da internet, não faz mal à saúde — basta não exagerar na quantidade colocada na escova.

Como Aplicar Creme de Testosterona: 9 Passos Foto: GI/Getty Images

Os tipos

O flúor está disponível em nosso país em quatro formulações distintas. Respire fundo e prepare-se para um festival de nomes complicados: monoflúor-fosfato de sódio (MFP), fluoreto de amina, fluoreto estanhoso e fluoreto de sódio. Essa informação também está impressa na embalagem, logo nas primeiras linhas.

Na prática, todas as versões são capazes de fazer frente à cárie. Porém, há diferenças entre elas. O MFP, por exemplo, tem o custo de produção mais barato, o que torna o preço final atrativo para o consumidor.

As outras trazem benefícios adicionais, especialmente o fluoreto estanhoso, que tem poder de fogo contra diversas doenças bucais, caso da gengivite e da erosão dentária.

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De olho no calendário

Os cremes dentais têm alta rotatividade nas gôndolas do supermercado e das farmácias. Além disso, não é comum que as pessoas façam estoques deles em casa. Mesmo assim, não custa reforçar o recado: nunca utilize o produto se ele estiver com a data de validade vencida.

As opções mais simples e de preço inferior, inclusive, apresentam uma queda considerável na proporção de flúor após um ano da fabricação. Sem esse mineral, fica difícil afugentar a cárie.

E a tal da fluorose?

A preocupação ronda as crianças pequenas, que não conseguem controlar tão bem a deglutição e acabam engolindo um pouco de flúor na escovação. Em excesso, ele provoca manchas brancas e enfraquece o arcabouço dentário.

“Para evitar esse quadro, os pais precisam supervisionar e acertar na quantidade de pasta”, orienta a odontopediatra Cecilia Ribeiro, da Universidade Federal do Maranhão. A sugestão é passar sobre as cerdas algo como um grão de arroz ou de ervilha, a depender da faixa etária.

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Os limites

Para que um produto realmente seja anticáries, é imprescindível que ele tenha 1 000 ppm (partes por milhão) de flúor. Você pode checar esse dado no rótulo, na lista de ingredientes. Não compre se vir um número inferior existem opções com apenas 500 ppm. A legislação brasileira permite até 1 500 ppm.

Benefício na torneira

Desde 1974, o Brasil possui uma lei que exige a adição de flúor no processo de tratamento de água das cidades. Falamos de uma importante medida comunitária de proteção à saúde bucal”, frisa a dentista Livia Tenuta, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.

Análises recentes mostram que a concentração do elemento está dentro dos parâmetros estabelecidos na maior parte dos sistemas de abastecimento do país. As autoridades fazem uma vigilância constante para assegurar que está tudo ok.

5. Para se resguardar da gengivite

A inflamação nas gengivas é causada por higiene inadequada e proliferação de bactérias. “Portanto, a primeira medida para combatê-la é caprichar na escovação, que acaba com o acúmulo de alimentos”, raciocina o dentista Jonas Rodrigues, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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Existem pastas com ingredientes que lutam contra a tal da gengivite. Entre eles, está o fluoreto estanhoso, o triclosan e o zinco.

Há ainda compostos fitoterápicos em certas formulações para aliviar o inchaço e o sangramento, mas seu uso carece do aval de um profissional de saúde.

6. Atenção à erosão dentária

A condição é caracterizada por um esmalte todo esburacado. Desta vez, a culpa não é das bactérias: os grandes vilões são o consumo regular de refrigerantes e sucos ácidos e distúrbios como o refluxo gastroesofágico e a bulimia.

Cremes com fluoreto estanhoso (de novo ele!) têm um papel a cumprir por aqui. O fluoreto de sódio e o fluoreto de amina também auxiliam um pouquinho. Só não vá esperar milagres…

“Eles ajudam, mas não reconstroem uma estrutura dentária muito danificada, como algumas propagandas teimam em ilustrar”, esclarece Pedrazzi.

7. Um tchau para a sensibilidade

Basta morder o picolé ou experimentar um doce para pintar aquela dor chata? “Quem apresenta a condição sofre com o aparecimento de pequenos ductos e a exposição da raiz do dente, o que propicia uma maior troca de fluidos com o meio bucal”, explica o dentista Luiz Felipe Scabar, do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo.

Os cremes dentais antissensibilidade carregam sais que bloqueiam essas aberturas diminutas e protegem a superfície dental. A questão é que eles só funcionam enquanto forem utilizados. Para uma solução de longo prazo, o jeito é apelar a tratamentos mais específicos, feitos no consultório odontológico.

8. Mau hálito nunca mais

A halitose é um martírio para o portador e, claro, para seus familiares, amigos e colegas de trabalho. A regra número 1 para aplacar o mau cheiro é higienizar religiosamente os dentes, a língua e a gengiva.

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As pastas trazem agentes flavorizantes, que fornecem aquele gostinho agradável e refrescante. Caso eles não solucionem, vale investigar se não há problemas mais sérios por trás do odor.

Um por todos?

Por mais que as prateleiras estejam lotadas de opções de cremes dentais, os experts afirmam não haver razão para levar pra casa um destinado às crianças e outro aos mais velhos. Na maioria das vezes, são apenas jogadas de marketing.

“Devemos pensar num produto para ser usado por toda a família que precisa ter, necessariamente, flúor numa concentração de pelo menos 1 000 ppm”, indica Livia Tenuta.

Em situações especiais ou quando há um problema bucal, aí, sim, fórmulas específicas são bem-vindas.

9. Modismos e tendências

Sem flúor: Após surgirem acusações — infundadas, diga-se — de que o mineral faria mal à saúde, empresas criaram formulações isentas dele. Porém, não há evidência de que elas são efetivas contra a cárie.

Ingredientes naturais: Outra febre recente é a adição de ervas ou fitoterápicos e a eliminação dos conservantes. Até as grandes marcas apostam nesse nicho. Vale um papo com seu dentista… E prestar atenção na embalagem.

Com gosto: Antigo sucesso no universo infantil, agora foram lançadas versões que instigam o paladar dos adultos — com direito a sabores, digamos, inusitados: alcaçuz, gim-tônica, polvo, chocolate e… bacon!

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Feitos em casa: Circulam na web receitas de pastas com cúrcuma, bicarbonato de sódio e até mel. Cilada das bravas, que pode desencadear graves reações na boca. Melhor confiar em produtos testados e aprovados.

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Conjunto NovAge Men

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Bula do Testosterona

Nos casos de câncer da próstata ou de câncer da glândula mamária do homem conhecidos ou suspeitos. Nos casos de hipersensibilidade conhecida à Testosterona ou a qualquer outro componente do gel.

  • Este medicamento é contraindicado para uso em mulheres.
  • Categoria de risco C: Não foram realizados estudos em animais e nem em mulheres grávidas.
  • Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou lactantes sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso tópico.

Adultos e idosos.

A dose recomendada é de 5 g de gel (ou seja, 50 mg de Testosterona) aplicada uma vez por dia aproximadamente no mesmo horário, de preferência na parte da manhã. A dose diária deve ser ajustada caso a caso pelo médico, dependendo da resposta clínica e laboratorial de cada paciente, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia.

O gel deve ser administrado pelo próprio paciente, em pele limpa, seca e saudável sobre os ombros ou ambos os braços ou abdômen.

Após abrir o envelope, o conteúdo total deve ser extraído e aplicado imediatamente na pele. O gel deve ser simplesmente espalhado sobre a pele suavemente, como uma camada fina. Não é necessário esfregá-lo na pele. Deixe secar por pelo menos 3 a 5 minutos antes de se vestir. Lave as mãos com água e sabão após as aplicações.

Não aplicar na região genital, pois o alto teor de álcool pode causar irritação local.

A Testosterona atinge seu estado de equilíbrio plasmático aproximadamente no segundo dia de tratamento com Testosterona.

A fim de ajustar a dose, as concentrações plasmáticas de Testosterona devem ser medidas no período da manhã, antes da aplicação, a partir do terceiro dia após o início do tratamento, durante o período sugerido de uma semana.

A dose pode ser reduzida se a concentração de Testosterona no sangue estiver elevada e acima do nível desejado. Se as concentrações são baixas, a dose pode ser aumentada, não podendo ser superior a 10 g de gel por dia.

Reação no local da aplicação, eritema, acne e pele seca.

As reações adversas notificadas em 1 a 10% dos pacientes tratados com Testosterona nos ensaios clínicos controlados estão listadas na tabela a seguir.

Órgão / Sistema Reações adversas(>1/100,

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