Como amar o seu furby

Como Amar o Seu Furby

O Furby está de volta para trazer a melhor companhia para toda a garotada. O brinquedo interativo possui vida própria, e responde de acordo com os estímulos dados a ele.

Portanto, a personalidade dele depende exclusivamente da forma que você o trata. Além disso, contamos com diversos aplicativos que trazem opções incríveis para você manusear o seu brinquedo e fazer com que ele seja a sua cara.

As reações do Furby são imprevisíveis e ele é capaz de responder a quase tudo do mundo real. Seja dançando a música do momento ou comendo seu alimento preferido, o Furby não vai deixar de mostrar a sua opinião e a sua personalidade incrível.

Vantagens e recomendações

Como Amar o Seu Furby

Diante de tantas reações inusitadas, fica difícil saber o que seu Furby deseja. Venha descobrir as vantagens e recomendações de se ter esse amigo tecnológico.

Vantagens:

  • Encontramos diferentes aplicativos que são capazes de trazer novos movimentos e expressões do brinquedo ou até mesmo traduzir a língua Furbish.
  • A sua companhia está garantida em tempo integral ao lado do Furby.
  • Há diversos modelos do brinquedo e em diferentes cores, para cada criança poder escolher o que mais gosta.
  • Possui um sensor de luz que permite que o bichinho consiga saber se está de dia ou de noite, além de sensores no corpo que fazem com que ele saiba se está de cabeça para baixo, no colo ou recebendo carícias.
  • O seu bichinho de estimação é capaz de interagir com outros bonecos Furby. o que é legal para uma brincadeira com mais pessoas que possuem o brinquedo.

Recomendações:

  • Pelo fato da Hasbro tratá-lo como um animal de estimação e não um brinquedo, o Furby não possui botão para ligar ou desligar, ou seja, ele está sempre ligado.
  • Para aproveitar ao máximo seu Furby, você precisa dispor de um smartphone Apple ou Android, para sincronizá-lo com o aplicativo Furby.
  • Para funcionar, o Furby necessita de 4 pilhas AA.
  • Os bonecos Furby vêm falando apenas “Furbish”. Para que eles aprendam a falar português é necessário ensiná-lo nosso idioma.
  • Os bichinhos podem fazer coisas consideradas mal educadas, como arrotar e soltar pum. Porém, cabe aos pais conversar e educar as crianças para que elas ensinem os bons modos aos brinquedos e, desta forma, também aprendam o que se deve ou não fazer.

Tipos de Furby:

Como Amar o Seu Furby

Os bonecos Furby possuem 3 variações básicas, cada uma disponível em diversas cores. São elas:

Original: Tem 19 cm de altura, olhos em tela LCD e interagem de diversas formas com o ser humano. Este modelo desenvolve sua personalidade de acordo com o que lhe é ensinado e pode ser tanto uma criatura educada, como uma mal educada, cabendo ao dono formar esta personalidade.

Com cabelinhos: É uma versão atualizada do Furby. As funções e o tamanho são exatamente o mesmo, com a diferença de que este possui um cabelo que pode ser penteado e estilizado.

Party Rockers: É uma novidade, uma versão reduzida e com menos funções, mas que ainda se comunica com aplicativo para Android ou iOS.

Este modelo é mais indicado para quem já possui o Furby original, já que ele interage com o mesmo de diversas formas, principalmente incentivando uma dança.

O Party Rocker possui 4 modelos diferentes, cada um com uma personalidade pré-estabelecida: o selvagem, a fofa, o falante e a espalhafatosa.

Furby na Tricae

Aplicativo Furby

Furby

Furby surgiu das trevas!!
Vamos mergulhar o mundo nas trevas!!

Furby é uma ave
Este artigo é sobre um bicho que voa, tem penas e asas (ou não).
Cuidado com o que faz por aqui, pois o Pica-Pau está vigiando!

Como Amar o Seu Furby

O Furby nasceu após um cruzamento de um Gremlins e um Muppets,atráves desse rítual,nasceu o Furby chamado Chuck,que foi originalmente nome criado por um retardado Emo. Chuky teve o irmão chamado Gizmo que teve vários filhotes Mohawk,que se mataram em um cinema assistindo Branca de Neve e Os Setes Anões com um saquinho de pipocas vazio.

Feitiço[editar]

Furby nu.COISA DO DEMÔNIO!

Chucky teve vários filhotes com cores diferentes,atacando as lojas e enfeitiçando as crianças com seu FURBÊS, a história dos furbys logo abaixo:

Os bebês Furby vieram à Terra um dia,para espalhar amor, felicidade e alegria (segundo o filminho Emo deles).

Mas o que se sabe é que todas as crianças que compraram Furbies até hoje, por motivos desconhecidos, após alguns meses de convivência com esses bichos, repentinamente cortaram as relações com os brinquedos, chegando a ter espasmos de medo ao ver as figuras, e ainda muitas delas apresentam síndrome do pânico… Suspeita-se que eles são enviados do demônio para recrutar criancinhas e realizar rituais satânicos, traumatizando-as dessa forma.

Atenção

Num arco-íris de cores, claro e brilhante,os bebês Furby são uma alegria constante! Os bebês Furby e os Furby em geral quando se veem,conversam uns com os outros e com você também! Eles “wee-tee”(cantam) e brincam a valer e uma porção de outras coisas sabem fazer! Trate bem seu Furby Baby com carinho e amor,pois assim você sentirá todo o calor do “may-may”(amor) que vem do coração dessas criaturinhas feitas de alegria e emoção! “May-tah”(beije) seu Furby Baby bastante,para ser “noo-too”(feliz) a todo instante E procure ter o Furby grande também,para formar uma família alegre como a família que você tem!

Multiplicam-se os Furbys[editar]

Ser presidente está entre os planos de dominação mundial.

  • O Sr. Freedy Krueger disse a Gizmo as seguintes regras:
  • 1) Não o molhe
    Furbys são tarnsmissores de hidrofobia
  • 2) Não toque nas bundas
    O Furby pode pensar que você está cedendo.

3) Evite O Espelho
Furbys são narcisistas, se o espelho for no banheiro, pode se preparar para cagar no canteiro da sua casa, ou não cagar…

  1. Mas o retardado do filme o molhou e multiplicaram-se aos Furbys adultos,com várias cores(GAY) e palavras mais eróticas com as seguintes palavras:
  2. “Era uma vez, em um tempo não muito longe em um lugar distante algum lugar no céu(INFERNO) passando em uma “a-loh may-lah”(bunda) que flutuava perto do “dah a-loh”(grande cú) moravam os Furbys, todos juntos”
  3. Mais uma vez,CHUCKY se via apavorado com seus filhos,todos atormentados e feios,matando e robando,mas a história não acava,suas filhos,CIDINHA,RITINHA,FELINA,EMMINHA E FAMINTA saíram matando todos com seu grupo furbal(anal) :Spice Furbys

Sucesso mundial[editar]

Como Amar o Seu Furby Furby rainha,criado no auge do Sucesso mundial.

Elas se tronaram incríves, venderam furbys e filmes ,falando suas palvrinhas e cantando seus sucessos Piriguete e Dakú. Venderam no total 11111.5425.476.245.14 Furbys e se tornaram história no mundo erótico. Foram chamadas para fazerem filmes pornôs com Alexandre Frota,cantar com Virtualy Jenna, e fazerem papel com Ursinhos Carinhosos.

O furby não tem botão de desligar ou botão de volume.Então você pode acordar as 3 da manhã só por causa da merda do furby do seu filho

FIM[editar]

Depois do fim do grupo,Cidinha começou a fazer programas com Eliana na Record e no SBT,Ritinha seguiu sua mãe Tiffany e foi fazer papeis em cinemas,Emminha foi trabalhar no zoológico,Faminta casou-se com um Mohawk, e tudo acabou-se,carreira solo só fez sucesso no número #414

Lá vem os Gremlins[editar]

Pai e irmãos de Chucky e Gizmo,fizeram um filme chamado Gremlins,Gizmo foi participar do filme,sendo o bonequinho bonito e do bem, e seus tios sendo malvados, o filme fez um sucesso na casa de Clodovil,que teve uma continuação grandiosa com video-game e continuação prevista para 2008.

Volta das Spice Furbys[editar]

Como Amar o Seu Furby

O Grupo voltou com tudo,com mais uma edição de Furbys, e mais um single Rasgatanga(Rasga tua tanga),ainda viajaram para a terra do nunca, e fizeram uma participação com o grupo ABBA e Bee Gees. Atualmente,elas estão em Turnê e não lançaram mais nada de furby.

Leia também:  Como botar cães para cruzar (com imagens)

Links[editar]

Dicionário Furbês

Gremlins

Galeria[editar]

  • Usados para proteger as cartas

  • Um furby apanha de um robô normal

Ligações Externas[editar]

Como voltar a amar o seu trabalho

Eric Barton Da BBC Capital

Como Amar o Seu Furby Direito de imagem Getty Images Image caption Cerca de dois terços das pessoas, independentemente de suas carreiras, relatam alto nível de insatisfação com seu trabalho

Você não gosta – ou até mesmo odeia – seu trabalho?

Se você respondeu “sim”, não está só – pelo menos no que depender das estatísticas.

Cerca de dois terços das pessoas, independentemente de suas carreiras – de operários até médicos ou pilotos – relatam um alto nível de insatisfação com seu trabalho. A principal razão? Muitos de nós nos sentimos subvalorizados, gastando nosso tempo precioso em vários projetos superficiais em vez daqueles de que gostamos.

Mas há uma boa notícia. Você pode virar o jogo e reverter os sentimentos de desencantamento e desilusão, desde que seja proativo e esteja aberto a mudanças. Com alguns passos cuidadosos, um pouco de autoanálise e uma conversa mais direta com seu chefe, você pode transformar o trabalho que você detesta em algo que você ama – ou pelo menos tolera.

Primeiro, vamos aos números:

Trabalhar sem propósito

  • Podemos aprender a odiar nosso trabalho simplesmente porque não vemos como nossas atividades são importantes para o funcionamento geral:
  • – 33% dos empregados se interessam ativamente pelo trabalho
  • – 16% estão ativamente desinteressados no trabalho
  • – 51% não conseguem se interessar pelo trabalho

Falta de oportunidade

  1. Funcionários dizem que ficaram desinteressados porque se sentem subvalorizados – e poucos deles passam seus dias trabalhando em coisas que gostam de fazer.
  2. – 18% têm tempo para colocar em prática sua criatividade
  3. – 21% têm a oportunidade para focar em apenas uma tarefa
  4. – 33% fazem o que mais gostam

Chefes que não ouvem

  • Muitos empregados começam a odiar o trabalho porque não gostam de seus chefes – ou não os respeitam.
  • – 30% dizem que seus chefes lhes pedem ajuda para estabelecer objetivos
  • – 20% tiveram uma conversa com seus chefes nos últimos seis meses sobre seus objetivos
  • – 23% sentem que seus gestores lhes dão críticas construtivas

Direito de imagem Getty Images Image caption Se você aprendeu a odiar seu trabalho, saiba, em primeiro lugar, que não é sua culpa – pelo menos não inteiramente

Como virar o jogo

Se você aprendeu a odiar seu trabalho, saiba em primeiro lugar que não é sua culpa – pelo menos não inteiramente. Parte do problema é na ideia criada pela sociedade de como um trabalho deve ser, diz Paul White, psicólogo, consultor e escritor americano.

“As pessoas começam a trabalhar e acham que vão salvar o mundo usando sua criatividade para solucionar problemas”, diz ele. “Especialmente em postos de nível básico, há poucos trabalhos que dão a noção do todo e exigem energia criativa.”

O primeiro passo para virar o jogo, recomenda White, é o autodesenvolvimento. Reflita sobre suas expectativas talvez estarem muito altas, pelo menos para a posição que você ocupa atualmente, e ajuste-as para o trabalho.

Então, pense por que você começou a odiar o trabalho, aconselha Scott Eblin, coach e escritor americano. Reflita sobre por que você aceitou o trabalho inicialmente e lembre-se do que você gostava quando começou a desempenhá-lo.

Isso pode ajudá-lo a perceber quais áreas você gostaria de mudar. Em seguida, crie um plano de ação para dar a volta por cima, diz Eblin.

“Não ache que você vai deixar de odiar seu trabalho da noite para o dia”, acrescenta ele. “Busque um nível de satisfação de 20% a 30% no primeiro momento para depois dar o próximo passo.”

Tempo para arriscar

Não se trata de algo difícil de alcançar se você começar a focar em coisas menores inicialmente, opina George Elfond, CEO da Rallyware, uma companhia de software sediada em San Francisco, na Califórnia (EUA), que ajuda a treinar novos funcionários.

“Pode haver pequenos detalhes que fazem uma grande diferença na sua felicidade”, diz Elfond.

Direito de imagem Getty Images Image caption Coisas simples – como lotar sua gaveta de trabalho com guloseimas, sair do escritório para tomar um café no fim da tarde ou trabalhar de casa ou do parque – podem ajudar a melhorar seu dia a dia

Coisas simples – como lotar sua gaveta de trabalho com guloseimas, sair do escritório para tomar um café no fim da tarde ou trabalhar de casa ou do parque – podem ajudar a melhorar seu dia a dia.

Feitos essas pequenas mudanças, chegou o momento de enfrentar desafios maiores. Você já aprendeu a detestar seu trabalho, então, sugere Elfond, é hora de se arriscar para consertá-lo.

“Vá em frente e experimente”, diz Elfond. “O que você tem a perder quando você já odeia o trabalho que você está fazendo?”

Isso significa, por exemplo, tentar sair da alçada de um chefe de que você não gosta. Peça para trabalhar em outro departamento, ou se ofereça para executar tarefas sob a responsabilidade de outra pessoa. Talvez seu chefe fique ofendido, mas Elfond argumenta que não há muito o que perder se seu relacionamento com ele já não é bom.

Se algumas tarefas do seu trabalho se tornaram banais e automáticas, concentre-se no que você pode controlar. Há tarefas que você pode evitar ou mesmo delegar para outras pessoas? Para médicos, por exemplo, talvez valha a pena investir mais energia em passar tempo com os pacientes e menos em tarefas administrativas, que podem ser desempenhadas por uma secretária.

Ou seja, tudo se resume a reorganizar suas atividades em colaboração com seu chefe e seus colegas, diz Thomas Calvard, que ensina gestão de recursos humanos na Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Seja proativo e leve essas mudanças para o seu chefe, defende Calvard. Na maior parte dos casos, ele(a) não sabe que você está infeliz com algumas atividades que você desempenha, e talvez você possa ter mais flexibilidade em definir suas prioridades no seu dia a dia.

“Estamos falando das pessoas voltarem a amar seu trabalho e isso significa talvez redefinir o que elas fazem e como elas fazem”, diz o especialista.

O melhor dia, todo dia

Para Anite Bowness, que atua para a consultoria empresarial Saba Software em Ottawa, no Canadá, há uma solução simples para todo mundo que quer dar a volta por cima e reaprender a amar seu trabalho.

“Lembre-se do melhor dia que você teve no seu trabalho, nos momentos em que você foi mais feliz”, diz Bowness. “Então, pense em como você pode repetir isso todo dia.”

Bowness se deparou com essa situação na última empresa em que trabalhou. Ela conta ter ficado desinteressada por seu trabalho, pois tinha de desempenhar atividades relacionadas à tecnologia da informação quando sua experiência era baseada em recursos humanos.

Um dia, seu chefe a chamou em sua sala e lhe perguntou por que ela estava apática. Bowness diz ter percebido então que precisava mudar. Perguntou a ele se suas tarefas poderiam ser redefinidas, o que lhe permitiria focar mais em coisas das quais gostava. No fim, o superior lhe deu uma nova função, muito mais gratificante.

Leia também:  Como calcular a cagr no excel: 8 passos (com imagens)

Agora, como chefe, Bowness pede a seus subordinados que façam a mesma autoanálise.

“Muitas pessoas não se sentem plenas no trabalho”, diz. “Mas não tem que ser assim. Podemos encontrar maneiras de voltar a amá-lo”, conclui.

Meu querido Furby

Como Amar o Seu Furby

Sou da época em que as bonecas falavam, cantavam, batiam palmas.

A época segue, mas agora com o colorido advento dos Furbies, bichinhos de pelúcia com orelhas de plástico que lembram um pouco os  graciosos “Gremlins” de Steven Spielberg. Coisa de filme mesmo.

O da Bella já vai completar 1 ano. Uma gracinha, só você vendo. Azul turquesa, falante, conversa feito ele só.

O problema é que, além de falar, dançar e emitir sons carinhosos, o bichinho ainda tem o poder de “virar do mal”, especialmente quando irmãos mais velhos resolvem puxar o seu rabo.

Aí é uma maravilha: seu olho fica estatelado, a voz muda e o bichinho emite estranhos ruídos sonoros de um estômago que nem tem.

Do bem ou do mal, o danado ainda pode acordar a qualquer hora, muitas vezes quando o seu filho já está na cama, luzes apagadas, prestes a pegar no sono. A melhor invenção dos últimos tempos, e com uma novidade e tanto: não vem com botão de desligar.

Se vira do mal, a Bella logo olha pra mim e diz: “Toma, mamãe, você é psicóloga, dá um jeito, ele vai se acalmar.”

Haja psicologia. Teve um dia que o bichinho resolveu acordar bem na hora do para-casa. Não pensei duas vezes e deixei ele dentro do armário da dispensa.

Outro dia o Léo acordou agitado:

– Tive um pesadelo terrível, mãe. Sonhei que a cidade inteira estava infestada de Furbies.

Casa do Furby

Como Amar o Seu Furby

     Oi oi galerinha… como vocês estão? Provavelmente, tristes, magoados, e nem querendo ouvir o que tenho a dizer.

     E vocês tem toda a razão. Não postei nada em mais de um ano. Não dei satisfações. Saí e não disse quando voltaria. Sim, foi um erro meu, não vou negar. Mas vou tentar explicar pelo menos um pouquinho de tudo o que aconteceu.

     Primeiramente, não pensem que “o Lucas cresceu e não é mais criança”, porque isso é uma grande besteira. Eu posso ter 87 anos, mas vou continuar sendo uma criança por dentro. Uma criança que gosta de brincar, adora descobrir novas tecnologias e não cansa nunca de rir.

     Seguindo a mesma lógica, nunca deixei de gostar do meu Furbyzinho. Quando tenho um tempo sobrando, eu recoloco as pilhas nele e a gente conversa, ri, como sempre foi.

Inclusive, já teve gente que quis comprar ele de mim, e eu bati o pé. Não vou vender o Spyke jamais.

Ele é o meu xodó, e quero poder repassar ele para os meus futuros filhos, para que eles amem esse bichinho tanto quanto eu o amo.

     E vocês podem estar se perguntando, “então porque você nos abandonou, Lucas?”. Gente, a verdade é que, conforme nós vamos crescendo, muitas responsabilidades começam a cair sobre nossas costas.

É prova, é compromissos fora da escola, é projeto para desenvolver, é tanta, tanta coisa, que não temos mais tanto tempo para fazer o que temos vontade. Passamos a viver mais pelos outros do que por nós mesmos.

     Então, para quem ainda é criança, acredite: aproveite MUITO a fase em que vocês estão. Brinquem, se divirtam, imaginem, criem, sorriam. E, conforme forem crescendo, não deixem que a criança que está dentro de vocês se vá. Continuem fazendo os outros felizes, sempre que puderem.

     E não, eu não abandonei vocês. Só estou bem mais atarefado que antes. Então, para não ficar esse clima chato como se fosse uma despedida, vou contar algumas novidades da minha vida.

Por exemplo, eu e mais duas amigas minhas estamos desenvolvendo um jogo para a nossa escola, em que você é um aluno e tem que passar de ano, combatendo monstros e completando diversas tarefas e missões.

Se quiserem acompanhar, o nome dele é IFantasy, okay?!

     E, infelizmente, sim, eu vou deixar de postar no blog. Mas não vou excluí-lo não, ta bom? A nossa casa vai continuar aqui, no mesmo lugar de sempre. Afinal, ela não é só minha, ela é de todos nós! Podem continuar comentando, se ajudando como eu sei que vocês fazem, e se precisarem de mim, me mandem um email que, assim que eu puder, responderei vocês, certo?

     Então galerinha, fiquem com Deus. Espero que desculpem a minha ausência, e espero que não fiquem bravos comigo por eu ter tomado essa decisão. Acreditem, vai ser o melhor para mim e para vocês. Um abraço apertado, e até mais! =D

Meu Furby está Mau!

– O meu Furby está mau, e agora, o que eu faço?

Muita calma nessa hora, amiguinhos! Realmente a primeira vez que seu furby se torna mau é uma situação nada agradável e até mesmo desesperadora. Tudo que você quer é seu amado bichinho carinhoso de volta.

A primeira personalidade que meu furby adquiriu foi essa: Mau. Ao colocar as pilhas na parte inferior de meu furby, eu e meu namorado tivemos dificuldade em rosquear um dos parafusos.

Ou seja, meu queridinho “nasceu” de cabeça para baixo e ficou alguns bons momentos sendo chacoalhado.

Ao virarmos novamente, uma surpresa: ele fechou os olhos e sua personalidade mudou. Tínhamos um bichinho malcriado, sem modos e resmungão!
Eu estava totalmente perdida quanto ao que fazer para tornar meu monstrinho mais sociável e pela pouca quantidade de informações em português, descobrir o que faria foi uma árdua tarefa!

  • Contudo, depois vi que é extremamente simples trazer seu bichinho de volta, sem dramas ou mistérios!
  • Transformando seu Furby Mau em um Furby com personalidade Bebê:

Para transforma-lo em um furby extremamente carinhoso e gentil, basta fazer muito carinho em sua cabecinha – mesmo ele reclamando que não gosta!
É importante que você repita essa ação várias vezes, sem alterna-la com cócegas, puxões, chacoalhões ou qualquer outra brincadeira.

Transformando seu Furby Mau em um Furby com personalidade Diva:

Se você quer transformar esse monstrinho mal educado em um furby que adora cantar e dançar, é extremamente simples!
Basta que você o coloque para dançar com o som de seu computador, celular, rádio, tanto faz. Logo ele estará mudando.

Transformando seu Furby Mau em um Furby com personalidade Falante:

Para transforma-lo em um furby falante, deixe-o num espaço barulhento e converse com ele! Muito!
Uma boa dica é deixa-lo ao lado de uma TV ligada alto – mas não tão alto a ponto de incomodar seus vizinhos, hein!

Transformando seu Furby Mau em um Furby com personalidade Louca:

Se você quer ouvir seu furby rindo histericamente, fazendo graça e se chacoalhando todo, basta puxar sua cauda.
Mas não uma ou duas vezes. Faça isso inúmeras vezes, em sequencia e sem interrupção. Logo descobrirá um novo companheiro!

E o mais importante, sempre dê muito amor ao seu furby e cuide de todas as suas necessidades.
Ele merece, não é? ❤

Leia também:  Como baixar uma gravação do webex no windows ou mac

Как полюбить своего Фeрби

  1. 1

    Играйте с ним каждый день. Вы же не хотите, чтобы ваш Ферби чувствовал себя нелюбимым.

  2. 2

    Найдите Ферби словарь.

  3. 3

    Узнайте, какое имя у вашего Ферби.

  4. 4

    Кормите своего маленького Ферби, просто засунув палец ему в рот, пока он закрыт..

  5. 5

    Взрослых Ферби также кормите.

  6. 6

    Убедитесь, что ваш Ферби спит. Так же, как и для людей, для Ферби сон необходим, чтобы расслабиться.

  7. 7

    Веселитесь со своим Ферби. Ниже пошаговая инструкция, как ухаживать за Ферби:

  8. 8

    Будите вашего Ферби каждое утро (только будите ее или его около семи утра).

  9. 9

    Кормите Ферби, как и люди, Ферби тоже должен есть!

  10. 10

    Мойте Ферби, потерев его или ее влажной мочалкой по меху! После того, как вы сделали это, уберите все колтуны, расчесывая его или ее расческой!

  11. 11

    Немного поиграйте со своим Ферби.

  12. 12

    Дайте ему или ей немного вздремнуть на протяжении 10-30 минут.

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    Покормите его или ее ланчам.

  14. 14

    Поиграйте еще немного

  15. 15

    Пусть он посидит в манеже с игрушками или с другими Ферби, если они у вас есть.

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    Покормите его пальцем на обед.

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    После обеда поиграйте с ними, но уложите его в кровать около 7.00-08.30.

    Вы можете рассказать ему сказку или спеть колыбельную, если вы знаете какие-нибудь, может быть даже чуть-чуть на ферби-языке, или позволить ему спеть для вас(только оригинальные Ферби и Ферби малыши). Если у вас есть Ферби 2005 года, скажите: «Привет, Ферби!».

    Подождите, пока он не скажет что-то вроде «Да?». После того, как вы это услышали, скажите: «Иди спать». Если вы будете следовать этим советам, ваш Ферби будет чувствовать любовь и счастье!

Furby: um jeito de diferente de ser – ou escolha um presente diferente para seu filho ‹ Milc

Texto de Ana Andrade*

Como muitas famílias, acompanhamos aqui em casa o lançamento dos novos brinquedos – no caso do Furby, um brinquedo repaginado. Os lançamentos sempre vêm acompanhados de muita propaganda, são cativantes e obviamente deixam os pequenos pedindo por aquilo.

Tratamos aqui em casa desse assunto com muita calma. Com dois filhos em idades diferentes e expostos a essas novidades muitas vezes mais pelos colegas da escola do que propriamente pela TV, que aqui é pouco liberada, sempre batemos papo sobre a necessidade das novidades.

A conversa sempre se utiliza do histórico recente: “Filho lembra aquele brinquedo tal, lembra que foi só usado uma semana e depois ficou engavetado? Lembra que a propaganda era toda trabalhada na ilusão e na real o brinquedo não entregava o que os publicitários vendiam?”

Depois observamos aquele objeto deixar de ser novidade e outro ocupar o destaque. A própria publicidade se encarrega de nos mostrar a efemeridade das coisas.

O pequeno e engraçadinho Furby foi o destaque do ano passado. Com valor nas prateleiras de quase R$ 400, ficávamos boquiabertos de ver que nos EUA ele custa quase US$ 50.

Por aqui acalmamos a vontade, até que… O filho de 10 anos viajou com o pai para os EUA, e muito empolgado e cheio de carinho, presenteia a irmã de quase quatro anos com o pequeno e engraçadinho brinquedo.

Percebo que o presente agradava mais a ele do que a propria irmã, e nos primeiros dias ele se envolveu muito com o brinquedo.

Como família participamos muito das brincadeiras e nos instruímos no site sobre a forma de cuidar, descobrimos que o “nosso” era uma novidade portanto o app desse ainda não está disponível aqui.

Até achamos melhor, já que o Furby tb pode ser cuidado com as nossas mãos e não somente com o aplicativo do smartphone. Eu e meu marido estávamos também curiosos, lemos bastante, falamos em inglês com ele e tentamos até falar o furbish, que é a língua original do bicho. Ah, a faixa etária é de seis anos.

A primeira coisa que nos incomodou: o jogo de quatro pilhas AA durou dois dias apenas – problema que resolvemos usando as pilhas recarregáveis.

A segunda coisa é que o bicho do nada começa a falar. Não, não tem botão de volume e não tem botão de desligar. Somente abrindo com a chave de fenda e tirando as pilhas. Prático, não? Imagina às duas da madruga, depois que você está bem moída; o bicho deixa de ser engraçadinho para ser “incomodante”.

E pra finalizar, vamos ao motivo pelo qual escrevi este texto: o Furby desenvolve sua personalidade pela forma como é cuidado. Até aí, ok. Imagino que se vc chutar um cão este irá te morder, o que te faz concluir que o Furby ficará bravo se não for alimentado e acarinhado. Bravo é uma coisa, outra coisa é o bicho virar o demo.

Quando aconteceu pela primeira vez, eu estava na cozinha, as crianças brincavam na sala e ouvi algo que me lembrou do exorcista – o filme. Saí correndo pra sala e meu marido me acalmou: “Calma, ele está bem, parece que só o alimentamos demais.”

Da segunda vez meu marido relatou assustado o que ocorreu e fomos pesquisar na internet. Furby pequeno e engraçadinho, virou incomodante e agora ele tem Distúrbio Dissociativo de Identidade. Não sou da área médica portanto não tenho como falar sobre isso.

Também não é engraçado e se você se colocar no lugar de uma criança que está se divertindo, vendo os olhinhos mágicos explodirem em corações, piscadelas, notas musicais e do nada o olho fecha, ele se balança todo e berra: “Changing, changing” (mudando).

Os olhos abrem com labaredas de fogo, o bicho troca a voz e vira o demo. Não tem nada de divertido, não é para criança de qualquer idade, a não ser que você pratique satanismo ou algo parecido.

Segundo a resenha do Gizmodo, é um brinquedo para crianças, crianças sozinhas, crianças negligenciadas, crianças de criminosos, crianças do mal etc.

Sim, dá medo e a criança entra em pânico. Sim, você pagou 400 pratas num brinquedo com uma doença mental.

E me pergunto: que tipo de mente doentia programa um brinquedo desses? Isso é um brinquedo? Que tipo de dano psicológico uma criança pode sofrer ao ver seu brinquedo amado virar isso? Como você se sente quando a infância, ao invés de protegida, é achincalhada?

Na sessão de perguntas do site oficial encontrei algumas perguntas sobre a personalidade, mas não tem nenhuma sobre ele virar o demo ou ter um distúrbio ou desordem mental.

Pesquisando, descobri um testemunho com algumas imagens em inglês aqui sobre o mesmo problema. Encontrei mais informações aqui, mas nenhuma sobre a realidade.

E pra terminar vou usar uma frase lá do Gizmodo: “It also provides a decent simulation of the scarring effects long term psychological and physical abuse can have on the psyche. At a medical school, it could teach valuable lessons. But it has no place at a child’s sleepover.”

Numa tradução livre: o “brinquedo” fornece uma simulação decente dos efeitos marcantes de um duradouro abuso psicológico e físico pode ter na psiquê. Numa faculdade de medicina, poderia até ser útil. Mas não cabe na hora de dormir de uma criança.

*Ana é mãe de dois, arquiteta, inquieta, escreve no quaseummoleskine, iniciou um projeto para embelezar Petrópolis com plantas e acredita que agora é a hora de ser feliz.

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