Como aliviar refluxo ácido com uma cama elevada

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    Em um estudo com 441 pessoas, pesquisadores japoneses descobriram que quem ia para a cama até três horas depois do jantar era 7,5 vezes mais propenso a ter indigestão do que quem ia dormir quatro ou mais horas depois da refeição. Se você costuma dormir às 22h30, jante até as 18h30.
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    Deixar a cabeceira da cama cerca de 28 centímetros mais alta pode reduzir bastante os episódios de refluxo e encurtar os que você ainda tem. Use tijolos ou blocos de madeira.
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    Em um estudo, as pessoas que dormiam sobre o lado esquerdo do corpo tiveram apenas metade dos casos de refluxo registrados pelas pessoas que dormiam sobre o outro lado. Por causa da localização do estômago e do esôfago, dormir sobre o lado direito pressiona mais a válvula que mantém o ácido gástrico no lugar certo, conhecida como esfíncter esofágico inferior (EEI).
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    Há muita controvérsia em torno de quais alimentos seriam causadores de azia. A verdade é que o que incomoda você pode não causar nenhum efeito em outra pessoa que seguiu o mesmo cardápio.
    Ao analisarem mais de 100 estudos de mudanças no estilo de vida para combater o refluxo, pesquisadores da Universidade de Stanford descobriram que evitar chocolate, hortelã, pimentas, comidas gordurosas e lanchinhos tarde da noite não ajudou a maioria das pessoas. Mas várias outras pesquisas, e a experiência de gastroenterologistas, sugerem que, para algumas pessoas, são exatamente esses alimentos que devem ser evitados.
    Descubra quais são os alimentos que lhe provocam azia e fique longe deles. As possibilidades incluem frutas cítricas; chocolate; café e chá; álcool; comidas gordurosas e frituras; alho e cebola; aromatizantes de menta; comidas condimentadas; e pratos à base de tomate, como molhos de massa, pimenta e pizza.
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    De acordo com uma ampla pesquisa, as pessoas que tomavam benzodiazepínicos como diazepam, alprazolam e triazolam para dormir tiveram 50% mais chances de desenvolver refluxo gastroesofágico à noite do que aquelas que não tomavam essas drogas. Outra pesquisa mostrou que essas drogas relaxam o EEI.
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    Um estudo sueco feito com mais de 43.300 pessoas constatou que os fumantes de longa data corriam um risco 70% maior de apresentar azia e refluxo do que os não fumantes.
    O tabagismo aumenta o risco de quatro maneiras: induz tosse, coloca mais pressão sobre o EEI; enfraquece o EEI; reduz a produção de saliva, que normalmente neutraliza o ácido gástrico que reflui para o esôfago; e aumenta a produção de ácidos digestivos corrosivos.
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    Perder 12 quilos diminui em 40% os episódios de refluxo, de acordo com um estudo da Universidade de Stanford. Isso porque perder peso diminui a pressão no esfíncter esofágico inferior (EEI). Também reduz a produção de enzimas digestivas ácidas pelo corpo.
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    Um pequeno estudo britânico descobriu que mascar chiclete por 30 minutos depois de uma refeição pesada dobra a produção de saliva e a frequência com que se engole a saliva; estima-se que 10 deglutições extras de saliva podem aliviar a azia leve ao mandar o ácido de volta ao estômago. Outra pesquisa mostrou que mascar chiclete neutraliza o refluxo de ácido doestômago por até três horas após uma refeição.
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    A ciência ainda precisa descobrir a ligação entre o estresse e a indigestão, mas muita gente que sofre de azia já sabe que ela existe: em uma pesquisa conduzida pela Associação Americana de Pirose, 58% das pessoas que tinham crises frequentes de azia disseram que estilos de vida agitados pioravam a dor.
    O estresse incita a fumar mais, a beber mais álcool, a ingerir alimentos que provocam refluxo de ácido ou, simplesmente, aumentar o desconforto. Preste atenção aos seus níveis de estresse, e, quando eles aumentarem demais, procure maneiras de relaxar, como respirar profundamente durante alguns minutos.
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    Três em cada quatro asmáticos também apresentam refluxo gastroesofágico. Isso porque tossir e respirar com dificuldade podem provocar o refluxo dos ácidos estomacais para dentro do esôfago. Medicamentos contra a asma que alargam as vias respiratórias nos pulmões também podem relaxar o EEI.
    Manter a asma sob controle pode ajudar, mas, se o refluxo continuar, informe ao seu médico.
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    Com o tempo, os níveis altos de glicose que acompanham os diabetes dos tipos 1 e 2 podem danificar os nervos em todo o corpo, incluindo aqueles que regulam o esvaziamento do estômago. Se ficar parada no estômago, a comida pode ser regurgitada mais rapidamente para o esôfago. Alguns estudos sugerem que melhorar o controle da glicose pode ajudar, mas ainda é importante seguir as outras estratégias de estilo de vida mencionadas aqui.
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    Muitos medicamentos e suplementos atrapalham o fechamento total do EEI. Entre eles estão antibióticos, antidepressivos, bloqueadores do canal de cálcio, analgésicos opioides, como codeína e hidrocodona, remédios para osteoporose e tranquilizantes, assim como analgésicos de venda livre e suplementos de ferro, potássio e vitamina C. Se você tem azia ou refluxo, pergunte ao médico se alguma dessas drogas pode estar contribuindo para seu desconforto e se é melhor substituí-la por outra.
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    Em um amplo estudo escandinavo, as pessoas que comiam pães ricos em fibras (com grãos integrais) apresentaram a metade do risco para refluxo comparadas àquelas que ingeriam pão comum (branco).
    As fibras ajudam ao absorver o excesso de óxido nítrico, um composto que relaxa os músculos do sistema digestivo. Quando fizeram tomografias do esôfago de 164 pessoas, pesquisadores do Centro Médico de Veteranos de Houston descobriram que aquelas que comiam mais frutas, legumes e verduras, grãos integrais e feijões tinham uma probabilidade 20% menor de apresentar sinais de erosão do delicado tecido esofágico causada pelo refluxo. As que apresentaram um risco maior eram as que mais ingeriam gordura e proteína.
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    Os pesquisadores do Colégio de Medicina da Universidade do Arizona entrevistaram mais de 15 mil pessoas sobre hábitos de vida e histórico de refluxo e constataram que aquelas que bebiam mais de um copo de bebida gaseificada e cafeinada por dia eram 24% mais propensas a ter refluxo noturno que dificultava o sono do que aquelas que bebiam menos refrigerantes. Várias bebidas com gás são muito ácidas, o que explica a ligação, segundo os pesquisadores.
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    Quando 30 pessoas com azia persistente receberam uma dose dupla de um medicamento ou sessões de acupuntura duas vezes por semana, mais as doses regulares do mesmo medicamento durante quatro semanas, o grupo da acupuntura sentiu uma diminuição significativa nos sintomas da refluxo. Já o primeiro grupo não experimentou nenhuma melhora, afirmam os pesquisadores da Universidade do Arizona.

Como tratar o refluxo gastroesofágico

O tratamento para refluxo gastroesofágico geralmente é iniciado com algumas alterações do estilo de vida, assim como adaptações da dieta, já que em muitos casos, essas alterações relativamente simples são capazes de aliviar os sintomas, sem ser necessário qualquer outro tipo de tratamento.

No entanto, se os sintomas não melhorarem, o gastroenterologista pode indicar o uso de alguns remédios, que podem ser usados por um longo prazo, ou apenas durante as crises de sintomas. Nos casos mais complicados, em que nem os remédios são capazes de melhorar os sintomas, o médico pode aconselhar a realização de uma cirurgia, para tentar resolver a causa do refluxo.

  • Confira quais os sintomas mais comuns nos casos de refluxo gastroesofágico.
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  • As principais formas de tratamento usadas em casos de refluxo incluem:

1. Alterações no estilo de vida

Pessoas que têm um estilo de vida menos saudável têm maior risco de desenvolver vários problemas de saúde. Um desses problemas é a produção excessiva de ácido gástrico, que pode acabar causando sintomas de refluxo.

Assim, qualquer pessoa que sofra de refluxo, ou mesmo que queira evitar o seu surgimento, deve seguir estas indicações:

  • Manter um peso adequado, já que o excesso de peso causa maior pressão na região abdominal, aumentando as chances de o ácido gástrico voltar para o esôfago, piorando os sintomas;
  • Evitar fumar, já que o cigarro é capaz de afetar a capacidade do esfíncter do esôfago para fechar, permitindo que aconteça o refluxo com maior frequência;
  • Não deitar até 2 horas após comer, pois é nesse período que existe maior quantidade de ácido no estômago;
  • Evitar usar roupar muito apertadas, especialmente camisas e calças de cintura alta, porque podem fazer pressão sobre a região do estômago e piorar o refluxo.

Além disso, é ainda muito importante que, ao deitar, se tente manter a cabeceira da cama mais elevada que os pés. Para isso, pode-se colocar algo por baixo do colchão ou, então, colocar calços de madeira debaixo das pernas da cabeceira da cama. Preferencialmente, a cabeceira deve ficar elevada entre 15 a 20 cm.

2. Adaptações da dieta

Além das alterações no estilo de vida, indicadas anteriormente, também existem outras técnicas simples e naturais que ajudam a aliviar os sintomas e que estão, principalmente, relacionadas com a dieta.

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Assim, é aconselhado que se façam refeições mais regularmente, a cada 3 horas, por exemplo, mas com menor quantidade de comida. Isso ajuda a manter o estômago menos cheio e a facilitar o seu esvaziamento, evitando o refluxo.

Além disso, aumentar o consumo de vegetais e frutas, assim como evitar alimentos menos saudáveis, como industrializados, carne vermelha e frituras, também permitem reduzir a quantidade de ácido gástrico, aliviando os sintomas.

Outra dica importante consiste em regular o consumo de algumas bebidas, especialmente aquelas que têm sido muito relacionadas com o surgimento de refluxo, como refrigerantes, bebidas gaseificadas, café e bebidas alcoólicas.

  1. Veja com maior detalhe como deve ser a dieta para quem sofre com refluxo gastroesofágico.
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  3. Na maioria das vezes, os medicamentos para refluxo são indicados pelo médico apenas como SOS, ou seja, para serem utilizados durante uma crise de refluxo, que pode surgir quando se consome alguns tipos de alimentos em excesso.
  4. No entanto, os remédios também podem ser usados por períodos mais longos de tempo, especialmente em pessoas que têm sintomas muito fortes e frequentes. Alguns dos mais indicados incluem:
  • Antiácidos, como hidróxido de magnésio ou hidróxido de alumínio: neutralizam a acidez do estômago e evitam a sensação de queimação no esôfago;
  • Inibidores da produção de ácido, como omeprazol, esomeprazol ou pantoprazolinibem a produção de ácido no estômago, reduzindo a queimação provocada pelo refluxo;
  • Aceleradores do esvaziamento gástrico, como metoclopramida e domperidona: aceleram o esvaziamento do estômago, diminuindo o tempo que o alimento permanece neste órgão;
  • Protetores gástricos, como o sucralfato: formam uma barreira protetora na mucosa do estômago e do esôfago.

Assim, e uma vez que os sintomas e as causas de refluxo variam bastante de uma pessoa para a outra, os remédios devem ser sempre orientados por um médico, que irá avaliar histórico clínico e indicar as doses e a duração do tratamento medicamentoso.

Saiba mais sobre os principais medicamentos utilizados no tratamento do refluxo.

4. Uso de remédios caseiros

Nos casos mais leves de refluxo, os remédios caseiros podem ser uma excelente forma natural de aliviar os sintomas. Alguns dos mais indicados incluem o chá de gengibre, o chá de camomila e o suco de babosa, por exemplo, que podem ser tomados quando surgem os primeiros sintomas de queimação. Veja como preparar estes e outros remédios caseiros para refluxo.

Embora sejam uma boa forma natural de ajudar a aliviar os sintomas, os remédios caseiros não devem ser substituir os medicamentos receitados pelo médico, devendo ser utilizados apenas como complemento ao tratamento indicado.

5. Cirurgia

A cirurgia para refluxo gastroesofágico normalmente só é utilizada como último recurso de tratamento, nos casos mais complicados em que os sintomas não melhoraram com as alterações no estilo de vida, com as adaptações da dieta ou com o uso de medicamentos.

Nestes casos, o cirurgião efetua a cirurgia com o objetivo de reforçar o esfíncter esofágico, de forma a impedir a subida do ácido gástrico para o esôfago. Esta cirurgia pode ser feita de forma clássica, com um corte no abdome, mas também já pode ser feita por laparoscopia, na qual são feitos pequenos furos na pele. O tipo de cirurgia deve ser sempre selecionada junto com o cirurgião.

Entenda melhor como é feita esta cirurgia e como é a recuperação.

Como melhorar a qualidade do sono quando se tem refluxo?

Foto: Pixabay 
 Como Aliviar Refluxo Ácido com uma Cama Elevada

Uma pesquisa realizada pela GFK revelou que quase 30% dos brasileiros podem ter a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Esse número cresce para quase 50%, quando considera todas as pessoas que indicaram ter sintomas da doença.

A consultora do sono, Renata Federighi, traz algumas dicas de como melhorar a qualidade do sono de quem sofre com o refluxo frequentemente.

“Alguns sintomas da doença tendem a piorar ao deitar, como, por exemplo, a sensação de asfixia causada quando o ácido atinge a garganta.

Isso faz com que a pessoa acorde durante a noite ou cause uma sequência de pequenos despertares, fragmentando o repouso e diminuindo a sua qualidade”, explica.

Então, como melhorar a noite de sono quando se tem refluxo?

Apesar desses sintomas atrapalharem as noites de sono, existem algumas maneiras de amenizá-los. Mudar o estilo de vida e o comportamento diário podem ajudar a reduzir refluxo na hora de dormir.

Cuidado com a alimentação

Alguns alimentos e bebidas podem acentuar a incidência de refluxo. Diminuir o consumo desses produtos é um excelente modo de evitar os sintomas desse problema.

Entre eles estão: gorduras e frituras, café, chocolate, bebidas alcoólicas, carboidratos, pimenta e gaseificados.

Alguns desses alimentos tem um tempo de digestão maior, aumentam a acidez do estômago e favorecem que o aparecimento dos sintomas durante a noite.

Não deite após comer

Ir para a cama logo depois de comer pode causar refluxo. O ideal é finalizar as refeições de duas a três horas antes de dormir. “Ao deitar, fazemos pressão dentro do abdômen e estômago, o que faz aumentar as chances do suco gástrico voltar para o esôfago. Durante a espera, busque realizar atividades relaxantes”, explica a especialista.   

A posição na hora de dormir

Deitar virado para o lado esquerdo é uma forma de reduzir os sintomas de refluxo. “Essa é a posição mais indicada na hora de dormir. Os benefícios são muitos, desde facilitar o processo de digestão até melhorar a circulação sanguínea”, comenta Renata.

Para tanto, é imprescindível a utilização de um travesseiro em altura e suporte adequados para esse posição. Ele deve preencher completamente o espaço existente entre a cabeça e o colchão, deixando pescoço e coluna alinhados e as vias respiratórias livres.

A especialista explica que devido o pâncreas e o estômago ficarem do lado esquerdo, esta é a melhor maneira de canalizar os sucos gástricos. “Outra vantagem é que as enzimas pancreáticas são secretadas mais facilmente. Deitar desse modo evita o refluxo, dores no estômago e cansaço ao levantar”, completa.

Use uma almofada antirefluxo

Usada sob o tronco, o Antirefluxo pode amenizar os incômodos do refluxo. “O seu formato triangular mantém o corpo levemente inclinado durante toda a noite, reduzindo as chances do ácido ou do suco gástrico regressarem para o esôfago”, explica Renata.

Da Redação
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Conselhos para evitar o refluxo noturno | PortalMedic | Noticias e Dicas de Saúde

Como Aliviar Refluxo Ácido com uma Cama Elevada

Milhares de pessoas procuram constantemente soluções para evitar o refluxo noturno. Embora essa condição possa ocorrer em qualquer hora do dia, para muitas delas é mais frequente durante a noite e, de fato, se torna um gatilho para alterações do sono.

O refluxo gastroesofágico se origina por um enfraquecimento do esfíncter esofágico, o que permite o retorno dos ácidos estomacais para o esôfago e a boca. Como resultado, a pessoa afetada sente uma incômoda sensação de ardor ou irritação na altura do esterno, que costuma vir acompanhada de dor torácica, azia e dificuldades para engolir.

Felizmente, na maioria dos casos é leve e não conduz a complicações graves. Apesar disso, é recomendável prestar atenção, pois se se repetir de maneira contínua, pode afetar tanto o sono como a qualidade de vida em geral. Mas como controlar esse problema? No seguinte espaço, vamos compartilhar algumas dicas.

Por que tenho refluxo noturno?

Há vários fatores que se relacionam com o aumento do refluxo ácido durante o período noturno. Em primeiro lugar, está associado a jantares abundantes e irritantes, especialmente quando realizados pouco antes de ir para a cama.

Dado que dificulta a digestão e o corpo permanece em posição horizontal, o tônus do esfíncter esofágico diminui e as secreções ácidas conseguem retornar para o esôfago e a boca. A mesma coisa acontece quando se consome bebidas muito quentes antes de dormir ou se deitar em uma posição inapropriada.

No entanto, esse problema também é frequente entre consumidores de tabaco, pessoas submetidas a situações de estresse e quem usa roupas muito justas para dormir. Por isso, o primeiro ponto para seu tratamento consiste em melhorar o estilo de vida, corrigindo os maus hábitos que podem causá-lo e piorá-lo.

Conselhos para evitar o refluxo à noite

Existem várias medidas que podem ajudar a evitar o refluxo noturno, sobretudo quando é um problema recorrente ou severo. Embora seja importante consultar o médico para determinar se há uma causa subjacente para os sintomas, em geral essas recomendações podem servir como apoio ao tratamento.

Evitar comer antes de dormir

Embora não seja aconselhável ir para a cama sem comer, também não é correto fazer uma refeição antes de se deitar. O ideal é jantar algo leve, umas duas ou três horas antes de dormir. Assim, as secreções ácidas do estômago estarão sob controle na hora de ir para a cama.

Limitar o consumo de comidas irritantes

Os alimentos que aumentam o nível de acidez estomacal podem piorar os sintomas do refluxo noturno. Devido a isso, aconselha-se a limitar, sobretudo à noite, o consumo de tomate, cafeína, carnes embutidas, frituras, pratos condimentados e bebidas alcoólicas.

Elevar a cabeceira da cama

Uma das medidas mais aconselháveis para evitar o refluxo noturno é dormir com o torso ligeiramente elevado. Para isso, é conveniente elevar a cabeceira da cama.

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De acordo com um estudo publicado no Journal of Gastroenterology and Hepatology, a elevação da cabeceira da cama contribui para reduzir a exposição ao ácido esofágico e ao tempo de eliminação do ácido no refluxo noturno. Isso, por sua vez, pode reduzir as alterações de sono associadas.

No entanto, segundo a Clínica Mayo, elevar a cabeça com travesseiros adicionais é insuficiente para obter esse efeito. Portanto, o ideal seria elevar o corpo da cintura para cima.

Nesse sentido, seria positivo contar com uma cama ajustável.

No entanto, como é pouco frequente que os pacientes tenham acesso a uma cama desse tipo, a recomendação é utilizar um travesseiro triangular. 

Dormir do lado esquerdo pode ajudar a evitar o refluxo noturno

Embora as razões não estejam de todo claras, dormir sobre o lado esquerdo pode diminuir os episódios de refluxo noturno. Aparentemente, por questões anatômicas, dormir sobre o lado direito do estômago faz com que o esfíncter esofágico fique mais exposto ao ácido estomacal, o que causa refluxos.

Perder peso

Os pacientes com sobrepeso e obesidade precisam perder peso para controlar o refluxo. Devido ao acúmulo de gordura no perímetro abdominal, a compressão gástrica aumenta e os ácidos conseguem retornar ao esôfago.

Evitar o consumo de álcool e tabaco

Não apenas antes de ir para a cama, mas também durante o resto do dia. Esses hábitos podem, inclusive, agravar os sintomas.

Utilizar roupas confortáveis

Por comodidade e saúde, o ideal é preferir roupas soltas para dormir. Os pijamas muito ajustados podem aumentar a pressão intra-abdominal, o que permite o retorno das secreções ácidas do estômago.

Evite se estressar para controlar o refluxo noturno

Um adequado manejo do estresse não apenas diminui o risco de refluxo noturno, mas também favorece uma boa qualidade de sono. Para isso, recomenda-se a prática de técnicas de relaxamento, como a meditação, o yoga ou a leitura.

Ante refluxo noturno, o melhor é consultar o médico

Se os sintomas persistirem ou piorarem apesar de aplicar essas recomendações, o ideal é procurar um médico. O profissional poderá determinar a causa e o tratamento mais adequado para você.

O que tomar para o refluxo gástrico?

Além de aplicar as recomendações mencionadas na seção anterior, para promover o alívio dos incômodos do refluxo noturno, o gastroenterologista também pode indicar o uso de algum medicamento para o refluxo.

Em geral, esses medicamentos agem formando uma proteção na boca do estômago, evitando que os ácidos subam ao esôfago, combatendo, assim, a sensação de ardor, ao mesmo tempo que neutralizam rapidamente o excesso de ácido no estômago combatendo a sensação de acidez. Leia as instruções desse medicamento e consulte um especialista sobre o tratamento mais adequado para o seu caso.

Fonte: Melhor com Saude

Como Aliviar Refluxo Ácido com uma Cama Elevada

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    Selecione seu material. O material usado para a elevação da cabeça da cama deve ser selecionado cuidadosamente. Um travesseiro terapêutico ou um levantador de cama (independente do material) são recomendados. Eles garantem que uma altura ideal fique consistente todos os dias. Aqui estão suas três opções restantes:

    • A forma mais fácil é colocando um bloco de cimento, tijolos ou livros em baixo dos pés da cama perto do lado da cabeça.
    • Se essa não for uma opção para você, você pode investir em levantadores de cama de plástico ou de madeira que sustentam as pernas da cama. Também há “cunhas de cama” que você pode colocar entre seu colchão e molas da cama, ou no seu colchão em baixo dos lençóis.
    • Alternativamente, você pode usar um travesseiro terapêutico para simular uma cama elevada. É como parece – um travesseiro mais firme e com formato de cunha. No entanto, eles podem causar dores no pescoço.[1]
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    Eleve sua cama à altura certa. A extensão da elevação da cabeceira da sua cama deve ser medida cuidadosamente. A maioria dos estudos sugere que a altura ideal da elevação é pelo menos 15-20 c. Essa altura é medicamente comprovada por evitar o refluxo ácido ao se deitar.[1]

    • Na verdade, quanto maior a elevação, melhor. No entanto, você ainda deve conseguir dormir confortavelmente. A maioria das pessoas acha que 15-20 cm é o ideal.[2]
    • Usa um travesseiro de cunha prende a posição ao dormir e evita o deslizamento. Além da dor no pescoço possível, esse travesseiro é tão eficaz quanto elevar a cama. As pessoas têm a tendência de deslizar de travesseiros regulares; o travesseiro de cunha lhe mantém elevado a noite toda.
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    Eleve os ombros também. A intersecção entre seu estômago e esôfago é localizada aproximadamente na parte inferior dos ombros. Portanto, eles também devem ser elevador para evitar o refluxo ácido.

    • Se você não elevar seu torso, você provavelmente verá que não apenas “ainda” tem o refluxo ácido, mas que também é mais difícil ficar confortável devido às dores no pescoço e nas costas.
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    Nunca use vários travesseiros para elevar a cabeceira da cama. Vários travesseiros colocam a cabeça em um ângulo que comprime o estômago. Isso agrava o refluxo ácido.

    • Tente não usar travesseiros regulares enquanto dorme, porque isso pode colocar pressão extra no abdômen, empurrando o conteúdo do estômago para cima. Você também poderá deslizar, frustrando o propósito.
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    Entenda “por que” funciona. O refluxo ácido é mais comum quando a pessoa está deitada porque a gravidade não se opõe ao refluxo como o faz na posição vertical o efeito reduzido da gravidade também permite que o conteúdo ácido fique no tubo alimentar por mais tempo e que chegue à boca mais facilmente.

    • A elevação na cabeceira da cama reduz drasticamente o contato do revestimento do tubo alimentar com o conteúdo ácido. Também reduz as perturbações no sono dos pacientes.
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    Não coma antes de dormir. Caso contrário, todos os seus esforços podem ser em vão! Vá dormir com um estômago vazio ou seco. Não coma 3 horas antes de dormir e não beba nada 2 horas antes de ir para cama. Se não, um episódio de refluxo ácido será mais provável de acontecer.

    • Evite se deitar depois de comer também. Espere pelo menos 3 horas antes de se deitar depois de ter comido, para garantir que o alimento já esteja digerido. Isso dá ao seu corpo tempo para esvaziar o estômago também.
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    Evite comidas gordurosas. Alimentos gordurosos, como alimentos fritos e fast food ficam por mais tempo no estômago e são geralmente mais pesados e mais difíceis de digerir. Uma estadia demorada e mais conteúdo na intersecção entre o estômago e o tubo alimentar promove o refluxo ácido.

    • Chocolates são ricos em gordura “e” cafeína, o que também é ruim para o refluxo ácido. Também é rico em cacau, o que instiga uma produção maior de ácido no estômago e o refluxo ácido.
    • Alimentos fritos, molho de tomate, álcool, alho e cebola são todos conhecidos por provocarem o refluxo ácido.
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    Masque chiclete. Isso aumenta a produção de saliva, um presente da natureza para os pacientes de refluxo ácido. Se você sabe que está prestes a consumir algo que não deveria, leve um pacote de chiclete com você para compensar as complicações.

    • Tenha cuidado para não escolher o sabor menta. A menta promove o refluxo ácido relaxando momentaneamente as válvulas musculares e aumentando a produção de ácido no estômago.
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    Use roupas folgadas. Quando suas roupas estão apertadas, coloca-se pressão no estômago. Essa constrição adicional na área do abdômen encoraja o ácido estomacal a ir ao esôfago, causando o refluxo ácido.

    • Se você estiver consumindo uma refeição pesada ou comendo alimentos conhecidos por causarem o refluxo ácido, certifique-se de ficar longe de roupas apertadas (incluindo a roupa de baixo) que podem exacerbar o problema.
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    Fique longe de café e suco de laranja. O café mantém a pessoa mais animada injetando cafeína no sistema. Essa cafeína também estimula a produção de ácido dentro do estômago. A hiperacidez facilita o fluxo contrário do conteúdo do estômago. Qualquer coisa que ajuda na produção de ácido deve obviamente ser evitada (como suco de laranja).

    • Suco de laranja e outras bebidas cítricas são ricas em vitamina C ou ácido ascórbico. O ácido ascórbico aumenta a acidez do estômago ainda mais e promove o refluxo ácido.
    • Chás cafeinados e refrigerantes também devem ser evitados para diminuir a produção de ácido no estômago.
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    Faça mais atividades físicas. A atividade física vai melhorar os sintomas de refluxo ácido diminuindo a compressão do estômago. A chave é fazer 30 minutos de atividade física por dia. Esse objetivo de 30 minutos pode ser dividido em várias sessões. Por exemplo, sessões de caminhada de 10 minutos podem ser feitas três vezes ao dia.

    • Caminhar por 30 minutos todos os dias ajudará a acelerar a perda de gordura. Para pessoas que acham chato caminhar, outras alternativas são jardinagem, natação, levar o cachorro para passear ou passear por vitrines de lojas.
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    Observe seu peso. Indivíduos acima do peso e obesos reclamam de refluxo ácido porque a gordura extra na barriga comprime o estômago. Isso aumenta a pressão dentro do estômago e força seu conteúdo para a rota contrária no tubo alimentar. Para reduzir de refluxo ácido, você pode querer reduzir seu peso.[3]

    • Evite comer demais, não apenas para ficar de olho no seu peso, mas para diminuir as chances do refluxo ácido. Consuma refeições menores mais frequentemente para manter um peso desejável e evitar sobrecarregar seu estômago.
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    Pare de fumar. Fumar é uma causa conhecida do refluxo ácido. Com o tempo, isso pode causar injúrias graves e também câncer no esôfago. Pare de fumar agora e sinta um alívio imediato.[4]

    • Há vários motivos pelo qual você deve parar de fumar, além de reduzir o refluxo ácido. Se você parar, você também vai reduzir seu risco de doenças cardíacas, diabetes, outros cânceres, e verá uma melhora no seu cabelo, pele, unhas e dentes.
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    Considere tomar antiácidos. Antiácidos, como hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio (um líquido), neutralizam o conteúdo ácido do tubo alimentar e do estômago. Um alívio refrescante e brando é notável quando o líquido passa pelo seu esôfago.

    • A dose diária é geralmente 2 a 4 colheres de chá (10 a 20 ml) 4 vezes por dia. É melhor consumido 20 minutos a 1 hora depois de uma refeição.[5]
    • Antiácidos podem causar efeitos colaterais – constipação ou diarreia.
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    Pense em tomar Inibidores da Bomba de Prótons (IBPs). IBPs são uma das melhores formas de tratar o refluxo ácido. Funciona desligando a bomba que produz hidrogênio, um componente importante do ácido no estômago. Uma produção menor de hidrogênio significa menos irritação no seu esôfago. Para efeito máximo, os IBPs são tomados pelo menos 30 minutos antes do café da manhã.

    • A dose diária para os tipos diferentes de IBPs são:Omeprazol 20 mg uma vez por diaLansoprazol 30 mg uma vez por diaPantoprazol 40 mg uma vez por diaEsomeprazol 40 mg uma vez por diaRabeprazol 20 mg uma vez por dia.
    • Os IBPs podem apresentar efeitos colaterais de dor de cabeça, dor no estômago e desejo de vomitar.
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    Verifique bloqueadores do receptor H2. O propósito único do receptor H2 no estômago é de produzir ácido. Os bloqueadores do receptor H2 antagonizam essa produção de ácido. Eles são uma alternativa aos IBPs que o seu médico pode recomendar.

    • A dose diária para os tipos diferentes de bloqueadores do receptor H2 são:Cimetidina 300 mg 4 vezes por diaRanitidina 150 mg duas vezes por diaFamotidina 20 mg duas vezes por diaNizatidina 150 mg duas vezes por dia.
    • Bloqueadores do receptor H2 podem apresentar efeitos colaterais como dor de cabeça, constipação e diarreia.
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    Visite o seu médico para obter uma opinião profissional. Terapia médica é uma adição útil aos remédios caseiros para aliviar o refluxo ácido. Esses medicamentos agem neutralizando o ácido ou interrompendo a produção do ácido. Além dos antiácidos (disponíveis em qualquer farmácia ou supermercado), seu médico saberá qual prescrição é melhor para você.

    • O ácido é um componente importante para a imunidade do estômago e processos digestivos. Períodos extensos de terapia médica podem comprometer o sistema digestivo. O uso de medicamentos por mais de 4 semanas devem ocorrem com o consentimento do seu médico.
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    Saiba que você não está sozinho. O refluxo ácido ou doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é uma queixa prevalente na população geral. Estudos recentes nos Estados Unidos concluem que 7% da população se queixam diariamente de refluxo ácido. Além disso, 15% dos indivíduos têm esse sintoma pelo menos uma vez por semana.

    • Isso não significa que não há esperanças. Com o tratamento adequado, esse número pode ser muito menos. Muitas pessoas só não se importam em tomar atitudes. De fato, as taxas de refluxo ácido eram 50% maiores dez anos atrás.[6]
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    Entenda o que está acontecendo no seu corpo. O esôfago é um tubo alimentar que conecta a boca ao estômago. O alimento é misturado com ácido no estômago para prepará-lo para a absorção adequada pelo corpo. É daí que vem o “ácido” do “refluxo ácido”.

    • Normalmente, o conteúdo do estômago desce para o intestine quando ele está pronto para digestão. As duas válvulas, compostas de músculos, em cima e em baixo do tubo alimentar impedem o sentido contrário do fluxo do conteúdo ácido do estômago em direção ao tubo alimentar e à boca.[7]
    • O refluxo ácido é causado pelo enfraquecimento das válvulas musculares na intersecção entre o tubo alimentar e o estômago.[8] O ácido do suco gástrico e dos alimentos misturados irritam o tubo alimentar. Uma piora no refluxo permite que o conteúdo ácido chegue à boca.
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    Conheça os fatores de risco. Várias coisas na sua vida podem lhe colocar em risco ou serem a causa do refluxo ácido. Os fatores incluem o seguinte:

    • Gravidez. O útero ascendente desloca o estômago e outros conteúdos abdominais para cima e para baixo. Consequentemente, isso causa o refluxo ácido.
    • Fumo. Fumar aumenta o conteúdo ácido do estômago. Além disso, enfraquece as válvulas musculares que previvem que o conteúdo ácido chegue ao tubo alimentar.
    • Obesidade. A gordura extra no abdômen comprime o estômago e aumenta a pressão lá dentro. O conteúdo ácido será forçado de volta para o tubo alimentar quando a pressão interna no estômago se torna muito alta.
    • Roupas apertadas. A constrição na área abdominal aumenta a pressão dentro do estômago e causa uma reversão do fluxo do conteúdo do estômago.
    • Refeições pesadas. O estômago alarga na parte superior para alojar o volume extra. Portanto, mais conteúdo ácido está presente na intersecção entre o estômago e o tubo alimentar.
    • Deitar-se de forma reta de costas. Deitar-se de costas de forma reta, principalmente depois de uma refeição, levanta o conteúdo do estômago para mais perto da intersecção entre o estômago e o tubo alimentar.
    • Diabetes. A diabetes não tratada resulta em danos nos nervos, incluindo o nervo vago, que é o responsável pelo estômago e intestino.[9]
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    Saiba quais são os sintomas. Algumas pessoas nem têm consciência de que estão tendo refluxo ácido. Aqui está o que você deve procurar:[10]

    • Azia. A azia é uma sensação quente e de queimação na porção do meio do peito. É frequentemente sentida nessa área porque o tubo alimentar fica em baixo do coração.[11]
    • Maior produção de saliva. O corpo reage ao refluxo ácido encorajando as glândulas salivares a aumentar sua produção. A saliva é um réplica natural para o ácido.
    • Limpeza frequente da garganta. A limpeza da garganta reforça o fechamento das válvulas musculares no tubo alimentar. O tubo alimentar e a boca obtêm proteção do fluxo reverso do conteúdo ácido como um resultado.
    • Gosto amargo na boca. O refluxo ácido, quando é sério, pode chegar à boca. Isso pode deixar uma experiência traumática de um sabor amargo na boca.[12]
    • Dificuldade para engolir. Quando o refluxo se torna grave o suficiente para machucar o revestimento do tubo alimentar, um paciente irá se queixar de dificuldade para engolir. As injúrias podem fazer com que seja doloroso para a comida passar pelo tubo.
    • Apodrecimento dos dentes. O refluxo ácido grave que chega à boca de forma consistente pode danificar os dentes também.
  • Não já um alimento único que seja o causador do refluxo ácido. Um diário de alimentação é sugerido para os pacientes verem quais alimentos agravam o problema neles mesmos.
  • Uma progressão rápida na dificuldade de engolir associada com uma perda de peso não intencional deve instigar uma consulta médica. Isso pode ser um sintoma de câncer.
  • Em indivíduos mais velhos, é recomendado que se busque ajuda médica quando houver azia. Um ataque cardíaco pode se apresentar como uma azia em pessoas mais velhas.
  1. ↑ http://www.health.com/health/gallery/0,,20529772,00.html
  2. ↑ http://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/heartburn-gerd/expert-answers/heartburn-gerd/faq-20057894
  3. ↑ http://www.nhs.uk/conditions/gastroesophageal-reflux-disease/Pages/Introduction.aspx
  4. Brunicandi, F. Charles, Dana Andersen, Timothy illiar, David Dunn, John Hunter, Jeffrey Matthews, Raphael Pollock. Schwartz's Principles of Surgery, Ninth Edition. New York: The McGraw-Hill Companies, Inc., 2009.
  5. Bashir AK, Sodhi JS, Zargar SA, Javid G et al. Effect of Bed Head Elevation During Sleep in Symptomatic Patients of Nocturnal Gastroesophageal Reflux .J Gastroenterol Hepatol. 2012;27(6):1078-1082.
  6. Kaltenbach T, Crockett S, Gerson LB. Are life style measures effective in patients with gastroesophageal reflux disease? An evidence based approach. Arch. Intern. Med. 2006; 166: 965–71.
  7. Longo, Dan, Dennis Kasper, J. Larry Jameson, Anthony Fauci, Stephen Hauser, and Joseph Loscalzo. Harrison’s Principles of Internal Medicine 18th edition. New York: The McGraw-Hill Companies, Inc., 2011.
  8. Pope CE. Gastro Esophageal Reflux Disease: Pathophysiology, Diagnosis, Management. Philadelphia: WB Saunders, 1983.
  9. Robertson D, Aldersley M, Shepherd H, Smith CL. Patterns of acid reflux in complicated oesophagitis. Gut 1987; 28: 1484–8.

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