Como aliviar a indigestão crônica (com imagens)

A indigestão, também chamada de dispepsia ou má digestão, é um sintoma caracterizado por digestão anormal e dificultada. É um dos problemas gástricos mais prevalentes e pode, ou não estar associado a outras doenças, como gastrite, úlceras gástricas, tumores, etc. Estima-se que o problema atinja cerca de 25% da população de países desenvolvidos.

Muitas das causas da indigestão estão associadas a hábitos alimentares e estilo de vida. Ingestão de alimentos gordurosos, consumo excessivo de álcool, tabagismo, estresse e doenças gástricas são algumas das causas da má digestão.

Com isso, alguns grupos de risco para a doença incluem pessoas com doenças gastrintestinais, problemas com estresse, obesidade e fumantes.

Como Aliviar a Indigestão Crônica (com Imagens)

Os sintomas da indigestão incluem dor epigástrica, desconforto e incômodos intestinais, náuseas, vômitos e, em alguns casos graves, fezes com sangue e perda de peso. O diagnóstico normalmente inclui exames para eliminar a possibilidade de outras doenças. Os testes incluem endoscopia, testes de imagem, exames metabólicos, etc.

A indigestão normalmente não apresenta graves complicações. Entretanto, quando não tratada adequadamente, pode prejudicar a qualidade de vida do paciente e trazer muito incômodo.

O tratamento normalmente é feito com mudança no hábito alimentar e de vida do paciente.

O médico pode, entretanto, indicar alguns medicamentos, sobretudo antiácidos, IBPs, procinéticos e, em casos de infecções, antibióticos.

Algumas plantas medicinais possuem efeito digestivo e combatem o problema. Elas incluem: endro, alecrim, cominho e funcho. Para evitar a doença, recomenda-se hábitos alimentares saudáveis, prática de atividades físicas e redução do tabagismo, consumo de álcool e controle do estresse.

Definição

Indigestão, também chamada de dispepsia ou má digestão, é uma indisposição temporária causada por uma digestão anormal. Note que na linguagem popular às vezes é chamada de “crise hepática”, na verdade é mais um equívoco, porque o fígado não é realmente afetado.

Note que a indigestão não é uma doença e sim um sintoma que normalmente ocorre após as refeições. Ela se manifesta como dores abdominais, sensação de queimação estomacal, saciedade precoce, desconforto, etc.

É importante citar que a indigestão pode ser sintoma de alguma doença mais grave ou outro problema digestivo, como a Doença do Refluxo Gastroesofágico.

A inidgestão ou dispepsia pode ser dividida em diferentes tipos. A dispesia funcional é aquela cujos sintomas não estão relacionados a outras doenças. Na dispepsia orgânica, em contrapartida, os sintomas estão vinculados a outra enfermidade. Outro tipo é a dispepsia não diagnosticada, cujos sintomas e causas ainda não são totalmente esclarecidos ou investigados.

Epidemiologia

A indigestão apresenta alta prevalência entre a população. Entretanto, poucos pacientes procuram médicos para reportar os sintomas, que são normalmente leves e não levam a graves complicações.

A dispepsia é diagnosticada em cerca de 10% da população americana a cada ano, sendo que 15% destas apresentam sintomas graves e que precisam de intervenção médico mais assertiva. Ainda nos EUA, a indigestão corresponde a cerca de 40-70% das visitas médicas devido a queixas gastrointestinais.

O caso mais frequente de indigestão nesse país é a funcional. Estima-se ainda que a dispepsia afeta mais de 25% da população de países desenvolvidos.

No Brasil, um estudo populacional revelou que a inidgestão tem prevalência de 44% utililizando os critérios de diagnóstico Roma I, e 19,5% segundo os critérios de Roma II.

Causas

Como Aliviar a Indigestão Crônica (com Imagens)Na maioria dos casos, a indigestão está relacionada ao estilo de vida ou aos hábitos alimentares inadequados. Algumas doenças, sobretudo as que afetam o aparelho digestório, também provocam indigestão como sintoma.
– Excesso de comida, alimentação inadequada.
– Alimentos ricos em gordura (como chocolates, carne vermelha, manteiga, etc).

  • – Algumas frutas (cereja).
  • – Consumo de bebidas carbonatadas (como refrigerantes e água com gás).
  • – Alimentos muito temperados ou com especiarias, como pimenta, gengibre, canela, etc.
  • – Ingestão de estimulantes como a cafeína.
  • – Álcool.
  • – Tabaco.
  • – Estresse.
  • – Distúrbios emocionais, como nervosismo, ansiedade e até depressão.
  • – Consumo excessivo de certos medicamentos (anti-inflamatórios, antibióticos, pílulas anticoncepcionais, suplementos de ferro).
  • – Úlcera gástrica e duodenal (também chamada de úlcera péptica).
  • – Inflamação do pâncreas.

– Inflamação do estômago.
– Inflamação da vesícula biliar e cálculos biliares.

  1. – Doença celíaca.
  2. – Constipação.
  3. – Câncer de estômago.
  4. – Bloqueio intestinal.
  5. – Isquemia intestinal (redução do fluxo sanguíneo para o intestino).
  6. – Gastrite.

– Infecção por H. pylori.

– Problemas de motilidade gástrica, como os causados pela neuropatia vagal.

A “tacofagia” também está entre as principais causas de indigestão. Esse fenômeno refere-se às pessoas que comem muito rápido, sem mastigar os alimentos de maneira adequada.

Grupos de risco

Como Aliviar a Indigestão Crônica (com Imagens)Embora a indigestão seja um sintoma comum na população mundial, algumas pessoas estão mais propensas a apresentarem o problema:
– Pacientes com problemas gastrintestinais, como úlceras pépticas, gastrite, doença delíaca, cálculos biliares, etc.
– Pacientes com trânsito intestinal dificultado. Isso pode levar também à constipação.
– Obesos e pessas com dietas alimentares ricas em gorduras, temperos, cafeína, etc.
– Fumantes.
– Pessoas em uso crônico de determinados medicamentos, como antiinflamatórios, antibióticos, etc.
– Pessoas com histórico familiar de refluxo gástrico, hérnia hiatal.

– Mulheres grávidas (muitas vezes devido à pressão exercida sobre o abdome).

Sintomas

A pessoa que tem indigestão sofre de dor mal definida, em horários indefinidos. Este desconforto pode durar por um dia e pode se dissipar após um repouso na posição supina. A presença de grande quantidade de gás no estômago também está entre os primeiros sinais de indigestão.

Outros sintomas incluem:
– Sensação de saciedade precoce durante a refeição, mesmo quando a pessoal não terminou de comer.
– Sensação incômoda de saciedade após as refeições. Essa sensação normalmente dura mais que o normal.
– desconforto e dor na região superior do abdôme. Além disso, o paciente pode sentir queimação e excesso de gases.
– Náuseas e enjoos.

Nos casos mais graves, a indigestão pode ser manifestada por:
– Vômitos (e náuseas) incessantes. Algumas vezes o vômito pode apresentar sangue.

  • – Febre.
  • – Face pálida e fraqueza geral do corpo.
  • – Perda de peso súbita.
  • – Fezes escuras.
  • – Dor de cabeça.
  • – Dificuldade para engolir, que piora com o passar do tempo.

– Encurtamento da respiração, sudorese e dor que se irradia para a mandíbula, pescoço ou braços. Nesse caso, procure imediatamente um médico.

Normalmente esses sintomas mais graves estão associados a outras doenças e o paciente deve procurar serviço especializado.

Diagnóstico

  1. De acordo com o Consenso de Roma III, o paciente apresenta dispepsia funcional quando apresenta sintomas por pelo menos 12 semanas (contínuos ou não) nos últimos 6 meses, sem estar associado a nenhuma doença.

    Dessa forma, de acordo com os critérios diagnósticos, a indigestão é dividida em:

  2. – Síndrome da dor epigástrica: dor na região superior do abdôme.
  3. – Síndrome do desconforto pós-prandial: saciedade precoce, desconforto estomacal, náuseas e vômitos.

  4. Para excluir outras doenças que possam estar causando a indigestão, o médico pode pedir exames especificos:
  5. – Endoscopia digestiva alta, para verificar a presença de úlceras ou tumores.
  6. – Ultrassonografia abdominal e testes de imagem, para verificar obstrução intestinal.

  7. – Testes laboratoriais de sangue, mas verificar problemas da tireóide ou outros problemas metabólicos.

– Pesquisa por H. pylori e outros parasitas que afetam o intestino.

Também deve encontrar uma maneira de avaliar o estado psicológico do paciente para detectar se ele está estressado ou não. Se o caso é complexo, o médico pode necessitar de uma biópsia.

Complicações

A indigestão dura entre um a dois dias, e raramente tem complicações. Devido às dores e sintomas de saciedade precoce, a indigestão pode atrapalhar a capacidade do paciente se alimentar.

Em alguns casos, a indigestão pode se transformar em constipação, e se não for tratada rapidamente pode se agravar para uma intoxicação alimentar.

A incontinência fecal é também uma das possíveis complicações da indigestão.

Se o paciente apresentar vômito e este tiver aspecto de “borra de café”, ou se as fezes se tornarem enegrecidas, será necessário consultar um médico com urgência, pois isso indica presença de sangue nesses materiais. Em qualquer caso, se o desconforto causado pela indigestão não desaparecer dentro de 48 horas, aconselha-se procurar um médico.

Tratamentos

Leia também na parte de conselhos para indigestão, os conselhos para o tratamento de indigestão.
Algumas medicações para inidgestão são indicadas caso caso as mudanças de hábitos de vida e alimentares não causem resultado.

Nesse caso, o médico pode prescrever:
– Inibidores de bomba de prótons (IBP): indicado para reduzir a acidez gástrica. Alguns exemplos são o omeprazol, esomeprazol, lansoprazol e pantoprazol.
– Inibidores do receptor H2 da histamina: também indicado para redução do excesso de ácido produzido.

Exemplos são a ranitidina e cimetidina.
– Procinéticos: indicados para melhorar a motilidade do aparelho digestório, como a domperidora.
– Antibióticos: úteis no combate à bactéria H. pylori. A combinação de IBP com antibióticos é particularmente importante nesse caso.
– Medicamentos para controlar a ansiedade e depressão.

– Medicamentos para combater o vômito: nesse caso, o médico pode prescrever antieméticos, antiespasmódicos e benzodiazepínicos.

– Outros medicamentos: hidróxido de magnésio e antiácidos eferverscentes são úteis para reduzir a acidez e aliviar eventuais dores e febre.

Fitoterapia

Várias plantas medicinais podem melhorar o quadro de indigestão. Nesse caso, trata-se de ervas com efeitos colagogos, coleréticos e digestivos.

Apesar de sua eficácia conhecida, é necessário consultar um especialista antes de usar. Para isso você pode consultar em farmacêutico (especialista em fitoterapia).

Entre as plantas mais populares utilizadas contra a indigestão, podemos citar:

– Funcho (ou erva-doce). Essa planta tem uma ação particular contra a indigestão. Durante o tratamento, geralmente usamos decocção de suas raízes, infusão de suas folhas ou o pó de suas sementes. Além de sua incomparável ação digestiva, o funcho alivia o inchaço e a flatulência.

– Endro. Assim como a erva-doce, o endro pode estimular o sistema digestivo. Age como antiespasmódico, diurético, anti-inflamatório. O endro é recomendado em casos de vômitos freqüentes e flatulência. Esta planta também é usada para interromper os soluços.

– Cominho. Graças às suas propriedades diuréticas, o cominho elimina o desconforto associado à indigestão. Muitas vezes usado em infusão, ele atenua os espasmos gástricos, favorecendo a digestão.

– Alecrim. Essa planta atua como um curativo natural favorecendo a cicatrização quando usada como antisséptico. Esta planta é usada em chás para ajudar na digestão.

– Hortelã-pimenta (esta planta poderia ser cientificamente comprovada para efeitos na indigestão).

– Fumária (esta planta é utilizada principalmente em casos de problemas do fígado e, especialmente, da vesícula biliar).

Dicas

Muitas dicas para a indigestão estão baseadas em mudanças de hábitos alimentares e estilo de vida.

– Para evitar a indigestão, é particularmente importante seguir um bom hábito alimentar, escolhendo uma dieta equilibrada e saudável. Dê preferência a frutas, legumes, verduras, grãos integrais e alimentos não processados.

– Paralelamente, verifique a sua dieta para identificar os alimentos que podem estar causando a sua indigestão.

Reduza o consumo de alimentos de difícil digestão, como chocolate, carnes gordurosas, bebidas gasosas e alcoólicas, alimentos condimentados, frituras e molhos.

Reduza também a ingestão de alimentos embutidos (salsichas, linguiças, salames), defumados, enlatados, curados e altamente processados (como açúcar refinado, farinha branca, etc).

  • – Mastigue devagar para facilitar a digestão e para otimizar a ação dos sucos digestivos.
  • – Nunca coma muito de uma vez, o melhor é comer várias pequenas refeições por dia para reduzir o trabalho do estômago durante o processo digestivo.
  • – Evite refeições tardias que possam tornar a digestão difícil.

– O consumo abusivo de anti-inflamatórios, incluindo medicamentos a base de aspirina, é a causa de úlceras e azia estomacais. Se possível, consulte o seu médico para mudar a medicação (se você acha que os medicamentos são a causa de seus distúrbios digestivos). Se a troca não for possível, sempre tomar esses medicamentos com alimentos, evite consumi-los antes de estômago vazio.

– Reduza o uso de álcool, tabaco, café e chá.

– Encontre uma maneira de eliminar o estresse, pois, muitas vezes é a causa do transtorno no sistema digestivo.

– Pratique exercícios regularmente. A atividade esportiva melhora o trânsito intestinal, alivia o estresse e ajuda a combater o sobrepeso.

– Evite se sentar logo após as refeições. Dê uma leve caminhada por 10-15 minutos. Isso ajuda no processo digestivo e elimina os gases.

O que é Dispepsia e como melhorar a digestão dos alimentos

A dispepsia é caracterizada pela má digestão, ou seja, a digestão lenta e difícil dos alimentos. Ela é considerada um doença crônica benigna e geralmente aparece em períodos de maior estresse do indivíduo e frequentemente está relacionada a má alimentação ou alimentação em excesso.

As causas da dispepsia podem ser uma maior sensibilidade da mucosa do estômago, a presença da bactéria Helicobacter pylori mas as alterações emocionais, principalmente o estresse e a ansiedade causam azia e má digestão.

Como Aliviar a Indigestão Crônica (com Imagens)

Sintomas de Dispepsia

A dispepsia funcional ou não ulcerosa pode ser identificada por sintomas como:

  • Dor ou desconforto na parte superior do abdômen;
  • Ausência de alterações nos exames, como a endoscopia, que expliquem os sintomas;
  • Exclusão da possibilidade de ser síndrome do intestino irritável.

Os indivíduos que sofrem com a dispepsia não apresentam nenhuma alteração nos órgãos digestivos, porém sentem-se incomodadas com a indigestão constantemente. A dispepsia pode ser diagnosticada pelo gastroenterologista ao observar exames como a endoscopia digestiva alta sem alterações e ainda assim se mantiverem as queixas do paciente.

Tratamentos para curar a Dispepsia 

A cura da dispepsia é difícil de alcançar e o objetivo principal do tratamento é ajudar o paciente a aceitar, reduzir e até conviver com os sintomas.

 O tratamento da dispepsia inclui uma dieta variada, com horários marcados, dando-se preferência a alimentos leves e nutritivos como frutas, legumes, grãos e carnes magras.

O tratamento para a dispepsia, que é um mal-estar sentido no abdômen e que causa sensação de estar cheio e queimação na garganta e estômago, inclui evitar os fatores que causam esses sintomas, como cigarro, leite ou café, por exemplo. Porém, é importante conhecer a causa da dispepsia, que na maioria dos casos é provocada por irritação do estômago, câncer, intolerância à lactose ou ansiedade, para adaptar o tratamento. 

Geralmente, o tratamento tem como objetivo ajudar o paciente a criar estratégias, que são muito individuais, para reduzir seus sintomas, porque uma vez que não há normalmente alterações objetivas em exames não é comum se fazer uma terapêutica medicamentosa pra curar a dispepsia, mas sim para aliviar os seus sintomas.

Remédios para dispepsia

Para aliviar os sintomas de dispepsia pode-se usar analgésicos, para aliviar a dor no estômago, assim como medicamentos inibidores da produção de ácido, usados para tratar a úlcera péptica, como omeprazol ou esomeprazol, por exemplo.

Tratamento natural 

O tratamento natural para dispepsia baseia-se em evitar:

  • Estresse;
  • Cigarro;
  • Café;
  • Condimentos;
  • Leite;
  • Alimentos que produzem gases como feijão, couve de Bruxelas, brócolis, couve flor ou cebola.

Uma outra forma de aliviar os sintomas é usar uma bolsa de água morna e aplicá-la sobre a barriga durante as crises mais dolorosas. Veja também várias opções de remédios caseiros para má digestão.

Dieta para dispepsia

O tratamento nutricional para dispepsia, envolve eliminar os alimentos que se manifestam intolerantes ao paciente e, para saber quais são os alimentos deve-se registrar as suas sensações depois da ingestão controlada de alimentos de forma a identificar que alimentos pode ser menos tolerante à mucosa originando os sintomas de dor, barriga inchada ou diarreia.

Só desta fora, o nutricionista poderá elaborar um plano alimentar balanceado, encorporando alimentos alternativos àqueles que o paciente não consegue ingerir e com valor nutricional equivalente.

O tratamento nutricional para dispepsia deve ser adaptado e alterado com o tempo e, por isso não se faz geralmente com apenas uma consulta. Além disso, exames de intolerância alimentar podem ser uma ferramenta útil para ajudar tanto o paciente como o profissional a elaborar um plano alimentar adequado às suas necessidades nutricionais e preferências alimentares.

Indigestão (má digestão ou dispepsia)

Como Aliviar a Indigestão Crônica (com Imagens)

A indigestão, ou dispepsia, caracteriza-se por dor no abdome ou pela presença de outros distúrbios gástricos como sensação de estômago cheio, enjoos, eructações e vômitos.

Vários são os problemas que podem causar indigestão. Comer depressa demais sem mastigar direito os alimentos, beber exageradamente durante as refeições, abusar de alimentos gordurosos e das frituras são alguns deles.

Veja também: Leia entrevista sobre Síndrome do Intestino Irritável

Sintomas

  • Sensação de estômago cheio;
  • Enjoos;
  • Eructações (arrotos);
  • Vômitos;
  • Sonolência após as refeições;
  • Dores abdominais.

Causas

  • Comer depressa demais sem mastigar direito os alimentos;
  • Beber líquidos em excesso durante as refeições;
  • Abusar de alimentos gordurosos e de frituras.

Recomendações

Se os sintomas desaparecerem com a simples mudança dos hábitos alimentares ou após tomar antiácidos, a indigestão não oferece riscos maiores. No entanto, se permanecerem por mais de uma semana, ou vierem acompanhados por fezes escuras, ou por qualquer outro sintoma anormal, procure assistência médica sem demora.

Atenção

Dependendo da localização, a dor no abdome pode estar relacionada com algumas doenças:

  • Dor na parte superior do abdome: Caso haja alívio após a ingestão de alimentos, pode ser indício de gastrite, úlcera ou simplesmente de azia. Se a dor não desaparecer ou se agravar após as refeições, pode ser sinal de cálculo biliar ou azia;
  • Dor no médio abdome: Sugere síndrome do intestino irritável ou gastrenterite;
  • Dor na parte inferior do abdome: Se vier em forma de aperto, pode indicar colite, síndrome do intestino irritável ou, em mulheres, problema pélvico.

Dispepsia (indigestão): o que é, sintomas, remédios e tipos | MS

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Dispepsia (indigestão), muito confundida com gastrite e má digestão, é uma compilação de sintomas comuns, como eructação (arrotos), náuseas, flatulência, vômitos, sensação de queimação na “boca” do estômago e inchaço, que são sentidos na região superior do abdômen, em geral logo após o consumo de alimentos.

Está relacionada a problemas no peristaltismo, que são contrações involuntárias do sistema digestivo para auxiliar a comida no seu trajeto correto. Não se trata de uma condição grave, mas pode trazer consequências quando não tratada.

A dispepsia é muito comum, cerca de 20% da população já sentiu algum sintoma. Já no Brasil, a incidência é de 40%.

Dores no estômago ou dor nas costas não são sintomas de dispepsia. É necessário verificar se não consiste em constipação em vez de indigestão. Dispepsia é muito confundido com gastrite, que é uma inflamação no estômago, que pode ou não causar sintomas parecidos.

Dispepsia, azia e refluxo ácido: qual é a diferença?

A azia pode ser um sintoma da dispepsia, porém a azia é associada a doença de refluxo ácido, que consiste na regurgitação do conteúdo do estômago (pode ser logo após comer ou horas depois) ou ácido no esofago.

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

Tipos e causas de dispepsia

Os tipos da dispepsia está relacionado a suas causas. Entenda:

Dispepsia orgânica

Causadas por doenças orgânicas encontradas no trato digestório como:

  • Úlceras pépticas;
  • Cálculo biliar;
  • Esofagite;
  • Pancreatite;
  • Hérnia de hiato;
  • Gastrite;
  • Câncer de estômago(raro);
  • Doença da tireoide.

Dispepsia funcional

A dispepsia está relacionada a diversos hábitos alimentares como o consumo excessivo de álcool e cigarro, comer rápido e em demasia, ingerir muitos alimentos com pimenta e cafeína. No entanto existem condições médicas que podem causar a indigestão:

  • Depressão;
  • Estresse;
  • Intoxicação alimentar;
  • Alergia;
  • Sensibilidade alimentar.

Outras causas podem ser o uso de medicamentos como antibióticos, esteróides, digoxina, antidiabéticos, corticosteróides, anti-inflamatórios, opióides, antidepressivos, e antipsicóticos.

Pessoas com mais de 45 anos e obesas têm mais chances de sentir os sintomas da indigestão.

Quais são os sintomas?

Os sintomas podem ser confundidos com outras doenças. Por isso, antes do autodiagnóstico, é recomendado procurar orientação médica.

Os sintomas mais comuns são:

  • Dor abdominal;
  • Pirose (sensação de queimação);
  • Flatulência (gases);
  • Náuseas;
  • Sensação de distensão abdominal.

Sintomas de alarme

Além desses, existem alguns sintomas mais graves aos quais o paciente precisa ficar alerta. São eles:

  • Refluxo;
  • Inchaço na região do estômago;
  • Sangramento digestivo;
  • Ictéria;
  • Vómitos;
  • Sensação de saciedade precoce, mesmo com refeições pequenas;
  • Eructação (arrotos);
  • Perda de peso inexplicável;
  • Disfagia (sensação de comida “presa” no esôfago);
  • Anemia.

Gravidez

Na gravidez pode ocorrer sintomas de dispepsia, porém são causados por mudanças hormonais ou pela pressão no estômago devido ao aumento do útero. 8 a cada 10 mães sentiram pelo menos um sintoma de indigestão em algum momento da gravidez.

Obesidade

Em casos de obesidade a indigestão pode ser mais comum, fazendo surgir mais sintomas, pois tem uma maior pressão dentro do estômago, principalmente depois de uma refeição. Pode causar refluxo também.

Quando e como diagnosticar?

Depois de detectados os sintomas, é necessária intervenção médica. Um clínico geral ou gastroenterologista podem diagnosticar dispepsia.

O diagnóstico é feito, preferencialmente, pela exclusão, e só pode ser estabelecido depois de serem descartadas outras doenças gastrointestinais.

O paciente não pode ter nenhuma doença que justifique sua dor, como problemas no pâncreas ou vesícula.

O Consenso de Roma é a sistematização e atualização dos critérios clínicos para o tratamento e diagnóstico de doenças gastrointestinais. O Consenso de Roma III, uma de suas atualizações, classifica a dispepsia em:

  • Síndrome da dor epigástrica: caracterizada pela dor na parte superior do abdômen;
  • Síndrome do desconforto pós-prandial: classificada como a sensação de saciedade precoce, náuseas e vômitos.

A partir de exames, coletam-se dados clínicos. Quando estes não revelam nenhuma lesão nas paredes do estômago ou duodeno (que podem trazer sintomas parecidos), então dispepsia é diagnosticada.

Exame de sangue (Hemograma)

Se o paciente tiver sintomas de anemia, pode ser realizado um exame de sangue para diagnosticar a dispepsia.

Uma endoscopia pode ser pedida pelo médico. O exame é indolor e consiste na inserção de  um tubo fino com um endoscópio (câmera) na ponta pela garganta do paciente, para verificar possíveis lesões que estejam causando os sintomas. Se, por acaso, não haja nada, pode-se diagnosticar a dispepsia.

Teste de função hepática

Caso o médico suspeite de cálculo biliar, pode ser realizado um exame de sangue para verificar o funcionamento do fígado.

Ultrassom abdominal

Ondas sonoras de alta frequência mostram o movimento, a estrutura e o fluxo sanguíneo durante a digestão. Um gel é aplicado no abdômen do paciente e um pequeno dispositivo que emite as ondas sonoras é pressionado contra a pele. A partir disso, uma imagem é projetada na tela de visualização e o médico pode ver o interior do abdômen com detalhes.

O ultrassom é um exame muito utilizado por mulheres grávidas para verificar a saúde do feto.

Tomografia abdominal computadorizada

A tomografia computadorizada envolve uma injeção de corante e em seguida tirada uma série de raios X para produzir imagens do abdômen do paciente.

Protoparasitológico de fezes

Em caso de suspeita de vermes no intestino, pode ser realizado o exame de fezes para detectá-los.

Para melhores resultados desse exame, é recomendado recolher as primeiras fezes do dia, logo pela manhã.

Helicobacter pylori e a Dispepsia

Helicobacter pylori é uma bactéria que pode causar uma infecção no estômago, ou úlceras, que provocam os sintomas da dispepsia. Porém, para se detectar essa bactéria, são necessários exames de sangue. O tratamento dessa infecção é feito com antibióticos.

Dispepsia tem cura?

Por não ser uma doença, e sim um conjunto de sintomas, dispepsia pode ser tratada e seus sintomas podem ser diminuídos, porém o paciente pode usar de alguns tratamentos caseiros que ajudam na diminuição dos sintomas.

Como é o tratamento?

Depois de diagnosticada, o tratamento depende muito da gravidade dos sintomas. A dispepsia pode ser tratada de duas formas:

Uma grande diversidade de medicamentos podem ajudar nos sintomas da dispepsia. Antiácidos são usados para diminuir a sensação de queimação no estômago e antigases para diminuição da flatulência.

Se a dispepsia é causada por Helicobacter pylori, utilizam-se antibióticos para deter essa bactéria. Antidepressivos podem ser usados para tratar a indigestão, quando causada por doenças psíquicas ou depressão.

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico.

As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento.

Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Tratamento natural

O tratamento natural busca a amenização dos sintomas, mas não existem evidências de sua eficácia e segurança. Algumas dicas são:

Gengibre

O gengibre tem sido muito usado para diminuir os sintomas de dispepsia, pois relaxa o músculo intestinal e ajuda a mover os alimentos ingeridos ao longo do sistema digestivo.

Para usar o gengibre, coloque cerca de 1 centímetro de raiz de gengibre descascada em uma xícara de água fervente. Depois de morno, coe e beba.

Relaxar

O estresse tem muita influência nos sintomas da dispepsia, por isso relaxar é muito eficaz nesses casos. Existem diversos modos de relaxar e o método mais eficaz pode mudar de paciente para paciente. Algumas atividades bastante praticadas são yoga, massagem, exercício físico, passar um tempo em contato com a natureza, entre outras.

Alimentação

A alimentação influencia diretamente no funcionamento do intestino. Para diminuir os sintomas de dispepsia, é recomendado evitar alimentos picantes, processados, que contenham lactose, adoçantes artificiais, alimentos ácidos (como molho de tomate) ou que podem dar gases, como feijão, brócolis, couve de bruxelas ou couve flor.

Pode-se mudar alguns hábitos no momento da alimentação, como:

  • Comer refeições menores, mais regularmente (6 vezes ao dia);
  • Comer devagar, evitando ingerir excesso de ar ao mastigar;
  • Esperar cerca de 2 a 3 horas para se deitar depois de uma refeição;
  • Evitar comer muito próximo ao horário de se deitar à noite;
  • Beber água regularmente e manter-se hidratado.

Alguns hábitos podem ajudar a diminuir os sintomas da indigestão:

  • Parar de fumar;
  • Emagrecer;
  • Elevar o travesseiro de 10 a 15 centímetros ao se deitar;
  • Evitar praticar exercícios logo após de comer;
  • Identificar ações que provocam estresse e evitá-los;
  • Dormir adequadamente.

Sucos de fruta

Por conter muitos nutrientes, sucos de algumas frutas podem auxiliar no funcionamento do intestino. Recomenda-se sucos de frutas como laranja, abacaxi, limão e uva, além de infusões de cominho e erva doce.

Como conviver com a dispepsia?

Depois do tratamento, tanto medicamentoso quanto natural, os sintomas podem diminuir a ponto de não atrapalhar nas atividades cotidianas. Isso torna a dispepsia muito fácil de conviver.

Lembre-se de não se automedicar, se perceber os sintomas consulte um médico para obter orientações.

Apoio psicológico

Pacientes com dispepsia podem procurar apoio psicológico para tratar questões emocionais e fazer o paciente se sentir melhor. Isso pode também aliviar sintomas como estresse. Se nenhuma medida terapêutica der resultado, o tratamento com antidepressivos pode ser mais eficaz.

Quais as complicações?

A dispepsia raramente causa complicações, mas elas podem trazer consequências graves, como:

Estenose esofágica

O refluxo é a volta do ácido do estômago para o esôfago. A longo prazo, essa volta constante irrita a mucosa, provocando um estreitamento do canal, chamado estenose esofágica. Isso faz com que a pessoa tenha dificuldade de deglutição, entre outros. A comida pode ficar presa na garganta, o que causa dor no peito. Para resolver esse aspecto existem cirurgias de ampliação do esôfago.

Estenose pilórica

Quando ocorre o contrário do refluxo, ou seja, o ácido do estômago vai para o intestino, a passagem entre esses dois órgãos, denominada píloro, pode ficar estreita e cicatrizada. Cirurgias também podem ser realizadas para a ampliação do píloro.

Peritonite

O peritônio é a camada de tecido que reveste a parede do abdômen. Por conta da dispepsia, pode haver inflamação deste tecido, o que causa desconforto e dor.

Nesse caso, uma cirurgia pode ajudar reparando os danos causados pela inflamação. Caso ela não seja eficaz, antibióticos podem ser administrados para ajudar.

Por ter sintomas comuns, muitas pessoas lidam com a dispepsia diariamente. Não se automedique e procure orientação médica para poder tratar adequadamente.

Compartilhe com seus amigos para que fiquem sabendo dos sintomas mais comuns e as formas de tratamento.

Referências

http://www.nhs.uk/conditions/Indigestion/Pages/Introduction.aspx
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Como prevenir ou aliviar transtornos do estômago – Seleções Brasil

O alimento é o combustível do corpo. Se os órgãos que processam o que comemos não funcionam, nosso bem-estar fica comprometido. Mas o conhecimento científico, aliado a métodos testados e comprovados, tem fornecido soluções para a maioria dos transtornos digestivos.

Os ácidos produzidos no estômago decompõem o alimento que comemos, a fim de liberar os nutrientes essenciais. Embora naturais e necessários, esses ácidos podem causar problemas, em especial quando combinados à ação de bactérias da parede estomacal, o que pode provocar úlceras pépticas. Veja como prevenir ou aliviar transtornos do estômago.

Cicatrize o estômago com sono

Toda noite, enquanto você dorme, o corpo repara os danos causados na parede estomacal. Faz isso ao aumentar a produção da proteína humana trefoil (TFF2), que ajuda na regeneração das áreas danificadas do estômago e do intestino e só é completamente eficaz durante o sono. Para uma saúde perfeita do estômago, você deve dormir pelo menos sete/oito horas toda noite.

Morango para acalmar o estômago

A fruta preferida de todos também acalma um estômago irritado, segundo sugerem novas pesquisas. Acredita-se que o morango ajude a prevenir as úlceras gástricas ao reduzir os danos à camada mucosa do estômago. Os achados ainda não foram confirmados, mas não lhe fará mal algum desfrutar desse delicioso remédio preventivo.

Sopre a azia para longe

A respiração profunda reduz a quantidade de ácido estomacal que vaza para o esôfago, afirmam os cientistas. Se você sofre de azia crônica, pratique a respiração profunda por 30 minutos por dia para melhorar a qualidade de vida e reduzir a necessidade de medicamentos. Como bônus, você vai relaxar.

Descanse o garfo

Se fosse um medicamento, esta técnica renderia milhões: pouse os talheres entre as garfadas, mastigue devagar e não se apresse para pegar os talheres de novo – converse, leia um livro ou ouça rádio.

A pausa dá aos sucos digestivos mais tempo para trabalhar e ao estômago a oportunidade de sinalizar para o cérebro que você está satisfeito antes que coma demais – seu objetivo deve ser levar mais de 20 minutos por refeição.

Mastigue bem e coma lentamente para diminuir a azia, evite comer demais e aproveite bem o momento das refeições.

Chiclete contra a azia

Se você tem azia, experimente mascar chiclete. A mastigação produz saliva, que recobre o esôfago com um gel protetor, prevenindo a azia. Mas não exagere: mascar chiclete demais cria excesso de ácido no estômago, aumentando o risco de uma úlcera gástrica.

Um pouco de ácido

Adicione uma colher (chá) de vinagre de cidra a meio copo de água e beba antes ou depois de uma refeição farta para auxiliar na digestão. O vinagre eleva os níveis de ácido no estômago, o que pode ajudar a decompor os alimentos.

Isso auxilia as pessoas que não produzem ácido estomacal suficiente, o que provoca arrotos depois de comer, sensação de empanzinamento e dor abdominal.

Não tome se você sofre de algum distúrbio relacionado ao excesso de ácido estomacal, como a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).

Beba uma taça de vinho

Um copo de vinho com uma refeição saborosa não aumenta o risco de gases ou azia, dizem cientistas suíços. Eles avaliaram a velocidade e a qualidade da digestão em pessoas saudáveis que comeram fondue de queijo e beberam chá-preto ou vinho e uma taça de conhaque. As pessoas que beberam álcool digeriram a comida mais lentamente. Mas nenhum dos grupos ficou mais propenso a gases ou azia.

Calma com o cominho

Essa semente aromática tem propriedades antiespasmódicas e antibacterianas. O cominho é um remédio caseiro ideal para aliviar os sintomas de indigestão. Use-o em pães, biscoitos, bolos, molhos e ensopados.

Cure com coentro

O coentro parece pronto para oferecer um novo medicamento valioso para combater a intoxicação alimentar e infecções bacterianas resistentes a drogas. Tradicionalmente, o coentro é usado como fitoterápico para aliviar dor, náuseas, cãibras e convulsões, e como auxiliar da digestão.

Agora os cientistas relatam que o óleo de coentro, feito da semente da planta, é capaz de eliminar completamente algumas das bactérias mais violentas e tóxicas do mundo, incluindo E. coli, salmonela e até SARM resistente a antibióticos (Staphylococcus aureus resistente à meticilina).

Saiba que você estará fazendo um favor ao seu sistema digestivo ao adicionar coentro a molhos e sopas.

Texto extraído do livro Os segredos de saúde mais bem guardados do mundo.

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