Como alimentar um cavalo: 15 passos (com imagens)

03 DE ABRIL DE 2019 – ATUALIZADA EM 05 DE ABRIL DE 2019 | Redator: Redação ABCCC

Com 71 animais confirmados e 15 incentivos, a 16ª Expo-Outonal começou pontualmente às 8 horas da manhã desta quarta-feira, 3 de abril, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS.

A seleção, que garantiu mais oito animais (quatro machos e quatro fêmeas) para a final na Expointer, foi ponteada pelo Melhor Exemplar e Grande Campeão, Mais Um Magistrado, e pela Grande Campeã, Basca de La Reina.

Antes mesmo da prova começar, os aficionados pelo Cavalo Crioulo já se muniam de cafés, águas e alimentos enquanto se enfileiravam em direção às arquibancadas e área VIP, no entorno da pista do Freio de Ouro, para observar a seleção morfológica que viria a começar. Pouco tempo depois, o narrador Bruno Silveira já fazia o anúncio do jurado porto-alegrense Felipe Caccia Maciel – o qual adentrava a pista para iniciar o julgamento.

Assim, os exemplares Crioulos davam seus primeiros passos sob o criterioso olhar do avaliador na manhã nublada de Esteio. Durante o restante do dia, o número de animais afunilava e a dificuldade da prova ficava cada vez mais acirrada entre os que ainda estavam no páreo.

Filas e filas de animais encantavam o público presente, salientando as características morfológicas dentro da prova na qual é avaliada a conformação dos animais. Mais do que isso, durante os períodos de avaliação minuciosa em que Maciel contornava cavalos e éguas para a análise de todos os ângulos, o público acompanhava atento.

Todos aguardavam apenas o momento no qual o jurado falaria ao microfone para explanar suas escolhas e pontuar sua visão. O jurado Felipe Maciel enfatizou o alto nível da prova e a grande evolução da raça. “Foi uma exposição de um nível fantástico.

Eu destaquei no meu comentário sobre as potrancas, que é difícil a gente avaliar e julgar essa quantidade de potrancas boas que tiveram, tanto que três das quatro melhores fêmeas vieram dessa categoria”, destacou.

Enfim, os vencedores

Foi no período da tarde que os nomes dos oito melhores exemplares e classificados à final morfológica na Expointer foram divulgados, um a um. Na categoria das Fêmeas, quem puxou a fileira foi a Grande Campeã Basca de La Reina, da Cabanha Basca. Para a expositora Mariana Franco Tellechea, o resultado é mais uma grande conquista no ciclo 2019, pois a gateada foi o quinto animal da Cabanha Basca habilitado à Expointer. “Eu acho que isso é uma coisa inédita em nossa trajetória porque, neste ano, fomos nos três primeiros Passaportes e vencemos os três com as fêmeas, com potrancas diferentes”, vibrou.

Nos machos, o Grande Campeão foi Mais Um Magistrado, da Cabanha Mais Um, que também foi o Melhor Exemplar da raça na 16ª Expo-Outonal.

O expositor, Claudio Omar de Almeida, celebrou a conquista: “É um momento único que a gente vem sempre procurando.

Já faz alguns anos que eu venho me dedicando ao Cavalo Crioulo, sou médico veterinário de origem, e sempre dando uma sequência com os animais da Santa Edwiges”.

  • A prova
  • O evento, que teve como técnico responsável Ricardo Guazzelli Martins, contou com a presença do presidente da ABCCC, Francisco Kessler Fleck, do vice-presidente Técnico, Vinicius Guedes Freitas, e do vice-presidente de Eventos, Mateus Silveira Gularte, além de outros nomes importantes da raça durante toda a prova.  
  • As próximas paradas da temporada de Morfologias Passaporte ocorrem nas cidades de Campo Grande/MS, entre 12 e 13 de abril, e Londrina/PR, nos dias 13 e 14 de abril.

O Banrisul é o patrocinador oficial do ciclo de Morfologias Passaporte

 

  1. Confira o resultado (ainda não homologado pela ABCCC):
  2. Fêmeas
  3. Grande Campeã e Campeã Potranca Menor BASCA DE LA REINA, filha de BASCO ONÁSSIS e BASCA PRINCESA; Criadora e expositora MARIANA FRANCO TELLECHEA E FILHOS, CABANHA BASCA, URUGUAIANA/RS
  4. Reservada Grande Campeã e Campeã Égua Adulta
  5. 3ª Melhor Fêmea e Reservada Campeã Potranca Menor
  6. 4ª Melhor Fêmea e 3ª Melhor Potranca Menor
  7. Machos
  8. Melhor Exemplar da Raça, Grande Campeão e Campeão Cavalo Menor
  9. Reservado Grande Campeão e Campeão Potranco Menor
  10. 3º Melhor Macho e Campeão Potranco Maior
  11. 4º Melhor Macho e Reservado Campeão Potranco Menor

JUSTA CAUSA DA VENDRAMIN-TE, filha de MACANUDO DO ITAPORORÓ e PERUA 2280 DA TRADIÇÃO. Criador e expositor ALDO VENDRAMIN, EST NCIA VENDRAMIN, PALMEIRA/PR NOBREZA DA TAIMÃ-TE, filha de GUACHIGO NO TE ACHIQUES e ILUMINADA DA TAIMÃ; criadora e expositora TAIANE LETICIA ZOCCHETTO, CABANHA TAIMÃ, SANTA ROSA/RS OITAVA RIMA DA CABANHA SANTA FÉ, filha de JA IMPULSO e ELITE DA CABANHA SANTA FÉ; criador GILBERTO RODRIGUES DE FREITAS e expositores GILBERTO RODRIGUES DE FREITAS E THÉO OBINO, CABANHA SANTA FÉ E FUMAÇA, TAQUARA/RS MAIS UM MAGISTRADO, filho de EQUADOR DE SANTA EDWIGES e LA RAQUEL ASTILLA; criador e expositor CLAUDIO OMAR DE ALMEIDA, CABANHA MAIS UM, PELOTAS/RS JAGUAR DA GAP SÃO PEDRO, filho de AS MALKE TORMENTO-TE e RICOLETA DE SÃO PEDRO; criador EDUARDO MACEDO LINHARES e expositor EDUARDO MACEDO LINHARES E LUIZ CARLOS MAEDA, CABANHA GAP SÃO PEDRO E SANTA LARISSA, URUGUAIANA/RS E ITAPORANGA/SP MILIONARIO DA VENDRAMIN-TE, filho de MACANUDO DO ITAPORORÓ e HULHA NEGRA DA VENDRAMIN; criador e expositor ALDO VENDRAMIN, EST NCIA VENDRAMIN, PALMEIRA/PR ORVALHO DA CABANHA SANTA FÉ, filha de JA IMPULSO e MALÍCIA DA BELA ALIANÇA; criador e expositor GILBERTO RODRIGUES DE FREITAS, CABANHA SANTA FÉ, TAQUARA/RS

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Como alimentar um cavalo corretamente

Alimentar um cavalo pode ser confuso, pois há diversas rações disponíveis e não há dois cavalos iguais. A quantidade e o tipo de alimento a ser dado dependerá do tipo, da idade, do peso, da saúde e da carga de trabalho do animal, do clima no qual ele está e do que está disponível localmente.

Pese o cavalo usando uma fita ou uma balança. A segunda é bem mais precisa e deve ser usada no lugar da fita, se estiver disponível. A avaliação de condição corporal é a melhor forma de registrar mudanças de peso. Pese o animal a cada duas semanas e coloque as mudanças em um gráfico.

Calcule a necessidade diária total (em forragem e concentrada). Ela fica entre 1,5 e 3% do peso corporal do animal, mas em média é de 2,5%. Use a seguinte equação para determinar quanto você deve dar a seu cavalo todo dia: peso corporal / 100 x 2,5 = ração diária total.

Determine que tipo de ganho de peso você quer para seu cavalo. Você quer mantê-lo no nível em que já está (dieta de manutenção), quer reduzir o peso dele por causa de problemas de saúde (dieta redutora) ou quer aumentar o peso do equino por causa de uma doença passada ou porque ele está abaixo do peso?

A melhor estratégia a usar quando se está desenvolvendo uma dieta para um cavalo é alimentá-lo com base no peso desejado, não no peso atual. Por exemplo, se um cavalo estiver abaixo do peso com 300 kg e seu peso ideal for de 400 kg, não o alimente com 2,5% de 300 kg, e sim com 2,5% de 400 kg.

Use a mesma estratégia para um animal acima do peso:

alimente-o com base no peso desejado, não no atual, dando a ele menos do que a quantidade atual e reduzindo o peso do cavalo.

Controle o nível de energia da forragem fornecendo tipos diferentes ou uma mistura deles. Forragens diversas têm quantidades diferentes de ED (energia digerível), e esta depende do tipo de forragem (grama, ensilagem, feno, palha de aveia) e do tipo de grama (centeio, dátilo ou capim-dos-pomares).

Para o pasto, o período do ano também afeta a ED; a grama da primavera tem um nível alto dessa energia, enquanto a do inverno é bem pobre. Para a grama preservada, o corte afeta a ED; a grama cortada cedo tem mais ED do que a que foi cortada mais tarde. A palha de aveia tem muito pouca ED. A melhor maneira de descobrir o valor nutritivo da sua forragem é levá-la para análise.

Escolha o tipo de energia adequado para seu cavalo. Alguns animais tendem a se agitar ou se assustar facilmente. Alimentá-los com fontes de energia de liberação lenta, como fibras e óleos, ajudará. Esta é a forma mais segura de energia e a que causa menos problemas de saúde.

Outros cavalos são preguiçosos e precisam de mais ímpeto. Dar a eles energia de liberação rápida, como os amidos encontrados em cereais e em grãos como a aveia e a cevada, pode ajudar. O amido está ligado a uma série de problemas de saúde e deve ser restrito para alguns cavalos.

Procure um profissional se não tiver certeza de quanto dar a seu cavalo. Caso tenha dúvidas quanto à quantidade de alimento que deve dar a seu equino, fale com o veterinário dele. Alguns fabricantes de ração também têm telefones que você pode usar para obter conselhos sobre como alimentar o animal.

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Fonte: Wikihow

5 passos para aprender a fazer terraceamento em áreas degradadas

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Além proteger o terreno contra erosão, técnica é utilizada para manter solo fértil e produtivo para atividades agropecuáriasPor Naiara Araújo ([email protected])

Com o objetivo de ajudar agricultores e pecuaristas a reintroduzirem áreas degradadas ao sistema produtivo, a Embrapa Tabuleiros Costeiros, de Aracaju (SE), está incentivando o terraceamento, também conhecido como curva em nível. A técnica consiste em criar barreiras para reter água em terrenos com declive, mantendo a camada fértil do solo e retomando a produtividade.

O projeto ConservaSolo, de responsabilidade do pesquisador Lauro Nogueira da Embrapa Tabuleiros Costeiros, visa estimular boas práticas agrícolas por meio da conservação do solo. Por isso, a equipe desenvolveu uma animação que ensina o terraceamento em áreas com declividade a partir de 1%.

O processo de terraceamento em nível pode ser considerado trabalhoso, mas não difícil. Para realizá-lo são necessários os seguintes materiais: trena de 30 metros, piquetes de madeira para cada 15 metros, mangueira de pedreiro de 35 metros, trator de 75 cavalos e arado de três discos. Confira o passo a passo e acesse o vídeo produzido pela Embrapa aqui.

1 – Saiba qual é a textura do solo

Saiba se o solo é arenoso ou argiloso

Para dar início ao terraceamento será necessário pegar cinco amostras do solo na camada de 0 a 20 centímetros. As amostras devem ser colocadas em um balde e misturadas. Em seguida, separe um punhado de terra e molhe com água, sem encharcar. Misture e amasse a terra, formando um cordão com aproximadamente um centímetro de espessura, como o da imagem.

Na sequência, curve o cordão até formar uma ferradura. Segundo informações da Embrapa, se o cordão quebrar o solo da sua propriedade é arenoso. Se não quebrar, o solo é argiloso. Essa informação será usada no terceiro passo.

2 – Descobrindo a declividade

Aprenda a calcular a declividade

Nesta segunda etapa você vai descobrir a declividade da área. Para começar, coloque um pique de madeira na parte mais alta do terreno. Depois de 30 metros, finque o segundo piquete.

Em seguida, pegue a mangueira e encha com água. Coloque uma ponta da mangueira no o piquete de cima e a outra no de baixo.

Depois, meça a distância entre as extremidades da água na mangueira e a superfície do solo nos dois piquetes, como na imagem ao lado.

Calculando a declividade: subtraia o valor encontrado no piquete abaixo pelo valor encontrado no de cima. Pegue o valor da subtração e multiplique por 100 e depois divida por 30, que é a distância entre os dois piquetes. O resultado encontrado será a declividade do terreno.

3 – Distância entre os terraços

Informações sobre espaçamento

Agora que você já sabe se o solo é argiloso ou arenoso, pegue o valor da declividade e confira o espaçamento indicado na tabela ao lado.

Em seguida, coloque um piquete a cada distância indicada. Por exemplo, se a declividade for de 4%, o espaçamento entre cada piquete de madeira será de 21,10 metros em solo arenoso e 14,10 metros em argiloso.

4 – Formando a curva em nível

Coloque os piquetes a cada 30 metros

Pegue a mangueira já com água e os piquetes. Em seguida, coloque a ponta da mangueira no primeiro piquete que já está colocado no terreno e procure o mesmo nível da mangueira para fincar outro piquete a 30 metros.

 Repita o procedimento até o fim do terreno. Segundo a Embrapa, como foram fincados piquetes a cada 30 metros, o ideal é suavizar a curva, colocando piquetes a cada 15 metros sem que seja necessário o uso da mangueira.

5 – Construindo o terraço com trator e arado

Propriedade com o terraceamento concluído

Primeiramente, regule o arado de forma que o terceiro disco corte mais profundamente o solo, pelo menos 30 centímetros. Já o primeiro disco deve cortar mais superficialmente, pelo menos 10 centímetros. Depois da regulagem, o arado deve ficar inclinado.

Na sequência, comece a arar o terreno jogando a terra da parte de cima para a parte de baixo até o final da curva em nível. Volte cortando a terra, jogando-a de baixo para cima.

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O ideal é repetir o processo até a base do terraço ficar com 1,5 metro a 2 metros de largura e a altura alcançar mais de 70 centímetros. Segundo as instruções da Embrapa, serão necessárias de 6 a 10 passadas de arado.

Quando o procedimento for realizado em todos as curvas, o terraço estará pronto.

sfagro uol 

Escândalo de venda de carne de cavalo cresce na Europa

O escândalo com a adulteração de carne na Europa cresce a passos largos.

Na terça-feira (12), a polícia britânica invadiu um matadouro e uma empresa processadora de alimentos com a suspeita de que estariam vendendo carne de cavalo como sendo bovina.

Em meio à crise, surgem suspeitas que dão tom quase ficcional ao caso: 70 mil cavalos estariam desaparecidos na Irlanda, a carne de cavalos também estaria sendo vendida em kebabs e pode, ainda, haver contaminação com carne de burro.

Autoridades britânicas anunciaram no fim da tarde que um matadouro em West Yorkshire, no norte do Reino Unido, e uma empresa processadora de alimentos em Aberystwyth, no oeste do país, foram invadidos pela polícia e a vigilância sanitária.

A incursão tem como objetivo investigar a suspeita de que as duas empresas estariam vendendo carne de cavalo no lugar da bovina a lanchonetes de kebab e hambúrgueres.

As duas empresas tiveram o trabalho suspenso e foram recolhidos documentos e toda a carne disponível.

A ação das autoridades britânicas, a mais forte desde que a crise começou em janeiro, acontece em um dia em que rumores sobre o escândalo surgem a todo momento. O fato mais dramático foi a acusação feita pela deputada trabalhista Mary Creagh.

Ela afirmou que existiriam 70 mil cavalos desaparecidos na Irlanda e deu a entender que os animais teriam sumido para abate.

Segundo ela, os cavalos – muitos deles selvagens – são vendidos a 10 por cabeça na Irlanda para comerciantes que, após o abate, conseguiriam até 500 pela carne desses animais.

Outro que surgiu no noticiário foi o polêmico agricultor José Bové.

Conhecido pelos protestos antiglobalização nos anos 2000 e expulso do Brasil após destruir lavouras em manifestação no Rio Grande do Sul, o francês disse que o comércio da carne de cavalo seria comum na Romênia, que teria fornecido o produto a uma fabricante francesa de lasanhas congeladas. Segundo ele, após a proibição de cavalos nas estradas romenas, “milhões” de animais foram enviados ao matadouro, sem distinção entre cavalos e burros.

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Autoridades de segurança alimentar da Romênia disseram que o país produziu 6,3 mil toneladas de carne de cavalo, de mula e de burro no ano passado, que foram rotuladas corretamente quando foram exportadas para outros países europeus.

Saúde

O escândalo se espalha por toda a Europa. A agência que regula os produtos alimentícios no Reino Unido (FSA, na sigla em inglês) foi à TV e ao rádio para dizer que os fabricantes de almôndegas, lasanhas, hambúrgueres e outros pratos prontos foram instruídos a checar a presença de carne de cavalo nos produtos e entregar os resultados no dia 15, segundo o jornal inglês The Guardian.

A publicação conta que a FSA mantém o caso como uma investigação sobre “carne identificada erroneamente”, uma vez que não é ilegal usar carne de cavalo em alimentos, desde que identificado na embalagem.

A agência diz não haver preocupação quanto à segurança alimentar, mas aconselha os consumidores que compraram pratos de carne da marca Findus a não comê-los, diz o Guardian.

Isso porque os produtos não teriam sido submetidos ao teste para verificar a presença de fenilbutazona, uma substância comumente usada em cavalos que é banida por ser insegura para o consumo humano. Ela poderia causar, em casos raros, doenças no sangue.

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Nesta quarta-feira, ministros de países da União Europeia (UE) vão discutir o problema da rotulagem de produtos feitos com carne.

A Irlanda, que ocupa a presidência rotativa da UE, disse em seu site que a reunião foi convocada “para considerar as implicações mais amplas na UE, após as revelações recentes sobre a presença de carne de cavalo em produtos de carne”. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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