Como alimentar e cuidar de salamandras (com imagens)

Como Alimentar e Cuidar de Salamandras (com Imagens)

¿Cómo cuidar de las salamandras? La salamandra es un anfibio y se caracteriza por su cuerpo delgado, nariz corta y larga cola. No tienen garras o aberturas del oído y la mayoría de sus especies tienen cuatro dedos en las patas delanteras y cinco en sus patas traseras.

Algunas especies de este animal pasan toda su vida al medio acuático, mientras que otros entran en el agua de forma intermitente. Mientras, algunas especies se comportan como adultos totalmente terrestres. La decisión de tener  una salamandra como mascota, requiere que el propietario tenga una comprensión de los requisitos básicos de la criatura.

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El cuidado de salamandras

Lo primero que vamos a discutir, es que proporciona un hogar ideal para su mascota salamandra. Su casa nueva debe ser capaz de imitar su hábitat real en la naturaleza. Obtener un tanque de plástico o de vidrio con una tapa que encaje perfectamente. La tapa es para evitar que el animal se escape, ya que puede escalar.

Un hábitat húmedo con abundantes escondites es lo que es preferida por la salamandra. Conseguir una tapa de plástico sólido que tiene agujeros de ¼ de pulgada en el mismo. Coloque el tanque en una zona que carezca de luz directa del sol y es un poco oscura. Coloque un poco de piedras lisas, pequeñas en la parte inferior y cubrir con un poco de tierra húmeda.

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Usted puede plantar algunas plantas acuáticas.

Ahora, para dar a su mascota un buen lugar para esconderse, puede añadir trozos de corteza de los árboles podridos y piedras más grandes en el tanque.

Para evitar que el suelo pierda la humedad, dispersar hojarascas en la parte de tierra del suelo. Deje que su mascota explorar su nuevo entorno y ajustarse a ella.

Ahora el siguiente punto más importante es sobre el cuidado de la salamandra y la alimentación. Las lombrices de tierra parecen ser una de las favoritas en el menú de esta criatura. Insectos, renacuajos y caracoles también hace una buena comida, de vez en cuando.

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También es recomendable para obtener algunos suplementos de vitaminas en polvo a los insectos que se van a alimentar a su salamandra.

Es recomendable alimentar a su mascota por la noche, ya que es entonces cuando esta criatura es naturalmente activa. Coloque un pequeño recipiente en el suelo y llenarlo con agua.

Esto cumple con los requisitos de agua de las salamandra para mantenerse húmedas y saciar su sed. Saber sobre lo que hacen las salamandras comen.

Como Alimentar e Cuidar de Salamandras (com Imagens) Para tocar la sslamandras debemos tener limpia sla smanos, libre de jabón y libre de lociones, perfumes, etc. La mejor práctica es tocar a su mascota con una hoja, esto evita cualquier contacto entre la piel de ella y usted. Esta criatura absorbe la humedad a través de su piel y con tanta facilidad se pueden secar, debido a los productos químicos nocivos.

No lo mantenga fuera de su tanque durante demasiado tiempo. Una vez más, hay algunas especies que tienen la piel frágil y no puede sobrevivir a la manipulación. Mientras, se sabe que algunos secretan toxinas que pueden ser irritantes para la piel humana. Por lo tanto, asegúrese de investigar y conocer la especie antes de su mantenimiento como una mascota.

Salamandra: características, reprodução, salamandra-de-fogo – Biologia Net

As salamandras são anfíbios da ordem Urodela ou Caudata. Apresentam o corpo alongado, cauda e, geralmente, quatro patas funcionais. Sua pele é lisa, sem escamas e lustrosa.

As salamandras são anfíbios pertencentes à ordem Urodela ou Caudata. Existem cerca de 550 espécies conhecidas nessa ordem, no entanto, no Brasil, existem apenas cinco espécies de salamandras conhecidas, na região amazônica.

Características gerais das salamandras

As salamandras apresentam o corpo alongado, cauda e, geralmente, quatro patas funcionais.

Embora se assemelhem a lagartos, sua pele é lisa, sem escamas e lustrosa.

A pele lisa também apresenta glândulas que mantêm a umidade, sendo essencial para a respiração, já que algumas espécies apresentam respiração tegumentar.

Algumas espécies, entretanto, apresentam respiração pulmonar. Assim, como os demais anfíbios, são ectotérmicos, ou seja, a temperatura de seu corpo é dependente da temperatura do ambiente.

Seu tamanho varia entre 3 cm e 30 cm, no entanto, algumas espécies encontradas na China e no Japão podem até ultrapassar 1 m de comprimento. Há terrestres e outras aquáticas, no entanto, durante a fase larval, todas as espécies são aquáticas.

Algumas espécies vivem em cavernas, sendo a temperatura e umidade constantes fatores que favoreceram para que essas espécies lá habitassem. Essas espécies são brancas e cegas.

Como Alimentar e Cuidar de Salamandras (com Imagens) Embora a maioria das salamandras meça apenas alguns centímetros, na China, elas podem chegar a um metro ou mais.

Locomoção

A locomoção da maioria das salamandras que vivem na terra é semelhante ao modo de locomoção dos primeiros tetrápodes. Elas se locomovem por meio de ondulações laterais do corpo e de sua cauda combinadas com o movimento das patas.

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Alimentação

As salamandras são carnívoras, tanto na fase larval quanto na fase adulta. Elas capturam suas presas mediante a projeção de sua língua. Sua alimentação inclui, principalmente, pequenos animais, como insetos, larvas de outros animais, crustáceos, pequenos peixes, entre outros.

Em larvas da salamandra-de-fogo, foi observado o canibalismo, pois elas se alimentavam de larvas da mesma espécie. As espécies que vivem em cavernas alimentam-se de invertebrados desses ambientes.

Reprodução e desenvolvimento das salamandras

A fecundação é, principalmente, interna, e a postura dos ovos varia entre as espécies, podendo ocorrer na terra ou na água.

Algumas espécies, entretanto, são vivíparas.

A maioria das salamandras, assim como outros anfíbios, apresenta um desenvolvimento indireto, ou seja, passa por metamorfose.

Na fase larval, elas apresentam brânquias externas e plumosas, que se perdem na fase adulta. No entanto, algumas apresentam pedomorfose, ou seja, apresentam as características larvais mesmo quando adultas. É o caso do axolote, que mantém essas brânquias externas mesmo quando adultos.

Como Alimentar e Cuidar de Salamandras (com Imagens) O axolote mantém suas brânquias externas mesmo quando adultos, um clássico caso de pedomorfose.

Outras características, como o padrão ósseo e linha lateral, podem ser mantidos. É importante destacar que, em algumas espécies terrestres, os filhotes apresentam desenvolvimento direto.

A salamandra é venenosa?

A salamandra, assim como muitos anfíbios, apresenta glândulas que secretam toxinas. No entanto, essas substâncias servem apenas para a sua defesa contra os ataques de predadores. As salamandras não apresentam nenhuma estrutura inoculadora de veneno.

Como Alimentar e Cuidar de Salamandras (com Imagens) A salamandra-de-fogo apresenta como principal característica a pele negra com manchas amarelas e pontuações avermelhadas.

Salamandra-de-fogo

A salamandra-de-fogo (Salamandra salamandra), também conhecida como salamandra-comum ou salamandra-de-pintas-amarelas, apresenta como principal característica a pele negra com manchas amarelas e pontuações avermelhadas. Com corpo robusto, elas medem entre 15 e 20 cm.

É uma espécie comum na Europa, vivendo em regiões montanhosas, de florestas, evitando sempre áreas abertas e secas. Apresentam hábito noturno e são sedentárias, podendo viver em uma mesma região por anos.

Embora a fêmea seja maior que o macho, eles são muito semelhantes, sendo observada uma diferença maior entre eles durante o período reprodutivo, quando o macho apresenta uma cloaca mais volumosa do que a da fêmea.

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Salamandra: uma figura mítica

Na Idade Média, a salamandra era considerada um animal diabólico, sendo capaz de renascer do fogo. Essa crença surgiu devido ao fato de as salamandras geralmente procurarem abrigo em troncos e saírem de lá de forma abrupta se fossem colocados no fogo.

Quando isso acontecia, muitas pessoas buscavam até mesmo o exorcismo, pois acreditavam que o efeito gerado era extremamente nocivo e que elas precisavam ser libertas.

Ameaças e conservação das salamandras

Assim como ocorre com outros anfíbios, as salamandras são profundamente afetadas com as alterações de habitat, seja por causa da poluição, seja pela destruição causada pela agropecuária, por exemplo.

As alterações do habitat também deixam essas espécies suscetíveis a problemas como o atropelamento, muito comum em alguns locais. A introdução de espécies exóticas no ambiente é outro fator que gera preocupação.

É essencial que políticas de preservação ambiental sejam elaboradas para proteção dos ambientes onde essas espécies vivem – em especial os locais utilizados para a reprodução –, controle de espécies exóticas e poluição, que afeta não apenas as salamandras, mas todo o ecossistema.

As salamandras apresentam o corpo alongado e, geralmente, quatro patas funcionais. Embora se assemelhem a lagartos, sua pele é lisa e lustrosa.

Por Helivania Sardinha dos Santos

Las salamandras gigantes, en peligro de extinción en China por ser un alimento de lujo

Como Alimentar e Cuidar de Salamandras (com Imagens) China tiene un programa para criar y liberar salamandras gigantes en la naturaleza pero, tras el estudio, se concluyó que en los pocos sitios donde se vieron salamandras no se pudo confirmar si eran salvajes o de cría

Las salamandras gigantes chinas, que son los anfibios más grandes del mundo, se enfrentan a la extinción inminente debido a la caza furtiva ilegal para ser vendidas como alimento de lujo, según ha alertado un equipo de investigadores.

“La sobreexplotación de estos increíbles animales para el consumo humano ha tenido un efecto catastrófico en su número en la naturaleza en un lapso de tiempo increíblemente corto”, dijo Samuel Turvey, investigador de la Sociedad Zoológica de Londres, uno de los autores del estudio, publicado en la revista Current Biology.

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Si no se ponen en marcha “medidas de conservación coordinadas como una cuestión de urgencia”, el futuro del anfibio más grande del mundo “está en grave peligro”, aseguró.

Este animal es para los chinos símbolo de longevidad, dado que puede vivir hasta 200 años y la especie lleva 350 millones de años sobre la faz de la Tierra, por lo que comérselo o usarlo como componente en la medicina tradicional china es muy habitual en esta cultura oriental.

Como Alimentar e Cuidar de Salamandras (com Imagens) Sin embargo, en teoría sólo se permite el consumo de estos anfibios si han sido criados en cautividad

  • La salamandra gigante, que suele habitar en ríos y lagos de montaña, es además un ingrediente de lujo para los comensales chinos, que pueden llegar a pagar en un restaurante hasta USD 780 por un plato elaborado con carne de este animal.
  • “No podemos confirmar la supervivencia de las poblaciones salvajes de salamandras gigantes chinas en ningún sitio de prospección y consideramos que la especie está extremadamente agotada o funcionalmente extinta en toda el área estudiada”, apunta el informe, que alerta de que los datos reales aún pueden ser “incluso peores” de lo que se piensa.
  • Los investigadores también indicaron que lo que una vez se pensó como una sola especie en realidad son al menos cinco especies distintas y que, por lo tanto, la cría y liberación de salamandras gigantes de vuelta a la vida silvestre sin tener en cuenta sus diferencias genéticas puede estar poniendo en peligro aún más grave su futuro.
  • (Con información de EFE)
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¿Qué comen las salamandras?

Las salamandras son una familia de anfibios que se parecen a los lagartos, aunque en realidad no están relacionados con ellos. Pueden distinguirse de los lagartos por su piel suave, húmeda y tendencia a vivir en el agua.

Las salamandras son más famosas por su capacidad para regenerar las extremidades que han perdido, incluyendo la cola, las piernas y los brazos, en pocos días. Gracias a sus colores brillantes y aspecto lindo, muchas salamandras son mantenidas como mascotas, causando que muchos propietarios novatos se pregunten ¿Qué comen las salamandras? 

Con el fin de conocer la dieta adecuada para tu mascota, primero debes entender lo que estas fascinantes criaturas comen en su ambiente natural.

¿Qué comen las salamandras en la naturaleza?

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Las salamandras que viven en el agua tienen branquias como peces y son rápidos y ágiles nadadoras.

 Algunas de ellas tienen huesos especiales que les permiten disparar su lengua, como cañones, pero la mayoría de la caza de las especies acuáticas se realiza utilizando sus anchas bocas.

 Una salamandra acuática come pequeños peces, renacuajos, ranas, sanguijuelas, huevos de mosquito y cualquier otra cosa que tenga la desgracia de caer en el agua.

¿Qué comen las salamandras bebés (larvas o ninfas)?

Las salamandras bebé, o larvas, pasan por un proceso de metamorfosis al igual que las ranas. Una larva recién nacida es pequeña y con forma de renacuajo. Incluso a una edad temprana, la larva tiene una fila de pequeños dientes afilados y nunca es vegetariana.

 Se alimenta de su propia cáscara del huevo y vive de esos nutrientes durante una semana, mientras que crece y evita a los depredadores.

 Una vez que es lo suficientemente grande como para cazar por su cuenta, la larva comienza la captura de pequeños animales acuáticos como el camarón de salmuera y el plancton.

 A medida que crece, se pasa a presas más grandes como huevos de mosquitos, larvas de insectos y renacuajos. Después de cerca de dos meses, la larva está casi completamente crecida y es capaz de comer los mismos alimentos que un adulto.

¿Qué comen las salamandras mascotas?

La buena noticia es que las salamandras son muy fáciles de alimentar. No son muy exigentes, y si un objeto se mueve y es lo suficientemente pequeño como para caber en la boca de una salamandra, esta lo va a consumir con gran entusiasmo en menos de un segundo.

 Sin embargo, necesitas tener en cuenta las necesidades nutricionales de una salamandra a la hora de darle su comida. Para las salamandras que habitan en la tierra, los gusanos y otros insectos disponibles en la mayoría de las tiendas de mascotas son la dieta preferida.

 Esto incluye grillos, lombrices, gusanos de la harina, gusanos y las larvas de mosquitos. Las salamandras acuáticas requieren alimentos ligeramente diferentes, con la artemia siendo el elemento más común en el menú.

 Otras comidas para estas salamandras son los gusanos, tales como lombrices o gusanos negros; peces pequeños como pececillos; y camarones más grandes, tales como el camarón o cangrejo fantasma de río.

En caso de duda, utiliza las presas que se puedan encontrar en el hábitat natural de una salamandra. Las carnes rojas y aves de corral, por ejemplo, no son adecuadas para alimentar a una mascota salamandra ya que sus cuerpos tienen dificultad para digerirlas. Cualquier tipo de insecto o pequeño invertebrado, sin embargo, es por lo general adecuado.

Las salamandras son excelentes animales domésticos para niños y adultos por igual, gracias a su relativa facilidad de la atención y aspecto exótico. Una vez que hayas establecido un hábitat y descubierto lo que comen salamandras, debes estar listo para pasar años con tu hermosa nueva compañera.

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Cómo cuidar a una salamandra atigrada

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Las salamandras atigradas son unas de las salamandras terrestres más grandes de América del Norte, pero son bastante fáciles de mantener en cautiverio, lo que las convierte en una mascota lagarto pequeña y popular. Conoce los cuidados especiales que necesitan.

Las salamandras atigradas requieren un vivario. Un vivario tiene áreas tanto de tierra como de agua dentro de un acuario. Esto emula más de cerca el hábitat que esta salamandra experimenta en la naturaleza. Algunos consejos para configurar tu vivario incluyen:

  • Usa un acuario de 10 a 15 galones para una sola salamandra.
  • Cubre el acuario con una cubierta de malla de alambre para la ventilación.
  • Agrega grava para acuarios que sea un poco más grande que la cabeza de la salamandra para evitar que se coma las rocas.
  • Agrega un lugar donde pueda esconderse, como un tronco pequeño o una maceta de arcilla.
  • Proporciónale una fuente de agua lo suficientemente profunda para que la salamandra pueda sumergir todo su cuerpo.
  • Proporciónale una manera de entrar y salir del agua fácilmente, como una pequeña rampa.

Temperatura y humedad

El vivario debe mantenerse en:

  • Temperatura – de 69º a 75º F / 20º a 23.5º C máxima durante el día y más fresco por la noche
  • Humedad – alrededor del 70 por ciento; Rocía la jaula y la salamandra con agua durante todo el día.

Como esta especie prefiere temperaturas más frías, probablemente no se necesita una fuente de calor. No se recomienda una luz ultravioleta ya que puede hacer que el ambiente sea demasiado caliente. Esta especie también secreta una gran cantidad de residuos, por lo que el agua debe cambiarse cada pocos días.

Manejo

La piel de estas salamandras es suave y sensible incluso a las sustancias en tus manos. No les gusta que los manipulen, así que mantenlo al mínimo. Si tienes que levantar a tu mascota para limpiar su jaula, levántalo con cuidado con ambas manos y apoya completamente toda la longitud de su cuerpo.

Alimentación

Viva Pets indica que esta salamandra es un carnívoro y solo come carne en forma de insectos, gusanos, ranas y a veces, otras salamandras. En cautiverio, puedes darles de comer:

  • Lombrices de tierra
  • Gusanos de cera
  • Pequeños caracoles
  • Insectos

Esta dieta es similar a la de los camaleones o el dragón barbudo, aunque las salamandras atigradas tienden a comer menos. Estas fuentes de alimentos deben espolvorearse cada pocos alimentos con polvo de calcio y vitaminas que están disponibles en tu tienda local de artículos para mascotas.

Para alimentar a la salamandra:

  • Usa unas pequeñas pinzas de metal para recoger el insecto o gusano.
  • Sostén el insecto cerca de dos pulgadas frente a la nariz de la salamandra
  • Cuando él muerda la comida, suéltala.

Estas salamandras tienen dientes pequeños, aunque no deberían poder romperte la piel. Sin embargo, es mejor ofrecer alimentos con el método mencionado anteriormente, especialmente porque la piel de la salamandra es suave y no debe manipularse. Una vez que son adultos, solo deben ser alimentados cada dos o tres días.

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Las salamandras atigradas pueden crecer hasta 14 pulgadas, pero generalmente tienen un promedio de alrededor de ocho pulgadas de largo. Tienen una apariencia ancha y robusta, una cola larga y un hocico corto y romo. Por lo general, son de color marrón con rayas o parches de color amarillo intenso, lo que los hace muy atractivos como mascotas.

Origen

Según Mundo Animal, esta especie de salamandra es una de las más comunes en América del Norte. Se puede encontrar en todo Estados Unidos y en partes de Canadá y México. Las salamandras atigradas son habitantes de la tierra que viven cerca de lagos, lagunas y arroyos. Se hunden en el suelo tan profundo como dos pies. En la naturaleza, emergen por la noche para alimentarse.

Personalidad

Las salamandras atigradas son bastante tímidas. Sin embargo, también son curiosas y aprenderán a acercarse a ti durante el tiempo de alimentación. Con el paso de los años, algunas se vuelven bastante amigables con sus dueños.

Esperanza de vida

La salamandra atigrada tiene una expectativa de vida de entre 25 a 30 años en cautividad, según Cuanto Viven. Sin embargo, la vida útil de tu mascota depende en gran medida de lo bien que la cuides.

¿Esta mascota es adecuada para ti?

Si el sonido de los ladridos te molesta y no te gusta encontrar pelos o plumas en la casa, la salamandra atigrada es una mascota tranquila, dócil e interesante. Son ideales para los habitantes de apartamentos y las personas que llevan vidas ocupadas.

Cuidados de la salamandra terrestre

Como Alimentar e Cuidar de Salamandras (com Imagens)Salamandra terrestre

  • La salamandra es un anfibio muy valorado como animal doméstico, principalmente por la singular belleza que presentan muchos de estos ejemplares.
  • Si hemos decidido adoptar este tipo de anfibio debemos saber con antelación el tipo de costumbre que requiere la especie en cuestión, de lo contrario será difícil recrear el hábitat que más se aproxime a su medio natural, al mismo tiempo, es importante asesorarnos sobre la tenencia lícita que supone tener estos animales, téngase en cuenta que muchas especies están catalogadas en peligro de extinción y su adquisición puede acarrearnos importantes sanciones de tipo administrativo, dado su alto grado de protección especial; al mismo tiempo que no deja de ser una amenaza para la biodiversidad, en cuanto al riesgo de extinción que supone la adquisición ilegal de muchos ejemplares.
  • En nuestro artículo hablaremos de los cuidados básicos que requieren los caudados terrestres criados en cautividad.

Alojamiento de la salamandra

El terrario fabricado en urna de cristal es el accesorio más indicado para las salamandras terrestres, precisamente por su fácil limpieza y las buenas medidas de seguridad en cuanto impide que el anfibio se pueda escapar, sobre todos aquellos que incorporan puertas o tapas para tal finalidad.

En el interior del terrario incorporaremos sustrato humedecido de fibra de coco o musgo; las plantas o ramas de árboles son aconsejables, ya que ayudan a mantener la humedad.

Los refugios realizados con pequeñas piedras, maderas… son también importantes, pues este tipo de anfibio, en su medio natural, permanece refugiado en cavidades o galerías subterráneas, debajo de tronco de árboles, piedras, etc.

La salamandra terrestre requiere una temperatura entre 8 y 15 grados, con lo que en muchos casos no es necesario incorporar calentadores en el interior del terrario, aunque es muy aconsejable un sistema de lluvia programada para el mantenimiento de la humedad; las luces fluorescentes serán también necesarias si hemos decidido insertar plantas naturales.

Alimentación de la salamandra terrestre

Son animales insectívoros, el alimentos vivo es el más aconsejable, podemos suministrar a las salamandras: crías de grillos, lombrices, gusanos, pequeñas hormigas… Las vitaminas y calcio son esenciales para complementar su dieta alimenticia. En el terrario pondremos a su disposición un recipiente con agua, que renovaremos diariamente para que se mantengan limpia y fresca.

Reproducción

Para una optima reproducción de la salamandra terrestre es necesario mantener buenos niveles de humedad en el terrario, de esa manera conseguimos mayor actividad en el caudado y favorecemos su ciclo reproductivo. Es necesario destacar que existen ejemplares vivíparos, aunque lo más frecuente es encontrar caudados con reproducción ovovivípara.

En cautividad no es complicado la cría de este tipo de anfibios. Los más importante es disponer en el terrario de una pequeña charca para que la madre deposite las larvas acuáticas, suelen parir entre 30 a 50 larvas de media.

Alimento especial, vivo o balanceado, para cría de peces y de fácil adquisición en tiendas de animales, ayuda a la alimentación de las pequeñas larvas y a su ulterior desarrollo, hasta que puedan abandonar el medio acuático y concluyan con la correspondiente metamorfosis.

En hábitats húmedos, pero con poca afluencia de agua, la reproducción de urodelos suele ser vivípara, en estos casos las crías ya nacen metamorfoseadas.

Salud de la salamandra

Para que estos caudados gocen de buena salud es necesario una alimentación equilibrada, así como mantener niveles de temperatura y humedad adecuados a la especie.

La manipulación excesiva es perjudicial, le causa estrés y puede dañar su delicada piel.

Un veterinario especialista en exóticos deberá explorar las heces y el agua de estos anfibios, a los efectos de prevenir enfermedades de tipo parasitario.

Taxonomía o clasificación científica

Reino: Animalia. Subreino: Eumetazoa. Filo: Chordata. Subfilo: Vertebrata. Clase: Amphibia. Subclase: Lissamphibia. Orden: Caudata. Familia: Salamandridae.

A estranha criatura mexicana que se regenera sozinha e pode desvendar chave de imunidade ao câncer

Megan Frye BBC Travel

Como Alimentar e Cuidar de Salamandras (com Imagens) Direito de imagem Minden Pictures/Alamy Image caption Aparência dos axolotes divide opiniões — para alguns, eles são adoráveis, para outros, criaturas bizarras

  • Frankie tinha perdido metade do rosto em decorrência de uma infecção fúngica.
  • Mas, assim como outros axolotes, ele tinha um talento especial.
  • A veterinária e pesquisadora de axolotes Erika Servín Zamora, que também era cuidadora de Frankie, disse que ficou impressionada ao ver a extraordinária capacidade de regeneração do animal que ela, até então, conhecia apenas dos livros.
  • Em dois meses, Frankie ganhou um novo olho totalmente funcional, e a vida voltou ao normal em seu tanque no Zoológico de Chapultepec.
  • Mas não teve tanta sorte em seu habitat natural, a apenas 30 quilômetros ao sul do zoológico.
  • O axolote, anfíbio nativo dos lagos da Cidade do México, apesar de ter ganhado força como símbolo da capital mexicana, e especificamente no bairro de Xochimilco, declarado Patrimônio Mundial pela Unesco, está quase extinto na natureza — sobretudo por causa da proliferação de espécies invasoras de peixes e da poluição da água nos agitados canais da cidade.
  • Para piorar a situação, Frankie é um axolote albino, o que significa que ele é rosa claro com brânquias plumosas rosadas saindo da sua cabeça — uma presa fácil para as tilápias invasoras nas águas escuras e turvas de Xochimilco.

Direito de imagem Ullstein bild/Getty Images Image caption Muitas espécies de axolotes estão seriamente ameaçadas de extinção

Conhecidos localmente como “monstros da água”, os axolotes têm uma aparência que divide opiniões. Para alguns, essas criaturas de pele macia e 20 cm de comprimento são consideradas adoráveis, com um sorriso permanente no rosto. Para outros, esses anfíbios de quatro dedos são simplesmente estranhos.

  1. Apesar da aparência um tanto polêmica, eles despertam um interesse particular nos cientistas, que acreditam que axolotes como Frankie possam ensinar um dia aos seres humanos o segredo da regeneração.
  2. “Os cientistas estão tentando tirar proveito das propriedades regenerativas dos axolotes e aplicá-las em pessoas feridas em acidentes, guerras ou vítimas de doenças — pessoas que perderam membros”, explica Servín Zamora.
  3. “Outros estão procurando maneiras de como a regeneração do axolote pode ajudar a cicatrizar órgãos humanos, como coração ou fígado”.
  4. Os axolotes também estão ajudando Servín Zamora e outros cientistas a entender a aparente resistência ao câncer que todos os anfíbios parecem ter.

“Em 15 anos, não vi nenhum caso de tumor maligno em axolotes, o que é interessante”, diz ela. “Suspeitamos que sua capacidade de regenerar células e partes do corpo ajude nesse aspecto.”

Direito de imagem Robert Michael/Getty Images Image caption Os cientistas querem desvendar e aplicar em seres humanos as propriedades regenerativas dos axolotes

E não para por aí. Os axolotes têm sido usados ​​tradicionalmente em todo o México como remédio para algumas condições associadas à gravidez, fraqueza e doenças respiratórias.

Um grupo de freiras em Patzcuaro, no México, cria legalmente uma espécie de axolote, Ambystoma dumerilii, e usa os animais como ingrediente de um xarope para tosse, embora tradicionalmente eles fossem consumidos como parte de um caldo.

Eternos adolescentes — e representação do divino

Frankie é um Ambystoma mexicanum, uma das 17 espécies de axolote no México. Encontradas principalmente nos estados do México, Puebla e Michoacán, várias estão seriamente ameaçadas. Algumas espécies se transformam em salamandras que vivem na terra, perdendo as caudas semelhantes a girinos e as brânquias da cabeça.

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No entanto, isso também depende do ambiente. Frankie, por exemplo, vivendo em cativeiro e, portanto, a salvo de predadores, permanecerá um “eterno adolescente”. Ou seja, axolotes como ele nunca vão se transformar em salamandras — vão manter a cauda que desenvolveram como larva e viverão sempre debaixo d'água.

  • “Basicamente, eles decidem se vão completar a metamorfose, com base em fatores de pressão ambiental”, diz Zamora.
  • “Se eles decidirem que é melhor viver fora d'água, vão passar pela mutação em salamandras, mas pode ser uma empreitada estressante, pois eles param de comer completamente durante esse período.”
  • “A teoria atual é que, por razões evolutivas, o Ambystoma mexicanum permanecerá jovem (em algum estágio entre um girino e uma salamandra), uma vez que há muita comida na água (como pequenos peixes de água doce) e poucos predadores, ou seja, poucas razões para emergir.”

Direito de imagem Patrick Guenette/Alamy Image caption Algumas espécies de axolotes se transformam em salamandras que vivem na terra

Devido a essa tendência de mudar de forma, os axolotes têm uma presença forte na mitologia asteca. Eles costumam ser reconhecidos como uma representação de Xolotl, deus do submundo que é o irmão gêmeo do mal de Quetzalcoatl, frequentemente representado pelo Sol.

Quando vários deuses foram convidados a fazer um sacrifício para criar o mundo, Xolotl fugiu para a água. Por sua covardia e relutância em ajudar, ele foi condenado a viver para sempre na água e a sofrer da eterna juventude. Para os astecas, a morte era transcendente — e não concluir esse ciclo significava ser impedido de alcançar uma esfera superior.

Uma atração turística

Apesar de o axolote estar ameaçado de extinção, imagens de Frankie e seus amigos estão espalhadas por toda a Cidade do México — seja na forma de grafite nos muros da capital ou de bichos de pelúcia em loja de souvenir.

Além disso, o Ambystoma mexicanum vai estampar a nota de 50 pesos que será lançada em 2022. E os novos ônibus de turismo da cidade apresentam a imagem de um axolote albino pintado na lateral.

Direito de imagem Megan Frye Image caption O novo ônibus de turismo oficial da Cidade do México exibe a imagem de um axolote albino

Anos atrás, se você quisesse encontrar um axolote, tudo o que você precisava fazer era procurar um canal. A Cidade do México foi construída sobre o leito do que outrora era um lago enorme, onde os astecas costumavam criar canais — além de chinampas, ilhas flutuantes feitas de árvores e lama que eram usadas para cultivar alimentos — para fins de navegação e transporte.

Embora o lago e grande parte do sistema de canais tenham sido drenados ao longo dos anos para abrir espaço para uma população crescente, ainda há mais de 183 km de canais no bairro de Xochimilco — e 165 hectares de terra e água estão localizados na área protegida do Parque Ecológico de Xochimilco.

Mas, em vez de axolotes, é mais provável que os visitantes encontrem hoje inúmeras espécies de aves migratórias e guias nos barcos nos canais. A área se tornou altamente turística, sendo mais conhecida como um lugar para dar um passeio nas icônicas traineiras coloridas, onde barcos menores passam repletos de mariachis ou vendendo cerveja.

Ameaças ambientais

Como as traineiras são barcos sem motor, não têm, a princípio, um impacto negativo nos axolotes. No entanto, as chinampas não estão conectadas ao sistema de esgoto da cidade; e os resíduos costumam acabar nos canais.

  1. Outras ameaças aos anfíbios incluem o rápido crescimento de plantas aquáticas ornamentais não nativas e a poluição de fertilizantes industriais, além de espécies invasoras, como carpas e tilápias, que foram introduzidas pelo governo na década de 1970 para fornecer alimento para a antiga área rural.
  2. A última iniciativa foi bem-intencionada, diz Servín Zamora, mas não tão bem planejada, uma vez que a carpa e a tilápia se deliciam com os jovens axolotes.
  3. “Os problemas que Xochimilco enfrenta não são apenas ambientais, mas também sociais”, acrescenta.

Direito de imagem Megan Frye Image caption Nos canais de Xochimilco, uma das atrações é o passeio nas icônicas traineiras coloridas

“As pessoas não obtêm renda suficiente com suas chinampas ou com o ecoturismo, então tendem a construir suas casas lá (no terreno das chinampas, o que é uma opção acessível, pois elas já são donas da propriedade) e, por esse motivo, a urbanização aumentou muito naquelas áreas. Infelizmente, todo o esgoto dessas casas vai diretamente para os canais, e isso causou uma tremenda poluição.”

Em 2017, a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) fez um estudo monitorando os canais. Embora os resultados ainda estejam sendo analisados, foi demonstrado que a poluição da água é muito grave nas zonas urbanas de crescimento rápido de Xochimilco.

  • Servín Zamora disse que há esperança de recuperar espaços ainda dedicados à agricultura e, portanto, menos propensos a serem contaminados pela poluição causada pela superpopulação.
  • “Se trabalharmos duro com educação, pesquisa e trabalho diretamente na área, podemos resgatá-lo, mesmo que seja apenas uma parte.”
  • Ainda assim, o estudo encontrou apenas um axolote vivendo na natureza em Xochimilco.

Salvando o axolote

Hoje, a maioria dos axolotes vive em cativeiro. Yanin Carbajal é cofundadora da Casa del Axolotl, um museu e aquário dedicado a educar o público sobre os axolotes, localizado na cidade de Chignahuapan, em Puebla.

O projeto dela começou anos atrás, com tanques de criação no rancho de sua família, nas colinas das montanhas da Sierra Madre Oriental. O espaço do museu localizado na cidade foi inaugurado no ano passado, exibindo de 15 a 20 axolotes de quatro espécies diferentes.

Carbajal conta que se sentiu motivada a cuidar dos axolotes por causa do seu forte vínculo com a história pré-colombiana do México, seus importantes efeitos para a saúde humana e o objetivo de preservar as espécies e melhorar seus habitats.

Ela adverte, no entanto, que criar axolotes não é uma tarefa fácil. Embora seja permitido em todo o mundo mantê-los como animais de estimação, no México só é autorizado obter axolotes de um viveiro credenciado pela Secretaria de Meio Ambiente (equivalente a um ministério no Brasil).

“A ignorância é um grande problema, com pessoas tirando (os axolotes) da natureza, mantendo como animais de estimação ou, em alguns casos, vendendo”, afirma Carbajal.

“Se as pessoas conseguem fazer com que se reproduzam, é positivo. Mas, do contrário, não ajuda as espécies. Como eles vivem nas águas tranquilas de lagos e lagoas, as temperaturas tendem a não flutuar tão rápido quanto em cativeiro.”

  1. A Cidade do México tem poucos lugares onde os axolotes podem ser vistos em cativeiro hoje — entre eles, o Zoológico de Chapultepec, o Zoológico Los Coyotes e a sede das operadoras de turismo Axolotitlán e Umbral Axochiatl, ambas em Xochimilco.
  2. Pamela Valencia é fundadora da Axolotitlán, operadora da Cidade do México que tem como objetivo educar moradores e turistas sobre o delicado ecossistema de Xochimilco e a necessidade de se apoiar a causa dos axolotes, por meio de passeios com uma cooperativa de chinamperos (agricultores das chinampas) no parque ecológico.
  3. “O axolote é um tema no México que tem a ver com política, sociedade, uso de recursos, educação ambiental e sistematizada”, avalia Valencia.

“É um tópico que perpassa todas as vertentes da sociedade, de uma maneira ou de outra. Acreditamos que o axolote é o segredo para salvar nossa cidade, nosso país e provavelmente o mundo. É um animal incrivelmente importante que pode inspirar as pessoas a parar de fazer coisas que estamos fazendo há muito tempo como sociedade (como poluir) e sermos melhores de várias maneiras.”

  • Dionisio Eslava, presidente da Umbral Axochiatl, que trabalha em parceria com a Axolotitlán organizando passeios em Xochimilco, para que os visitantes entendam melhor a natureza do bairro, acredita que diminuir a diferença geográfica, cultural e socioeconômica entre a população da Cidade do México e os agricultores do sul é uma maneira de ajudar a limpar a área e incentivar, assim, os axolotes a voltarem para a região.
  • “Os ecossistemas são um tipo de segurança, não apenas para alimentos, mas também para água, oxigênio e um aliado para enfrentar as mudanças climáticas”, afirmou.
  • “As grandes cidades devem apoiar nossos ecossistemas nos visitando e nos acompanhando neste tesouro que é uma grande herança de toda a humanidade.”
  • Essa pequena criatura, muitas vezes esquecida, pode não só nos guiar na proteção do planeta, como também é potencialmente a chave para desvendar alguns mistérios científicos.
  • Frankie viveu até os oito anos (embora os axolotes em cativeiro possam viver 12 anos ou mais), morrendo de causas naturais no Zoológico de Chapultepec em 2010.
  • Ele ocupa até hoje um lugar cativo no coração Servín Zamora, já que foi um dos primeiros axolotes de quem ela cuidou e ela diz ter aprendido muito com ele — esperamos que o resto do mundo também aprenda.
  • Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Travel.

Direito de imagem Getty Images

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