Como ajudar alguém com depressão (com imagens)

Categoria dos serviços da psicóloga: serviços variados de psicologia

Como Ajudar Alguém com Depressão (com Imagens)

Como podemos lidar com o estado de choque no momento em que ele acontece.

Segundo psicólogos, é muito comum uma pessoa entrar em estado de choque em situações emocionais ou psicológicas difíceis. Se desencadeiam por distúrbios, de estresse, que se situam na experiência de um evento traumático e de grande sofrimento.

Como reconhecer um estado de choque?

O choque emocional ou estado de choque é considerado a fase inicial no processo de reação a um evento traumático. Isso acontece porque o trauma ainda não encerrou seu processo, em razão, de que nessa primeira reação direta a mente ainda não aceitou o fato.

A pessoa pode entrar em estado de choque depois de vivenciar um evento traumático como, por exemplo, uma tragédia natural, o falecimento de um ente querido, qualquer tipo de experiência ruim.

Um estado de choque pode durar apenas algumas horas ou até dias, dependendo da pessoa. Ele pode ser dividido em duas fases.

O estado de estresse agudo

Pode durar de 2 dias a 4 semanas. É conhecido como a resposta de reação contrária, negação ou fuga. Existe um aumento da adrenalina no corpo, no ritmo cardíaco e na respiração.

Pode também ocorrer uma desorientação temporária, até mesmo em relação às pessoas. Existem sentimentos de raiva, de espanto e dor.

O estado de estresse pós-traumático

Ocorre após um mês ou mais, e neste caso requer atenção psicológica. Nesta fase, a reação é a de isolamento, culpa, medo de retornar ao local, pesadelos, tensão muscular, etc.

Também aqui o processo de reorientação deve ser vivido, e os planos têm que voltar à normalidade, pensando no futuro. Mesmo que a dor persista, o trauma já não é mais tão intenso.

>>> Para saber mais: leia também Depressão e Ansiedade

Como ajudar alguém no estado de choque

A imagem de uma pessoa em estado de choque pode ser muito estranha e, neste sentido, podemos não saber o que fazer nem como ajudá-la.

O que devemos dizer ou fazer, então, para melhorar a sua condição?

Se você é daqueles que gosta de entender tudo nos mínimos detalhes, então esse guia é para você! No guia completo você vai conhecer todo o processo desde onde procurar e selecionar um psicólogo, como é a primeira consulta, como se preparar para a terapia, como é o processo terapêutico e até como avaliar os resultados.

COMO SELECIONAR O SEU PSICÓLOGO

  • No estado de choque, a pessoa costuma apresentar sinais de entorpecimento emocional, isto é, ela tem dificuldade de sentir, de se concentrar, de responder à memória, tal como se ela não reagisse.
  • Numa situação de estarem sós, enquanto os serviços de emergência não chegam, aproxime-se da pessoa devagar.
  • A primeira coisa a fazer quando você se aproxima de uma pessoa em estado de choque é se apresentar, perguntando para a pessoa o seu nome, e de forma constante, sempre chamá-la pelo nome.
  • Procure o contato físico que pode ser muito benéfico, mas apenas para estados não agressivos. O toque garante conforto e a deixa mais tranquila.
  • Em seguida, todo o contexto deve ser analisado e observado atentamente, sempre ouvindo com atenção a pessoa e tentando recapitular o que aconteceu.
  • Mantenha as necessidades básicas da pessoa, como água, panos umedecidos, agasalhos, tudo o que for necessário e forneça um ambiente seguro. Caso ela esteja ferida, apenas trate emergencialmente se você estiver treinado para isso. Caso contrário, não toque em nada e espere os serviços de emergência.
  • Ajude a encontrar seus parentes para que possam ir até o local. Isso é muito importante, especialmente para casos de menores de idade.
  • Você deve ser e agir de forma direta porque a pessoa vai precisar de orientações. Por esta razão, é muito importante que você permaneça calmo.
  • Transpareça essa calma para a pessoa. Se concentre no agora e faça com que a pessoa tente expressar seus sentimentos.
  • Evite referir-se a ela com ilusões ou transmitir falsas esperanças, seja o mais verdadeiro possível. Evite deixar a pessoa mais nervosa ainda.

O mais importante é fazer e garantir que a pessoa em estado de choque possa recuperar normalmente a sua capacidade e assuma atitudes assertivas e de responsabilidade nesse processo.

Assim, com estas dicas e orientações, você poderá ajudar uma pessoa a superar rapidamente de seu estado de choque.

Buscar o apoio psicológico imediato também pode aliviar o estresse em grande medida e ajuda a prevenir problemas psicológicos no futuro. A terapia será fundamental.

Você gostou deste texto sobre como ajudar alguém em estado de choque? Leia então o artigo Transtorno de Estresse Pós Traumático – TEPT.

Quem leu esse texto também se interessou por:

  • Como Ajudar Alguém com Depressão (com Imagens)A época do vestibular é sempre atribulada para os adolescentes: muitas coisas para estudar, pressão da família e dos amigos, a pressão natural de ter que escolher uma profissão e manter uma vida social, mesmo passando por tudo isso
  • Como Ajudar Alguém com Depressão (com Imagens)A música tem o poder de mexer com as nossa mente. Através dela, é possível ter relaxamento, melhorias emocionais, calma e ânimo. Entenda como funciona.
  • Como Ajudar Alguém com Depressão (com Imagens)O receio da mudança vem do medo que as pessoas sentem de tudo que é desconhecido ou incerto. Mas saber o que fazer nesses momentos pode ser crucial

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.

Instagram oferece ajuda para pessoas com “ansiedade” e “depressão”; saiba como

O isolamento social pode provocar ansiedade e depressão. Como então se blindar desses sintomas durante a pandemia do coronavírus? O Instagram pode ajudar.

PUBLICIDADE

CONTINUE LENDO ABAIXO

Um ano atrás, a rede social lançou uma função que oferece suporte a usuários que procuram por termos ou hashtags considerados perigosos, como #depressão, #ansiedade e #suicídio.

Quando os termos são pesquisados, o aplicativo alerta que o tipo de conteúdo a ser exibido pode incentivar um comportamento danoso à pessoa, podendo levá-la até à morte.

Canal Coronavírus: veja boas notícias, vagas home-office e como ajudar pequenos negócios clicando aqui.

“Publicações com as palavras ou tags que você está procurando muitas vezes incentivam um comportamento que pode fazer mal a uma pessoa. […] Se você está passando por uma situação difícil, gostaríamos de ajudar”, orienta a rede social.

PUBLICIDADE

CONTINUE LENDO ABAIXO

A função de suporte mental funciona tanto na versão aplicativo, para smartphones, como na versão web.

Como Ajudar Alguém com Depressão (com Imagens)Imagem: Reprodução/Instagram

  • Quando clicamos em “obter apoio”, somos levados à uma página com três alternativas: falar com um amigo, falar com um voluntário da linha de apoio ou receber dicas sobre saúde mental.

Como Ajudar Alguém com Depressão (com Imagens)Imagem: Reprodução/Instagram

Caso o usuário clique na opção “Falar com um voluntário da linha de apoio”, ele poderá entrar em contato com um agente de atendimento especializado do Centro de Valorização à Vida (CVV), pelo fone 141, entrar num bate-papo ou enviar um e-mail para um voluntário do CVV.

PUBLICIDADE

CONTINUE LENDO ABAIXO

O Razões tem seu próprio podcast para espalhar boas notícias, ouça os episódios na sua plataforma favorita clicando aqui.

Na aba “Dicas e Apoio”, há dezenas de sugestões de como se ajudar, como dicas de saúde mental – tomar um pouco de ar livre (respeite as orientações da quarentena!), ouvir uma música tranquila ou escrever como está se sentindo.

Veja a publicação que fizemos no Instagram:

Plataforma dará cachê a 600 a maquiadores autônomos que estão sem trabalhar por causa da Covid-19, saiba mais clicando aqui.

Fonte: B9

Algoritmo detecta pessoas com depressão com base em fotos no Instagram

O comportamento nas redes sociais e todas as ferramentas utilizadas podem dizer muito mais do que traços objetivos como opiniões expressadas e posicionamento político.

Um estudo realizado nas Universidades de Harvard e Vermont revelou que há uma forte relação entre as fotos publicadas no Instagram e a saúde mental dos usuários com base nas cores escolhidas.

A correspondência é tão significativa que os pesquisadores desenvolveram um algoritmo que pode ser usado para detectar precocemente doenças mentais.

Os cientistas Andrew Reece e Chris Danforth convidaram 500 pessoas da Amazon para o estudo, que começou com um questionário clínico sobre depressão seguido por uma solicitação de acesso às contas no Instagram. Apenas 166 pessoas concordaram em compartilhar suas fotos e, destas, 70 já demonstravam sintomas de depressão a partir do questionário.

A dupla reuniu cerca de 44 mil fotografias para análise.

O estudo foi feito com base nas últimas 100 imagens postadas pelas pessoas consideradas saudáveis e, dos portadores de depressão, as 100 postagens que antecediam o diagnóstico do transtorno.

Diferentes grupos de participantes classificaram as fotos com critérios como predominância de cores, saturação, contraste e número de rostos visíveis, além de interações nos comentários.

O procedimento classificatório adotado se mostrou bastante preciso na previsão de quais usuários eram clinicamente depressivos.

Segundo Reece e Danforth, pessoas com depressão tendem a postar fotos com predominância de paletas azuis, pretas e cinzas e recebem menos curtidas do que indivíduos saudáveis.

Os filtros preferidos entre os primeiros é o monocromático Inkwell, enquanto nos últimos o favorito é o Valencia, que clareia e suaviza as cores.

Leia também:  Como armazenar água a longo prazo: 12 passos

Como Ajudar Alguém com Depressão (com Imagens)

Reece e Danforth observaram que o que pode parecer óbvio é, na verdade, equivocado. Fotografias que participantes classificaram como felizes ou tristes tinham pouca relação com depressão.

Indivíduos depressivos registraram ainda um maior número de fotos com rostos, os deles, sugerindo que o transtorno pode estar associado ao uso excessivo de selfies.

Os pesquisadores destacaram que pessoas depressivas tendem a usar uma linguagem mais focada neles mesmos, e isso pode se estender às imagens.

Ao aplicarem o procedimento em outro grupo de indivíduos, a margem de acerto foi de 70%, considerada elevada e mais eficiente que muitas avaliações clínicas. Os resultados reforçam a ideia de que alterações psicológicas são transmitidas não apenas nas relações sociais reais, mas também na virtualidade das redes sociais, o que torna possível a identificação via computação e machine learning.

Se a depressão é considerada o “mal do século” por alguns especialistas, é fundamental aprofundar o conhecimento sobre ela e identificar suas novas relações e desdobramentos. O auxílio da tecnologia na identificação precoce de condições “invisíveis” como os transtornos psicológicos poderá ser, num futuro próximo, um grande diferencial no tratamento delas.

Fonte Geek

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.

Pessoas depressivas usam a linguagem de forma diferente; saiba como

  • WhatsApp
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Linkedin
  • Copiar Link

(Foto: Flickr/Igor Spasic)

A depressão pode mudar quase tudo: desde a forma como você se mexe e dorme até como interage com as pessoas ao seu redor. É possível notar essas mudanças até na sua forma de falar ou na sua escrita.

Por vezes, essa “linguagem da depressão” pode ter um impacto poderoso nos outros. Pense no impacto da poesia de Sylvia Plath e das composições de Kurt Cobain, que se suicidaram após sofrer de depressão.

 

Há muito tempo cientistas têm tentado identificar a relação entre a depressão e a linguagem. Graças à tecnologia, estamos chegando lá: nosso novo estudo, publicado no periódico Clinical Psychological Science, encontrou uma série de palavras que podem nos ajudar a prever de forma precisa se alguém está sofrendo de depressão. 

A linguística tem o costume de analisar esse campos por meio de leituras de anotações. Atualmente, métodos de análise de texto por meio do computador nos permitem processar uma grande quantidade de bancos de dados em questão de minutos.

Isso pode nos ajudar a identificar características linguísticas que os humanos podem deixar passar, calcular a porcentagem das palavras e os tipos delas, diversidade léxica, tamanho médio das frases, padrões gramaticais e outras métricas.

 

Até agora, ensaios pessoais e páginas dos diários de pessoas depressivas têm sido úteis, assim com os trabalhos de artistas como Plath e Cobain.

Já a linguagem que as pessoas com depressão usam na fala do dia a dia também nos deu alguns insights.

Juntos, os dois fatores da pesquisa revelam diferenças claras e consistentes entre a linguagem das pessoas que possuem e as que não possuem sintomas depressivos.

Leia também:+ Pensamento filosófico romano pode ajudar a lidar com a depressão+ Entenda como o estresse torna o cérebro suscetível à depressão

ConteúdoA linguagem pode ser separada em dois componentes: conteúdo e estilo. O conteúdo se refere ao que nós expressamos, ou seja, o significado ou o assunto do qual estamos falando. Não é surpresa alguma descobrir que aqueles que possuem sintomas de depressão usam com frequência palavras relacionadas a emoções negativas, como “sozinho”, “triste” e “péssimo”.

O uso dos pronomes é ainda mais interessante. Pessoas depressivas usam bastante pronomes singulares em primeira pessoa, como “mim”, “eu” e “eu mesmo”, e usam com menos frequência pronomes em segunda e terceira pessoa, como “eles”, “ela”.

Esse padrão sugere que pessoas depressivas estão mais focadas nelas mesmas e menos conectadas aos outros.

Outros pesquisadores já sugeriram que os pronomes podem ser indicativos maiores para identificar a depressão do que o uso de palavras com conotações negativas. 

Sabemos que o isolamento social é mais comum na depressão. No entanto, não sabemos se isso se reflete nas diferenças de atenção e estilo de pensamento. Será que a depressão faz com que as pessoas se foquem mais nelas mesmas ou as pessoas que focam mais em si mesmas desenvolvem sintomas depressivos?

EstiloO estilo de linguagem diz mais sobre como nos expressamos do que sobre o assunto do qual estamos falando.

Nosso laboratório recentemente conduziu uma análise de 64 fóruns online sobre saúde mental, examinando mais de 6,4 mil membros.

Palavras que passam importância ou probabilidade, como “sempre”, “nada” e “completamente” foram os principais marcadores para saúde mental nos fóruns. Mais do que pronomes ou palavras negativas.

No começo, pensamos que as pessoas com depressão seriam mais “oito ou oitenta”, e que isso se manifestaria em seu estilo de linguagem. Comparando 19 fóruns diferentes, observamos que palavras como as destacadas acima são 50% mais presentes em grupos de discussão sobre depressão ou ansiedade, e 80% mais frequentes em fóruns com ideação suicida.

Os pronomes tiveram um padrão de distribuição parecido com essas palavras, mas com menor efeito. Já palavras com conotação negativa apareceram menos em fóruns de ideação suicida do que nos de depressão e ansiedade. 

Nossa pesquisa também incluiu fóruns de recuperação, onde membros que acreditam ter se recuperado de episódios depressivos escrevem posts positivos e encorajadores sobre seus processos de recuperação.

Observamos que aqui as palavras negativas foram usadas na mesma frequência que os fóruns analisados, enquanto as palavras positivas foram 70% mais utilizadas.

Ainda assim, as palavras de importância e probabilidade apareceram ainda mais do que nos grupos analisados, mas menos do que em fóruns sobre depressão e ansiedade.

Aqueles que já tiveram sintomas depressivos têm mais chances de desenvolvê-los novamente. Logo, eles possuem uma tendência maior de pensar em termos de “importância e probabilidade”, mesmo se não estiverem passando por sintomas depressivos. O mesmo efeito foi observado no uso de pronomes, mas não em palavras negativas.

Consequências práticasCompreender a linguagem da depressão pode nos ajudar a entender a forma como aqueles que sofrem com isso pensam, mas também há algumas consequências práticas.

Pesquisadores estão combinando a análise automática de texto com machine learning (computadores que podem aprender a partir da experiência sem serem programados) para classificar uma varidade de condições de saúde mental por meio de amostras da linguagem natural, como posts em blogues, por exemplo.

Essa classificação já supera as que são feitas por psicólogos treinados. E ela só vai melhorar conforme mais dados forem fornecidos e mais algoritmos sofisticados forem desenvolvidos.

Isso vai além de observar padrões de absolutismo, negatividade e pronomes já discutidos.

O trabalho começou com o uso de computadores para identificar subcategorias específicas em problemas de saúde mental, como perfeccionismo, problemas de autoestima e ansiedade social. 

Tendo dito isso, claro que é possível usar a linguagem associada à depressão sem de fato estar depressivo. Por fim, é como você se sente que define o que você passa.

Mas de acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 300 milhões do mundo vivem com depressão, 18% a mais do que em 200.

Ter mais ferramentas para identificar essa condição é importante para melhorar a saúde mental das pessoas e prevenir que suicídios como os de Plath e Cobain ocorram. 

*Mohammed Al-Mosaiwi é candidato a PhD em Psicologia na Universidade de Reading, na Inglaterra. A matéria original foi publicada em inglês no The Conversation. 

Curte o conteúdo da GALILEU? Tem mais de onde ele veio: baixe o app da Globo Mais para ver reportagens exclusivas e ficar por dentro de todas as publicações da Editora Globo. Você também pode assinar a revista, por R$ 4,90 e baixar o app da GALILEU.

Como ajudar (de verdade) alguém que está com depressão

Imagine ficar preso em um momento triste e não conseguir desviar os pensamentos dele, nem enxergar que a vida vale a pena? Esses são alguns dos pensamentos que estão na cabeça de quem vive um quadro depressivo. Cada um vive a depressão de uma forma.

Há quem não consiga sair da cama, há quem se encha de compromissos para evitar momentos de crise mais fortes. De um lado, há o fato de que a depressão é um quadro difícil de compreender quando nunca se passou por ele.

Por outro, sabe-se que é importante ter uma rede de apoio formada por amigos e família.

Esqueça a imagem da pessoa magra, pálida e que não consegue sair de casa. A depressão não tem cara, e muita gente tenta esconder essa condição às vezes até de si mesmo. Além disso, verbalizar a frase “eu estou com depressão” não é fácil, já que pode acabar colocando sobre si um estigma de fragilidade quem nem todos estão dispostos a encarar.

Descobrir que alguém próximo está passando pela doença é essencial para ajudá-lo da maneira correta. Alguns sinais não tão óbvios aparecem no comportamento e no discurso.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

Leia também:  Como capturar tela num mac: 3 passos (com imagens)

Ana Lúcia Gomes Castello, psicóloga e presidente da Associação Brasileira de EMDR (uma abordagem psicoterapêutica), explica que o principal sinal da depressão é quando a pessoa entra num estado de melancolia e não tem iniciativa para fazer coisas novas. Notar perda de interesse em mudar os objetivos de vida é comum.

A depressão também pode levar a sintomas frequentemente associados ao estresse. De acordo com a psicóloga Marina Vasconcellos, nem sempre há perda da vontade de comer, já que o apetite pode aumentar muito.

Nem sempre a pessoa aparenta a tradicional apatia, mas pode demonstrar irritabilidade, mau humor constante e dificuldades de concentração.

Marina também cita a culpa constante como muito presente no discurso de quem está com depressão.

Esses sinais podem ser apresentados por pessoas que estão ao seu lado no trabalho ou frequentando os mesmos círculos sociais que você.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

O papel de ajudá-las é dos profissionais da saúde mental. “O psicólogo lida com as causas e o ensina a encontrar uma maneira mais saudável para se colocar na vida, enquanto o psiquiatra entra com a medicação que aliviará os sintomas”, explica Marina. Por isso, reforçar a importância de elas se consultarem com eles é o primeiro passo.

Ajudar quem está com depressão a passar por esse momento também exige aprender a se conectar com elas da forma correta.

De acordo com as psicólogas entrevistadas, há uma série de frases ditas para alguém que está com depressão que podem mais atrapalhar do que ajudar. Entre elas, estão:

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

  • “Você precisa sair desta e não se entregar”
  • “Você poderia estar melhor se reagisse”
  • “Se você não sair da cama isto não vai passar”
  • “Pense que tem pessoas que tem problemas maiores que o seu”
  • “Deixe de frescuras e venha conosco tomar uma no bar…”
  • “Vá pra academia e deixe a preguiça de lado”
  • “Pare de chorar à toa!”
  • “Isso é coisa da sua cabeça, você não tem nada demais”

Ao invés disso, é possível conversar de forma com que a pessoa com depressão não sinta que seus sentimentos estão invalidados. Muito além de prestar a atenção às palavras, a chave é a empatia para valorizar os sentimentos dela sem julgá-los. Não insinuar que a pessoa é fraca por estar com depressão também é um bom jeito de conversar com ela, defende Ana Lúcia.

Quando convive com uma pessoa que está com depressão, é importante pesquisar sobre a doença. Só assim você vai perceber o que é dela e o que é do transtorno. É o que recomenda a psicóloga Marina, que exemplifica: “Relevar os argumentos negativos e saber que isso faz parte da doença pode auxiliar para que se tenha paciência com o discurso dele, que é sempre bem pessimista”.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

Às vezes simples questionamentos mais profundos em um momento errado faz com que alguém reviva momentos e pense sobre assuntos que não queria acessar no momento. Então que tal apenas dizer que está ali para esses momentos difíceis?

Além disso, se conectar a pessoas que estão em depressão pede mais que palavras, e sim gestos.

Nem sempre forçar a pessoa a estar em situações em que ela supostamente ficará mais animada, como uma festa, é um jeito de ajudá-la a superar sua doença. “Ser uma boa companhia para desviar a atenção para a tristeza profunda pode ser uma saída para que a pessoa possa pensar em fazer algo para mudar a situação”, explica Ana Lúcia.

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

NÃO PARE AGORA… TEM MAIS DEPOIS DA PUBLICIDADE 😉

“Um passeio pelo parque pode ser uma boa opção para que entre em contato com a natureza e abra os pulmões… Ou apenas vá visitá-la para bater um papo, assistirem a um filme juntos em casa, mesmo, ou fazer algo que ela goste. Tente lembrá-la do que ela gostava de fazer e convide-a a tentar retomar algo”, sugere Marina.

O importante, segundo Ana Lúcia, é não deixar que a solidão não tome conta de quem está neste estado.

23 fotos que acertam na mosca como é ter depressão

Às vezes uma imagem vale mais do que qualquer palavra.

Depois de um diagnóstico de depressão, aos 16 anos, o fotógrafo Christian Hopkins decidiu processar a experiência por trás de uma lente. O resultado é uma série surpreendente de fotos que capturam as nuances pouco compreendidas dessa doença mental. As imagens resumem como é ter depressão, que afeta 350 milhões de pessoas no mundo, na experiência cotidiana da artista.

Christian, agora com 22 anos, diz que fotografar como ela se sente é uma forma de catarse para lidar com seus pensamentos depressivos.

“Eu venho usando a fotografia como terapia pois ela me ajuda a lidar com muitas das emoções que eu tinha dificuldade em entender no passado”, disse o jovem ao The Huffington Post. “Sempre que eu me sinto controlada por uma emoção em particular e incapaz de pensar ou me concentrar direito, eu tiro essa emoção para fora da minha cabeça e a deixo presa em uma fotografia.”

Depois de tirar as fotos, ele descobriu que as imagens serviam como desabafo emocional. Elas também serviam um propósito duplo: como recurso educativo para aqueles que não podem compreender com o que as pessoas deprimidas muito frequentemente se deparam.

  • “Espero que essas fotos sirvam para elucidar os sintomas mais amorfos da depressão, e ao fazer isso, ajudar na compreensão daqueles que – possivelmente até mesmo alguns conhecidos – estão passando por isso”, disse o fotógrafo.
  • A série de fotografias não é a primeira do tipo, mas é uma contribuição bem-vinda em uma discussão muito necessária como essa da doença mental.
  • Muitos dos que sofrem de distúrbios mentais frequentemente se sentem estigmatizados, fato que as pesquisas indicam como obstáculo à busca pelo tratamento necessário.
  • Christian espera que transformar a doença em algo tangível seja um bom começo para acabar com esses julgamentos.

Ele quer que as fotos transmitam uma sensação na comunidade para quem estiver lidando com esse distúrbio. Eles não estão sozinhos nessa experiência.

E para aqueles que não sabem como é a depressão? Sejam gentis mesmo assim, diz ele.

“Muita gente não entende muito bem o pouco controle que algumas pessoas têm sobre os seus próprios pensamentos e emoções quando sofrem de doença mental”, disse a fotógrafa.

“Lidar com alguém que tem depressão e ansiedade pode exigir uma grande dose de paciência, mas estas doenças podem ser tratadas, apesar das coisas parecem sem solução.

Mesmo sem um efeito imediato ou tangível, o menor gesto de apoio pode fazer uma enorme diferença.”

Confira o resto das impressionantes fotos de Christian abaixo:

Galeria de Fotos A depressão em 20 imagens agoniantes Veja Fotos

Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.

9 formas de ajudar um amigo com depressão sem descuidar de si mesmo

A depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) referentes a 2015, o que faz da doença a maior causa de incapacitação do mundo.

No continente americano, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos nesse quesito: 11,5 milhões de brasileiros sofrem com esse problema – 5,8% da população, ou uma em cada 20 pessoas. Certamente você conhece alguém que sofre de depressão.

Mas como é possível oferecer ajuda a essas pessoas?

O primeiro passo para ajudar alguém com depressão é entender a doença: a depressão, em termos médicos, é caracterizada por baixo humor persistente e “anedonia” (a incapacidade de sentir prazer) durante longos períodos. É uma condição séria e a pessoa vai precisar não só do apoio da família e dos amigos, que não devem subestimar o problema, mas de ajuda profissional. Confira algumas dicas para fazer a sua parte:

  1. Seja compreensivo e não subestime a depressão

Pessoas com depressão têm um transtorno mental grave que não pode ser superado apenas com força de vontade ou simplesmente mudando de perspectiva.

Se você estiver ajudando um amigo com depressão, não adianta dizer para ele “sair dessa”.

Depressão não é aquela tristeza que você estava sentindo em uma época e que você resolveu com um “pensamento positivo” ou com “muita fé”. Familiarize-se com o fato da depressão ser uma doença.

  1. Incentive a procurar ajuda

Uma das melhores coisas que você pode fazer para alguém com depressão é incentivá-lo a obter alguma ajuda séria. Seu trabalho como amigo não é tratá-los. Pessoas nessa condição precisam de psicoterapia e tratamento medicamentoso, conforme as recomendações de seu médico.

  1. Ajude a pessoa a cuidar de si mesma

Pessoas com depressão muitas vezes têm dificuldade para se cuidarem adequadamente e não comem direito, não dormem em horários corretos, nem mantêm seus ambientes organizados.

Leia também:  Como calibrar uma bateria de laptop em um macbook

Preste atenção a isso e incentive-as a cuidarem de si mesmas.

Você pode fazer isso de forma discreta e amigável, com pequenas medidas práticas, como chamando-as para acompanhar você em alguma atividade de manhã, de modo a tirá-las da cama.

  1. Convide para uma caminhada

O exercício físico é muito bom para a depressão, assim como sair de casa. Insistir no convite para uma caminhada é uma boa maneira de tirá-los de casa, mas você não precisa inventar nenhuma conversa fiada e alegre se eles se sentirem exaustos e ficarem calados; apenas escute sem julgar, viva a comunhão no silêncio e deixe claro que você ama a sua companhia de qualquer maneira.

  1. Ajude a questionar seus pensamentos negativos

A depressão é caracterizada em muitos casos por padrões de pensamentos negativos graves sobre a autoestima. A psicoterapia ajuda a pessoa a reconhecer esses padrões e questioná-los, mas você também pode fazer a sua parte.

Na prática, isso significa que se o seu amigo diz coisas como “eu sou tão horrível”, “ninguém gosta de mim”, “eu me sinto inútil”, ou outras declarações depressivas, seja firme em contradizê-lo.

Pergunte por que ele se sente assim e procure mostrar-lhe que existem outras interpretações possíveis para os motivos que ele tem em mente.

  1. Não tente resolver as coisas com punições

Ser amigo de uma pessoa depressiva pode ser difícil. Mas as ameaças não ajudam em nada.

Dizer coisas como “se você não se animar, eu vou parar de falar com você” não é uma boa maneira de ajudar – as pessoas depressivas já têm pensamentos negativos suficientes sobre si mesmas. Isso só reforça a sua baixa autoestima.

Em vez disso, tente ser positivo: elogie quando ver que eles fizeram algo especial no cuidado de si mesmos, de maneira amiga e não condescendente.

  1. Não espere resoluções rápidas

Depressão não desaparece magicamente quando as pessoas começam a fazer psicoterapia ou a tomar remédios que alteram o humor. É, muitas vezes, uma condição de longo prazo que exige a administração frequente.

Quem inicia o tratamento se torna melhor em desafiar seus processos de pensamento e passa a se cuidar melhor quando está para baixo.

Mas ainda haverá períodos muito ruins, em que o apoio dos amigos continua sendo importante.

  1. Não deixe o seu amigo sozinho – principalmente nos dias ruins

Percebeu que o seu amigo está em um dia especialmente difícil? Faça um gesto simples, mas concreto, de proximidade. Mande uma mensagem, tague ele em alguma piada nas redes sociais, faça uma visita – qualquer coisa que mostre a ele que ele é importante e está sendo lembrado com carinho.

Não é seu trabalho tratar ou salvar um amigo depressivo e, às vezes, a experiência pode ser difícil e desgastante. Procure apoio e conselhos de especialistas e lembre-se de ter tempo para si mesmo quando você precisar.

Os melhores amigos para depressivos são aqueles que sabem o momento certo de se despedir e dar um espaço: caso contrário, pode-se correr o risco de deixá-los ainda mais para baixo ou de gerar um processo de dependência emocional nada saudável.

  • Com informações de Aleteia.
  • ***
  • Recomendamos também:
  • Como a religião ajuda os jovens a se manterem longe de tendências suicidas
  • Se você apresenta algum desses 7 sintomas pode estar com depressão
  • Como a sua depressão pode afetar o desempenho escolar dos seus filhos

***

Sintomas da depressão: saiba quais são e como ela é diagnosticada

Os sintomas de depressão nem sempre são só de tristeza e desânimo. Eles podem incluir perda de peso, sentimentos de culpa, irritabilidade e falta de esperança.

Quando uma pessoa próxima conta que está deprimida, muitas vezes nossa reação pode ser de pensar quantas vezes nós a vimos chorando ou desanimada, e se esse não for o caso, questionar se é mesmo verdade.

No entanto, estar deprimido é mais do que estar triste 1; e chorar o tempo todo. Às vezes, quem sofre de depressão mostra sintomas que, de acordo com o senso comum, não estão associados à condição, como perda de peso ou insônia.

1 Conhecer os sintomas pode te ajudar na sua escuta empática com a pessoa que está sofrendo e ajudar na sua recuperação.

Também é importante saber que a depressão se caracteriza pelos sintomas se manifestarem consistentemente por um período razoável de tempo, normalmente a partir de duas semanas.

Um dia com insônia na semana, ou episódios de desânimo que vêm em dia e vão embora no dia seguinte podem não fazer parte de um quadro depressivo.

Também é importante saber enxergar o contexto; um período de tristeza e sintomas depressivos após um acontecimento importante, como uma separação, é normal. Mas se a pessoa demora a voltar ao normal, aí pode ser que o transtorno tenha se instalado.

Quando enxergamos a depressão apenas como uma grande tristeza que não passa, é fácil enxergarmos esse estado como uma “fraqueza” ou uma sensação passageira, facilmente superável. 2 “Mas a sua vida não está tão ruim assim. Porque você está tão triste?”, alguns podem questionar.

Para quem está deprimido, no entanto, não é tão simples — e ouvir o contrário não vai transmitir a empatia que ele ou ela tanto precisam nesse momento delicado.

Muitas vezes uma pessoa deprimida não consegue sequer apontar especificamente para algo que “está dando errado”, mas se vê afogada em um mar paralisante de pequenos problemas aliados a uma baixíssima proatividade.

A depressão é uma doença séria, mas completamente tratável 1. No entanto o tratamento pode ser longo e exigir, em alguns casos, o uso de medicamentos. 2

Sintomas de depressão

Os sintomas de depressão são:3,4

  • Tristeza;
  • Humor deprimido, que se caracteriza por desânimo persistente, baixa autoestima, sentimentos de inutilidade;
  • Perda de interesse em atividades que antes a pessoa apreciava;
  • Mudança de apetite;
  • Ganho ou perda de peso;
  • Insônia;
  • Dormir em excesso;
  • Perda de energia ou fadiga acentuada;
  • Movimentos físicos sem sentido, como apertar as mãos de forma constante e nervosa;
  • Sentir-se sem esperança;
  • Sentir-se culpado;
  • Dificuldades para raciocinar, se concentrar ou tomar decisões;
  • Pensamentos de morte ou suicídio;
  • Irritabilidade, ansiedade e angústia;
  • Necessidade de um grande esforço para fazer coisas que antes eram fáceis;
  • Diminuição ou incapacidade de sentir alegria;
  • Sentimentos de medo, insegurança, desespero, desamparo e vazio;
  • Interpretação distorcida e negativa da realidade;
  • Diminuição do desejo e do desempenho sexual;
  • Dores e outros sintomas físicos sem uma causa aparente, como dores de barriga, azia, má digestão, diarréia, prisão de ventre, gases, tensão na nuca e nos ombros, dor de cabeça ou no corpo, sensação de corpo pesado ou de pressão no peito.

Alguns dos sintomas são claramente físicos, como movimentos involuntários, dores, ganho de peso, perda de apetite, sono em excesso ou insônia. E se alguns deles parecem contraditórios, é porque nem todos aparecem ao mesmo tempo. Essa é uma doença complexa e cheia de nuances, que pode se manifestar de maneiras diferentes de pessoa para pessoa.2

Como a depressão é diagnosticada

Para alguém sair de um consultório com um diagnóstico de depressão, ele deve apresentar alguns dos sintomas da lista acima por pelo menos duas semanas.3

Para muitas pessoas com depressão, estes sintomas podem ser graves o suficiente para prejudicar atividades do dia a dia, como trabalho, escola, vida social e relacionamentos.2 Se uma pessoa próxima comentar com você que está com dificuldade de fazer algo que antes ela fazia com facilidade (como tarefas escolares ou assistir a um filme), fique atento.

Quem é mais propenso à depressão

Ela não escolhe muito idade, não, mas é comum entre o final da adolescência e os vinte e poucos anos. Na população adulta, um a cada 15 indivíduos é deprimido. Sim, é muita gente! Considerando-se todas as faixas etárias, estima-se que 16% da população sofra com depressão em algum momento da vida.3 Entre os sexos, mulheres têm mais propensão que homens.

Mas nem crianças e idosos escapam, e ainda que os sintomas sejam parecidos, existem sinais específicos nessas idades.

Os pequenos podem mostrar irritação, recusar-se a ir à escola, evitar o convívio social ou, no caso de adolescentes, beber álcool ou usar drogas.

Já os mais velhos apresentam mudanças de personalidade, dificuldades de memória, dores, pensamentos suicidas e pouca vontade de sair de casa.2

Nem sempre a pessoa deprimida está disposta a procurar tratamento. Se você identificou um dos sintomas acima em alguém próximo, esta é a hora em que você pode fazer a diferença: praticar a empatia e por meio dela ajudá-la a procurar ajuda pode ser o primeiro passo para recuperação 2.

Referências

[1] American Psychiatric Association [homepage na internet]. Depression [acesso em 1 Out 2018]. Disponível em:
https://www.apa.org/topics/depression/index.aspx

[2] Mayo Clinic [homepage na internet]. Depression (major depressive disorder) [acesso em 1 Out 2018]. Disponível em:
https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/depression/symptoms-causes/syc-20356007

[3] American Psychiatric Association [homepage na internet]. What is depression? [acesso em 1 Out 2018]. Disponível em:
https://www.psychiatry.org/patients-families/depression/what-is-depression

[4] Ministério da Saúde [homepage na internet]. Depressão [acesso em 1 Out 2018]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/76depressao.html

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*