Como calcular lucro: 12 passos (com imagens)

Empreender é uma tarefa árdua, principalmente para pequenos empresários que dão o seu melhor diariamente para ver seu negócio crescer e assim gerar o lucro que financiará sua fortuna.

Mas, além das atividades operacionais, ainda é preciso administrar e garantir que o negócio tenha bons resultados, sempre mantendo um bom relacionamento com seus funcionários e parceiros de trabalho.

Entretanto, quando um profissional se prepara adequadamente, os obstáculos são superados e resultados positivos são obtidos. Com isso o empreendedor terá uma vida tranquila e feliz. Por isso, calcular o lucro de uma pequena empresa é essencial para o seu bom gerenciamento.

Alguns empresários, no entanto, têm dificuldades em efetuar esse cálculo, que parece complexo e muito minucioso. Além disso, devido à falta de conhecimento e de informações corretas, muitos tomam atitudes equivocadas e que colocam seus negócios em risco.

Na verdade, há formas práticas de encontrar essa informação e definir os rumos do seu negócio. Então, no nosso post de hoje, explicamos os principais conceitos e mostramos as principais estratégias e técnicas a serem utilizadas em sua empresa.E também temos duas planilhas para facilitar o seu desafio!

Tenha muita atenção em sua leitura e aproveite!

O que é o lucro?

Por definição, lucro é o retorno positivo de um investimento feito em negócios de qualquer natureza. Quando esse retorno é negativo, ao invés do lucro, se configura o prejuízo.

Depois de investir seus recursos em uma empresa, você pode calcular todo o montante gasto e o resultado final obtido para, a partir da diferença, conhecer o seu lucro.

Como Calcular Lucro: 12 Passos (com Imagens)

Dica: Você sabe mesmo o que é lucro?

É possível ter lucro maior que 100%?

Frequentemente, vemos propagandas de negócios que parecem ser fabulosos e oferecem lucros de 100%, 200% e 300%. Essa informação é totalmente equivocada.

“Mas, se eu compro um produto por R$ 25 e vendo por R$ 100, estou ganhando R$ 75, ou seja: 3 vezes o que eu investi. Meu lucro não é de 300%?”

Na verdade, não. O erro está no conceito. O lucro é calculado a partir do preço de venda do produto, e não do seu custo. O correto seria dizer que houve lucro de 75%, que foi a parcela da venda obtida como retorno líquido do seu investimento.

Qual a diferença entre lucro líquido e lucro bruto?

Além dos custos diretos do produto, uma empresa arca com diversos gastos para funcionar. Ela não sobrevive apenas comprando e vendendo produtos, pois também precisa pensar em:​

  • contas de água, energia elétrica, internet, telefone e gás;
  • despesas com marketing;
  • aluguel:
  • compra de produtos básicos para o seu funcionamento, como materiais de escritório e de limpeza;
  • pagamento de impostos.

Dica: Mantenha as contas da sua empresa organizadas com o sistema Flua. Lance diariamente suas receitas e despesas e tenha dados precisos sobre a saúde financeira da sua empresa.

Existem 2 tipos de lucro em um negócio. Conheça-os:

O cálculo do lucro bruto

  • Quando se calcula o lucro bruto, você está subtraindo o custo dos produtos vendidos das receitas totais (o resultado geral das suas vendas). 
  • Esse custo pode ser o valor de compra, quando você revende mercadorias, ou pode ser o valor dos insumos que você teve que comprar para fabricar outros (como trigo, ovos, sal, açúcar, para a fabricação de doces e bolos).
  • Seu cálculo se dá pela equação abaixo:

Lucro bruto = vendas no período – custo das mercadorias vendidas

O cálculo do lucro líquido

Por outro lado, para calcular o lucro líquido da sua pequena empresa, você precisa considerar todas as despesas fixas e variáveis que precisa pagar para funcionar (aquelas que citamos acima).

Então a conta, será:

Lucro líquido = lucro bruto – despesas (fixas e variáveis)

Como calcular o lucro da sua empresa com efetividade?

Você sabe o que é efetividade? Efetividade nada mais é do que ser eficaz e eficiente ao mesmo tempo. E dois por um sempre é bom!

Ser efetivo é alcançar os objetivos traçados sem desperdiçar os recursos. 

E qual a relação a da efetividade com o cálculo do lucro? É simples, temos um método que você pode usar para ser efetivo na tarefa de calcular o lucro da sua empresa. Ou seja, ele vai te ajudar a economizar recursos (tempo) e alcançar o objetivo proposto (calcular o lucro da empresa de maneira correta).

Como já falamos no início do texto, o sucesso de uma empresa está atrelado ao seu bom gerenciamento. Portanto, chega de calcular o lucro do seu negócio no achismo! Isso só traz prejuízos à saúde financeira  empresarial.

Conheça nossa solução para o cálculo de lucro da pequena empresa

Criamos uma planilha que automatiza o cálculo do lucro bruto e do cálculo líquido. Com ela você terá uma visão clara sobre a situação financeira da empresa e irá economizar o seu bem mais precioso: o tempo.

Como funciona a planilha

Para colocar a tecnologia para fazer o trabalho difícil para você, tudo o que precisa ser feito é preencher as seguintes colunas:

  • Vendas no período;
  • Custos de compra ou produção;
  • Despesas fixas;
  • Despesas variáveis.

Veja a demonstração aplicada no mês de janeiro:

Como definir o preço certo para o lucro que almejo?

Muitos empresários sabem o quanto querem lucrar e calculam os preços com base nessa margem esperada, mas, no final das contas, passam aperto financeiro. Isso acontece porque, em muitos casos, o resultado não é condizente com o esperado.

A resposta está exatamente na diferença entre lucro bruto e líquido. Muitos empresários realizam esse cálculo levando em conta o lucro bruto, mas se esquecem de considerar as despesas fixas e variáveis.

Dica: Como (e por que) avaliar a saúde financeira da empresa?

Por isso, você deve ter muita atenção em todas as atitudes tomadas em sua gestão, principalmente ao calcular o lucro de uma pequena empresa.

Utilizando o conceito de mark-up

Para acertar nesse cálculo e lucrar conforme o esperado, experimente utilizar uma forma de definição de preço conhecida como mark-up. Siga os passos abaixo:

  1. Calcule os custos e despesas fixas e variáveis de sua empresa. Suponha que o resultado seja de 35% do valor de suas receitas;
  2. Some o percentual de lucro que espera. Se for, por exemplo, 30%, seu custo total de vendas fica em 65% (35% + 30%);
  3. Considere que 100% é sua receita total. Calcule seu mark-up divisor usando a fórmula: (RECEITAS – CUSTO TOTAL DE VENDAS)/100. Seu mark-up divisor será (100% – 65%)/100% = 35/100 = 0,35;
  4. Defina seu preço de venda a partir desse número, dividindo o custo do produto pelo mark-up divisor obtido. Se um item tem custo de R$ 20, o cálculo fica: 20/0,35 = 57,14.

Ou seja: seu preço de venda deve ser R$ 57,14 para cobrir custos, despesas e garantir o lucro esperado.

Aprenda de uma vez por todas a calcular o preço com o método mais simples possível

Realizar cálculos pode ser complicado, ainda mais se você não tiver muita intimidade com a matemática.  Na verdade existe até um nome para isso: a discalculia. Estima-se que entre 3% a 6% da população sofra com essa dificuldade em adquirir habilidades matemáticas (como a realização de um cálculo).

A boa notícia é que, caso você tenha dificuldades com cálculos ou simplesmente queira economizar seu tempo com essa tarefa chata, nós temos a solução! A tecnologia está aí para facilitar nosso dia a dia, e foi usando ela que criamos uma planilha que vai facilitar a realização de cálculos como você nunca viu antes!

Como funciona a planilha

Nos tópicos anteriores vimos a importância de saber calcular o preço para conseguir o lucro esperado. Tudo o que você vai precisar fazer é simplesmente jogar os números na planilha que ela faz o resto! Confira abaixo como é fácil descobrir os resultados com a nossa planilha:

Na primeira parte da planilha você preenche:

  • Número de receitas totais;
  • Despesas fixas;
  • Despesas variáveis;
  • Porcentagem de lucro desejado.

E pronto! Automaticamente a planilha realiza o cálculo e te mostra qual o Mark-up necessário. Veja a aplicação dos passos na imagem:

Com o Mark-up definido, agora chegou a hora de definir o preço do produto. Essa segunda parte é ainda mais fácil! Tudo o que você precisa fazer é preencher o custo unitário total. A planilha resgata o Mark-up necessário e já aplica, mostrando qual deve ser o preço final para alcançar o lucro desejado! Veja a aplicação dos passos na imagem:

Como Calcular Lucro: 12 Passos (com Imagens)

Qual é a importância da previsão de caixa?

Assim como o lucro, as despesas de uma empresa são determinantes para a obtenção de resultados positivos. De nada adianta ganhar muito dinheiro se a sua gestão gasta mais do que deveria. Quando isso acontece, os processos não são otimizados.

Além disso, uma parte desses valores poderiam ser investidos na compra de novos equipamentos, no aumento do salário de seus funcionários e na melhoria do espaço físico de sua empresa. Como consequência disso, seu processo produtivo pode ser aprimorado, fazendo com que todos os envolvidos saiam ganhando.

Dica: Fluxo de caixa projetado: o que é e como fazer

Portanto, o controle financeiro torna-se essencial na performance de uma empresa. Dessa forma, a previsão de caixa, também conhecida como fluxo de caixa, é uma ferramenta que pode auxiliá-lo em sua rotina de trabalho.

Com ela, é possível acompanhar todas as movimentações financeiras realizadas em seu empreendimento.

Ao monitorar as entradas e saídas, você amplia seu campo de visão e consegue encontrar gargalos operacionais e financeiros com mais facilidade.

Outro benefício é o cumprimento de todas as suas responsabilidades fiscais e financeiras.

Como ela deve ser realizada

À medida que o tempo passa, os processos de uma empresa acabam utilizando novas tecnologias para auxiliar a atuação de seus administradores e colaboradores, e não poderia ser diferente na hora realizar a previsão de caixa.

Então, você deve utilizar um sistema de gestão financeira que resuma as contas a pagar e receber durante todo o mês. Lembre-se de prezar pela simplicidade e o fácil manuseio dessa ferramenta.

Portanto, opte por aquela que mais se adapte às suas necessidades e que faça o uso de gráficos e relatórios otimizados. Assim, é possível realizar uma previsão de entradas e saídas dos próximos meses e tomar decisões focadas no aumento dos lucros e na redução das despesas.

Desse modo, faça uma pesquisa de mercado e encontre uma solução online e moderna, garantindo a segurança e a estabilidade de seu empreendimento. Não se esqueça também da importância do armazenamento e do monitoramento das informações de seus clientes e fornecedores.

Dica: Conheça as 5 melhores dicas de gestão financeira para utilizar em sua empresa

Leia também:  Como aproveitar cada dia da sua vida: 7 passos

O sucesso de um empreendimento só pode ser alcançado se o seu administrador está bem preparado e capacitado. Nessas horas, esse profissional deve tomar atitudes acertadas, sempre levando em consideração seus objetivos e as necessidades de seus clientes.

Sabendo calcular o lucro de uma pequena empresa, um empresário pode entender seu resultado e encontrar formas de diminuir seus custos melhorar seus resultados.

E então, o que você achou do nosso conteúdo? Esperamos que ele tenha te ajudado a saber Como Calcular o Lucro de uma Pequena Empresa!

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Fonte: FLUA

Como Calcular Lucro: 12 Passos (com Imagens)

Como calcular o lucro de uma empresa? Descubra! | Blog da Contabilizei

O primeiro passo para descobrir como calcular o lucro de uma empresa é saber quais valores devem fazer parte dessa fórmula. Em seguida, entender a diferença entre lucro bruto e lucro líquido é essencial para identificar se, de fato, seu negócio está em crescimento.

De acordo com o dicionário Aurélio, uma das definições de lucro é “o que foi ganho e/ou recebido através de uma comercialização, ou ato econômico”. 

Por mais que o conceito pareça claro, bastando subtrair o valor de venda do custo do produto para chegar ao resultado, saber como calcular o lucro de uma empresa envolve várias outras vertentes.

Lucro bruto, lucro líquido, margem de lucro, rentabilidade, lucratividade são algumas definições que fazem parte dessa conta e todas serão explicadas neste post. Para entender melhor, continue a leitura!

O que é lucro?

De maneira bem rápida, podemos considerar como lucro o valor recebido proveniente da venda de um produto ou serviço após subtrair os gastos com sua aquisição, ou fabricação.

No entanto, por mais que pareça uma conta simples, saber como calcular o lucro de uma empresa consiste em entender outros fatores. O primeiro é compreender que o lucro está totalmente ligado à saúde financeira da sua empresa e ao sucesso do seu negócio. 

Ou seja, empresas que trabalham no vermelho reduzem consideravelmente suas chances de crescimento, já que todo dinheiro que entra é utilizado para pagar as contas básicas para se manter aberta.

Outra questão é conhecer a diferença entre os lucros, entre eles o normal e o econômico. O lucro normal é a quantia que um negócio precisa para operar sem problemas, suprindo suas despesas básicas sem que quebre ou entre em falência.

Quanto ao lucro econômico, podemos considerar o valor excedente, ou seja, o que realmente sobra após excluir todas as despesas, inclusive o lucro normal.

O que é lucro bruto e lucro líquido?

Além disso, temos outros dois indicadores que entram efetivamente na conta quando buscamos saber como calcular o lucro de uma empresa, que são o bruto e o líquido. 

Lucro bruto

O lucro bruto, também denominado como “lucro de vendas” ou “lucro operacional bruto”, refere-se ao resultado da subtração da receita total e dos custos variáveis, ou seja:

lucro bruto = receitas totais – custos variáveis

Para receita total considere o valor obtido com as vendas. Para os custos variáveis, tudo o que for relacionado ao gasto para a produção/aquisição de um produto ou oferta de um serviço ao cliente.

Como exemplo, pense em um comércio que trabalha com a venda de material de construção. Um saco de cimento é vendido ao cliente final por R$ 20, mas sua aquisição para revenda é de R$ 15. Assim, o lucro bruto dessa empresa é de R$ 5 por item.

Lucro líquido

Já o lucro líquido considera os custos variáveis, mas também os fixos, que são todas as despesas necessárias para se manter um negócio, tais como: água, luz, internet, aluguel, salários, impostos, etc. — sim, todas essas despesas devem ser consideradas quando se busca entender como calcular o lucro de uma empresa.

Assim, a fórmula para chegar ao lucro líquido é:

lucro líquido = receita total – custo total

Para ficar mais claro, veja este exemplo: uma loja vendeu R$ 10 mil em roupas durante o mês. Com custos variáveis, aqueles referentes à aquisição dos produtos, foram gastos R$ 2 mil. Entre comissões e despesas fixas, mais R$ 3 mil. Dessa forma, a loja teve um lucro líquido de R$ 5 mil: 10.000 – (2.000 + 3.000) = 5.000

Como Calcular Lucro: 12 Passos (com Imagens)

Como calcular o lucro de uma empresa?

Com essas definições em mente, fica ainda mais fácil entender como calcular o lucro da sua empresa e encontrar os valores reais.

Para começar, é preciso ter em mãos todos os números gerados por seu negócio, incluindo:

  • total gasto com despesas fixas;
  • total gasto com despesas variáveis;
  • total de vendas;
  • custos necessários para a prestação dos serviços aos clientes;
  • custos para aquisição ou fabricação dos produtos comercializados.

Por isso, o acompanhamento pontual de toda movimentação financeira e o suporte de uma contabilidade são essenciais para fazer esse cálculo e identificar realmente quanto de lucro sua empresa está gerando.

Com as informações, basta aplicar as fórmulas para encontrar o lucro bruto ou o lucro líquido do seu negócio.

Qual a diferença entre lucro, rentabilidade e lucratividade?

Mas o resultado dessa conta corresponde ao lucro, à rentabilidade ou a lucratividade? Quando se descobre como calcular o lucro de uma empresa, é importante ter claro na mente a diferença entre esses três conceitos que, apesar de parecerem iguais, são bem diferentes.

É esse esclarecimento que vai ajudar você a definir os próximos passos rumo ao sucesso do seu negócio, pois seus resultados evidenciam quanto sua empresa está ou não crescendo, permitindo ajustes para melhoria, expansão e tomada de decisões.

Como já mencionado, o lucro é o resultado positivo de uma transação comercial após a subtração dos valores correspondentes a custos e despesas, podendo ser bruto ou líquido.

A rentabilidade é encontrada ao relacionar o valor investido em um negócio ao seu lucro líquido. Ou seja, se você investiu R$ 10 mil para abrir o seu negócio e hoje ele corresponde a R$ 15 mil, sua rentabilidade foi de 50%, pois o investimento se manteve e rendeu mais R$ 5 mil.

Já a lucratividade é um percentual definido entre o lucro líquido e o valor total das vendas. Em outras palavras, indica quanto (em porcentagem) uma empresa consegue ganhar com suas atividades.

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A importância da lucratividade

  • A lucratividade de uma empresa pode ser mensurada mensal, trimestral, semestral ou anualmente, tudo depende do indicador utilizado. Basicamente, sua fórmula é:
  • lucratividade = (lucro líquido / receita total) x 100
  • Para que você possa entender melhor, podemos usar o seguinte exemplo: imagine que, após fazer os cálculos, tenha chegado a R$ 100 mil em receita total (vendas) e R$ 18 mil em lucro líquido. Aplicando a fórmula, temos o seguinte resultado:
  • lucratividade = (R$ 18 mil / R$ 100 mil) x 100
  • lucratividade = 0,18 x 100
  • lucratividade = 18%
  • A lucratividade é um importante indicador financeiro que aponta a eficiência operacional de um negócio, impactando diretamente no seu nível de competitividade no mercado.
  • Por isso, para que você realmente tenha sucesso é fundamental, além de saber como se calcula o lucro de uma empresa, entender a diferença entre esse e os demais conceitos e, assim, ter uma visão clara do faturamento do seu negócio.

O que mais você precisa saber sobre lucro? 3 dúvidas esclarecidas!

A essa altura você já deve ter percebido que para entender como se calcula o lucro de uma empresa é preciso compreender diferentes pontos. 

Mesmo com toda essa explicação, sabemos que é comum surgirem outras dúvidas que todo empreendedor tem, por isso, separamos as 3 mais comuns para responder agora.

1. Posso ter lucro superior a 100%?

Não é possível ter lucro acima de 100%, pois esse é calculado a partir do preço de venda e não do de custo. Por exemplo, se um item é adquirido por sua empresa a R$ 25 e vendido a R$ 100, significa que obteve 75% de lucro, que é o valor referente ao retorno líquido do investimento.

2. O que é margem de lucro?

Margem de lucro é um percentual somado aos custos totais de um produto ou serviço e que será retirado para a sua empresa. Diretamente ligada à precificação, quanto maior, mais a sua empresa lucra. Por outro lado, se muito elevada, pode encarecer o que está sendo oferecido ao cliente, comprometer suas vendas e sua competitividade. 

3. Como determinar um preço de venda que alcance o lucro desejado?

A melhor forma de determinar o preço de um produto ou serviço que alcance o lucro que a sua empresa precisa é através do Mark Up, ou Markup. Esse é um índice multiplicador aplicado sobre o custo do que está sendo comercializado para determinar seu preço de venda.

A fórmula do Mark Up considera três fatores: despesas fixas, despesas variáveis e margem de lucro pretendida e as transforma em percentuais. Mas para efetuar o cálculo, ainda é preciso considerar o custo de aquisição, produção ou, no caso de prestação de serviços, hora-trabalho.

Para exemplificar, considere:

  • despesas fixas (DF) = 12%;
  • despesas variáveis (DV) = 15%;
  • margem de lucro pretendida (MLP) = 18%;
  • custo de produção (CP): R$ 30
  1. Agora, aplique a fórmula Mark Up, que é: 100/ [100 – (DF + DV + MLP)]. O resultado deve ser multiplicado pelo custo de produção, ficando da seguinte forma:
  2. 100/100 – (12+15+18)
  3. 100/55 = 1,82
  4. 1,82 x CP = R$ 54,60
  5. Nesse caso, o preço do produto ou serviço ao cliente deve ser de R$ 54,60, a fim de conseguir 18% de lucro.

Conclusão

Saber como calcular o lucro de uma empresa pode parecer complicado no começo, porém, depois que se entende o conceito e quais valores fazem parte dessa conta, tudo fica mais fácil. 

O principal para chegar a resultados reais é ter um bom controle financeiro da sua empresa, registrando todas as entradas e saídas. Por isso, uma boa administração, atrelada a um serviço de contabilidade de confiança é essencial para o crescimento do seu negócio. 

Como Calcular Lucro: 12 Passos (com Imagens)

Como Calcular Lucro

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    Comece com o valor das vendas líquidas de seu negócio. Embora o lucro de uma empresa seja geralmente definido como a receita menos as despesas, mesmo essas duas quantidades costumam ser calculadas a partir de entradas e saídas diversas.

    Desse modo, se você estiver começando do zero, ao calcular o lucro de um negócio, pode ser necessário trabalhar com múltiplos valores de entradas e saídas, em vez de valores únicos para cada um deles. Nesta seção, dividiremos a renda e as despesas de um negócio para calcular o lucro em etapas.

    Comece com as vendas líquidas — a quantia de dinheiro gerada pela venda de bens e serviços do negócio, retirando-se lucro, descontos e abonos relativos a bens em falta ou danificados.

    • Para ilustrar o processo de dividir as entradas e saídas de um negócio, trabalharemos com um problema-exemplo nesta seção. Imagine que temos uma pequena empresa que fabrica tênis de alta qualidade. Para o trimestre presente, suponha que vendemos o equivalente a R$ 350.000 em tênis. No entanto, devido ao retorno de alguns produtos, tivemos que pagar R$ 10.000 em reembolsos. Além disso, pagamos R$ 2.000 devido a devoluções e descontos não relacionados. Nesse caso, as nossas vendas líquidas equivalem a R$ 350.000 – R$ 10.000 – R$ 2.000 = R$ 338.000.
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    Subtraia o custo dos bens vendidos para obter a renda bruta. De um modo geral, negócios precisam gastar dinheiro para fazer dinheiro.

    Os produtos precisam ser fabricados a partir de matérias-primas brutas e, já que nem elas e nem a força de trabalho necessária para sua produção são gratuitas, isso significa que há um custo em dinheiro para que um negócio fabrique os produtos vendidos. Esse gasto é chamado de custo dos bens vendidos.

    O custo dos bens vendidos inclui os gastos tanto material como da força de trabalho ligados à criação do produto a ser vendido, mas não os gastos indiretos como distribuição, frete e comissões de vendas.[2] Subtrair o custo dos bens vendidos da quantidade líquida de vendas resulta em um valor chamado de renda bruta.

    • No exemplo da empresa de calçados, é necessário comprar tecidos e borracha para a fabricação dos produtos, além de efetuar o pagamento dos trabalhadores da fábrica responsáveis por transformar a matéria-prima em produtos úteis. Se afirmarmos que vendemos R$ 30.000 em tecidos e borracha e pagamos R$ 35.000, coletivamente, aos nossos trabalhadores da fábrica ao longo do trimestre, a renda bruta do negócio equivalerá a R$ 338.000 – R$ 30.000 – R$ 35.000 = R$ 273.000.
    • Observe que, em situações nas quais o negócio em questão não vende nenhum produto físico (como, por exemplo, no caso de firmas de consultoria), utiliza-se um valor similar ao custo dos bens vendidos, chamado de custo da renda. O custo da renda inclui despesas diretamente relacionadas às vendas do negócio, como custos com força de trabalho e comissões de venda, mas exclui gastos indiretos, como salários de empregados, aluguéis, utilidades e assim por diante.[3]
  3. 3

    Subtraia todas as despesas operacionais. As empresas não precisam gastar dinheiro apenas para vender os produtos e serviços para os consumidores. Elas também têm que pagar empregados, esforços de marketing e, ainda, manter a luz dos escritórios funcionando.

    Esses gastos são chamados coletivamente de despesas operacionais, sendo definidas como aquelas que são necessárias para manter o negócio funcionando e que não estejam diretamente relacionadas à manufatura ou implementação dos produtos ou serviços sendo vendidos.

    • No caso de nosso exemplo, suponha que pagamos os nossos empregados externos à fábrica (força de vendas, gerentes, etc.) o total de R$ 120.000, coletivamente. Além disso, pagamos R$ 10.000 em aluguel e utilitários e gastamos R$ 5.000 com anúncios em revistas sobre negócios. Se essas forem todas as nossas despesas operacionais, poderemos subtrair R$ 273.000 – R$ 120.000 – R$ 10.000 – R$ 5.000 = R$ 138.000.
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    Subtraia as despesas de depreciação e amortização. Assim que você tiver subtraído as despesas operacionais do negócio, é importante subtrair os gastos devidos à depreciação e amortização. Depreciação e amortização são despesas relacionadas (mas não idênticas).

    A depreciação representa a perda em valor de bens tangíveis, como equipamentos e ferramentas, devido ao uso e desgaste decorrente das operações normais ao longo de sua vida útil. Já a amortização representa a perda em valor de bens intangíveis, como patentes e direitos autorais, ao longo de sua vida útil.

    Subtrair essas despesas do total corrente, depois de haver subtraído os gastos operacionais, fornecerá como resultado a renda operacional de seu negócio.

    • Em nossa companhia de calçados do exemplo, digamos que o maquinário usado para produzir os tênis tenha custado R$ 100.000 e apresente uma vida útil de 10 anos. Assumindo uma depreciação linear, o maquinário perde seu valor em R$ 10.000 por ano, ou R$ 2.500 por trimestre. Se essa for a nossa única despesa relativa à depreciação e amortização, podemos subtrair R$ 138.000 – R$ 2.500 para obter a renda operacional, que é igual a R$ 135.500.
  5. 5

    Subtraia outras despesas existentes. A seguir, você deverá contabilizar quaisquer despesas extraordinárias não inseridas nas operações normais do negócio.

    Dentre elas, podem estar incluídos os gastos decorrentes de juros de empréstimos, do pagamento de dívidas, da compra de novos bens e mais.

    Elas podem variar de um período contábil para o próximo, especialmente se houver mudanças na estratégia empresarial do negócio.

    • Digamos que a nossa empresa de calçados ainda esteja pagando o empréstimo inicial que fizemos para começar o negócio. No último trimestre, pagamos R$ 10.000 direcionados a ele. Além disso, compramos uma nova máquina para a produção de calçados por R$ 20.000. Se esses valores representam todas as nossas despesas extraordinárias relativas ao trimestre, é possível subtrair R$ 135.500 – R$ 10.000 – R$ 20.000 = R$ 105.500.
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    Some quaisquer rendas únicas recebidas no período. Além de ter gastos extraordinários, um negócio também pode ter fontes de renda única. Elas podem incluir contratos de negócio com outras empresas, a venda de bens tangíveis, como equipamentos, e a venda de bens intangíveis, como direitos autorais e marcas registradas.

    • Digamos que, no último trimestre, vendemos uma máquina de produção de calçados por R$ 5.000 e licenciamos a nossa logomarca para ser usada na publicidade de outra empresa por R$ 10.000. Nesse caso, somaremos as rendas únicas ao total corrente: R$ 105.500 + R$ 5.000 + R$ 10.000 = R$ 120.500.
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    Subtraia os impostos para encontrar a renda líquida. Por fim, quando todas as entradas e saídas tiverem sido contabilizadas, a última despesa normalmente subtraída da renda de um negócio, na DRE, é representada pelos impostos.

    Observe que eles podem ser cobrados sobre o negócio por mais de uma entidade governamental (por exemplo, talvez seja necessário pagar tanto impostos estaduais como federais). Além disso, as taxas dos impostos podem variar de acordo com a localização da empresa e sua quantidade de lucro.

    Uma vez que você tenha subtraído as despesas decorrentes de impostos, o valor resultante representa a renda líquida de seu negócio, que pode ser usada de acordo com a vontade dos donos.

    • Em nosso exemplo, digamos que, com base no nível de renda prévia aos impostos, recebemos a cobrança de R$ 30.000. Subtraindo R$ 120.500 – R$ 30.000 = R$ 90.500'. Esse valor representa a renda líquida de nosso negócio, o que significa que lucramos R$ 90.500 nesse trimestre. Nada mal!

Como calcular a participação nos lucros e resultados (PLR)?

Você já se perguntou como aplicar a PLR ou qual a sua importância?

Pois bem! Reter talentos em uma organização é um trabalho árduo do departamento de Recursos Humanos, que vive em busca de novas estratégias para impedir que os melhores funcionários abandonem a empresa na primeira oportunidade.

A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) é um dos estímulos utilizados para garantir a permanência dos empregados e garantir a união de esforços para alcançar os objetivos da empresa.

Infelizmente a falta de informação ainda gera certo desconforto e receio por parte dos empregadores, além de dúvidas por parte dos colaboradores. Por este motivo no post de hoje vamos falar um pouco sobre a PLR, como as empresas adotam essa prática e quais os cuidados a serem tomados na sua implantação.

Quer aprender um pouco mais sobre essa bonificação? Abaixo sanaremos as principais dúvidas sobre o assunto. Leia, tire suas dúvidas e fique atento às nossas dicas!

O que é PLR?

Como dissemos anteriormente, a PLR é um bônus pago aos funcionários. De natureza não salarial, seu valor é negociado com o auxílio de uma Comissão de Trabalhadores da Empresa a partir do lucro gerado naquele ano.

De um modo geral, a lei sugere 3 modelos de acordo para a PLR:

  • Comissão de trabalhadores;
  • Acordo coletivo;
  • Convenção coletiva.

O pagamento da PLR está condicionado a esse acordo entre patrão e empregados, supervisionado pelo sindicato da classe, onde também são estabelecidas regras para sua oferta.

É importante ressaltar que nem todos os colaboradores da empresa possuem condições para receberem esse bônus. Estagiários e empregados com contrato de experiência, por exemplo, não estão dentro deste grupo recebedor.

A Constituição Federal de 1988 moldou a prática da PLR, mas apenas no ano 2000 ela foi regulamentada por normativa infraconstitucional.

Atualmente, não incidem encargos sobre a participação, o que há anos atrás deixava a prática bastante onerosa para as empresas devido aos tributos como FGTS e INSS que incidiam sobre ela.

Como é feito o pagamento da PLR?

Embora seja uma prática presente na Constituição Federal e regulamentada por lei, não existem regras rígidas para a aplicação da Participação de Lucros e Resultados.

Portanto, o critério utilizado para o pagamento da PLR varia de empresa para empresa. Pode ser resultado da divisão do lucro em partes iguais ou do pagamento diferenciado, considerando cargos e salários dos trabalhadores.

Há ainda as empresas que pagam um valor fixo para todos os funcionários e uma parcela proporcional aos salários de cada.

A data de pagamento também é negociada no fechamento do acordo entre patrões, sindicatos e a empresa. O mais comum é que ele seja feito semestralmente, pois este é um período de conclusão de metas e apuração de resultados. Porém, existem casos em que a PLR é paga de forma anual, ou seja, em uma só parcela.

Como são feitos os cálculos da PLR?

Conforme o consenso gerado entre todos os participantes da Comissão dos Trabalhadores, o pagamento será realizado de forma igualitária para todos os colaboradores de acordo com os cargos que ocupam.

De acordo com a lei, toda empresa que optar por essa bonificação, deverá agir com total transparência, a fim de prestar todas as informações necessárias de esclarecimento do processo de avaliação dos resultados do cálculo e dos benefícios para os envolvidos. Portanto, não se sinta receoso. Se tem dúvida, só perguntar.

Cálculo da PLR e o Imposto de Renda

  • A porcentagem que as empresas mais costumam oferecer é de 1/12 avos, multiplicado pelos meses trabalhados, onde 1 representa o salário recebido integralmente.
  • Abaixo mostraremos um exemplo de como o cálculo pode ser realizado:
  • Primeiramente deve-se dividir o salário do funcionário por 12 (que representa os meses do ano).
  • Exemplo:
  • Se o funcionário ganha R$900,00, então:
  • R$900/12 = R$75,00
  • Depois multiplique o período de tempo trabalhado pelo funcionário:
  • Exemplo:

12 passos básicos para se tornar um contador de sucesso – Blog daFaculdade FARO

Não basta gostar do que faz. É necessário ser um profissional acima da média. Se você pretende ser um contador de sucesso, saiba que é fundamental não apenas desenvolver a capacidade de análise e cálculo dos tributos, mas também buscar a atualização constante.

As empresas desejam soluções para terem menos despesas com impostos, sem comprometer a imagem e a credibilidade junto ao público-alvo. Nesse cenário, o contador ganha extrema importância, porque presta uma consultoria que permite a uma organização administrar melhor as receitas, investir com qualidade e evitar as dívidas.

Se você deseja ser um contador bem avaliado pelo mercado, é preciso escolher uma boa faculdade de Ciências Contábeis e ler, com bastante atenção, as 12 dicas que vamos apresentar a seguir. Confira:

1. Elabore um plano de carreira

O planejamento é um aspecto relevante para o aprimoramento de qualquer profissional. Ficar acomodado é um erro grave tanto para um trabalhador quanto para uma empresa. Não espere iniciativas do RH de sua organização para se qualificar.

O ideal é você elaborar um plano de carreira que contemple alguns fatores, como:

  • capacitações que devem ser feitas nos próximos dois anos;
  • ampliação do networking para aumentar a empregabilidade;
  • participação em eventos do setor para acompanhar as tendências da profissão;
  • aumento no nível de satisfação dos clientes pelos serviços prestados;
  • reconhecimento dentro da empresa para ser promovido.

Ao estabelecer metas de curto, médio e longo prazo, você terá melhor direcionamento e mais condições de aperfeiçoar a qualidade dos serviços, obtendo maior valorização profissional.

2. Tenha fluência em outros idiomas

Caso pretenda superar a concorrência, é melhor se esforçar bastante para dominar mais de uma língua estrangeira. Um dos motivos é que as empresas multinacionais têm como foco expandir os seus negócios, devido à globalização da economia.

Por isso, essas organizações precisam de funcionários que participem de reuniões com representantes de filiais de outros países, em que são analisados os resultados obtidos e propostas ações para melhorar a performance.

A recomendação é ter o inglês fluente, pois é o idioma mais utilizado no mundo corporativo atualmente. Também é válido ter fluência em espanhol, para se adequar às demandas de empresas localizadas nos países do Mercosul ou em outras regiões da América Latina.

Se tiver disposição, procure também dominar outros idiomas, como o francês e o mandarim. Quanto mais conhecimento você assimilar, maiores são as chances de você ser contratado e de manter uma posição de destaque.

3. Desenvolva a capacidade de negociação com os clientes

Um dos grandes desafios de um contador de sucesso é prestar um atendimento de alto nível para os consumidores. Sem dúvida, ter conhecimento técnico é um diferencial. Contudo, isso não é suficiente para conquistar a empatia do público-alvo.

Como a clientela está cada vez mais exigente, é indicado ter paciência e jogo de cintura para minimizar os problemas e desenvolver as atividades profissionais com eficiência e rapidez. Mas como você pode fazer isso?

Uma boa resposta é participar de treinamentos que priorizem a qualidade do atendimento e a capacidade de negociação. Neles, é possível trabalhar fatores técnicos e comportamentais que vão ajudá-lo a compreender a postura de quem busca os seus serviços.

Assim, você estará preparado para enfrentar os consumidores com um temperamento mais difícil. Para você ser bem avaliado pelo mercado, é necessário mostrar os resultados positivos dos serviços prestados aos clientes. Dessa forma, poderá negociar um preço mais justo pelo trabalho realizado e cativar os consumidores.

4. Procure estar sempre atualizado

Estar bem informado é mais do que uma obrigação para um profissional de contabilidade. Com a reforma trabalhista, o contador deve estar muito atento para orientar as companhias, da melhor maneira possível, sobre como admitir e demitir os funcionários, conforme a legislação em vigor.

Os empresários querem evitar, ao máximo, qualquer tipo de problema com o pagamento de seus colaboradores. Por isso, o contador precisa conhecer as leis trabalhistas para executar um serviço de boa qualidade.

Outro aspecto que exige muito desses profissionais é a variedade na forma da cobrança dos tributos. Para não cometer nenhum equívoco, é fundamental estar atualizado sobre as leis tributárias.

Cada estado adota uma maneira própria de estipular o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). Além disso, é crucial saber as várias opções de cobrar o Imposto Sobre Serviços (ISS) e a forma de tributação de produtos exportados e importados.

Sem dúvida, é válido procurar a atualização constante por meio de treinamentos e da leitura da legislação. Assim, é mais fácil satisfazer os clientes e conquistar uma posição de destaque.

5. Tenha disciplina

As empresas gostam de profissionais que tenham comprometimento e foco em resultados. Por isso, a disciplina é uma virtude bastante valorizada no mundo corporativo. No caso de um contador, é essencial que a vontade de aprender esteja presente na rotina de trabalho.

O setor é bastante impactado por mudanças na legislação e pelo avanço tecnológico. Se o profissional não tiver atenção e determinação, terá sérias dificuldades de prestar um bom atendimento para a clientela.

O comprometimento também é importante para a entrega dos serviços dentro do prazo combinado. Qualquer atraso na conclusão das atividades pode gerar um prejuízo para uma companhia ou pessoa física.

Ser responsável é uma forma de conquistar a confiança de todos e de consolidar uma imagem positiva. Por isso, é válido ser organizado e disciplinado, para fazer as atividades previstas dentro do prazo de tempo estabelecido.

6. Seja proativo e determinado

O conhecimento e a experiência são aspectos primordiais para um profissional em qualquer carreira. Para os contadores, o ideal é ter como foco trabalhar de maneira proativa. Mas como é viável ter esse tipo de postura?

A resposta é sair da rotina de somente calcular as obrigações tributárias e trabalhistas, passando a ser um consultor determinado em aumentar o patrimônio dos seus clientes.

Isso apenas será viável se você desenvolver a capacidade de analisar o cenário econômico e a legislação, apontando as melhores alternativas para as empresas e as pessoas físicas estarem em dia com o pagamento de impostos, sem comprometerem o orçamento de forma significativa.

7. Domine a oratória

Falar bem é um diferencial em qualquer carreira, não é mesmo? Na contabilidade, é importante que o profissional saiba se comunicar com os clientes de forma clara, simples e concisa. Ou seja, o vocabulário deve ser adaptado à realidade do cliente.

Abordar vários termos técnicos sem a devida explicação pode deixar o público-alvo confuso e sem entender o que está sendo executado. Mesmo que o trabalho seja feito corretamente, isso vai afetar, de forma negativa, a imagem do contador.

Procure ser bastante didático ao conversar com as pessoas que não apresentam um conhecimento de termos da área contábil. Ao abordar esses assuntos com segurança e tranquilidade, o profissional vai conquistar a confiança do público-alvo, o que ajuda bastante na fidelização.

Uma boa oratória vai lhe permitir expandir a carteira de clientes, porque a comunicação é uma grande aliada no convencimento e sempre será um aspecto relacionado com a qualidade dos serviços prestados por um contador de sucesso.

8. Adote a visão estratégica

A capacidade estratégica engloba o uso de recursos que possibilitam a um profissional manter os trabalhos em um alto nível durante bastante tempo. Isso é um fator imprescindível para acompanhar as tendências do mercado e obter novas habilidades.

Com a contabilidade digital, os contadores deixaram de executar somente tarefas burocráticas, pois grande parte delas pode ser feita de forma automática. Esse novo cenário faz com que os profissionais tenham que se reinventar, ou seja, pensar em novas ações para cativar os fregueses.

Uma dessas novas iniciativas abrange o papel de consultor, em que o profissional analisa a situação financeira e patrimonial da companhia para indicar se vale a pena ou não fazer determinados investimentos. Com essa postura, o contador ajuda as empresas a correr menos riscos de se endividar e de perder dinheiro com atividades que não darão lucros.

A visão estratégica também está relacionada com a capacidade de antever os segmentos da contabilidade que estarão em evidência nos próximos anos. Assim, é possível se preparar, com mais calma, para continuar apresentando um trabalho de alta qualidade e ser um contador de sucesso.

9. Pratique o networking

Mesmo que você já tenha anos de experiência na profissão, jamais se esqueça de fazer networking, ou seja, de criar, manter e expandir a rede de contatos. Além de ajudar bastante na empregabilidade, esse recurso é uma forma de estar bem informado sobre as principais tendências do setor.

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