Como calcular força: 6 passos (com imagens)

I) Momento de uma força em relação a um eixo

O momento de uma força em relação a um ponto (eixo) é a grandeza física que dá uma medida da tendência de aquela força provocar rotação em torno de um ponto (eixo). O momento de uma força em relação a um ponto também pode ser denominado de torque.

 

II) Linha de ação de uma força

Linha de ação de uma força é a reta que contém o vetor força (), como mostrado na figura abaixo.

Como Calcular Força: 6 Passos (com Imagens)

III) Definição de Momento de uma força em relação a um eixo

O momento de uma força $$$overrightarrow Foverrightarrow F$$$ em relação a um eixo é uma grandeza vetorial. O módulo do momento (M) é definido como sendo o produto do módulo da força (F) pela distância (d) entre a linha de ação da força e o eixo.

$$$M = F cdot dM = F cdot d$$$

A unidade de momento de uma força no sistema internacional de unidades é N.m.

Como Calcular Força: 6 Passos (com Imagens)

  • Aplicação 1 – UERJ – Para abrir uma porta, você aplica sobre a maçaneta, colocada a uma distância d da dobradiça, conforme a figura ao lado, uma força de módulo F perpendicular à porta.
  • Para obter o mesmo efeito, o módulo da força que você deve aplicar em uma maçaneta colocada a uma distância d/2 da dobradiça desta mesma porta, é:
  • (A) F/2(B) F(C) 2F(D) 4F

Resposta: C. Como a distância foi reduzida à metade a força deverá dobrar para que o momento da força continue constante.

Aplicação 2 – A figura representa a força aplicada na vertical, sobre uma chave de boca, por um motorista de caminhão tentando desa­tarraxar uma das porcas que fixa uma roda.

Como Calcular Força: 6 Passos (com Imagens)

O ponto de apli­cação da força dista 15 cm do centro da porca e o módulo da força máxima aplicada é F = 400 N. Nesta situação, supo­nha que o motorista está próximo de conseguir desatarra­xar a porca.

Em seguida, o motorista acopla uma extensão à chave de boca, de forma que o novo ponto de aplicação da força dista 75 cm do centro da porca.

Calcule o novo valor do módulo da força, F’, em newtons, necessário para que o moto­rista novamente esteja próximo de desatarraxar a porca.

Resposta:

M = F×dNa primeira situação: M = 400 N × 15 cm = 6.000 N.cmNa segunda situação: 6.000 = F × 75 cm F = 80 N

Aplicação 3 – Na figura abaixo, uma pessoa com massa de 60 kg encontra-se em repouso a 2,0 m da extremidade A de uma tábua cujo peso pode ser desprezado. Considere g = 10 m/s$$$^2^2$$$.

Como Calcular Força: 6 Passos (com Imagens)

(a) Calcule o módulo da força que o apoio A exerce sobre a barra.Resposta: Seja F$$$_A_A$$$ a força vertical que o apoio A exerce sobre a tábua.Tomando os momentos em relação ao ponto B temos:

  1. F$$$_B_B$$$ = 200 N
  2. $$$P_{pessoa} cdot 1,0 = F_A cdot 3,0 Rightarrow F_B = 200 space NP_{pessoa} cdot 1,0 = F_A cdot 3,0 Rightarrow F_B = 200 space N$$$
  3. (b) Calcule o módulo da força que o apoio B exerce sobre a barra.
  4. Resposta: Seja F$$$_B_B$$$ a força vertical que o apoio B exerce sobre a tábua.
  5. Tomando os momentos em relação ao ponto A temos:
  6. $$$P_{pessoa} cdot 2,0 = F_B cdot 3,0 Rightarrow F_B = 400 space NP_{pessoa} cdot 2,0 = F_B cdot 3,0 Rightarrow F_B = 400 space N$$$

Aplicação 4 – Na figura abaixo, o menino com massa de 30 kg encontra-se em repouso a 2,0 m da extremidade A de uma tábua de massa 10 kg. Considere g = 10 m/s$$$^2^2$$$.

Como Calcular Força: 6 Passos (com Imagens)

(A) Calcule o módulo da força que o apoio A exerce sobre a barra.Resposta: Seja F$$$_A_A$$$ a força vertical que o apoio A exerce sobre a tábua.Tomando os momentos em relação ao ponto B temos:

  • $$$P_{pessoa} cdot 1,0 + P_{tábua} cdot 1,5 = F_A cdot 3,0 RightarrowP_{pessoa} cdot 1,0 + P_{tábua} cdot 1,5 = F_A cdot 3,0 Rightarrow$$$  F$$$_A_A$$$ = 150 N
  • (B) Calcule o módulo da força que o apoio B exerce sobre a barra.Resposta: Como a barra está em repouso temos:
  • P$$$_{pessoa} + P_{tábua}_{pessoa} + P_{tábua}$$$ = F$$$_A_A$$$ + F$$$_B_B$$$300 N + 100 N = 150 N + F$$$_B_B$$$F$$$_B_B$$$ = 250 N
  • Aplicação 5 – Uma prancha homogênea está sustentada, em posição horizontal, pelos dois suportes A e B.

Como Calcular Força: 6 Passos (com Imagens)

Partindo de A, um rapaz caminha sobre a prancha em direção a B, andando com passos iguais. Ele dá seis passos para ir de A até B. Quando ele está em A, a ação (vertical e para cima) do suporte A sobre a prancha é de 8×10$$$^2^2$$$ N. Quando ele está em B, a ação daquele mesmo suporte A sobre a prancha é de 2×10$$$^2^2$$$ N. Quantos passos poderá ele dar, além de B, sem que a prancha tombe?

Resposta: Dois passos. Quando o rapaz está no ponto A, reação neste apoio vale 800 N. Ele percorre seis passos até onde o ponto B e, neste caso, a reação no ponto B passou a valer 200 N, isto é, a cada passo a reação diminui de 100 N. Desse modo, ele poderá dar dois passos sem que a prancha tombe.

Aplicação 6 – Na figura está representada uma barra rígida, homogênea, de comprimento 30 cm e densidade linear 1,0×10$$$^2^2$$$ g/cm, apoiada sobre um suporte S.

Como Calcular Força: 6 Passos (com Imagens)

Em uma das extremidades dessa barra, encontra-se um corpo de massa M$$$_1_1$$$ = 6,0 kg e volume V$$$_1_1$$$ = 2,0×10$$$^3^3$$$ cm$$$^3^3$$$. Na outra extremidade, pendura-se um corpo de massa M$$$_2_2$$$, desconhecida, que equilibra o sistema. Considere os fios ideais e g = 10 m/s$$$^2^2$$$.

  1. (A) Calcule a tração no fio 1.
  2. Resposta: A tração no fio 1 é igual ao peso do corpo de massa M$$$_1_1$$$ = 60 newtons.
  3. (B) Calcule o valor da massa m$$$_2_2$$$. 
  4. Resposta: Primeiro passo: calcular o peso da barra.

Em cada centímetro da barra temos uma massa de 100 g (1,0×10$$$^2^2$$$ g/cm). Como a barra tem 30 cm de comprimento a sua massa será de 3.000 g = 3,0 kg.

  • Tomando os momentos em relação ao suporte temos:
  • $$$M_1 cdot g cdot 20 + P_{barra} cdot 5,0 = M_2 cdot g cdot 10M_1 cdot g cdot 20 + P_{barra} cdot 5,0 = M_2 cdot g cdot 10$$$ $$$60 cdot 20 + 30 cdot 5,0 = M_2 cdot 100 Rightarrow M_2 = 13,5space kg60 cdot 20 + 30 cdot 5,0 = M_2 cdot 100 Rightarrow M_2 = 13,5space kg$$$
  • (C) Determine a direção, o sentido e o módulo da força que o suporte exerce sobre a barra.Resposta: Direção: verticalSentido: para cimaMódulo = 225 N

Como Identificar Tendências em 6 Passos Simples

Quando investimos no mercado financeiro, o objetivo inicial de todos nós é comprar algo por um preço acreditando que vamos vendê-lo mais adiante por um preço maior. Para que isso aconteça, basta que o mercado esteja subindo ou em tendência de alta.

Mas como saber quando isso está acontecendo e quando o mercado está em baixa, ou se movendo de lado? Nós te ajudamos.

Basta entender como identificar tendências.

Começou com Charles Dow criou uma teoria em 1884.

Ele foi um jornalista americano criador, dentre outras coisas, do famoso jornal The Wall Street Journal. E também criador do principal índice de ações da bolsa americana: o Dow Jones Industrial Average.

Sua teoria, que viria a se tornar a base da escola de Analise Técnica, ficou conhecida como Teoria de Dow.

Ela é baseada em 6 fundamentos práticos para identificar tendências e aproveitá-las, que você confere abaixo:

#1 Os índices de preço já descontam tudo

Segundo esse princípio, os índices de mercado (Ibovespa e Dow Jones, por exemplo) já refletem todas as expectativas, informações e novidades possíveis. Inclusive todo o consenso do mercado sobre o passado, o presente e o futuro.

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Portanto, todo os fatores que afetam a oferta x demanda já está refletido (descontado) no preço do índice.

Uma vez que o mercado é rápido e eficiente, qualquer notícia será instantaneamente incorporada nos movimentos dos preços. E os índices conseguem agregar todos estes movimentos.

Embora o mercado não possa prever catástrofes naturais e outros acontecimentos, ele se ajusta rapidamente descontando estas ocorrências e assimilando os efeitos sobre os preços.

Sendo assim, não se faz necessário para os participantes realizar análises paralelas para calcular o impacto que as novidades influem no preço. As estimativas do mercado são sempre mais eficientes.

#2 O mercado se desenvolve em 3 tendências

O segundo princípio de Dow afirma que o mercado possui três tendências de movimento: primária, secundária e terciária, de acordo com sua magnitude.

tendência primária é a tendência principal do mercado.

É um movimento longom que pode ser de alta ou de baixa. E que leva a uma grande valorização ou desvalorização dos ativos.

Ela costuma durar no mínimo 1 ano e pode se estender por vários anos.

Uma tendência primária não se movimenta em linha reta. Ao observarmos o mercado percebemos que o movimento acontece como um ziguezague.

Em um mercado de alta, após um impulso para cima que forma um novo topo (mais alto que o anterior), temos uma correção que forma um novo fundo (também mais alto que o fundo anterior). Em uma tendência de baixa o oposto acontece, após uma queda que forma um fundo mais baixo, acontece uma reação que cria um topo mais baixo.

  • O conjunto desses impulsos e correções dentro de uma tendência primária são as chamadas tendências secundárias.
  • Uma tendência secundária dura de 3 semanas a 3 meses e pode corrigir até dois terços da tendência primária que ela faz parte.
  • As tendências terciárias fazem parte das secundárias.

São movimentos menores com duração de menos de 3 semanas. Elas se comportam em relação às tendências secundárias da mesma maneira que as secundárias em relação às primárias.

Portanto a tendência terciária se desenvolve dentro da secundária, que por sua vez, se desenvolve dentro da tendência primária, ou principal, do mercado.

Como Calcular Força: 6 Passos (com Imagens)

#3 A tendência possui 3 fases de movimento

No terceiro princípio, Dow observa que dentro das tendências primárias os preços se movimentam em 3 fases distintas, tanto na alta, como na baixa. E que essas fases são caracterizadas por aspectos psicológicos marcantes.

Fases do Mercado de Alta

Fase 1 ou Acumulação

É quando os investidores mais bem preparados e qualificados (smart money) percebem que os ventos mudaram. Enquanto os investidores em geral ainda estão recebendo notícias negativas da mídia e acreditando que o pior está por vir, os qualificados estão comprando ações por preços descontados.

É quando o mercado já assimilou os impactos negativos que causaram uma tendência de baixa e está se recuperando; ganhando fôlego para reverter o cenário e entrar em uma tendência de alta. Acontece uma leve alta nos preços.

Fase 2 ou Participação Pública

É quando os investidores em geral percebem que o pior já passou. O mercado começa a assimilar os fatores positivos e o público em geral começa a comprar ações. Acontece uma aceleração mais acentuada do movimento.

A pressão compradora aumenta bastante e os preços sobem.

Fase 3 ou Euforia

É quando os participantes do mercado, de maneira geral, estão cada vez mais seguros de seus lucros. O mercado começa a ganhar as manchetes dos jornais, a grande massa de investidores está em clima de euforia e a participação do público, que começou na fase anterior, fica ainda maior.

A terceira fase é marcada por grandes altas. E é quando os investidores mais bem preparados, aqueles que compraram na fase de acumulação, começam a vender suas posições e embolsar seus lucros.

Está aberta a possibilidade para a fase 1 do mercado de baixa.

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Fases do Mercado de Baixa

Fase 1 ou Distribuição

É quando os investidores mais qualificados e os profissionais vendem seus ativos. Percebem que os preços estão muito valorizados e os benefícios das empresas chegaram ao máximo.

Acontece leve queda nos preços e se inicia a retração.

Fase 2 ou Liquidação

É quando o público em geral começa a vender suas ações. É uma etapa marcada por um grande nervosismo e o mercado cai fortemente. As manchetes estampam más notícias. Os investidores percebem o equívoco e tentam se desfazer de suas posições a qualquer preço

Fase 3 ou Desaceleração

É quando os investidores em geral ficam desanimados. As manchetes são as piores possíveis, os resultados das empresas e notícias macroeconômicas desanimadoras.

Com as grandes perdas e ativos muito desvalorizados a pressão vendedora se dissipa. Assim, o mercado vai se estabilizando e abrindo oportunidade para uma nova alta começar a surgir; e para uma nova fase de acumulação aparecer.

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#4 O Princípio da confirmação

Segundo o principio da confirmação, os diferentes tipos de índice devem confirmar uns aos outros no mesmo movimento. Assim temos a confirmação do movimento ou somos alertados de algum tipo de “armadilha”.

Dow usava como índice de confirmação do Dow Jones Industrial Average o índice Dow Jones Transportation Average. Isso é, se o índice industrial estivesse rompendo uma faixa de preço específica e criando uma tendência, o índice de transportes deveria estar fazendo o mesmo movimento, ou tal movimento poderia ser falso.

No caso da bolsa brasileira, um bom índice para confirmação de tendência do Ibovespa é o IBRX100 ou IBRX50 ou IBrA (Índice Brasil Amplo).

#5 O volume deve confirmar a tendência

  1. O princípio de volume de Dow diz que o aumento ou diminuição do volume (quantidade de ações negociadas) deve estar no mesmo sentido da tendência.

    Assim:

  2. Na tendência de alta, o volume deve aumentar com a valorização dos ativos e diminuir nas desvalorizações (correções).

  3. Na tendência de baixa o volume deve aumentar com a desvalorização dos ativos e diminuir nas valorizações (repiques).

#6 Uma tendência continua válida até que seja revertida

Esse princípio, embora pareça óbvio, tem grande importância.

Volte às aulas de física: a primeira Lei de Newton, ou lei da Inércia, nos diz que a tendência dos corpos, quando nenhuma força é exercida sobre eles, é permanecer em seu estado natural. Ou seja, repouso ou movimento retilíneo e uniforme. O mesmo vale para tendências do mercado.

Isto é, o mercado não vai cair apenas porque atingiu um nível “alto demais” ou subir porque “caiu demais”.

Nada está tão caro que não possa subir mais ou tão barato que não possa cair mais. A tendência vigente só será interrompida quando uma nova, e contrária, tendência se iniciar.

Conclusão

Os princípios da teoria de Dow são simples de serem entendidos. Mas muitas vezes, por causa do envolvimento financeiro emocional, não são fáceis de serem aplicados. A ajuda de um profissional qualificado e experiente é de fundamental importância para alcançar seus objetivos.

Para certificar-se da autorização de atuação de profissionais de investimento, basta acessar o site de CVM e no link “participantes do mercado” encontrar analistas, gestores, agentes autônomos entre outros.

E lembre-se: quanto mais preparado você estiver para o mercado financeiro e melhor conhecer seus medos e objetivos, maiores são suas chances de vitória.

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Qual a primeira coisa que o general faz antes de planejar suas estratégias? Manda batedores sondarem o terreno, interroga habitantes locais e ainda usa sua luneta, para obter o máximo de informações possíveis. Da mesma forma, na hora de fazer o planejamento estratégico de vendas, o primeiro passo é coletar informações.

Na verdade, poderíamos definir alguns passos para o planejamento estratégico de vendas:

O Agendor é uma plataforma de CRM e gestão comercial que funciona como um painel de controle e assistente pessoal para equipes de vendas B2B. Cadastre-se abaixo e ganhe um teste cortesia de 14 dias, com todos os recursos!

  1. Coleta e análise informações
  2. Definição de cenários e previsão de vendas
  3. Determinação de objetivos e quotas de vendas
  4. Alocação dos recursos
  5. Implementação do plano de vendas
  6. Acompanhamento e controle

Preparamos uma apresentação com as principais dicas deste artigo. Confira a apresentação clicando na imagem abaixo.

Planejamento estratégico de vendas em 6 passos simples from Agendor

É, tem muita coisa para fazer… Mas fique tranquilo! Para ajudar você nessa tarefa da forma mais prática possível, preparamos um guia passo a passo para você montar seu plano estratégico de vendas. Dê uma olhada!

Planejando suas vendas para um startup? Baixe nosso Guia: como elaborar e implementar um processo de vendas em sua startup e fique conhecendo mais sobre este assunto.

Como Calcular Força: 6 Passos (com Imagens)

Antes de iniciar o planejamento de vendas, colete informações e crie cenários.

6 passos para elaborar seu planejamento estratégico de vendas

Relaxe e lembre-se do que costumava dizer o presidente americano Abraham Lincoln:

“Dê-me 6 horas para derrubar uma árvore e passarei as 4 primeiras afiando o machado”.

É claro que aí tem um exagero estilístico. Mas a mensagem principal é que vale a pena você usar o tempo necessário para planejar e se preparar para uma ação antes de por a mão na massa. Mas, por favor: não passe 75% do tempo no planejamento…  Apenas certifique-se tê-lo feito sem pressa e com o cuidado necessário.

Passo 1: Coleta e análise de informações

Um bom sistema de gerenciamento de vendas e softwares de organização e planejamento ou de gestão são de grande ajuda neste momento. Se você não dispuser de todas essas tecnologias, analise suas planilhas, relatórios e demais dados que precisa para estar bem informado.

Se for o caso, reúna a equipe para te ajudar. O importante é saber dados como:

  • Quanto foi vendido
  • Quais os produtos e serviços mais vendidos
  • Clientes conquistados
  • Clientes retidos
  • Clientes perdidos
  • Clientes mais rentáveis
  • Produtos e serviços mais rentáveis

Você precisa ter em mente também períodos de sazonalidade e outras informações do mercado, como o crescimento previsto da economia, taxas de juros, câmbio, crises e eventos que possam influenciar suas vendas. As Olimpíadas, por exemplo, podem de alguma forma influenciar seu planejamento estratégico para vendas em 2016?

Outro dado importantíssimo que você precisa ter em mãos é quanto sua empresa gasta para se manter. É o famoso break even point: quanto você precisa faturar para, pelo menos, pagar as contas?

Veja neste posts da Endeavor como calcular: Break Even: o Ponto de Equilíbrio

Passo 2: Definição de cenários e previsão de vendas

Com base nos dados coletados, imagine qual será o cenário mais provável para o ano. Aumento de vendas, diminuição, estagnação?

É preciso definir o quanto você pretende vender, por mais que lhe pareça difícil. Usualmente se definem 3 cenários: o mais realista, um pessimista e um otimista. Uma maneira prática de chegar à previsão de vendas é aplicar um percentual de crescimento (ou queda) sobre suas vendas no período anterior.

Com base nisso, determine quanto pretende vender no período de seu planejamento estratégico de vendas. Leve em conta o ponto de equilíbrio, para saber se vai ter lucro ou prejuízo. O indicado é sempre que possível ter lucro, concorda?

A Análise SWOT pode ajudar você nesta tarefa, confira: Definição de análise SWOT: como vender mais com uma matriz

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Determine objetivos claros e mensuráveis em seu planejamento de vendas.

Passo 3: Determinação de objetivos e quotas de vendas

Com sua previsão de vendas determinada, você precisa definir os objetivos de vendas para cada produto ou serviços. Faca isso ao longo do ano, dividindo por metas mensais, trimestrais e semestrais.

Depois, atribua as metas de cada vendedor, conforme seu desempenho, área de atuação e estilo de venda.

Passo 4: Alocação dos recursos

Você já alocou os vendedores, mas serão necessários outros recursos? Por exemplo:

  • Treinamentos.
  • Materiais de vendas, folders, apresentações etc.
  • Equipamentos de aceso remoto, celulares, computadores e outros.
  • Será solicitada uma campanha ao marketing?
  • Carros, combustíveis passagens aéreas.
  • Será preciso contratar novos funcionários?

É preciso estar preparado para executar seu planejamento com todos os materiais e recursos prontos.

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Alinhe seu planejamento estratégico com sua equipe.

Passo 5: Implementação do plano de vendas

Prepare uma apresentação, reúna sua equipe e apresente seu planejamento estratégico para vendas deste ano, cronograma, materiais de apoio e tudo mais que foi determinado. Alinhe com todos os objetivos, metas e ações ao longo do ano. As metas individuais de cada vendedor devem ser tratadas em particular.

Que tal aproveitar essa reunião para motivar sua equipe: 8 vídeos motivacionais que vão dar um UP em sua equipe

Passo 6: Acompanhamento e controle

  • Com o plano em andamento, não deixe de acompanhar os resultados mês a mês, passar feedbacks para equipe, corrigir rumos e pensar em ações novas, caso necessário.
  • Lembre-se: um bom planejamento só funciona bem se for corretamente executado e ajustado!
  • Veja mais algumas dicas para seu planejamento estratégico de vendas: 5 erros comuns ao elaborar o planejamento estratégico comercial

Como Calcular Força

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O wikiHow é uma “wiki”; ou seja, muitos de nossos artigos são escritos em parceria com várias pessoas. Para criar este artigo, 20 pessoas, algumas anônimas, editaram e melhoraram o texto desde sua criação.

A força é o “puxão” ou “empurrão” que precisa ser exercido sobre um objeto para fazer com que ele adquira movimento ou aceleração.

A Segunda Lei de Newton descreve como a força está relacionada com a massa e a aceleração, e essa relação pode ser expressa na forma de uma equação matemática para descobrir o seu valor.

De forma geral, quanto maior a massa de um objeto, maior a força necessária para movê-lo.

  1. 1

    Multiplique a massa pela aceleração. A Força (F) necessária para mover um objeto de Massa (m) com uma Aceleração (a) é expressa através da fórmula F = m x a. Portanto, Força = Massa multiplicada pela Aceleração.[1]

  2. 2

    Converta os números para valores do SI. No Sistema Internacional de Unidades (SI), a unidade de massa é o quilograma (kg) e de aceleração é m/s2 (metro por segundo ao quadrado). Portanto, quando a massa e a aceleração são expressas nessas unidades, a unidade da força também pertence ao SI, sendo o N (Newtons).

    • Por exemplo, se a massa de um objeto é igual a 3 libras, é preciso convertê-la para quilogramas. Três libras são aproximadamente 1,36 kg, portanto, esse é o valor da massa do objeto em unidades do SI.[2]
  3. 3

    Lembre-se de que “peso” e “massa” têm significados diferentes na Física. Se o peso de um objeto é dado em N (Newtons), divida-o por 9,8 para obter o valor equivalente da massa. Por exemplo, um peso de 10 N é equivalente a 10/9,8 = 1,02 kg.

  1. 1

    Encontre a força necessária para acelerar um carro de 1.000 kg à 5m/s.2.

    • Verifique se todos os valores estão nas unidades corretas do SI.
    • Multiplique o valor da massa (1.000 kg) pela aceleração (5 m/s2) para encontrar o valor da força.
  2. 2

    Calcule a força necessária para acelerar um objeto de 8 libras à 7 m/s2.

    • Primeiro, converta todos valores para unidades do SI. Uma libra é igual a 0,453 kg. Portanto, multiplique esse valor por 8 para encontrar a massa equivalente.
    • Multiplique o novo valor de massa (3,62 kg) pela aceleração (7 m/s2).
  3. 3

    Descubra a magnitude da força agindo sobre um carrinho com peso de 100 N e aceleração de 2,5 m/s2.

    • Lembre-se de que 10 N é igual a 9,8 kg. Para converter o valor de Newtons para kg, divida-o por 9,8 kg. O resultado da massa será de aproximadamente 10,2 kg
    • Multiplique o novo valor da massa (10,2 kg) pela aceleração (2,5 m/s2).
  • Preste atenção ao ler as questões para determinar se o valor dado é referente à massa ou ao peso.
  • A definição de um Newton, a unidade padrão de força, é N = kg * m/s2.
  • Verifique se todos os números foram convertidos para quilogramas e m/s2.

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Pokémon GO: você sabe o que é IV e como calculá-lo? [Atualizado]

Atualização: com o lançamento do botão “Appraise”, há uma nova maneira de confirma com 100% de certeza o número de IV de um pokémon. Portanto, colocamos mais uma etapa do tutorial no final da matéria.

—–

[Original] Em Pokémon GO, temos um atributo muito simples para representar a força de cada pokémon: o CP (Combat Power ou Força de Combate).

Esse valor é único justamente para não confundir a cabeça dos novatos e não complicar muito o que deve ser, na teoria, um jogo de fácil acesso para qualquer jogador.

Entretanto, há muito mais do que apenas isso quando o assunto é batalha.

Conforme noticiamos há um bom tempo, muitos usuários descobriram que há três status escondidos no game: stamina (valor que determina o quão rápido a barra de especial se enche), ataque e defesa.

Certamente, isso muda alguns aspectos da jogatina, mas existe algo ainda maior: o IV, também conhecido como “Individual Value” ou Valor Individual.

Confira o que ele é e como isso pode ajudá-lo nos combates.

IV Calculator

Afinal: o que é o IV de um pokémon?

Conforme supracitado, trata-se do valor individual de cada pokémon, que significa as particularidades que cada um deles tem. Ficou confuso? Vamos explicar. Cada monstrinho conta com características diferentes, como peso, tamanho, HP e CP. Contudo, os três atributos escondidos também podem variar, algo que pode torná-lo acima ou abaixo da média.

O Combat Power é, na verdade, uma conta maluca dos status “defesa”, “stamina” e “ataque”. Portanto, o mesmo pokémon com o CP idêntico ao de outro pode ser mais forte ou até mais fraco, pois o potencial de evolução de um deles pode ser diferente, ou seja, nenhuma criatura é idêntica à outra.

Por que ter um IV ideal é bom para batalhas?

Ter um IV considerado “bom” pode ajudá-lo apenas durante os combates de ginásio.  Portanto, se o seu objetivo no game é apenas capturar os pokémons da primeira geração, não é preciso se preocupar com isso. Contudo, se você realmente quiser ser o mestre das batalhas, é recomendável que você saiba os atributos dos seus monstrinhos – detalharemos em breve como fazer isso.

Em suma, você pode ter uma vantagem de até 14% sobre um oponente idêntico. Uma criatura pode ter um IV padrão (50%), um IV ruim (que beira o 0) e um IV excelente (que beira os 100%).

Este atributo pode melhorar todos os status (stamina, defesa e ataque) em 7% acima da média ou piorar 7% abaixo da média.

Por exemplo: se dois Ratticates com o mesmo level e CP batalharem, um deles pode ser 14% mais forte que o oponente, algo que pode ser uma grande vantagem em certas situações (considerando que temos um cenário de luta do pior cenário possível contra o melhor cenário possível).

Batalhas

Como calcular um IV?

Não há nenhuma ferramenta embutida no próprio jogo que sirva para calcular o IV de um Pokémon. Portanto, são necessários sites de terceiros, como o Pokémon IV Calculator. Pode ficar tranquilo, pois os dados inseridos na página não vêm da sua conta ou do servidor, ou seja, não é trapaça e não há nada que vá contra os termos da Niantic.

IV

O processo é simples: basta informar o valor de CP, de HP e o preço de Stardusts necessários para aprimorar a sua criatura. Nas caixas adicionais, você deve informar se o pokémon está no estado natural, ou seja, nunca foi aprimorado, ou se você já aumentou os status dele alguma vez.

Atualização: como saber o número (quase) exato do IV

Depois da atualização do botão “Appraise”, as calculadoras de IV conseguiram refinar ainda mais o resultado. Na grande maioria das vezes, o valor final vem com uma precisão exata, sem a faixa de variação de porcentagem. Para conseguir um valor mais confiável, basta seguir os passos listados acima e realizar algumas etapas adicionais.

No site, clique em “Advanced Options” e preencha tudo, conforme supracitado. Depois de informar se o pokémon é recém-capturado e os atributos dele, clique no ícone da sua equipe. Agora, você deve voltar ao aplicativo de Pokémon GO e seleciona o botão “Appraise” no canto inferior direito da criatura que você deseja saber o IV.

O líder da sua equipe avaliará os atributos do monstrinho com algumas frases, que varia de time para time. Basta clicar nos campos correspondetes às frases ditas pelo personagem e clicar em calcular. Dessa forma, você terá uma precisão muito maior no valor do IV do seu pokémon.

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