Como calcular a idade de um cachorro: 10 passos

A pergunta de um milhão na hora de decidir adotar um cachorro pode ser qual tamanho o animal vai alcançar quando chega na fase adulta? Enquanto são pequenos todos os cães são adoráveis e manipuláveis, mas alguns deles se tornarão verdadeiros gigantes. Assim, antes de levar o animal para sua casa, leve em conta algumas variáveis que podem dificultar a sua vida dependendo do tamanho de um cachorro.

Detalhes que devemos ter em conta para criar cães grandes

Como Calcular a Idade de um Cachorro: 10 Passos

Se o animal de estimação cresce até limites impensáveis, você deve considerar, por exemplo, contar com espaço suficiente em sua casa para que tanto as pessoas como os animais que morem no ambiente fiquem confortáveis.

Além disso, tenha em conta que existe uma variedade de fatores que são indispensáveis para o bem-estar do animal e que portanto, você acabará investindo mais dinheiro. Como por exemplo:

  • Alimentação;
  • Acessórios,
  • Gastos com veterinário;
  • Transporte (sobretudo se você não conta com um carro próprio);

Além destas coisas básicas, apontamos algumas dicas essenciais para descobrir qual será o tamanho do seu cachorro quando ele crescer.

Como posso descobrir qual será o tamanho de um cachorro quando ele crescer?

Se o animal de estimação é de raça e  você conhece os pais do animal, é possível ter uma ideia aproximada do peso e altura que seu cão alcançará quando ele chegar em uma idade adulta. Por exemplo:

  • As cadelas com certeza serão similares à mãe nestes aspectos e os machos serão similares ao pai;
  • Se existe muita diferença de tamanho entre os progenitores, o mais provável é que seu cão alcance um tamanho intermediário;
  • Descubra sobre o peso e a altura média da raça de seu cão em suas distintas etapas de crescimento e compare os dados com os registros que você fizer de seu animal. Se existirem diferenças muito discrepantes, o mais provável é que seu cão seja um pouco menor ou maior que o habitual para a raça a que pertence;
  • Se o animal é de raça misturada, tenta traçar uma média entre os tamanhos padrão de cada animal;

Formas de calcular o tamanho de uma cachorro mestiço na idade adulta

A questão se complica um pouco quando você tem diante a um lindo vira lata e não tem nem ideia de quem são os pais. No entanto, sempre há pistas para tentar entender qual será o tamanho de um cachorro.

Por exemplo: se o cão tem as patas e as orelhas muito grandes em comparação com seus corpos, é quase certo que será um adulto de tamanho considerável. Você também pode fazer um cálculo aproximado do peso que seu animal terá quando ele tiver um ano de idade, que é a data média em que os cães alcançam a idade adulta. Siga os seguintes passos:

  • Descubra o peso do cão;
  • Divida essa cifra por sua idade calculada em semanas;
  • Multiplique esse resultado por 52, que é a quantidade de semanas que há em um ano.

De todas formas, lembre que os cães pequenos crescem muito mais rápido, por isso podem estar completando seu crescimento antes dos doze meses de idade e que os animais muito grandes podem continuar crescendo até os dois anos de idade.

Seguimento do peso e a altura de um cachorro

Como Calcular a Idade de um Cachorro: 10 Passos

  • Além disso, se você quiser, pode ir avaliando o crescimento de seu cachorro ao longo dos meses, para ter uma ideia do tamanho que ele alcançará quando for adulto.
  • De um modo geral, como todos os animais, os cães apresentam níveis de crescimento que nos ajudam a entender o quanto ele vai crescer.
  • Existem fórmulas específicas para realizar este cálculo, ou bem você pode consultar curvas de crescimento padrão e ir comparando com o peso de seu cão de acordo aos meses ou dias que ele tiver.
  • Também você tem que ter em conta que:
  • A maioria dos cães, aos 6 meses de idade chega aos 75% do tamanho definitivo.
  • A nutrição, a saúde e outros fatores podem afetar o crescimento do animal.

O tamanho de um cachorro é o de menos

  1. Se você quer um animal, com certeza, a altura, peso e raça de seu animal de estimação serão um dado de menor importância para você.
  2. Você o amará de qualquer forma e ele vai adorar você. E será responsável pelo seu amigo de quatro patas sem se importar
  3. Mas nunca é demais considerar algumas variáveis para poder cuidá-lo da melhor maneira possível durante toda sua vida.

Quantos anos um cachorro pode viver?

Essa é uma curiosidade de muita gente afinal, seja um filhotinho ou um cão idoso, nós sempre queremos saber quantos anos ele vai viver perto da gente, não é mesmo?

Bom, antes de mais nada é preciso dizer que existem vários fatores que determinam o quanto um cachorro deve viver. Coisas como:

  • Raça
  • Estilo de vida
  • Doenças
  • Tipo de alimentação
  • Cuidados de saúde

Assim, como nós, seres humanos, os cães estão sujeitos a ação de vários fatores que irão ser responsáveis pelo prolongamento da sua vida, ou seu inverso, pela morte precoce.

O que podemos dizer é que, de maneira geral, a regra é: quanto MAIOR um cão MENOS ele vive – e sua ordem inversa, claro: quanto MENOR um cão, MAIS ele vive.

Curiosidade: já reparou que os gatos vivem mais do que os cães? Um dos motivos disso está associado ao fato deles serem menores do que a grande maioria dos cães – salvo algumas excessões, pois existem sim, gatos maiores do que muitos cães.  Não acredita? Veja esse post sobre a raça Maine Coon.

Como Calcular a Idade de um Cachorro: 10 Passos

Relação tamanho x expectativa de vida

Se tivéssemos de criar uma classificação quanto ao tamanho e expectativa de vida dos cães, ela seria mais ou menos assim:

  • Raças de cães pequenos, como o Poodle miniatura, o Chihuahua e o Shih Tzu tendem a entrar na idade geriátrica por volta dos 8 anos de idade, e chegam a viver 15.
  • Cães de tamanho médio, como Beagle, também ficam velhos por volta dos 8 anos mas devem viver menos, algo entre 10 e 14 anos.
  • Já os cães de raças gigantes se tornam velhos entre os 5 e 8 anos, vivendo muitas vezes um tempo inferior a 10 anos.

É importante destacar que isso é uma média geral – eles tanto podem viver mais, quanto menos, dependendo de uma série de fatores. Mas esses números já servem para você se basear.

Causas de mortes prematuras

Uma grande parte desses animais pode morrer por causa de câncer, doenças metabólicas, diabetes e…. falta de conhecimento de seus donos.

Sim, muitos dos problemas que geram a morte de animais poderia ser evitado ou combatidos de forma eficiente se seus donos soubessem o que fazer antes da doença ou problema aparecer ou num tempo apropriado. Mas…

…o que acontece é que na grande maioria das vezes os cães vivem apenas 2/3 do que deveriam viver. Dos 15 anos possíveis, apenas 10.

Pense: isso é o mesmo que um homem que deveria viver 80 anos viver apenas 52. Percebeu a diferença? Grande, não é?

Pior: um estudo feito alguns anos atrás revelou que uma grande parcela da população canina enfrenta dificuldades para ultrapassar os 3 anos de idade. A maior incidência de morte nesse período diz respeito a falta de cuidados, como a vacinação correta.

Então, a pergunta que se faz é: como conseguir prolongar a vida de meu pet, proporcionando a ele uma vida mais saudável e feliz? Com conhecimento!

Leia revistas, acesse sites, informe-se!

Apenas um dono bem informado pode proporcionar ao animal uma vida que se prolonga.

Como Calcular a Idade de um Cachorro: 10 Passos

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Não é à toa que os cães são conhecidos como os melhores amigos do homem. Essa amizade já dura milhares de anos e esses animais mostraram que são leais, fiéis, companheiros e muito divertidos. No entanto, saber como cuidar de um cachorro é essencial para retribuir todo o carinho que nos é dado por esses bichinhos, não é mesmo?

Todo pet lover deve estar por dentro de algumas informações cruciais para manter seu cãozinho sempre saudável e completamente feliz, garantindo a sua saúde, higiene e segurança, fazendo com que a qualidade de vida do cão seja bastante alta.

Não sabe quais são esses cuidados? Não tem problema! A seguir, conversaremos sobre os principais, para que você possa colocar em prática e garantir muita alegria e saúde para o seu amigão. Vamos lá?

1. Deixe o ambiente sempre limpo e adequado

Um dos primeiros cuidados com os cães de estimação começa na limpeza e manutenção do ambiente. Para evitar que ele adoeça ou se sinta pouco confortável, é fundamental que o espaço dedicado ao pet esteja sempre bem limpo e adequado para que ele viva bem.

Por isso, intercale alas de sol (essencial para a produção de vitamina D) com as de sombra, forneça superfícies confortáveis para que ele possa dormir e capriche no enriquecimento ambiental, com brinquedos e itens para que ele possa se distrair enquanto está só e evitar o estresse.

2. Faça passeios regulares

Assim como nós, os cães estão suscetíveis a sofrer com a obesidade, uma doença muito séria que afeta todo o organismo e os mais diversos sistemas. Algumas raças, como o labrador ou o dachshund, estão mais propensas a ganhar peso e, por isso, precisam de uma atenção extra.

No entanto, todos os animais precisam passear, seja para manter o peso em níveis saudáveis ou para gastar toda a energia. Evitando que objetos de sua casa sejam destruídos para combater a depressão e ansiedade, enfermidades que infelizmente também acometem os animais de estimação.

3. Não esqueça de fazer a vacinação

Ainda falando sobre doenças, é crucial que o pet lover leve seu cãozinho para que todas as vacinas sejam aplicadas anualmente. Isso previne enfermidades sérias que podem inclusive levar o animal à morte, como a cinomose.

Em filhotes, são dadas até 3 doses, com o espaçamento determinado pelo médico veterinário. Em seguida, são realizadas doses de reforço anuais, para garantir que a eficácia da aplicação não se perca e que seu animalzinho esteja sempre protegido.

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4. Cuide da vermifugação com uma atenção extra

A vermifugação é, infelizmente, muitas vezes neglicenciada pelos tutores. O que poucos sabem, no entanto, é que ela é tão importante quanto a vacinação para a prevenção de doenças e que não realizá-la também pode trazer riscos para a saúde dos cães e gatos.

Uma boa vermifugação é aquela feita em três etapas, garantindo uma cobertura completa durante o ano inteiro. Nesse modelo, as doses incluem: dose de verão (janeiro a abril), de inverno (maio a agosto) e de primavera (setembro a dezembro).

5. Ajude-o a manter a higiene

Apesar de adorarem brincadeiras que envolvem uma certa dose de sujeira, os cães gostam de se sentir limpos. Além disso, isso é importante para que eles fiquem saudáveis, já que o contato prolongado com certas substâncias pode causar alguns problemas de pele.

Por isso, dê banhos (a frequência deve ser estipulada por um veterinário), escove-o diariamente (ou, pelo menos, a cada dois dias) e faça a escovação bucal para prevenir o surgimento de tártaro e periodontite.

6. Forneça uma alimentação de qualidade

É a partir da alimentação que todos os nutrientes chegarão ao organismo de seu pet. Por isso, fornecer uma ração de qualidade é fundamental. Fique atento aos ingredientes utilizados para prepará-la, observe se há a presença de corantes na fórmula e prefira marcas que são conceituadas no mercado.

Além disso, é fundamental que o pet lover evite dar seus restos de comida pra o cãozinho, o que pode desestabilizar o seu organismo, causando vômitos e diarreias. Outra dica importante é sempre deixar água à disposição do animal, para que ele possa se hidratar ao longo do dia, evitando problemas renais, entre outros.

7. Incentive a execução de brincadeiras

Não importa a idade de seu pet: ele será um eterno bebê aos seus olhos. Curiosamente, o comportamento dos cães muda pouco com o passar do tempo. Embora eles se tornem mais sábios e serenos, raramente você encontrará um cachorro que diz não para uma boa brincadeira.

Incentivar essas brincadeiras, sejam elas físicas ou mentais (excelentes para prevenir a demência e outras doenças da velhice), é fundamental para deixá-lo sempre feliz e realizado.

8. Leve o cãozinho a consultas periódicas com um veterinário

Uma das dicas mais importantes diz respeito às consultas regulares com o veterinário. Ter um profissional de confiança para contar é muito importante para todo pet lover que quer saber como cuidar de um cachorro. Eles serão os guias em todo esse processo e auxiliarão com todas as suas dúvidas.

Além disso, realizar check-ups preventivos é a melhor maneira de diagnosticar problemas no início e potencializar as chances de melhora de seu amigão. Assim, você garante muitos bons anos ao seu lado!

9. Dê todo o carinho necessário

Por fim, a nossa dica é: dê amor ao seu cãozinho. Infelizmente, muitos animais de estimação são renegados e abandonados. Assim como nós, eles sentem a dor do abandono e têm sentimentos muito fortes por sua família.

Sabemos que a rotina é um tanto quanto corrida e que muitas vezes é difícil encontrar um tempo para relaxar e passar um tempo com o animalzinho. No entanto, isso é benéfico não só para eles, mas para os humanos que ficam ao seu lado e são contagiados com a boa energia que esses seres nos passam.

Entendeu melhor como cuidar de um cachorro? O importante é sempre estar atento e fornecer todo o auxílio necessário para que o pet esteja sempre contente e cheio de saúde, além de muito seguro e confortável. Respeitar as individualidades desse animalzinho e conhecê-lo bem, também, é fundamental para evitar problemas.

Gostou deste artigo? Então, entre em contato com a gente em caso de dúvidas e conheça a nossa ferramenta Lembrar-me SMS para não esquecer jamais da época de vermifugar o seu cãozinho!

Endogard® 2,5 / 10 / 30 Kg

Endogard® 2,5 / 10 / 30 Kg

Como Calcular a Idade de um Cachorro: 10 Passos

  • Cães
  • Solução interna

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Controle e tratamento do parasitismo interno de cães causado por nematóides, cestóides e protozoários. 

Endogard® 2,5 ,10 e 30 kg: blíster com 6 ou com 2 comprimidos.

Fórmula

Comprimido 2,5 Kg
Febantel………………….37,5 mg
Pirantel………………….36,0 mg
Praziquantel………………12,5 mg
Ivermectina………………0,015 mg

Excipiente…….q.s.p…….225,0 mg

Comprimido 10 Kg
Febantel…………………150,0 mg
Pirantel…………………144,0 mg
Praziquantel………………50,0 mg
Ivermectina……………….0,06 mg

Excipiente…….q.s.p…….900,0 mg

Comprimido 30 Kg
Febantel…………………450,0 mg
Pirantel…………………432,0 mg
Praziquantel……………..150,0 mg
Ivermectina……………….0,18 mg

Excipiente…….q.s.p……2700,0 mg

  • Posologia
  • Endogard® 2,5: 1 comprimido para cada 2,5 Kg de peso corporal
  • Endogard® 10: 1 comprimido para cada 10 kg de peso corporal
  • Endogard® 30: 1 comprimido para cada 30 Kg de peso corporal
  • Possui o sistema CPR, que permite dividir o comprimido exatamente ao meio, garantindo uma dosagem correta, sem nenhum desperdício.

O tratamento específico para Giárdia se faz administrando uma dose de Endogard® a cada 24 horas durante três dias consecutivos. Para todos os outros parasitas administrar dose única e repetir após 15 ou 21 dias dependendo do período pré patente do parasita.

  1. Um melhor nível de proteção contra parasitas internos se obtém administrando uma dose de Endogard® a cada mês em todos os cães presentes no ambiente, desde duas semanas de idade.
  2. Siga sempre a orientação do Médico Veterinário.
  3. Propriedades
  4. O febantel pertence ao grupo dos pró-benzimidazóis e atua impedindo a absorção de glicose, causando inanição do parasita.
  5. Após absorção intestinal este composto é biotransformado no fígado em metabólitos ativos, principalmente em fembendazol.

O longo período de meia vida e a lenta metabolização em substâncias inativas permitem maior eficácia dos componentes deste grupo. O pirantel é um agonista colinérgico, pertencente ao grupo das pirimidinas, que atua causando paralisia espástica dos nematódeos.

Este composto é bem absorvido no trato intestinal e sua concentração máxima ocorre entre 4 e 6 horas após administração.

A importante característica do pamoato de pirantel é sua baixa solubilidade em água, o que lhe permite alcançar os tricurídeos que se localizam na porção final do intestino grosso.

O praziquantel atua sobre o potencial de membrana das células musculares, possivelmente alterando o fluxo de íons cálcio, o que resulta na vacuolização e desintegração do tegumento do helminto. Após a administração oral, 80% do medicamento é absorvido pelo trato digestivo em 24 horas, distribuindo-se amplamente e atingindo as diversas localizações dos cestóides no hospedeiro.

  • A ivermectina possui uma alta afinidade por um canal de glutamato de cloro específico dos nematóides, fato que parece estar relacionado com a paralisia e morte que causa no parasita.
  • Utilizada segundo as doses recomendadas, a ivermectina apresenta ampla margem de segurança para os mamíferos, pois em função de seu alto peso molecular, não atravessa a barreira hematoencefálica desses animais.
  • Vantagens
  • Versátil: possui três apresentações para todos os tipos de cães.
  • Eficaz: elimina todos os parasitas internos e previne contra o verme do coração.
  • Facilidade de administração: palatável. 
  • Facilidade de dosificação: possui o sistema CPR, que permite dividir o comprimido exatamente ao meio, garantindo uma dosagem correta, sem nenhum desperdício.
  • Extremamente seguro: pode ser administrado a filhotes a partir da segunda semana de idade, a cadelas gestantes e a raças sensíveis à Ivermectina (Collies, Old English Sheepdog ou Shetland Sheepdogs).
  • Auxilia na prevenção de zoonoses.
  • Contraindicações 
  • O produto não deve ser administrado simultaneamente com compostos piperazínicos.

Nomes comerciais que contém piperazina: Bitinol; Citrato de piperazina; Helmizin; Oxipan Comprimidos; Piperazina Líq.; Piperazina Prado; Piperfraga; Pipergan; Promerme; Vermical; Vermidog; Vermiperan.

Validade 

24 (vinte e quatro) meses após a data de fabricação. Vide bula para informações sobre conservação do produto.

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Plano de vacinação para cachorros

Existem muitas possibilidades na hora de escolher um plano de vacinação para cachorros, mas em TiendAnimal recomendamos-lhe a consultar sempre o seu veterinário de confiança.

Os profissionais de saúde animal conhecem perfeitamente as caraterísticas de cada raça e a incidência das várias doenças de acordo com as zonas, de modo a que são as pessoas mais adequadas para o ajudar a planificar a correta imunização do seu animal de estimação, através das vacinas apropriadas.

Os cachorros recebem a primeira imunidade das suas mães, graças aos anticorpos que recebem através do leite materno, no início da amamentação.

Estes anticorpos são transmitidos durante as primeiras 24 horas de vida ao mamar e depois desaparecem, de maneira que o cachorro não estará devidamente protegido se a vacinação não começa a tempo.

Os cachorros nascem com parasitas transmitidos pela mãe através da placenta e do leite durante a amamentação. Por isso é imprescindível desparasitar os cachorros antes de começar a vacinação.

Os cães da raça Rottweiler, Husky, Dobermann e Golden, e aqueles que têm algo desta raças na sua herança genética, são especialmente vulneráveis ao Parvovírus, por isso deve-lhes ser administrada a primeira dose desta vacina antes dos 45 dias.

  • Aos 45 dias de vida: primeira dose da vacina contra o Parvovírus.
  • Às 9 semanas de idade: a segunda vacina que será para proteção contra Cinomose canina, Adenovírus tipo 2, Hepatite infeciosa C e Leptospirose. E a segunda dose da vacina contra o Parvovírus. A vacina contra o Coronavírus é opcional.
  • Às 12 semanas de vida: repete-se uma dose da vacina anterior e a terceira de Parvovírus.
  • A partir dos 4 meses de idade: a vacina contra a Raiva.
  • Repetir anualmente a vacina pentavalente (Parvovirus/ Cinomose/ Hepatite / Parainfluenza / Leptospirose) e Raiva.

Também é muito importante desparasitar internamente os cachorros com cada vacina porque, ao eliminar os parasitas, garante-se o perfeito estado das defesas e ajuda a vacina a produzir um ótimo efeito imunizante. Após terminar o plano de vacinação, deve-se desparasitar internamente os cachorros, periodicamente, cada 3/4 meses e antes de cada revacinação.

Como calcular a verdadeira idade do seu cachorro

A suposição é que cada ano que um cão vive é equivalente a sete anos humanos em qualquer estágio da vida do animal. Mas novas pesquisas sugerem que as coisas não são tão simples. E, se olharmos para alguns marcos básicos do desenvolvimento, fica claro o motivo.

Por exemplo, a maioria das raças de cães atinge a maturidade sexual entre seis e 12 meses — o teto desse intervalo corresponderia, tradicionalmente, a uma idade humana de 7 anos. E no outro extremo do espectro, embora incomum, sabe-se que alguns cães vivem por mais de 20 anos. Sob a regra de conversão do “fator sete”, isso equivaleria a um ser humano de 140 anos.

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Para tornar as coisas mais complicadas, a expectativa de vida dos cães depende significativamente da raça. Cães menores tendem a viver significativamente mais, sugerindo que envelhecem mais devagar do que os cães maiores.

Tudo isso levanta a questão do que exatamente queremos dizer com idade. A maneira mais óbvia de descrevê-la é simplesmente o período de tempo decorrido desde o nascimento. Isso é conhecido como definição cronológica de idade.

No entanto, existem outras descrições. A idade biológica, por exemplo, é uma definição mais subjetiva, que depende da avaliação de indicadores fisiológicos para identificar o desenvolvimento de um indivíduo. Isso inclui medidas como o “índice de fragilidade” — pesquisas que levam em consideração o status da doença de um indivíduo, deficiências cognitivas e níveis de atividade.

Depois, existem os biomarcadores de envelhecimento mais objetivos, como níveis de expressão gênica (genes que produzem proteínas em taxas diferentes em diferentes estágios da vida) ou o número de células imunes. A taxa na qual a idade biológica aumenta depende de fatores geneticamente herdados, como saúde mental e estilo de vida.

Por exemplo, se você passou muito tempo comendo junk food e fumando cigarros em vez de se exercitar e comer de maneira saudável, é provável que sua idade biológica exceda sua idade cronológica. Ou então você pode ter 60 anos e um corpo de 40, se tiver se cuidado bem.

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Os autores do novo estudo de envelhecimento sugerem que uma maneira sensata de medir a idade biológica é o chamado “relógio epigenético” — medido por mudanças químicas no nosso DNA que deixam “marcas” ao longo do tempo. — Foto: Joe Caione/Unsplash

Os autores do novo estudo de envelhecimento sugerem que uma maneira sensata de medir a idade biológica é o chamado “relógio epigenético” — medido por mudanças químicas no nosso DNA que deixam “marcas” ao longo do tempo. — Foto: Joe Caione/Unsplash

Quando se trata de comparar a idade dos animais entre as espécies, as definições biológicas de idade são muito mais úteis do que suas contrapartes cronológicas.

Saber que um hamster tem seis semanas de vida não oferece uma boa ideia da fase de vida desse animal, mesmo que você saiba que a expectativa de vida de um hamster é de apenas três anos. Aprender que um hamster atingiu uma idade em que pode se reproduzir oferece uma imagem muito melhor do seu nível de maturidade.

Os autores do novo estudo de envelhecimento sugerem que uma maneira sensata de medir a idade biológica é o chamado “relógio epigenético” — medido por mudanças químicas no nosso DNA que deixam “marcas” ao longo do tempo.

Em particular, a “metilação” — a adição de grupos metil (um átomo de carbono ligado a três átomos de hidrogênio) ao DNA — parece ser um bom indicador da idade.

Muitos marcadores fisiológicos importantes, como o desenvolvimento dos dentes, parecem ocorrer nos mesmos níveis de metilação em diferentes espécies.

Assim, combinando os níveis de metilação em labradores e humanos, os pesquisadores derivaram uma fórmula para mapear a idade do cão com seu equivalente humano.

Essa fórmula é: idade equivalente humana = 16 x ln (idade cronológica do cão) + 31.

Aqui “ln” representa uma função matemática conhecida como logaritmo natural. A função logarítmica é utilizada nas escalas não lineares para mensurar a energia liberada durante terremotos (Richter) ou para medir o som (decibéis).

É útil também para medir quantidades cujos tamanhos variam em diferentes ordens de magnitude. É até possível que uma experiência logarítmica da passagem do tempo explique por que percebemos o tempo acelerando à medida que envelhecemos.

No gráfico, você pode ver como o logaritmo natural funciona para converter os anos em que um cão viveu (idade do cão) na idade humana equivalente na curva tracejada vermelha. A curva sugere que os cães amadurecem extremamente rapidamente no início, mas que o envelhecimento diminui, o que significa que a maior parte de suas vidas é vivenciada como uma forma de meia-idade prolongada.

Um atalho útil é lembrar que o primeiro ano do cão conta por 31 anos humanos. Depois disso, toda vez que a idade cronológica do cão dobrar, o número de anos humanos equivalentes aumentará 11. Portanto, oito anos representam três “duplicações” (de um a dois, dois a quatro e depois de quatro a oito) dando a um cão idade equivalente a 64 anos (31 + 3×11).

Essa aproximação útil é representada pela curva preta na figura abaixo. A linha verde representa a regra do fator 7, que sugere idades irreais no extremo superior do espectro da idade canina.

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Gráfico mostra variação da idade do cachorro, de acordo com os métodos de cálculos — Foto: BBC

Gráfico mostra variação da idade do cachorro, de acordo com os métodos de cálculos — Foto: BBC

A maioria dos amantes de cães já deve ter suspeitado que a relação entre idade de humanos e cães não é linear, tendo notado que, inicialmente, seus animais de estimação amadurecem muito mais rapidamente do que sugere a regra linear do fator 7.

Um refinamento mais sofisticado das regras do fator 7 sugere que cada um dos primeiros dois anos do cão corresponde a 12 anos humanos, enquanto todos os anos subsequentes contam para quatro equivalentes humanos. A curva azul na figura acima, que representa essa regra, mostra a melhor concordância com a nova lei logarítmica.

Na prática, os novos insights moleculares sobre a conversão da idade humana para a de cães encapsulados pela lei logarítmica sugerem que os cães passam para a meia-idade ainda mais rapidamente do que a maioria dos donos suspeitaria.

Vale lembrar que, quando você descobrir que o Rex está relutante em perseguir a bola como antes, provavelmente ele tem mais quilometragem do que você imagina.

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Cachorro na Praia do Sol, na Represa Guarapiranga, em SP — Foto: Fábio Tito/G1

Cachorro na Praia do Sol, na Represa Guarapiranga, em SP — Foto: Fábio Tito/G1

*Christian Yates é professor sênior em biologia matemática na Universidade de Bath, no Reino Unido. Ele também é autor de The Maths of Life and Death (As matemáticas da vida e da morte, em tradução livre).

Este artigo foi originalmente publicado no The Conversation e republicado sob uma licença Creative Commons.

Multiplicar por sete está errado; como calcular "idade humana" do cachorro?

Quantos anos de idade meu cachorro teria se fosse um ser humano? Desde crianças aprendemos a responder a essa pergunta com alguma facilidade: é só multiplicar a idade dele por sete. Mas o resultado é preciso? Segundo cientistas da Universidade da Califórnia (EUA), não é bem assim.

Eles utilizaram o mapeamento genético de cães da raça Labrador Retriever para compreender melhor o processo de envelhecimento dos animais e comparar suas idades biológicas com a “idade humana”.

A pesquisa, divulgada recentemente, se concentrou apenas no labrador pelo fato de ser uma raça popular e de fácil acesso para a coleta dos dados. No entanto, os resultados dão indícios de uma comparação que pode, por sua natureza, ser extrapolada para outras raças.

Para os cientistas, os cachorros, em geral, exibem um padrão de desenvolvimento parecido, mesmo que tenham tamanhos e expectativas de vidas diferentes.

Como chegaram ao resultado?

A pesquisa foi feita tomando como critério o processo conhecido como metilação do DNA. Sim, é estranho, mas vamos explicar.

A metilação é, em linhas gerais, o acréscimo de moléculas de metil ao DNA. Em humanos, esse acréscimo está associado ao envelhecimento celular.

O que os cientistas da Universidade da Califórnia fizeram foi, essencialmente, descobrir que o DNA dos cães passa pelo mesmo processo ao longo da vida.

Com isso em mãos, foi possível desenvolver um cálculo que compara o ritmo de metilação do DNA humano ao ritmo de metilação do DNA canino.

E chegou-se a uma forma de calcular: 16 ln(idade do cão) + 31. Detalhe: a fórmula só é pertinente para números maiores que 1, ou seja, só vale a partir para cães que tenham um ano de vida.

Complicou? Sim. Mas vamos com calma, mais uma vez.

A fórmula exige que se calcule o logaritmo natural (ln) da idade do cachorro —calculadoras online como esta fazem isso. Como exemplo, se seu cão tiver três anos, o logaritmo natural ficará em torno de 1,09.

Então, é só multiplicar o logaritmo natural da idade do cão por 16 e acrescentar 31. Seu amigo de quatro patas e três anos teria, assim, respeitáveis 48 anos se fosse um humano.

Veja abaixo as idades humanas correspondentes para cachorros de um ano a 12 anos:

  • 1 ano: 31 anos
  • 1 ano e 6 meses: 37,5 anos
  • 2 anos: 42,1 anos
  • 2 anos e 6 meses: 45,7 anos
  • 3 anos: 48,6 anos
  • 3 anos e 6 meses: 51 anos
  • 4 anos: 53,2 anos
  • 4 anos e 6 meses: 55,1 anos
  • 5 anos: 56,8 anos
  • 5 anos e 6 meses: 58,3 anos
  • 6 anos: 59,7 anos
  • 6 anos e 6 meses: 60,9 anos
  • 7 anos: 62,1 anos
  • 7 anos e 6 meses: 63,2 anos
  • 8 anos: 64,3 anos
  • 8 anos e 6 meses: 65,2 anos
  • 9 anos: 66,2 anos
  • 9 anos e 6 meses: 67 anos
  • 10 anos: 67,8 anos
  • 10 anos e 6 meses: 68,6 anos
  • 11 anos: 69,4 anos
  • 11 anos e 6 meses: 70,1 anos
  • 12 anos: 70,8 anos

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10 passos para ajudar um cão ou gato de rua

Já se apaixonou por um animalzinho na rua? Viu um filhote abandonado ou foi seguido por um cão simpático? Encontrou um gatinho sofrendo? Quis levar para casa e não sabia como? 

A World Animal Protection preparou um guia para quem quer ajudar cães e gatos de rua.

O Brasil tem a 2ª maior população de cães do mundo. Só os cachorros que já têm um lar somam 52,2 milhões – e os gatos 22,1 milhões (IBGE). Não há dados de quantos vivem nas ruas brasileiras. Estima-se que 70% dos nossos cães e gatos sejam semi-domiciliados. Ou seja, recebem cuidados de uma pessoa ou da comunidade, mas vivem parcialmente na rua. E outros 10% vivem totalmente abandonados.

Isto significa que milhões e milhões de animais estão sujeitos todos os dias a maus-tratos, doenças, fome e atropelamentos. Então, mesmo que você não possa adotar um novo amigo, ajudá-lo a ficar saudável e a encontrar um lar já faz a diferença. Veja como!

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1. Tire-o da rua:

Aproxime-se com cuidado e deixe o animal se acostumar com você. Uma boa dica é oferecer comida ou esticar sua mão para que cheirem (cães). Se estiver em uma via movimentada, peça ajuda de um amigo ou de quem estiver passando para afastar o animal dos carros. Em estradas você pode pedir ajuda à Polícia Rodoviária, que costuma ter equipamentos para resgatar animais com segurança.

Antes de pegar um cão ou gato desconhecido no colo, tome cuidado: providencie uma coleira ou focinheira, especialmente se o animal estiver ferido. Ou use um cobertor para envolver e carregá-lo em segurança, evitando mordidas.

2. Lar, doce lar:

A melhor opção é levar o animal para a sua casa. A maioria dos abrigos, ONGs e Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) enfrentam superlotação, falta de recursos e dificilmente poderão cuidar tão bem quanto você.

Dê um jeitinho! Se você não puder ficar com o cão ou o gato, converse com sua família e amigos.

Explique que é temporário, só até encontrar um lar definitivo, e que vocês podem dividir os custos ou até mesmo revezar as casas.

3. Comida e cuidados simples:

Um lar provisório não tem que ser perfeito ou espaçoso. Basta ter uma área de serviço ou um cantinho no quintal, onde o animal resgatado possa se proteger do frio e do calor também. Improvise uma cama com um cobertor ou moletom velho.

O ideal é alimentar com ração. Se não tiver como comprar, você pode provisoriamente combinar comidas caseiras como arroz, frango (sem osso), batatas ou legumes cozidos. Não tempere com sal, nem óleo.

Para os gatos, dê carne em pedacinhos (como peixe, frango ou carne moída).

4. Alguém perdeu um bichinho?

Nem todo animal na rua foi abandonado – desconfie principalmente de animais treinados, bem alimentados ou com coleira. Certifique-se de que ele não está só perdido! Converse com os vizinhos, avise em comércios locais e procure pelos donos em sites especializados (ver abaixo na seção “Links úteis”).

5. Joga na timeline:

Como adestrar cachorro filhote: saiba tudo sobre | DogHero

Meu filhote chegou! E agora? Agora, você precisa saber como adestrar cachorro filhote.

Os seus dias vão precisar de pequenos ajustes para dar lugar a todo o amor que um peludinho traz à vida de qualquer um. E, claro, um pouco de trabalho também. Afinal, você praticamente tem um bebê em casa.

Ele precisará comer, beber, tomar banho, passear, fazer suas necessidades e tudo mais. Mas calma: logo você vai se adaptar e ver que isso não é nada perto da felicidade que um cão te entrega todos os dias.

Dicas de como adestrar cachorro filhote

Quem resiste a um filhotinho fofo, olhando para você com cara de “me pega no colo”? Ninguém! No entanto, para que o relacionamento do cachorro com a família seja saudável e feliz, é crucial saber como adestrar cachorro filhote e os principais pontos de atenção para recebê-lo bem.

Primeiros cuidados

  • Acessórios: antes da chegada do peludo, seja ele filhote ou não, você precisa garantir que tem tudo para acolhê-lo da melhor maneira possível. Verifique se você tem os essenciais do “enxoval canino”, como guias e potes para comida e água, e veja o que falta comprar.
  • Cuidados: quando ele chegar, antes de mais nada, leve-o ao veterinário. Assim como um pediatra, ele vai te instruir sobre a vacinação, cuidados, alimentação e outros temas importantes. Às vezes, isso não é possível. Nesse caso, use o bom senso e procure o máximo de informações que você puder. Por exemplo, você pode procurar opções de petiscos saudáveis para preservar a saúde do cachorro.
  • Guia de identificação: é muito importante para garantir a segurança do seu filhote. Dessa forma, se ele se perder, informações como o nome dele e seus contatos agilizam o reencontro. Além de reduzirem o sofrimento! Tanto a coleira quanto a guia de identificação estão disponíveis nas mais variadas opções.
  • Vermífugos e antiparasitas: a saúde dele deve ser protegida. Aplicar vermífugos e antiparasitas que o protegem não apenas de coceira, mas de doenças que podem até ser fatais, como a cinomose e a doença do carrapato.

Primeiros cuidados com o filhotinhos são muito importantes

Vacinas de cachorro

Ter um cachorro, seja filhote ou não, é como ter uma criança, não tem jeito! E eles também tomam vacinas – que devem seguir um calendário anual. De fato, é fundamental imunizá-los desde pequenos. Já que elas protegem contra muitas doenças graves, também ajudam a preservar a saúde de quem queremos ter por muitos anos ao nosso lado.

As vacinas de cachorro mais importantes são a V8 ou V10 (que protegem contra diversas doenças), contra raiva canina, tosse dos canis, leishmaniose, leptospirose e giardíase.

Da mesma forma, existem outras, que podem ser recomendadas pelo veterinário.

Isso varia de acordo com o histórico ou necessidade do cachorro ou até mesmo pelo lugar onde vive, se for considerado área de risco de alguma doença canina, por exemplo.

Além de garantir que ele receba todas as vacinas de cachorro necessárias quando filhote, é preciso ficar atento às datas de reforços, muitas vezes anualmente. Sem dúvida, investir em prevenção é a maior prova de cuidado e amor com seu pequeno!

Cocô e xixi no lugar certo

O que fazer quando o filhote começar a fazer cocô e xixi pela casa inteira? Antes de mais nada, respire fundo e confira as dicas que organizamos para te ajudar neste momento.

  • Escolha um lugar seguro e limpo para que o filhote faça suas necessidades. Esse espaço tem que ficar longe de onde ele come e dorme, por questões de higiene e adestramento.
  • Crie rotinas: elas são muito importantes para que ele entenda qual é o comportamento esperado! Não só para o xixi e cocô, afinal essa dica pode ser aplicada em todo o dia a dia do cachorro.
  • Seja paciente! Cães levam tempo para criar um hábito e entender que um comportamento é o correto. Reprimi-lo e esfregar seu nariz na urina ou fezes dele são atos de agressão que não ajudam em nada, viu?

Se achar necessário, veja mais dicas sobre como ensinar o cachorro a fazer as necessidades no lugar certo. Com tempo, amor e paciência, tudo se resolve! E lembre-se: toda vez em que ele acertar o cantinho do xixi e do cocô, recompense-o com um carinho ou petisco pequeno. Ele se sentirá motivado, respeitado e amado.

Como adestrar cachorro filhote durante o passeio

Passear com o cachorro traz muitos benefícios à saúde física e mental dele. Mas todo cuidado é pouco quando se resolve passear com o filhote ou um pet que não esteja completamente imunizado contra doenças. Isso porque o ambiente externo apresenta várias ameças e, se seu organismo não tiver ferramentas para se defender, ele pode enfrentar sérios problemas.

Apenas 21 após receber a última dose de vacina é que seu peludinho vai estar completamente protegido para sair por aí. A partir daí, os cuidados são colocar uma coleira com identificação e ficar atento ao percurso para evitar acidentes, como o cachorro ingerir o que estiver pela frente! Filhotes têm mania de morder ou engolir tudo. Atenção!

Além disso, evite passear em dias muito quentes, porque o solo pode queimar suas patinhas e ele pode ficar desidratado. Quando for assim, leve-o no colo ou pela sombra, e ofereça água e petiscos naturais para mantê-lo ativo.

Se perceber que ele puxa demais a guia durante o passeio, use técnicas positivas para educá-lo (como recompensar quando ele não puxar). Caso você não sinta segurança para passear com o cachorro filhote, conte com um passeador.

Petiscos são ótimos para ajudar no adestramento de filhotes

E no lar? Como adestrar cachorro filhote em casa

Quando o filhote estiver compreendendo melhor as coisas que acontecem ao redor dele, você já pode ensinar alguns comandos para educá-lo e adestrá-lo de acordo com as regras dos ambientes. Veja algumas dicas de como adestrar cachorro filhote em casa:

Use recompensas

Ele vai adorar ser paparicado cada vez que obedecer a um comando dado por você! Há vários tipos de petisco e frutas que você pode dar ao cachorro como estímulo. Além de petiscos, um carinho ou frase de incentivo (como “bom garoto!”) são muitas vezes suficientes como recompensa.

Adestramento profissional

Se você espera que o seu filhote seja, por exemplo, um cão de guarda, que tal tentar um adestrador profissional? Seu pet pode se tornar um verdadeiro sentinela pronto para defender tudo e todos, sem perder a graça e o amor que sente por você e por toda sua família.

Violência JAMAIS

Vale lembrar que um filhote amoroso e comportado reflete o comportamento recebido de seus pais, isto é, seus tutores. Procure socializar seu cachorro desde cedo, fazendo com que ele conheça seus familiares e que eles o respeitem, para o que inverso também aconteça. Dê muito amor para que ele aprenda a retribuir!

O que fazer em emergências?

A gente sabe que nem tudo é sempre perfeito, incluindo a saúde dos cachorros. Depois de saber um pouco mais sobre os cuidados básicos com um filhote, veja opções do que ter em casa caso ele se machuque de leve (se for algo sério, consultar um veterinário é fundamental, viu?). Confira outros cuidados importantes:

  • Viu algumas pulgas ou carrapatos caminhando pelo seu cachorro? Aplicar antiparasitas ou dar bom banho no filhote para que eles sejam eliminados não é o suficiente. Dessa forma, é preciso saber eliminar carrapatos e pulgas do cãozinho. Clique aqui para saber mais.
  • O veterinário disse que o filhote tem que tomar remédio. E agora? Certamente, nem sempre a tarefa é simples, mas existem algumas técnicas para facilitar a hora do remédio na sua casa. Você pode conferi-las clicando aqui.

Gostou do artigo? Então confira várias outras dicas no Guia dos Pais de Cachorro. Desde as dúvidas mais iniciantes até as dos mestres em ciência canina – e suas soluções!

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