Como boiar na água: 12 passos (com imagens)

Quem não sabe nadar, ou não se vira muito bem na água, sempre fica um pouco preocupado ao planejar uma viagem para um destino cheio de piscinas e outras atrações aquáticas, não é mesmo?

Se a sua viagem for para o Rio Quente, por exemplo, não existem motivos para preocupação, afinal, as piscinas são feitas para divertir pessoas de todas as idades.

Mas, ainda assim, existem pessoas que se sentem mais seguras sabendo como nadar na piscina. Afinal, aprender a nadar é uma ótima forma de expandir os horizontes e experimentar coisas novas, independentemente da idade. 

Assim, se você não sabe nadar, ou se sente inseguro em piscinas fundas, a primeira coisa a fazer é procurar um curso de natação, mesmo que seja apenas para pegar algumas dicas antes da sua viagem.

Mas, se você não tiver tempo disponível em sua rotina para isso, nós separamos algumas dicas sobre como nadar em piscina e se sentir mais à vontade na água durante a sua viagem. Confira!

Como Boiar Na Água: 12 Passos (com Imagens)

Pratique respiração dentro da piscina

Um dos primeiros passos para ganhar confiança e segurança dentro d’água é aprender a controlar a respiração com o rosto submerso. Faça isso em pé, em uma piscina onde você consiga tocar o fundo e onde a água não cubra os ombros.

Antes de mergulhar, conte quanto tempo aguenta prender a respiração sem ficar ofegante, então, mergulhe a cabeça e sustente a respiração sem expirar. Experimente abrir os olhos e movimentar a cabeça. 

Depois de fazer isso algumas vezes, afunde a cabeça e expire pelo nariz ou boca.

Aproveite para treinar a respiração ritmada, ora afundando o rosto, ora emergindo. Mesmo sem saber como nadar em piscina funda, isso vai deixar você mais seguro para pular e se divertir.

Tente boiar

Ficar tranquilo e relaxado enquanto a água sustenta você é uma das melhores sensações, e isso significa boiar. Para boiar de bruços, respire fundo, estique os braços para frente do corpo, afunde a cabeça e dê um impulso com os pés.

Aproveite esse momento para se movimentar pela piscina, tente dar algumas braçadas, apoie as mãos nos ombros de outra pessoa para que ela guie você pela piscina. Não é só porque você não sabe como nadar na piscina que não é possível se divertir.

Se você ainda estiver inseguro, o que podemos sugerir é que se segure com as mãos na borda da piscina. Mas deixe o restante do corpo leve, para ser erguido pela pressão da água. 

Tenha calma e naturalidade

É bastante comum bater uma certa ansiedade quando estamos tentando descobrir como nadar na piscina durante nossa viagem. Mas, não há motivos para isso. Acostume-se à piscina em que você está praticando e aproveite esses momentos para se divertir.

Conforme você for praticando, vai perceber posições e movimentos que lhe deixam mais seguro, levam mais longe ou ajudam a boiar. Por isso, não há necessidade de colocar pressão em si mesmo por não saber como nadar corretamente.

Como aprender a mergulhar

Até mesmo quem já está acostumado a nadar na superfície, às vezes, tem dificuldade em descobrir como nadar debaixo d’água. Se esse é seu caso, uma dica preciosa é medir quanto tempo você gasta prendendo e soltando o ar dentro da piscina.

Isso vai ajudar a descobrir quanto tempo você pode ficar debaixo d’água sem emergir desesperado em busca de ar.

Para conseguir ficar com o corpo submerso, você pode pular na piscina, agachar até o fundo, desde que ela dê pé, ou impulsionar o corpo para baixo com o apoio das paredes da piscina. 

Se você quer saber como nadar no fundo da piscina basta deixar o corpo em posição fetal, ou seja, fique com os joelhos na altura do peito e abrace-os. Essa posição fará com que você consiga mergulhar mais fundo e por mais tempo.

Venha para o Rio Quente!

Agora que você já sabe algumas dicas sobre como nadar na piscina quando não se tem muita prática ou quando deseja nadar no fundo, é hora de colocar em prática!

Não existe destino melhor do que o paraíso das águas quentes para você aprender a nadar com total segurança enquanto se diverte. Afinal, nossas piscinas tem a profundidade perfeita para que todos se divirtam, e muito!

  • No Rio Quente, você terá acesso a diversas piscinas e outras atrações, todas monitoradas por uma equipe incrível de salva-vidas.
  • Além disso, se você estiver super preparado para as atrações, sem nem se preocupar sobre como aprender a nadar em piscina funda, poderá contar com uma aula incrível de surf na Praia do Cerrado do Hot Park.
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Como cozinhar feijão

Siga os passos deste guia e garanta feijão sempre à mão em 15 minutos! Perfeito para completar o pê-efe e manter a alimentação saudável, de verdade. Aqui, você vai aprender:

  1. Planejamento: quando, quanto e como preparar
  2. Molho e remolho: por que, quando e como fazer (+ atalho)
  3. Como cozinhar: na panela de pressão e na panela normal
  4. Como congelar: as porções, o recipiente, a duração
  5. Como descongelar: estratégias de cálculo e de sabor
  6. Perguntas frequentes: Grão duro? Quebradiço? Em lata, pode?

 1. Planejamento

Quando – O feijão precisa de 12 horas de molho. Mas, depois, cozinha rapidinho na panela de pressão! Se for cozinhar pela manhã, deixe de molho à noite; se for cozinhar à noite, deixe na tigela com água pela manhã, pois. 

Rendimento Um quilo rende de 15 a 20 porções, dependendo da casa. Mas você não vai conseguir cozinhar de uma vez – a não ser que tenha um caldeirão.

De todo modo, teria que ter bastante espaço no congelador. Cada 1 xícara (de feijão medido cru) serve bem de 3 a 4 porções. A nossa receita padrão é feita com 2 xícaras.

E você pode duplicar a receita para cozinhar a mais.

Como – A estratégia é cozinhar feijão para a semana. Depois de cozido, é porcionado e vai para o congelador. (Reserve o que vai comer no dia e no dia seguinte.) Na hora de descongelar, pode ir direto para a panela quente com um refogado bem saboroso.

2. A importância do molho e remolho

Para diminuir o tempo de cozimento e eliminar as substâncias do feijão que dão gases e indigestão (viu vantagem?), o molho e o remolho são fundamentais. Isso leva 12 horas. Mas você não precisa fazer nada, a não ser trocar a água uma vez (isso é o remolho). Especialmente para os feijões mais comuns no nosso dia a dia, o carioca e o preto. Fradinho não precisa. 

E por que trocar a água? As substâncias que dão gases saem do grão e vão para a água. Quando a água atinge a mesma concentração dessas substâncias que o feijão, o processo pausa. A troca por água dá início ao processo e garante menor concentração dessas substâncias nos grãos.

Leia também:  Como aproveitar cada momento: 11 passos (com imagens)

O tempo mínimo de remolho é 6 horas. E o máximo é 12 horas – depois disso, ele vai ficar encharcado, desmanchar ao cozinhar ou, em casos extremos, comecar a fermentar. Pense na sua rotina e encaixe esse período (é melhor deixar de manhã e cozinhar na volta do trabalho? É melhor deixar à noite e cozinhar de manhã?).

E a troca de água? Ela não precisa ser exatamente no meio do período. Veja como consegue encaixar (Acordou, pôs o feijão de molho, preparou café da manhã, tomou banho, antes de sair para o trabalho, troque a água.

Ou colocou o feijão de molho de noite, jantou, viu um seriado, escovou os dentes, troca a água, dormiu, acordou, cozinhou).

Como fazer remolho

  1. Coloque o feijão numa peneira e lave sob água corrente. Transfira os grãos para uma tigela e cubra com a água – se algum boiar, descarte.
  2. Cubra a tigela com um prato e deixe o feijão de molho por 12 horas. Troque a água uma vez neste período.

Atalho: demolho curto

Coloque o feijão lavado numa panela comum, cubra com água e leve ao fogo alto. Quando ferver, desligue e tampe. Deixe assim por uma hora, para hidratar os grãos. Depois é só escorrer e está pronto para cozinhar.

Não quero fazer o remolho 

Ok. O feijão vai demorar mais para cozinhar e pode dar desconforto durante a digestão (pum). Outra ponto: o grão quebra mais ao ser cozido sem passar por remolho.

VEJA AQUI RECEITAS PARA MUDAR O REFOGADO

3. Como cozinhar

Na panela de pressão – Escorra a água do remolho e, para cada 1 xícara (chá) do feijão original, seco, junte 3 xícaras (chá) de água e 1 folha de louro.

(Não meça o feijão hidratado!) Leve ao fogo alto e, quando a panela começar a apitar, abaixe o fogo e comece a contar o tempo de cozimento (para 2 xícaras, 10 minutos).

Desligue, aguarde a pressão sair completamente e está na hora de temperar – ou congelar em porções, junto com o caldo.

Na panela convencional – Escorra a água do remolho e, para cada 1 xícara (chá) de feijão, junte 8 xícaras (chá) de água, e uma folha de louro (ele vai levar mais tempo para cozinhar, portanto precisa de mais água).

Cozinhe com a tampa entreaberta e comece a contar o tempo de cozimento depois que ferver, que deve ser pelo menos 3 vezes o tempo da panela de pressão, mas pode variar até 1 hora, fique de olho.

Mexa de vez em quando e deixe cozinhar até o grão ficar macio.

Neutro (e sem sal) – Se quiser colocar outras especiarias para cozinhar o feijão, pode. Mas o melhor é deixar ele neutro, temperado apenas com uma folha de louro, assim, na hora de descongelar, você pode soltar a imaginação e colocar no refogado o que quiser – salsão, tomate, especiarias –, e preparar um feijão diferente a cada dia.

Como Boiar Na Água: 12 Passos (com Imagens) 

4. Como congelar

Porção – Duas conchas constumam ser suficiente para cada pessoa por refeição. Tem gente que come mais, tem gente que come menos. Porcione de acordo com os seus hábitos.

Recipiente – Saquinhos para congelar ou marmitas descartáveis são a escolha mais prática (você consegue tirar o feijão dali, mesmo congelado).

Os saquinhos podem ir deitados para o congelador (ocupam menos espaço e dá para empilhar. Anote com um caneta permanente a quantidade e a data de validade.

(Atenção: se for usar pote de vidro, preencha no máximo até ¾, pois o feijão vai expandir ao congelar).

Validade – 3 meses.

5. Como descongelar

Na geladeira – O ideal é tirar do congelador e passar para a geladeira no dia anterior, assim, vai descongelando lentamente. Pode ser pela manhã, caso vá refogar à noite, para o jantar. Mas também dá para descongelar direto na panela.

Na panela – Prepare um belo refogado (bacon, cebola, alho, louro, pimenta dedo-de-moça, beterraba, cenoura, tomate, cúrcuma, cominho, pimentão… o que quiser!) e coloque o feijão congelado na panela. Ele descongela e termina de engrossar.

no panelinha, Não faltam ideias de refogados para variar o sabor do feijão 

Veja aqui receitas de feijão

Assista ao episódio feijão da série Refogado com Rita Lobo

6. Perguntas frequentes

O que deixa o feijão duro? Adianta cozinhar mais?

O cultivo e a estocagem afetam muito o grão. Calor e seca fazem que grãos fiquem resistentes à água. Grãos velhos ficam muito secos e isso também faz que permaneçam duros após o cozimento. Não adianta cozinhar mais. Agora, se não fez o remolho ou não está usando panela de pressão, o grão vai demorar mais para cozinhar – nesse caso, pode ser que ainda precise cozinhar mais sim.

Por que os grãos quebram?

A principal causa daquela quebradeira de grãos no cozimento do feijão é a falta de remolho. No remolho, a água penetra lentamente dentro do grão – que fica totalmente hidratado.

Assim, quando vai para a panela, cozinha uniformemente. Se o feijão for seco direto para a panela, a água só vai chegar ao centro do grão depois de um bom tempo.

Enquanto isso a parte exterior do grão cozinha mais do que devia, ficando muito mole e quebradiça.

Por que não forma caldo?

Alguns feijões não formam caldo mesmo, como o fradinho, o verde, o andu ou guandu. Esses são ideais para preparar saladas ou pratos como o baião de dois.

E feijão em lata ou no vácuo, pré-cozido. Pode? É comida de verdade?

É mais difícil encontrar versões de feijão conservados apenas em água e sal, do que por exemplo, de grão-de-bico (o grão cozido e conservado em água e sal na lata é alimento processado e pode compor refeições em uma alimentação saudável de verdade). Muitos já vêm temperados – ou seja, são produtos ultraprocessados, que devem ser evitados.

No caso do vácuo, existem as duas opções – água e sal ou temperado. A regra é a mesma: água e sal, ok. Temperado, ultraprocessado, evite.

De toda forma, essas opções têm alguns poréns:

  1. Textura: são molengas. Se for preparar purê ou pasta, ótimo. Se quiser o grão inteiro, melhor cozinhar
  2. Preço: são mais caros do que o grão seco preparado em casa.

Garota de 13 anos mata o sobrinho, a irmã grávida, e arranca o bebê

Como Boiar Na Água: 12 Passos (com Imagens) Grávida de 8 meses foi morta pela irmã de 13. Filho de 7 anos da gestante também foi assassinado (foto: Reprodução Facebook) É quase um filme de terror, mas foi real.” É assim que a delegada Leisaloma Carvalho classifica, à reportagem, um crime assustador que deixou horrorizados os moradores de Porto Velho, em Rondônia, no último domingo (20). Uma garota de 13 anos confessou ter assassinado a própria irmã, de 23 anos, que estava grávida de 8 meses, segundo a delegada. A adolescente arrancou o bebê da mulher para tentar aplicar um golpe em parceria com o namorado, de 15 anos. A dupla ainda matou outro filho da irmã, um garoto de apenas 7 anos.”A morte ocorreu, tanto da mãe, quanto da criança, no sábado (19/10) no início da noite. Quando foi no domingo (20), o primeiro corpo apareceu, o da criança, boiando no local (um lago artificial — que é utilizado, nos arredores da Zona Sul da capital, como reserva de barro para a produção de cerâmica). No início acreditou-se que tinha sido uma queda e afogamento. Mas na segunda (21) apareceu o corpo da mãe em uma cova rasa, ele estava parcialmente coberto e com muitos urubus no local. O corpo foi encontrado por um familiar da vítima, que já tinha percebido o sumiço e a procurava”. contou a delegada.

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A jovem não teve o nome revelado. A vítima se chama Fabiana Pires Santana e foi morta a facadas e golpes de ferro. O outro filho de Fabiana, o garoto de 7 anos, que também foi morto pela dupla, teve um fim brutal. Segundo a delegada, o garoto presenciou a morte da mãe, foi arremessado no lago e depois apedrejado. “Tudo foi visto pela criança que chorava e gritava para não morrer. Eles jogaram ela no lago e depois atiraram pedras para matar”, disse.

Feto sumido

Após encontrar o corpo e perceber a região do tórax aberta, a chefe da Delegacia de Homicídios foi, então, em busca do feto desaparecido: “Quando o cadáver foi retirado da cova nós observamos, apesar do avançado estado de putrefação, que a barriga foi cortada, e de imediato, nós já passamos a diligência para investigar onde estava o feto. Nisso também ficou suspeito que a morte da criança teria uma ligação (com esse crime)”.

“Nós ouvimos relatos das pessoas próximas à vítima. Então, fomos na casa da mulher e, por relatos dos familiares, a gente foi procurar a adolescente. Depois localizamos também a casa do namorado da adolescente, e na casa da menor nós achamos a criança”, relata a delegada.

Segundo Leisaloma, a dupla confessou o crime. “Levamos os dois para a delegacia e eles confessaram. Eu não tenho certeza do estado de saúde dele (do bebê), mas até onde eu sei ele tinha um quadro estável, apenas com uma infecção no cordão umbilical, porque o corte foi feito com uma faca”.

O bebê é um menino e está internado no Hospital de Base de Porto Velho.

A delegada explicou que a motivação dos dois jovens para matar Fabiana foi um golpe que a mãe do garoto de 15 anos pretendia aplicar no companheiro.

“Ela (a acusada) contou que tinha fugido de casa, e que naquele dia já tinha planejado realizar o crime com o namorado.

Ela disse que a mãe do namorado estava simulando uma gravidez de um garimpeiro e a mulher assim concordou (com o crime) e atraíram a vítima e a atacaram.”

Segundo a delegada, os dois não demonstram sinais de arrependimento. Ele mostraram frieza durante os depoimentos. “Nos assustou como a adolescente ria e falava sobre o assunto.

Ela disse que matou três gatos, também há relatos de que foram seis, não sabemos se para treinar o assassinato.

Mas, com 13 anos, matar animais é algo assustador, a gente percebe que é uma adolescente bem perturbada, ela não aparenta ser louca, mas ela aparenta essa perturbação. Eles contaram que viram o coração da mulher batendo enquanto arrancavam a criança.”

Leisaloma apontou que mais prisões e apreensões foram feitas nesta quarta-feira (23/10), inclusive a da mãe do garoto de 15 anos e outros adolescentes. A investigação, segundo a delegada, continua.

lavagem à mão colgate

Como Lavar Poliéster: 11 Passos (com Imagens) – wikiHow- lavagem à mão colgate ,Se a etiqueta diz “Apenas lavagem a seco”, você deve levar a peça a uma lavanderia profissional em vez de lavá-la em casa.

No entanto, se a etiqueta tão somente aconselha lavagem a seco, a peça provavelmente pode ser lavada à mão com segurança.LAVAGEM | clevercare.infoLavagem à mão. Lavar à mão a uma temperatura entre 30ºC e 40 C máximo, dependendo dos artigos. Primeiro dissolver bem o detergente em bastante água.

Deixar as peças flutuar na solução e agitar cuidadosamente. Não esfregar, esticar, nem torcer. Em …

Neste Artigo: Usando a Lavadora e Secadora Lavagem à Mão Ao invés de comprar meias novas toda vez que as limpas acabam, é melhor aprender a lavar suas roupas. Lavar roupa pode não parecer, mas é uma habilidade que se carrega para a vida toda–caso …

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Lavagem à Mão ou na Máquina? A lã é uma fibra delicada e deve ser sempre manuseada com cuidado. Algumas peças de lã são laváveis na máquina (verifique sempre com atenção a etiqueta com os cuidados a ter). No entanto, antes de colocar quaisquer …

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Composição e lavagem Selecionar o tamanho para ver a composição da peça Lavar à mão a uma temperatura máxima de 40 ºC. Não utilizar produto de branqueamento. Não usar máquina de secar. …

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Para as peças que não precisam ser passadas, use o sistema hand wash, com tempo de lavagem de 6 a 8 minutos. Para tecidos delicados e lã, use o ciclo delicado com tempo de lavagem de 4 a 6 minutos. Lavando à mão A maioria dos tecidos laváveis pode

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5/3/2004·”Lavar à mão” está correto? Creio que tenha havido um equívoco na resposta intitulada “Lavar à mão dif. de lavar a mão”.Conforme entendo, “a mão”, sem o sinal indicativo da crase, seria a expressão correta para designar o meio pelo qual se executa a ação …

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Cedo ou tarde precisamos saber como lavar roupa à mão. Este artigo ensina um passo-a-passo fácil, inclui dicas especiais de como lavar roupa branca à mão e ainda apresenta respostas às dúvidas mais comuns que podem surgir quando estiver lavando à mão

Troquei o programa de 12 passos por um cachorro

Meu cachorro River dorme comigo quase toda noite. É um boiadeiro
australiano, com o pelo todo salpicado, o que lhe dá uma tonalidade
marrom-avermelhada, quase cor de bronze. Antes de eu adormecer, ele pula no
edredom e se enrola, parecendo uma meia-lua peluda ao meu lado, apoiando o
focinho cor de ferrugem no meu peito e se encaixando em algum lugar entre meu
braço e o coração.

Quando descansa assim ao meu lado, sinto meus batimentos
diminuírem levemente e uma sensação de conforto me nocauteia, acalmando meu
cérebro febril.

Nos dois anos em que moramos nessa rua barulhenta no Brooklyn,
os sons da cidade lá fora parecem até se suavizar.

Sua presença me conforta
mais que a lenta euforia da hidrocodona ou o blecaute estonteante de muitos e
muitos uísques com soda – sentimentos que conhecia bem antes de ficar sóbrio e
receber esse cachorro na minha vida.

O efeito calmante é inegável e tangível, como a sensação que se
tem andando descalço sobre a grama recém-cortada.

Leia também:  Como bater em um bola de golfe (com imagens)

Achei que pudesse ser coisa
da minha cabeça, portanto fui pesquisar: de acordo com a Psychology Today, deitar-se ao lado da respiração ritmada de um cão
pode ajudar a embalar o sono e aumenta o nível de ocitocina, o hormônio
associado ao carinho e à felicidade. Por experiência própria, acredito que as
duas coisas sejam verdadeiras.

Adotei River quando completei seis meses de sobriedade e ainda frequentava as reuniões dos Alcoólicos Anônimos de vez em quando. O programa, cheio tanto de gente boa como de personalidades excessivas, não era para mim. Achei que, em alguns aspectos, me foi até útil, mas nunca me conquistou de verdade.

Ir aos encontros do AA e ler o “Big Book” é o mesmo que aprender um novo vocabulário, cheio de slogans clichês e temas religiosos codificados. Além disso, fico ansioso perto de gente nova e grupos grandes; era complicado para mim conseguir um patrocinador ou círculo de apoio fora das reuniões semanais.

Pertencer ao AA é admitir uma noção de singularidade – todo mundo é igual e o vício de todos também

Eu gostava do companheirismo, ainda que me incomodassem as
implicações autoritárias do programa.

Pertencer ao AA é admitir uma noção de
singularidade – todo mundo é igual e o vício de todos também –, aceitar um
poder superior e seguir cada um dos doze passos com precisão.

Com dificuldades
para aceitar esses aspectos do processo, me descobri querendo encontrar outro
caminho para a sobriedade, menos cheio de regras, mais pessoal – e encontrei
tudo isso em River.

Ele está com mais de três anos, e já o tenho há 2,5 anos, o que
significa que mais de 80% de seu tempo de vida foi ao meu lado. Vivi a maior
parte dos meus 31 anos sem ele, mas o sinto inseparável da minha psique. Tenho
até medo do meu apego, da mesma forma que receio pensar que minha sobriedade
depende dele.

Não sei os detalhes exatos de sua vida antes de mim, a não ser
que foi entregue, ainda filhote, ao Abrigo Animal do Condado de Gordon, no
estado da Geórgia, e chegou à Nova York graças a uma organização chamada In Our
Hands Rescue. Tampouco as pessoas com quem conversei no dia da adoção pareciam
saber muita coisa.

A cópia que tenho do formulário de registro no abrigo diz
que chegou ali por ser “indesejado”, nota que aparece ao lado de sua foto, onde
dá para ver direitinho seus olhos tímidos e meigos e o sorrisão, língua para
fora, parecendo aqueles cães de desenho olhando gulosos para um ossão
ridiculamente grande.

Como é possível alguém não o querer?

Apesar da foto sorridente, não acho que River tenha tido uma
vida bacana no interior da Geórgia. Ele fica apreensivo perto de quem não
conhece, irrequieto perto de barulho e de movimento e inseguro em relação às
coisas que um cachorro nem devia questionar, o que dificulta a vida em uma das
cidades mais movimentadas do mundo.

Moro em Nova York há nove anos e, no
entanto, aos poucos comecei a me ver ressentido de minha cidade e de meu
bairro: os skates batendo na calçada e os barulhentos que andam neles; os
carros de janela aberta e música alta; as ambulâncias e sirenes; a garotada
malcriada que berra e corre, passando a milímetros dele.

Todas essas coisas
assustam River e passei a detestá-las.

Por essas razões, acho que minha ligação com meu cachorro ansioso se aprofundou mais depressa. Quero protegê-lo de tudo que o deixa desconfortável, de uma forma intensa que não reservo nem a mim.

Sou condescendente demais com seu mau comportamento – e, no entanto, não sei se estaria sóbrio há dois anos sem sua presença em minha vida.

Parte da energia e do amor que dou a esse cão poderia ser investida em mim mesmo, mas aprendi que não se controla o amor incondicional.

Leia também: Aquela alegria que só um cão resgatado é capaz de proporcionar (artigo de Margaret Renkl, publicado em 3 de fevereiro de 2019)

Leia também: O problema do cachorro francês do homem cego (artigo de Adam Linn, publicado em 21 de outubro de 2018)

Ao longo dos anos, tentei muita coisa para diminuir a bebida ou
parar de beber: teve a fase dos livros de autoajuda e exercícios rigorosos, a
da meditação bem cedinho e dos bastões de palo santo, a da obsessão com as
plantas de casa e da redecoração do apartamento. Entretanto, foi a relação com meu
boiadeiro australiano que provou ser a mais eficiente.

Parar de beber me deixou inquieto, e um cão de pastoreio jovem
que exige muita atenção provou ser remédio como nenhum outro (ver um terapeuta
também ajudou).

Subconscientemente, River assumiu um novo papel na minha vida
quando fiquei sóbrio: passou a me dar a estrutura que havia tempos eu não
conseguia me proporcionar; estabeleceu a rotina na minha vida e me forçou a
estar presente quando o que eu só queria era flutuar no espaço. Depende dos
meus cuidados e não quero decepcioná-lo.

Nas nossas caminhadas de início da
manhã e começo de noite, o ar fresco parece limpar meus pulmões. A sensação é
tão boa, ou melhor, do que a que me invadia sentado nas cadeiras dobráveis
daquelas reuniões.

Meu cachorro fez por merecer seu espaço na minha cama e cada centelha de energia que lhe dou. Ele me mostrou que é possível encontrar um caminho para a sobriedade fora do AA e longe do “Big Book”.

A razão do meu vício, acredito eu, era a sensação perene de ser um peixe fora d'água – ou seja, ninguém me entendia ou me via, eu era inadequado ou insignificante. Nos dias mais difíceis, ele me oferece um conforto inigualável e um amor sem hesitação ou limite.

Tem noite em que fico deitado, pensando nas coisas que a bebida me proporcionava e de que sinto falta, permitindo-me admitir a perda indescritível que um alcoólatra sente ao desistir da bebida.

Entretanto, quando esses pensamentos agitam minha mente por demais, sinto River dormindo ali ao meu lado, e fico feliz por saber que não estou mais sozinho.

Tyler Watamanuk é produtor e jornalista.

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