Como bloquear alguém no tinder: 5 passos (com imagens)

Atualmente o aplicativo de relacionamentos mais popular que existe, o Tinder tomou o mundo de assalto com sua mecânica simples, que se assemelha a um jogo eletrônico.

No passado, encontrar alguém que usasse (ou admitisse usar) sites de relacionamento era uma tarefa difícil, mas graças ao aplicativo se tornou incomum não usar um. Mesmo assim, o Tinder ainda oferece certa privacidade, já que não posta no Facebook e não deixa indícios óbvios de serem encontrados.

Porém, um site chamado Swipe Buster permite que saiba se algum contato está a utilizar o aplicativo em 5 simples passos. Confira-os abaixo!

Dica: Já sabe como usar o WhatsApp Status? Confira como em nosso tutorial!

5 passos para saber se alguém está usando o Tinder

1 – Acesse o Swipe Buster;

Como Bloquear Alguém no Tinder: 5 Passos (com Imagens)

2 – Digite o primeiro nome, idade e gênero da pessoa que deseja saber se está usando o Tinder;

Como Bloquear Alguém no Tinder: 5 Passos (com Imagens)

3 – Digite o local e busque no mapa a localização na qual essa pessoa pode estar acessando o aplicativo;

Como Bloquear Alguém no Tinder: 5 Passos (com Imagens)

4 – Crie seu login e senha com seu email;

Como Bloquear Alguém no Tinder: 5 Passos (com Imagens)

5 – Após a criação do login, você será levado à tela de pagamento do Swipe Buster. Três buscas custam $6,99 e dez buscas ficam no valor de $14,99, podendo ser pagos através de uma conta no PayPal. Os resultados são enviados ao email de cadastro.

Como Bloquear Alguém no Tinder: 5 Passos (com Imagens)

Leia também:

Conseguiu descobrir se alguém está usando o Tinder?

Apesar de ser uma solução paga, o Swipe Buster é uma das poucas alternativas para descobrir se alguém está a utilizar o Tinder. Também é uma das mais simples, mesmo que só esteja disponível em inglês.

Por outro lado, o pagamento em dólar torna sua utilização bastante custosa, considerando a conversão da moeda para o real.

Já usou o Swipe Buster em alguma ocasião? Conseguiu encontrar a pessoa que estava procurando? Comente conosco!

Psicóloga dá dicas e conselhos para quem usa o Tinder

Os leitores perguntam, a psicóloga Sara Ferreira responde. É assim todas as semanas. Saúde, amor, sexo, carreira, filhos — seja qual for o tema, a nossa especialista sabe como ajudar. Para enviar as suas perguntas, procure-nos nos Stories do Instagram da MAGG.

Olá leitor,

A sua pergunta “Alguma dica para quem usa o Tinder?” é, um pouco como o próprio Tinder, algo dúbia e incerta.

“Alguma dica” para quê? Para quem? Quando, como, onde ou porquê? Ou seja, para criar um perfil (suponho que isso não me perguntaria a mim)? Para encontrar alguém? Para parecer mais apetecível ao gosto alheio? Para iniciar uma conversa? Para sobressair entre os demais? Para as frustrações serem de menos?

Bem, já sabe que por aqui vamos sempre um pouquinho mais fundo nas questões, por isso, se o seu objetivo passa por qualquer um dos pontos acima, na verdade não precisaria de mim para nada. Esse tipo de “dicas” 100% genéricas e 200% falíveis pululam na internet e “à la carte”.

Aqui a conversa é outra, talvez um pouco menos trivial, mas ainda assim – uma vez que não me disse exatamente o que pretende saber sobre “usar o Tinder” – ofereço-lhe a minha visão livre sobre o tema (e ok, com uma boa meia dúzia de “dicas” suculentas que espero que lhe façam bom proveito).

Quando me pergunta “alguma dica para quem usa o Tinder”, o que acredito que o leitor está (na realidade) a querer saber é (e diga-me depois se me enganei): como “dar-me bem” ou ter uma relação com uma qualidade minimamente satisfatória através desta aplicação? Será isto? Confirma? Agora de pouco vale, anyway.

Não me tendo indicado ao certo o que pretenderia saber, nada mais me resta dizer senão… tudo aquilo que roda por detrás dos palcos… o que se passa nos bastidores… nas guerras que acontecem lá em baixo, onde “o espírito se encontra com o osso”, como disse um belo autor. Em resumo, aquilo que observo no consultório, em relação às pessoas que utilizam o Tinder.

Nas minhas consultas, já ouvi muitas vezes o seguinte relato: “A pessoa é ótima virtualmente e péssima pessoalmente”. Talvez o leitor até seja um deles, que diante daquele fragmento de segundos diante do teclado consegue dar a resposta mais astuta e engraçada possível, mas que não consegue articular-se ao falar ao vivo.

Muitas pessoas sofrem desta espécie de “síndrome” que padece de muita incongruência (mas é um fenómeno atual e bem real).

Isto caracteriza aquele tipo de pessoas que se aproveitam da inicial impessoalidade que o computador lhes oferece para libertar as suas facetas ocultas e inexploradas, mas que efetivamente as mesmas não estão presentes no 'tête-à-tête´.

O computador ou o smartphone oferecem uma vantagem estratégica para muitos que querem sentir-se mais vigorosos, ousados e intensos ao teclar. No entanto, o problema é que quando chega o momento derradeiro do encontro pessoal, quem não é compatível com a imagem antes projetada (nos seus 'avatares' online) causa deceção imediata.

O encontro transforma-se numa gaveta de congelador, todo aquele clima e sintonia estabelecidos virtualmente naufragam, ninguém parece conseguir soltar-se, e no meio de tudo isto, dois seres humanos, que apenas queriam ser felizes, ficam para ali especados, travados e sem se reconhecerem na sua própria presença (sim, presença, que ainda é algo afrodisíaco para a maioria das pessoas).

O leitor já se deparou com situações assim? E o que fez? Por outro lado… alguma vez já parou para pensar no que é que o Tinder mais pode estar a influenciar, nestes aspetos, a sua vida afetiva ou relacional? A-ha! Pois bem, vamos lá conversar…

O Tinder apesar de ser uma ferramenta, que bem utilizada, auxilia muitas pessoas a encontrarem os seus amores e prazeres, pode provocar-lhes algum tipo de dano pessoal. Siga-me nas próximas linhas e depois diga-me se lhe fez sentido (e sentir).

O Tinder simplifica demasiado a sua capacidade de escolha.

Uma das aparentes vantagens do Tinder é poder olhar para as pessoas pelas quais você se interessa, ora para a esquerda, ora para a direita, e no meio dessa grande “montra” selecionar aquilo que lhe cai no goto (e no gosto).

O único problema com isso é que na vida real, por mais que faça um “print screen” ou uma impressão inicial (e visual) de uma pessoa, você conta com os outros sentidos e com a própria interação. Então, a minha primeira “dica” para si sobre como bem “usar o Tinder” seria esta:

1) Cuidado para não estereotipar a sua perceção das pessoas (a médio e longo prazos) e avaliar as situações com pressa e superficialidade (e sem levar em linha de conta os fatores humanos e não apenas estéticos).

O Tinder parece eclipsar a capacidade de uma pessoa em aprofundar-se. Seja para ter sexo casual, seja para relacionar-se na intimidade com alguém, não podemos contar apenas com o fator “aparência” ou aspeto.

Até mesmo os homens, que geralmente são rotulados por escolherem mais pelo aspeto visual, necessitam de um mínimo de envolvimento e sensação de agradabilidade para se excitarem.

No entanto, o mecanismo que o Tinder cria não facilita em muito esse tipo de interação mais pessoal. Neste sentido, meu caro, aponte a próxima segunda dica:

2) Tente perceber se não está a usar a ferramenta como uma criação de um utilitarismo maluco (e avesso à intimidade) na altura de se decidir entre o “conheço”/”não conheço” uma pessoa.

O Tinder deixa o seu desejo insaciável (e predatório, mesmo).

O lado mais pernicioso disto é que quando se abre para uma infinidade de escolhas, e começa – consciente ou inconscientemente – a catalogar outras pessoas como mercadoria de um saco, é fácil cair na tentação de ficar insaciável e com a nítida sensação de que mesmo escolhendo algo que desejava, seria ainda capaz de “obter” outra “coisa” muuuuuuuito melhor, se esperasse mais um pouco. A minha terceira dica para “driblar” este tipo de sensação é:

3) Veja se dá ou não por si a comer o almoço só a pensar no jantar, e ao jantar já só pensa no pequeno-almoço. Entende o que quero dizer? Sim, uma mente insaciável que acaba por ter como resultado uma insatisfação crónica, por fantasiar a maior parte do tempo de que nada na vida é para si o suficiente.

O Tinder abre canais de comunicação que não consegue gerir com efetiva qualidade.

Conhece alguém capaz de conversar com profundidade e conexão com 20 pessoas em simultâneo? Tipo, um polvo psicológico que seguramente bateria todos os recordes do Guiness? Se conhecer, por favor, dê-lhe um prémio, porque isso é simplesmente impossível.

No meio de todas essas interações miscelâneas, um tipo não se lembra bem da história, dos detalhes, das nuances e singularidades que tornam alguém especial… Pior do que isso são os casos em que a própria pessoa nem sabe já qual foi a história que contou para alguém. Então, aqui vai a minha quarta dica para si:

Leia também:  Como arranjar um namorado no sims 4 (com imagens)

4) Abrir muitos canais nunca será uma boa ideia (quer para os honestos como para os mentirosos). Restrinja para qualificar… e ganhar mais qualidade. Nestas situações, vale a pena dizer-se: “mais vale um pássaro na mão do que 50 matches a voar”…

O Tinder cria tantas opções que confunde. Diga-me cá, o que é mais fácil, escolher entre três ou 20 tipos de iogurtes? A ciência prova que entre três, as hipóteses de fazer uma boa escolha é maior. Ao colocarmos muitas variáveis na balança as pessoas escolhem pouco e escolhem mal.

Acabam por ficar em cima do muro e não sabem como articular o seu desejo (sem conseguir “saltar” para um dos lados). Para além disto, o Tinder restringe muito as suas escolhas ao seu gosto. “E isso é mau?!” – pergunta-me, furibundo.

Bem, pode parecer estranho, mas o seu gosto pode ser apenas um filtro viciado que usa para se sentir confortável e não sair do lugar-comum ou dos padrões que lhe são mais familiares. Se faz escolhas amorosas que apenas reforcem o seu gosto, isso pode criar a dificuldade de estar sempre a cair nos mesmos “buracos” do passado.

E uma vez que nem tudo o que gosta é *necessariamente* o que lhe faz bem, a minha quinta dica para si é a seguinte:

5) Abra-se à possibilidade de explorar outro leque de opções. Isso irá ajudá-lo a ser mais criativo (e no fim do dia irá surpreender-se!)

O Tinder às vezes alimenta uma vanglória improdutiva. Quantos matches já deu só para ter a vaidade de ver se a pessoa responde positivamente? E porquê? A troco do quê? Será que de uma carência emocional ou presunção pessoal? Se isto acontecer consigo, aqui fica a sexta dica:

6) Lembre-se que aquela foto que vê ali é uma pessoa, é uma vida, uma história, com sentimentos e um coração. É a filha ou a amiga querida de alguém, e não um mero troféu para o suprimento narcísico. Sim, vale a pena levar isto em consideração.

Mas vejamos. A questão não é abolir o Tinder, mas saber manejar a aplicação com alguma sabedoria, não se deixando levar pela onda como se aquilo ali fosse um cardápio humano dividido ou reduzido ao binómio “serve/não serve”.

Essa mesma sabedoria, ou consciência, na hora de fazer alguma escolha será levada para a sua vida, logo, se não perceber de que forma “escolhe” no Tinder, isso poderá comprometer a sua capacidade de fazer muitas outras escolhas ao longo do tempo.

A era tecnológica modificou em muito o nosso dia a dia, o nosso comportamento e, claro, os nossos relacionamentos e vínculos amorosos. E afinal, como fica o amor em tempos de Tinder?… O olho no olho substitui-se pelo olho no ecrã.

As relações tornam-se mais virtuais do que presenciais.

Se quiser provas disto, basta ir a um café ou à mesa de um bar e observar as pessoas (mesmo as que estão próximas fisicamente, conhecidas ou não): cada uma, de cara voltada para baixo, a mexer e a remexer nos seus telemóveis.

No entanto, este tipo de superficialidade dos relacionamentos humanos revela-se na dificuldade (e para muitas pessoas isto é sentido como uma “incapacidade” mesmo) de comunicação interpessoal.

E – ironia! – hoje todos parecemos “experts” em expressar o que pensamos e sentimos através das redes sociais (munindo-nos para isso, inclusive de toda a espécie de emojis ou emoticons), mas presencialmente há cada vez mais impedimentos em trocar ideias, aprofundar uma conversa, o que interfere na (co-)construção da intimidade ou da conexão psicológica e emocional.

Como em muitos outros aspetos práticos das nossas vidas (e no campo dos relacionamentos afetivos não é diferente), somos estimulados a ter de “consumir” sempre algo, independentemente da nossa necessidade, para depois descartar e logo reiniciar o ciclo.

É um desapego, provisório, feito de incertezas e buscas incessantes pelo novo, que vem também carregada de muita angústia e ansiedade.

Com o passar do tempo, as pessoas ficam com uma sensação de aceleração interna e isso vai implicar numa falta de paciência na vida, como se tudo fosse um “jogo” que se divide entre incrível e o entediante, entre a obsessão e o desinteresse total.

Percebo que as pessoas procuram algo (como sempre assim foi e sempre será, aliás, isso faz parte da nossa condição de estarmos vivos), no entanto, muitas não sabem exatamente o quê.

Surgem então estas novas formas de nos vincularmos e de nos relacionarmos uns com os outros, e no caso das aplicações como o Tinder, o fácil acesso, a possibilidade de bloquear ou eliminar a pessoa sem a necessidade de dar mais satisfações, reforça a ideia da inconstância e precariedade das ligações. “Tu não prestas para mim? Não me interessas ou agradas? Não há problema, porque há outros para escolher, como produtos numa prateleira.”

Desta forma, seja a possibilidade de um namoro ou simplesmente a experiência pela experiência, quando busca no Tinder, lembre-se de que existem outras dimensões, intenções e questões que vão além do que lhe é apresentado no ecrã. E é importante prestar atenção a elas.

Não se trata de colocar a aplicação no papel de vilã, até porque há pessoas que encontraram, neste recurso, relações longas e satisfatórias.

Parece-me, porém, ser necessário refletirmos sobre a forma como o Tinder tem sido utilizado por algumas pessoas, que reforça ainda mais um problema que observo todos os dias em consultório: a crescente vacuidade e desconexão emocional dos relacionamentos, na nossa sociedade atual.

Para conhecermos, de facto, alguém e construirmos com a pessoa uma intimidade (não me refiro a sexual) com alguma qualidade do ponto de vista emocional, é preciso tempo. Tempo para perceber esse outro, para conhecê-lo e reconhecê-lo, como pessoa real que é (que é muito mais do que um “perfil” ou uma foto na internet).

E tempo, sobretudo para uma coisa. Para se perceber a si mesmo e reconhecer as suas próprias dificuldades e necessidades (que invariavelmente se manifestam no tipo/qualidade dos relacionamentos), sem fugir delas e sem projetar nos outros a responsabilidade de as suprir.

Quando isto acontece, o resultado é um desastroso e dececionante desencontro.

Até para a semana!

Bloquear o ex das redes sociais: veja como isso pode te ajudar a superá-lo

Eu sempre enxerguei a disputa como algo extremamente saudável, afinal, o que mais pode nos motivar a evoluir se não a necessidade e a busca por sermos melhores? E apesar de me considerar uma pessoa um pouco dona da verdade – eu juro que tenho tentado melhorar isso em mim e cada vez mais busco praticar a humildade e a empatia, ouvindo muito mais o outro do que tentando provar que eu sei dos fatos – se tem um erro que eu considero praticamente mortal no final dos relacionamentos, é a competição para mostrar quem sofre menos e quem superou primeiro.

Não vou ser hipócrita em dizer que eu nunca fiz isso. Como eu sempre conto aqui no UNIDAS DA FOSSA, eu tenho tantas sombras e tantas dores ligadas ao campo afetivo, já cometi cada erro e já me humilhei tanto, que há dois anos atrás eu comecei a ter vergonha de olhar minha vida amorosa. Eu juro.

Eu lembrava das coisas que havia feito no passado, do quanto de sofrimento havia me submetido e como era tóxica comigo mesma, que eu chorava e me envergonhava do rumo disso tudo.

Eu cheguei a pensar que eu não tinha a capacidade de escolher as pessoas com quem me relacionava e que eu precisaria de tratamento de verdade para parar de me machucar tanto.

Foi nesse processo que criei o UNIDAS DA FOSSA, e diferente do que vemos na internet com tantas pessoas bem casadas e felizes ‘cagando regras’ do que fazer em um relacionamento, ou ainda, em conselhos crus e vazios que na prática não resolvem – e muito menos consolam – aqui eu falo das feridas da forma mais real possível. Eu vivi o mesmo que muitas mulheres, eu senti na pele, eu não estou dentro de uma família perfeita e pregando a palavra divina para te motivar. Pelo contrário. Eu conto o que faço e fiz, e todos os medos que encarei para me libertar de sofrimentos amorosos tão devastadores que me sujeitei por anos.

É justamente por isso que hoje eu percebo como já perdi tempo tentando mostrar para os outros que eu “estava bem”, que não ligava para aquele término e ficava postando fotos na balada com a intenção de fazer ele sofrer. Era muito “baba baby, olha o que você perdeu”, para pouca felicidade real.

Olhando para trás e analisando os fatos pela minha própria história, é nítido que quando alguém tem tamanha necessidade de afirmação a ponto de precisar fingir que está bem, não tem prova maior de que ela não está nada bem.

Alguém acha mesmo que eu, que me humilhei ao extremo por vários ex-namorados e mesmo assim omitia isso deles e de mim – e postava status e frases de superação, além de garrafas de vodka na balada -, estava realmente bem? Bem mal, só se for.

Precisa de ajuda para superar o seu ex? Quer conversar comigo, desabafar e pedir algum conselho amoroso? Eu abri a minha agenda para dar consultoria amorosa online para algumas leitoras. Para saber mais, clique aqui. Vou adorar conversar com você.

Leia também:  Como apagar senhas salvas das suas chaves do icloud no macos

Sobre provocar ex-namorados

Eu já perdi as contas de como eu tentei provar por a+b para os meus primeiros namorados, que eu não estava mais nem aí para eles e que podia ser feliz sem a pessoa. Que a minha felicidade independe deles, eu realmente estava certa, mas que necessidade de aceitação e de provar algo era essa que tanto me aprisionava naquela história?

Hoje eu vejo as coisas de uma ótica totalmente diferente. Não faço questão nenhuma de não assumir a minha vulnerabilidade, os meus fracassos e as minhas dores. E isso nada tem a ver com me vitimizar ou ficar insistindo em um discurso de coitadinha e de cabocla sofrida.

Isso não tem nada a ver com o outro, e sim comigo mesma. Entender que tanto a cura, quanto a vingança, não é maltratando alguém, foi extremamente importante para o meu amadurecimento emocional.

Com certeza recomendo boas doses disso para quem está passando por um rompimento amoroso.

Esse fenômeno de competir com um ex para ver quem vai para a balada primeiro, quem esquece primeiro, quem fica com alguém primeiro, quem baixa Tinder primeiro e quem começa a namorar outra pessoa primeiro, é algo bastante atual.

Antes de mais nada, um detalhe importante: competir com quem se aquele relacionamento acabou? Consigo mesmo e com o seu próprio ego, só se for. Mas como eu ia dizendo, por conta da internet e das redes sociais, é cada vez mais difícil conseguir se desvencilhar totalmente de uma pessoa.

E isso faz com que a fuga pessoal de muita gente seja através de falsos sorrisos em selfies cheias de filtros ou sextas-feiras fakes em baladas lotadas de fotos vazias.

Não vejo nenhum problema em querer se sentir bem, sair com os amigos, se abrir para conhecer outras pessoas ou encher o Instagram de fotografias. Muito pelo contrário. Se for para você se sentir bem, vale tudo. Mas a linha entre fazer algo para si e fazer algo para si desde que afete o outro é muito tênue.

Vários profissionais do desenvolvimento pessoal recomendam que finjamos algo até se tornar realidade. Quem nunca ouviu a expressão “Finja até conseguir”? E eu sou super adepta desse ensinamento.

Fingir que você está bem até realmente se sentir bem, com certeza é melhor do que ficar estagnada no luto amoroso.

Mas, mais uma vez, preste atenção se você está fazendo isso por você ou apenas para refletir e projetar a sua insatisfação com a perda no outro.

Bloquear o ex nas redes sociais ajuda a superar o final do relacionamento! – Imagem: Reprodução

Bloquear o ex nas redes sociais? Sim!

Na dúvida, o conselho é claro. Bloquear o ex e excluir sempre. O final de um relacionamento deve ser tratado como um vício.

O luto amoroso desperta áreas do nosso cérebro que se assemelham à abstinência de uma droga, por exemplo, e por isso se afastar é a primeira e mais eficaz decisão.

Não é possível tratar a dependência química mantendo uma garrafa de bebida ao lado, certo? No caso de um ex-relacionamento a regra é a mesma: você precisa ressignificar essas lembranças e só conseguirá fazer isso se não tiver contato com a pessoa.

Bloquear o ex é uma excelente forma de você não cair na autossabotagem de stalkear a pessoa, de criar expectativas de que a qualquer momento ela irá te procurar, e também, naqueles dias em que o nosso ego acorda atacado querendo competir e provocar o ex. Quer coisa melhor do que não se machucar, não se irritar, não ficar neurótica e nem ter crises de ansiedade? A vida é feita de escolhas, e você precisa fazer a sua.

Muitas mulheres me escrevem dizendo que “não conseguem bloquear o ex e nem ficar longe dele”.

E nesse caso, eu percebo que na verdade, lá no fundo, essas pessoas não querem se afastar do antigo amor que se foi.

Se você também acha que não é capaz de superar ou que não tem maturidade para esquecê-lo, pergunte-se – de verdade – o que você tem feito para tirar o foco daquela pessoa e para seguir em frente.

Você ainda mantém amizade com ele e diz que não consegue se desvencilhar? Você acompanha as redes sociais dele e alega que o seu sofrimento vai ser eterno? Você se sente presa a ele e continua fazendo de tudo para chamar a atenção da pessoa? Pare e perceba que você está se colocando no papel de vítima da situação, afirmando que não vê saída para o seu sofrimento, mas no fundo, nem sequer cumpriu a primeira etapa que é cortar o vínculo.

Eu já dividi a minha história de vício nas redes sociais e as loucuras que cometia stalkeando um ex. Se você não viu, clique aqui. Eu conto também o que fiz para superar e conseguir me libertar disso tudo.

O sofrimento por trás da felicidade

Não existe ganho sem dor e toda felicidade vem acompanhada de um sofrimento. TODA. Ninguém nos diz isso, mas para sermos felizes sempre precisaremos tomar uma decisão, e qualquer que seja a decisão tomada, precisaremos abrir mão de algo.

E é exatamente aí que mora a questão. Ao fazermos uma escolha em nome da felicidade, abdicamos de algo que vai doer e nos fazer sofrer, e precisamos aceitar isso.

Esse é o processo da vida e vale para todas as áreas da nossa existência, seja um trabalho, um projeto pessoal ou um relacionamento.

Se você quer ter uma jornada feliz de agora em diante, precisa tomar uma atitude. Essa atitude necessita ser tirar aquela pessoa da sua vida, bloquear o ex, deletar o telefone e fazer um verdadeiro detox. Vai machucar? Vai.

Pois parece que quando fazemos isso, o significado de ‘nunca mais’ vem à tona, e inconscientemente acreditamos que não mais saberemos da pessoa, que por termos vivido coisas incríveis com ela é fundamental tê-la por perto e que a família dela era incrível demais para perdermos o contato. Mas isso é só ilusão.

Com o passar dos meses e dos anos é possível sim voltar a manter uma relação de colegas caso os dois queiram, portanto, pare de dar desculpas a si mesma.

Não tem outra saída e não existe fórmula mágica para encontrar o bem-estar e a felicidade após o término de um namoro ou um divórcio. Você precisa escolher se quer seguir o seu ex ou se quer seguir em frente.

Leia também: ainda não conhece o guia completo para superar o ex que eu criei grátis aqui no Unidas? Clique aqui e acesse, mulher! Vem dar a volta por cima, vem bb!  ???? 

Quer dicas e ajuda para sair do luto amoroso e ter bons relacionamentos?

  • Conheça AGORA os cursos e e-books aprovados pelas leitoras e seguidoras do UNIDAS DA FOSSA para:
  • Todos eles foram testados e tiveram 100% de resultados e sucesso!

Camila Oliveira, 32 anos, jornalista de comportamento, publicitária e apaixonada pelos assuntos de autoconhecimento, relacionamento e amor – mesmo sem muito êxito com ele até hoje.
Com 7 términos de namoros, 7 fossas e um pé na bunda inesperado, criei o Unidas Da Fossa para escrever e falar sobre o maior mistério da humanidade: a arte de morrer de amor e continuar vivendo!

Bloquear alguém em estopa

Você conheceu alguém Tinder compatível, mas você se arrependeu rapidamente? Você já recebeu mensagens impróprias ultimamente? Além da estranheza da situação, bloquear alguém em estopa, o popular namoro aplicativo móvel, é fácil, rápido e não requer nenhum esforço. Bloquear alguém leva apenas alguns segundos e é permanente. Uma vez que você excluir alguém dos seus potenciais parceiros, você nunca verá novamente.

Video: Starship Troopers HD (1997) Full Movie

passos

Video: KUNG FURY Official Movie [HD]

1

Abra o aplicativo de estopa. Percorra a lista de aplicativos no dispositivo e selecione o ícone Tinder.

  • A menos que você tenha usado recentemente aplicativo, você receberá automaticamente para a tela inicial, onde você pode deslizar para potenciais parceiros. Se você não estiver nessa tela, você pode obter, pressionando o ícone em forma de chama no canto superior esquerdo.
Leia também:  Como alterar as notificações do wechat em um iphone ou ipad

2

Abra a conversa com a pessoa que você deseja bloquear. Na tela inicial, vá para a caixa postal tocando no ícone de mensagem na parte superior da tela, que se parece com uma bolha do discurso. Em seguida, role a página e encontrar a pessoa que você deseja bloquear. Ele dá um toque para abrir a conversa.

Video: Clima de Guerra em desapropriação de terra na Comunidade Bem Querer de Baixo em Jatobá PE

3

Tocar no botão “mais” no canto superior direito e dá um toque em “Cancelar compatibilidade. O botão “mais” Parece que três pontos verticais consecutivos. Depois de tocá-lo, um pequeno menu aparece com opções “Anular a compatibilidade” e “denunciar”.

  • depois de seleccionar “Anular a compatibilidade”, Você será solicitado a confirmar a decisão. você bate “Anular a compatibilidade” novamente para terminar.

4

apoio Cancela somente se você não quer saber mais sobre essa pessoa. A função “Anular a compatibilidade” isto é permanente. Quando você decidir cancelar a sua compatibilidade com alguém, você não pode contatá-lo através de Tinder mais e você não pode desfazer a ação. Tenha em mente o seguinte:

  • Você não vai ver essa pessoa na tela inicial.
  • Essa pessoa não pode enviar mensagens, mesmo que você já tenha feito.
  • Você não pode enviar mensagens a essa pessoa
  • Tanto você quanto a pessoa cuja compatibilidade cancelado não pode ler as mensagens anteriores. A caixa de correio conversa ambos desaparecem.

5

Considere usar a opção “denunciar” se você tem problemas mais sérios. Enquanto a ferramenta “Anular a compatibilidade” É uma boa opção para quando você não está mais interessado em alguém, a opção “denunciar” menu “mais” é mais adequado para situações em que alguém te assusta, incomoda você ou faz você nervoso.

Se você receber problemático, irritante ou de assédio mensagens em estopa, use a ferramenta “denunciar” para enviar um relatório ao pessoal estopa, que pode bloquear o serviço para os usuários que quebram as regras. Tenha em mente que você deve selecionar a opção “Anular a compatibilidade” de qualquer maneira depois de informar o usuário para bloquear.

As razões para alguém em relatório Tinder são:

  • A pessoa com quem você conversar é ofensivo ou abusivo.
  • A pessoa que tenta anunciar ou trys convertidos, como convencê-lo a visitar algumas páginas, comprar coisas, etc.
  • A pessoa com quem você conversar faz você se sentir desconfortável.
  • Outro. Esta opção permite que você escreva uma breve explicação.

dicas

  • Se uma conversa com alguém desaparece misteriosamente ou se você receber uma notificação de compatibilidade, mas você não consegue encontrar a pessoa, infelizmente, “Ele bloqueou você”. Continue usando Tinder!
  • Se você não pode bloquear alguém com êxito enviar um e-mail para ajudar a Tinder ([email protected]) para receber assistência personalizada.

Os riscos de aplicativos de relacionamento

Quem nunca baixou o Tinder que atire a primeira pedra, mas aplicativos de relacionamento tem uma inquestionável popularidade.

O Tinder ocupou o primeiro lugar de arrecadação entre apps em 2019, com um montante US$ 233 milhões, ou aproximadamente R$ 971 milhões somando a App Store da Apple com a Play Store do Android.

Isso significa que as pessoas realmente estão engajadas em conhecer possíveis pares românticos, tão engajadas que pagam para isso.

Acontece, porém, que devemos agir com cautela quando se trata de conhecer pessoalmente desconhecidos que contatamos online. Existem diversos casos de violência que envolvem aplicativos como Tinder, Happn, Grindr e etc.

Por isso, contaremos a seguir dois relatos de vítimas que pediram para se manter no anonimato, porém, concordaram em contar suas histórias. A partir delas, também daremos algumas dicas de segurança para aplicar em encontros arranjados por aplicativos.

O Famoso Fake

Sofia (nome fictício), possui Tinder e Happn baixados em seu smartphone. Seu objetivo é realmente encontrar alguém legal, com química e iniciar um relacionamento.

Os apps facilitam então conhecer pessoas, ou pelo menos entrar em contato com pessoas que ela talvez nunca cruzasse na vida.

Acontece que nem sempre os perfis criados nesses aplicativos refletem quem a pessoa do outro lado realmente é.

Após cerca de 3 dias de conversas, Sofia já havia trocado WhatsApp com o suposto rapaz, marcando também um típico primeiro encontro em um jantar. Porém, chegando o dia de se encontrarem, Sofia não o encontrava no lugar designado.

Um homem estranho e muito mais velho então andou em sua direção, confirmando ser a pessoa com quem ela trocava mensagens há alguns dias. Seu perfil era falso e Sofia não desconfiou.

Claramente, ela recusou seguir adiante com o encontro, mas ele não aceitou nada bem.

“No momento que eu disse que ia embora (eu estava bem brava obviamente), ele me agarrou pelo braço e começou a me xingar de coisas terríveis, falando como eu era uma vadia e muitas outras coisas que eu prefiro não comentar. Minha sorte foi que o local de encontro era em frente ao metrô, e mesmo sem muita gente pela rua, um segurança que eu nem havia visto veio me acudir. O homem saiu correndo e eu cai aos prantos”.

Segundo a vítima, a intenção por trás de tudo aquilo não ficou clara, mas ela acredita que aquele homem de cerca de 50 anos teria algum tipo de expectativa ou esperança que Sofia o perdoasse pessoalmente. Mas no final das contas, foi uma maneira que ele achou de se encontrar com ela.

Esse tipo de situação é mais comum do que imaginamos, e pode apresentar sérios riscos, principalmente para mulheres. Sofia mesmo disse até hoje não mais confiar em ninguém em nenhum desses aplicativos, até mesmo pede fotos como prova de vida de maneira discreta.

“Eu discretamente peço uma foto da pessoa com seu gato ou cachorro, ou em situações um pouco mais específicas que um fake não poderia reproduzir”, afirma Sofia.

Ela até mesmo deixou de usar qualquer aplicativo por mais de um ano após o incidente que ocorreu em meados de 2018, porém chegou na conclusão de que o problema não é o aplicativo em si, mas as pessoas por trás, e por isso devemos nos precaver contra esse tipo de gente má intencionada.

Cuidado com a pressa

Ricardo (nome fictício) sempre usou o Grindr, aplicativo de relacionamento gay, desde seus 20 anos de idade. Ele usa não para encontrar uma alma gêmea exatamente, mas simplesmente para arranjar encontros, companhia para baladas e mesmo sexo casual. Porém, ele concordou mais de uma vez em ir diretamente para a casa de completos estranhos, sem nenhum encontro pessoal anterior.

Essa prática até então nunca havia lhe causado muitos problemas, até que concordou em ir ao apartamento de um homem com a única intenção de transar.

Ao bater na porta e entrar no apartamento, uma pequena conversa para descontrair já lhe causou tensão.

Ao contar sua profissão (professor universitário), Ricardo iniciou uma discussão sem saber, com o homem em questão o acusando de ser comunista e petista de maneira intolerante.

“Honestamente, não sei nem como se iniciou uma discussão, mas aquele cara começou a destilar ódio a ponto de claramente me ameaçar. Falou que era militar e que eu e ‘minha laia’ tinha é que ‘tomar um couro’.

Ai eu imediatamente me dirigi a porta e sai o mais rápido possível de lá com medo do que ele poderia fazer. Ele certamente não estava sóbrio e tampouco equilibrado, sinto que poderia ter feito qualquer coisa.

Ele não me seguiu para fora do apartamento e eu corri para fora do prédio para pedir um Uber somente dois quarteirões de distância de lá”.

Ricardo disse que se tratou de um caso isolado em sua vida, mas que agora nunca concorda em ir para a casa de estranhos. “Primeiro pelo menos chamo para tomar um café, mesmo que só queira sexo casual, todo mundo precisa pensar em sua segurança primeiro”.

Tanto Ricardo quanto Sofia sofreram agressões de estranhos contatados por aplicativos de relacionamento.

Por isso, alguns passos devem sempre ser tomados pela nossa segurança antes de encontrar pessoalmente alguém:

  • Sempre se encontre em lugares públicos. Shoppings, parques, metrô…, quanto mais gente melhor.
  • Conheça o máximo possível a pessoa em questão antes de concordar com um encontro. A probabilidade de cairmos no papo de um fake é muito menor e também podemos ter uma bela noção se estamos lidando com uma pessoa boa ou não.
  • Não passe imediatamente seu telefone celular. São comuns situações de assédio e obsessão frente a uma rejeição. Para isso, lembre-se de que é possível bloquear contatos.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*