Como baixar o aplicativo do uber: 14 passos (com imagens)

Apesar de o aplicativo da Uber se resumir em solicitar corridas, há algumas funcionalidades e dicas pouco conhecidas pelos usuários que podem fazer com que você aproveite melhor os benefícios da plataforma. É possível, por exemplo, avisar amigos e familiares que você pediu uma corrida e compartilhar a sua rota em tempo real com eles.

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  • Confira, abaixo, uma seleção de dicas e funcionalidades da Uber, segundo o próprio aplicativo de transporte:

1. Acompanhe o trajeto de alguém em tempo real 

É possível acompanhar o trajeto de uma corrida da Uber em tempo real.

Você pode compartilhar o trajeto da sua corrida com familiares ou amigos ou pode receber uma notificação para acompanhar a corrida de alguém próximo a você.

O recurso funciona com uma medida de segurança para os usuários e é útil também para que as pessoas saibam se você vai demorar muito para chegar ao destino final.

Para compartilhar o seu trajeto em tempo real, é muito simples. Depois de entrar no carro, abra o aplicativo e na parte “detalhes da viagem” clique em “compartilhar rota”. Uma mensagem padrão com o link da sua rota vai aparecer na tela. Insira o número de celular da pessoa que você quer que acompanhe o seu trajeto.

Pronto! A pessoa selecionada receberá por SMS  um link para acompanhar o seu trajeto em tempo real. Ela precisa ter o aplicativo da Uber instalado no celular. Caso ela não tenha, ela também recebe um link para instalar a plataforma.

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) Divulgação/Uber

Você pode criar um Perfil Familiar no aplicativo da Uber. Nesse perfil, você consegue reunir os dados e os números das pessoas mais importantes para você, como amigos e familiares. Assim fica mais fácil compartilhar uma rota em tempo real ou acompanhar a viagem deles e, até mesmo, rachar a corrida (leia a dica 7).

A criação do perfil é feita em Configurações, dentro do Menu. Clique em Adicionar Perfil Familiar e selecione os contatos que você quer adicionar. Assim que eles aceitarem o convite, vocês poderão compartilhar mais facilmente informações sobre corridas e pagamento entre si. 

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) Divulgação/Uber

É possível agendar uma corrida com até um mês de antecedência. Abra o aplicativo e na tela inicial clique em “Agendar uma Viagem”. Defina os locais de origem e destino e a data e hora da viagem. Depois, basta confirmar o pedido que um Uber estará esperando por você no dia e o horário agendado. 

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) Divulgação/Uber

Para que você não perca tempo digitando o endereço de lugares frequentes, a Uber criou um recurso para você salvar os seus destinos mais frequentes, como casa e trabalho.

Na aba Configurações, dentro do Menu, é possível adicionar o endereço da sua casa e do seu trabalho. Já em “Eventos do calendário”, é possível colocar os horários e endereços de suas reuniões e compromissos, por exemplo.

Assim, sempre que você acessar a tela inicial do aplicativo, verá como atalho, na parte inferior, os destinos salvos. 

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) Divulgação/Uber

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) Divulgação/Uber

Com o modelo de tarifa dinâmica, uma corrida da Uber pode ficar com preços acima da média. Isso acontece quando há muitas solicitações e poucos motoristas disponíveis para atender aos pedidos.

Para saber se o preço está acima da média, basta inserir o seu destino e ver as opções disponíveis. Em cima de cada preço aparece observações como “preços pouco acima do normal” ou “muito acima do normal”. Se puder, espere a demanda esfriar que o preço tende a cair e ficar “dentro do normal”.

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) Divulgação/Uber

Esta dica é útil para quem utiliza a Uber para viagens a trabalho. É possível criar um Perfil de Trabalho dentro do aplicativo e pagar a corrida usando o cartão corporativo e depois enviar os comprovantes direto para seu e-mail corporativo. 

Para criar o Perfil de Trabalho, o usuário deve acessar o site da Uber e inserir o seu e-mail corporativo na seção Business Profile. Depois, basta seguir os passos que o perfil será ativado.

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) Reprodução/Site

Você não precisa mais arcar com o preço de uma corrida sozinho. O aplicativo da Uber permite que você divida o valor da corrida com até quatro pessoas. Elas só precisam concordar em pagar a corrida para você. Essa opção é útil para grupo de amigos que vão pegar um mesmo Uber e querem rachar o pagamento.

Para rachar a corrida, abra o aplicativo e solicite o seu Uber normalmente. Quando estiver dentro do carro, vá ao menu da viagem e escolha a opção “dividir valor”. Em seguida, coloque os números de telefone das pessoas com quem quer dividir. Elas vão receber uma notificação e então podem confirmar o pagamento.

É possível passar até quatro cartões de crédito diferentes. A Uber cobra um adicional de R$ 0,60 de cada pessoa que está dividindo o valor da corrida.

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) Divulgação/Uber

Está organizando um evento ou uma festa e quer que todos os seus convidados cheguem ao local de Uber? Basta criar um UberEVENTOS, compartilhar o código para seus convidados usarem e, ao final, pagar a corrida para eles. 

O organizador decide quantas pessoas poderão usar o código promocional, o número de viagens por convidado e valor máximo de cada viagem. É possível determinar, ainda, o local que as viagens podem iniciar e terminar.

Para criar seu evento, acesse o site da UberEVENTOS e clique em Começar. Depois, basta inserir as informações solicitadas e um cartão de crédito para cobrança das corridas. Ao final, você recebe o código do seu evento e basta compartilhá-lo com seus convidados que eles podem usar a Uber sem gastar nada. 

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) Divulgação/Uber

Os 20 melhores APPs para criar imagens para o Instagram

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens)

Por Redator da mLabs

Publicado em 1 de abril de 2020 | Atualizado em 22 de maio de 2020

Uma coisa é fato: o Instagram é o app mais querido do Brasil! ???? Logo, ter um perfil bem administrado na rede social traz inúmeras vantagens para as marcas.

E, para alimentar o seu perfil com ideias criativas ter um bom app para criar imagens no Instagram é essencial!

Afinal, o que os perfis de sucesso têm em comum? Fotos e vídeos publicados de maneira estratégica, que deixam o feed com a identidade da marca, desta forma, transmitindo os seus valores através dos posts.

E, acredite, não é preciso ser um mestre do Photoshop para fazer essa mágica e engajar o público na rede social.

Se você quer criar imagens incríveis para o Instagram de maneira simples e intuitiva, erga os braços e comemore. ????

Neste artigo, você conhecerá os melhores APPS de edição para criar imagens para o Instagram. Acompanhe o texto e confira!

Qual é o melhor app para criar imagens para Instagram?

Olha, essa pergunta é BEM complicada, rs.  Primeiro, porque existem muitas opções legais e gratuitas para criar imagens pro Insta. Segundo, porque se você já tem bons conhecimentos de design, pode achar algumas delas bem básicas. Mas, nós estamos aqui é pra ajudar geral!

Então, ao invés de trazer essa resposta pronta, decidimos estudar algumas ferramentas e listar as 20 melhores pra você. Cada uma com suas qualidades e características, tá? Se liga:

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1. Canva

  • Se você não tem um grande conhecimento em plataformas profissionais de design, essa é a solução perfeita para criar suas imagens.
  • O Canva tem um vasto arquivo de recursos, incluindo a opção de “arrasta e solta”, muito útil para quem quer criar peças gráficas rapidamente e sem a necessidade de conhecimento aprofundado.
  • Inclusive temos um post específico sobre a ferramenta, clique aqui para conferir o passo a passo de como criar uma imagem pelo Canva online.

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens)

2. mLabs Studio

Por último, mas não menos importante, o nosso preferido, o baby mLabs Studio. A ferramenta surgiu das principais necessidades dos nossos clientes, e reunimos tudo de mais importante para edição de fotos para Instagram num só lugar!

Apesar de ser uma ferramenta de design, o foco do mLabs Studio é na criação de posts para as redes sociais. Por estar vinculado à tela de agendamento da mLabs, é possível criar publicações para esses canais e formatos disponíveis na plataforma.

Ao utilizar o Studio você pode:

  • criar posts nos formatos ideais para o agendamento pela mLabs;
  • criar posts utilizando templates exclusivos;
  • utilizar nosso banco de Imagens gratuito (com mais de 3 milhões de imagens gratuitas);
  • editar a imagem com vários recursos, como máscara, efeitos DUO tone e muito mais.

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens)

3.Trakto

Não é à toa que o Trakto é a primeira ferramenta da nossa lista. Além de templates prontos e customizáveis para criar seus posts para Instagram na Web, a plataforma é extremamente intuitiva e fácil de usar.

Ela conta com funcionalidades que vão deixar seu trabalho bem mais rápido e divertido como recorte mágico, filtros, GIFs animados, máscaras e muito mais.

Coronavírus: sindicato de motoristas de aplicativo de MG orienta pela recusa de corridas compartilhadas

Como Baixar o Aplicativo do Uber: 14 Passos (com Imagens) (foto: Nisian Hughes/afp)

A própria dirigente, que também atua como motorista, diz que vai parar de rodar a partir de hoje. “Minha mãe tem mais 80 anos e eu convivo muito com ela. Além disso, tenho problemas de saúde e meu marido também. Somos um público muito vulnerável, não podemos nos arriscar. Sabemos, porém, que nem todos os motoristas farão isso, pois o impacto financeiro da parada é grande. A primeira preocupação do sindicato, no entanto, é com a saúde das pessoas, por isso cogitamos a parada”, pondera a líder, que contabiliza 45 mil condutores cadastrados em apps de transporte na capital mineira – 65 mil em todo o estado. 

De acordo com Simone, a Uber e a 99, empresas que oferecem corridas compartilhadas no estado, ainda não se manifestaram sobre a possibilidade de suspensão do serviço. “Por enquanto, o que recebemos foram algumas notificações disparadas via aplicativo, que nos orientam sobre como evitar a disseminação do vírus, além do contágio. Nada mais. A atitude mais responsável, na minha avaliação, seria a interrupção da oferta de corridas compartilhadas, pois juntar muitas pessoas dentro de um carro num momento como esse é arriscado ”, opina. 

O condutor Lucas Cruz, de 24 anos, cadastrado na Uber e na 99, diz que já não atendia às chamadas coletivas por questões de segurança. “Agora é que eu não aceito esse tipo de corrida mesmo!”, afirma.

Apesar do receio de trabalhar em tempos de pandemia – sobretudo quando as chamadas vêm de aeroportos e rodoviárias – ele diz que não pretende parar de rodar por enquanto, mesmo que a assembleia convocada hoje pelo Sicovapp decida pela paralisação.

“O transporte é minha única fonte de renda no momento e tenho compromissos financeiros vencendo em pouco tempo. Então, tenho que continuar trabalhando. Mas estou atento à pandemia. Se situação piorar, eu paro”.

Já o autônomo Renato Felix, que roda em Divinópolis, Região Centro-Oeste de Minas, onde há um caso confirmado de Covid-19, diz que pretende suspender as atividades caso a assembleia convocada pelo sindicato opte pela parada. “Por enquanto, estou rodando. Apenas evito contato direto com os passageiros e mantenho, quando possível, as janelas abertas. Eu não gostaria de paralisar, pois rodar no aplicativo, no momento, é meu único trabalho. Mas é uma questão de responsabilidade. Se a orientação for pela parada, eu paro”, comenta. 

Uber se pronuncia

Questionada pelo Estado de Minas sobre a possibilidade de suspensão do Uber Juntos, recurso de compartilhamento de corridas, a Uber não se pronunciou.

Informou, no entanto, as medidas de prevenção e enfrentamento da pandemia de Covid-19 tomadas globalmente até o momento.

São elas: suspensão temporária de contas de usuários ou parceiros contaminados ou expostos ao coronavírus; ajuda financeira a motoristas e entregadores diagnosticados com COVID-19 durante até 14 dias, enquanto a conta estiver suspensa; auxílio para manter os carros limpos, por meio da disponibilização de desinfetantes –  embora o estoques desses produtos seja muito limitado, como informa a própria Uber; opção de entrega de pedidos do Uber Eats na porta do usuário, sem que ambos tenham contato direto.

A 99 também não se pronunciou sobre possíveis interrupções das das corridas compartilhadas – serviço que a empresa batizou de 99 compartilha. 

Informou, entretanto, que pretende lançar um fundo de no valor de U$ 10 milhões para apoiar os motoristas e entregadores parceiros da empresa que forem diagnosticados com COVID-19 nos mercados onde atuam. 

A iniciativa é fruto de uma parceria com a DiDi Chuxing, líder global em mobilidade urbana que adquiriu a companhi em janeiro de 2018. 

“Ações como bloqueio provisório de motoristas parceiros relacionados ao diagnóstico do coronavírus estão em estudo e serão comunicadas nos próximos dias”, disse a nota enviada pela empresa. 

SP vota lei que pode limitar e encarecer Uber; saiba tudo sobre os projetos

Os vereadores de São Paulo irão discutir nesta quarta-feira (11), mais uma vez, novas regulamentações para aplicativos como Uber, 99 e Cabify na cidade. Em pauta, estão o polêmico PL 419/18, de autoria do vereador Adilson Amadeu (DEM), e o PL 421/15, do vereador José Police Neto (PSD).

A regulamentação que pode trazer mais mudanças é o PL de Amadeu, conhecido por defender a categoria dos taxistas na cidade.

Ele tentou proibir a Uber na época da chegado do aplicativo à cidade e, agora, quer criar limitações para recuperar o setor dos táxis no município.

Essas limitações, a longo prazo, podem criar mais custos para o serviço dos apps, e esse custo pode ser repassado em parte aos usuários.

Já o projeto de Police Neto não tenta limitar o número de carros de apps e nem restringir emplacamento na capital. Seu projeto é, na verdade, um contraponto do vereador para evitar que o de Amadeu avance. Algumas das regulamentações previstas por Police, como o imposto pago pelos apps, já foram adotadas há anos pela cidade.

Abaixo, separamos tudo o que você precisa saber sobre a votação.

Qual o horário da votação?

A sessão está prevista para começar às 15h na Câmara de São Paulo, mas a discussão de fato deve ocorrer a partir das 16h. Este deverá ser o único item da pauta.

O tema já foi adiado em votações anteriores, mas há a expectativa de que haja uma definição nesta quarta-feira.

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Nas votações anteriores, o plenário contou com representantes das categorias que podem ser afetadas pela nova lei, principalmente motoristas de apps.

O que será votado?

A princípio, estavam previstos para votação dois PLs: o 419/18, de Amadeu; e o 421/15, de Police Neto. Isso foi o anunciado pelo presidente da Câmara dos Vereadores, Eduardo Tuma (PSDB), em sessão de dezembro de 2019 que adiou o tema.

Mas, Amadeu contesta. “O projeto do Police não vai entrar na pauta do dia 11. Pelo menos o presidente [da Câmara] falou para mim que não, o que foi combinado era entrar o 419.

Se tiver outra novidade não sei”, alegou.

Já Police Neto apontou que “existe compromisso público do presidente” de que os dois projetos iriam ser pautados, e caso seu projeto não vá a plenário, será “quebra de acordo”.

Em reunião de líderes na última terça (10), ficou decidido que a Câmara votaria um projeto do Executivo e depois entraria em votação apenas o projeto de Amadeu, contrariando o que havia sido dito no final de 2019.

Em resposta à reportagem, Tuma disse: “Cumpro os acordos que faço e respeito as decisões colegiadas dos líderes partidários na Câmara. No primeiro colégio de líderes de 2020, com líderes de diversos partidos inclusive do PSD, fizemos um acordo geral que seguiríamos durante o modelo de votação de 2019.

Votações em primeiro turno e noutra ocasião, votações em segundo turno. Conforme pactuado, inclusive no colégio de líderes realizado nessa semana, com os líderes partidários, novamente, inclusive do PSD, reiteramos o acordo feito sem qualquer objeção, pelo contrário concordância, inclusive do líder do PSD.

A diferença entre os dois projetos é de que o PL 419 entraria em primeira votação —ou seja, teria que passar por uma segunda votação na casa ainda para ir a sanção. Já o PL 421 está em segunda votação. Aprovado na primeira, não alcançou nem o número de aprovação e nem de rejeição na segunda.

Quais os principais pontos dos projetos?

O projeto do vereador Amadeu é mais polêmico e cria várias restrições para a atuação dos aplicativos em São Paulo. Já o de Police Neto traz poucas mudanças no funcionamento atual dos serviços na cidade. Já explicamos tudo sobre os dois projetos em votação na Câmara, mas seus principais pontos estão abaixo.

PL 419/18:

  • Limitação do número de motoristas de aplicativo ao número total de taxistas em São Paulo (atualmente são cerca de 40 mil taxistas)
  • Impedimento da criação de pontos físicos (como os pontos de encontro da Uber em aeroportos)
  • Compra e fiscalização dos créditos de quilômetros por parte dos apps (atualmente, empresas já pagam imposto por quilômetro rodado na cidade)
  • Motoristas precisam ter um carro licenciado em São Paulo e de sua propriedade
  • Regulamentação das caronas solidárias (como Waze Carpool e outros), com empresas tendo que se cadastrar (pagando um preço anual ou mensal à Prefeitura)
  • Regulamenta compartilhamento de veículos sem condutor, que é a locação de veículos disponibilizados em vagas de estacionamento ou nas ruas, como alguns apps já fazem. Empresas precisam de outorga e pagar taxa à prefeitura.

PL 421/15:

  • Não impõe restrição de números de veículos em aplicativos, nem sobre licenciamento em São Paulo. Carros podem ser dos condutores ou de outra pessoa.
  • Obrigação dos condutores serem cadastrados como MEI ou Simples Nacional
  • Empresas devem bloquear os condutores do aplicativo por ao menos 11 horas. O período de bloqueio pode ser fracionado, desde que seja garantido um período de oito horas seguidas. A Uber recentemente passou a limitar o uso a 12 horas por dia.
  • Regulamenta compartilhamento de carros sem condutor (aluguel de carros por apps), estabelecendo regras de estacionamento desses automóveis em vagas específicas na rua ou nos estacionamentos privados da cidade
  • Cria a “Faixa de Alta Ocupação”: em vias com três ou mais faixas de rolamento não exclusivas para o transporte público coletivo, uma será destinada a automóveis com três ou mais ocupantes (incluindo menores), em período integral ou horário de pico. Motos e carros classificados como elétricos ou híbridos podem circular nas faixas de alta ocupação, mesmo com um ocupante.

Quais leis regulamentam apps como Uber atualmente?

A Uber funciona desde 2016 em São Paulo por decreto do prefeito Fernando Haddad (PT). Na época, taxistas pediram a proibição do serviço, e a Câmara se recusou a regulamentá-lo.

Além de liberar o serviço, o decreto pôs regras como o recolhimento de ISS (Imposto Sobre Serviço) e um preço pago por quilômetro rodado (cerca de R$ 0,10 por quilômetro, cobrado do passageiro em todas as corridas).

No início de 2018, os aplicativos de transporte foram regulamentados pela lei federal. Essa lei isentou os carros dos serviços de terem placa vermelha (como taxistas), diz que o motorista não precisa ser dono do carro e não veta a circulação de carros entre diferentes municípios. Mas, a lei deixou aberta a possibilidade de cidades criarem suas próprias regras para os serviços.

Em 2019, um decreto de Bruno Covas (PSDB) estabeleceu novas normas na capital, como a necessidade de motoristas obterem o Conduapp, um tipo de autorização da prefeitura correspondente ao Condutax dos taxistas. A regulamentação ainda traz pontos de segurança como vistoria e cursos para motoristas. Mas, parte delas foram contornadas na Justiça pelos apps.

Como é no resto do mundo?

Apps como a Uber já tiveram problemas nos Estados Unidos, Reino Unido, Colômbia e Alemanha, entre outros. Nem todas elas foram sobre limitação da frota —quem quer fazer isso, agora, é a cidade de Nova York.

Atualmente, a maioria das discussões sobre a Uber abordam a precarização do trabalho e os custos para a população da chamada “economia de bico”, que se estende por outros setores, como entregas (iFood, Rappi) e serviços (Getninjas). Mas esse aspecto quase não é abordado nos projetos de lei paulistanos em votação nesta quarta.

Por que os vereadores acham suas regulamentações necessárias?

O vereador Adilson Amadeu alega que a situação dos apps na cidade de São Paulo é uma “bagunça”. Além disso, ele lembra que o serviço prejudicou os taxistas da cidade.

“O viário não comporta a quantidade de motoristas na cidade. Eu quero que não exista mais Uber ou 99? Não, só precisa ter um equilíbrio. São 39 mil taxistas na cidade, 500 mil motoristas de aplicativo com milhares de carros de locadora que não pagam IPVA. Eles entraram em cima de uma profissão acabando com o taxista”, diz.

Para o vereador Police Neto, o que define o número de carros no município não é um desejo de algum vereador, mas a lei de oferta e demanda na cidade, além da previsibilidade do serviço.

“A gente poderia discutir incentivos para preencher carros com mais pessoas. Já tínhamos que discutir outros setores, cobrar preço público dos apps de entrega. Aplicativos foram para onde táxis não iam e onde o transporte público não funciona direito”, afirma.

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Quais os possíveis efeitos para os apps com nova lei?

A Uber revelou algumas estimativas que podem ocorrer caso os trechos polêmicos do PL 419/18 sejam aprovados:

  • Limitação dos veículos ao número de taxistas: 70% de motoristas sem renda, 1,9 milhão de usuários mensais sem atendimento –principalmente na periferia– e R$ 109,5 milhões de perda de renda para a cidade em ISS e Preço Público
  • Proibição de carros licenciados fora de São Paulo: 44% dos motoristas sem renda, 1,3 milhão de usuários mensais sem atendimento –principalmente em regiões próximas a outras cidades da Grande São Paulo– e R$ 73 milhões de perda de renda para a cidade em ISS e Preço Público
  • Obrigação do motorista ser proprietário do veículo: 65% dos motoristas sem renda e R$ 108 milhões de perda de renda para a cidade em ISS e Preço Público

Quantos motoristas e taxistas trabalham em São Paulo atualmente?

É difícil calcular um número exato. O secretário municipal de Transportes, Edson Caram, disse em entrevista para a CBN que existem 500 mil cadastrados na Prefeitura.

Mas, nem todos são motoristas ativos; alguns trabalham poucas horas, e outros não usam o serviço todo dia.

Os aplicativos estimam o número em cerca de 150 mil, enquanto a Amasp (Associação dos Motoristas de Aplicativos de São Paulo) fala em 200 mil.

O número de taxistas na cidade é de cerca de 40 mil. Amadeu diz que um “número aceitável” é de 60 mil taxistas e 60 mil motoristas de apps, enquanto Caram afirma imaginar de “50 mil a 60 mil” motoristas de apps. Police Neto refuta os dois e aponta que o número de motoristas de aplicativos é muito variável, e limitar esse sistema seria uma “destruição”.

Como os motoristas de aplicativos veem a votação?

Consultada por Tilt, a Amasp afirmou ser contra o PL 419/18. A entidade diz que o projeto “prejudica a mobilidade dos paulistanos e também tira a renda de muitas pessoas”. A associação orienta os vereadores a dizerem “não” ao projeto de Adilson Amadeu.

“O projeto de lei é feito por um vereador dos táxis, é pensado para os taxistas e não nos motoristas de aplicativos”, opina Marlon Luz, vice-presidente da associação.

Os motoristas de aplicativos marcaram um protesto para esta quarta-feira (11) na frente da Câmara dos Vereadores de São Paulo. A manifestação está prevista para começar às 12h.

O que os taxistas dizem?

Natalício Bezerra, presidente do Sinditaxi (Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo), sempre se colocou contrário a qualquer regulamentação a apps como Uber por ainda considerar a categoria ilegal. Mas, novas leis e restrições que afetem os apps sempre são comemoradas por taxistas.

O que diz a Justiça sobre a regulamentação de aplicativos?

Na maioria dos casos, aplicativos ganham liminares na Justiça contra leis que afetem de forma grave seus funcionamentos. O próprio STF (Superior Tribunal Federal) considera inconstitucional a tentativa de cidades imporem limites ao número de carros na rua.

O que a prefeitura de São Paulo diz sobre os aplicativos?

O secretário municipal, Edson Caram, já se mostrou inclinado a limitar o número de carros de aplicativo no município. Em entrevista à CBN, ele fez críticas às maneiras à postura dos apps em relação a regulamentações e acredita que deve haver mais organização e limitação ao serviço.

“Como você tem a quantidade de táxis limitada na cidade de São Paulo, pode trabalhar nessa linha de organizar o trânsito como um todo. O aplicativo é muito bem-vindo, mas precisamos colocar regras que muitas vezes não são aceitas por ele”, afirma.

O que os aplicativos falam sobre as possíveis leis?

Em contato com Tilt, a Uber diz que o PL 419/18 “contém sérias restrições à atividade dos motoristas” e “ignora os benefícios do serviço para a cidade”. A empresa ainda aponta que o projeto ignora também a lei federal e estabelece uma “proibição disfarçada de lei”, com medidas como essa já sendo declaradas inconstitucionais pelo STF.

Já a 99 apontou que, sobre o PL 419/18 o STF já considerou que “proibir ou restringir o uso de aplicativos de mobilidade é inconstitucional e fere princípios como a livre iniciativa e a concorrência”. A empresa lembra que o projeto “burocratiza o serviço por aplicativo e impõe regras ultrapassadas”.

A Cabify, por sua vez, se limitou a dizer que está “em diálogo com as autoridades municipais e com o setor e que aguarda pela votação para demais ações”.

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Uber Lite | Download

O Uber Lite é uma versão mais leve, com somente 5 MB, do app de serviço de transporte.

Disponível para dispositivos Android gratuitamente, o programa ocupa o espaço de cerca de quatro fotos e promete ainda funcionar bem mesmo em conexões lentas.

Na maioria das vezes, o usuário consegue solicitar um veículo em somente quatro passos: abrir o app, confirmar a localização no momento, escolher o tipo de carro e selecionar a forma de pagamento.

Nossa opinião

O Uber Lite é uma versão mais leve e compacta do aplicativo do serviço de transportes, pensada em atingir todos os usuários Android, até mesmo aqueles que possuem aparelhos mais antigos. Para ocupar menos espaço, o software não dispõe do mapa que permite acompanhar o percurso do motorista até a localização de destino, mas informa o tempo médio para que o motorista chegue.

O layout é bastante simples e colorido, e a ausência dos mapas acaba tornando o modo de usar ainda mais prático.

Basta ativar os serviços de localização para indicar o local atual ou inserir o endereço manualmente, depois, selecionar o tipo de carro, o modo de pagamento e confirmar a corrida.

Assim como na edição tradicional da aplicação, o programa permite entrar em contato com o condutor e compartilhar a localização do veículo com terceiros, como uma medida de segurança.

Quem já tem uma conta no Uber, basta realizar o login do serviço para que todas as informações de uso (como os registros de viagens anteriores) sejam transferidas para o app. Claro que há menos recursos, mas nada que deverá fazer muita falta para quem o utiliza de forma particular (ou seja, que não precisa acessar um perfil corporativo ou familiar, por exemplo).

Em nossos testes, feitos em um Moto Z2 Play equipado com Android O, o app funcionou de maneira bastante rápida e sem travamentos. O download, realizado em uma rede Wi-Fi, ocorreu em poucos segundos, como prometido.

Apesar do objetivo da empresa ser atingir o público com smartphones mais antigos e menos poderosos, o programa é capaz de conquistar até mesmo os donos de aparelhos top de linha.

Seu design atraente e recursos disponíveis podem ser suficientes para quem deseja apenas as funcionalidades básicas do serviço sem ocupar muito espaço na memória do celular.  

Prós

  • Fácil de usar
  • Ocupa pouco espaço
  • Design caprichado
  • Tem as principais funcionalidades do app original

Contras

  • Somente para Android
  • Não permite acompanhar trajeto do motorista

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