Como baixar a pressão naturalmente durante a gravidez

Um bom remédio para a pressão alta na gravidez é tomar o suco de manga, de acerola ou de beterraba porque estas frutas possuem uma boa quantidade de potássio, que ajudam a regular naturalmente a pressão do sangue. 

Esta solução natural não deve ser usada somente quando a pressão encontra-se alta, mas como forma de manter a pressão sob controle, e por isso, é recomendado que a gestante tome estes sucos de forma regular, mantendo sua alimentação equilibrada e seguindo todas as orientações médicas.

1. Suco de manga

Como Baixar a Pressão Naturalmente Durante a Gravidez

A melhor forma de preparar um suco de manga, sem necessidade de adicionar açúcar é cortar a manga em fatias e passar pela centrífuga ou processador de alimentos, mas quando estes equipamentos não estão disponíveis, pode-se bater a manga no liquidificador ou mixer.

Ingredientes

  • 1 manga sem casca
  • Suco puro de 1 limão
  • 1 copo de água

Modo de preparo

Bater todos os ingredientes no liquidificador ou mixer e beber a seguir. Se sentir necessidade de adoçar, deve preferir mel ou Stévia. 

2. Suco de laranja com acerola 

Como Baixar a Pressão Naturalmente Durante a Gravidez

O suco de laranja com acerola além de ser muito saboroso também ajuda a manter a pressão arterial sob controle, sendo uma boa opção para o café da manhã ou lanche da tarde, acompanhado de um biscoito ou bolo integral, para regular melhor os níveis de glicose no sangue, o que é importante especialmente para quem tem diabetes. 

Ingredientes

  • 1 xícara de acerola
  • 300 ml de suco de laranja natural

Modo de preparo

Bater os ingredientes no liquidificador e tomar a seguir, de preferência sem adoçar artificialmente. 

3. Suco de beterraba 

Como Baixar a Pressão Naturalmente Durante a Gravidez

O suco de beterraba também é um excelente remédio caseiro para pressão alta, pois é rico em nitratos que relaxam as artérias, regularizando a pressão arterial. Além disso, como o suco é capaz de regular a pressão arterial, também previne contra doenças cardiovasculares graves, como AVC ou infarto, por exemplo.

Ingredientes

  • 1 beterraba
  • 200 ml de suco de maracujá
  • Modo de preparo
  • Bater os ingredientes no liquidificador, adoçar com mel à gosto e tomar a seguir, sem coar.
  • Para melhorar o tratamento da pressão alta também é importante fazer uma dieta equilibrada e praticar de atividade física regularmente.

Prematuridade

O que é hipertensão na gestação?

Como Baixar a Pressão Naturalmente Durante a GravidezSempre que houver o aumento da pressão, com níveis de pressão altos, maiores que 140/90, em gestantes. A hipertensão induzida pela gestação se refere ao aparecimento da hipertensão devido a gestação, ocorrendo após as 20 semanas de gestação e desaparecendo até 6 semanas após o parto.

A hipertensão gestacional é uma complicação que acompanha entre 5% e 7% das grávidas brasileiras. Maus hábitos e alimentação desequilibrada podem ser as causas. O aumento da pressão é um mal que pode comprometer a saúde e a vida tanto da mãe quanto do bebê. Esse problema causa o endurecimento da placenta e há risco de parto prematuro.

O aumento da pressão sanguínea diagnosticado durante a gestação em mulheres que nunca haviam antes demonstrado o problema é classificado como doença hipertensiva específica da gestação (DHEG). Esse é um dos distúrbios mais comuns em grávidas e se apresenta de duas formas: como pré-eclâmpsia e eclâmpsia.

Saiba mais sobre o assunto aqui: Pré-eclâmpsia e prematuridade: tudo que você precisa saber

Quais são as causas da hipertensão na gravidez?

Não existe uma única causa. Há o consenso de que o problema é resultado, entre outras coisas, da má adaptação do organismo materno a sua nova condição. Outros motivos são a alimentação desequilibrada, assim como o excesso de sal, e o sedentarismo. Embora o começo do problema esteja na formação da placenta, os principais agravantes da hipertensão são mesmo os hábitos alimentares.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é clínico e laboratorial: medida da pressão arterial, pesquisa de edema (inchaço) e dosagem de proteínas na urina. A medida da pressão arterial é uma das intervenções mais importantes durante o pré-natal.

A caracterização do problema é feita através da pressão arterial diastólica (mínima) sendo igual ou superior a 90 mmHg ou o aumento da pressão arterial acima de 15 mmHg do valor medido antes de 20 semanas de gestação. Quanto mais alta estiver a pressão da gestante, maior é o risco de parto prematuro.

Quando a hipertensão na gravidez estiver associada a perda de proteínas pela urina (proteinúria), teremos um quadro chamado pré-eclâmpsia ou toxemia gravídica, que é o aparecimento de hipertensão arterial acompanhada de proteinúria em gestação acima de 20 semanas, podendo haver ou não edema (inchaço) nas pernas, rosto e mãos. A proteinúria significativa é aquela com valores iguais ou maiores a 300 mg de proteína na urina coletada durante 24 horas.

Hipertensão é o aumento dos níveis tensionais acima de 140 x 90 mmHg. A pressão arterial deve ser medida com a paciente sentada e confirmada após período de repouso em 3 medidas.

O que é Hipertensão Crônica Associada à Gestação?

A hipertensão crônica pode ser essencial (não se conhece a causa), de origem renal, vascular (coarctação da aorta) e endócrina (doenças da supra-renal). A hipertensão na gestante é crônica quando ocorre antes de 20 semanas de gestação, quando já havia sido diagnosticada previamente à gestação e quando a hipertensão não desaparece até 6 semanas após o parto.

Durante a gestação, os níveis de pressão costumam diminuir. Se a paciente for hipertensa crônica e engravidar, os seus níveis pressóricos poderão diminuir ou não, por isso é importante conhecer os níveis pressóricos antes da gestação. Este diagnóstico é fácil de ser realizado pelo seu médico.

Pacientes hipertensas devem consultar seu médico para serem avaliadas quanto à gravidade de sua doença e informadas dos problemas que poderão surgir durante a gestação. As hipertensas graves devem estar cientes dos riscos maternos antes da concepção.

Algumas medicações frequentemente utilizadas por mulheres hipertensas não devem ser utilizadas durante a gestação.

Por exemplo, um grupo de anti-hipertensivos chamados inibidores da ECA (enzima conversora de angiotensina) podem levar a alteração da função renal do feto bem como morte fetal.

Seu médico deve orientá-la em relação às medicações que podem ser utilizadas para o tratamento da hipertensão na gestação.

Quais os sinais de que o problema está se tornando preocupante?

Além da pressão sanguínea muito alta, dores de cabeça e abdominais, escotomas (visão comprometida com pontos brilhantes) e inchaço em todo o corpo indicam que o quadro da gestante é sério e merece cuidados médicos imediatamente.

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Quanto maior a pressão, maior o risco de parto prematuro?

Como Baixar a Pressão Naturalmente Durante a GravidezSim. Por um mecanismo ainda desconhecido, a hipertensão causa o envelhecimento precoce da placenta, fator que impede a passagem de nutrientes para o bebê de forma normal. Por conta disso, uma gravidez com hipertensão pode causar sofrimento ao feto, havendo a necessidade do parto prematuro. O parto também pode ser antecipado se a grávida estiver em risco por conta da pressão descontrolada, pois a retirada da placenta tende a melhorar a pressão da mãe. Os especialistas afirmam que quanto mais alta estiver a pressão da gestante, maior é o risco de insuficiência placentária e parto prematuro.

Dá para controlar a doença sem medicação?

Depende. Para isso, é preciso ficar de olho na alimentação e no ganho de peso.

A dieta, por exemplo, deve ser rica em ácido fólico, já que esse nutriente tem ação vaso dilatadora, e pobre em sal, o gatilho para o disparo da pressão.

Se mesmo com esses cuidados a pressão teimar em subir, aí os remédios anti-hipertensivos costumam ser necessários. Mas a questão deve ser avaliada pelo médico que faz o seu acompanhamento.

Mulheres que já tinham pressão alta antes da gravidez devem tomar cuidados extras?

Sim. Quem já era hipertensa deve, junto com o cardiologista e o ginecologista, estudar soluções para controlar o problema durante a gestação.

Muitas vezes, os especialistas optam por trocar o anti-hipertensivo que a mulher já tomava por outro medicamento da mesma classe e mais indicado para esse período. E, claro, é preciso redobrar os cuidados com o aumento do peso e a alimentação.

Outra providência é aumentar a suplementação de ácido fólico. As futuras mamães que já tinham hipertensão antes de engravidar não se enquadram nos casos de doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), que, como o próprio nome diz, geralmente se restringe a esse período.

No entanto, a partir do momento em que a pressão não para de subir, os sintomas e os procedimentos adotados pelos médicos são similares aos da pré-eclâmpsia e da eclâmpsia.

Existe um perfil de mulheres que desenvolvem a hipertensão gestacional?

Mulheres que engravidam tardiamente costumam ter maior chance de desenvolver o problema – cerca de 14% delas, como, por exemplo, mulheres que trabalham muito e esperaram a estabilidade para engravidar.

Por isso também são mais estressadas, sofrem muita pressão e, comumente, ingerem muito café, o que pode provocar a hipertensão na gestação.

 A pré-eclâmpsia também tem maior incidência na primeira gravidez e, do mesmo modo, gestações múltiplas têm grandes chances de desenvolver o problema.

Quem teve hipertensão na gravidez tem maior chance de ter pressão alta ao longo da vida?

Qualquer doença durante a gestação é um indício de uma predisposição. É uma ilusão pensar que o surgimento de algumas complicações seja totalmente aleatório. A exemplo disso estão os números do diabete gestacional.

Cerca de 20% das mães desenvolvem a doença depois da gravidez. É comum em pacientes que desenvolveram a doença hipertensiva específica na gravidez ter a pressão normalizada, ou, pelo menos, reduzida logo após ao parto.

Mas, ainda assim, em muitos casos elas continuam com o uso do anti-hipertensivo por cerca de 40 dias.

O bebê de mãe com hipertensão nasce como qualquer outra criança?

Geralmente, o bebê nasce com baixo peso devido à insuficiência placentária. Além disso, o baixo peso ao nascer está relacionado com um maior risco cardiovascular na idade adulta. Por isso, é importante a manutenção de hábitos saudáveis desde a infância.

Os especialistas explicam que tanto a hipertensão adquirida durante a gravidez quanto uma mulher que já tinha hipertensão, caso não controlem o quadro, podem sofrer convulsões, as chamadas eclâmpsias, diabetes gestacional, AVC, infarto e insuficiência renal, que são complicações que podem inclusive levar à morte se não tratadas de maneira correta.

Fonte: ABC da Saúde, Bebê.com.br e Minha Vida.

Os riscos da hipertensão durante a gravidez

Gravidez não é doença, mas é preciso cuidado para que todo o período de gestação seja seguro para a mamãe e para o bebê. Hoje, 26 de abril, é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial e o Sempre Bem vem lembrar os riscos da pressão arterial elevada nessa fase. O acompanhamento pré-natal faz toda a diferença para diagnosticar e tratar esse problema.

O que é hipertensão gestacional?

A hipertensão gestacional é uma forma de hipertensão arterial exclusiva da gravidez, que surge depois da 20ª semana de gestação em mulheres que nunca tiveram o problema e que não apresentem sintomas de pré-eclâmpsia. Normalmente, ela desaparece logo nas primeiras semanas após o parto, primeira ou segunda semana, mas, se até a 12ª semana a pressão ainda estiver alterada, a mamãe passa a ser considerada hipertensa.

Também conhecida como doença hipertensiva específica, essa enfermidade é mais comum em gestantes com sobrepeso, com histórico familiar ou pessoal de pré-eclâmpsia, em primeira gravidez, em gestação gemelar (de gêmeos), gestações na adolescência e após os 35 anos e em mulheres de etnia negra.

Mesmo sendo um problema bem menos grave do que a pré-eclâmpsia, o aumento da pressão durante a gravidez pode trazer prejuízos à saúde da grávida e do bebê. Gestantes com pressão alta apresentam maior risco de alterações no fluxo sanguíneo na placenta, redução do crescimento fetal, descolamento precoce da placenta e parto prematuro.

Vale lembrar que a pressão arterial está alta quando a aferição aponta 14/9 mmHg. Se a pressão não ultrapassar os limites de 16/11 mmHg, o caso é visto como não grave, porém, se for maior que isso, passa a ser tratado como hipertensão gestacional grave.

O problema também é um fator de risco para que no futuro as mulheres desenvolvam um quadro de hipertensão arterial, ainda que tenham apresentado normalização da pressão arterial após o parto.

A longo prazo, elas acabam sendo 4 vezes mais propensas a desenvolver hipertensão arterial crônica.

Quais os sintomas e riscos?

A pressão alta é responsável por diversos problemas de saúde e, acontecendo em um período de tantas mudanças no corpo e no organismo como a gravidez, pode significar riscos sérios para a mãe e para o feto.

A pressão sanguínea muito alta, ocorrência de dores de cabeça e abdominais, além de visão comprometida com pontos brilhantes e inchaço em todo o corpo são sinais de que o quadro da gestante é sério e precisa de cuidados médicos rapidamente.

Cerca de 1/3 das gestantes com hipertensão gestacional correm o risco de evoluir o quadro para pré-eclâmpsia, que é uma forma de hipertensão muito mais grave. Por isso, é muito importante que a grávida seja observada cuidadosamente durante toda a gestação, com monitoramento frequente de proteinúria (perda de proteínas na urina), fator verificado por meio do exame de urina.

Existem características clínicas que indicam alerta ao risco de progressão da hipertensão gestacional para pré-eclâmpsia, como o aparecimento da hipertensão antes da 34ª semana de gestação, hipertensão arterial grave, níveis de ácido úrico elevados e alterações no fluxo da artéria uterina, detectáveis por ultrassom doppler.

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Como prevenir?

Apesar de ter fatores diversos, a prevenção para a ocorrência de hipertensão na gestação passa por uma receita bem conhecida: alimentação equilibrada, pouco sal e atividades físicas.

É importante ficar de olho nos hábitos alimentares e no ganho de peso. Dê preferência a uma dieta rica em ácido fólico, que é um nutriente com ação vasodilatadora, pobre em sal, o principal gatilho para o disparo da pressão, e pratique exercícios físicos, sem exageros, claro. Procure sempre especialistas para que você tenha a melhor orientação e acompanhamento.

Ah, e também precisa eliminar o consumo de bebidas alcoólicas, viu!

Quais os tipos e como tratar cada um deles?

Hipertensão gestacional não grave – pressão arterial menor que 16/11 mmHg

Grande parte das grávidas com hipertensão apresenta níveis de pressão arterial abaixo de 160/110 mmHg. Nesse tipo de hipertensão gestacional, não é necessário ficar de repouso na cama, mas é recomendada uma redução nas atividades do dia a dia. Também é preciso evitar exercício físico e, se as atividades profissionais forem muito estressantes ou exaustivas, o ideal é o afastamento.

O acompanhamento médico deve acontecer semanal ou bissemanalmente para medir a pressão arterial e a excreção de proteínas na urina, medidas preventivas que visam identificar precocemente o risco de evolução para pré-eclâmpsia. Além disso, a gestante é orientada a aferir sua pressão arterial diariamente em casa. Como não traz risco para a mãe nem para o bebê, o tratamento não inclui medicamentos anti-hipertensivos.

Hipertensão gestacional grave – pressão arterial maior que 16/11 mmHg

A hipertensão gestacional grave normalmente apresenta taxas de complicação semelhantes às da pré-eclâmpsia nas futuras mamães. Por esse motivo, deve-se ficar atenta e seguir as recomendações do médico à risca. Nesses casos, o uso de anti-hipertensivos é indicado, bem como a antecipação do parto, que deve ocorrer entre a 34ª e a 36ª semana de gestação.

Quando o quadro se agrava antes de completar 34 semanas, é recomendada a internação hospitalar para que se faça o controle da pressão arterial e a monitorização do feto. Assim, tenta-se levar a gravidez de modo seguro até, no mínimo, a 34ª semana.

Nunca é demais lembrar que qualquer medicamento durante a gravidez deve ser indicado pelo seu obstetra ou cardiologista, ok?! 

Outros tipos de hipertensão na gravidez

Hipertensão crônica preexistente

Qualquer pessoa que tenha valores da pressão arterial frequentemente acima de 14/9 mmHg já é considerada hipertensa.

Na gravidez, a hipertensão é considerada preexistente se ela já existia antes de a mulher engravidar. Uma mulher que já tem hipertensão antes da gravidez, continuará hipertensa durante a gestação.

Também considera-se hipertensão preexistente a alteração na pressão arterial que ocorre anteriormente à 20ª semana.

Nesse caso, os especialistas entendem que a mulher já era hipertensa antes da gestação, mas não sabia.

Pré-eclâmpsia

A pré-eclâmpsia é quando a hipertensão surge após a 20ª semana de gravidez e vem associada à perda de proteínas na urina, usualmente chamada de proteinúria. Uma situação em que a hipertensão que surge após a 20ª semana de gestação e está associada a problema renais, do fígado, do sistema nervoso central ou queda no número de plaquetas também pode ser pré-eclâmpsia.

Pré-eclâmpsia superposta à hipertensão crônica

Esse tipo de pré-eclâmpsia ocorre em mulheres previamente hipertensas. Acredita-se que a doença ocorra por causa de problemas no desenvolvimento dos vasos da placenta no início da gravidez, período em que a ela está se implantando no útero.

À medida que a gravidez evolui e a placenta aumenta, a ausência de uma vascularização adequada leva a uma passagem sanguínea insuficiente, o que pode ocasionar isquemia placentária. Com a falta de circulação adequada, a placenta produz uma série de substâncias que, ao caírem na vasos sanguíneos maternos, causam descontrole da pressão arterial e lesão nos rins.

Eclâmpsia

Imagino que a essa altura você deve estar se perguntando o que é de fato a eclâmpsia… O que caracteriza a eclâmpsia é a presença de uma ou mais crises convulsivas em uma grávida diagnosticada com pré-eclâmpsia.

Apesar do que os nomes das doenças possam sugerir, a eclâmpsia não é a evolução da pré-eclâmpsia, mas sim a primeira é uma forma mais grave da segunda. É preciso ter atenção redobrada nesse caso, pois, se a pressão não for controlada, recorre-se ao aceleramento do parto para diminuir o risco de morte da mãe e do bebê.

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Fontes: MD.Saúde | Bebê.com.br

Hipertensão na gravidez: tire suas dúvidas

Durante a gestação, algumas mulheres ficam vulneráveis à pré-eclâmpsia, que é a hipertensão arterial (pressão alta) que ocorre a partir da 20ª semana de gestação. 

Esse problema pode evoluir para a eclâmpsia. Na eclâmpsia ocorre um descontrole da pressão arterial colocando em risco a vida da mãe e a do bebê. Segundo dados do Ministério da Saúde, a hipertensão na gestação é uma das maiores causas de mortalidade materna. 

Leia o artigo a seguir e saiba como evitar esse problema. 

O que é pressão alta? 

A hipertensão arterial é uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ocorre quando a pressão está acima dos níveis considerados normais. 

Em média, a pressão considerada normal é máxima em 120 e mínima em 80 mm de mercúrio, ou seja, 12 por 8. Quando os valores das pressões máxima e mínima são iguais ou ultrapassam os 140/90 mmHg (14 por 9), temos a pressão alta. 

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Como é feito o diagnóstico da hipertensão na gravidez? 

O diagnóstico é feito quando os níveis pressóricos são iguais ou superiores a 140/90 mmHg.

Os distúrbios hipertensivos durante a gravidez são classificados em 4 categorias:

  • Hipertensão crônica
  • Pré-eclâmpsia  e eclâmpsia
  • Pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão crônica
  • Hipertensão gestacional

Hipertensão crônica 

É observada antes da gravidez, ou antes de 20 semanas de gestação, ou ainda diagnosticada pela primeira vez durante a gravidez e não se resolve até 12 semanas após o parto.

Pré-eclâmpsia/eclâmpsia

A pré-eclâmpsia é um distúrbio vascular generalizado que ocorre após 20 semanas de gestação e pode se manifestar até 4 a 6 semanas após o parto. É clinicamente definido pela pressão alta e proteinúria (perda excessiva de proteínas através da urina), com ou sem inchaço causado pelo acúmulo de líquidos nos tecidos (edema). 

A eclâmpsia é caracterizada pela presença de convulsões tônico-clônicas – que são convulsões associadas à perda súbita da consciência – generalizadas ou coma em mulher com qualquer quadro de pressão alta, não causadas por epilepsia ou qualquer outra doença convulsiva. Pode ocorrer na gravidez, no parto e no puerpério imediato.

Pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão crônica 

É o surgimento de pré-eclâmpsia em mulheres com hipertensão crônica ou doença renal. 

Hipertensão gestacional (doença hipertensiva específica da gestante)

Neste caso, é necessário afastar pré-eclâmpsia. São seguidas as mesmas condutas clínicas recomendadas para pré-eclâmpsia. A hipertensão na gravidez pode ser transitória: a pressão retorna ao normal até 12 semanas após o parto (diagnóstico retrospectivo) ou crônica: a elevação da pressão arterial persiste além de 12 semanas após o parto. 

O que fazer para evitar a pressão alta na gravidez? 

Para evitar a hipertensão na gravidez, é essencial comparecer a todas as consultas pré-natal. 

Em todas elas, a sua pressão deve ser aferida. Também é importante ficar atenta a sintomas como dor de cabeça, perna inchada ao levantar, náusea e vômito (na segunda metade da gravidez). 

Manter hábitos saudáveis também é imprescindível. Por isso você deve: 

  • Consumir frutas, verduras e legumes e reduzir frituras, a gordura e sal. Lembrar que o sal também está presente em alimentos doces como os refrigerantes e bolachas; 
  • Praticar atividade física;
  • Evitar o uso de substâncias que aumentam o ritmo cardíaco como o café;
  • Caso seja fumante, procure abandonar o cigarro. 

No vídeo a seguir, nossa Biomédica e futura mamãe Débora Dreveniak esclarece algumas dúvidas sobre a hipertensão na gestação. Assista. 

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A importância de controlar a pressão arterial

Sutiãs de Maternidade

Ao escolher um sutiã de maternidade, as escolhas são infinitas, então não há motivo para não encontrar um que se encaixe confortavelmente e que a faça sentir-se bem.

Se você sempre comprou o mesmo tamanho de sutiã desde a adolescência, quando seus seios pararam de crescer, isso pode ser uma surpresa.

Não pense que você necessariamentre ainda vai usar o mesmo tamanho de sutiã agora que está grávida. Mais do que nunca, é importante que um especialista em sutiãs a aconselhe corretamente.

Geralmente, você pode encontrá-los em lojas de departamento e dentro de lojas especializadas em lingerie.

Quando devo comprar um sutiã de maternidade?

Um sutiã de maternidade incorreto pode gerar tensão no pescoço, ombros e costas. Muitas mulheres só percebem que existem outras alternativas, até tentar um sutiã mais confortável.

No primeiro trimestre da gravidez, os seios da maioria das mulheres já passaram por uma mudança significativa. A rigidez e a sensibilidade, junto com o aumento do tamanho, fazem à maioria das mulheres sentirem muito mais incomodo em seus seios. Cada mulher experimenta mudanças únicas em seus seios, embora o aumento de tamanho e peso do tecido mamário seja comum.

A maioria das alterações mamárias durante a gravidez ocorrem nos primeiros quatro meses. Essas mudanças hormonais são essenciais e inevitáveis durante a gravidez, pois preparam os seios para amamentação.

Mudanças rápidas no tecido mamário, tamanho e forma, fazem que você se sinta desconfortável com seus seios sem um sutiã apropriado.

Se normalmente você evita usar sutiãs, usando apenas tops, talvez seja necessário repensar suas opções de roupas íntimas.

  • Por que eu deveria comprar um sutiã de maternidade?
  • Como eles são desenhados para fornecer um nível de suporte diferente do que os sutiãs normais, não possuem fios rígidos e tendem a ter alças mais largas e mais opções de gancho para o fechamento nas costas. Eles são muito diferentes dos sutiãs normais que são desenhados para o tecido mamário não lactante e muitas vezes podem ter a moda e a aparência como uma prioridade
  • Importa se eu não quiser usar um sutiã de maternidade?

Você não é obrigada a fazer nada, a escolha é totalmente sua. Algumas mulheres não se adaptam bem a esse tipo de sutiã e outras, sim.

No entanto, usar um sutiã, sem dúvida, ajudará a evitar o alongamento do tecido mamário ajudando a reduzir a flacidez e o desconforto.

O que devo procurar quando comprar um sutiã de maternidade?

Três palavras responderão a esta pergunta: conforto, apoio e aparência, cada um desses fatores é igualmente importante. Todas nós tivemos a experiência de vestir um sutiã desconfortável e quando o fazemos, tudo o que pensamos é tira-lo.

Que mulher não entrou na casa, depois de um longo dia, tirou o sutiã e sentiu um grande alívio?

Posso usar os mesmos sutiãs de maternidade para todas as minhas gravidezes?

É possível, desde que estejam em boas condições e não tenham perdido suas propriedades de suporte. Muito uso e a lavagem podem corroem as fibras e, como qualquer outra roupa, os sutiãs de maternidade têm vida útil.

Cada gravidez coloca novas exigências e alterações hormonais sobre os seios de uma mulher e a taxa de crescimento dos seios pode ser diferente para cada gravidez.

Cuidado dos sutiãs de maternidade

Embora os fabricantes recomendem lavá-los à mão, é muito difícil ter tempo para isso. No entanto, se você cuidar de seus sutiãs de maternidade, eles cuidarão de você e durarão mais do que se você os colocar na máquina de lavar.

Evite lavar com água quente, isso só irá destruir as fibras elásticas e qualquer cordão que tenha. 

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