Como aumentar sua resistência alcoólica: 15 passos

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    Saiba a diferença entre tolerância alcoólica e dependência. Embora exista uma relação entre ambos os conceitos, eles não são a mesma coisa. Uma pessoa pode aumentar a tolerância alcoólica sem se tornar dependente, embora apresentar uma tolerância excessivamente elevada possa ser um indício de dependência.[1]

    • A tolerância indica que o seu corpo se adapta ao consumo de uma quantia de álcool específica, mesmo que se trate de uma cerveja ou uma taça de vinho.[2]
    • A dependência, por outro lado, envolve o consumo de álcool consistente e compulsivamente e sua necessidade para funcionar, um estado perigoso e que deve ser evitado.[3] Se a tolerância alcoólica for elevada demais, esse é um sinal provável de que você é dependente, um risco não apenas para você, mas também para as pessoas ao seu redor.
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    Entenda que os diversos tipos de bebidas diferem entre si. Nem todas elas têm igual teor alcoólico e inclusive o mesmo tipo de bebida pode afetar pessoas diferentes de forma única.

    • Geralmente, quanto menor for a dose mais intensa é a bebida. Uma dose de uísque, por exemplo, pode conter tanto álcool quanto uma cerveja light.
    • Em muitos países, o teor alcoólico é informado no rótulo da bebida. Quanto maior o número, mais intenso o efeito.
    • Drinques e coquetéis frutados e doces podem ser difíceis de discernir nesse quesito — especialmente para iniciantes. Como essa porcentagem depende muito do preparo de cada bartender, não existe um padrão único.
    • Nem todo tipo de bebida é padronizada. Uma cerveja lager comum apresenta um teor alcoólico de 5%{displaystyle 5\%}, mas algumas cervejas artesanais podem chegar a 20%{displaystyle 20\%} ou mais.
    • Bebidas diferentes poderão ter efeitos diversos. Saiba que, apesar da ebriedade ter efeitos comuns, essa distinção ainda pode ser notada. Por exemplo, uma pessoa pode estar muito mais sóbria depois de tomar vinho do que depois de uma dose de tequila.
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    Estipule a sua tolerância alcoólica atual. Antes de começar a aumentar o consumo, estime qual é esse valor atualmente. Isso o ajudará a determinar a forma mais segura de prosseguir.

    • Tome um drinque, talvez dois se estiver em um ambiente seguro e na companhia de pessoas responsáveis. Não se coloque em uma situação na qual a ebriedade represente um perigo ou pessoas irresponsáveis possam tentar forçá-lo a ir além de sua zona de conforto.
    • Se você não tem o hábito de consumir álcool ou toma apenas um a dois drinques por semana, é provável que a sua tolerância seja comparativamente baixa. Se esse consumo for de dois drinques em cinco dias por semana, por outro lado, trata-se de uma tolerância bem maior.
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    Aumente o consumo de forma gradual, segura e responsável. O caminho mais fácil a se tomar é beber mais, sendo crucial avançar sem causar dano a si mesmo ou a outras pessoas.

    É importante entender que o consumo alcoólico nunca vem sem riscos e que, mesmo em momentos nos quais os efeitos não sejam sentidos de forma intensa, você ainda pode estar afetado demais para funcionar normalmente.

    • Vá com calma. Beba, por exemplo, apenas um drinque adicional na ocasião desejada. Se você não tem esse hábito, comece com uma (ou mesmo meia) bebida. Caso já esteja acostumado a tomar uma taça de vinho ou uma dose de destilado, aumente esse valor para uma e meia ou duas. Dessa forma, você aumenta a sua tolerância sem precisar consumir de forma excessiva.
    • Tome um copo de água entre os drinques para avançar de forma lenta e controlada.
    • Coma enquanto bebe. Alimentar-se durante o processo evita que o álcool afete o corpo de forma descontrolada. Beber com o estômago vazio provoca uma embriaguez muito mais intensa do que depois de comer.
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    Mantenha-se dentro dos limites do bom senso. Lembre-se, você quer aumentar a tolerância enquanto evita a dependência. Ao beber de forma moderada, os riscos de se tornar dependente ou causar danos a si mesmo diminuem drasticamente.

    • Lembre-se de que a sua capacidade de decisão será afetada pelo álcool — você pode estar bêbado sem sequer perceber. Por essa razão, é importante ter por perto um amigo atento ao seu consumo que o ajude a ficar dentro dos limites.
    • As unidades alcoólicas são baseadas no percentual presente em uma bebida e na quantidade consumida. Uma unidade equivale a 10 ml{displaystyle 10 { ext{ml}}} de álcool puro.[4] Uma vez que a maioria das bebidas não é composta pela substância pura, o percentual é expresso como valor fracionado.[5] Uma garrafa de vinho, por exemplo, conterá 9∼10{displaystyle 9sim 10} unidades.
    • Meio litro de cerveja a 4%{displaystyle 4\%} de teor alcoólico, por exemplo, conterá ∼2,3{displaystyle sim 2,3} unidades.[6] Caso prefira destilados, como o uísque, 25 ml{displaystyle 25 { ext{ml}}} de um single conterão uma unidade.[7] No caso do vinho, uma taça de 175 ml{displaystyle 175 { ext{ml}}} conterá também 2,3{displaystyle 2,3} unidades.[8]
    • Os limites para o consumo responsável de álcool não devem ultrapassar 2∼3{displaystyle 2sim 3} unidades alcoólicas por dia, no caso das mulheres. Isso equivaleria a aproximadamente uma cerveja, uma taça de vinho ou duas a três doses de destilados.[9]
    • No caso dos homens, esses limites não deve superar 3∼4{displaystyle 3sim 4} unidades alcoólicas por dia, o equivalente a uma a duas cervejas ou taças de vinho, ou três a quatro destilados.[10]
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    Saiba quando parar. À medida em que a sua tolerância alcoólica aumenta, pode ficar cada vez mais difícil determinar quando você bebeu mais do que devia. Saber o quanto foi consumido o ajudará a evitar a embriaguez, a intoxicação alcoólica ou males ainda piores.

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    Tenha dias sem álcool toda semana. É uma boa ideia ter ao menos dois dias livres de bebidas alcoólicas a cada semana. Isso evita a dependência e ajuda o corpo a se recuperar do consumo prévio.

    • Se você sente que não pode passar um dia sem beber, esse é um sinal de que já é dependente.[11] Nesse caso, busque ajuda profissional.
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    Conheça os perigos do consumo alcoólico. Sempre ao beber, você corre o risco de causar danos ao organismo, e a única forma de evitá-lo é a abstinência. Quanto maior o consumo, maiores os riscos serão.[12]

    • A tolerância não o protege dos perigos do álcool.
    • Em curto prazo, esse consumo pode provocar os seguintes males: ganho de peso, depressão, problemas de pele e perda de memória.
    • Em longo prazo, o consumo alcoólico pode resultar em pressão alta, problemas hepáticos crônicos e câncer de mama.

8 dicas para aumentar sua tolerância ao álcool e não ser o bêbado idiota da festa de fim de ano

ATENÇÃO: esse artigo não é recomendado para menores de 18 anos. Se for dirigir, não beba.

Festas de fim de ano. Você tem grandes planos: impressionar seus chefes, sogros, se divertir, conhecer alguém legal, etc etc etc. Para dar um empurrãozinho a suas intenções, você se dirige às bebidas e se arma com um copo na mão.

Pena que a desinibição causada pela bebida pode ir daí para pior muito rápido: em questões de minutos ou horas, você se torna o “bêbado” da festa, quebrando coisas, ofendendo pessoas, sendo demitido e/ou abandonado, e efetivamente arruinando a sua vida.

  • Por que, afinal, é tão difícil beber com moderação?
  • Ninguém quer isso, não é mesmo? Confira então algumas dicas para não ser “o inconveniente” ou “a garota dançando em cima da mesa”:
  • [box]O embaraçoso estado de embriaguez
  • Antes de chegar às preciosas dicas, precisamos entender como nosso corpo metaboliza o álcool, de forma a combater os desastres potenciais causados por ele.

O álcool, depois de ingerido, é absorvido principalmente a partir do intestino delgado pelas veias que recolhem o sangue do estômago e dos intestinos, e pela veia portal, que conduz sangue para o fígado. A partir daí, é transportado para o fígado, onde é exposto a enzimas e metabolizado.

O conteúdo de álcool no sangue é influenciado por fatores ambientais (tais como a taxa de consumo de bebidas alcoólicas, a presença de alimento no estômago, e o tipo de bebida alcoólica) e por fatores genéticos (variações nas principais enzimas metabolizadoras de álcool, a álcool desidrogenase (ADH) e a aldeído desidrogenase 2 (ALDH2)).[/box]

Dica 1: coma bem

Comer é absolutamente essencial. Beber com o estômago vazio é uma receita para o desastre e um erro de principiante. Se não puder comer antes de sair de casa, leve um lanche ou coma onde estiver bebendo.

Como o conteúdo de álcool no sangue é afetado pelo conteúdo gástrico, tente comer algo mais substancial se for beber. Proteínas e gorduras demoram mais tempo para serem digeridas, assim ficarão em você por mais tempo e continuarão a lhe ajudar a não ver o mundo rodando. Se estiver em um coquetel, coma um canapé sempre que puder.

Dica 2: escolha sabiamente

O teor de álcool é fundamental para determinar quão bêbado você pode ficar, mas há outros fatores que você deve considerar ao escolher o que beber.

Vinho tinto e destilados escuros como uísque geralmente contêm produtos químicos que podem lhe dar dor de cabeça e bagunçar seu senso de inibição depois de apenas uma ou duas horas.

Cada pessoa reage a bebidas de forma diferente, de modo que você pode fazer alguns testes e ver como elas lhe afetam antes de beber descontroladamente em uma festa de fim de ano.

Além disso, evite bebidas açucaradas. Elas aumentam seus níveis de açúcar no sangue, levando-o a um pico de energia, seguido de cansaço e/ou dores de cabeça muito antes de a festa acabar. Além disso, elas lhe enchem e deixam menos espaço para consumir coisas melhores.

  • Quer beber menos? Escolha um copo reto
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Dica 3: beba água

O álcool é um diurético, o que significa que você vai fazer xixi para caramba, o que, por sua vez, pode levar à desidratação. Isso vai lhe causar uma bela ressaca. Além disso, um cérebro desidratado não funciona bem, o que irá agravar a sua sensação de embriaguez.

Lembre-se: a água é sua melhor amiga. Não refrigerantes ou outras bebidas não alcoólicas, água. O melhor é tomar um copo de água para cada bebida alcoólica que você consome. É difícil? Sim. Você vai fazer mais xixi ainda? Sim. Porém, você continuará pensando como uma pessoa sã e não como um bêbado atordoado.

Dica 4: descanse antes de beber

Você já reparou que, quando está cansado, uma bebida pode lhe acertar como se fosse três? Há um certo número de fatores que contribuem para esse efeito. Para começar, quando estamos cansados, é mais difícil pensar claramente. Os sintomas do cansaço podem se manifestar de forma semelhante à embriaguez. Adicionar álcool real à equação só amplifica esse efeito.

Mais além, de acordo com a Universidade de Rochester (EUA), fadiga geral ou cansaço pode conduzir a um conteúdo de álcool no sangue mais elevado do que o normal, já que o fígado é menos eficiente no processamento e/ou eliminação de álcool quando o nível geral de energia é baixo. Depois, como o álcool é um depressor natural, consumir álcool quando cansado pode aumentar seu nível de cansaço e ampliar seus efeitos tradicionais. Embriaguez e cansaço = um bêbado chato e possivelmente incontrolável.

Dica 5: vitamine-se

Quando você está bebendo demais, você não só perde água, mas também alguns nutrientes importantes. A falta desses nutrientes pode levar a sintomas de ressaca enquanto você ainda está na festa, diminuindo drasticamente suas habilidades de beber (e suas habilidades sociais).

Vitaminas B são uma das primeiras coisas que o álcool chuta para fora de seu corpo. Você também vai precisar de alguns eletrólitos. Escolher algum suplemento que contenha os dois e tomar antes da ou durante a festa pode lhe ajudar.

Dica 6: esqueça a cafeína

Tomar café ou energético, ou outras bebidas com cafeína, não vão necessariamente lhe dar mais vitalidade ou tolerância. Embora seja verdade que a cafeína irá mantê-lo mais “acordado”, não vai mantê-lo mais sóbrio. Na verdade, isso lhe leva a artificialmente pensar que sim, o que por sua vez pode lhe levar a beber muito mais, mais rápido, gerando experiências horríveis para você.

Você também vai estar mais bêbado do que você pensa que está, portanto mais propenso a fazer algo estúpido. Além disso, a cafeína também é diurética, como o álcool, e vai desidratá-lo ainda mais e aumentar suas chances de passar mal.

  • Beber álcool encolhe o cérebro

Dica 7: considere sua tolerância

Bebedores experientes geralmente aguentam beber mais. O álcool é uma toxina, e os nossos corpos se adaptam a metabolizar e lidar com ela. Esse tipo de adaptação leva tempo e repetição.

Quanto mais tolerante estamos à toxina, mais lentamente nossos corpos tentam quebrá-la e, assim, mais lenta ela é absorvida na nossa corrente sanguínea.

Esta taxa de absorção varia consideravelmente entre os indivíduos; experientes bebedores do sexo masculino, com massa corporal elevada, podem processar até 30 gramas (38 ml) por hora, mas um número mais típico é 10 gramas (12.7 ml) por hora.

Sendo assim, se você geralmente não bebe, melhor não querer beber demais no fim do ano. Não interessa quão bem hidratado ou alimentado você esteja, beber muito ainda vai provavelmente lhe cair mal.

Outra opção é “treinar seu corpo” para ser tolerante, bebendo mais no período antes da festa para se acostumar com o álcool. Claro que você deve considerar as consequências disso.

Alguns estudos dizem que o consumo moderado de álcool faz bem para a saúde, mas com certeza todos apontam que o consumo exagerado faz exatamente o contrário.

Dica 8: não seja besta

Se você está tentando ser a “vida da festa” e não o “bêbado detestável”, por favor, raciocine.

Por exemplo, não entre em algum tipo de competição de bebidas alcoólicas com seus colegas de trabalho ou parentes; essa é obviamente uma situação em que todos só têm a perder.

Use sua cabeça, vá devagar, se divirta, e então volte para casa em um táxi. Essa receita deve garantir que você seja convidado para muitas outras festas nos próximos anos.[Gizmodo, Foto]

8 dicas para beber o dia inteiro e não passar mal

O final de semana está chegando e muita gente já deve estar se programando para as festas regadas a muito álcool, não é mesmo? O problema é aquela ressaca no dia seguinte, que nos deixa praticamente inúteis. Por isso, montamos esta lista com dicas para você encher a cara sem passar mal.

Mas antes de tudo, um conselho: beber em demasia nunca é um coisa saudável. O álcool é absorvido, principalmente, no intestino delgado e na veia porta. De lá, ele vai para o fígado, onde é metabolizado. Ou seja: ingerir álcool demais pode acarretar em algum problema hepático.

Entretanto, nós lembramos daquele velho ditado que fala que se conselho fosse bom a gente não dava, mas vendia.

Assim, encher a cara é algo que você vai fazer uma vez ou outra na vida – ou até mesmo todo final de semana, se você for mais jovem e mais inconsequente.

Por isso, aprenda essa 8 dicas de como se manter em pé por mais tempo que seus amigos e como não sofrer com a ressaca no dia seguinte:

1. Acerte o ritmo

Se você vai passar o dia inteiro bebendo, imponha um ritmo: não adianta beber tudo de uma vez só na primeira hora e passar mal o resto do tempo, certo? O ideal é ir aos poucos.

Nada daquelas brincadeiras de virar latas de cerveja e achar que vai ficar tudo bem – simplesmente, não vai! E se o seu corpo der um sinal de que você está começando a passar dos limites, respeite.

Ficar meia horinha sem beber nada já vai te ajudar bastante a continuar na maratona.

2. Fique de olho no teor alcoólico da bebida

As cervejas possuem, normalmente, 6% de teor alcoólico. Já o vinho tem, em média, 13%. E o uísque pode passar dos 40%. É matemática pura: você não pode beber uísque na mesma quantidade e velocidade que bebe cerveja e achar que vai ficar tudo bem. Se você estiver respeitando o ritmo da bebedeira (como na dica 1), mas mudar o tipo de bebida, se ajuste à nova graduação.

3. Comer

Parece uma dica meio óbvia, mas muita gente se esquece de comer alguma coisa enquanto está enchendo a cara. Beber de estômago vazio, jamais! Entenderam bem? J-A-M-A-I-S! Alguns alimentos demoram mais para ser absorvidos pelo corpo e por isso são muito bons no controle da bebedeira.

Comidas à base de trigo e aveia são ótimas para manter o intestino delgado trabalhando na absorção de seus nutrientes, dificultando a entrada de álcool na corrente sanguínea. Além disso, manter o estômago forrado vai diminuir a velocidade com que você  bebe. Evite, entretanto, alimentos muito salgados, que irão te desidratar mais rapidamente. Isso nos leva à próxima dica…

4. Tome bastante água

O álcool é uma bebida diurética, isto é, te fará urinar e se desidratar bastante. Assim, é fundamental que você se reidrate ao longo da jornada. Mas não vá pensando em beber mais cerveja só por ela ser líquida… é preciso tomar água pura, sem gás.

A desidratação é uma das principais causa da ressaca. Tomar um copão de água antes de dormir vai te ajudar a acordar melhor no dia seguinte. Claro que quanto mais água tomar, mais vontade você terá de fazer xixi, mas pelo menos não irá passar mal. Vale a pena, né?

5. Durma direito

Você com certeza já ouviu – e deve ter falado – a expressão “bêbado de sono”. Quando você está cansado, o efeito da cerveja é maior do que quando sua disposição está em 100%. Com sono, você pensa menos, bebe mais e sofre mais com os efeitos. Além disso, o álcool tem um efeito depressor, que vai piorar o seu cansaço e aumentar os efeitos do excesso da bebedeira.

6. Fique frio

E não estamos falando no sentido metafórico. No verão, o calor te ajuda a perder mais líquidos através do suor, podendo amplificar o efeito do álcool. Além disso, o álcool aumenta a pressão sanguínea, podendo levar o teu corpo a um superaquecimento (hipertemia) ou a uma insolação. Mantenha-se em locais mais frescos e cuidado com bebedeiras na praia.

7. Consuma suplementos

O xixi em excesso não te faz perder apenas água, mas também nutrientes importantes. Essa perda piora a ressaca no dia seguinte, então é necessário repô-los.

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A vitamina B é uma das primeiras que perdemos durante um porre, e alguns alimentos podem te ajudar nessa diminuição. É o caso de carne de porco, presunto, ervilha, lentilha, amêndoas, espinafre e ovos. Também é necessário repor os eletrólitos de seu corpo.

O ideal, para isso, é consumir bebidas como o Gatorade, que também ajudam na reidratação.

8. A prática leva à perfeição

Novamente ressaltamos: beber demais nunca é saudável.

Mas se tua meta é encher a cara todo final de semana, saiba que aos poucos seu corpo vai se acostumando com o álcool, que nada mais é do que uma toxina.

Beber constantemente fará teu corpo aprender a metabolizá-la mais rapidamente. Se você vai para um open bar daqui a uns dias, prepare seu corpo algum tempo antes para ele ficar pronto para o regabofe.

*Publicado em 9/7/2015

10 maneiras de correr mais rápido e melhorar o corpo

  • São Paulo – Seu cotidiano de corredor se resume a mais do mesmo: mesmo percurso, mesmo treino, mesmo tipo de prova?
  • Se você respondeu que sim, não é nenhuma surpresa que a evolução tenha estacionado.
  • Embora Albert Einstein não tenha sido um corredor, ele supostamente afirmou que insanidade é fazer a mesma coisa repetidas vezes e esperar resultados diferentes.

Por isso, viva novas experiências.

O que não significa grandes mudanças: subitamente dobrar a distância do longão, fazer musculação por 1 hora no primeiro treino ou reduzir a ingestão calórica pela metade vai apenas fazer com que você se machuque, sinta dor ou passe fome.

  1. Invista em pequenas atitudes que resultarão em grandes recompensas nos treinos e provas.
  2. 1. AUMENTE 10% A 20% A DISTÂNCIA DOS SEUS LONGÕES
  3. Grande recompensa – Resistência 
  4. “Como o ganho de condicionamento físico é alcançado através de adaptações fsiológicas proporcionadas pelos estímulos do treinamento, é fundamental que você cresça 10% a 20% do volume não somente dos seus treinos longos como também da sua semana para que seu corpo não se acomode”, afrma Iuri Lage, diretor técnico da assessoria esportiva BH Race, de Belo Horizonte (MG).
  5. Mexa-se!

“Aconselho fazer três semanas de crescimento de volume para uma semana de redução. Assim, se o atleta correu 30 km na primeira semana, na segunda ele pode correr 33 km, na terceira 36 km e na quarta retornaria para 34 km. Tanto o aumento quanto a redução não devem ultrapassar os 20% do volume total da semana anterior”, afrma Iuri.

  • Ao aumentar gradativamente o volume, ganhamos resistência porque os pulmões e músculos fazem novas adaptações e, ao ensinar o corpo a manter o ritmo dessas corridas por mais tempo, também aumentamos o VO2 máximo.
  • Segundo Iuri, o aumento do volume em treinos como o tempo run (ritmo) deve ser feito de forma mais criteriosa e em um determinado período de treinamento.
  • Aumentar 1,5 km na distância em treinos de velocidade signifca correr um risco signifcativo de se lesionar mesmo quando não aumentamos o volume.
  • 2. INVISTA EM PROVAS DE MAIOR DISTÂNCIA Grande recompensa – Motivação
  • Correr distâncias maiores faz com que você realmente altere seu estilo de vida e se torne definitivamente um corredor.

“Essa progressão de meta deve ser feita simultaneamente com fortalecimento muscular e perda de peso para atletas que se encontram com alta taxa de gordura. Passar de 5 para 10 km, de 10 km para meia maratona ou de meia para maratona é uma meta que vale a pena”, afrma Iuri.

De acordo com Susan Colarco, técnica na Virgínia (EUA), competir sempre na mesma distância não nos tira de nossa zona de conforto: “Uma competição mais longa traz novos estímulos, metas e conquistas”.

Mexa-se!

“Aos poucos, aumente a quilometragem do seu longão até que ele tenha pelo menos 4 km a mais que a distância da sua prova-alvo de 5 ou 10 km. Quando se trata de meia maratona (21 km), é importante que você alcance pelo menos 18 km em seu maior longão e, na maratona (42 km), pelo menos 33 km em um único treino”, diz Iuri.

Sua nova meta não deverá ultrapassar mais de duas vezes a distância da prova mais longa da qual você participou anteriormente. Ao se increver, irá se sentir motivado.

  1. 3. INVISTA NOS TIROS
  2. Grande recompensa – Velocidade Não é indicado aumentar volume e intensidade simultaneamente sem que antes você tenha uma boa base de volume de treino com duração mínima de seis semanas.
  3. “Após esse período, introduzimos treinos de velocidade e, depois, treinos intensos e com volume”, explica Iuri.

Mexa-se! Dependendo da disponibilidade do atleta, Iuri indica que sejam feitos treinos de velocidade uma ou duas vezes na semana.

Após ao menos quatro semanas nessa fase, seria possível fazer (no máximo) três semanas com treinos intensos e volumosos.

O treinador indica a seguir três opções de treino de velocidade, com 15 minutos de aquecimento e 10 de desaquecimento em cada um. Os intervalos são de caminhada ou trote lento.

  • Treino 1: 1 km de corrida forte, com 1 a 3 minutos de intervalo entre os tiros Treino 2: 6 x 800 m de corrida forte, com 1 a 2 minutos de intervalo Treino 3: 3 x 600/400/200 m de corrida forte, com intervalo de 1 minuto entre tiros e de 3 entre séries
  • 4. COMPRE UM NOVO ACESSÓRIO
  • Grande recompensa – Inspiração Não se pode comprar velocidade, mas adquirir um acessório que torne a corrida mais prazerosa pode motivá-lo a fazer um treino mais consistente e até ajudá-lo na busca pelo recorde pessoal.

Mexa-se! É hora de ir às compras. Algumas ideias para sua nova aquisição são:

Casaco impermeável – Quando conseguimos nos manter aquecidos e secos, dá até para correr em dias de chuva. Diário de treino – Registre sua quilometragem diária, percursos, ritmos e outros detalhes para saber o que funciona melhor para você. Tênis para corrida em trilha – A corrida em trilha é um excelente descanso do impacto do asfalto.

5. CONSUMA UMA PORÇÃO DIÁRIA DE FRUTAS OU VEGETAIS Grande recompensa – Nutrientes Além de serem excelente fonte de carboidrato, frutas e vegetais saciam mais que doces e massas, por exemplo, e nos protegem de doenças do trato respiratório alto, de doenças cardíacas e de alguns tipos de câncer.

Mexa-se! Uma “porção” se refere a um pedaço de fruta, uma xícara de folhas cruas, meia xícara de outros vegetais ou meia xícara de suco puro.

  1. Você pode acrescentar uma porção diária em qualquer momento do dia, mas a melhor opção seria o café da manhã, assim já “tiramos essa tarefa da frente”.
  2. Devido ao alto teor de fibras das frutas e vegetais, evite consumi-los 1 ou 2 horas antes de correr ou dormir.
  3. 6. INCLUA A MUSCULAÇÃO NA PLANILHA
  4. Grande recompensa – Prevenção de lesões
  5. “Fortalecer os membros inferiores e os músculos do core permite lidar melhor com o impacto equivalente a três a quatro vezes o peso corporal”, afirma Jasmine Graham, técnica de corrida certifcada pelo RRCA (Road Runners Club of America).
  6. “Um corredor mais forte é menos propenso a lesões, mais eficiente e potencialmente mais rápido.”

Mexa-se! Não é preciso se apressar em se inscrever em uma academia: os exercícios apresentados a seguir são simples e podem ser feitos em casa. Tente acrescentá-los a sua rotina.

AVANÇO PARA TRÁS Por quê? O exercício fortalece os músculos do core e dos membros inferiores e contribui para os músculos flexores dos quadris, que são responsáveis por todo o ciclo do passo.

Como fazer: mantenha o joelho direito alinhado com o tornozelo e os ombros alinhados com os quadris. Dê um passo largo para trás com o antepé esquerdo, flexionando o joelho esquerdo.

Volte para a posição inicial usando a perna direita. Faça oito repetições com cada perna, por cinco séries, pelos menos duas vezes por semana.

PRANCHA Por quê? Com o fortalecimento dos músculos do core, quadríceps e membros superiores, você melhora a postura e diminui o risco de lesão.

Como fazer: fique em posição de flexão de braços, mas com os antebraços apoiados no chão, em vez das mãos.

Mantenha os cotovelos alinhados com os ombros e um bom alinhamento entre cabeça e calcanhares.

Mantenha o abdome e os glúteos contraídos enquanto estiver em posição de prancha, até não conseguir mais manter essa posição. Tente fazer um exercício de prancha por dia.

AGACHAMENTO Por quê? Fortalecer os membros inferiores e estabilizar os músculos do core resultarão em uma passada mais forte e eficiente e diminuirão a propensão a lesões nos joelhos, que absorvem a maior parte do impacto quando os “músculos da corrida” estão enfraquecidos.

Como fazer: de pé, simule que está sentando em uma cadeira. Mantenha os pés alinhados com os ombros e os joelhos alinhados com os dedos dos pés. O tórax fica em uma linha vertical. Faça oito repetições, cinco séries, pelos menos duas vezes por semana.

7. FAÇA ALONGAMENTO DINÂMICO

Grande recompensa – Amplitude de movimentos

“Os músculos têm mais força quando se deslocam ao longo de toda sua amplitude de movimento. O alongamento dinâmico, em oposição ao estático, é eficaz na manutenção e aumento da amplitude de movimentos das articulações, segundo estudos”, afirma Ellen Walker, fisioterapeuta e técnica de corrida em Ohio.

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Alcoolismo: sintomas, tratamentos e causas

Alcoolismo é a dependência do indivíduo ao álcool, considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. O uso constante, descontrolado e progressivo de bebidas alcoólicas pode comprometer seriamente o bom funcionamento do organismo, levando a conseqüências irreversíveis.

A pessoa dependente do álcool, além de prejudicar a sua própria vida, acaba afetando a sua família, amigos e colegas de trabalho.

O abuso de álcool é diferente do alcoolismo porque não inclui uma vontade incontrolável de beber, perda do controle ou dependência física. E ainda o abuso de álcool tem menos chances de incluir tolerância do que o alcoolismo (a necessidade de aumentar as quantias de álcool para sentir os mesmos efeitos de antes).

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Sintomas

Sintomas de Alcoolismo

A palavra alcoolismo é conhecida de todos. Porém, são poucos os que sabem exatamente o seu significado. Portanto, vamos lá.

O alcoolismo, também conhecido como “síndrome da dependência do álcool”, é uma doença que se desenvolve após o uso repetido de álcool, tipicamente associado aos seguintes sintomas (que não necessariamente ocorrem juntos):

  • Compulsão: uma necessidade forte ou desejo incontrolável de beber
  • Dificuldade de controlar o consumo: não conseguir parar de beber depois de ter começado
  • Sintomas de abstinência física, como náusea, suor, tremores e ansiedade, quando se para de beber
  • Tolerância: necessidade de doses maiores de álcool para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriormente inferiores ou efeito cada vez menor com uma mesma dose da substância.

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Diagnóstico e Exames

Diagnóstico de Alcoolismo

  • Você já pensou que deveria diminuir seu consumo de álcool?
  • Alguém já te criticou por causa da bebida?
  • Você já se sentiu mal ou culpado por beber?
  • Você já acordou e a primeira coisa que fez foi beber para se sentir bem?

Mesmo que todas as respostas sejam negativas, recomenda-se que o indivíduo busque a ajuda de profissionais da saúde quando ocorrem situações nas quais o álcool possa influenciar negativamente a rotina, funções acadêmicas e/ou profissionais e as relações pessoais.

Apenas um “sim” sugere um possível problema. Em qualquer dos casos, é importante ir ao médico psiquiatra para que um diagnóstico preciso seja realizado. Eles podem ajudar a determinar se você tem ou não um problema com a bebida, e, se você tiver, poderão recomendar a melhor atitude a ser tomada.

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Tratamento e Cuidados

Tratamento de Alcoolismo

Reconhecer que precisa de ajuda para um problema com álcool talvez não seja fácil. Porém, tenha em mente que, o quanto antes vier a ajuda, melhores serão as chances de uma recuperação bem sucedida.

Em nossa sociedade prevalece o mito de que um problema com álcool é sinal de fraqueza moral. Como resultado disto, você pode até achar que procurar ajuda é admitir algum tipo de defeito, que você deveria se envergonhar. Contudo, o alcoolismo é uma doença como outra qualquer. Identificar um possível problema com álcool tem uma compensação enorme, uma chance de viver com mais saúde.

Quando falar com seu médico sobre o uso de álcool, tente ser o mais completo e honesto possível. Isso é necessário para que ele possa avaliar se você está ou não tendo problemas com o álcool.

Você também pode passar por exames físicos.

Se o médico concluir que você é dependente de álcool, ele deve recomendar que você se dirija a um especialista para tratar o alcoolismo, que vai explicar e indicar o tratamento mais adequado.

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A natureza do tratamento depende do grau de dependência do indivíduo e dos recursos disponíveis na comunidade.

O tratamento pode incluir a desintoxicação (processo de retirar o álcool de uma pessoa com segurança); o uso de medicamentos, para que o álcool se torne aversivo, ou para diminuir a compulsão pelo álcool; aconselhamento, para ajudar a pessoa a identificar situações e sentimentos que levam à necessidade de beber, além de construir novas maneiras de lidar com essas situações. Os tratamentos podem ser feitos em hospitais, em casa ou em consultas ambulatoriais.

O envolvimento e apoio da família são essenciais para a recuperação. Muitos programas oferecem aconselhamento conjugal e terapia familiar como parte do processo de tratamento.

Quase todos os programas de tratamento do alcoolismo também incluem encontros de Alcóolicos Anônimos (AA), cuja descrição é “uma comunidade mundial de homens e mulheres que se ajudam a ficarem sóbrios”.

Enquanto o AA é geralmente reconhecido como um programa eficiente de ajuda mútua para recuperar dependentes de álcool, nem todas as pessoas respondem positivamente ao estilo e mensagens do AA, e outras abordagens podem estar disponíveis.

Até mesmo os que vêm conseguindo ajuda pelo AA geralmente descobrem que a recuperação funciona melhor com outros tratamentos juntos, inclusive aconselhamento e tratamento médico.

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Embora o alcoolismo seja uma doença tratável, ainda não há cura. Isto significa que, mesmo que um dependente de álcool esteja sóbrio por muito tempo, ele é suscetível a recaídas.

Por isso deve-se evitar qualquer bebida alcóolica, em qualquer quantidade.

“Reduzir” o consumo pode até diminuir ou retardar problemas, mas não é suficiente: a abstinência é necessária para que a recuperação seja bem-sucedida.

Recaídas são muito comuns. Mas isso não significa que a pessoa fracassou ou não irá se recuperar do alcoolismo. No caso de uma recaída, é muito importante retomar o foco no objetivo e manter o apoio necessário para não voltar a beber.

Se o seu médico determinar que você não é dependente de álcool, mas está envolvido em um padrão de abuso de álcool, ele pode ajudá-lo:

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  • Examine os benefícios de parar de beber e o risco de continuar bebendo
  • Examine as situações que desencadeiam seus padrões não saudáveis de consumo de bebidas alcoólicas, e desenvolver novas formas de lidar com essas situações.

Algumas pessoas que pararam de beber depois de terem tido problemas relacionados ao álcool frequentam os AA para obter informação e apoio, mesmo não sendo dependentes.

Medicamentos para Alcoolismo

Os medicamentos mais usados para o tratamento de alcoolismo são:

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  • Dissulfiram, também conhecido como antietanol, é um medicamento conhecido por seu efeito aversivo
  • ou seja, se fizer uso dele em conjunto com álcool pode ocorrer náuseas, vômitos, rubor facial, taquicardia e queda de pressão.Naltrexona: medicação desenvolvida para o tratamento adjunto da dependência de álcool que atua sobre o sistema opioide, bloqueando os efeitos de recompensa do álcool e evitando recaídas
  • Acamprosato: medicação que age como antagonista dos receptores glutamatérgicos, atenuando os sintomas de abstinência ao álcool.

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar o médico, e não altere as doses prescritas.

Convivendo (prognóstico)

Complicações possíveis

O consumo excessivo e continuado de álcool aumenta o risco para complicações de saúde. Os efeitos do álcool sobre cada indivíduo são diferentes e dependem de uma série de fatores, mesmo quando consumido em quantidades iguais.

Além disso, ainda que o consumo leve a moderado de álcool – até uma ou duas doses* por dia, respeitando ao menos dois dias de intervalo em uma semana e não ultrapassando este limite – possa contribuir na diminuição do risco de doenças cardiovasculares, maiores quantidades podem elevar esse risco.

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Apesar de ser aceito pela sociedade, o álcool oferece uma série de perigos tanto para quem o consome quanto para as pessoas que estão próximas.

Por essa razão o consumo abusivo de álcool é uma questão de saúde pública.

Parte dos acidentes de trânsito, comportamentos antissociais, violência doméstica, ruptura de relacionamentos e problemas no trabalho são provenientes do uso nocivo de álcool.

O alcoolismo implica aumento do risco para várias complicações de saúde, como doenças do fígado, problemas gastrointestinais, pancreatite, neuropatias periféricas, problemas cardiovasculares, prejuízos cerebrais, imunológicos, anemias, osteoporose e câncer.

Vale lembrar que, para algumas pessoas, de acordo com idade, gênero e aspectos individuais de saúde, o consumo pesado e continuado de bebidas alcoólicas por muitos anos, mesmo que não seja diagnosticado como alcoolismo, pode estar relacionado às doenças mencionadas.

Alcoólicos Anônimos

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Referências

Ministério da Saúde

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