Como aprender latim por conta própria: 10 passos

Sabe aquele trabalho que você deixou pra fazer na última semana do prazo? Ou aquela prova para a qual você só começou a estudar na noite anterior? Pois é, nós, serem humanos, constantemente tentamos adiar ao máximo possível qualquer tipo de trabalho ou esforço.

Isso é normal da espécie. Pra isso, sempre inventamos alguma desculpa: “preciso levar o cachorro pra passear”, “esse sofá tá muito desconfortável”, “esse livro cheira mal”, não importa o quão ridículo for, nós vamos inventar algo.

O problema é quando essas “desculpas” começam a se repetir, a passar para outras pessoas, outras gerações, e se tornam motivos populares para não fazer algo.

Abaixo você verá as 8 desculpas mais comuns que as pessoas dão para explicar por que não conseguem aprender inglês (ou qualquer língua estrangeira, na verdade). Quantas delas você já usou?

1. Pra que aprender inglês? Eu moro no Brasil, onde se fala português

Como Aprender Latim por Conta Própria: 10 Passos

De fato, moramos no Brasil, a maior economia da América Latina e uma das dez maiores do mundo. Com ou sem crise, sempre vamos ter mais e mais contato com pessoas de outros lugares do mundo, seja por lazer ou profissionalmente.

Sabe aquela promoção na empresa? Ela provavelmente vai exigir um bom nível de inglês. Sabe aquela passagem promocional pra Nova Iorque? Nem preciso falar que a sua viagem vai ser muito mais tranquila se você conseguir se comunicar bem por lá.

A verdade é que estudar inglês (e outras línguas) nos abre um mundo muito maior do que aquele ao qual estamos acostumados aqui no Brasil.

Mesmo se você não quiser sair do país, basta entrar na internet: a maioria das informações, cursos, vídeos, são em inglês. Como dizia o E.T.

Bilú: “Busquem conhecimento”, e o inglês vai nos ajudar demais para que tenhamos acesso a todo esse conhecimento.

2. Eu deveria ter aprendido quando era criança, agora já estou velho demais para isso

Como Aprender Latim por Conta Própria: 10 Passos

Essa é bem comum. Quer dizer então que depois dos 20 não se aprende mais nada? Sortudos então aqueles que acumularam bastante conhecimento até essa idade, já esse é o único conhecimento que terão pro resto da vida.

Brincadeiras à parte, essa é uma falácia bem comum. Crianças aprendem a sua língua materna pois estão cercadas 24 horas por dia pela mesma, e geralmente com pais e familiares pacientes para ensiná-las e corrigi-las.

Você já conversou com uma criança de 5 anos? Elas já conseguem falar com bastante fluência, mas cometem vários erros como “eu fazi” (eu fiz), “ele cabeu” (ele coube), etc.

, e isso depois de anos de aprendizado ininterrupto.

Agora, imagine-se nessa situação, estudando inglês todos os dias por vários anos. Você realmente acha que não aprenderia? Eu tenho certeza que aprenderia.

Crianças têm vantagens ao aprender línguas? Certamente, mas como adolescentes e adultos, também temos diversas vantagens em relação a elas.

Assim, em vez de alimentar essa falácia milenar, o melhor a fazer é usarmos essas vantagens a nosso favor.

3. Eu não tenho tempo

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Ninguém está falando que você precisa abandonar o trabalho, os estudos, o(a) namorado(a) e dedicar a sua vida inteiramente a aprender inglês. A melhor maneira para aprender algo, seja o que for, é praticar aquela coisa com frequência. Ou seja, é melhor estudar 15 minutos todos os dias do que 2 horas uma vez por semana. Considere isso como um jogo, que quanto mais minutos você estudar, maior vai ser a recompensa no final.

O segredo não é ter mais tempo, e sim organizar melhor o nosso tempo e aproveitar o tempo “livre”. O tempo no ônibus ou no metrô indo e voltando do trabalho ou da escola, a hora do programa do Faustão, o tempo no banheiro para fazer o número 2 ; todos esses são períodos do nosso dia nos quais não estamos fazendo nada e poderiam ser usados pra estudar esses 15 minutinhos diários de inglês.

4. Não dá pra aprender sem ir a um país onde essa língua seja falada

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Outra falácia bem comum. A principal diferença criada pelo fato de estar em outro país é o ambiente de imersão. Estar o tempo todo ouvindo pessoas falar em inglês vai deixando o seu ouvido cada vez mais acostumado com os sons, palavras e expressões da língua. Nem todo mundo tem a possibilidade de morar no exterior, então o que você precisa fazer é tentar ao máximo criar esse ambiente de imersão aqui mesmo. E você me pergunta, como fazer isso?

Hoje em dia, com a internet, não existe mais essa desculpa.

Você pode falar com seus amigos gringos pelo Skype; existem diversos sites e aplicativos para conhecer estrangeiros que querem aprender português e fazer uma troca de idiomas, como por exemplo Tandem ou o HelloTalk; fóruns de inglês ou mesmo sites de notícias. Outra ótima fonte é o próprio YouTube, basta procurar canais de temas que te interessam. Enfim, as possibilidades são infinitas! 🙂

5. Eu já tentei e não consegui, isso quer dizer que não tenho talento

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Pode ser que o Neymar tenha nascido com um talento de jogar futebol e Mozart com um talento musical acima dos demais, mas o que essa afirmação rasa não consegue demostrar são as intermináveis horas que ambos passavam praticando e aperfeiçoando esses talentos.

Eu não me importava com inglês na época da escola, mas hoje adoro. A principal diferença é que hoje eu posso realmente usar o inglês na minha vida, e não só aprender o verbo to be e verbos irregulares no passado para passar nas provas. Provavelmente nem eu e nem você somos gênios em aprender inglês, mas nada que dedicação e prática não resolvam a médio/longo prazo.

6. Eu não tenho dinheiro e os cursos são caros!

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Novamente, essa desculpa hoje em dia não cola mais. Existem tantos materiais e ferramentas gratuitos online, que é possível criar o seu próprio curso de graça, estudando por conta própria.

Como eu disse na desculpa #4, existem sites e aplicativos de troca de idiomas como o Tandem ou o HelloTalk, aplicativos gratuitos para smartphone, entre outros.

Se você quiser um curso mais estruturado, provavelmente vai ter que pagar, mas o investimento feito em um curso de inglês como da Alura Lingua é muitas vezes menor do que em cursos presenciais ou professores particulares, além de te permitir evoluir no seu próprio ritmo.

7. É difícil demais pra mim!

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Todas as línguas do mundo são difíceis e fáceis, dependendo do ponto de vista. Para nossa sorte, a língua inglesa sofreu uma enorme influência do latim e, principalmente, do francês. Por esse motivo, temos no inglês de hoje em dia diversos cognatos com o francês e, consequentemente, com o português, pois ambas são línguas com origem no latim.

Os exemplos são intermináveis: competition (competição), area (área), idea (ideia), page (página), connect (conectar), example (exemplo), future (futuro), economy (economia). Eu poderia continuar nisso por dias.

Outra facilidade: os substantivos e adjetivos não têm gênero, ou seja, não precisamos aprender que “carro” é uma palavra masculina (o carro) e “flor”, uma palavra feminina (a flor).

Mais uma facilidade: a conjugação verbal é extremamente fácil. Ao contrário do português, que precisamos mudar a forma do verbo para cada pessoa (verbo “andar”: eu ando, nós andamos, eles andam), em inglês é muito mais tranquilo! Exceto a 3ª pessoa do singular (he/she/it), basta copiar o próprio verbo (verbo “to walk”: I walk, we walk, they walk), e pronto!

É claro que o inglês não é só isso. Existem muitas outras coisas que precisamos aprender e praticar, mas também não é aquele bicho de sete cabeças que parecia no início.

8. A minha memória é horrível para aprender palavras novas

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Primeiramente, deixe-me dizer: a minha memória é péssima. Sempre que conheço alguém novo e ele se apresenta, é como se o nome entrasse por um ouvido e saísse pelo outro. Já aconteceu isso com você? Pois é. Mas aí você encontra a pessoa uma segunda vez, uma terceira, e lá pela quarta ou quinta já consegue lembrar o nome dela sem perguntar pros outros amigos. Por outro lado, lembramos os nomes de nossos amigos de escola que não vemos há anos. Por que será?

Com palavras, acontece o mesmo. Quando nós aprendemos uma palavra nova, estranha, se não a usarmos com alguma frequência fatalmente vamos esquecê-la.

Porém, se a usarmos bastante, vai chegar um tempo que, mesmo se ficarmos anos sem usá-la, vamos nos lembrar do seu significado.

Quando crianças, ouvimos tanto a frase “the book is on the table” que hoje é quase impossível esquecer o que ela significa.

O que podemos tirar disso tudo? O mesmo que foi dito na desculpa #3: o segredo é a prática constante, que seja por 10 ou 15 minutinhos por dia mas, estudando um pouquinho todos os dias, será impossível não aprender essas novas palavrinhas.

Se quiserem ver essa explicação em vídeo, é só assistir abaixo o canal da Alura Língua no Youtube.

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O top 15 de aplicativos para aprender latim

Como Aprender Latim por Conta Própria: 10 Passos

“Latim: só é útil para ler as inscrições das fontes públicas”. Gustave Flaubert (1821-1880)

O debate sobre a utilidade de aprender línguas antigas, como o antigo grego ou o latim, foi revivido nos últimos anos. Para uns, o latim seria uma língua morta após o surgimento das línguas europeias chamadas românicas – português, francês, italiano, espanhol, romeno… Além de ser uma vitrine conservadora da cultura elitista…

Para outros, o latim não é uma língua morta e é bastante viva entre as línguas românicas, uma vez que apenas se transformou em muitas línguas filhas com mais de um bilhão de falantes. Também incorporamos várias frases comuns do latim.

Por outro lado, seria essencial que os estudantes do colégio aprendessem latim? A língua latina e sua construção gramatical – incluindo a declinação latina, o final e os grupos (nominativo, vocativo, acusativo, dativo, genitivo, ablativo) – favoreceriam grandemente a memorização e aprendizado das línguas europeias.

Quer seja a favor ou contra o curso de latim no ensino fundamental, deve-se reconhecer que as raízes etimológicas das nossas palavras portuguesas são semelhantes às das palavras latinas. Mas se nós “errarmos o alvo” e escolhermos outra educação. Ainda podemos aprender latim na idade adulta?

Leia também:  Como ajustar a entrelinha no indesign: 6 passos

Como Aprender Latim por Conta Própria: 10 Passos

A melhor maneira de aprender sobre a civilização romana é falando latim Claro que sim: consultando sites para aprender latim ou baixando aplicativos para o aprendizado de línguas. Aqui está uma seleção dos melhores aplicativos para aprender e estudar a língua latina.

Aprender uma língua estimula disposições cognitivas, a capacidade reativa para fazer pontes de uma língua para outra, e aumenta a velocidade da memória do aluno. Além disso, aprender latim pode ser uma janela para o história da civilização romana da qual todos os povos dos países latinos são herdados (incluindo os brasileiros!).

Portanto, baixe um aplicativo para aprofundar o conhecimento de latim e mudar de emprego, por exemplo! Maria, professora de português: “meus estudos em letras clássicas me permitiram converter-me em corretor ortográfico para uma editora famosa”.

A vantagem de baixar um aplicativo para aprender latim online gratuitamente é que você estuda a linguagem de Cícero e Júlio César onde quiser, quando quiser, no seu próprio ritmo. E não haverá necessidade de estar conectado à internet para fazer o curso de latim.

Certamente, um professor de português – latim não está por trás de nossos ombros para nos guiar como na aula de latim na escola. Mas a mídia digital pode, no entanto, ajudar a memorizar o léxico latino, aprender o alfabeto latino para ler textos antigos, entender os escritos das igrejas…

Ou até as inscrições das fontes públicas! Um aplicativo será definidamente mais interativo que um grande dicionário latim – português e vice e versa. Um sistema de pontos é mais eficaz para fazer você avançar lentamente no conhecimento do mundo antigo.

Aprendemos a civilização greco-romana em poucos cliques, com um pouco de vocabulário latino ou gramática latina todos os dias. Resumindo, um treinamento progressivo – em casa, no metrô, no carro ou durante a corrida – que permite não se cansar. Uma última vantagem, não menos importante: com um aplicativo de latim, você pode aprender de graça, sem ter que pagar um único centavo a mais. Sem contar que você pode aprender latim se divertindo!

Quais aplicativos para aprender latim?

Para ser capaz de compreender um texto de Ovídio, Tito Lívio, Cícero, Sêneca sobre a vida diária dos romanos ou para fazer uma revisão na história de Roma antiga, temos de trabalhar duro com regularidade. Quem não conhece o ditado “Roma não foi feita em um dia”?

Línguas difíceis: como aprender novos idiomas em 7 passos

É muito comum aqui no Brasil vermos as pessoas aprenderem inglês, espanhol, francês, italiano, e para os mais ousados línguas como o alemão ou o japonês, e outras línguas. Mas… e as línguas difíceis?

  • O espanhol, o francês e o italiano são mais simples para nós por serem línguas derivadas do latim, assim como o português.
  • O inglês já é um pouco diferente, principalmente no sotaque e pronúncia das palavras, mas pelo fato de ter diversas palavras latinas e hoje termos uma mídia onde essa língua é extremamente difundida, é fácil desenvolvermos parâmetros ou mesmo aprender passivamente (ouvindo e lendo).
  • Agora, para quem já teve experiências mais “complexas”, sabem que as coisas não são fáceis quando se trata de aprender línguas difíceis, totalmente diferentes do português.
  • Aqueles que já aprenderam línguas difíceis como o húngaro, árabe, russo, tailandês, dentre outras, sabem perfeitamente disso.
  • E aí, como fazer esse “zum zum zum” macarrônico se transformar em comunicação? Seguem 7 dicas para quem quer aprender línguas difíceis de verdade:

1. Crie uma lista de seu próprio vocabulário

Como Aprender Latim por Conta Própria: 10 Passos

  1. Quando você for aprender línguas difíceis, é provável que você não saberá sequer uma só palavra.
  2. Faça portanto uma “lista de suas próprias palavras” na medida em que você for aprendendo, sem a tradução do português, para ficar mais desafiador (e de castigo, ter de consultar o dicionário ou caderno por ter esquecido o significado da tal palavra).
  3. Escreva todas as palavras à lápis em papel, nada de computador (depois isso será melhor explicado).
  4. Pelo menos uma vez a cada dia (ou uma frequência aproximada disso), dê uma olhada na lista e coloque um pontinho ao lado caso você saiba.

Se não souber, faça uma cruz e procure o significado da palavra. Quando a palavra somar entre 7 e 10 pontos, você pode considerá-la aprendida e focar nas palavras mais novas da lista.

Enumere as palavras uma por uma para acompanhar a evolução.

Você vai perceber que do 100, pro 200, até o 500, você vai entender cada vez mais e se surpreenderá.

Complete a lista até o número em que você se sentir confortável para comunicar e entender tudo o que julgar necessário. Acredito que 2.000 já seja um número excelente para quaisquer línguas difíceis.

Guarde a lista até o resto da sua vida e vai incremendando-a com o novo vocabulário que for aprendendo.

2. Seja curioso

  • O que justifica uma língua existir é o seu povo e sua cultura.
  • No começo será muito difícil para você pesquisar sobre o país e sobre o povo na língua própria deles.
  • Caso seja essa a realidade, faça-o em português e demais línguas difíceis que você saiba pela internet/mídias/contatos pessoais para se aproximar dessa realidade.
  • Conhecimentos de Geografia, História e Cultura irão te aproximar dos falantes nativos e, consequentemente, da língua.

3. Use as diferentes inteligências para dominar línguas difíceis

  1. Teorias científicas comprovam que as pessoas possuem inteligências múltiplas (visual, lógica, musical, verbal/linguística, intra e interpessoal, espacial, corporal, etc…) e cada pessoa pode ter talentos no desenvolvimento de uma ou várias delas.
  2. Para obter sucesso no aprendizado dessas línguas, nada melhor que usar todas elas o quanto puder.

  3. Seguem dicas para algumas delas:
  • Visual: Visualize os objetos/fatos quando diz uma palavra; Escreva-a com punho próprio (nada de computador nessa hora);
  • Musical: Ouça músicas da língua, traduza o que for possível. Cante sem vergonha, pelo menos quando estiver sozinho. Essa é uma forma divertida e você se aproxima da cultura por conhecer os artistas que esse povo costuma ouvir, além de melhorar o sotaque e pronunciação;
  • Intrapessoal: Quando estiver sozinho(a) e pensando, use a língua quando souber formular uma frase que estiver pensando, ou invente frases que façam sentido para você. Não se preocupe com os erros, corrija-os posteriormente caso necessário;
  • Corporal: Nós falamos com o nosso corpo todo e não só com a língua, além do que o primeiro ser em muitos casos mais expressivo que o segundo. Quando estiver convivendo com nativos, observe atentamente os gestos e palavras que usam para os momentos, as intonações e o contexto. A linguagem corporal é mais primitiva que a falada, portanto ela já serviu e ainda serve de comunicação em diferentes aspectos. Quando aprender uma palavra/expressão nova, use não só o seu cérebro para memorizar, mas também use o punho para escrever e a língua para falar, ativando assim as redes neurais da mão e da língua, além das demais expressões que aprendemos com o convívio.

4. Regras gramaticais de línguas difíceis, conjugações verbais e demais pedras no caminho

Como Aprender Latim por Conta Própria: 10 Passos

Isso mesmo, bem vindo à realidade! Nessas horas é necessário ter bastante paciência.

  • Enquanto que a lista de vocabulários da “dica 1” é bem fixa, dependendo da língua a construção de uma “simples frase” pode parecer um sufoco num primeiro momento.
  • Lembre-se de que para os nativos essas coisas são bastante simples e, portanto, podem ser pra você também, desde que você entenda a lógica da língua.
  • Bom… e como entender ?
  • Esse caminho deverá ser dado passo por passo.
  • Em cada momento que estiver estudando haverá uma nova expressão, regra, conjugação, e por aí vai.
  • Resolva-as uma por uma e não hesite em avançar caso um tópico não seja “totalmente compreendido”, pois é bem provável que ele vá sedimentar inconscientemente na sua cabeça se usado com frequência.
  • Excessos de detalhes no início irão travar a sua comunicação, valorize o que você sabe ao invés de lamentar o que não sabe.
  • Lembre-se: Mais fácil extrair a rocha para depois lapidá-la do que lapidá-la na mina para depois extraí-la.

5. Não se reprima!!!

Você fala e não é compreendido, as pessoas às vezes acreditam que você é “débil” ou podem até rir, você tem muita vergonha e medo de errar … bem vindo(a) novamente à realidade das línguas difíceis.

A vergonha pode literalmente impossibilitar o seu aprendizado, caso ela seja considerada grave. Se ela for leve, trará alguns obstáculos desagradáveis, mas se não houver vergonha nenhuma, tudo vai ficar muito mais fácil.

Em primeiro lugar, o nativo irá notar de primeiro momento que você é um(a) estrangeiro(a) e certamente ele fará um esforço maior para te entender, ou dependendo do caso, valorizar o seu esforço.

Fale aquilo que você sabe e se não entender peça novamente para o nativo repetir. Num mundo em constante globalização, sempre haverá grupos de nativos abertos para os estrangeiros em qualquer lugar do mundo. Aproxime-se de quem te faça se sentir à vontade.

6. Faça amigos e envolva-se

Nada melhor que um amigo para nos ajudar nos momentos difíceis, certo ? E realmente, aprender uma língua complexa é de alguma maneira passar por dificuldade.

  1. Encontrar uma pessoa que gosta de você pode ser alguém que esteja disposta a corrigir alguns dos seus erros, explicar algumas expressões, dar dicas e ouvir pacientemente seus erros sem te reprimir.
  2. Além disso, você estará ganhando mais conhecimento ainda do local, sem contar na vantagem de se ter mais amigos para a vida.
  3. Uma forma de se aproximar do povo é pelos seus gostos: fazer um esporte, participar de um grupo religioso, um grupo de estudos, dentre outros.
  4. Vejo muitas pessoas no mundo se isolarem numa “ilha” quando vão ao exterior, sem ter contato com o povo nativo e viver em meio a “gringos” constantemente.
  5. Esse convívio também é bom, mas ele é muito restritivo e pode te isolar de milhões de oportunidades que você poderia estar vivendo no local, em todos os sentidos.
  6. Quando você fala a língua do local fluentemente, as restrições despencam, as pessoas terão menos vergonha de falar com você e será possível aproveitar 10 vezes mais a viagem e a convivência.
  7. E pode ter certeza que, enquanto você tiver pelo menos um grande amigo que fale a língua, você jamais a esquecerá completamente.
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7. Use a internet

  • Não há nada mais potente hoje do que a internet para troca de informações.
  • É comum quando aprendemos uma língua (principalmente quando estudamos em algum curso ou com professor), nos focarmos no que o livro didático expõe.
  • Os livros didáticos, independente da qualidade, são programados para facilitar o máximo possível a sua compreensão e podem acabar se tornando um pouco “artificiais”, por não oferecerem uma linguagem espontânea do povo.
  • Procure na internet textos/vídeos/materiais sobre assuntos que você gosta na língua em aprendizado e identifique o quê dá para ser apreendido (novo vocabulário, por exemplo).
  • Vá progressivamente, até que uma hora você já conhecerá bem o vocabulário de seu interesse e poderá consultar a internet, em qualquer lugar do mundo.
  • Na internet, existem páginas como o Live Mocha onde você pode encontrar pessoas para te ajudar a aprender qualquer tipo de língua, bem como ajudar estrangeiros a aprender o português.
  • Em outros sites de redes sociais você poderá encontrar pessoas com quem conversar, aprender, fazer amizades, etc.

As dicas servem para o aprendizado de qualquer língua, inclusive as “menos” complexas. De qualquer forma, é um processo no qual ocorrem centenas de tropeços e a exigência da paciência pode ser grande ou até mesmo enorme.

  1. Nada melhor que um passo a cada dia no ritmo que você puder acompanhar, dando o melhor de si, mantendo a disciplina e revisando periodicamente o que for necessário.
  2. Aprender uma nova língua vai muito mais além de decorebas, livros e cursos.
  3. É abrir uma porta na sua vida para todo um povo (e vice-versa), se tornar um ser humano mais rico por dentro e mais tolerante às diversidades, expandir a mente e o raciocínio, desafiar-se e tornar-se um elo de união entre os povos.

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10 razões para estudar latim

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Você pode ter ouvido falar que o latim é uma língua morta. Esta é uma declaração forte e pesada para a maioria dos ouvidos. Os estudiosos, no entanto, usam o termo em um sentido técnico que deixa muito espaço para a especulação. Uma língua “morta” é aquela que não é mais o idioma nativo de nenhuma comunidade, mesmo que ainda seja usada de outras maneiras. Uma língua extinta, por outro lado, é aquela que não possui mais falantes ou uso escrito. Algumas línguas também são chamadas de línguas litúrgicas, porque continuam a ser usadas em contextos religiosos, ou línguas clássicas, que continuam a ser estudadas e lidas através de um rico corpo de literatura antiga.

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O latim é uma língua clássica e litúrgica, uma língua morta que nunca morreu. Com isso, queremos dizer que, embora o latim não seja um idioma nativo de alguma comunidade, ele ainda é falado (mesmo que apenas por algumas comunidades) e é comumente estudado e lido por vários motivos benéficos e convincentes.

O latim também vive através das línguas em que deu origem: francês, italiano, espanhol, português e romeno – as línguas românicas. Cerca de 90% do vocabulário dessas línguas vêm do latim. Essas línguas românicas são na verdade formas de latim que evoluíram ao longo dos séculos em várias regiões com alguma interação de outras línguas locais.

Existem muitas boas razões para estudar latim. Aqui está uma lista das dez melhores:

  1. Tornando-se poliglota: como você já deve ter adivinhado, estudar latim é uma preparação fantástica para aprender e tornar-se fluente em um ou mais idiomas do romance. Portanto, aprender latim é começar um estudo de seis idiomas ao mesmo tempo.
  2. Vocabulário e gramática do inglês: estudar latim prepara os alunos para o domínio do inglês. Os estudantes de latim normalmente obtêm a melhor nota nos testes de vocabulário em inglês! Isso não surpreende, pois 50% do inglês é derivado do latim – com mais de 80 das palavras polissilábicas derivadas do latim. A gramática regular do latim também é ideal para esclarecer a maneira como todos os idiomas, incluindo o inglês, funcionam. Do mesmo modo, o estudante de latim alcança o domínio da língua portuguesa, que possui muito mais similaridades com a língua latina que o inglês).
  3. As profissões: latim prepara os alunos para várias profissões importantes que são mergulhadas em palavras latinas ou inglesas derivadas do latim. Isso inclui direito, medicina, ciência, música, teologia, filosofia, arte e literatura, entre outras.
  4. Escrever e Ler: um vocabulário e uma compreensão gramatical mais ampla permitem que os alunos escrevam e leiam com maior facilidade e clareza.
  5. Literatura: o latim permite que os alunos tenham melhor acesso à literatura, repleta de referências e citações em latim.
  6. História: o latim permite que os alunos compreendam e apreciem melhor o Império Romano, que teve efeitos profundos e contínuos na civilização ocidental. Além disso, a história da arte e da arquitetura está repleta de latim, e monumentos e artes em todo o mundo são frequentemente agraciados com o latim.
  7. Ótima literatura: o latim permite que os alunos desfrutem de algumas das publicações mais influentes do mundo – no idioma original. Aprender latim bem o suficiente para ler obras latinas originais é uma habilidade alcançável e transmite grande satisfação e prazer.
  8. Virtude educacional: o estudo do latim é uma prática contínua na solução de quebra-cabeças linguísticos que geralmente ajuda os alunos a se tornarem leitores e escritores próximos e cuidadosos. Muitos acreditam que geralmente também aprimora as faculdades mentais, cultivando cuidadosa análise e atenção. Quando perguntado a um conhecido pesquisador de câncer, Dr. Charles Zubrod (que ajudou a desenvolver tratamento quimioterápico para pacientes com leucemia), o que o havia melhor preparado para uma vida de pesquisa médica, ele respondeu: “estudando latim e grego quando criança”.
  9. Prazer: decifrar o “código secreto” do latim, ver as palavras por trás das palavras, aprender a resolver quebra-cabeças e ler grandes autores em sua própria língua são todos prazeres que durarão a vida inteira dos alunos.
  10. Aprendizado simultâneo: como você pode ver, estudar latim é uma maneira de fazer estudos avançados em várias áreas simultaneamente. É por isso que a consideramos uma arte mestra – como uma ferramenta, ela permite dominar outras coisas, outros assuntos. Não é de admirar que tenha sido matéria obrigatória nas escolas durante séculos.

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Espero que, ao revisar a lista acima, você veja como o latim ainda está muito vivo – ele vive na sua língua agora, afirmando-se com todas as outras palavras que você fala. Espero que você faça um estudo dessa língua e apresente a seus filhos também. Embora seja um estudo desafiador, ele trará vida ao aprendizado e abrirá uma dúzia de portas diferentes em tantos caminhos aventureiros.

Texto adaptado da matéria “10 Reasons to Study Latin”, de Dr. Christopher Perrin.

Dr. Christopher Perrin é um autor, consultor e palestrante especializado em educação clássica. Ele está comprometido com a renovação da tradição das artes liberais.

Foi co-fundador e atua em tempo integral como CEO/editor da Classical Academic Press, uma empresa de currículo, mídia e consultoria em educação clássica. Christopher também é consultor de escolas charter, públicas, privadas e cristãs em todo o país.

Ele é o diretor da Alcuin Fellowship com o Institute for Classical Schools e o ex-vice-presidente da Sociedade de Aprendizagem Clássica. Ele publicou vários artigos e palestras que são amplamente utilizados nos Estados Unidos e no mundo de língua inglesa.

Christopher tem uma paixão pela educação clássica e é um amante da bondade, verdade e beleza onde quer que sejam encontrados.

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Como aprender francês: conheça as melhores maneiras

Diante de uma realidade onde falar inglês já não é novidade, sobressai aquele que tem no currículo um segundo ou terceiro idioma.

E aprender francês certamente é um diferencial que poucos têm a apresentar durante um processo seletivo, por exemplo. “Mas quais as melhores maneiras de aprender Francês?” você pode estar se perguntando.

Vai estudar sozinho? À distância? Matricular-se em uma escola de idiomas? Conheça todas as opções e bons estudos.

As melhores maneiras de aprender francês

Assim como o português, o francês também é originário do latim e, por isso, ambos têm muito em comum. O trunfo de serem línguas parecidas certamente te dará vantagens em aprender francês – independentemente da metodologia de ensino.

Seja por curiosidade, afinidade com a língua, necessidade, ou para aumentar suas chances em âmbito profissional, o idioma mais “chic” do mundo está à sua disposição em diversas formas de aprendizado – muitas delas gratuitas.

Aprender francês sozinho vs. escolas de idiomas

Para o desespero (ou oportunidade) das escolas de idiomas, é cada vez maior o número de pessoas que opta por aprender uma nova língua por conta própria. Onde a disciplina é o único requisito para sair na frente.

Ainda que a fluência seja um passo mais adiante, aprender o básico sozinho é perfeitamente possível. Através de sites, cursos gratuitos, aplicativos para smartphones, plataformas de interação com nativos, ou até mesmo canais do YouTube, um aprendizado atual e funcional acontece em pouco tempo.

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A internet mudou a forma de aprender francês

Há cerca de 15 anos, matricular-se em uma escola de idiomas era a única maneira de ter acesso a um conteúdo de qualidade, suporte profissional e interação.

No entanto, a internet acabou por transformar o ensino presencial em algo ainda melhor – com o benefício da flexibilidade de horário e da personalização, de acordo com cada perfil.

Aprenda francês de acordo com as suas preferências

Tem aluno que não abre mão do “olho no olho”, e aprende melhor com um mentor à frente da sala. Outros preferem o dinamismo de estudar à sua própria maneira, durante o tempo que achar melhor. Tudo é uma questão de pesar aquilo que você quer e espera de determinada escola ou plataforma virtual.

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Cada método de aprender idioma tem a sua (des)vantagem

Ambos os métodos possuem suas vantagens e desvantagens, mas é inegável que o apoio da tecnologia para o ensino presencial e online torna muito tênue a linha que as distingue.

A capacidade de inovar, dinamizar e acelerar o aprendizado são pontos que determinam a preferência por uma ou outra metodologia de ensino.

Se você quer aprender francês rápido, prefira aulas particulares ou cursos intensivos

No entanto, na hora de escolher entre um ou outro, vale a pena ter em mente alguns pontos. Em algumas escolas, por exemplo, o preço cobrado é caro e o retorno esperado não vem; são cerca de 5 a 6 anos para concluir os níveis do básico ao avançado.

Nesses casos, vale a pena ponderar sobre a possibilidade de aulas particulares em cursos semi-intensivos (mesmo que o custo seja maior) ou encontrar modalidades online que supram seus objetivos, orçamentos e urgências no momento.

Pesquise sobre e aposte em cursos ou escolas desconhecidas

Outra dica muito importante para quem ainda não encontrou o curso ideal é nunca deixar de lado escolas pequenas ou cursos à distância que não sejam muito conhecidos a nível de marketing.

Às vezes são justamente essas opções que oferecem excelentes metodologias de ensino e preço acessível. Pesquise entre amigos, sites de busca e redes sociais por mais informações sobre determinadas instituições ou ferramentas online.

Conheça também o curso de francês da prefeitura de Paris e como se inscrever.

Melhores livros para aprender francês

Se está pensando que a tecnologia veio para substituir o bom e velho aprendizado através dos livros, engana-se. Com títulos clássicos da literatura francófona, além de verdadeiros manuais sobre a língua francesa, confira quatro títulos muito importantes para aprender gramática, vocabulário e treinar seu progresso.

Grammaire Progressive du Français

Este certamente é um dos livros de gramáticas mais recomendados para quem quer aprender francês. O título possui exemplares para cada nível de proficiência no idioma, desde o básico ao avançado, chegando ao livro de aperfeiçoamento para quem está próximo da fluência. Cada um dos livros é completo e acompanha CD de áudio.

Le Petit Prince

Um clássico da literatura, o simpático pequeno príncipe amado pelo mundo todo está entre as principais recomendações aos alunos de nível intermediário/avançado no idioma. O livro pode ser encontrado por cerca de R$30.

Assimil

O método intuitivo Assimil de ensinar idiomas também se aplica ao francês. No entanto, é preciso investir uma quantia um tanto quanto alta para adquirir o pacote. A partir de R$ 200 você compra o pacote de livros e CDs. Essa metodologia já existe há mais de 85 anos e é baseada em estudos, repetições e assimilação intuitiva.

Le Bon Usage

Clássico chamado de “le Grevisse“, o livro foi publicado inicialmente em 1936. Focado em gramática descritiva e prescritiva, o Le Bom Usage é, até os dias de hoje, referências para professores, escritores, tradutores e estudantes de francês.

Basicamente, o livro é um manual com 40 mil citações extraídas da literatura francófona e custa aproximadamente R$80.

Também já falamos sobre as melhores maneiras de:

Aprender francês online

Nada de livros físicos, muito menos aulas presenciais. Aprender francês à distância é a forma mais dinâmica de eficaz de aprender, conciliando os estudos a correria do dia a dia. Como forma de acompanhar o progresso das plataformas de ensino online, até mesmo escolas tradicionais de idiomas passaram a disponibilizar seus cursos pela internet.

Um bom exemplo está na Aliança Francesa, fundada em 1883, e que hoje oferece pacotes personalizáveis de cursos à distância.

Professor disponível no Italki

Na plataforma Italki você pode contratar um professor nativo na lingua francesa e ter aulas com ele. Existem diversos professores e se você não se acostumar a um, poderá tentar outros. Conheça nosso artigo completo sobre o Italki e veja nossa avaliação desse aplicativo.

Canais YouTube para aprender francês

O YouTube com certeza é uma das formas mais justas e eficazes de aprendizado online. Com uma grande variedade de canais do Youtube para aprender inglês empenhados em ensinar o idioma, é possível percorrer entre aulas ministradas em português, inglês e até mesmo em francês para os níveis iniciantes.

Conheça alguns títulos para começar a estudar.

French Pod 101

Com aulas em inglês, o canal French Pod 101 ensina francês a alunos do nível básico ao intermediário. A variedade é grande, dispondo de playlists para o estudo da gramática, expressões idiomáticas, exercícios de leitura e escuta, além de séries especiais com os temas “superstições” e “feriados franceses”.

Quero Falar Francês

Lecionadas pela professora Maria Rita, o canal Quero Falar Francês publica aulas semanais sobre gramática, pronúncia, vocabulário, expressões e dicas para um melhor aproveitamento do estudo. As aulas são em português e o canal ainda conta com vídeos dando dicas de imigração para o Canadá, por exemplo.

Learn French with Alexa

Se inglês não é problema para você, e ainda arranha uma coisa ou outra em francês, o canal da Alexa garantirá bons estudos, além de algumas risadas.

Com abordagem bem-humorada a alunos de níveis básico e intermediário, a professora tratar de assuntos gramaticais, além de pronúncia e vocabulário. As aulas são ministradas em francês (com legendas em francês) e em inglês (com leve sotaque francês).

Learn French with Vincent

Se você tem tempo livre e muita determinação, o canal do Vincent pode ser a melhor forma para aprender francês. Com conteúdo em inglês, algumas video aulas têm mais de 4 horas de duração, e partem da premissa para te ensinar o idioma em 5 dias. Vai encarar?

Sites para aprender francês

Com intuito de fornecer ferramentas de aprimoramento do idioma, diversos sites oferecem diferenciais em exercícios, testes, jogos, vídeos e materiais interativos.

Para o aprendizado presencial ou à distância, exercitar o conhecimento em plataformas como estas é fundamental para absorver e vivenciar o conteúdo.

IFESP

O site do Instituto de Estudos Franceses e Europeus de São Paulo oferece, além de cursos, todo o suporte necessário através de eventos e coaching para estudantes e profissionais com intuito de se aperfeiçoarem no idioma e assuntos relacionados ao idioma francês.

Se não quiser pagar pelos cursos ofertados, o IFESP também possui um canal no YouTube, com algumas aulas de nível básico e dicas de aprendizado.

Forvo

Considerado um dos maiores guias de pronúncias do mundo, o Forvo é voltado para quem tem interesse em aprender francês com foco na fala. O site funciona de maneira colaborativa, onde nativos enviam as palavras na pronúncia local. No caso do português, você também pode enviar a sua colaboração aos que quiserem aprender seu idioma.

BBC Language

O site da BBC é outro que oferece suporte a alunos interessados em diversos idiomas, inclusive o francês.

O portal contém lições, jogos, reportagens, mídias e testes para níveis que vão do básico ao avançado. O único porém é que todo o conteúdo está disponível somente em inglês.

TV5 Monde

Seguindo os mesmos moldes da BBC Language, o TV5 Monde também dispõe de uma grande diversidade de exercícios, aulas, vídeos, quizzes, além de espaço interativo. Tudo muito atual e dinâmico, o portal é voltado para alunos desde o básico até o segundo nível intermediário (chamado de B2).

O site está disponível em inglês, francês e espanhol.

Aplicativos para aprender francês

Na palma das mãos, com notificações frequentes para te lembrar do seu compromisso. Os aplicativos estão à sua disposição para ensinar um novo idioma.

Confira os melhores aplicativos mobile para aprender francês – gratuitas e com versões premium.

Duolingo

Em primeiro lugar, o Duolingo é o aplicativo mais utilizado no momento para o aprendizado de idiomas. Entre aulas, exercícios e muita interatividade, o app promete ensinar em 34 horas o que um semestre inteiro de curso presencial leva para transmitir.

O aplicativo também está disponível para utilização no PC. Sua utilização é gratuita.

Babbel

Fomentada através de meios do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, a Babbel disponibiliza de forma parcial o curso gratuito de francês. Focado no aprendizado de forma atual, o aplicativo Babbel aborda conteúdos realmente utilizados no cotidiano, como expressões idiomáticas, por exemplo. O preço dos planos começa em R$ 14,90/mês na modalidade anual.

Busuu

Seguindo o mesmo padrão do anterior, o Busuu é outra plataforma de ensino que oferece seus conteúdos gratuitos apenas parcialmente, com acesso a fichas de vocabulário.

De acordo com o portal, 22 horas de estudo na versão Premium equivalem a um semestre acadêmico de idiomas. Os planos começam em R$9,99/mês na modalidade bianual. Como diferencial, a versão paga oferece conversação com falantes nativos, certificados oficiais e outros benefícios.

Cursos gratuitos para aprender francês

Outra categoria mais direcionada para quem quer aprender inglês está nos cursos gratuitos. Nestes casos, as plataformas oferecem sistemas de estudos mais estruturados de acordo com apostilas e um ensino mais tradicional; sem a interatividade dos aplicativos, por exemplo.

Très Bien Francês

De apresentação simples, o Très Bien Francês funciona bem para os mais variados níveis de proficiência no idioma. O site oferece lições bem segmentadas por assunto e interesses, bem como a possibilidade de selecionar seu nível ou finalidade, como francês para viagem, medicina ou negócios.

Outro diferencial, ainda que pago, oferecido no site é a possibilidade de ter aulas com falantes nativos ou fluentes, mas de outras nacionalidades. Eles são conhecidos como os Embaixadores Polly e cobram diferentes preços por hora/aula.

Bonjour de France

Dos iniciantes aos experts, todos podem aprender francês através de sites como o Bonjour de France, que oferece aulas e lições totalmente gratuitas.

A plataforma é simples, mas se firma como um dos melhores na categoria. Conta com jogos, tópicos com expressões idiomáticas e inclusive uma preparação para quem está prestes a realizar o DELF.

Learn Cafe

A plataforma de cursos online Learn Cafe oferece uma grande diversidade de títulos, inclusive os dedicados ao ensino de idiomas. No caso do francês, está disponível gratuitamente apenas um curso de nível básico, com carga horária de 3 horas e emissão de certificado. Os demais cursos custam menos de R$ 30 cada.

Open Learning Initiative

  • De conteúdos 100% gratuitos, o site Open Learning Initiative foi desenvolvido pela Universidade Carnegie Mellon e oferece os cursos somente na língua inglesa.
  • O francês é ensinado em 2 níveis básicos de cerca de 15 semanas de aulas cada.
  • Veja também uma lista completa dos países que falam inglês na Europa.

Dicionários de francês Online

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