Como aparar arbustos: 14 passos (com imagens)

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Este artigo foi escrito em parceria com Maggie Moran. Maggie Moran é uma Jardineira Profissional na Pennsylvania.

Há 9 referências neste artigo. Você pode encontrá-las ao final da página.

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    Examine o seu arbusto em busca de flores para determinar quando ele deve ser podado. Para arbustos florescendo, pode-os no inverno quando estão dormentes para impedir uma floração atrasada.

    Você pode podar arbustos sem flores a qualquer momento, exceto no fim do outono; nesse época, os ramos novos que forem podados não terão tempo de amadurecer antes do estado de dormência da planta.

    [1]

    • Se você estiver cultivando uma cerca viva, apare-a quando os ramos tiverem crescido demais. Isso deve ser feito até seis semanas antes da primeira geada na sua região.
    • Evite fazer podas extensivas fora da época de poda do seu arbusto. As podas leves para manter o visual da planta são saudáveis, mas podar demais pode danificá-la.
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    Estenda uma lona em torno do arbusto que será aparado. Isso facilitará a limpeza e apanhará pequenos ramos ou folhas que caírem no chão. Se você estiver podando muitos arbustos, limpe a lona e mova-a pelo jardim para trabalhar com as diferentes plantas.

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    Utilize duas estacas como guias para nivelar o arbusto. Instale duas estacas de cada lado do arbusto e prenda uma corda entre elas. Mantenha a corda esticada e utilize-a como referência de altura para aparar o arbusto. Se quiser uma medida mais precisa, utilize um nível para posicionar as cordas e garantir que elas permaneçam uniformes.[2]

    • Se o arbusto por pequeno e estiver perto da sua casa ou do revestimento, você pode utilizar tanto a corda quanto o nível como guia para nivelar o corte.
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    Utilize uma tesoura de poda ou um corta-sebes para cortar o topo do arbusto. Evite cortar abaixo da linha de referência para manter o nivelamento uniforme. Ao finalizar a poda no topo, examine o seu trabalho e corte qualquer ramo que pareça estar fora do lugar.

    • Um corta-sebes é ideal para diminuir a altura do arbusto, pois passá-lo ao longo do topo dará um acabamento mais suave à planta.
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    Mantenha o topo mais estreito que a base. A base do seu arbusto deve ser a parte mais larga da planta. Examine o arbusto depois de ter deixado o topo uniforme; se ele parecer pesado na parte superior, utilize a tesoura de poda ou o corta-sebes para reduzi-lo.[3]

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    Mantenha as laterais do arbusto entre 15 e 30 cm de distância da sua casa. Isso impedirá que a planta entre em contato com a parede da casa, evitando arranhões no seu revestimento. Se o arbusto já estiver em contato com a casa, marque uma distância de 15 a 30 cm para cortá-lo e mantê-lo longe da parede.[4]

    • Como as plantas precisam de água para sobreviver, qualquer arbusto que esteja tocando a sua casa pode causar danos por umidade ao longo do tempo.
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    Comece cortando próximo da base do arbusto e siga até o topo. Faça cortes suaves e uniformes para manter as laterais do arbusto iguais. Durante o corte, mantenha a base mais larga do que o resto do arbusto para manter uma aparência equilibrada.[5]

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    Corte as laterais em um ângulo ligeiramente inclinado. Isso manterá a planta estreita no topo e larga na base. Se a planta ficar mais larga na sua base, a luz solar atingirá os ramos inferiores e manterá as folhas verdes.[6]

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    Faça cortes rasos conforme for subindo pelo arbusto. Evite cortes profundos no arbusto. Remova entre 3 e 8 cm por vez — particularmente da base — para não podar demais. Você sempre pode cortar mais depois se estiver insatisfeito com a forma do arbusto.

    • Tente conservar a forma natural do arbusto o máximo possível para mantê-lo saudável.[7]
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    Examine as laterais em busca de regiões desiguais após a poda. Examine a forma geral do arbusto e procure por ramos que se sobressaiam. Caso note ramos rebeldes ou sinta que o arbusto parece desigual, faça ajustes com sua tesoura de poda até que a planta pareça uniforme e equilibrada.

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    Corte os ramos mais grossos primeiro. Utilize uma tesoura de poda ou uma corta-sebes para cortar ramos rebeldes até a base. Fazê-lo impedirá que ramos que cresceram demais se sobressaiam e promovam o crescimento de ramos novos nas laterais.[8]

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    Retire alguns membros no centro do arbusto. Se o seu arbusto tiver muitos ramos que cresceram demais no centro, corte-os até a base com a tesoura de poda. Ao limpar os membros, tente preservar a forma natural da planta e manter a base como a sua parte mais larga.

    • Reduzir o centro possibilitará que a luz atinja os ramos inferiores.
    • Evite cortar os ramos centrais que não tiverem crescido demais, pois podar muitos ramos principais pode causar danos ao arbusto.
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    Remova os ramos ou segmentos de ramos doentes ou danificados. Inspecione o seu arbusto em busca de ramos doentes ou quebrados, os quais devem ser removidos para manter a saúde da planta.

    Corte qualquer parte podre do ramo até alcançar a parte saudável. Se parte de um ramo estiver saudável, você não precisa removê-lo por inteiro; basta remover o máximo possível da parte morta ou doente.

    • Pesquise pragas e doenças comuns que podem atingir o seu arbusto e fique atento para identificar os primeiros sinais de danos.
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    Não remova mais de 1/3 do arbusto. Cortar mais de um 1/3 da planta a deixará fraca e vulnerável a pragas e doenças. Se você achar que está aparando a planta mais do que deveria, nivele o corte o melhor que puder e finalize a poda.[9]

  • Embora um corta-sebes seja mais rápido de utilizar, uma tesoura de poda geralmente possibilita um trabalho mais minucioso e preciso.
  • Se você tiver arbustos grandes, utilize um corta-sebes com extensão de alcance para chegar ao topo.
  • Lona;
  • Corta-sebes ou tesoura de poda;
  • Corda;
  • Duas estacas;
  • Nível.
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Horticultora

Este artigo foi escrito em parceria com Maggie Moran. Maggie Moran é uma Jardineira Profissional na Pennsylvania.

Categorias: Cultivo de Plantas

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Como Sobreviver em uma Floresta

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    Não entre em pânico se você se perder. O pânico é mais perigoso do que praticamente todo o resto, porque ele interfere que você utilize a sua melhor, mais útil e versátil ferramenta de sobrevivência: sua mente. Assim que você perceber que está perdido, antes de fazer qualquer coisa, pare. Respire fundo e acalme-se. Antes de agir, siga as indicações do acrônimo PPOP:

    • P = Pare
    • P = Pense
    • O = Olhe ao seu redor
    • P = Prepare-se para sobreviver reunindo materiais
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    Oriente-se. Onde quer que você esteja se tornará o seu “ponto zero”.

    Encontre uma forma de marcá-lo usando uma peça extra de roupa, uma pilha de pedras, uma folha de papel, ou qualquer outra coisa que seja facilmente visível ao longe.

    Aprenda as direções básicas: o sol nasce no Leste e se põe no Oeste. Use essa informação para ver a direção como numa bússola (em uma direção orária, começando no topo, 12:00) Norte, Leste, Sul, Oeste.

    • Por exemplo, se já for no fim da tarde e o sol estiver a sua direita, então você deve estar virado para o Sul.
    • Aprender como identificar a Estrela polar à noite em seu quintal com antecedência também será muito importante.
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    Fique em um único lugar. Isso não apenas aumenta suas chances de ser encontrado, mas também reduz a energia que seu corpo gasta e a quantidade de água e comida que você precisará. Acocore-se e fique parado.

    As chances são de que alguém estará procurando por você, especialmente se você contou a alguém dos seus planos. Além disso, se vcoê estiver com outra pessoa, não se separem.

    Ter outra pessoa com você aumenta as chances de vocês sobreviverem.

    • Além disso, procure alguma sombra próxima se estiver quente, porque isso diminui bastante o risco de você ficar desidratado e ter uma insolação. Não se sinta tentado a tirar a roupa, já que isso apenas aumenta o risco.
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    Faça uma fogueira. Faça uma fogueira de bom tamanho com combustível o suficiente para aquecer por muitas horas e certifique-se de que você tem bastante madeira seca.

    Acenda o fogo antes de achar que irá precisar dele, mesmo que o tempo esteja quente; é mais fácil acender o fogo estando em boas condições, do que entrar em pânico quando o sol se por – sem mencionar o fato de que ter uma fogueira acesa por perto lhe dará uma sensação de conforto e segurança enquanto você descobre seu rumo.

    • Uma boa regra geral é juntar madeira até achar que tem o bastante para passar a noite, depois pegar mais três pilhas do mesmo tamanho, para que assim você talvez tenha o bastante para passar a noite.
    • Você deve ter acesso a madeira seca no “sub-bosque” da floresta. Você também pode usar cascas de árvore ou estrume seco. Se você fizer um fogo que esteja quente o bastante, você pode queijar madeira verde, arbustos, ou ramos de árvore para fazer uma fogueira sinalizadora que cria muita fumaça.
    • A melhor madeira para manter o fogo é a madeira morta que você pode arrancar de qualquer árvore. Independente do tipo de floresta em que você esteja, com certeza haverá madeira seca disponível.
    • Lembre-se que um fogo pequeno é mais fácil de queimar do que um grande, porém, porque ele exige menos combustível. Assim que você tiver brasa o suficiente, mantenha o fogo em um tamanho controlável, para que você não passe tempo demais procurando por combustível.
    • Não faça uma fogueira numa área onde não seja seguro fazer isso. Sua fogueira deve ficar bem longe de árvores e arbustos inflamáveis, preferivelmente em uma clareira. Tome cuidado com sua fogueira. Embora você queira alimentá-la, não exagere. Considere o clima e outros fatores e lembre-se, com um incêndio na floresta é muito mais difícil sobreviver do que apenas estando perdido!
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    Sinalize sua localização. Faça barulho assobiando, gritando, cantando, ou batendo pedras, uma na outra. Se puder, marque sua localização de forma que seja visível do ar. Se estiver em um prado na montanha, faça três pilhas de folhas escuras, ou galhos em forma de um triângulo. Em áreas arenosas, faça um grande triângulo na areia. Três de qualquer coisa na mata é um sinal de perigo.

    • Você pode usar o fogo para mandar um sinal de emergência. O sinal universal para isso é criado fazendo três fogueiras em linha reta, ou três fogueiras que formam um triângulo.
    • Você também pode tocar um apito três vezes, dar três tiros com um rifle no ar, se tiver um, ou um espelho brilhante, que reflita a luz três vezes.
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    Explore a área. Embora você não deva andar demais por aí, você deve explorar a área imediatamente ao seu redor para tentar encontrar algo útil.

    Você pode encontrar coisas que alguém deixou ali antes, seja uma caneca de alumínio, ou um cinzeiro, pode ser útil demais.

    Certifique-se de sempre voltar para o seu “ponto zero” quando estiver procurando por água, abrigo, ou o caminho de casa.

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    Encontre uma boa fonte de água. Em uma situação de sobrevivência, você pode viver até três dias sem água, mas no fim do segundo dia você não estará em muito boa forma; encontre água antes disso.

    A melhor fonte de água é uma nascente, mas as chances de encontrar uma dessas são pequenas. Você também deve procurar por pássaros próximos, porque eles gostam de voar perto de águas limpas.

    Beba a água que restar – você deve racioná-la, mas não tanto a ponto de ficar com sede no mesmo instante.

    • A água corrente é sua melhor opção; o movimento da água reduz a sedimentação. Esteja avisado de que beber água de riachos pode causar algumas doenças, mas quando você está em uma situação de vida ou morte, o risco de doenças é algo que fica em segundo plano e qualquer coisa, você pode ser tratado depois quando voltar para a cidade.
    • Se houver orvalho e você estiver desesperado, você pode pegá-lo usando a roupa e depois espremer ela para beber o líquido.
    • Você também pode conseguir encontrar água em aberturas de rocha.
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    Purifique sua água. Um método grosseiro de purificação da água é pegar sua panela e aquecer a água. Para que que esse método acabe efetivamente com as bactérias, a água deve ferver bem por pelo menos três minutos.[1] Você também pode colocar a água limpa numa garrafa de plástico transparente e deixá-la no sol por seis horas para matar a maior parte dos organismos.[2]

    • Porém, se a água estiver tão cheia de sedimento que o sol não possa penetrá-la, esse método não funcionará. Se você tiver um pouco de sal, adicione uma pitada na água para tentar fazer o sedimento se assentar ao fundo.
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    Encontre, ou crie um abrigo. Sem o abrigo adequado, você estará completamente exposto aos elementos e se arriscará a ter hipotermia, ou um ataque cardíaco, dependendo do tempo.

    Se você não estiver vestido adequadamente para as condições climáticas, encontrar um abrigo é ainda mais importante.

    Por sorte, a floresta está cheia de ferramentas e recursos, tanto para fazer abrigos, quanto para fazer fogo (para se aquecer, para sua segurança e para usar como sinalizador). Eis algumas coisas que você pode usar:

    • Procure por uma árvore caída, ou torta. Você pode fazer um abrigo empilhando galhos em ambos os lados da árvore caída, depois colocar arbustos, folha de coqueiro, folhas, ou outras plantas.
    • Use arbustos ou galhos verdes (ramos) de árvores para repelir a água, bloquear o vento, manter a neve longe e criar sombra. Feche o máximo de lados que puder do seu abrigo.
    • Cavernas podem ser uma ótima escolha, mas certifique-se de que a que você escolheu já não está ocupada por ursos, gatos selvagens, cobras, ou outros animais hostis; eles sabem que as cavernas são boas também, e estão a procura de abrigo há muito mais tempo que você.
    • Se estiver nevando, faça uma caverna de neve. A neve é um excelente isolador, e lhe manterá muito aconchegado.
    • Certifique-se de que seu abrigo não seja tão escondido a ponto de você passar o tempo todo nele e impedir que as pessoas lhe encontrem.
    • Não gaste energia demais construindo o abrigo perfeito, ou você vai ficar exausto.
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    Encontre alimentos seguros. Saiba que a maior parte dos adultos saudáveis pode sobreviver até três semanas sem comida, a menos que esteja frio.[3] É melhor estar com fome e saudável que doente.

    Certifique-se de conhecer seu alimento, antes de comê-lo. Se há alguma coisa que vai diminuir sua habilidade de sobreviver, é estar perdido e mortalmente doente. A fome não vai ser um grande problema.

    • Não tenha medo de comer insetos e outros besouros. Embora possa ser nojento comer alguns gafanhotos, eles lhe dão uma boa nutrição. Todos os insetos devem ser cozidos, já que eles podem ter parasitas que podem lhe matar. Não coma nenhuma lagarta, insetos com cores vivas, ou qualquer inseto que possa lhe picar ou ferroar. Remova as pernas, a cabeça e asas de qualquer inseto antes de comê-lo.
    • Se você estiver perto da água, peixes são uma boa escolha. Os vairões podem ser comidos inteiros.
    • Evite comer quaisquer cogumelos e frutinhas que vir, não importa o quão faminto esteja. É melhor ficar com fome do que comer algo venenoso. Muitas frutinhas na floresta, especialmente as brancas, são venenosas.
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Cupressocyparis leylandii. A vegetação ideal para jardins com grandes dimensões

O cupressocyparis leylandii é uma conífera de folha verde escura escamiforme e de crescimento muito vigoroso.

Em média, pode crescer cerca de um metro por ano e, se não for podada, pode atingir mais de 20 metros de altura.

A maioria das pessoas opta, habitualmente, por esta planta quando precisam de uma sebe que cresça o mais alto e o mais depressa possível ou quando necessita de uma sebe já formada e com vários metros de altura.

O cupressocyparis leylandii é um híbrido natural do cupressus macrocarpa e da chamaecyparis nootkatensis, ambas originárias da América do Norte. Foi criado no Reino Unido, no fim do século XIX.

Esta conífera é frequentemente utilizada para formação de sebes altas, com mais de três metros, normalmente com o objetivo de servirem como cercas de proteção ou cortinas de vento em jardins grandes, propriedades rurais ou quintas.

Podem também ser utilizados para esconder algum edifício ou estrutura desagradável e abafar ruídos.

Apesar do cupressocyparis leylandii poder adquirir facilmente qualquer forma e qualquer dimensão, desde que o conduzamos nesse sentido logo desde pequeno, tem de se ter muito cuidado quando se plantam em pequenos jardins para que este não cresça de uma forma selvagem e desproporcionada. Esse é um risco efetivo, pelo que a sua plantação e desenvolvimento devem ser acompanhados de muito perto, idealmente por profissionais especializados.

Em termos de conselhos de plantação a ter em conta no quotidiano, os cupressocyparis leylandii toleram uma grande variedade de solos e de climas mas, na realidade, preferem solos bem drenados.

Para prevenir doenças e promover o crescimento saudável o jardim deve ter regas regulares nas estações mais quentes ou preferencialmente sistema de rega automático.

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Dão-se mal com o calor extremo mas necessitam de uma boa exposição solar.

O compasso de plantação pode variar consoante a dimensão das plantas, a altura máxima pretendida ou a função desejada, como sublinham os jardineiros profissionais.

Os cupressocyparis leylandii têm uma grande vantagem relativamente a muitas outras sebes porque encontram-se facilmente nos centros de jardinagem.

Habitualmente, apresentam medidas que oscilam entre 80 centímetros e quatro metros de altura.

Os cuidados de poda exigidos

Para constituir sebes densas com cerca de três a quatro metros de altura, aconselha-se uma distância entre plantas de cerca de um metro por metro e meio.

Os preços médios para as plantas mais vendidas são, em média, de 12 € para plantas em vaso de cinco litros com cerca de um metro de altura, 35 € para plantas em vaso 15 litros com 1,75 a dois metros de altura e 55 € para plantas em vaso de 30 litros com dois a três metros altura.

Tal como sucede com a maioria das sebes, se o objetivo é criar uma barreira impenetrável tem de aparar as plantas com regularidade para manter a base densa duas vezes por ano, pelo menos.

Se a ideia é, em contrapartida, criar uma vedação alta para conferir privacidade ou esconder algum edifício, então pode deixar crescer livremente tendo em atenção que o crescimento em altura implica um desenvolvimento proporcional em largura e pode não haver espaço para tal.

Dado o seu rápido crescimento é muito frequente os cupressocyparis leylandii ficarem grandes de mais. Nestes casos, deve fazer uma poda mais radical.

Reduza, para isso, a planta em um terço do seu tamanho, no máximo. Se as plantas forem saudáveis e se o corte for realizado no início da primavera, em princípio as plantas respondem bem ao corte.

Nestes casos em que se deixam crescer demais, os cupressocyparis leylandii podem acabar por ficar despidos em baixo e com os troncos visíveis perdendo assim a sua forma e parte da sua beleza porque nunca mais voltam a rebentar do tronco.

Doenças e outras ameaças comuns

Quando as plantas são regularmente sujeitas a adversidades como carência de nutrientes por falta de adubação, corte com lâminas contaminadas, pouca drenagem, falta ou excesso de água, os cupressocyparis leylandii podem ficar vulneráveis a ataques fúngicos sendo o mais comum a phytophthora. Nestes casos, deve realizar tratamentos com produtos fitofarmacêuticoscom a substância ativa Fosetil-Alumínio.

Um daqueles a que pode recorrer para os prevenir e/ou combater é, por exemplo, o Alliette-Flash da Bayer, apesar de existirem outros de outras marcas à venda no mercado.

Dependendo da dimensão da planta e do terreno que possua, pode fazer uma rega no pé utilizando cerca de 10 gramas de produto por metro quadrado no terreno, uma vez por mês, durante o período de maior sensibilidade das plantas, que é a fase mais crítica.

Texto: Tiago Veloso (engenheiro florestal)

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