Como apagar um banco de dados do mysql (com imagens)

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Para excluir um banco de dados MySQL, acesse http://painel.terra.com.br ou HTTP://painel.terraempresas.com.br e efetue o login e senha com os dados principais do contrato:

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Clique sobre a guia “Hospedagem/Contrutor de Site”, e em seguida clique em “Acesse Agora”:

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Clique sobre a guia “FTP e Banco de Dados” e em seguida clique sobre a opção “Gerenciador do MySQL”:

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Clique em “Iniciar”:

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Você poderá realizar a exclusão do banco de dados de duas formas, através de consulta SQL (comandos do banco de dados), ou excluir o banco de dados junto com o usuário MySQL.

Observação: para a exclusão do usuário, o MySQL irá excluir também todos os bancos de dados vinculados a este usuário. Para excluir um único banco de dados, utilize a exclusão via consulta SQL.

Exclusão do Usuário MySQL e banco de dados:

Para excluir o banco de dados junto com o usuário de MySQL basta localizar o usuário a ser excluído através da tabela de usuários e banco de dados, e clicar em “Marcar para eliminação” (representado por um círculo vermelho com um sinal de subtração “-“), em seguida clique em “Aplicar”:

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Será apresentada uma janela de alerta, onde deverá ser confirmada a exclusão do usuário.

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Exclusão do Banco de Dados via Consulta SQL:

Para excluir o banco de dados via consulta SQL, clique sobre o nome de usuário no qual o banco de dados a ser excluído se encontra. Após, digite sua senha e clique em “Iniciar”:

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Será exibida uma nova página onde você encontrará os comandos/consultas SQL disponível para seu usuário. Selecione as opções “DROP”, “DATABASE”, e clique sobre o banco de dados a ser excluído. Após clique em “Construir consulta”:

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Para concluír a exclusão do banco de dados selecionado, clique em “Executar Consulta”:

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Será exibida uma mensagem confirmando a realização da consulta:

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Como remover um banco de dados MySQL a partir da linha de comando

Como Apagar um Banco de Dados do MySQL (com Imagens)

Se você tem algum tipo de Gerenciador de banco de dados MySQL, tipo phpMyAdmin, o fato de executar qualquer ação em seu banco de dados é simples, Há muito tempo como você tem o privilégios suficientes. Mas, O que acontece se você não tem qualquer aplicação para a gestão e administração, de uma forma Visual, seu servidor de banco de dados? Há situações em que o acesso ao servidor de banco de dados é forma textual, através de um Console ou na janela do Terminal, ou por um conexão remota, tipo SSH. Para este tipo de situação, Vamos ver como podemos fazer a remoção de um banco de dados MySQL.

Excluir um banco de dados MySQL na linha de comando

Para remover um banco de dados MySQL na linha de comando, também através de uma janela de terminal ou console, ou usando uma conexão SSH remoto, a primeira coisa que você deve fazer é acesso para o comandos de interface MySQL. Para fazer isso, você executar isso em um console ou uma janela de terminal:

Conexión a interfaz de comandos MySQL desde consola

mysql -u username -p contraseña

mysql -u username -p contraseña

Onde ‘nome de usuário‘ Refere-se ao seu usuário de MySQL. O campo senha ES Opcional, Se não entrar senha, na próxima etapa você vai perguntar isso. Uma vez inserido, você acessará a interface de comandos do MySQL. Se tudo correu bem, Você pode ver o prompt do seu console ou terminal agora parece tão:

Prompt MySQL

mysql>

Para ver os bancos de dados que você tem no seu servidor MySQL, Você só precisa listá-los usando o comando a seguir:

Listar bases de datos de MySQL

mysql> show databases;

Desta forma, Você será mostrado a lista de seus bancos de dados. Algo semelhante a isto:

Listado de Bases de Datos de MySQL

+——————–+
| Database |
+——————–+
| information_schema |
| mysql |
| performance_schema |
| phpmyadmin |
| mibasededatos |
+——————–+
5 rows in set (0.00 sec)

  • +——————–+
  • | Database |
  • +——————–+
  • | information_schema |
  • | mysql |
  • | performance_schema |
  • | phpmyadmin |
  • | mibasededatos |
  • +——————–+
  • 5 rows in set (0.00 sec)

Agora vamos apagar o banco de dados em questão. Para fazer isso, Basta executar o seguinte comando, Onde ‘MyDatabase‘ indica o nome do banco de dados que você deseja excluir:

Eliminar base de datos MySQL

mysql> drop database mibasededatos;

mysql> drop database mibasededatos;

Você está pronto! Esta é a maneira de remover um banco de dados da janela de terminal ou console, Quando não têm qualquer interface gráfica para administrar ou gerenciar nossos bancos de dados MySQL Server. Para verificar se o banco de dados é eliminou, volta para listá-las:

Listar bases de datos de MySQL

mysql> show databases;
+——————–+
| Database |
+——————–+
| information_schema |
| mysql |
| performance_schema |
| phpmyadmin |
+——————–+
4 rows in set (0.00 sec)

  1. mysql> show databases;
  2. +——————–+
  3. | Database |
  4. +——————–+
  5. | information_schema |
  6. | mysql |
  7. | performance_schema |
  8. | phpmyadmin |
  9. +——————–+
  10. 4 rows in set (0.00 sec)

Você vai ver que desta vez não é eliminada na base de dados de lista.

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Como Remover Docker e suas Imagens, Containers e Volumes

VPS

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agosto 19, 2019

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3min de leitura

O Docker ganhou popularidade suficiente para se tornar uma ferramenta e um trunfo para os desenvolvedores na hora de criar e armazenar aplicativos de maneira quase impecável. Com o Docker, você não precisa se preocupar com compatibilidades nem com ambientes. Neste artigo, vamos mostrá-lo alguns procedimentos básicos do Docker, incluindo remover uma imagem, um container e mais!

Antes de usar o Docker, lembre-se que você precisa tê-lo instalado em sua VPS. Em seguida, você pode acessar o seu servidor usando PuTTY! Se estiver enfrentando problemas, confira nosso tutorial!

Docker: Remover Imagens

  • Aplique a opção –a para visualizar uma única ou múltiplas imagens usando o Image ID de cada imagem do sistema.
  • A partir desse resumo, selecione os IDs da imagem da qual você precisa se livrar e então use o comando rmi, como mostraremos no exemplo abaixo.
  • Você pode selecionar múltiplas imagens ao escolher os seus Image IDs. Os seguintes comandos ajudam a remover um arquivo específico ou arquivos diferentes:
  • Comando para a ver a lista:

$ docker images –a

Comando para remover uma imagem:

Leia também:  Como baixar jogos em uma calculadora gráfica: 11 passos

$ docker image rmi

Comando para remover múltiplas imagens:

$ docker images rmi

Docker: Remover Imagens Pendentes

Imagens pendentes são aquelas que não possuem relações com imagens etiquetadas. Normalmente essas imagens não estão sendo utilizadas e apenas ocupam espaço em disco. Podemos encontrá-las ao usar a opção de filtro -f com a linha dangling=true. Elas podem ser eliminadas posteriormente.

Para ver as imagens pendentes use o comando abaixo:

$ docker images –f dangling=true

Para deletar ou remover as imagens pendentes, use:

$ docker images purge

Docker: Remover Imagens Através de um Padrão

Remover determinadas imagens é algo fácil e rápido no Docker. Temos que rodar comandos específicos dentro do terminal para ver a lista das muitas imagens, junto dos padrões que combinam com elas.

A seguir, usaremos o comando awk com o Image ID para apagar a imagem específica.

Se quisermos remover as páginas de acordo com um padrão específico, podemos fazê-lo em apenas alguns comandos! Primeiramente, precisamos usar o Docker junto de um comando grep para listar as imagens e então deletá-las com o comando awk.

Para especificar seu padrão no terminal, use:

$ docker images –a | grep “pattern”

Para remover a imagem, use:

$ docker images –a | grep “” | awk '{}' | xargs docker rm

Para remover um container no Docker, você deve seguir passos similares àqueles de quando você remove uma imagem. Primeiramente, use a opção -a para listar os containers e então utilize o comando rm para deletar um único ou múltiplos containers:

$ docker container -a

Para remover um único container, use o comando abaixo:

$ docker container rm

Para deletar múltiplos containers, digite:

$ docker container rm

Docker: Remover Container Enquanto Sai de uma Aplicação

Se você não precisa de um container depois de criá-lo, simplesmente use o comando –rm para deletá-lo.

$ docker run –-rm

Docker: Remover Container Através de um Padrão

Para visualizar todos os containers que atendem ao seu padrão, use o comando abaixo. O processo é praticamente idêntico ao que você usaria para remover imagens através de um padrão:

$ docker ps -a |  grep “pattern”

Em seguida, usaremos o comando rep jungo com o awk para remover o container:

$ docker ps -a | grep “pattern” | awk '{print $1}' | xargs docker rmi

Use o comando ls para procurar na lista de volumes e conferir que nomes de volumes são aqueles que você deseja remover. Em seguida, use o comando rm conforme mostrado no exemplo:

Listar volumes:

$ docker volume ls

Remover um único ou múltiplos volumes:

$ docker volume rm

Docker: Remover Volumes Pendentes

Volumes não existiriam sem containers. Se você remover containers e deixar os volumes vazios, eles não serão automaticamente removidos. Para remover esses volumes, podemos seguir um processo similar ao usado para remover imagens pendentes:

Primeiramente, podemos listar todas as imagens pendentes com a opção de filtro -f e então usar o comando prune para remover aquelas que estão pendentes.

Listar volumes pendentes:

$ docker volume ls –f dangling=true

Remover volumes pendentes:

$ docker volume prune

Docker: Remover Container and seus Volumes

Volumes sem nomes podem ser deletados junto de seus containers usam a opção –v:

$ docker rm -v

Resumo

O Docker permite que você trabalhe num ambiente livre de caos. Mas, depois de usar o Docker por um longo período de tempo, você pode ter sobras de imagens, volumes e containers que estão apenas tomando valioso espaço de disco.

Neste tutorial, mostramos alguns fatores básicos do Docker: remover containers, imagens e volumes de acordo com diferentes especificações.

Esperamos que esse guia ajude-o a manter um fluxo de desenvolvimento organizado. Nos vemos no próximo tutorial!

Administrando banco de dados MySql com PHPMyadmin

Vamos começar uma série de artigos que tem como objetivo mostrar algumas ferramentas de administração de bancos de dados. Neste artigo vamos falar de uma poderosa ferramenta Open Source para administração gráfica do banco de dados Mysql.

O PHPMyadmin é muito usado hoje principalmente pelos programadores PHP que precisam de uma ferramenta de administração remota e gráfica ao banco de dados MySql.

Vamos fazer aqui um pequeno how to de como instalar e configurar esse aplicativo no seu servidor e mostrar algumas das suas principais funcionalidade.

Mão a obra !!

Requisitos necessários para a instalação do PHPMyadmin

  • php 4.1.0 ou superior
  • MySQL 3.23.32 ou superior

Obs: O PHPMyadmin poderá se instalado em qualquer OS. Nosso exemplo foi testado num Fedora 4.

A última versão estável é phpMyAdmin 2.8.0.3.

Faça o download no sourceforge.net [[email protected] Meus Downloads]$ wget http://prdownloads.sourceforge.net/phpmyadmin/phpMyAdmin-2.8.0.3.tar.gz?download

# agora vamos descompactar o download [[email protected] Meus Downloads]$ tar xvfz phpMyAdmin-2.8.0.3.tar.gz

Agora é só mover o diretório para o public do seu webserver, no meu caso /home/httpd/public_html/ [[email protected] Meus Downloads]$ mv phpMyAdmin-2.8.0.3 /home/httpd/public_html/mysql

Agora vamos mudar as permissões do arquivo de configuração [[email protected] libraries]$ cd /home/httpd/public_html/mysql/libraries/

[[email protected] libraries]$ chmod 664 config.default.php

Feito isso agora vamos abrir o arquivo e editar os parâmetros para conexão com o banco. Aqui você pode usar o editar que quiser nesse caso usei o vim. [[email protected] libraries]$ vi config.default.php

  • $cfg[“Servers”][$i][“host”] = “localhost”; Este paramentro mostrar qual endereço devera localizar o server do Mysql aqui você pode usar tanto hostname quanto IP no nosso caso usei localhost (mesma maquina).
  • $cfg[“Servers”][$i][“port”] = “3306”; Define qual porta será usada na configuração da maquina normalmente é usada a porta 3306 como default
  • $cfg[“Servers”][$i][“auth_type”] = “http”; Este parâmetro é muito importante pois é através dele que indicara o tipo de autenticação será exigido para acessar o PHPMyadmin os três fatores possiveis são:config, http ou cookie, sendo aconselhado usar http pois assim será pedido login e senha do banco de dados ficando assim mais seguro sua conexão.
  • $cfg[“Servers”][$i][“user”] = “root”; Usuário do banco de dados $cfg[“Servers”][$i][“password”] = “*****”; Senha do usuário do banco de dados
  • Bom feito isso você já poderá acessar seu banco via o browser usando o endereço http://localhost/mysql/
  • Com o PHPMyadmin você poderá executar praticamente todas as funcionalidade do banco como:
  • Criar e apagar database, Criar, copiar, apagar e alterar tables Editar e deletar fields Executar query no modelo any SQL Gerenciar chaves Carregar arquivos Criar dump de tables Exportar dados em vários formatas , xml, cvs Gerar relatórios em PDF Gerenciar usuários do banco
  • Ter informações de variáveis e status do banco etc.
  • Agora você poderá administrar o seu banco de forma dinâmica e fácil.
  • Boa sorte.
  • No próximo artigo devo falar do administrador gráfico para PostgreSQL.
  • Um abraço e até a próxima.
  • Leo Genilhu
Leia também:  Como calcular o dia de semana no excel: 3 passos

Armazenando Imagens no MySQL

Ao trabalharmos com desenvolvimento de sites e sistemas utilizando PHP e MySQL, podemos ter uma forma mais simples de trabalharmos com o armazenamento de imagens.

A um tempo atrás, o gerenciamento de imagens no banco de dados relacional era, de certa forma, uma tarefa complexa, onde tornava-se necessário apenas o armazenamento de dados textuais, como é o caso do caminho do arquivo da imagem que seria salva externamente ao banco de dados em um determinado diretório.

Neste artigo veremos as vantagens de realizarmos o salvamento das imagens direto na base de dados e apresentação de uma aplicação simples. Mostraremos como podemos realizar a inserção das imagens num formato específico e como recuperá-las da base de dados.

Durante muito tempo vêm sendo discutida essa questão com relação ao que seria melhor: salvarmos as imagens direto na base de dados ou salvá-las externamente em diretórios e apenas manter o endereço (caminho) da imagem na base de dados? Neste caso, torna-se mais uma questão de escolha e necessidade de cada projeto, onde os fatos que podemos apresentar é de que os métodos de armazenamento binário são muito bem sucedidos e apresentam mais vantagens que a forma de armazenagem em sistemas de arquivos. Dentre as vantagens que podemos citar, temos as seguintes:

  • Integridade referencial (Consistência ACID);
  • Facilidade de cópia de segurança;
  • Facilidade na categorização das imagens;
  • Baixa quantidade de conflito de nomes (ou nenhum);
  • Armazenamento de Meta Data;
  • Replicação em vários servidores.

Alguns dos problemas mais citados com relação ao armazenamento de imagens numa base de dados e outros dados binários é referente a criação de muita sobrecarga numa busca na base de dados. O que podemos perceber é que esse problema pode ser gerado por outros fatores, como por exemplo, o próprio desenvolvedor, ao realizar uma busca na base para retornar todos os dados, como a seguinte:

Select * from fotos_festa;

Quando na realidade, a única informação necessária para a obtenção da imagem seria o Id. Além disso, devemos nos lembrar também que os sistemas de arquivos não são imunes a restrições. A maioria dos argumentos encontrados contra o armazenamento de imagens ou dados binários em um banco de dados tem como foco o desempenho.

Isso não quer dizer que o sistema de arquivos não seja uma boa opção. O maior constrangimento que podemos passar é pela falta de inciativa e inovação, onde colocamos obstáculos com relação a mudanças tecnológicas.

O que é necessário aqui é a ponderação do que é realmente preciso e balancear o que será melhor de utilizarmos para a nossa aplicação.

Como vimos em relação a algumas vantagens, não poderíamos deixar de lado a questão das desvantagens de armazenarmos dados multimídia na base de dados, onde muitas vezes é preferível não atribuirmos permissões de arquivo para as aplicações.

Ao armazenarmos imagens ou dados binários no banco de dados, o acesso pode ser limitado ao código da aplicação e dos privilégios do sistema de arquivos que não estão disponíveis de forma escalar.

Com base nessa questão, existem várias razões também para não armazenarmos imagens ou outros dados binários em um banco de dados, das quais podemos citar:

  • Melhor armazenamento de cache;
  • Utilização de proxies externos;
  • O MySQL poderá armazenar dados textuais de melhor forma;
  • Velocidade de recuperação dos dados.

Por isso, precisamos definir as prioridades referentes a aplicação, o que a tornará melhor.

Dependendo do objetivo do nosso aplicativo é que podemos decidir qual o melhor meio de armazenamento/recuperação será a melhor opção.

Tendo essa breve explanação, veremos agora, através de um exemplo simples de armazenamento de imagens referente a eventos, como podemos inserir arquivos do tipo Blob na base de dados.

Utilizando o formato Blob para armazenamento de imagens

No MySQL, temos um tipo de dados chamado BLOB, o qual pode ser utilizado para realizar o armazenamento de dados binários, podendo estes ser imagens, arquivos pdf, word, além de poder armazenar vídeos, dentre outros formatos.

Um campo do tipo BLOB (Binary Large Objects) é na realidade uma coleção de dados binários armazenados como uma única entidade em um sistema de gerenciamento de banco de dados. Os Blobs são normalmente arquivos de imagens, áudio ou mesmo, outros objetos do tipo blob multimídia.

Temos atualmente presentes no MySQL quatro tipos definidos do BLOB, onde a diferença entre eles é basicamente com relação ao tamanho que eles possuem para armazenagem de informações, os quais podemos citar:

  • Tinyblob;
  • Blob;
  • Mediumblob;
  • Longblob.

Começando pelo menor, temos o Tinyblob, onde este é um campo com armazenamento máximo de 255 caracteres, o que equivale a 8 bits. Já com relação ao Blob, a sua capacidade de armazenamento é em torno dos 16000 caracteres, equivalendo a 16 bits.

Em seguida, temos o MediumBlob, que tem uma capacidade de armazenamento superior a 16 milhões de caracteres, o que equivale a mais ou menos 24 bits.

Por último, temos o formato LongBlob que pode realizar o armazenamento de mais de 4 bilhões de caracteres, equivalente a 32 bits.

Como qualquer recurso de banco de dados, os campos do tipo Blob possuem suas particularidades, dentre as quais podemos destacar que eles não podem ser atribuídos como chaves primárias, exceto o TinyBlob, além do fato de que para estes campos, não podemos utilizar os comandos GROUP e SORT.

A partir de agora, criaremos um exemplo simples no qual abordaremos a inserção de imagens na base de dados e também a recuperação das mesmas para visualização em tela.

Para o exemplo que iremos apresentar, criaremos uma nova base de dados chamada de imagens_devmedia e uma tabela de testes chamada tabela_imagens no MySQL.

Esta tabela irá conter sete colunas, como apresentamos de acordo com a Listagem 1.

CREATE DATABASE imagens_devmedia;
CREATE TABLE IF NOT EXISTS `tabela_imagens` (
`codigo` int(10) NOT NULL,
`evento` varchar(50) NOT NULL,
`descricao` varchar(255) NOT NULL,
`nome_imagem` varchar(25) NOT NULL,
`tamanho_imagem` varchar(25) NOT NULL,
`tipo_imagem` varchar(25) NOT NULL,
`imagem` longblob NOT NULL
) ENGINE=InnoDB DEFAULT CHARSET=latin1 AUTO_INCREMENT=1 ;

Listagem 1. Criando a base de dados e tabela

O que temos aqui são campos simples onde o código age como a chave primária, sendo esta auto incrementável, o segundo campo responsável pela obtenção do nome do evento referente a foto, além de uma breve descrição do evento e os dados pertencentes a própria imagem: o nome da imagem, o tamanho e a imagem em si, que é um campo do tipo Blob, o qual utilizaremos para armazenar os dados da imagem.

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Criando o formulário de inserção

Como temos a nossa base de dados já criada, criaremos primeiramente a nossa página index.php, que será o nosso formulário de envio das imagens. O código da página será apresentado de acordo com a Listagem 2.

Selecione um novo arquivo de imagem

Listagem 2. Criando a página inicial, a index.php

De acordo com o formulário apresentado, percebemos que este é bem simples, no qual temos apenas um campo para passarmos o nome do evento, uma breve descrição, um campo para envio das imagens e um botão para envio das informações.

Neste mesmo formulário temos uma informação do tipo hidden, a qual informaremos o tamanho máximo do arquivo que pode ser enviado, sendo este definido pelo name MAX_FILE_SIZE.

Podemos aplicar qualquer tamanho que desejarmos nesse momento.

A próxima classe que iremos criar será a classe de conexão, a qual chamaremos de conecta.php, onde teremos as informações básicas de acesso ao banco de dados para utilizarmos nos nossos formulários de upload e de busca pelas imagens, como apresentamos de acordo com a Listagem 3.

Listagem 3. Criação da classe conecta.php

Devemos criar agora a classe que será responsável pelo upload das imagens para o banco de dado. Esta classe, a qual chamaremos de upload.php terá o código apresentado de acordo com a Listagem 4.

Listagem 4. Criação da classe de upload.php

Temos logo no começo a utilização da variável $_FILES que é utilizada para a leitura de dados dos arquivos que serão enviados para o servidor.

Dentre os parâmetros utilizados por esta variável, podemos destacar os parâmetros “name”, “type”, “size” e “tmp_name”, os quais são responsáveis por nos passar as informações do nome do arquivo, o tipo que está sendo passado, o tamanho e um local temporário que é criado quando o arquivo é enviado.

Percebam que como estamos tratando aqui de um array de informações, é necessário passarmos sempre a variável com dois parâmetros, onde um deles é o nome que demos ao name no formulário de envio e o outro contendo as informações que queremos obter, como é o caso de $nome = $_FILES['imagem']['name'].

Em seguida, fazemos uma verificação para saber se temos um arquivo sendo enviado e após isso, utilizamos o comando fopen para abrir um arquivo, que no nosso caso, por ser um arquivo binário, precisamos da opção “b” em conjunto com o “r”, onde o “r” significa a leitura do arquivo e o “b” força a abertura do arquivo em modo binário. Em seguida, utilizamos o comando Fread() que lê os dados de um arquivo externo e o informa de volta para o arquivo PHP. Este comando é passado como fread (variável que contém a informação do fopen(), tamanho). O arquivo é então aberto na variável $conteudo e o comprimento é medido em bytes, com um tamanho máximo de 8192 bytes. Prosseguimos então com a verificação do nosso código e tentamos inserir as informações na base de dados. Caso tudo ocorra bem, receberemos uma mensagem na tela informando que os dados foram salvos com sucesso.

Agora que realizamos a inserção das imagens na base de dados, precisaremos visualizar os dados armazenados, e para isso, faremos uma pequena modificação no formulário base para adicionarmos uma tabela, na qual teremos as informações pertencentes as imagens cadastradas e um link que nos levará para a página ver_imagens.php, a qual está sendo apresentada de acordo com a Listagem 6. Para isso, realizaremos também uma conexão a base de dados e nossa página inicial alterada será apresentada de acordo com a Listagem 5.

Selecione um novo arquivo de imagem

Código Evento Descrição Nome da imagem Tamanho Visualizar imagem Excluir imagem

Listagem 5. Criação da classe de listar imagens criadas na base de dados

Como podemos perceber, adicionamos aqui uma tabela na qual estamos passando os dados referentes as imagens que cadastramos na base de dados, como podemos citar, o nome do evento, o tipo de arquivo e o seu tamanho.

Nesse momento realizamos uma consulta na base de dados para que possamos recuperar os dados e em seguida apresentar na tela, junto com um link para visualizarmos as imagens que armazenamos na base de dados.

A visualização da imagem é dada com base na pesquisa pelo código que é passado via get utilizando o parâmetro $_GET[], como apresentado de acordo com a Listagem 6.

Listagem 7. Exclusão dos registros da base de dados

A exclusão dos registros existentes na tabela de imagens será realizada com a utilização do $_GET para que possamos pegar o código daquele determinado registro, assim como foi realizado para a seleção do mesmo registro. Em seguida, ao finalizarmos o processo de exclusão, apresentamos uma mensagem de sucesso e redirecionamos para a página principal utilizando a instrução Header(‘Location’).

Com isso finalizamos este artigo, onde apresentamos os conceitos com relação aos tipos de armazenamento Blob para as imagens na base de dados, não só imagens, pois também podemos estar armazenando outros tipos de multimídia, como arquivos de áudio ou vídeo, além disso, apresentamos também alguns pontos referentes a vantagens e a desvantagens com relação ao armazenamento de imagens diretamente na base de dados. Para finalizar, criamos um simples exemplo de cadastramento de imagens, realizando uma busca por elas através do seu código de identificação na base de dados para que desta forma, possamos visualizar os registros que foram armazenados e por último, fizemos a exclusão dos registros. Como nosso foco era mais em razão da forma de armazenamento, não nos preocupamos muito com validações, mas sim com a forma de realizarmos as operações básicas no momento de trabalharmos com arquivos BLOB. Esperamos que tenham gostado e que seja útil para o seu desenvolvimento.

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