Como aliviar a dor de um canal (com imagens)

Como Aliviar a Dor de um Canal (com Imagens)

Como já explicamos aqui no blog, o tratamento de canal é necessário sempre que existir uma infecção na polpa do dente.

Cáries profundas, trincas ou fraturas, facilitam a ação de bactérias provocando uma inflamação, e até mesmo a morte deste tecido nos casos mais graves.

 A polpa do dente que causa sensibilidade, existe muita dor envolvida no tratamento de canal. Além disso, o paciente também pode experimentar episódios de inchaço e mudança na coloração original dos dentes.

Após o tratamento, que consiste na remoção da polpa, o ideal é que a dor vá diminuindo de forma gradual. Porém, em alguns casos, isso pode não acontecer. A dor envolvida em um tratamento de canal que persiste pode ter vários motivos. No post de hoje, você vai entender quais são e porque isso acontece. Confira!

Dor após o tratamento de canal

A dor envolvida em um tratamento de canal deve passar, de forma gradual, após os procedimentos realizados pelo cirurgião dentista. Quando isso não ocorre, os motivos podem ser:

  • A dor persiste, pois, a inflamação ou infecção se alastrou por outros tecidos que sustentam os dentes. Isso pode acontecer especialmente no caso de pacientes que demoram a buscar o tratamento. Como o dentista não consegue mensurar a amplitude da infecção, mesmo com a remoção da polpa a dor pode persistir.
  • Se o dente possuir alguma fratura ou trinca, mesmo após o tratamento existem chances de a dor persistir. Nem sempre essas fraturas ou trincas podem ser observadas a olho nu ou mesmo por radiografias. Somente exames clínicos mais sofisticados como uma tomografia podem indicar.
  • Caso haja a quebra de qualquer instrumento dentro do canal, o dentista deve avisar o paciente. Esse tipo de problema é raro, porém, caso ocorra pode gerar dor posterior ao tratamento.
  • Caso o paciente tenha um canal acessório e o dentista não consiga enxergar isso, pode acontecer de a polpa continuar infeccionada promovendo a dor.
  • Por fim, a dor também pode ocorrer em razão do material de preenchimento, caso ultrapasse o final do canal. Nesses casos, contudo, a dor será intermitente e deve passar depois de no máximo uma semana.

Como evitar dor envolvida no tratamento de canal

É fundamental que durante o tratamento de canal, o cirurgião dentista isole a área de tratamento ao máximo, evitando o contato com a saliva. Isso porque, a saliva contém naturalmente inúmeros tipos de bactérias, logo, é fundamental que não entrem novas bactérias no canal.

A culpa é do dentista?

Sentir dor após o tratamento não significa que houve qualquer erro do dentista no tratamento. Assim como em qualquer outro tipo de cirurgia, é impossível prever como o dente irá responder ao tratamento de canal. Por isso, caso a dor continue, é necessário investigar o motivo.

Para lidar com a dor envolvida no tratamento de canal, procure sempre o profissional que realizou o tratamento. Certamente ele poderá indicar tanto medicamento para minimizar o desconforto, como também avaliar a necessidade de uma nova abertura para limpeza do canal.

Atenção: o que está descrito acima não se destina a substituir os conselhos e recomendações do Cirurgião-Dentista responsável pelo tratamento/procedimento.

Informações aos pacientes

  • Como é um dente por dentro?
  • O que é um “tratamento endodôntico”?
  • O que é um Endodontista?
  • O que fazer em caso de dor de dente (odontalgia)?
  • O que fazer quando o dente fica amolecido ou até mesmo cai após um acidente?

Como é um dente por dentro?

Como Aliviar a Dor de um Canal (com Imagens)

A coroa é a parte do dente que podemos ver.

A raiz está inserida no osso e possui uma pequena abertura (forame) em sua extremidade. É através deste forame que passam vasos sangüíneos e nervos do periodonto para a polpa. A presença de outras aberturas comunicando a polpa ao periodonto é comum, como os canais acessórios.

O esmalte é um tecido branco, duro e brilhante que recobre a coroa. É o tecido mais duro do corpo.

A dentina constitui a maior parte do corpo do dente, e apesar de ser dura e parecer sólida, na verdade possui poros microscópicos. É importante que estes poros estejam recobertos, quer por esmalte, quer por uma restauração ou coroa artificial; caso contrário, as bactérias que causam a cárie presentes na saliva podem invadir estes túbulos.

A polpa, comumente chamada de “nervo”, na verdade possui veias e artérias além de fibras nervosas. Ela promove a nutrição do dente durante toda a vida.

O que é um “tratamento endodôntico”?

Algumas vezes, a polpa do dente fica inflamada, devido a traumas ou infecções bacterianas. Como este tecido não pode “inchar” como outras partes do corpo quando ficam inflamadas, ocorre a dor. O único tratamento é a remoção desta polpa e a obturação do canal radicular, ou seja, o preenchimento deste canal vazio com uma substância apropriada.

Quando um canal está infeccionado, não adianta tomar antibióticos; isso pode até piorar o quadro! Você deve ir ao seu dentista de confiança e permitir que ele execute o tratamento adequado.

Às vezes, ocorre uma infecção e morte da polpa sem que haja nenhuma dor. O dente pode escurecer e haver a formação de uma lesão no ápice (final da raiz) do dente.

Embora isso muitas vezes não cause nenhum desconforto ou dor, deve ser tratado o mais depressa possível, pois a lesão pode provocar até a perda do dente envolvido.

Novamente, não adianta tomar antibióticos: a única solução é a remoção da polpa.

Como é feito este tratamento?

O dentista irá, com uma broca, ganhar acesso à câmara pulpar do dente. Feito isso, ele irá instrumentar o canal radicular para retirar a polpa comprometida e dar forma às paredes do canal para receber a obturação. Entre um instrumento e outro, o dentista irá irrigar o dente com uma solução adequada.

Após terminar a limpeza, desinfecção e dar forma à este canal, será colocada uma obturação para preencher o espaço antes ocupado pela polpa. A duração total do tratamento pode variar muito, de uma única sessão a vários meses.

O que é um Endodontista?

Apesar de todos os dentistas receberem instrução e treinamento adequado para a prática da terapia endodôntica, alguns resolvem aprofundar-se nesta área, fazendo cursos de especialização e aprendendo técnicas avançadas de tratamento endodôntico. O endodontista está mais apto a tratar de casos complicados, além de possuir equipamentos específicos que auxiliam no diagnóstico e cura de moléstias de natureza endodôntica.

O que fazer em caso de dor de dente (odontalgia)?

Quando um dente dói, é sinal de que algo não está bem. Às vezes, pode ser um problema de fácil solução, como uma pequena cárie ou um leve trauma. Outras vezes, pode ser algo que inspire maiores cuidados, como uma polpa inflamada ou um abscesso. Quem está apto a responder com exatidão qual o problema e aliviá-lo é o seu dentista.

Abaixo, fornecemos um guia para auxiliá-lo a detectar qual o tipo de conduta a ser tomada:

Sintoma Provável problema O que fazer
Sensibilidade momentânea ao calor ou frio Caso o desconforto à comidas quentes ou frias seja apenas momentâneo, não há com o que se preocupar. O problema pode ser causado por uma restauração insatisfatória ou uma pequena recessão gengival expondo uma porção da raiz do dente. Tente usar cremes dentais especialmente formulados para dentes sensíveis, escovando os dentes em movimentos de baixo para cima e vice-versa. Caso o problema persista, procure um dentista.
Sensibilidade ao frio ou calor após um tratamento odontológico. Um tratamento dental pode deixar a polpa ligeiramente sensível, causando desconforto por alguns dias. Espere por até 6 semanas. Se a dor continuar ou piorar, procure seu dentista.
Dor aguda quando morde. Há várias causas para este problema: cárie, restauração insatisfatória ou uma rachadura no dente. Pode haver dano à polpa. Vá ao dentista para uma avaliação. Caso o problema seja no tecido pulpar, seu dentista pode enviá-lo a um endodontista para um tratamento de canal.
Dor contínua após ingestão de alimentos quentes ou frios. Isto indica lesão pulpar por cárie severa ou trauma físico. Vá a um endodontista para efetuar tratamento de canal.
Dor constante e severa, gengivas inflamadas e sensibilidade ao toque. Pode ter havido a formação de um abscesso, ocasionando a infecção do osso ao redor do dente em questão. Vá a um endodontista para efetuar tratamento de canal. Tome analgésicos para aliviar a dor.
Dor surda e pressão nos dentes superiores, na altura das maçãs do rosto. Pode ser sinusite ou bruxismo (apertar os dentes durante o sono). Vá ao seu dentista para uma avaliação.
Dor constante na cabeça, pescoço ou ouvido. Às vezes, um dente com envolvimento endodôntico pode causar dores em outras partes da cabeça e pescoço, mas outros problemas médicos também podem ser responsáveis. Veja o seu endodontista para uma avaliação. Caso o problema não seja de origem endodôntica, você será encaminhado a um especialista.

O que fazer quando o dente fica amolecido ou até mesmo cai após uma pancada?

Crianças e adultos estão sujeitos a sofrerem traumas físicos e terem um dente avulsionado por acidente. Caso sejam tomadas certas medidas, este dente pode ser salvo e reimplantado. Eis o que fazer:

1) Pegue o dente pela coroa, não toque na raiz.

2) Lave o dente em água, sem utilizar sabão e sem esfregá-lo. Não o seque. Caso seja possível, dê preferência a soro fisiológico à água.

3) Ponha o dente de volta no alvéolo. Não faça pressão excessiva. Caso você não consiga colocá-lo de volta ao seu lugar, acondicione o dente numa das seguintes soluções:

  1. Leite; Soro fisiológico; Na própria boca, mantendo-o úmido;
  2. Água.
  3. 5) Veja um dentista o mais depressa possível, levando o dente avulsionado.
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Webmasters: Prof. Dr. Jesus Djalma Pécora, Reginaldo Santana da Silva, Danilo M. Zanello Guerisoli. Copyright 1997 – Departament of Restorative Dentistry Esta página foi elaborada com apoio do Programa Incentivo à Produção de Material Didático do SIAE – Pró-Reitorias de Graduação e Pós-Graduação da USP. This page was updated in 22/08/97

Tratamento de Canal: Dentista dá dicas para quem ficar nervoso com o procedimento

Como Aliviar a Dor de um Canal (com Imagens)

O tratamento de canal pode ser mais tranquilo do que você imagina. Veja dicas de um dentista para conter o nervosismo

Há 35 anos atuando como cirurgião-dentista, Dr. Silvio Pardo é graduado em Odontologia, pela Universidade Federal Fluminense / UFF, especialista em periodontia e implantodontia e pós-graduado em odontologia estética.
Atualmente é membro da Membro da ABOPREV – Associação Brasileira de Odontologia de Promoção de Saúde e Membro da SOBRAPE – Sociedade Brasileira de Periodontologia

O tratamento de canal é um dos procedimentos bucais mais temidos pelos pacientes. Com uma fama de doer bastante e ter um pós-operatório que necessita de muitos cuidados, ela costuma assustar algumas pessoas.

Indicado para tratar uma lesão ou cárie significativa que danificou a polpa do dente, não dá para fugir do tratamento quando indicado pelo seu dentista. No entanto, a odontologia evoluiu muito e o tratamento já é bastante diferente de como era realizado antigamente. Não há motivos para tanto pavor.

Conversamos com o profissional de odontologia Silvio Pardo que explica como funciona a cirurgia e dá dicas para aquelas pessoas que ficam nervosas só de pensar nesse procedimento.

O que é o tratamento de canal?

O canal de um dente nada mais é do que um espaço interno, na coroa e na raiz, ocupado por uma artéria, uma veia, um vaso linfático e uma terminação nervosa.

Quando há a contaminação desse nervo através de bactérias, ou quando ele sofre algum trauma, o dentista precisa abrir o dente, remover todos esses tecidos para retirar a infecção e preencher o canal com um material odontológico próprio de obturação para, assim, controlar a infecção. Esse procedimento é o que conhecemos por tratamento de canal, que tem como objetivo salvar um elemento dentário.

Por que o procedimento causa medo nas pessoas?

Como é uma área cercada por terminações nervosas, a operação tende a doer por conta da sensibilidade do local. Se você parar para conversar com pessoas mais velhas, certamente elas vão contar histórias nada agradáveis sobre o procedimento.

A boa notícia é que isso é passado, já que com os avanços da odontologia o tratamento é mais confortável para os pacientes hoje em dia.

“Com a utilização da anestesia local pelo profissional responsável, a dor passa e o tratamento torna-se mais tranquilo tanto durante a operação, quanto no pós-operatório”, tranquiliza.

Principais dicas para quem está inseguro com o tratamento de canal

Se você precisa fazer um canal e está nervoso com o procedimento, algumas dicas podem ser úteis nesse momento. Comece buscando um profissional experiente e preparado, no qual você tenha confiança.

Pedir indicação de amigos e familiares pode ajudar.

Se o nervosismo persistir e o você não conseguir relaxar nessa etapa da operação, Silvio dá uma outra dica: “Caso necessário, algumas clínicas possuem recursos para sedar pacientes com um médico anestesista.

Porém, o tratamento já é realizado com anestesia local que o próprio dentista aplica”, comenta.

Além disso, antes de passar pelo tratamento, pesquise sobre o assunto, converse com seu dentista, tire dúvidas, entenda todas as etapas de um procedimento de canal e você verá que não é assim assustador como dizem.

Pelo contrário, o tratamento de canal só trará benefícios à sua saúde bucal e a alegria de poder sorrir sem dor.

De que maneira o nervosismo pode atrapalhar o tratamento?

O nervosismo misturado com o medo em excesso, às vezes, pode provocar crises hipertensivas, que são o aumento da pressão arterial do paciente, podendo levar o dentista responsável pela cirurgia a suspender o tratamento de canal até o paciente conseguir se acalmar. 

Como Aliviar a Dor de um Canal

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Este artigo foi escrito em parceria com Cristian Macau, DDS. O Dr. Macau é um cirurgião oral, dentista e esteticista na Favero Dental Clinic em Londres. Recebeu sua titulação pela Carol Davila University of Medicine em 2015.

Há 23 referências neste artigo. Você pode encontrá-las ao final da página.

Muitas pessoas pensam nos dentes como pedaços de osso, mas eles são muito mais do que isso. Eles são compostos por tecidos endurecidos com várias camadas.

O esmalte e a dentina são camadas minerais que protegem a poupa do dente, que contém terminações nervosas e sangue.

Infelizmente, as bactérias na boca podem danificar essa camada de proteção através do processo conhecido como desmineralização, capaz de causar infecção, inflamação e cáries.[1] Para limpar e aliviar a dor, o dentista pode recomendar um procedimento de canal.

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    Tome analgésicos para combater a dor. O dentista provavelmente prescreverá algum medicamento forte após o procedimento. Caso contrário, um analgésico de venda livre deve bastar; ibuprofeno e paracetamol são boas opções.[2]

    • Por mais que o procedimento envolva a administração de medicamentos para a dor, ainda é preciso continuar tomando os remédios para evitar a dor quando os efeitos da anestesia passarem.[3]
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    Aplique gelo para aliviar a dor. Coloque um cubo de gelo sobre o dente até que a dor passe ou o gelo derreta. Obviamente, não faça isso caso tenha sensibilidade às baixas temperaturas. Nesse caso, o melhor é colocar uma compressa fria na bochecha por dez minutos para minimizar o inchaço.[4]

    • Enrole a compressa fria em um paninho para evitar queimaduras na pele.
    • Se quiser fazer uma compressa interna, triture um pouco de gelo e coloque em um saquinho plástico. Amarre a ponta do saquinho, corte o excesso e coloque sobre o dente.
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    Faça bochecho com uma solução salina. Dissolva meia colher de chá de sal marinho em meio copo de água morna e faça um bochecho com a mistura por 30 segundos. Cuspa e repita de duas a três vezes. Enxágue a boca com água morna e repita o processo até quatro vezes ao dia, tomando cuidado para não engolir a água.[5]

    • Se preferir, misture água morna com vinagre de cidra de maçã e faça um bochecho.
    • Evite o consumo de álcool enquanto se recupera do canal, pois ele desidrata a mucosa bucal e a gengiva.
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    Morda uma fruta ou um legume. Coloque uma fatia de gengibre, pepino ou batata crua sobre o dente dolorido. Se preferir, congele fatias de banana, maçã, manga, goiaba ou abacaxi e coloque sobre o dente machucado. O frescor ajudará a aliviar a dor.

    • Outra opção é cortar um pedaço de cebola ou alho e colocar sobre o dente. Morda sem fazer força, só para liberar o suco.[6] Para finalizar, chupe uma balinha de menta pra aliviar o hálito.
    • Chupar sorvete também ajuda a reduzir a dor, principalmente se ela for pulsante.
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    Faça uma compressa de chá. Mergulhe um sachê de chá em água quente para umedecê-lo e coloque-o sobre o dente por cinco minutos duas vezes ao dia. Se preferir, pegue um paninho limpo de algodão e enrole-o em algumas folhas de ervas quentes.[7] Experimente os seguintes chás ou ervas:

    • Hidraste (Goldenseal);
    • Equinácea;[8]
    • Sálvia (útil também para a gengivite);[9]
    • Chá verde ou preto (ajudam a prevenir cáries e câncer de boca também).[10]
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    Aplique uma pasta de assafétida. Misture ¼ de colher de chá de pó de assafétida com quantidade suficiente de suco de limão fresco para formar uma pasta. Aplique diretamente sobre o dente e deixe agir por cinco minutos. Enxágue e repita o processo por duas a três vezes ao dia.

    • A assafétida é uma planta normalmente utilizada como tempero na comida indiana. Ela é encontrada em pós ou pedacinhos em lojas de alimentos saudáveis.
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    Use uma compressa quente. Acredita-se que o calor úmido ajude a aliviar a dor no dia seguinte ao tratamento de canal.[11] Experimente umedecer um paninho em água morna ou chá de ervas e colocá-lo sobre o dente. Deixe no local até esfriar naturalmente e repita três vezes ao dia.

    • Outra opção é aplicar um gel daqueles utilizados para combater a dor do nascimento dos dentes em bebês. Saiba que tais produtos, apesar de serem analgésicos, não são antimicrobianos e não tratam as infecções.
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    Saiba quando é preciso procurar o dentista. Se experimentou os tratamentos acima e a dor continua, é importante entrar em contato com o dentista. Caso note que a pressão na região do dente dure por mais alguns dias, também é bom procurar o consultório do profissional.[12]

    • O dentista pode prescrever medicamentos mais fortes caso os de venda livre não estejam surtindo efeito.
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    Escove os dentes e a língua pelo menos duas vezes ao dia. Em seguida, cuspa a pasta, mas não enxágue a boca. Assim, você permite que os dentes absorvam os minerais do produto.[13]

    • Use uma escova com cerdas macias para não machucar os dentes sensíveis.
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    Passe fio dental todos os dias. Corte um pedaço com cerca de 45 cm de comprimento e enrole-o ao redor dos dedos médios, deixando um pouco esticado entre as mãos. Segure o fio entre o dedão e o indicador e guie-o por entre os dentes, fazendo movimentos de vaivém enquanto o curva ao redor dos dentes.[14]

    • Passe o fio o mais próximo possível da gengiva para remover as partículas de comida e bactéria.
    • Esfregue suavemente o fio nas laterais dos dentes.
    • Use um irrigador oral para remover os detritos que sobrarem após passar o fio dental.
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    Massageie as gengivas quando os dentes estiverem nascendo. Lave bem as mãos e esfregue a parte superior de um dente que está nascendo quatro vezes ao dia. Se preferir, use um óleo anti-inflamatório ou antimicrobiano para reduzir o inchaço e aliviar a dor. Algumas opções:

    • Azeite de oliva morno;
    • Essência de baunilha morna;
    • Óleo essencial de melaleuca;[15]
    • Óleo essencial de cravo;[16]
    • Óleo essencial de hortelã-pimenta;[17]
    • Óleo essencial de canela;[18]
    • Óleo essencial de sálvia;
    • Óleo essencial de Goldenseal.
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    Consulte um dentista com frequência. É importante fazer uma limpeza profissional nos dentes pelo menos uma vez ao ano. A frequência deve ser maior caso você fume, sofra com problemas cardíacos ou tenha diabetes, pois tais condições têm relação direta com a saúde oral.[19]

    • Ao sentir dor, mau hálito, dificuldade para engolir, inchaço na gengiva, na boca e no maxilar ou febre, ligue para o seu dentista o quanto antes.
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    Troque a escova de dentes após um tempo. Assim que as cerdas começarem a perder a forma, é importante trocar a escova. Segundo os profissionais, o recomendado é trocar a escova a cada três ou quatro meses.[20]

    • Guarde a escova em um espaço aberto e limpo. Evite armários fechados, pois a falta de ar e luz promove o crescimento de bactérias nas cerdas.
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    Conheça os fatores de risco. Às vezes, os nervos dos dentes morrem naturalmente. Em outros casos, a morte do tecido é causada por lascas e rachaduras provenientes de lesões.[21] Quando um dente é lesionado, inflamado ou sofre com a morte de um nervo, a recuperação é difícil.

    • Caso tenha realizado um canal que não cicatrizou completamente ou que não foi coberto com uma obturação permanente, pode ser necessário repetir o procedimento.
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    Avalie os sintomas. Caso esteja com dor, sensibilidade extrema, inchaço ou descoloração em um dente, procure um dentista. É possível que o problema seja causado por uma inflamação ou infecção.[22] Às vezes, o problema está em um dente vizinho, que sequer exibe os sintomas acima. O ideal é procurar o dentista imediatamente. Não espere, ou o problema pode piorar.

    • Algumas pessoas precisam fazer um canal e mesmo assim não exibem nenhum dos sintomas de inflamação ou infecção.
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    Saiba o que esperar do procedimento. O endodontista (especialista em dentes) limpará a região inflamada ou infeccionada da raiz do dente e o restaurará com um material de borracha ou uma coroa. Você receberá uma anestesia durante o procedimento, que não deve causar dor.[23]

    • É normal que o dente fique sensível ou estranho após o procedimento. Procure o dentista caso esteja sentindo dor.
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Doutor em Cirurgia Odontológica

Este artigo foi escrito em parceria com Cristian Macau, DDS. O Dr. Macau é um cirurgião oral, dentista e esteticista na Favero Dental Clinic em Londres. Recebeu sua titulação pela Carol Davila University of Medicine em 2015.

Categorias: Higiene e Saúde Bucal

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Dor de dente: a verdade sobre o tratamento de canal

 O senso comum prega que o canal do dente é a morte do dente ou a ruína do nervo que mora ali. Mas “o termo se refere, na verdade, a um processo de inflamação e infecção na polpa dentro do dente e que, quando progride, pode levar à morte dessa estrutura e chegar até a raiz”, explica endodontista Giulio Gavini, de São Paulo.

“As duas principais causas de canal são a cárie e traumas nos dentes”, conta o endodontista Mario Zuolo, da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas. Ou seja, a corrosão gradual ou a destruição das suas camadas externas abrem a brecha para os micróbios tomarem a polpa, cheia de vasinhos e terminações nervosas.

“Por causa da inflamação, aumenta a pressão ali dentro, o que comprime o nervo e causa dor”, descreve José Freitas Siqueira Júnior, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro.

Se o indivíduo demora para ir ao dentista – e não é à toa que até alguns prontos-socorros já dispõem de especialistas -, a contaminação leva à necrose, estágio em que a infecção avança dente abaixo e não raro gera abscessos. Daí os inchaços no rosto.

“Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 40 milhões de tratamentos de canal sejam feitos anualmente.

Embora não tenhamos estatísticas precisas no Brasil, o número também deve ser expressivo por aqui”, acredita o endodontista Caio Ferraz. “Um trabalho recente na Região Norte do país mostra que uma em cada cinco pessoas já se submeteu ao procedimento”, completa.

Novidades no tratamento de canal

Quando alguém chega ao dentista com o canal em crise, o tratamento se divide basicamente em abrir o dente e aliviar a dor infernal, desalojar as bactérias invasoras dali e, por fim, remendar sua área interna.

Em um estudo da Universidade Estácio de Sá, conduzido com 80 pessoas, os especialistas buscavam identificar técnicas e medicamentos mais eficazes para que o tratamento ocorresse numa boa e não cobrasse complicações mais tarde. “Descobrimos que, após remover a polpa doente, quanto mais largos forem os espaços para introduzir depois o material de obturação, maior a chance de eliminar as bactérias”, relata Siqueira.

Ele e seus colegas também notaram que é melhor tratar o canal em duas sessões quando a infecção toma conta da polpa – na primeira faz-se a faxina extraindo a área contaminada e, uma semana depois, instala-se a obturação definitiva -, embora existam casos em que uma única ida ao dentista seja suficiente. E ainda identificaram a substância antimicrobiana e o material de vedação mais duros na queda.

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Dados como esses ajudam a nortear as operações e minimizar falhas que culminam na reincidência do problema. “Muita gente ainda teme que o tratamento de canal siga a regra dos três Ds: demorado, difícil e dolorido, o que é um engano”, garante Zuolo. “Hoje, com um profissional capacitado, em pouco mais de uma hora tratamos o dente”, pontua Siqueira.

Ter esse cenário mais tranquilizador em mente é importante para que ninguém negligencie a invasão da polpa dentária. “O canal não tratado pode virar um foco de infecção capaz de causar abscessos até nas regiões das vias aéreas. E ainda há a possibilidade de as bactérias ganharem a corrente sanguínea e afetarem órgãos como o coração”, alerta Ferraz.

Prevenção

Toda informação é útil para deixar as técnicas odontológicas mais apuradas. O que, no caso da endodontia, significa salvar, sempre que possível, o arcabouço dentário – é claro que, às vezes, o dano é tão grande que pede a implantação de uma coroa. “Nosso objetivo é prevenir a extração do dente, e hoje, felizmente, as taxas de sucesso no tratamento de canal chegam a 95%”, diz Gavini.

Quem não deseja enfrentar a dor violenta do canal nem ter de apelar ao dentista para apagar o incêndio e reformar o dente precisa aderir às regras básicas da higiene bucal: escovar e passar o fio depois das refeições e visitar o consultório odontológico pelo menos uma vez por ano. Afinal, apesar de tantos avanços, prevenir ainda é melhor que consertar.

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Canal em dente de leite?

Pois é, o problema também pode afetar crianças pequenas e merece ser tratado. Por isso, os pais devem procurar um odontopediatra se o filho reclamar de dores na cavidade bucal, o que nem sempre é fácil de identificar. “Além de poder levar à perda do dente de leite, a infecção ali é capaz de comprometer a formação do dente permanente que está por vir”, alerta o dentista Caio Ferraz.

Viagem às profundezas do dente

O nome “canal” faz referência ao canal radicular, estrutura a partir da qual se estende a polpa, a parte viva do dente. Em função das camadas superiores (a dentina e o esmalte), essa área se mantém isolada. O problema acontece quando, devido à degradação desse escudo natural, bactérias atingem a polpa. É isso que cobra o tratamento de canal.

O que é o problema de canal

1. Abriu-se a brecha

A cárie destrói aos poucos o esmalte e a dentina, as camadas externas do dente, permitindo que bactérias da boca invadam a polpa dentária, local repleto de vasos sanguíneos e terminações nervosas. Isso pode acontecer também com um trauma que quebra o dente.

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2. Invasões bárbaras

Os micro-organismos desatam na polpa um processo inflamatório, que faz a pressão lá dentro aumentar a ponto de oprimir as terminações nervosas – eis a dor. Se nada é feito, a infecção evolui e leva à morte da polpa. Sitiando os meandros do dente, as bactérias ainda podem chegar à raiz.

Como funciona o tratamento

1. Bactérias caiam fora!

No tratamento, que pode ocorrer em duas ou mais sessões, o dentista usa equipamentos específicos para abrir o dente e fazer uma limpeza ali dentro, extraindo a polpa comprometida. Em seguida, aplica uma substância para matar de vez as bactérias.

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2. A hora do restauro

Em um segundo momento, o especialista usa um material de obturação para rechear o espaço ocupado pela polpa, mantendo, assim, a carapaça do dente. Se a estrutura toda estiver muito danificada, é preciso instalar uma coroa para fazer as vezes do dente.

  • Dentes
  • Prevenção e Tratamento

5 sinais de que você precisa de um tratamento de canal

Realizar o procedimento é importante para evitar complicações graves

Dor no dente é uma das piores dores que alguém pode sentir. Traumas, cáries avançadas, dente quebrado e infecções são alguns dos motivos para esse sofrimento.

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Quando isso acontece é necessário fazer um tratamento de canal o mais rápido possível, para evitar problemas futuros. É importante ficar atento para alguns sinais de que o dente precisa de uma intervenção.

Por isso,  listamos cinco sinais de que você precisa do procedimento.

Antes de tudo: o que é o canal?

O tratamento de canal consiste na retirada da polpa do dente – um tecido mole que vai atá a raiz e é composto por nervos e vasos sanguíneos. A partir do momento em que essa polpa é danificada, sofre infecções e é necessário remover o tecido e fazer uma limpeza no local. É um processo que também serve para evitar a extração do dente.

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Os cinco sinais

1. DorComo a polpa do dente está em uma parte mais profunda, pode causar  extremo desconforto. Uma dor constante e latejante no dente pode ser um desses sinais. Há também o incômodo com a ingestão de comidas quentes e geladas. Algumas pessoas podem sentir mais dor até com baixas temperaturas do ar-condicionado. Dores na região maxilar, ouvido ou até mesmo na cabeça podem também indicar a necessidade do tratamento.

  • 2. Inchaço
  • 3. Trauma
  • 4. Fratura no dente
  • 5. Estrutura dental danificada
  • Descoberta do problema e procedimento
  • Prevenção

Um sintoma que pode demonstrar rapidamente que é necessário um canal é o inchaço ao redor do dente. Isso ocorre por causa da infecção na ponta da raiz do dente, dentro do osso no maxilar ou mandíbula. O inchaço pode afetar até a pálpebra dos olhos.Casos sérios podem até gerar abcessos, bolsas de pus no dente causadas pela infecção. É é algo sério, doloroso e traz transtornos para a vida da pessoa. Não cuidar pode significar uma lesão mais grave ou cair na corrente sanguínea provocando sérios problemas à saúde.Alguns traumas fortes na boca, ocasionados por acidentes ou quedas, podem escurecer o dente afetado tirando toda a cor branca e natural. Isso acontece por causa de uma necrose após a ruptura nervosa da polpa. Nesses casos, também é indicado o canal.Quando há uma quebra no dente, a fratura pode deixar o nervo exposto às infecções. O dentista pode indicar o tratamento de canal.Acontece quando a estrutura do dente está debilitada. Nesses casos o paciente pode não sentir tanta dor e é descoberto por meio de uma radiografia.A identificação do problema acontece com uma radiografia. No exame, o dentista vai saber qual o tamanho da lesão e o melhor tratamento. Após a identificação e indicação do canal, será aplicada uma anestesia local para evitar dor. Não é comum ser um tratamento doloroso.Depois,  o endodontista, responsável pelo tratamento, vai limpar bem a área afetada retirando o tecido da polpa e preenchendo com um material que vai proteger o dente. O tempo para fazer o canal vai depender do problema. Existem casos em que o procedimento é finalizado em apenas um dia e também há situações em que é preciso fazer mais sessões. Após o procedimento é recomendado que o paciente evite alguns alimentos duros.

A melhor forma de evitar problemas que levem ao tratamento do canal é cuidar da saúde e higiene bucal da melhor forma.  É indicado escovar os dentes pelo menos duas vezes por dia, usar o fio dental e antissépticos bucais, além de comparecer ao dentista pelo menos a cada seis meses.

Sentindo dor em dente com canal? Descubra o que fazer! – OdontoCompany – Sorria que da!

Muitas vezes, acontece de o paciente sentir dor em dente com canal. Para quem não sabe, o tratamento de canal é um procedimento que remove a polpa do dente, limpa o espaço e preenche o local com material específico.

O tratamento é indicado quando a polpa do dente é danificada devido a uma cárie profunda ou por algum tipo de trauma. Nesses casos, a polpa dentária fica infeccionada e o canal é a melhor solução para salvar o dente do paciente.

No entanto, algumas pessoas sentem dor mesmo depois de fazer o tratamento de canal. Isso é normal? Por que acontece? Vou responder a essas e outras perguntas ao longo deste post, mas, primeiro, entenda quando é necessário recorrer ao canal.

Quando um tratamento de canal é necessário?

O tratamento de canal é necessário quando a polpa do dente foi danificada por uma cárie profunda, trauma ou quando o dente sofre uma fratura. Nesses casos, o tecido fica infeccionado ou morre e, se o tratamento não for realizado, pode-se formar um abscesso na raiz dentária, destruindo o osso que circunda o dente e causando fortes dores ao paciente.

Além disso, quando o tratamento de canal não é feito, o paciente corre o risco de sofrer com abscessos mais graves e cistos dentro do osso, edema e a reabsorção óssea. Outra consequência é que a infecção pode entrar na corrente sanguínea e atingir outros órgãos do corpo humano.

Quando o quadro evolui muito e o tratamento de canal já não é suficiente, a única solução é a extração do dente. Claro que há opções de tratamento para a perda dentária, mas a função da odontologia é manter os dentes naturais do paciente. A extração só é feita em último caso, quando não há alternativa.

Quando ocorre dor em dente com canal?

O tratamento de canal é um procedimento delicado e, por isso, é comum que o paciente sinta dores após o procedimento. Claro que isso não acontece em todos os casos, mas, quando há o risco, o dentista prescreve os medicamentos necessários para diminuir o desconforto.

As dores após o procedimento são mais comuns em pacientes que estavam com um quadro de infecção grave. Nesses casos, os incômodos acontecem quando a pessoa consome alimentos quentes ou gelados, pois o local ainda está sensível. No entanto, esse desconforto deve passar em alguns dias.

Há outras fatores que contribuem com o quadro de dores pós-tratamento. Veja quais são eles:

  • a infecção atingiu os tecidos periodontais e ósseos, responsáveis por sustentar o dente;
  • o dente apresenta alguma fratura ou trinca que não foi visualizada pelo dentista antes do tratamento. Nesses casos, o dano é quase imperceptível: não pode ser visto por meio de exames normais e precisa de um exame mais sofisticado;
  • canal secundário, ou seja, o dente tem uma anatomia diferenciada e o dentista não consegue visualizar esse canal e fecha o dente sem tratar essa parte;
  • um instrumento quebra dentro do canal — isso é raro, mas pode acontecer;
  • quando acidentalmente, o material obturador ultrapassa o final do canal e atinge os tecidos periodontais. Nesses casos, a dor passa em uma semana;
  • restaurações mal feitas, pois, quando isso ocorre, o paciente morde de forma incorreta, gerando uma sobrecarga na estrutura dentária.

O que fazer quando sentir dor depois do tratamento de canal?

Caso a dor em dente com canal não passe com o uso de medicamentos, o paciente deve procurar o dentista. Então, o profissional vai investigar os motivos e tomar as devidas providências para que o problema seja resolvido.

Dependendo do caso, o tratamento deve ser feito novamente. No entanto, quando isso é necessário, o índice de sucesso é mais baixo. Isso porque o procedimento altera naturalmente o dente, e a cicatrização depois de uma segunda cirurgia pode ser mais difícil.

Por isso, mesmo que o paciente sinta dor após o tratamento de canal, é importante que ele aguarde um certo período para ver se os sintomas realmente não vão desaparecer.

Vale ressaltar que o tratamento de canal é complexo e exige que o dentista seja especialista em endodontia. Então, na hora de procurar um profissional para cuidar de sua saúde bucal, informe-se sobre suas especializações.

Quais cuidados devem ser tomados para a manutenção do canal?

Muitos pacientes pensam que após o tratamento de canal não é necessário cuidar do dente, pois não há o risco de cáries após o procedimento. Bem, isso é verdade, já que o nervo do dente foi retirado. No entanto, os cuidados com a higiene bucal devem ser mantidos.

Logo após o tratamento, é necessário tomar algumas precauções, inclusive para evitar dores e desconforto. É importante escovar os dentes sempre após as refeições, mesmo que esteja sentindo um pouco de dor.

Além disso, o paciente deve evitar mastigar no local onde o canal foi tratado, pois, dessa forma, a reabilitação é mais rápida e as dores são evitadas. Alimentos duros e pegajosos devem ser evitados logo após o procedimento.

O paciente ainda deve evitar alimentos muito quentes ou gelados. O período de repouso também deve ser seguido, então, se o dentista orientar você a ficar afastado do trabalho e de algumas atividades no dia do tratamento, siga as instruções do profissional.

Após o período de recuperação, o paciente pode voltar a ter uma alimentação normal, mas não deve descuidar de sua saúde bucal. É importante evitar morder objetos duros e abrir tampas com a boca, pois isso pode danificar não só o dente com canal, mas os dentes saudáveis.

Como você viu, a dor em dente com canal pode ocorrer por diversos motivos, inclusive se o paciente não seguir as orientações do dentista em relação aos cuidados após o tratamento. Nesses casos, há presença de dores, inchaço e até mesmo hematomas na região que foi operada são exemplos de reações que podem ocorrer.

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