Como alcançar a alegria de viver: 14 passos (com imagens)

A felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. As pessoas esquecem que, embora seja verdadeiro que você se sinta feliz quando alcança seus objetivos, a felicidade diária é uma experiência.

Alcançar seus sonhos é uma maneira de como ser mais feliz, mas não substitui a tristeza. Na verdade, sentir felicidade ao alcançar seus sonhos é uma das chaves mais importantes para alcançar seus objetivos.

  • OBS: Preparamos uma apresentação com as principais dicas para ser feliz desse artigo. Confira a apresentação clicando na imagem abaixo
  • 10 coisas que podem impulsionar sua felicidade from Agendor
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Como ter uma vida feliz

Quer saber como viver para ser feliz?

Ora, se a felicidade gera mais felicidade e sucesso, como é que alguém chega lá, se eles não estão se sentindo felizes agora?

Felizmente, há uma resposta simples para isso. Tudo que as pessoas precisam fazer é desistir de certas coisas negativas que os arrastam para baixo.

  1. Existe uma grande quantidade de bagagem que as pessoas transportam que impede a experiência da alegria.
  2. Pense nessas coisas como bloqueios para o bem da felicidade que existe dentro de cada um.
  3. As pessoas podem e são bem sucedidas em suas tentativas para remover essas coisas prejudiciais de suas vidas.

E todos podem fazer isso. Contanto que ele ou ela saiba qual tipo de bagagem deve deixar de lado, certamente as pessoas vão descobrir que sempre foram felizes.

Para ajudar você a encontrar o caminho da felicidade, aqui estão 10 dicas de como impulsionar a sua felicidade.

Como Alcançar a Alegria de Viver: 14 Passos (com Imagens)

10 coisas que podem impulsionar a sua felicidade

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10 dicas para ser feliz

Confira nossas dicas, com elas vai ser fácil aprender a ser feliz:

#1. Esqueça a inveja

Algumas pessoas pensam que se comparar com os outros é algo bom. Poderia ser, se o objetivo fosse uma competição.

Tenha uma meta para se motivar. Mas ele começa a ser prejudicial quando as realizações dos outros trazem sentimentos invejosos. Não tem como ser feliz pensando assim.

Ao ter as suas próprias metas, você estará mais focado no que poderia acontecer com você mesmo do que simplesmente alcançar os outros.

#2. Perca o medo da mudança

Este é um importante segredo para ser feliz. Na maioria das vezes, mesmo que a situação atual seja como o inferno, muitas pessoas se recusam a ceder.

Elas sabem que não estão confortáveis onde estão. É que eles temem as novas coisas ainda mais do que as atuais – mesmo quando elas não são boas.

Eliminar esse sentimento de suas vidas vai abrir novos caminhos e um novo mundo para que você se descubra. Seja capaz de decidir mudar e enfrentar as coisas, esse é o sentimento mais emocionante que alguém poderia experimentar.

Como Alcançar a Alegria de Viver: 14 Passos (com Imagens)

Não tenha medo da mudança. Quando nos abrimos para a mudança, coisas maravilhosas acontecem.

#3. Abra mão do controle

  • Embora muitas pessoas queiram ter o poder de controlar a forma como anda as suas vidas, e talvez até mesmo como a vida dos outros funciona, nem tudo pode ser controlado.
  • Às vezes, não importa o quanto eles tentem, nem tudo acontece do jeito que querem.
  • No entanto, uma vez que as pessoas começam a reconhecer que certas coisas e eventos estão fora de seu controle, eles podem começar aceitar melhor aquilo que a vida lhes dá: coisas para ser feliz!

#4. Diminua o excesso de trabalho

A realização profissional leva um monte de empreendedores e profissionais a trabalharem por longas horas.

Obviamente que esses sacrifícios acontecem para que possamos realizar nossos sonhos, mas precisamos de algum equilíbrio em nossas vidas, para que possamos ser felizes.

Alcançar as metas é muito bom, mas dar um tempo para outras partes importantes da nossa vida (amigos, família e passatempos) é melhor ainda. Não tem como ser feliz sem relaxar de vez em quando!

#5. Esqueça a culpa

Às vezes as coisas dão errado. Seja no trabalho, ou em alguma outra área da sua vida, as pessoas sentem a necessidade de colocar a culpa em alguém quando algo acontece.

É como um mecanismo de enfrentamento: as pessoas simplesmente não querem se sentir responsáveis por tudo de ruim que acontece.

Ao fazer isso, as pessoas podem se concentrar em soluções e sair de uma situação ruim.

Como Alcançar a Alegria de Viver: 14 Passos (com Imagens)

Se você não se livrar da culpa, ela vai impedi-lo de seguir em frente e ser feliz.

#6. Pare de reclamar

  1. Esta é outra regra importante para quem quer descobrir como ser feliz.
  2. Pessoas que reclamam constantemente não apenas arruínam a sua própria felicidade, mas também a felicidade dos outros.

  3. A única coisa que as pessoas certamente poderiam controlar é a sua reação aos acontecimentos infelizes.

  4. Uma das melhores coisas que as pessoas poderiam fazer é parar de reclamar, e começar a olhar para os problemas com uma nova visão, e sentido de oportunidade.

#7. Pare de achar que você precisa estar certo o tempo todo

Ninguém detêm o poder de saber tudo o que há para saber. Então, por que algumas pessoas insistem que estão sempre certas?

Mesmo que estivessem certas, teria valido a pena discutir com os outros por causa disso? Às vezes é melhor investir nos relacionamentos do que achar que sempre tem que estar certo.

#8. Esqueça as crenças que limitam você

O sentimento de incapacidade, ou a crença de que nossa capacidade é limitada, é um dos maiores obstáculos até a felicidade.

Quando você simplesmente abre mão disso, o mundo vai começar a revelar as suas possibilidade ilimitadas para você.

Como Alcançar a Alegria de Viver: 14 Passos (com Imagens)

Nem toda crença nos empurra pra frente. Algumas delas nos prendem à infelicidade.

#9. Desista das más companhias

As pessoas são facilmente influenciadas por seus pares. O ser humano é uma criatura social que adota os hábitos e valores das pessoas que o rodeia.

Maus amigos que influenciam as pessoas a serem menores do que poderiam ser irão impedi-lo de experimentar a felicidade que eles merecem.

Em vez disso, as pessoas devem se cercar de companhias que inspiram você a viver a sua vida ao máximo e te mostram como ser feliz.

#10. Esqueça o passado

É certo que o passado está cheio de experiências boas e ruins. Mas essas experiências são destinadas a construir quem somos.

O passado não deve ser uma gravação de arrependimento que as pessoas olham para trás a maior parte do tempo.

O passado deve ser uma fonte de sabedoria, para empurrar as pessoas para se tornarem ainda melhores, e assim continuarem a viver a vida feliz que eles merecem viver.

como ser feliz: dê espaço para a felicidade em sua vida

Quando você se preocupa demais, se cobra demais e não está aberto para a felicidade, ela simplesmente vai começar a se afastar de você.

Assim, a sua vida não terá espaço para a felicidade, já que você está envolto em tantos hábitos ruins que não tem tempo de apreciar as coisas boas.

Para receber a felicidade é preciso estar aberto à ela. Estar pronto para receber o que ela pode oferecer a você, e simplesmente saber que, se hoje as coisas não foram como você imaginou, elas podem ser melhores amanhã.

Quando você percebe que não precisa ter para ser feliz, mas sim ser você mesmo, a felicidade toma conta de sua vida.

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10 atitudes para aumentar a autoestima e ser mais feliz

2 de abril de 2018

  |  Tempo de leitura: 8 minutos

Autoestima é uma avaliação positiva ou negativa que uma pessoa faz de si mesma em algum grau a partir de emoções, ações, crenças, comportamentos ou qualquer outro tipo de conhecimento de si próprio.

A autoestima ou valor dado a cada pessoa por si mesma é fundamental para o bem-estar mental e físico de qualquer pessoa, já que a aceitação de si mesmo se reflete em cada aspecto da vida.

Desde que nascemos, nossa vida nos determina condições para sermos estimados. Só seremos bem tratados e cuidados se formos obedientes, se sentarmos direito, se nos alimentarmos como desejam, se estudarmos, trabalharmos, se temos sucesso pessoal e profissional. Entretanto, segundo a escola humanista da psicologia de Rogers:

Todo ser humano, sem exceção, pelo mero fato do ser, é digno do respeito incondicional dos demais e de si mesmo; merece estimar-se a si mesmo e que se lhe estime.

O que é autoestima?

Na visão da psicanálise, a autoestima está relacionada diretamente ao desenvolvimento do ego.

Sigmund Freud utilizava a palavra alemã Selbstgefühl, especificando dois significados: consciência de uma pessoa a respeito de si mesma (sentimento de si), e vivência do próprio valor a respeito de um sistema de ideais (sentimento de estima de si). Este “sentimento de estima de si” que descreve Freud é a autoestima.

A percepção de nós mesmos a partir de nossos modos de agir e pensar é o que gera sentimentos de inferioridade ou superioridade, autocrítica, autocensura, narcisismo ou egoísmo. Todas essas características influenciam diretamente em nossas experiências, no bem-estar e na nossa qualidade de vida.

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Os pilares da autoestima

Potreck-Rose e G. Jacob (2006) propõem uma abordagem psicoterapêutica para baixa autoestima baseada no que elas chamam de “os quatro pilares da autoestima”. Esses pilares são:

1. Autoaceitação

Uma postura positiva com relação a si mesmo como pessoa. Inclui elementos como estar satisfeito e de acordo consigo mesmo, respeito a si próprio, ser “um consigo mesmo” e se sentir em casa no próprio corpo;

2. Autoconfiança

Uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho. Inclui as convicções de saber e conseguir fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo;

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3. Competência social

É a experiência de ser capaz de fazer contatos. Inclui saber lidar com outras pessoas, sentir-se capaz de lidar com situações difíceis, ter reações flexíveis, conseguir sentir a ressonância social dos próprios atos, saber regular a distância-proximidade com outras pessoas;

4. Rede social

Estar ligado a uma rede de relacionamentos positivos. Inclui uma relação satisfatória com o parceiro e com a família, ter amigos, poder contar com eles e estar à disposição deles, ser importante para outras pessoas.

Os dois primeiros pilares representam a dimensão intrapessoal da autoestima, os dois outros sua dimensão interpessoal.

O tratamento consiste em diferentes exercícios que têm por fim capacitar a pessoa a realizar cada um desses passos dos diferentes pilares.

Mas antes de se começar o trabalho no primeiro pilar, há um trabalho preparatório dedicado à formação do amor-próprio ou cuidado consigo mesmo (em alemão, Selbstzuwendung), que se desenvolve em três passos:

  1. tornar-se atento e consciente das próprias emoções, sentimentos, sensações, necessidades corporais e psíquicas;
  2. relacionar-se respeitosa e amorosamente consigo mesmo; 
  3. cuidar de si.

Os exercícios incluem técnicas de relaxamento, mindfulness, técnicas para lidar com o crítico interno e de se tornar consciente das partes positivas de si, e muitas técnicas de reestruturação cognitiva e de auto reforço, típicas da terapia cognitivo-comportamental.

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Como melhorar a autoestima?

Pessoas que possuem alta autoestima costumam ser mais fortes, resistir à situações adversas por acreditarem mais em seu próprio potencial de mente e ação. Mas como praticar uma boa autoestima? Aqui vão 10 atitudes que podem te ajudar.

1. Elimine a culpa

Um dos principais motivos para uma baixa autoestima é o sentimento constante de culpa.

Seja por não estar fazendo algo ou por aquilo que foi feito, é muito comum segurarmos a sensação de que somos culpados pela vida que estamos levando.

Procure eliminar esse sentimento, abraçando cada vez mais a leveza de sermos seres livres e que, se estamos agindo de forma danosa para nós ou para o outro, a oportunidade de mudança está presente a cada novo segundo.

2. Não se compare com os outros

O mundo em que vivemos é sustentado pela competitividade. Isso nos faz acreditar que nosso próprio sucesso pessoal ou profissional só será alcançado quando superarmos o de outras pessoas. Deixe as comparações todas de lado.

Cada ser é tão único, complexo, cheio de experiências, dores e felicidades como você. A alegria de uma pessoa não é a mesma da outra, assim como o sofrimento.

Quando se trata da vida, não existe base de comparação: faça o que te faz bem. 

3. Não generalize suas experiências

Não é porque você cometeu um erro no passado que agora irá cometê-lo novamente. Não estamos aprisionados nos conceitos que criaram para nós ou que nós mesmos criamos. Podemos nos movimentar o tempo todo e visualizar as situações dessa forma ajuda para que esse movimento se torne mais natural, mais leve.

4. Confie em si mesmo

Como Alcançar a Alegria de Viver: 14 Passos (com Imagens)

Não espere que os outros te deem a motivação necessária para agir. Encontre forças em si para confiar nos seus movimentos e levar sua vida para onde você deseja. É muito mais fácil conseguir alcançar seus objetivos quando sua mente já está inclinada em acreditar no seu sucesso. 

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5. Seja mais compassivo com seus erros

Não foi dessa vez? Não deixe que um erro cometido seja razão para que você desanime. Se você consegue perdoar os outros, precisa conseguir perdoar a si mesmo também. Desenvolver um olhar compassivo para suas atitudes vai te fazer viver melhor. 

6. Entenda o que funciona para você

O que te faz se sentir mais autoconfiante é praticar um exercício? Aprender algo novo? Fazer alguma atividade em que você já tem domínio? Ter um contato mais próximo com uma comunidade? Praticar a solidariedade? Encontre o que funciona para a sua situação e volte a isso sempre que sentir sua autoestima diminuindo. 

7. Seja sincero consigo mesmo

Da mesma forma que mentir para os outros é prejudicial, mentir para nós mesmos também nos faz cair em situações danosas. Seja sincero com suas dificuldades e facilidades. Abrace suas fraquezas e suas forças, alimentando o equilíbrio da mente com relação à cada uma delas, sem se entregar ao narcisismo e sem se abalar pela autocrítica excessiva. 

8. Comece a agradecer

Ser grato tem a força de cultivar melhores experiências. Quando notamos todo o bem que há ao nosso redor, especialmente o bem que há dentro de nós e nas ações que fazemos no mundo, somos mais felizes e conseguimos nos impulsionar para melhores atitudes.

9. Comemore suas vitórias

Certamente sua vida não foi só feita a partir de erros. Só o fato de você existir e estar vivo já é uma vitória para ser comemorada. Faça com que cada novo objetivo alcançado seja um impulso positivo e contente, que te leve em direção de seu equilíbrio físico e mental. 

10. Viva no presente

O mais importante ato de crescimento da autoestima é viver no agora. Não importa o que já foi feito ou o que irá acontecer, o que você pode fazer neste momento para ser mais confiante e se alegrar mais por seu próprio ser? Viver no presente é o melhor presente que você pode dar a si.

A autoestima é como uma flor que precisa ser regada. Depois que você começa a fornecer água, ela cresce e se espalha por toda a sua vida de forma positiva. Comece a alimentar esse cuidado de si e perceba como tudo fica mais simples e bonito.

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Tatiana Pimenta

CEO e Fundadora da Vittude. É apaixonada por psicologia e comportamento humano, sendo grande estudiosa de temas como Psicologia Positiva e os impactos da felicidade na saúde física e mental.

Cursou The Science of Happiness pela University of California, Berkeley. É maratonista e praticante de Mindfulness.

Encontrou na corrida de rua e na meditação fontes de disciplina, foco, felicidade e produtividade.

A felicidade traz saúde, comprova estudo. E o que é preciso para ser feliz

A felicidade é um fator fundamental para a manutenção da saúde e prevenção de doenças, revela levantamento inédito realizado pela empresa de pesquisa CVA Solutions. O trabalho mostrou que 67% dos entrevistados que se dizem muito felizes afirmam ter saúde boa ou excelente, independentemente da idade.

Felicidade, saúde e prevenção

De acordo com a pesquisa, entre os participantes que se afirmaram felizes, 40% tem Índice de Massa Corpórea (IMC) normal e 51% praticam atividade físicas pelo menos três vezes por semana.

A felicidade também está associada à prevenção: 64% dessas pessoas visitam algum médico regularmente e 14,4% participam dos programas de prevenção.

 Mais dados importantes: 73% dos entrevistados “felizes” não têm doenças crônicas – apenas 7,8% são hipertensos -, e esperam viver até os 91 anos, bem mais do que a expectativa média de vida do brasileiro, que é de 75,8 anos.

Os resultados também apontam que os indivíduos mais felizes são do sexo masculino (31,5%), sendo também os que apresentam mais saúde e bem estar (41,7%). Entre as pessoas acima dos 56 anos, saúde e felicidade estão conectadas: 50,5% e 36,6%, respectivamente. Já entre os jovens, a saúde é mais predominante (42,1%) do que a satisfação com a vida (30,9%).

Dinheiro traz felicidade?

O mais impressionante é que o fator financeiro não foi definitivo.

De acordo com Sandro Cimatti, diretor da empresa de pesquisa, a diferença de renda familiar entre as pessoas que se classificaram como felizes foi pequena em relação aos que não afirmaram o mesmo.

Dados da pesquisa mostraram que a renda média dos “muito felizes” e “muito saudáveis” estava entre R$ 6.100,00 e R$ 6.200,00; já os mais insatisfeitos ou pouco saudáveis, a renda era de R$ 4.900,00 a R$ 5.100,00.

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Jeanette Bicknell, filosofa canadense, autora do livro “Why Music Moves Us” (Por que a música nos toca, em tradução livre) apontou que é mais provável que a felicidade de uma pessoa melhore a partir do modo como ela investe o próprio tempo e não o quanto ela ganha por mês. “Uma vez que as pessoas tenham dinheiro suficiente para suprir suas necessidades básicas, ter mais dinheiro não está necessariamente correlacionado com uma maior felicidade”, escreveu em post do blog Nautil.

O que traz felicidade?

Uma pesquisa realizada em 2016,  pela própria CVA Solutions  mostrou que a felicidade está associada a uma série de fatores, como o estabelecimento de objetivos de vida (assim como atingi-los), praticar atividades físicas, ser altruísta, ter atitudes mentais positivas, como aprender a perdoar o próximo e ser otimista, por exemplo; assim como ter uma religião. “Existe uma série de atitudes e comportamentos, da maneira como se encara a vida que trazem mais felicidade. Ao observar essas pessoas percebemos que elas, de fato, têm mais saúde e menos doenças crônicas”, comentou Cimatti.

Já a psicanalista Adriana Cruz Pollara, de São Paulo, diz que a felicidade pode influenciar na saúde física, mas apenas uma mente saudável pode vivenciar este sentimento. “As duas estão muito ligadas.

 A saúde mental é muito importante para que as pessoas mantenham hábitos saudáveis e pratiquem atividades físicas. Ela também é importante para enfrentar os desafios diários.

A felicidade em si é um conjunto desses fatores”, disse.

Alcançando a felicidade

Segundo o The Independent, um estudo publicado no ano passado aponta que pessoas que vivem em áreas metropolitanas têm maior probabilidade de levar uma vida mais feliz e ativa se comparado aos que moram em regiões suburbanas. A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Universidade de Oxford e da Universidade de Hong Kong, avaliou a saúde de 419.562 indivíduos de 22 cidades britânicas.

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Jeanette afirma ainda que a pessoa que mora em grandes centros urbanos tende a ser mais feliz. Isso porque ela tem maior oferta de ocupações diárias e se sente mais útil. Muito tempo ocioso pode trazer sensação de inutilidade.

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Filosofia e felicidade: O que é ser feliz segundo os grandes filósofos do passado e do presente

O que é felicidade? Provavelmente, cada pessoa que resolver responder a esta pergunta apresentará uma resposta própria, pois a felicidade, num certo sentido, é algo individual, pessoal e intransferível.

Por outro lado, há uma ideia de felicidade que pertence ao senso comum e é compartilhada pela esmagadora maioria das pessoas: felicidade é ter saúde, amor, dinheiro suficiente, etc. Além disso, a ideia de felicidade não é uma coisa recente.

Com certeza, ela acompanha o ser humano há muito tempo e faz parte de sua história.

Sendo assim, é possível traçar a evolução histórica dessa ideia, se nos debruçarmos sobre a disciplina que sempre se dedicou a investigar nossas ideias, de modo a defini-las e esclarecê-las: a filosofia.

Na verdade, a ideia de felicidade tem grande importância para a origem da filosofia. Ela faz parte das primeiras reflexões filosóficas sobre ética, que foram elaboradas na Grécia antiga.

Vamos, então, acompanhar a evolução histórica dessa ideia fazendo uma viagem pela história da filosofia.

A referência filosófica mais antiga de que se dispõe sobre o tema é um fragmento de um texto de Tales de Mileto, que viveu entre as últimas décadas do século 7 a.C. e a primeira metade do século 6 a.C. Segundo ele, é feliz “quem tem corpo são e forte, boa sorte e alma bem formada”. Vale atentar para a expressão “boa sorte”, pois disso dependia a felicidade na visão dos gregos mais antigos.

Bom demônio

Em grego, felicidade se diz “eudaimonia”, palavra que é composta do prefixo “eu”, que significa “bom”, e de “daimon”, “demônio”, que, para os gregos, é uma espécie de semi-deus ou de gênio, que acompanhava os seres humanos. Ser feliz era dispor de um “bom demônio”, o que estava relacionado à sorte de cada um. Quem tivesse um “mau demônio” era fatalmente infeliz.

Não há dúvida de que, entre os séculos 10 a.C. e 5. a.C, o pensamento grego tende a considerar os maus demônios mais frequentes do que os bons e apresentar uma visão pessimista da existência humana.

Não é por acaso que os gregos inventaram a tragédia. Uma expressão radical desse pessimismo nos é fornecido por um velho provérbio grego, segundo o qual “a melhor de todas as coisas é não nascer”.

Foi a filosofia que rompeu com essa visão pessimista e procurou estabelecer orientações para que o homem procurasse a felicidade. Demócrito de Abdera (aprox. 460 a.C./370 a.C.

) julgava que a felicidade era “a medida do prazer e a proporção da vida”. Para atingi-la, o homem precisava deixar de lado as ilusões e os desejos e alcançar a serenidade.

A filosofia era o instrumento que possibilitava esse processo.

Virtude e justiça

Sócrates (469 a.C./399 a.C.) deu novo rumo à compreensão da ideia de felicidade, postulando que ela não se relacionava apenas à satisfação dos desejos e necessidades do corpo, pois, para ele, o homem não era só o corpo, mas, principalmente, a alma. Assim, a felicidade era o bem da alma que só podia ser atingido por meio de uma conduta virtuosa e justa.

Para Sócrates, sofrer uma injustiça era melhor do que praticá-la e, por isso, certo de estar sendo justo, não se intimidou nem diante da condenação à morte por um tribunal ateniense. Cercado pelos discípulos, bebeu a taça de veneno que lhe foi imposta e parecia feliz a todos os que o assistiram em seus últimos momentos.

Entre os discípulos de Sócrates, Antístenes (445 a.C./365 a.C.) acrescentou um toque pessoal à ideia de felicidade de seu mestre, considerando que o homem feliz é o homem autossuficiente. A ideia de autossuficiência (que, em grego, se diz “autarquia”,) continuará diretamente vinculada à de felicidade nos setecentos anos seguintes.

Uma função da alma

Mas o maior discípulo de Sócrates, que efetivamente levou a especulação filosófica adiante de onde a deixara seu mestre, foi Platão (427 a.C./347 a.C.), o qual considerava que todas as coisas têm sua função. Assim, como a função do olho é ver e a do ouvido, ouvir, a função da alma é ser virtuosa e justa, de modo que, exercendo a virtude e a justiça, ela obtem a felicidade.

É importante deixar claro que noções como virtude e justiça integram uma vertente do pensamento filosófico chamada Ética, que se dedica à investigação dos costumes, visando a identificar os bons e os maus.

Para Platão, a ética não estava limitada aos negócios privados, devendo ser posta em prática também nos negócios públicos.

Desse modo, o filósofo entendia que a função do Estado era tornar os homens bons e felizes.

A ligação entre ética e política estará ainda mais definida na obra do mais importante discípulo de Platão, Aristóteles (384 a.C./322 a.C.), o qual dedicou todo um livro à questão da felicidade: a “Ética a Nicômaco” (que é o nome de seu filho, para quem o livro foi escrito).

Amigo de Platão, mas, em suas próprias palavras, “mais amigo da verdade”, Aristóteles criticou o idealismo do mestre, reconhecendo a necessidade de elementos básicos, como a boa saúde, a liberdade (em vez da escravidão) e uma boa situação socioeconômica para alguém ser feliz.

Felicidade intelectual

Por outro lado, a partir de uma série de raciocínios que têm como base o fato de o homem ser um animal racional, Aristóteles conclui que a maior virtude de nossa “alma racional” é o exercício do pensamento, pelo quê, segundo ele, a felicidade chega a se identificar com a atividade pensante do filósofo, a qual, inclusive, aproxima o ser humano da divindade.

Sem perder de vista a aplicação prática de suas ideias, Aristóteles considera a política como uma extensão da ética e, nesse sentido, para ele também é uma função do Estado criar condições para o cidadão ser feliz. O Estado que o filósofo tinha em mente, porém, era a “polis” grega, que, naquele momento, estava deixando de existir, com o surgimento do império de Alexandre o Grande.

Depois de Alexandre, no mundo grego ou helênico, desenvolveram-se três escolas filosóficas que vão se estender até o fim do Império romano, as chamadas filosofias helenísticas.

Todas elas, por caminhos diferentes, chegam a conclusão de que, para ser feliz, o homem deve ser não só autossuficiente, mas desenvolver uma atitude de indiferença, de impassibilidade, em relação a tudo ao seu redor.

A felicidade, para eles, era a “apatia”, palavra que, naquela época, não tinha o sentido patológico que tem hoje.

Prazer e salvação da alma

Entre os filósofos do mundo helênico, pode-se citar Epicuro (341 a.C./271 a.C.), para deixar claro que essa ideia de “apatia” não significa abdicar ao prazer.

O prazer era essencial à felicidade para Epicuro, cuja filosofia também é conhecida pelo nome de hedonismo (em grego “hedone” quer dizer “prazer”).

Mas ele deixa claro, numa carta a um discípulo, que não se refere ao prazer “dos dissolutos e dos crápulas” e sim ao da impassibilidade que liberta de desejos e necessidades.

Com o fim do mundo helênico e o advento da Idade Média, a felicidade desapareceu do horizonte da filosofia.

Estando relacionada à vida do homem neste mundo, ela não interessou aos filósofos cristãos como Agostinho de Hipona (354 d.C./430 d.C.

), Anselmo de Canterbury (1033/1109) ou Tomás de Aquino (1225/1274), todos santos da Igreja católica. Para a filosofia cristã, mais do que a felicidade, o que conta é a salvação da alma.

Os filósofos voltaram a se debruçar sobre o tema na Idade Moderna. John Locke (1632/1704) e Leibniz (1646/1716), na virada dos séculos 17 e 18, identificaram a felicidade com o prazer, um “prazer duradouro”.

Alguns décadas depois, o filósofo iluminista Immanuel Kant (1724/1804), na obra “Crítica da razão prática” definiu a felicidade como “a condição do ser racional no mundo, para quem, ao longo da vida, tudo acontece de acordo com o seu desejo e vontade”.

Direito do homem

No entanto, para Kant, como a felicidade se coloca no âmbito do prazer e do desejo, ela nada tem a ver com a Ética e, portanto, não é um tema que interesse à investigação filosófica. Sua argumentação foi tão convincente que, a partir dele, a felicidade desapareceu da obra das escolas filosóficas que o sucederam.

Mesmo assim, não se pode deixar de mencionar que, no mundo de língua inglesa, na mesma época de Kant, a ideia de felicidade ganhou lugar de destaque no pensamento político e buscá-la passou a ser considerada um “direito do homem”, como está consignado na Constituição dos Estados Unidos da América, que data de 1787 e foi redigida sob a influência do Iluminismo.

Egocentrismo e infelicidade

É também no âmbito da filosofia anglo-saxônica, no século 20, que se encontra uma nova reflexão sobre nosso assunto.

O inglês Bertrand Russell (1872/1970) dedicou a ele a obra “A conquista da felicidade”, usando o método da investigação lógica para concluir que é necessário alimentar uma multiplicidade de interesses e de relações com as coisas e com os outros homens para ser feliz. Para ele, em síntese, a felicidade é a eliminação do egocentrismo.

Mais recentemente, em 1989, o filósofo espanhol Julián Marías também dedicou ao tema um livro notável, “A felicidade humana”, em que estuda a história dessa ideia, da Antiguidade aos nossos dias, ressaltando que a ausência da reflexão filosófica sobre a felicidade no mundo contemporâneo talvez seja um sintoma de como esse mesmo mundo anda muito infeliz.

  • Os filósofos que fizeram a cabeça do mundo contemporâneo
  • Bibliografia
  • Abbagnano, Nicola – “Dicionário de Filosofia”, Martis Fontes, São Paulo, 2000.
  • Berti, Enrico – “No princípio era a maravilha”, Loyola, São Paulo, 2010.
  • Marías, Julián – “A felicidade humana”, Duas Cidades, São Paulo, 1989.

34 maneiras de se sentir mais feliz agora

Muitos de nós achamos que a alegria é uma jornada. Dizemos a nós mesmos que alcançaremos a felicidade se realizarmos uma meta daqui a cinco anos.

Pensamos que ficaremos felizes quando tivermos feito aquela grande transformação que finalmente nos levará a uma vida ideal. Pode ser tentador enxergar a felicidade como algo permanentemente reservado para o futuro, mas o campo das pesquisas sobre felicidade revela algo muito diferente.

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A verdade é a seguinte: não é preciso se esforçar tanto quanto você pensa para alcançar um estado de pura alegria. Às vezes, tudo o que é preciso é uma pequena modificação ou adotar um hábito novo.

Em vista do Dia Internacional da Felicidade, compilamos algumas dicas que ajudarão você a chegar a um lugar positivo, sem precisar empreender o caminho longo até a alegria. Vale a pena experimentá-las! A felicidade lhe cai bem.

Passe mais tempo com seus amiguinhos peludos.

Brinque com seu cachorro ou curta um aconchego com seu gatinho. Interagir com nossos animais de estimação pode liberar ocitocina (o hormônio da empatia e do apego) no cérebro, resultando num sentimento de alegria.

Contabilize suas bênçãos.

Não há nada melhor que um pouco de gratidão para elevar nosso astral. Pesquisas mostram que expressar gratidão nos torna mais felizes. No final da noite, tente anotar três coisas pelas quais você se sente grato.

Lembre-se de que você é incrível.

Você é fantástico – só é preciso acreditar nisso. Estudos mostram que a autoaceitação é crucial para uma vida mais feliz, mas é um hábito que raramente praticamos.

A lista dos benefícios da meditação parece interminável, mas um dos maiores talvez seja o efeito que ela tem sobre nosso estado de ânimo. Pesquisas mostram que dar-se alguns momentos de fuga zen todos os dias pode fazê-lo mais feliz.

Admita: não há nada como uma jam session a sós. E parece que a ciência concorda. Pesquisas mostram que tentar elevar nosso astral ouvindo música pode de fato nos conduzir a um estado mais positivo. Pressione “play” agora mesmo!

Não chegamos a onde estamos hoje sem um pouco de ajuda de outros, então por que não oferecermos a mesma generosidade a outra pessoa? Sua bondade vai influenciar outras pessoas, e estudos mostram que também o deixará mais feliz.

Curta a companhia de pessoas felizes.

Os laticínios contêm triptofano, aminoácido essencial que ajuda a criar a serotonina (a substância cerebral da “felicidade”). O leite faz bem não apenas ao corpo, mas também ao cérebro.

Planejar férias é quase tão bom quanto as próprias férias. O New York Times informou que os preparativos para férias elevam nossos níveis de felicidade. A praia branquinha ou as montanhas instigantes são apenas um adicional extra.

Faça uma boa sessão de malhação.

Considere isto nossa carta de amor ao exercício físico, que faz bem ao corpo e ao cérebro. Quando você se exercita até transpirar, libera endorfinas, e com isso seu nível de felicidade sobe imediatamente. Mexa-se!

Gaste dinheiro com vivências.

O sentimento de realização não vem de nossas posses, mas das experiências que vivemos e das pessoas com quem as dividimos. Se você vai gastar um pouco de dinheiro, gaste-o com uma viagem, um concerto ou qualquer outra experiência que lhe dará alegria. A ciência diz que, no longo prazo, isso o deixará mais feliz.

Sabemos que sorrir pode ser a última coisa que você queira fazer quando está de mau humor, mas poderia ajudar a reverter seu baixo astral. Pesquisas indicam que forçar um sorriso pode elevar nosso estado de ânimo, mesmo que num primeiro momento não o estejamos sentindo. É o poder da sugestão!

Aproveite seu quintal ou vá caminhar em um parque onde nunca antes esteve. Mais tarde, você se agradecerá. Um estudo mostrou que sair para fazer uma caminhada breve na natureza pode ajudar a melhorar nosso humor e aliviar o estresse.

Pesquisas indicam que fazer amigos aumenta nossa felicidade e nosso bem-estar. Entre para um clube, converse com seu colega de trabalho ou comece a bater papo na fila do supermercado. Você nunca sabe que tipo de novos contatos pode fazer.

Tome um banho quentinho (como o cachorrinho da foto).

Se essa não é a cara da felicidade, não sabemos o que é. Além disso, pesquisas indicam que um banho quente também nos aquece por dentro..

Dormir mais = você mais feliz. Quando não dormimos o suficiente, nossos processos cognitivos são desacelerados e o risco de depressão aumenta. Tente se deitar 30 minutos mais cedo cada noite ou tirar uma soneca no meio do dia.

Abrace o processo de envelhecer.

A maioria das pessoas desejaria poder não envelhecer, mas estudos mostram que ficamos mais felizes à medida que envelhecemos. Especialistas teorizam que isso talvez se dê porque, quanto mais tempo passa, mais refletimos sobre as experiências positivas. Parece uma ótima razão para curtir nossos aniversários.

Siga a “proporção de ouro”.

Use o e-mail para mostrar a outra pessoa que a aprecia.

Nem sempre a tecnologia é uma coisa ruim. Dê-se uma folga de sua caixa de entrada cheia de e-mails de trabalho e escreva um e-mail de outro tipo.

“A gente se esforça tanto para combater o que é negativo, mas esquece de dizer às pessoas que um e-mail positivo que levou só dois minutos para ser escrito pode ser tão poderoso”, disse a Oprah no ano passado o pesquisador formado em Harvard Shawn Achor, autor de Before Happiness..

Encontre a temperatura perfeita.

As condições meteorológicas externas influem diretamente sobre como nos sentimos por dentro. Um estudo constatou que a felicidade é maximizada numa temperatura de aproximadamente 14ºC.

Escreva um diário de uma sentença por vez.

Às vezes os momentos mais mundanos são lindas fontes de felicidade. Pesquisas revelam que registrar esses acontecimentos cotidianos pode nos deixar mais felizes mais adiante, porque os apreciamos muito mais quando nos lembramos deles. Ou seja, se você comeu um brownie de chocolate maravilhoso na quarta-feira, anote o fato.

Pare para sentir o perfume das flores, literalmente.

Que tal uma “Água de Felicidade”? Um estudo sobre como os cheiros afetam a alegria descobriu que os participantes que estavam em uma sala com perfumes florais escolheram três vezes mais termos relacionados à felicidade que termos negativos.

Um estudo do Instituto para o Estudo do Trabalho constatou que as pessoas que transam pelo menos quatro vezes por semana sofrem de menos depressão e são mais felizes de maneira geral. As pessoas que fazem sexo com frequência também ganham mais dinheiro, e o sexo favorece a boa saúde cardíaca.

Simplesmente tente ser feliz.

É possível se convencer a ser feliz, fazendo um esforço mental? Alguns pesquisadores acham que sim. Segundo dois estudos experimentais, responsabilizar-se pela própria felicidade fomenta nosso bem-estar.

Aprofunde sua espiritualidade.

Segundo uma revisão de estudos sobre espiritualidade e saúde, a espiritualidade e a religião estão ligadas a níveis mais altos de felicidade e bem-estar. Às vezes ajuda sentir que estamos conectados com algo que é maior que nós mesmos.

Festeje as pequenas vitórias.

Há poder nos pequenos momentos. Quer seja acertar uma resposta num jogo ou ouvir sua canção favorita na rádio, curta as pequenas “vitórias” cotidianas.

“Quando paramos para observar as coisas que deram certo, recebemos muitas pequenas recompensas ao longo do dia”, disse Susan Weinschenk, Ph.D.

, autora de How to Get People to Do Stuff, ao HuffPost Healthy Living. “Isso nos ajuda a manter a equanimidade.”

Pense em recordações felizes.

Pesquisas mostram que trazer memórias boas de volta nos deixa mais felizes e otimistas. Hora de tirar do armário aqueles álbuns de fotos antigas, talvez?

Esqueça o papo superficial e mergulhe fundo.

Qualquer pessoa pode falar do tempo. Mas entre em contato mais profundo com alguém e tenha uma conversa de conteúdo com a pessoa. Pesquisas mostram que isso fomenta a felicidade e o bem-estar.

Leia uma mensagem positiva.

Não há nada melhor para estampar um sorriso no nosso rosto que ouvir palavras de incentivo de um desconhecido. Uma mulher vem fazendo isso em grande escala, com um projeto nacional de positividade.

Michelle McKeag Larsen, fundadora da The Joy Team (Equipe da Alegria), está montando outdoors em várias cidades dos Estados Unidos com mensagens como “a felicidade é contagiante”, na esperança de que provoquem um sorriso em alguém que estiver passando ao lado.

“Quanto mais você se cerca de mensagens positivas, imagens positivas e pessoas positivas, melhor fica a vida”, Larsen disse ao HuffPost.

Gaste dinheiro com outra pessoa.

Investir em outras pessoas realmente traz resultados bons – para as outras pessoas e para você. De acordo com um estudo de 2008, gastar dinheiro com outros promove sua própria felicidade.

Torne-se um ouvinte melhor.

Até que ponto você realmente presta atenção quando conversa com outras pessoas? Pesquisadores teorizam que, quanto mais ouvimos, mais felizes são nossas vidas e mais cheias de sentido, especialmente no diz respeito a nossos relacionamentos. Como dizia Epíteto: “Temos dois ouvidos e uma boca para que possamos ouvir duas vezes mais do que falamos”.

Converse com alguém cara a cara.

Desligue esse telefone e converse com alguém olho no olho. Somos seres sociais (e não apenas na internet). Precisamos praticar isso! Pesquisas mostram que simplesmente nos sentimos melhor quando estamos com outras pessoas.

Levante a mão quem nunca teve um Ano Novo ou Dia dos Namorados decepcionante. É fato sabido que as expectativas podem levar ao desapontamento quando são altas demais (na realidade, há pesquisas que o conformam). Não estamos querendo dizer que você não deva ter expectativas, mas às vezes ter expectativas realistas fará você ser mais feliz no longo prazo.

Olhe para o lado positivo.

Enxergar a vida como um copo metade cheio tem suas vantagens. Procure enxergar o lado positivo de qualquer situação. Os otimistas não apenas têm mais alegria na vida, como podem ter vida mais longa. E isso é muito mais tempo para ser feliz.

Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.

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