Como ajudar um gato a não vomitar: 11 passos

Como Ajudar um Gato a Não Vomitar: 11 Passos

Eu amo meus gatinhos e amo meus houseplants. Uma casa é um lugar muito mais agradável para estar com os dois nela. Você provavelmente se sente assim sobre seus animais de estimação e plantas também. Toxicidade e houseplants podem ser um tema um pouco temível e incompreendido, então eu quero dar-lhe algumas coisas para pensar. Vou listar opções seguras para gatos e cachorros no final.

Este post é uma diretriz em que estou compartilhando meus pensamentos. Isso significa dar a você algo em que pensar. Faça sua pesquisa sobre uma planta de casa e decida se é algo que você quer trazer para sua casa.

Eu recomendo verificar a lista de plantas tóxicas e não tóxicas da ASPCA. Não só informa se uma planta é tóxica ou não tóxica, mas também os efeitos que ela terá em seu animal de estimação.

Existem mais links para sua referência no final.

Suprimentos:

Passo 1:

Como Ajudar um Gato a Não Vomitar: 11 Passos

Os cães e os gatos amam mastigar na grama ao ar livre. Oscar às vezes engole um pouco da planta que ele mastigou e vomitou. Ele vomita aquela parte da planta uma vez e isso não me preocupa. Se ele estivesse repetidamente vomitando e tendo dificuldade em respirar, eu o levaria a um veterinário rapidamente.

Se seu animal de estimação estiver mostrando sinais de sofrimento (vômitos, problemas respiratórios, convulsões, baba excessiva, etc), chame imediatamente o seu veterinário e dê a ele o nome da planta ou envie uma foto se você não souber.

Lembre-se, os nomes comuns podem ser complicados, por isso é melhor usar o nome botânico ou uma foto. Além disso, eles podem conversar com você e ver o que o animal está fazendo.

Se parecer sério, leve seu animal ao veterinário ou à sala de emergência o mais rápido que puder.

Algumas razões para gatos e cães mastigar plantas de casa:

Para ajudar na digestão. Quando os animais de estimação sentem náuseas gasosas ou leves e não conseguem capim, mastigar e ingerir plantas faz com que se sintam melhor.

Falta de fibra em sua dieta.

Com algumas plantas de casa, é uma coisa de textura. Meu gatinho de São Francisco, Ivan, adorava mastigar minhas bromélias (que estão na lista segura, a propósito) porque suas folhas são agradáveis ​​e crocantes. Assim como gostamos de mastigar batatas fritas!

  • Eles estão entediados.
  • Eles estão com raiva
  • Algumas coisas que você pode fazer para evitar que seu animal de estimação mastigue plantas de casa:

Disciplina. Tente treinar seu animal de estimação para ficar longe de suas plantas de casa.

Pegue um pouco de grama. A grama da vaquinha está prontamente disponível. Eu nunca vi qualquer grama viva vendida – você viu?

Sprays ou sprinkles. Estes são comprados na loja, mas muitos não têm boas críticas. Você encontrou um que funciona?

Pimenta-caiena. Pode ser polvilhado na planta ou transformado em spray. Só sei que se você usar muito, pode causar irritação.

Folha de alumínio. Esprema-o um pouco e coloque-o no pote. Gatos, especialmente, não gostam do som ou da sensação dele. Definitivamente não é o melhor visual, a menos, claro, que você tenha um tema de Star Trek acontecendo em sua casa!

Use uma planta segura ou não-tóxica, como um rabo de cavalo ou uma Neanthe Bella Palm, como um atrativo ou chamariz. Posicione onde seu animal de estimação pode chegar facilmente a ele e talvez eles deixem os outros em paz.

Mantenha-os fora de alcance. Pendure suas plantas de casa ou coloque-as em cima de prateleiras, armários, etc. Você também pode tentar uma planta alta (se seu animal de estimação não o derrubar!).

Uma última coisa antes de entrarmos nas plantas seguras:

Só porque uma planta é listada como segura ou não tóxica, isso não significa que ela não fará com que seu animal vomite e / ou tenha diarréia. Não vai prejudicá-los, mas pode causar desconforto junto com uma bagunça para você limpar.

Etapa 3: Algumas Plantas Domésticas Seguras para Cães e Gatos

Como Ajudar um Gato a Não Vomitar: 11 Passos

Plantas de aranha

Nota: A planta de aranha contém uma substância parecida com ópio que pode deixar seu gatinho maluco, o que pode ser um pouco arriscado. Este 1 pode facilmente sair do alcance dos gatinhos.

Passo 4:

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Bambu Palm, Areca Palm, Kentia Palm e Neanthe Bella Palm.

Passo 5:

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Hoyas

Passo 6:

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Bromeliáceas

Passo 7:

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Palmas de rabo de cavalo

Etapa 8:

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Algumas samambaias: 2 dos meus favs são Boston Fern “Dallas, Fern de ninho de pássaro.

Etapa 9:

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Peperomias.

Passo 10:

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Plantas de Oração.

Passo 11:

Plantas Aéreas.

Etapa 12:

Algumas suculentas: Burro's Tail, Haworthias & Hens & Chickens (os Echeveri elegans).

Etapa 13:

Cacto De Natal, Cacto De Ação De Graças, Cacto De Páscoa.

Etapa 14:

Violetas africanas

Etapa 15:

Orquídeas Phalaenopsis

Espero que isso tenha lhe dado algo em que pensar e que você tenha achado útil. Esteja ciente e informado: observe o comportamento de seu animal de estimação em torno de plantas de casa e eduque-se. Aqui estão alguns links para que você possa fazer sua própria pesquisa.

  1. Lista ASPCA tóxica e não tóxica.
  2. 10 plantas domésticas que são perigosas para animais de estimação.
  3. Toxicidade de 20 plantas comuns para cães.
  4. Plantas venenosas para gatos, o que observar e o que fazer.
  5. Outra lista com o nível de toxicidade.
  6. Centro de Controle de Intoxicações Animais 24 Horas.
  7. Feliz jardinagem interna,
  8. Nell

Isenção de responsabilidade: este artigo destina-se a ser um recurso geral apenas. Quaisquer recomendações são baseadas em opiniões e experiências pessoais. Para informações sobre este site, leia nossas políticas.

O que fazer se meu gato não quer comer – 6 passos

Como Ajudar um Gato a Não Vomitar: 11 Passos

Imagem: pixabay.com

A maioria dos gatos sabe racionar a própria comida deles e tal como o fariam em ambiente selvagem, comem cerca de 10 ou mais refeições por dia.

No entanto, nem todos aprendem esta habilidade e devemos proporcionar as quantidades de comida adequadas para evitar um dos problemas mais comuns em gatos de apartamento: a obesidade.

Se você observar que seu felino come menos do que o habitual ou que deixou de comer, provavelmente terá ocorrido algo com ele que provocou esta nova conduta. Se não sabe o que fazer se o seu gato não quer comer, continue lendo este artigo do UmComo e descubra.

Passos a seguir:

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Uma das causas que pode estar causando a falta de apetite no seu gato pode ser a comida. Você mudou recentemente sua alimentação? Se é assim, talvez não goste do sabor desta nova comida e por isso a recusa. Ainda que não a tenha mudado recentemente, é sempre aconselhável começar por aqui para se certificar de que é esta ou não a causa.

Idealmente você não deve mudar a ração de repente para que o gato não estranhe e se recuse a comer. Comece por juntar as duas rações e vá progressivamente diminuindo a quantidade de ração antiga que coloca no prato até ao dia em que verifica que o seu gato já come bem a nova ração e coloca apenas essa.

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Se o seu gato come sempre normalmente, você não mudou a alimentação e de repente deixou de comer, o mais aconselhável é que o leve a um veterinário para que o examine. A perda de apetite pode ser sintoma de que você sofre de alguma doença. A anorexia é o primeiro sinal clínico de quase todas as doenças, entre elas a leucemia, parasitas ou doenças infecciosas.

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Se você o levou ao veterinário e seu gato está saudável, experimente misturar comida seca com úmida para dar-lhe um toque mais atraente e atraí-lo para ela.

Outro truque que não costuma falhar é a comida enlatada, com os nutrientes e proteínas adequados para seu felino, com potenciadores de sabor.

Se vai mudar sua comida porque está enjoado ou não gosta, lembre-se de que deve fazê-lo misturando ambas as comidas e, pouco a pouco, retirar a antiga para deixar apenas a nova.

Os patês, para além de terem um sabor que a maioria dos gatos ama, são constituídos por uma grande quantidade de água, o que ajuda na hidratação do seu felino!

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Imagem: animalmascota.com

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Sobretudo, não dê a seu gato de sua comida já que isto poderia ser a causa da sua falta de apetite. Os felinos, ao contrário dos cachorros, têm um paladar mais fino e não é de estranhar que deixem de comer se provaram algum alimento que gostam mais do que o seu alimento anterior.

Se você optar por oferecer para o seu felino uma dieta totalmente caseira, deve consultar o seu veterinário ou mesmo um especialista em nutrição animal porque é imprescindível garantir que você fornece na dieta do seu gato os os nutrientes que ele precisa, vitaminas, aminoácidos essenciais etc. Se pretende seguir dando ração para ele, relembre que os petiscos de “comida humana” podem fazer com que ele deixe de querer a comidinha dele.

5

Outro fator que pode estar afetando o apetite de seu gato é que tenha entrado em um estado de estresse ou ansiedade. Os felinos são animais muito tranquilos que requerem um lugar que se adapte a esta característica e onde possa relaxar.

Identifique a origem do problema e tente modificar o meio para deixá-lo mais tranquilo, bem como dar-lhe de comer em um espaço em que esteja sozinho, longe de outros animais se tiver.

Se tem mais gatos ou cachorros, isto pode estar gerando concorrência entre eles na hora de comer.

Cada animal deve ter o seu próprio pote de comida. O mesmo se aplica à caixinha de areia. Os especialistas em comportamento felino afirmam que o ideal é ter n+1 caixas de areia, sendo que n é o número de gatos. Ou seja, se você tem dois gatos, deveria ter 3 caixas de areia.

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Verifique se apresenta outros sintomas além da falta de apetite, como mucosidade, lacrimejamento, gengiva inflamada, náuseas, vômito, diarreia, etc.

Se apresentar algum deles, seu gato pode ter conjuntivite, infecção na boca, parasitas, rinotraqueíte, insuficiência renal ou qualquer das doenças mais comuns em gatos.

Por isso, você deve levá-lo ao veterinário imediatamente e iniciar o tratamento mais adequado.

Como Ajudar um Gato a Não Vomitar: 11 Passos

Imagem: pixabay.com

Se pretende ler mais artigos parecidos a O que fazer se meu gato não quer comer, recomendamos que entre na nossa categoria de Animais de estimação.

Anemia também ataca os gatos e pode ser fatal, se não tratada a tempo

Um estudo do Hospital Veterinário da Universidade de Brasília (HVet) para avaliar as doenças mais frequentes entre os atendimentos realizados mostra que a anemia é um sinal clínico comum em doenças inflamatórias, infecciosas, renais e até mesmo nos traumas sofridos pelos felinos. As doenças infecciosas aparecem em primeiro lugar na pesquisa, com 32%, seguida de traumas (28%) e processos inflamatórios (12%).

Os especialistas são unânimes em alertar que os tutores devem ficar atentos aos sinais de anemia que podem surgir no dia a dia. Se não tratada, pode levar o animal a óbito. Médica veterinária  especializada em felinos, Juliana Costa explica que a anemia é a diminuição do número de hemácias, que são as células vermelhas do sangue, responsáveis por levar oxigênio para todo o organismo.

Não é uma doença propriamente dita, esclarece a médica. E sim um sinal clínico subjacente de alguma outra doença.

Em gatos, segundo Juliana, as causas mais comuns são infecções que se instalam na membrana da hemácia, como a mycoplasma haemofelis e a hemoparasita; infecção por vírus, como o vírus da imunodeficiência felina (FIV) e o vírus da leucemia felina (FeLV); intoxicação medicamentosa e doença renal crônica.

Como Ajudar um Gato a Não Vomitar: 11 Passos (foto: Minervino Junior/CB/D.A Press)

“Cada etiologia (estudo da causa) possui mecanismo específico no desenvolvimento da anemia”, ressalta Juliana. Portanto, ao se deparar com estado anêmico do animal, é necessário pesquisar qual é a causa do problema.

Palidez

“O tutor deve observar se o felino apresenta mucosas — entre os lábios e a gengiva — pálidas, sintoma muito característico da anemia”, orienta o médico veterinário Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, de São Paulo. A anemia traz para os bichanos os mesmos sintomas e problemas que provoca em cães e nos humanos. O que pode ser diferente, diz ele, são as doenças.

Para detectar a anemia, são necessários exames. “O mais usado é o hemograma. Mas, para detectar as causas, o veterinário de confiança pode solicitar o teste das viroses, como o FeLV, e do parasita haemobartonella”, esclarece Marcondes.

Uma das principais causas da anemia, de acordo com o veterinário, é o consumo da própria hemácia por uma espécie de rompimento da parede que reveste as células, chamada de lise celular . “Entre outras estão a doença autoimune, diminuição na produção das hemácias, como no vírus que causa FeLV, por verminoses ou diminuição de ferro, por exemplo”, cita Marcondes.

Quando se trata de anemia, diz Juliana Costa, os gatos possuem particularidades de extrema importância que os tornam mais vulneráveis. Além de o organismo ter uma certa falha na produção de algumas substâncias capazes de proteger as hemácias, a própria composição dessas células é diferente.

Sendo assim, a hemácia do gato é muito mais sensível à oxidação, explica a médica. “Quando em número menor, o carreamento do oxigênio não é suficiente para a manutenção do funcionamento dos órgãos. Assim, sem tratamento adequado, ela pode ser fatal”, observa.

Há cerca de um ano, o estudante de publicidade e propaganda Pedro Henrique Fontenele Albuquerque, de 20 anos, perdeu o seu amigo vira-lata, José, para a anemia. O gato era a alegria da casa e foi o primeiro. A mãe de Pedro relutava em ter bichos. Com José, ela rompeu a barreira e o acolheu como membro da família.

“Ele foi resgatado e era o mascote da clínica onde meu irmão trabalhava como auxiliar veterinário. Meu irmão o adotou”, relembra o garoto. José fazia exames de rotina e tomava as vacinas na clínica. Mas, mesmo assim, em fevereiro do ano passado, começou a mudar o comportamento, ficando cada vez mais recluso, magro e com aspecto de doente.

Como Ajudar um Gato a Não Vomitar: 11 Passos (foto: Arquivo pessoal)

A saúde de José foi piorando e foi preciso recorrer a outra clínica para tentar uma transfusão de sangue. Mas, enquanto todos se mobilizavam para encontrar um gato doador, o bichinho não resistiu. “A clínica nos ligou e informou que José havia morrido. Foi muito triste”, conta Pedro, emocionado.

O estudante acredita que José ficou doente depois que o pai dele morreu. A família viajou para acompanhar o sepultamento, e eles ficaram ausentes por um bom tempo. “Talvez ele tenha se entristecido. Na minha percepção, animais também sentem o que sentimos”, acredita Pedro.

A nutrição, de acordo com Juliana, é fator determinante para o sucesso de qualquer tratamento. Como um dos sintomas da anemia é a perda do apetite, ela recomenda procurar rações para gatos convalescentes, além de suplementos vitamínicos. Mas sempre sob a orientação do médico veterinário.

“É importante frisar que o gato precisa comer e ingerir as calorias necessárias para alcançar seu requerimento energético diário”, diz Juliana. “Se a ração de sempre está resolvendo, então está ótimo.” Um ponto importante na prevenção é não medicar sem indicação do veterinário. O gato é supersensível e medicações inadequadas podem causar anemias agudas e potencialmente fatais.

Outro alerta é fazer o controle de pulgas, as principais transmissoras da mycoplasma haemofelis. “Por fim, consultas periódicas para check-up são ideais no diagnóstico preciso e rápido das doenças, o que é determinante para o sucesso da terapia adotada”, lembra Juliana.

A advogada Ana Eliza Camargo Chacel, 43 anos, faz parte de uma ONG que resgata animais e os prepara para adoção.

Um dia, avistou um movimento diferente perto de sua casa e, ao se aproximar, encontrou um gato entre as plantas. Mel, como ela o batizou, estava pele e osso. Ana Eliza lhe deu banho, aqueceu e o levou ao veterinário.

Devido ao tempo que ele ficou sem comida, teve lipidose hepática (acúmulo de gordura no fígado).

“Gatos não podem ficar muito tempo sem se alimentar”, conta. Depois de dias internado, ele voltou para a casa da advogada, para a recuperação. O tratamento é longo — a cada 15 dias, são feitos novos exames. Os últimos mostram que Mel já voltou ao normal. “Hoje está lindo e pronto para adoção”, avisa Ana Eliza.

Gabi também se recupera de anemia na casa da advogada. Resgatada depois de ser atropelada na Ceilândia, ela estava tão machucada que precisou passar por cirurgia. “Foram 30 dias de medicação e vitaminas, mas ela já está ótima e pronta para adoção também”, comemora Ana Eliza.

  • Mucosa pálida
  • Perda de apetite
  • Letargia
  • Febre
  • Dependendo do grau e duração, a anemia pode também apresentar:
  • Taquicardia (aumento da frequência cardíaca)
  • Taquipneia (aumento na frequência respiratória)
  • Mucosas ictéricas (de aspecto amarelado)
  • Fonte: Juliana Costa, médica veterinária especializada em medicina felina.
  • Para ficar com Mel ou Gabi, ligar: 99309-2333

AgradecimentosCEV Brasília: cevbrasilia.com.br

* Estagiário sob supervisão de Valéria de Velasco, especial para o Correio 

Onze passos para se identificar problemas psiquiátricos – Blog Saúde Infantil

Como Ajudar um Gato a Não Vomitar: 11 Passos 22/12/2011

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  • Uma pesquisa nos EUA identificou 11 sinais simples para descobrir se uma criança tem problemas mentais
  • Como Ajudar um Gato a Não Vomitar: 11 Passos
  • Um grupo de especialistas em saúde mental de todo os Estados Unidos, alarmados com o número crescente de crianças que lutam contra transtornos psiquiátricos não diagnosticados, formulou uma lista de 11 sinais simples para identificar uma doença mental.
  • O objetivo é tornar mais fácil para que pais, professores, pediatras e outros que trabalham com crianças saibam quando devem tomar medidas para conseguir cuidar de uma criança ou adolescente.

A lista visa ajudar ao separar sinais de doenças de humor típicas e comportamento perturbador ocasionais, como desafio, agressividade e impulsividade. O modelo para os itens foi baseado na relação de sete sinais de alerta para o câncer, emitida pelo Instituo do Câncer nos EUA.

Os sinais de alerta para doenças psiquiátricas precisam, muitas vezes, ser diferenciados de comportamento problemático de uma criança. Vestígios como extrema dificuldade para se concentrar ou ficar parado, causas de insucesso escolar, sentimentos que deixam os pequenos muito tristes ou retirados, por exemplo, podem ser um problema, se permanecerem por duas semanas ou mais.

O grupo, liderado pelo psiquiatra Peter Jensen da Mayo Clinic, entrevistou cerca de 6.000 famílias para elaborar a lista que foi testada em crianças que já possuíam diagnóstico de transtornos psiquiátricos, para ver se ela teria previsto as suas condições.

  1. Abaixo estão os 11 sinais de alerta que os pais devem prestar atenção:
  2. 1- Criança que se sente muito triste ou fica isolada por duas semanas ou mais;
    2- Seriamente tentada em ferir ou matar a si mesma ou que tem planos para fazê-lo;
    3- Medo assustador sem razão, às vezes, com um coração disparado ou respiração rápida;
    4- A que se envolve em várias brigas;
    5- Comportamento fora de controle, que pode machucar a si mesma ou aos outros;
    6- Aquela que não come, vomita ou usa laxantes para perder peso;
    7- Que tem preocupações excessivas ou medos que atrapalhem as atividades diárias;
    8- Extrema dificuldade em concentrar-se ou permanecer quieta a ponto de ter insucesso escolar;
    9- Graves alterações de humor que causam problemas nas relações;
    10- Mudanças drásticas no seu comportamento ou de personalidade;
    11- Uso repetido de drogas e álcool.
  3. Por Dr. José Luiz Setúbal
  4. Fonte: Child Mind Institute (Nov- 2011)
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O seu gato vomita ou regurgita? Saiba quando consultar o veterinário

“Em termos gerais pode considerar-se normal que o gato vomite até duas vezes por mês (ou mesmo uma vez por semana). Mas a perceção da frequência do vómito por tarte dos tutores é muito variável”, refere a médica veterinária.

“É importante que exista um registo de datas. Se por um lado o vomito é uma situação que preocupa os tutores, o contrário é também muito frequente.

Ou seja, o tutor não valoriza este sinal porque no seu entender era um vomito esporádico e, como tal, normal”.

Quando os médicos veterinários pedem para os tutores fazerem este registo afinal percebem que se trata de um problema frequente, às vezes quase diário. “Esta situação é sobretudo frequente em casas com vários tutores, que não comunicam entre eles a ocorrência, porque cada um achava que era esporádico”.

Dica: Criar um registo para colocar na porta do frigorífico. “Sempre que o gato vomita assinalam a data e o tipo de vomito. Quando há vários gatos em casa, o trabalho de detetive é mais difícil. A utilização de uma webcam pode dar uma ajuda para perceber qual é   gato que anda a vomitar, sugere Maria João Fonseca.

Independentemente da frequência do vomito é essencial perceber “se o vomito é acompanhado de perda de perda de peso ou de qualquer outro sinal de doença. Se assim é deve ser sempre valorizado”.

Doenças mais frequentes

  • A médica veterinária refere quais as doenças mais frequentemente associadas a um quadro de vómito crónico:
  • -Indiscrição alimentar e doenças infeciosas/parasitárias em gatinhos;
  • – Doença inflamatória intestinal (IBD) e pancreatite em gatos adultos;
  • -Doença renal crónica, hipertiroidismo e pancreatite em gatos seniores.
  • “O vómito crónico também está associado a várias doenças oncológicas que, embora mais prevalentes em gatos seniores, são transversais a todas as idades”.

Dica:  Caso veja o gato a ‘tossir’ e provocar o vómito deve registar o sucedido e falar com o médico veterinário. “Filmar pode ajudar no diagnóstico”.

Como evitar bolas de pelo

Desde cedo que é importante que o tutor ganhe sensibilidade para perceber que, apesar de ser uma espécie que pode vomitar sem que isso signifique que esteja doente, o vómito tem de ser valorizado se for acompanhado de outro sinal, ou se a sua frequência for superior ao que é aceitável.

“Existem produtos para evitar a formação de bolas de pelo, bem como estratégias de maneio do pelo, que os tutores devem conhecer e aplicar desde cedo para que o gato se habitue (sobretudo em gatos de pelo médio/comprido). O modo como damos a alimentação também é crucial para evitar alguns tipos de vomito.

Dica: Usar comedouros interativos, em detrimento das taças.

Erva: sim ou não?

Apesar de alguns tutores evitarem dar erva aos gatos por estes vomitarem de seguida, segundo Maria João Fonseca “este tipo de vómito, a seguir à ingestão de erva, é um mecanismo normal de eliminação de bolas de pelo e, como tal, os gatos devem sempre ter erva à disposição”.

Embora ‘vomitar pelos’ seja normal, “se se verificar que o gato vomita pelos mais do que uma vez por semana, o facto deve ser valorizado. Verificou-se que existe uma correlação entre a formação de bolas de pelo e o Síndrome inflamatório intestinal. E, como tal, não é pelo facto de serem pelos que não se deve valorizar”, alerta a médica veterinária.

Dica: Também acontece com frequência que o gato não vomita, mas sim regurgita, nomeadamente porque comeu depressa demais. “Além das habituais perguntas que nos permitem distinguir vomito de regurgitação, pode ser interessante pedir ao tutor para filmar. Através da observação de vídeos, por vezes conseguimos distinguir tosse de vomito”.

No segundo domingo de cada mês, o Pavilhão do Conhecimento organiza workshops sobre gatos. O programa foi desenvolvido pela equipa do Grupo Hospital do Gato e podem participar tutores a partir dos 13 anos, ou crianças de idade inferior, desde que acompanhadas por um adulto. As sessões têm a duração de uma hora e são gratuitas.

Workshop Casas mais Car Friendly – Gatos mais Felizes

9 de dezembro – 11h30 – 12h30

Visão | 11 dicas para tornar a adoção do seu cachorro o menos traumatizante possível

A decisão de adotar um cão deve ser sempre muito ponderada e nunca tomada de ânimo leve, ou num impulso momentâneo.

Por vezes somos levados a decidir a adoção porque nos deparamos com uma fotografia repleta de doçura, nas redes sociais, ou porque nos derretemos com a amorosa ninhada de cachorros de um cadela de uns amigos, ou ainda porque um dos nossos filhos implora, até à exaustão, o alargamento da família a um amigo de quatro patas. E por qualquer destes, ou de outros motivos, cedemos, de forma irrefletida. Não avaliamos convenientemente o que efetivamente significa adotar um animal, se estamos dispostos a mudar o nosso estilo de vida, em prol de um novo membro da família, se temos espaço para o receber, se lhe podemos satisfazer as necessidades físicas e cognitivas, se dispomos de vontade para acrescentar mais tarefas aos já intermináveis afazeres diários. Adotar um animal significa responsabilizarmo-nos por ele enquanto viver, proporcionar-lhe alimentação, diversão, cuidados de saúde e um lugar efetivo e afetivo no seio familiar. Significa respeitar a espécie a que pertence e oferecer-lhe os meios necessários para que todos os comportamentos normais se possam expressar.

  • Assim sendo, quando tomar a decisão de adotar um cão, reserve algum tempo para refletir nos seguintes aspetos:
  • – Tenho espaço físico suficiente, sem prejuízo das minhas próprias necessidades?
  • -Tenho disponibilidade para lhe proporcionar passeios prolongados, diariamente, e tempo de interação lúdica, ou tenho alguém na família que o faça?
  • – Estou consciente que todas as rotinas vão mudar e não me importo que isso aconteça?
  • – Compreendo que possa haver alguns estragos na mobília, em objetos de uso pessoal ou até no próprio imóvel e estou disposto a repor estes estragos?
  • – Tenho disponibilidade económica para lhe proporcionar uma alimentação adequada e cuidados médicos sempre que necessário?
  • – Tenho forma de resolver o problema das férias, sem prejuízo das mesmas, mas também sem prejuízo do animal?
  • – Estou disposto a incluir o cão em todas as atividades familiares nas quais possa participar?
  • – Estou disposto a informar-me e a aprender tudo o que seja necessário para me tornar um bom tutor?

Se respondeu que sim a estas questões, então, muito provavelmente está pronto para aumentar a sua família. A partir daqui resta escolher o tipo, o tamanho e a origem do cão.

Um cão de grande porte, ou pelo contrário, de porte pequeno? De raça pura ou sem raça definida? Cachorro, adulto ou sénior? De proveniência particular, de canil de criação ou de canil de recolha de abandonados? De pelo curto, médio ou longo? Decisão tomada, animal escolhido, resta tentar proporcionar-lhe uma adaptação ao seu novo lar, o menos traumatizante possível.

Aqui ficam algumas dicas que podem ajudar nesta fase de adaptação para todos: família humana e cachorro

1- Se possível, visite o cachorro antes da adoção, observe as suas preferências, interaja com ele, sempre de forma calma e sem elevar a voz. Atitudes calmas, acalmam um cachorro demasiado excitado e descontrolado.

Se, pelo contrário, for um cachorro demasiado tímido, resista à tentação de o agarrar à força, respeite o seu espaço, aborde-o com delicadeza, espere que seja ele a vir ter consigo, oferecendo-lhe um prémio delicioso ou um brinquedo irresistível.

Observe a atitude da mãe, verifique se reage bem a humanos, se tem estado em contacto com os cachorros e se parece bem de saúde. Deixe ficar com o cachorro uma manta ou toalha macia, assim como um brinquedo, que virão de volta no dia em que o for buscar.

2 – Agende o dia da adoção para uma altura em que possa ficar em casa, por forma a ter disponibilidade para, calmamente, o ajudar a se adaptar a uma nova realidade, longe de tudo o que conheceu até então, sem o odor e o calor materno, sem a alegria das intermináveis brincadeiras com os irmãos. Por outro lado, se foi um animal abandonado, poderá estar muito traumatizado, desconfiado, inseguro e muito receoso. Será necessário adaptar a nossa estratégia ao tipo de animal que vamos levar para casa.

3 – Transporte-o devidamente acondicionado em caixa de transporte adequada ao seu tamanho, mas sem ser demasiado grande, para não permitir instabilidade e quedas. Prenda-a com o cinto de segurança de passageiros.

Coloque na caixa a manta ou toalha e brinquedo que previamente deixou com o cachorro, para adquirir um odor familiar. Em alternativa, prenda-o com um cinto de segurança próprio para cães, no banco traseiro, com alguém ao seu lado para lhe dar conforto e estabilidade.

Evite reforçar os comportamento indesejados e se o animal se mostrar ansioso redirecione a sua atenção para algo que o distraia (como um brinquedo, por exemplo). Premeie com carícias e palavras de incentivo os momentos em que este estiver relaxado.

Conduza devagar, curvas suaves, sem travagens bruscas, não se esquecendo de arejar o interior da cabine. Muitos cachorros enjoam em viagens e alguns chegam a vomitar. Antes de sair dê-lhe apenas uma refeição ligeira e, se necessário, fale com o veterinário assistente para lhe ser prescrito um antiemético.

Muitos cães adultos com medo de andar de carro desenvolveram este comportamento por associarem o carro com o enjoo. De qualquer forma, leve consigo sempre papel absorvente ou toalha para evitar que um vómito volumoso e indesejável suje os estofos do veículo.

4 – Ao chegar a casa, evite bombardear o cachorro com experiências novas. Reserve-lhe um local sossegado, com um sitio onde se possa esconder e permita-lhe uma adaptação gradual ao espaço. Espere que seja ele a vir ter consigo e permeie quando isso acontecer, se o fizer de forma calma e controlada.

Incentive-o a brincar, mas sempre no seu próprio ritmo, sem excessos e sem o forçar a nada. Se se esconder e se mostrar assustado, dê-lhe tempo e espaço para se ambientar e tente atrai-lo a si de forma calma, elogiando os pequenos progressos, com prémios comestíveis ou palavras de incentivo.

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Se, pelo contrário, for demasiado efusivo, não retribua o entusiasmo, fale sempre em tom baixo e pausadamente, retomando a brincadeira só quando o animal se acalmou.

5 – Nesta fase de adaptação convém disponibilizar ao cachorro a mesma alimentação a que ele está habituado para gradualmente ir mudando para a escolhida pela família, levando em conta o tamanho e idade do mesmo, assim como o orçamento familiar.

Se possível traga consigo um pouco da dieta que lhe era disponibilizada no local de origem e vá misturando com a nova, aumentando gradualmente a quantidade da nova e diminuindo a quantidade da outra.

Se possível aconselhe-se com um profissional sobre as melhores opções, antes mesmo da chegada do animal.

6 – A primeira noite na nova casa pode ser traumatizante para o cachorro assim como para a família. Deve ser decidido em consenso familiar onde o cão irá dormir e depois de tomada a decisão, esta deve ser respeitada, sem exceção.

Não pode ceder, porque é a primeira noite ou porque ainda é muito bebé, levando-o para o quarto, ou dormindo com ele na sala. Depois será muito mais difícil isolá-lo nos dias seguintes. Também não há problema se a sua decisão for a de o deixar dormir no quarto dos adultos ou mesmo das crianças.

Simplesmente não deve haver vezes que sim e outras que não.

Mantenha-se firme na sua decisão, apesar de poder utilizar alguns truques para que o cachorro se sinta mais confortável e tenha uma boa noite de sono, tais como um snack ou uma refeição ligeira e colocar um saco de água quente sob a manta que trouxe, na caminha onde o deita (há quem defenda a colocação de um despertador antigo, daqueles que fazem tic-tac, embrulhado numa toalha, junto do cachorro, pretendendo simular o batimento cardíaco da mãe… não custa experimentar). Por se sentir só, irá, muito provavelmente, vocalizar, para atrair companhia. E é exatamente nestes momentos que não o deve visitar. Logicamente, a sua tentativa será a de o acalmar, mas ele entenderá que foi bem sucedido no seu ruidoso apelo e portanto manterá este comportamento sempre que quiser companhia. Certamente com vizinhos por perto e não querendo queixas desagradáveis, será difícil resistir á tentação de interromper o choro noturno do novo membro da família. Mas se o fizer estará simplesmente a potenciar tal comportamento e na noite seguinte será provavelmente pior. Se se sentir apreensivo quanto à segurança do cachorro, pode visitá-lo, mas sempre e só quando este estiver sossegado. Desta forma ele entenderá que o comportamento que condiciona a presença de companhia é exatamente oposto à vocalização ou o arranhar a porta. Se se mantiver calmo e sossegado, algo de bom acontece. Se estiver agitado e ruidoso, nada acontece.

7 – Programe uma ida ao veterinário nos dias a seguir à adoção, para esclarecer todas as duvidas relativamente ao comportamento e aprendizagens do cachorro e estabelecer um programa de desparasitações e de vacinas, adequado ao local onde vive e à idade do cão e que permita as saídas à rua o mais precocemente possível.

Informe-se sobre escolas de treino e se existem nas imediações as puppy classes, ou seja, escolas ou associações que promovem aulas para cachorros, muito importantes, se bem organizadas e vigiadas, para a socialização do cão. Cuidado com a escola ou treinador que escolhe.

Como em Portugal esta atividade ainda não tem uma entidade superior que a supervisione e regulamente, qualquer pessoa com um simples curso online pode intitular-se de treinador e, no entanto, não dominar os mais modernos métodos de treino.

Um mau profissional pode prejudicar muito a relação humano/animal, em qualquer fase da vida do seu cão, mas nesta em especial. Aconselhe-se com o seu veterinário, fale com amigos, mas sobretudo aprecie de forma crítica o trabalho do treinador e, sobretudo, desconfie de aulas em que não é permitido ao tutor estar presente.

De pouco interessa que o cão trabalhe muito bem com o treinador. É com o tutor que deve trabalhar desde o inicio e durante toda a sua vida.

8 – Enquanto o cachorro não terminar o programa vacinal prescrito pelo veterinário assistente, promova encontros com amigos e familiares que tenham cães vacinados, para contribuir também desta forma para a sua socialização. Não o feche em casa.

A fase de sociabilização acontece muito precocemente na vida do cão e quando ele estiver suficientemente imunizado para puder passear livremente, já esta terminou. Como resultado temos cães adultos com medos e fobias de tudo o que seja novo.

Portanto, tente encontrar um meio termo entre o “não dever sair” por causa das doenças físicas e o “ter que socializar”. Leve-o a todo o lado em que o risco seja mínimo.

Transporte-o de carro quando for levar ou buscar crianças à escola, visite amigos com jardim fechado e deixe-o correr e brincar, se for de pequeno porte passeie-o ao colo, para sentir odores, ouvir sons e ver todo o bulício normal de uma cidade. Se for um cachorro de grande porte poderá sempre recorrer a um carrinho de bebé que tenha disponível, mas não deixe de o estimular e passear.

9 – Habitue o cachorro, desde cedo, a ficar sozinho por alguns períodos. Logicamente, se forem períodos prolongados ele irá sentir-se aborrecido e procurar formas de ocupar tempo. Ofereça-lhe brinquedos indestrutíveis de formas e tamanhos variados.

Mas não adianta ter um grande numero de brinquedos permanentemente à disposição. O cão acaba por se desinteressar. O mais sensato será ter 2 conjuntos, ou mais, e ir fazendo rotação.

Mas, mesmo assim, pode sempre improvisar e proporcionar novas experiencias cognitivas, que o deixem ocupado, poupando assim o recheio da casa. É só dar asas à imaginação.

Uma caixa de ovos fechada com pedaços de maçã no seu interior, uma garrafa de água com alguns buracos do tamanho dos grãos de ração, parcialmente cheia com uma parte da porção diária (terá que rodar a garrafa para permitir a saída dos grãos, um a um), cubos de gelo simples ou feitos a partir da água de cozedura de alguns alimentos, comida húmida congelada, cenouras inteiras (como não digerem bem a cenoura, esta irá aparecer em bocados nas fezes, mas sem causar qualquer distúrbio de saúde) são apenas alguns exemplos. Nunca ofereça ao cachorro um dos seus chinelos velhos. Logicamente, ele não saberá a diferença entre os novos e aquele que já não usa, uma vez que o odor é semelhante.

10 – Até aos 6 meses de idade, tente manter a rotina de 4 refeições diárias, mas não deixando o alimento à disposição por mais do que meia hora. Ao fim desse tempo retire o prato, quer o cão tenha comido ou não. Nunca lhe dê o alimento à boca, nem ande atrás dele com o prato, insistindo para que coma.

A única coisa que conseguirá com essa atitude é que este só coma se lhe estiverem a dar atenção. Se não comer uma das refeições, comerá na seguinte. Nenhum cão saudável morrerá à fome tendo alimento à disposição. Se o cachorro não for muito voraz, não se preocupe com a quantidade que come na fase de crescimento.

Interessa é que seja bem disposto, brincalhão e com boa condição corporal, sem exageros. Depois de terminado o crescimento e sobretudo se for esterilizado, deverá verificar qual a dose diária recomendada e seguir essa orientação. Dos 6 aos 9 meses poderá reduzir para 3 o número de refeições e a partir daqui poderá passar para 2, pelo menos.

Duas será também o número de refeições mínimas, divididas a partir da dose diária recomendada, a manter para toda a vida adulta. Nunca dê uma única refeição diária. Alguns problemas de saúde poderão advir daí. Não esqueça que há alimentos completamente proibidos, devido à sua toxicidade para a fisiologia canina.

É o caso do chocolate, assim como do picante. Uvas, passas, cebola e alho estão também entre os alimentos tóxicos.

11— Fale com o cão sempre em tom baixo e pausado. Tutores que gritam e se mostram agitados e impacientes, educam cães hiperativos, descontrolados e frustrados. Seja claro nos comandos que dá ao animal, com regras fixas que não podem ser mudadas repentinamente só porque dá jeito. Premeie os comportamentos que quer manter e ignore os que quer eliminar.

Não permita brincadeiras que envolvam mordiscar partes do corpo e quando o cachorro o faz, pare de se mexer, ignore completamento o comportamento e o próprio cão. Só recomeçará a brincadeira quando este desistir de abocanhar. Não lhe ralhe ou agite as mãos em frente à sua cabeça. Só o deixará mais excitado e insistente.

Se for daqueles que não desistem, ofereça-lhe uma alternativa que ele possa mordiscar.

Espero que todas estas 11 dicas contribuam, de alguma forma, para uma adoção saudável e bem sucedida. Sem duvida que aquilo que retiramos de uma relação com qualquer ser vivo pode ser muito positivo e gratificante.

Como em todas as relações há pontos positivos, mas também alguns negativos. Estamos sempre na espectativa de receber afetos, mas deveremos também estar preparados para os retribuir.

Disfrute da companhia do seu cão, durante muitos anos, de forma cúmplice e compensadora ao nível afetivo, com respeito mútuo.

Até para o próximo mês.

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