Como ajudar seu porquinho da índia a ter uma vida longa e saudável

Como Ajudar seu Porquinho da Índia a Ter uma Vida Longa e Saudável

É muito importante ter clareza sobre a longevidade de um animal antes de adotá-lo, já que devemos ser responsáveis por ele durante toda a vida e se não for assim, é melhor não ter um mascote, não é mesmo?

Os roedores, como é o caso do porquinho-da-índia, geralmente são animais que podem chegar a ter vidas muito longas se lhes oferecemos bons cuidados, estímulos sociais e enriquecimentos de todo tipo.

Quer saber quanto tempo vive um porquinho-da-índia? Continue lendo este artigo do PeritoAnimal para descobrir e conhecer alguns truques para prolongar ao máximo a vida do seu pet.

A duração da vida de um porquinho-da-índia está diretamente relacionada a vários fatores, como os cuidados que recebe, alimentação e os problemas de saúde. No geral, são animais que vivem entre 4 e 9 anos.

Determinar com exatidão quanto vive um porquinho-da-índia é complicado e praticamente impossível de garantir, por esse motivo, estabelecemos uma margem de cerca de 5 anos, dado que muitos porquinhos vivem até os 9 anos, enquanto outros alcançam apenas os 3.

Como Ajudar seu Porquinho da Índia a Ter uma Vida Longa e Saudável

O porquinho-da-índia é um animal 100% herbívoro, por esse motivo, uma das ferramentas do tutor será precisamente a alimentação. Ele deve conhecer as frutas e verduras boas para os porquinhos-da-índia, assim como os alimentos proibidos para este animal.

A vitamina C é um enriquecimento especial e super benéfico para os porquinhos-da-índia. Também é fundamental que eles tenham água e feno fresco o tempo todo.

O tutor também deve prestar atenção nos cuidados que o porquinho-da-índia exige, além da alimentação. Entre eles encontram-se a necessidade de um espaço amplo, bem como vários túneis e brinquedos para enriquecer sua vida, tal como descrevemos com mais detalhes a seguir.

Finalmente, acrescentamos que o porquinho-da-índia é um animal social, por isso, se não tiver um companheiro (que seria o ideal), você deve dedicar a ele tempo e atenção. Desta forma, o porquinho estará estimulado e receptivo a interagir com pessoas.

Confira o vídeo abaixo do canal do YouTube do PeritoAnimal com mais informações sobre as frutas e verduras boas para porquinho-da-índia:

Antes de adotar um, é fundamental que você conheça as doenças comuns que podem afetar um porquinho-da-índia durante a vida. Só desta maneira você estará prevenido e saberá como agir rapidamente diante do aparecimento de cada uma delas.

  • A diarreia é um problema mais sério do que parece, uma vez que, com uma diarreia forte, o porquinho-da-índia pode se desidratar e morrer com certa facilidade. Se isso acontecer, você deve eliminar todo tipo de conteúdo verde da sua dieta e fornecer feno de qualidade em abundância, assim como um tratamento recomendado pelo veterinário.
  • A pneumonia é outra das doenças mais comuns que o porquinho-da-índia pode sofrer. Geralmente, é causada por estresse, má higiene ou mudança brusca de temperatura. O veterinário provavelmente receitará antibióticos.
  • Os porquinhos-da-índia não são capazes de produzir vitamina C por si mesmos, por esse motivo, diante de uma deficiência dessa vitamina, esse pequeno roedor estará suscetível a sofrer de escorbuto.
  • O aparecimento de tumores costuma ocorrer em indivíduos de idade avançada, ainda assim, você deve saber que um porquinho-da-índia com um tumor pode viver por bastante tempo.
  • Os porquinhos-da-índia podem ser suscetíveis a contrair parasitas do tipo intestinal ou externos se entrarem em contato com animais, fezes ou alimentos infectados. Busque não expôr o porquinho-da-índia a essas situações e mantenha um nível de higiene ótimo.
  • Finalmente, outro fator importante a destacar é a possível presença de fungos, o mais grave sendo a micose. O tutor deve recorrer imediatamente ao veterinário se detectar a presença de fungos no seu porquinho-da-índia pois pode ser contagioso.

Essas são as doenças mais comuns do porquinho-da-índia. Lembre-se que, na presença de qualquer suspeita, você deve levar seu amigo ao veterinário, já que a rapidez no diagnóstico pode ajudar a superar um problema que eventualmente pode ser fatal.

Como Ajudar seu Porquinho da Índia a Ter uma Vida Longa e Saudável

Para finalizar esse artigo sobre quanto tempo vive um porquinho-da-índia é importante entender os benefícios de brincar com seu porquinho da índia.

Eles são animais energéticos, gostam de se relacionar com outros animais e pessoas, as brincadeiras fora da gaiola ajudam o animal a desenvolver sua mente e traz inúmeros benefícios à saúde do pet, os brinquedos para porquinho-da-índia que mais agradam são:

  • Locais que o porquinho-da-índia possa se esconder;
  • Brinquedos para porquinho-da-índia roer também estão entre os favoritos destes animais;
  • Os porquinhos-da-índia adoram obstáculos, como os labirintos, por exemplo;
  • Esses pequenos roedores adoram brinquedos que tenham um material macio e suave, pois assim conseguem morder e carregar para onde quiserem;

Existe um infinidade de brinquedos para porquinho-da-índia que podem, inclusive, serem feitos em casa. O mais importante é garantir a esse pequeno roedor uma vida saudável, com um ambiente enriquecido e muito amor.

Lembre-se que existem alguns brinquedos que devem ser evitados, como rodas de exercícios e bolas deslizantes, pois podem causar problemas na coluna, afinal, os porquinhos-da-índia são animais muito delicados que exigem alguns cuidados, principalmente na hora de carregá-los.

Assista também o vídeo do canal do PeritoAnimal no YouTube sobre como saber se seu porquinho-da-índia te ama:

Se deseja ler mais artigos parecidos a Quanto tempo vive um porquinho-da-índia, recomendamos-lhe que entre na nossa seção de Curiosidades do mundo animal.

Bibliografia

  • QUESENBERRY, Katherine. DONNELLY, Thomas. Description and Physical Characteristics of Guinea Pigs. Disponível em: . Acessado em: 06 Fev. 2019

Porquinho-da-índia: Um roedor excelente para ter em casa

Como Ajudar seu Porquinho da Índia a Ter uma Vida Longa e Saudável

Hoje falarei um pouco sobre o porquinho-da-índia, um dos roedores mais meigos e conhecidos no mundo dos pets. Sua popularidade vem aumentando a cada dia mais, devido ao seu comportamento dócil e meigo.

São animais, dóceis e tranquilos, que adoram receber e dar carinho, podendo ficar no colo durante horas. Não oferecem perigo, pois não apresentam comportamento agressivo.

Frente ao perigo esses animaizinhos não reagem como a maioria dos outros animais, atacando; muito pelo contrário, ele foge, por isso são pets que podem ser cuidados por crianças, desde que não muito pequenas, uma vez que as crianças menores podem machucá-los.

Diferente do que muitos pensam e até mesmo do que seu próprio nome diz, eles não são porquinhos e nem vieram da Índia. Na verdade, esse animal pertence à classe dos roedores e é originário da América do Sul.

Especialistas em animais silvestres acreditam que esta confusão tenha vindo dos tempos da colonização, quando Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil.

Ele estava tentando chegar à Índia, por isso o animal ficou conhecido como porquinho-da-índia; e a comparação com o porco veio por causa do formato da cabeça.

Os porquinhos-da-índia são mamíferos roedores naturais da América do Sul e são encontrados em diferentes raças, as quais se diferenciam, principalmente, pela pelagem, como cor e tamanho (curta, longa e sem pelagem).

Os machos medem até 25 cm e podem chegar a pesar 1 Kg, já as fêmeas são um pouco menores, medindo em torno de 20 cm e pesando entre 600 e 900 gramas. E podem viver entre cinco e oito anos se forem cuidados da maneira correta.

Por serem animais pequenos, não demandam muito espaço para serem criados, não se alimentam muito e nem fazem bagunça, ou seja, são ideais até para se ter em apartamentos.

O melhor ambiente para manter um porquinho é a gaiola, desde que o espaço seja amplo e você possa colocar o animal em lugares abertos para tomar sol e ar fresco de vez em quando, mas nada de torrar no sol, afinal, é um animal sensível ao calor. Se for soltá-lo pela casa, só o faça sob supervisão, pois como são roedores, podem destruir fios, rodapés, entre outras coisas.

A gaiola deve ter um piso sólido, não precisa ter tampa, com comedouros e bebedouro com água a vontade. Você também pode enriquecer o ambiente com tocas e objetos para fazer com que o porquinho se exercite e possa brincar, como caixas de papelão, canos de PVC e redinhas.

Como Ajudar seu Porquinho da Índia a Ter uma Vida Longa e Saudável

Cor: Porquinhos-da-índia são encontrados em diferentes raças e se diferenciam pela pelagem (Foto: Divulgação)

Cuidados

Mantendo a higiene do ambiente onde irá criar seu porquinho-da-índia, você não terá que se preocupar com odores, pois urina e fezes dos porquinhos não têm cheiro muito forte, mas é imprescindível manter a gaiola sempre limpinha.

Outro fator importante é que a natureza desses animais é estar sempre acompanhado por outro de sua espécie, por isso é indicado ter, no mínimo, uma dupla de porquinhos-da-índia do mesmo sexo, e nunca um casal.

Isso porque a fêmea entra no cio logo após o parto, e tendo um macho junto com ela, com certeza eles irão acasalar novamente.

E essa cruza logo em seguida não é saudável para fêmea, o que a deixa enfraquecida e pode até levá-la a morte.

  • O fato de ter que ter dois porquinhos-da-índia não é preciso ser visto como um problema, afinal, como vimos, eles não demandam muita atenção, cuidado ou espaço dentro de casa, o que vai mudar apenas é a quantidade de alimento, que aumentará pouca coisa a mais, mas os cuidados permanecem os mesmos.
  • Com relação a alimentação, o primeiro mandamento para manter um porquinho saudável é ter sempre água fresca e limpinha nos bebedouros e oferecer alimentos variados que pertençam a pirâmide alimentar dele: ração específica da espécie e feno (componente básico), vegetais frescos (como escarola e couve) e algumas frutas (por exemplo, melancia e maçã).
  • Como os dentes incisivos da espécie crescem continuamente, também é importante disponibilizar objetos e alimentos, como bastante verdura rugosa, tipo alfafa, pois o movimento que ele faz para mastigar as folhas ajuda no desgaste dos dentes evitando assim problemas de saúde, como doenças periodontais e formação de abscessos.
  • As unhas destes bichinhos também precisam de atenção e cuidado, devendo ser aparadas regularmente.

Como Ajudar seu Porquinho da Índia a Ter uma Vida Longa e Saudável

Vida: Bichinhos podem viver entre cinco e oito anos se forem cuidados da maneira correta

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Saúde

Este roedor é um dos únicos animais que não produz vitamina C, então, ele precisa ingerir esse nutrientes de alguma forma, seja através de alimentos ou até mesmo os vendidos em agropecuárias e pet shop. Sua falta pode provocar diversas doenças.

Problemas com obesidade, dentes e patas são os mais comuns entre esses animais. Se o bichinho estiver muito obeso, a pressão sobre as patas é grande, e ele pode ter uma inflamação chamada pododermatite. Se isso atinge os ossos, o animal pode morrer. Para evitar que ele fique gordinho, não dê sementes e deixe-o sair da gaiola todos os dias para andar e fazer exercícios.

Outro fator que torna porquinhos-da-índia uma opção econômica de pet, é o fato de que eles não tomam vacinas, uma vez que a maioria de suas doenças tem origem nutricional, portanto, se você alimentar seu porquinho corretamente, sua saúde será ótima.

Enfim, os porquinhos são animais extremamente sociáveis, gostam de brincar e aprendem truques, são ótimos para aquelas pessoas que estão querendo a companhia de um bichinho de estimação, mas não tem espaço.

Quer ver o seu bichinho de estimação aqui também? Basta enviar uma foto dele para o e-mail ([email protected]). Sugestões e dúvidas também são bem vindas. Mais informações pelo WhatsApp (24) 98816-1583.

GLAYCE CASSARO PEREIRA | [email protected]

Posts, Frases e Imagens Prontos Incríveis para veterinário #ahazou

Quem aí é apaixonado por porquinho-da-índia? Conheça algumas curiosidades e fatos que talvez você não conhecia sobre eles:
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✨ Nem porquinho e muito menos da Índia. Este roedor é originário aqui da América do Sul mesmo;
✨ Eles são populares, fofíssimos e excelentes companheiros.

Adoram receber carinho e ficar no colo por horas;
✨ Eles adoram conviver com amigos da sua mesma espécie, por isso é recomendado que se tenha mais de um porquinho-da-índia em casa;
✨ São um pouco dorminhocos, é verdade.

Preferem dormir ao invés de praticar exercícios, por isso costumam tirar várias sonequinhas ao longo do dia ????;
✨ Diferente de outros roedores o porquinho-da-índia não tem hábitos noturnos;
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✨ Também é chamado de “Cuy”, por causa dos barulhinhos que faz. ????
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Tem alguém aí que tem os hábitos parecidos com o do porquinho-da-índia também?! ???????? #AhazouPet#Roedores#Dicas#Fatos#Curiosidades#LoucosporPet#MãedePet#PaidePet#PorquinhoDaÍndia#DicadeVet#Vet#Veterinário

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principais assuntos

Como Ajudar seu Porquinho da Índia a Ter uma Vida Longa e SaudávelA transmissão depende de um inseto e de um hospedeiro, que funciona como um reservatório da doença. Mas lembrando que o cão não é o transmissor da doença, a doença só é transmitida atráves do mosquito. ???? Nos cães a doença não manifesta os sintomas em 60% dos casos. Os principais sinais da Leishmaniose Visceral Canina (LVC) são perda de peso progressivo, lesões em pele (descamação, perda de pelos, feridas ulcerativas), crescimento exagerados das unhas, aumento dos gânglios linfáticos (linfonodos), entre outros. Porém estes sinais não são conclusivos que o cão tem Leishmaniose, já que os mesmos sintomas podem ser observados em outras doenças.
A LVC é uma doença de diagnóstico complexo, o clínico deve estar bem preparado para diferenciá-la de enfermidades como dermatofitose, sarnas, doenças autoimunes e hormonais, erliquiose, babesiose, linfoma e outras neoplasias. ???? A prevenção da doença é atráves da vacina, que pode ser aplicada em cães a partir dos seus 4 meses. #leishmaniosecanina #veterinario #ahazoupet #vet #doencas #vacinaA Erliquiose (ou Erlichiose) é uma doença geralmente comum em cães. A transmissão acontece atráves de um carrapato, ele suga sangue de um cachorro contaminado e transmite para outros cachorros que serão picados pelo carrapato contaminado. É uma doença mais comum durante o verão, já que os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzir. Os sintomas apresentados por um animal infectado dependem da reação do organismo à infecção. Alguns sintomas são febre, falta de apetite, perda de peso e uma certa tristeza podem surgir entre uma e três semanas após a infecção. O cão pode apresentar também sangramento nasal, urinário, vômitos, manchas avermelhadas na pele e dificuldades respiratórias. O diagnóstico é difícil no início da infecção pois os sintomas são semelhantes a várias outras doenças, como a Cinomose, por exemplo. A presença do carrapato é relevante para a confirmação da suspeita durante a avaliação clínica. O diagnóstico pode ser feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame que pode ser realizado na clínica veterinária) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados. Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maiores são as chances de recuperação e cura. #erliquiosecanina #doencadocarrapato #carrapato #ahazoupet #veterinario #vet #doencas #examesA Erliquiose (ou Erlichiose) é uma doença geralmente comum em cães. A transmissão acontece atráves de um carrapato, ele suga sangue de um cachorro contaminado e transmite para outros cachorros que serão picados pelo carrapato contaminado. É uma doença mais comum durante o verão, já que os carrapatos precisam de calor e umidade para se reproduzir. Os sintomas apresentados por um animal infectado dependem da reação do organismo à infecção. Alguns sintomas são febre, falta de apetite, perda de peso e uma certa tristeza podem surgir entre uma e três semanas após a infecção. O cão pode apresentar também sangramento nasal, urinário, vômitos, manchas avermelhadas na pele e dificuldades respiratórias. O diagnóstico é difícil no início da infecção pois os sintomas são semelhantes a várias outras doenças, como a Cinomose, por exemplo. A presença do carrapato é relevante para a confirmação da suspeita durante a avaliação clínica. O diagnóstico pode ser feito através da visualização da bactéria em um esfregaço de sangue (exame que pode ser realizado na clínica veterinária) ou através de testes sorológicos mais sofisticados, realizados em laboratórios especializados. Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maiores são as chances de recuperação e cura. #erliquiosecanina #doencadocarrapato #carrapato #ahazoupet #veterinario #vet #doencas #exames

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porquinho da índia, como cuidar!

Como Ajudar seu Porquinho da Índia a Ter uma Vida Longa e Saudável

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Vamos falar sobre o porquinho da Índia, que tem o nome cientifico de Cavia pocellus. É conhecido por vários nomes: Cobaia, Cuí, Preá. O Preá é na verdade um parente próximo que vive na natureza (Cavia aterea).

Na Europa, os porquinhos são tão populares que existem clubes especializados em vários países e até participam de exposição de beleza e são jugados por juízes credenciados, como se faz com cão e gato.

Apesar do nome, é originário do Peru, um erro de navegação foi responsável pelo nome porquinho da índia, no século XVI quando os navegadores espanhóis, trilhavam um novo caminho para as índias e apontaram por engano em terras sul-americanas, mas exatamente no atual Peru.

Após provarem 'churrasco' de um certo animalzinho que os nativos conheciam por Cuí (e assim, o chamam até hoje por causa dos seus gritinhos), simpatizaram com ele e o adotaram como mascote. Assim voltaram para o velho continente com vários deles nas malas e um nome equivocado: Porquinho da Índia. Logo transformou-se em moda.

A mesma docilidade e facilidade de criação que o fizeram populares como mascote, também o fizeram bons animais de laboratório. Seu tamanho quando adulto mede de 20 a 30 cm, com peso entre 700 g e 1,2 kg. Sua coloração pode ser branca, preta, cinza, canela, entre outras, podendo apresentar até três cores juntas. Há também variedades com pelagem, podendo ser longa ou curta. Seu período de gestação é de aproximadamente 74 dias, podendo gerar de um a quatro filhotes.

De fácil manuseio, deve ser tratado de forma delicada. A gaiola deve ser forrada no fundo com um substrato próprio para roedores. Seu bebedouro é do tipo mamadeira e deve estar sempre limpo e com água fresca.

A sua alimentação é basicamente ração, Alcon Club Porquinho da Índia, que é um alimento completo elaborado com ingredientes selecionados, com alta inclusão de fibras, também é rico em vitamina C e Ômega 3, além de nucleotídeos e prebióticos, que favorecem o desenvolvimento da flora intestinal benéfica.

A presença de extrato de Yucca ajuda a reduzir o odor das fezes. Um petisco que é muito apreciado pelos porquinhos e é fonte de fibras o Alcon Club Frutas e Legumes, formado por uma variada combinação de legumes e frutas desidratadas.

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Uma outra fonte de fibras é o Alcon Club Alfafa Sticks, feito à base de alfafa, rico em vitamina C e Ômega 3, excelente fonte fibras, também desempenha um importante papel no desgaste dos dentes.

O desgaste dos dente é outro item importante que temos que pensar para uma vida saudável do seu Porquinho, por ser um roedor o porquinho tem os crescimentos de seus dentes constante, o que faz com que ele necessite 'gastar esses dentes' quando filhote isso não é um problema mas quando passa para a fase adulta, começa a roer moveis e outros objetos que estiver ao seu alcance. Além do Alcon Club Alfafa Sticks, outra opção para auxiliar no desgaste dos dentes é o Alcon Rodent. Uma boa dica para quem vai oferecer o Alfafa Sticks e o Rodent pela primeira vez e observar que o porquinho não começou a roê-los, é esfregar uma maçã ou uma banana neles, deixando-os com um cheiro um pouco mais atrativo. É importante ensinar o porquinho a roer o Alfafa Sticks e o Rodent, já que sabemos da sua importância para o porquinho e existem casos de ter que levar o porquinho no veterinário para ?lixar? o dente.

Outro cuidado importante com o porquinho é a carência de vitamina C, o que leva a desenvolver a doença chamada escorbuto, recomenda-se fornecer alimentos ricos em vitamina C, como a ração Alcon Club Porquinho da Índia e o Alcon Club Alfafa Sticks. Nos pets você também encontra uma suplementação vitamínica para reposição da vitamina C.

Cuidados também com a umidade e moradias frias, pois estes animaizinhos são muito suscetíveis a pneumonia. Quanto à higiene, os próprios porquinhos se encarregam dela, lambem-se individualmente ou uns aos outros, de forma similar a dos felinos. Autor: Elcio Furlan é biólogo formado pela UNG. Profissional especializado em pássaros e roedores. Trabalha no hospital Stella Maris, no pet shop Breeds. Também já trabalhou na empresa Animais Atores, com adestramento de animais silvestres e exóticos para gravações de novelas e comercias.

Confira dicas de manejo e nutrição em Roedores e Coelhos – Guia Prático

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Visão | Adotei um porquinho da Índia

Adotar um animal, seja de que espécie for, implica um compromisso do tutor, no sentido de lhe disponibilizar todos os recursos necessários para o seu bem estar físico e psicológico. O primeiro passo será o de se informar sobre a espécie escolhida, as suas necessidades alimentares, o seu comportamento social e reprodutivo, as suas características físicas e psicológicas.

Os porquinhos da India são dos roedores mais populares como animais de companhia. São dóceis com os humanos, o seu tamanho permite serem facilmente manipulados, mesmo por crianças e não são trepadores ou escavadores, o que facilita a manutenção em ambiente doméstico.

A sua domesticação tem aproximadamente 3000 anos, muito provavelmente porque começaram a aproximar-se dos aglomerados habitacionais para, oportunisticamente, inspecionarem as lixeiras humanas. Foram, inicialmente, criados para alimentação e mais tarde como animais de laboratório, tendo sido, durante anos, um dos animais mais utilizados em experimentação.

São originários da América do Sul, onde vivem em grandes grupos, à superfície, apesar de se esconderam em buracos nas rochas ou em tocas abandonadas por outros animais, porque não as escavam eles próprios. São presas fáceis de carnívoros de maior tamanho, sendo, devido a este facto, animais tímidos e facilmente assustáveis.

As crias nascem em zonas abertas, sem a proteção de um abrigo e estão por sua conta desde logo. Ao contrário da maioria das espécies, são, ao nascimento, pequenas cópias dos adultos, com a pelagem completa e os olhos abertos, depois de longas gestações de cerca de 63 dias ( 31 dias nos coelhos, 21 dias nos ratos, 16 dias nos hámster). Com dois dias de vida estão a comer o mesmo que os pais.

Foram trazidos para a Europa pelos marinheiros espanhóis, que foram os primeiros a manter esta espécie como animais de estimação. Antes disso eram criados simplesmente para alimentação humana, pelos Incas e ainda hoje, algumas raças o são, mesmo no Reino Unido.

Permanece um mistério o nome dado à espécie, no nosso português, uma vez que a sua origem nada tem a haver com a India.

Os porquinhos da India são animais de prado, muito fáceis de manter, quando corretamente acomodados.

Precisam simplesmente de um local quente e seco, uma boa dieta herbívora, acesso regular a ervas frescas e espaço para se exercitarem regularmente.

As raças de pelo longo, de aspeto mais exótico, exigem mais cuidados na manutenção de uma pelagem sã. Como animais sociais vivem em colónias familiares e esta característica deve ser respeitada quando os mantemos como animais de estimação.

Se escolheu um destes encantadores animais para fazer parte da sua família multi-espécie, aqui ficam algumas dicas para lhe proporcionar uma vida longa, saudável e feliz, na sua companhia.

1 – Como o escolher

A adoção só deverá ocorrer a partir das seis semanas, que é a idade em que o animal já se encontra capacitado para tomar conta de si próprio, sem a supervisão materna. Até às 12 semanas será a idade em que mais facilmente socializa e se for gentilmente manipulado por humanos, habituar-se-á a aceitar o contacto físico de forma pacífica e sem medos.

A adoção depois desta idade não será um grande problema, mas tente averiguar como foi a sua forma de vida até chegar às suas mãos, para ter uma ideia geral de como se irá comportar o seu novo amigo. Com 6 semanas um porquinho deverá pesar mais ou menos 250g. Escolha um animal com pelagem brilhante, olhar atento, sem conspurcação da zona ano/genital e sem descarga nasal.

Se pretender uma animal de raça, informe-se sobre os criadores e adote diretamente no mesmo, mas não sem antes verificar as condições das instalações onde o animal está alojado. No entanto, mesmo que não tenham raça definida serão, igualmente, ótimos animais de estimação.

Não esquecer que os animais de pelagem comprida exigem um cuidado diário para a manter em boas condições. Em relação ao sexo, nem sempre é fácil, para olhos menos treinados, distinguir entre machos e fêmeas. Vire, gentilmente, o porquinho, de barriga para o ar, apoiado numa das sua mãos. Com a outra afaste os membros posteriores, por forma a expor os genitais.

No caso de ser macho, uma pequena pressão na zona exterioriza o pénis. Se for fêmea, a mesma pressão expõe uma zona em forma de Y.

2 – Nunca o mantenha solitário

O isolamento social pode ser devastador para um animal gregário como este. Como presas, em ambiente natural, precisam de trabalho de equipa para se protegerem e toda a sua estrutura social se baseia na cooperação e interajuda.

Vivem em grupos de vários animais que comunicam por sons e gestos, de complexidade variada e que servem para transmitir informação ou mesmo promover o relacionamento entre indivíduos. Normalmente um dos elementos do grupo fica de vigia, enquanto os outros descansam, dando o alerta, através de guinchos de aviso, sempre que um potencial perigo se aproxime.

Toda a dinâmica da vivência diária de um porquinho se baseia nas relações sociais que estabelece com os seus congéneres. Privá-lo desta possibilidade é condená-lo a uma vida desinteressante porque desajustada das suas necessidades como espécie. Em alguns países aprovam-se leis de proteção animal, que proíbem a existência solitária destes animais, em ambiente doméstico.

Impõe-se ao tutor a adoção de pelo menos dois animais em simultâneo. O ideal será a adoção de fêmeas aparentadas, como irmãs ou mãe e filhas. Se optar por macho e fêmea deverá pensar na esterilização cirúrgica de pelo menos um deles, porque a sua reprodução se torna difícil de controlar.

Para tal, escolha sempre um veterinário especialista em animais exóticos, porque esta espécie tem muitas particularidades anatómicas e fisiológicas que têm que ser levadas em consideração. Evite a convivência de dois machos no mesmo espaço, sobretudo se este for exíguo, como uma gaiola. A probabilidade de lutarem entre si é elevada.

Também poderá acontecer com as fêmeas, mas menos frequentemente. Se for impossível ter dois destes animais em simultâneo, poderá optar por um coelho, para lhe fazer companhia, desde que se habituem um ao outro enquanto jovens. Não será a situação ideal, mas sempre evita a solidão total em animais cujos tutores passam muito tempo fora e não lhes providenciam suficiente estimulação.

3 – Ofereça-lhe uma alimentação adequada

Um animal bem alimentado tem muito maior probabilidade de ser saudável. É muito importante que lhe forneça uma alimentação adequada às necessidades da espécie. Os porquinhos são estritamente herbívoros, ou seja, só devem comer alimentos de origem vegetal. O FENO deve ser a base da alimentação e deve estar à disposição 24 horas por dia.

É o principal responsável pelo correto desgaste dos dentes, para além de fornecer a fibra necessária ao bom funcionamento do intestino. As VERDURAS FRESCAS, sempre limpas e servidas em porções, uma ou duas vezes por dia. É de evitar o excesso de verduras ricas em cálcio, como as couves, pois podem causar problemas urinários, especialmente nos adultos.

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Prefira as mais escuras, ricas em vitamina C. Pode escolher aipo, tomate, pepino, milho, brócolos, espinafres. As FRUTAS podem e devem ser dadas, mas com moderação, uma vez que o excesso de frutose (açúcar da fruta) pode causar diabetes. As RAIZES, como a cenoura, também devem ser dadas de forma controlada, uma vez que o excesso de fósforo também pode originar problemas urinários.

A RAÇÃO não deve ser a base da alimentação e não deve estar à descrição. Deve escolher uma que seja especifica para esta espécie. A de coelho não é aconselhada, por ter excesso de cálcio e vitamina D, para além de ser deficiente em vitamina E. A VITAMINA C é muito importante, porque estes animais não a fabricam, tendo que a receber através da alimentação.

Está presente na ração específica para porquinhos, assim como nos vegetais frescos. Pode também ser feita a suplementação, mas o ideal é obtê-la de forma natural. Evite as barras de cereais, normalmente cheias de açúcar. Provavelmente apreciará muito mais um pedaço de maçã e este é menos prejudicial. Sirva a refeição em pratos que não consigam roer nem virar e mantenha-os sempre limpos.

O que não for ingerido deve ser removido, uma vez que os porquinhos são “gourmet” e não comerão aquilo que está conspurcado ou pouco fresco.

4 – Disponibilize sempre água fresca

A água é essencial á vida. Nunca lhe condicione o acesso. Utilize bebedouros próprios (tipo biberão), para que se mantenha sempre limpa e não haja hipótese de o porquinho a entornar. A falta de água, mesmo que por períodos curtos, pode ser fatal.

Mantenha os bebedouros limpos e livres de algas verdes, que normalmente crescem nas sua paredes internas. Utilize arroz cru, com água e agite energicamente até estas se soltarem. Passe por água limpa.

O mais seguro será disponibilizar mais do que um bebedouro, para que não ocorram acidentes e se um ficar vazio, haverá outro disponível.

5 – Disponibilize alojamento adequado

A tradicional gaiola, mesmo que espaçosa, não é o alojamento ideal. Os porquinhos são naturalmente animais ativos, cujos ancestrais habitavam vastas pradarias. A clausura não lhes permite correr, explorar e brincar, como fariam no seu habitat natural.

Logicamente, em ambiente urbano, será difícil, senão impossível, proporcionar-lhe a liberdade de uma planície sul americana. Até porque os queremos proteger de potenciais inimigos domésticos, como o cão ou o gato.

Mas podemos tentar aproximar-nos o mais possível, daquilo que seria natural, por forma a que o animal possa expressar os comportamentos característicos da espécie. Providenciar tudo aquilo que precisa no espaço de uma gaiola, é muito difícil, pois no mínimo precisará de comedouro, bebedouro, esconderijo e espaço para se exercitar.

Para além de que nunca deve estar sozinho. Mas quantos mais porquinhos, maior o espaço necessário. Se vive num apartamento mínimo, sem espaço para colocar um cercado, então o melhor será ter um animal mais pequeno, com necessidades diferentes. Para além de que muitas gaiolas têm a base em grade, muito desconfortável, podendo causar deformações e feridas nas patinhas.

Se tiver um quintal, poderá alojar os porquinhos no exterior, desde que com um abrigo impermeável, seco, arejado, confortável e espaçoso, incluído no espaço de um cercado, enriquecido com plantas, pedras, troncos e túneis. Este mesmo abrigo deve ter uma tampa que se possa levantar, para acesso ao interior, facilitando a limpeza e manutenção.

Se existir a possibilidade de acesso a gatos, cães ou mesmo aves de rapina, o melhor será que o recinto esteja protegido com uma rede amovível a cobrir todo o espaço aéreo. Dentro de casa poderá construir um cercado com as mesmas características (com imaginação poderá mesmo ser decorativo), numa dimensão compatível com o espaço disponível. Mas quanto maior, melhor.

No interior a temperatura e humidade são controladas, os riscos de doença menores e a interação tutor/animal mais frequente, estreitando-se laços de amizade. No entanto, não há como o preguiçar ao sol, num dia ameno, ou mordiscar umas plantinhas, frescas e viçosas, diretamente da terra.

Mas cuidado… em dias frios e chuvosos o melhor será que fiquem em casa protegidos das intempéries.

Outra alternativa será a de estarem alojados em casa, mas serem colocados periodicamente num relvado exterior, para se alimentarem naturalmente, protegidos por um cercado amovível, fechado em todos os lados exceto na base, que se pode ir mudando de local conforme as necessidades. Mas não se esqueça que, mesmo que por pouco tempo, deve-lhes ser sempre disponibilizado um esconderijo. O material para cobrir o fundo dos abrigos e do cercado interior deverá ser confortável e pouco abrasivo. Pode utilizar tiras de jornal, madeira prensada ou panos que possam ser lavados e reciclados. Mas por cima deverá colocar feno. Este mantém a temperatura, assemelha-se ao substrato natural, é macio, confortável e aromático.

6 – Ofereça-lhe jogos e brinquedos

Os porquinhos são animais bem dispostos, que adoram brincar, descobrir e explorar. Brincar ajuda ao bem estar fisco e mental, estimula o cérebro e mantem-no ativo, para além de promover o exercício físico. Quando o tutor se envolve na brincadeira e interage com o animal, estreitam-se laços que beneficiam ambas as partes.

Bolinhas de papel são brinquedos ótimos e baratos, não havendo problema de o animal as roer. Aproveite rolos de papel higiénico, ou outros semelhantes, para que possa entrar, esconder, rebolar, destruir e quando isso acontecer é só substituir. Meias velhas, recheadas com feno fresco e atadas com um pedaço de pano, vão-lhe permitir mastigar e transportar de um lado para o outro.

Bolas de ping-pong ou de ténis, são outra alternativa divertida e barata. Disponibilize esconderijos, tipo toca, que pode adquirir numa loja de animais ou improvisar com sacos de papel (nunca plástico). Brinquedos que possam ser mastigados também são importantes para o entreter e manter uma dentição saudável.

Pode utilizar cartão, pedaços de madeira não tratada ou comprar objetos próprios para o efeito, numa loja da especialidade.

7 – Dê-lhe a possibilidade de se exercitar

Muitas vezes instalados em espaços exíguos, os porquinhos movimentam-se pouco e têm tendência para a obesidade. A alimentação seca, muito calórica e pouco natural, também tem a sua quota parte de responsabilidade.

O exercício físico é importante para manter a boa funcionalidade das articulações e músculos, contribui para a saúde cardiovascular, previne o excesso de peso e melhora a performance cognitiva.

Sobretudo se viver em gaiola, deverá ser libertado, diariamente, num espaço controlado, por forma a que possa correr e explorar. Construa um labirinto com a base em cartão e elabore o percurso com tiras, também de cartão, coladas á base com fita cola. Coloque um prémio apetitoso, no final do percurso.

Disponibilize obstáculos interessantes, em altura, com pequenas caixas, ligadas por pontes, rampas e túneis, colocando pedaços de legumes e frutas frescos em vários locais, para que seja incentivado pelo olfato.

8 – Previna doenças

Vigie os dentes do seu porquinho. São de crescimento contínuo e têm que sofrer desgaste constante. Se estiver saudável e a alimentar-se convenientemente, não haverá problema.

Mas se estiver a comer pouco, se não lhe for fornecida alimentação rija ou se houver má formação dentária, os dentes podem crescer descontroladamente, causar abcessos e impossibilitar a alimentação. Neste caso deverá consultar um veterinário, que procederá ao corte dos dentes.

As unhas deverão ser regularmente aparadas, mas apenas se necessário. Na maioria dos casos, se lhe for disponibilizado espaço para se exercitar, não será preciso. Mas se o piso for muito macio não ocorre o desgaste natural e o corte torna-se indispensável. Cuidado para não atingir a polpa da unha.

Para além de doer, ainda provoca uma hemorragia difícil de controlar. A escovagem é importante para remover pelo morto, verificar a saúde da pelagem, inspecionar a presença de parasitas e manter a higiene. Os banhos são desnecessários, sobretudo se mantiver o pelo bem escovado.

No caso de o seu porquinho não lhe parecer bem de saúde, se comer com menos vontade ou não comer de todo, se estiver com diarreia, se a pelagem estiver sem brilho e o pelo quebradiço, se estiver a perder peso sem causa aparente, consulte o veterinário, se possível, especialista em animais exóticos.

Um porquinho da India pode viver entre 4 a 7 anos, ou até mais, se receberem os cuidados adequados, alimentação de qualidade, acomodação espaçosa, limpa, seca e quente, possibilidade de se exercitarem e locais para se esconderem.

Deve certificar-se diariamente da sua saúde, observando-o cuidadosamente, desde que gentilmente manipulado. É muito importante para compreender como se comporta quando está bem e mais precocemente se aperceber quando algo está mal. Dê especial atenção aos ouvidos, olhos, nariz e genitais.

São animais frágeis, cuja saúde se degrada rapidamente e têm um fraco poder de recuperação. Desidratam facilmente e têm dificuldade em manter a temperatura corporal. Aos primeiros sinais de doença, devem ser avaliados por um veterinário.

Como em todas as outras espécies, quanto mais cedo se intervir, maior a possibilidade de sucesso terapêutico.

Um porquinho saudável deve ter um ânus limpo e sem sinais de diarreia, um apetite razoável (comem frequentemente, mesmo durante a noite), respiração regular e sem esforço, pelagem limpa e brilhante, unhas curtas, ouvidos rosados, olhos abertos e alerta, boca limpa e sem purgação, dentes curtos que permitem a oclusão perfeita da boca.

E para finalizar, os porquinhos também podem ser treinados! Tudo depende do objetivo (que deve ser adaptado às capacidades cognitivas da espécie) e da utilização da motivação adequada.

O treino estreita laços entre o animal e o seu tutor, para além de enriquecer o seu dia a dia, tantas vezes vivido num ambiente muito pobre em estímulos, onde nada de interessante acontece.

Disfrute da companhia do seu pequeno amigo e proporcione-lhe uma vida longa e saudável, não só física com psicologicamente!

Até ao próximo mês…

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