Como ajudar os animais a lidarem com a volta às aulas

Como Ajudar os Animais a Lidarem com a Volta às Aulas

Beverly & Pack/Creative Commons

Nunca queremos que esse dia chegue, mas infelizmente os cães e gatos têm vidas curtas e morrem antes de nós. Só quem já perdeu um peludo sabe o quão doloroso pode ser.

Além da dor, há muitas dúvidas que envolvem a morte, como o que fazer com o corpo, como contar para as crianças, o que fazer com as coisinhas do pequeno, como lidar com os animais que ficaram e como lidar com a dor da perda.

Gostaria de explicar todos esses quesitos de uma forma jornalística e imparcial, mas não será possível. No dia 26/12/15, o meu companheiro de quatro patas morreu. Aos 15 anos de idade, Stitch não aguentou ao nono edema pulmonar e foi para o céu dos animais.

Por conta dessa perda, passei por um processo, que agora posso compartilhar e ajudar outras pessoas a passar por essa difícil situação.

Processos necessários para lidar com o luto

Como Ajudar os Animais a Lidarem com a Volta às Aulas

Georgie Pauwels/Creative Commons

Visitas na UTI. Se seu cãozinho/gatinho ficar mal e for internado, vá visita-lo na UTI e leve filho ou parentes mais próximos ao pequeno. É importante fazer essa “despedida”.

Eu conversei com o Stitch, como se ele fosse uma pessoa. Disse que não queria que ele sofresse, e permitia a ida dele.

Pode parecer chocante ver o animal naquele estado, mas é importante na hora de lidar com a perda.

Eutanásia humanizada. Se seu peludo está sofrendo muito, alguns veterinários podem indicar a eutanásia. O ideal é que ela seja feita na sua casa, com todos os familiares em volta (incluindo outros animais), na caminha ou local de conforto de vocês. Pode parecer mórbido, mas auxilia muito quando ele se for.

Velório. Existe velório de animais, assim como de humanos. No caso do Stitch, a veterinária preparou o corpo e deixou numa salinha especial para que eu e minha mãe pudéssemos nos despedir. Foi extremamente importante passar por isso.

Realmente nos despedimos, agradecemos, choramos e ficamos com as lembranças boas daquele serzinho peludo. É comum não acreditarmos que o bichinho morreu e sentirmos que ele vai voltar a qualquer momento. Ver o corpinho dele já sem vida, ajuda a concretizar a morte.

É importante, inclusive, que os outros animais da casa possam ver o corpinho do animal falecido.

Caixa de recordação. A primeira coisa que quis fazer foi juntar todas as coisinhas do Stitch em uma caixa. Algumas coisas consegui doar, mas outras ainda estão na caixa. É importante manter recordações. O tamanho da caixa pode diminuir, mas sempre haverá um pertence dele para quando a saudade bater.

Deixe que falem! É comum que todos tenham uma fórmula mágica para lidar com a perda. Conselhos não faltam nessas horas.

O mais importante é fazer o que seu coração mandar! Chore mesmo! Pegue as fotos e filminhos dele, sente em um canto e se acabe de chorar! Assista filmes que lembrem ele e chore! Não tenha vergonha. Ajuda a lidar com a perda.

Eu, por exemplo, assisti Lilo & Stitch. Muitos foram contra, mas foi necessário para mim.

Conte com os amigos. Nos primeiros dias, tive muita dificuldade de voltar para casa. Até hoje é difícil entrar e sair do apartamento. Parece que ele ainda virá na porta.

Para fugir dessa angústia, nos primeiros dias dormi na casa de amigos. Eles não me davam conselhos estapafúrdios e só tocavam no assunto morte, se eu permitisse. Dividir a dor, ajuda a lidar com ela.

Sofrer sozinho, dói mais.

O que fazer com o corpo?

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Randi Deuro/Creative Commons

Essa é uma das grandes dúvidas de todos. Alguns enterram no quintal, outros jogam no lixo. Mas o que é o certo?

Você tem duas opções: enviar para o CCZ (Centro de Controle de Zoonose) da prefeitura, para fazer uma incineração (cremação) coletiva ou contratar um crematório particular.

Se seu pequeno morreu em casa, você pode entrar em contato com uma Clínica Veterinária, onde os procedimentos serão adequados para manter a saúde pública .

Se não for possível ir a uma Clínica Veterinária, entre em contato diretamente com o Centro de Zoonoses (CCZ) da cidade.

Esse é departamento da Prefeitura responsável por recolher os amiguinhos após sua partida. Nunca deixe o corpo em caçambas ou lixo comum.

Também não é recomendável enterrar o corpinho no quintal de casa. “Quando enterramos um animalzinho, a decomposição do corpo libera chorume, que é um líquido escuro resultante da decomposição de corpos.

Este líquido é rico em bactérias, salmonela e duas substâncias tóxicas: putrescina e cadaverina, que contaminam o solo, lençol freático e poços artesianos.

Além de ser prejudicial ao meio ambiente e à saúde pública” alerta a médica veterinária sanitarista Jany Gil.

Tenha calma na hora de decidir o destino no pequeno. Não permita que ninguém decida por você. Ao escolher enviar o corpo ao CCZ, você não terá custo. O próprio hospital chama esse serviço, sem você se preocupar com nada. A cremação do corpinho do seu peludo será feita com os de outros animais. Você não irá participar e não receberá as cinzas.

Como os pets são cada vez mais membros da família, há um serviço especializado em cremação dos peludos. Já tinha ouvido falar do Cemitério e Crematório de Animais e do Pet Memorial. O próprio hospital que o Stitch morreu, já passou o contato do Pet Memorial. Localizado no Imigrantes, eles cuidam de tudo: velório, cremação, entrega da urna com as cinzas e até atendimento psicológico.

Fiquei impressionada como todos os atendentes estão preparados para lidar com a morte. Muito atenciosos e compreensivos com a importância do animal, fui atendida prontamente.

Um vendedor veio até a minha casa para que eu escolhesse a urna (são muitas opções. Uma mais linda que a outra). Não quis fazer o velório com eles, pois já havia feito no hospital.

Mas o principal foi o acompanhamento psicológico.

Como contar para as crianças?

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David Shankbone/Creative Commons

Esqueça as frases “ele dormiu para sempre”, “virou estrelinha”, “foi morar com papai do céu” ou “fugiu”. A psicóloga infantil Thais Azevedo explica que a morte de um animal pode ser um momento especial para explicar o conceito de morte. Perder essa oportunidade, pode dificultar lidar com o assunto na fase adulta. A partir dos 4 anos, a criança já consegue entender o conceito da morte.

O processo pode ser facilitado se a criança visitar o animal na UTI e for ao enterro. “Não podemos forçar a criança. Devemos explicar o que é uma UTI e um enterro para então perguntar se ela quer ir. Se não quiser, deve ser respeitada” ensina Thais.

A criança pode parecer lidar com o luto com muita maturidade e tentar consolar os pais, ao vê-los tristes. Mas ela também está triste pela morte do amiguinho.

Assistir filmes fazer brincadeiras que remetam ao assunto ou desenhar podem ajudar a externalizar essa dor. Não pense que ela não se importa com a perda pelo simples fato de continuar a vida normalmente.

Ela pode estar sofrendo tanto quanto você. É importante reconhecer a dor que ela sente.

Estar disponível para escutar as histórias e responder aos infindáveis questionamentos, é de extrema importância. Se não souber a resposta, pergunte a opinião da criança ou busquem, juntos, as possíveis respostas. Não hesite em pedir ajuda de um profissional.

Minha experiência

Como Ajudar os Animais a Lidarem com a Volta às Aulas

Foto: Luiza Cervenka

Ao conversar com a psicóloga do Pet Memorial, Joelma Ruiz, ela sugeriu que eu contasse um pouquinho do meu processo de luto, para poder ajudar outras pessoas. Ela me contou que muitos acham que luto de bicho é besteira, mas é tão intenso quanto de um parente próximo.

Apesar dele ter morrido, o processo de morte foi uma benção. Ele estava no meu colo, anestesiado, quando começou a passar mal. Fiquei com ele até o último minuto. Não presenciei o exato momento que ele se foi, mas pude ficar com ele até sentir o corpinho ficar gelado. Juro que foi importante passar por tudo isso.

Ao chegar em casa, postei nas minhas redes sociais o ocorrido. Foi de extrema importância receber todas aquelas mensagens de apoio.

Mas ainda assim, parecia que eu iria busca-lo no hospital, vivo, no dia seguinte, como havia feito por várias vezes. O dia seguinte chegou e a ficha começou a cair.

Evitava falar sobre o assunto, mas quando olhava para a sala e não via sua caminha, meu coração apertava.

Percebi que não estava conseguindo me concentrar. Meu foco parecia ter ido embora com o Stitch. Cheguei ao ponto de ir a um lugar de carro e voltar a pé. No meio do caminho que lembrei que tinha ido de carro. Dirigir era perigoso. Não tinha reflexos rápidos.

Parecia anestesiada. Joelma disse que tudo isso era normal do luto, que não precisava me preocupar. E me alertou: “não se sinta louca se ouvir as patinhas dele no assoalho ou se achar que viu ele pela casa”.

Eu achei essa possibilidade meio que absurda, mas não disse nada.

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Eis que na quarta-feira, cinco dias após a morte do Stitch, estou sentada no computador escrevendo, e vejo duas orelhas gigantes no batente da porta. Isso era normal quando ele estava vivo e vinha me ver no quarto. Na hora já lembrei do que a Joelma disse e me acalmei. Nossa mente prega muitas peças.

Não consegui me desfazer ainda de muitas coisas do Stitch, mas está tudo naquela caixa de lembranças. Quando a dor aperta, abro a caixa e olho todas as roupinhas, bandanas e pertences.

Como Ajudar os Animais a Lidarem com a Volta às Aulas

Foto: Luiza Cervenka

Todos me perguntam se pegarei outro cachorro. A resposta é sempre “agora não”. Tentei pegar uma cachorrinha como lar temporário. Foi a pior besteira. Qualquer comportamento inadequado, eu pensava “o Stitch não fazia isso.

Ele era o cão perfeito para mim”. Tinha horas que eu queria abraça-la, como fazia com o Stitch, mas ela não gostava. Isso me machucava muito. Definitivamente, não devo pegar outro animal agora.

Eu e ele iríamos sofrer por expectativas divergentes.

Tentei viajar para espairecer. Durante a viagem, fiquei bem melhor. Mas quando cheguei em casa, toda aquela angústia e tristeza voltou com mais força. Até pensei em mudar de casa, mas a Joelma disse que o local muda, mas a ausência permanece.

Tudo que eu imaginava fazer ou criticava que as outras pessoas faziam, caíram por terra. Disse que seria lar temporário. Não deu certo. Disse que jamais faria um “altar” para um animal. Ao receber as cinzas, Joelma sugeriu que eu escolhesse um local especial para deixar a urna. Esse local já estava pronto: uma prateleira com um porta-retrato e meus livros religiosos.

Como Ajudar os Animais a Lidarem com a Volta às Aulas

Foto: Luiza Cervenka

Imaginava que iria receber a urna e já iria jogar as cinzas no jardim. Joelma mais uma vez me orientou: “siga seu coração. Ele saberá o momento mais adequado”. Esse momento ainda não chegou.

Ainda sinto a ausência do pequeno orelhudo. Chegar em casa e não ter aquela cabecinha torta com a linguinha de fora para me receber, dói profundamente. Então perguntei para Joelma: “Quando isso vai passar? Quanto tempo dura esse luto?”.

Com todo carinho, ela me respondeu: “Luiza, o Stitch sempre estará na sua lembrança. Aos poucos a dor irá passar, mas sua ausência é eterna. Você pode chegar daqui a dez anos na sua casa e chorar como se ele tivesse morrido há uma semana.

Não se cobre tanto”.

Passar por qualquer perda é difícil, ainda mais quando é de alguém que amamos tanto. Stitch se foi, como tantos outros animais que já partiram. Ficam as lembranças e a gratidão pelos momentos vividos.

Para dar uma quebrada no luto, sexta-feira, dia 22/01, terá a Agenda Animal com muitas dicas de passeios.

Ter um pet ajuda crianças na mudança para uma nova escola

Como Ajudar os Animais a Lidarem com a Volta às AulasOs animais ajudam a reduzir o estresse das criançasFoto: Divulgação

Muitas crianças estão retomando a rotina de volta às aulas e, além de deixarem o período de descanso e brincadeiras para trás, algumas estão em fase de adaptação em uma nova escola, uma mudança que pode trazer muito estresse para elas. Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Hart Research Associates, em Washington – Estados Unidos, o bem-estar socioemocional dos filhos entra em segundo lugar nas prioridades dos pais no momento de realizar a troca de escola.

Problemas como bullying, habilidade para lidar com estresse, pressão de colegas da turma e a falta felicidade no ambiente escolar preocupam pais de todo mundo.

Com isso, é possível perceber o quanto a integração dos filhos no novo ambiente escolar é importante.

A socialização de crianças, a capacidade de interação delas com novos professores e o envolvimento saudável com a nova turma acabam se colocando como prioridade para muitas famílias.

Mas, como ajudar as crianças nessa nova etapa da vida? Às vezes, trazer um integrante de quatro patas para a família é a solução… Estudos realizados pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM®, parte da Mars Petcare, comprovam que o contato com pets é cada vez mais positivo para o bem-estar das pessoas, principalmente as crianças.

Segundo a organização, animais apoiam positivamente o lado socioemocional das crianças, além de estimularem o desenvolvimento de empatia, laços de amizade mais profundos, senso de responsabilidade e preocupação com os animais e a natureza.

Além disso, estudos revelam que os pets podem também ser atenuadores de estresse, com muitos relatos de jovens e crianças buscando um 'abraço' animal em momentos de tristeza e de dor.

Sabendo de todos esses benefícios dos animais na vida das crianças, a Mars Petcare firmou parceria com duas escolas dos Estados Unidos (Steindorf Steam School, em San Jose/Califórnia, e com a Chelsea Academy, em Front Royal/Virgínia) para comprovar em um estudo como os pets podem contribuir e facilitar a transição delas para uma nova escola. Os resultados destacam o poder dos animais de estimação em reduzir o estresse, aliviar sentimentos de ansiedade social e ajudar as crianças a se conectarem com os novos colegas estudantes.

O Vice-Presidente de Marketing da Mars Petcare nos Estados Unidos, Craig Neely, reforça, ainda, que “as habilidades dos pets e o impacto positivo que eles têm em nossas vidas são notáveis e, no caso desta parceria, ajudam a tornar os primeiros dias em uma nova escola menos estressante e intimidante para uma criança”.

Cachorro triste: Saiba mais como lidar

Você tem observado o seu cachorro triste por muito tempo? Ele pode estar passando por uma fase de depressão canina. Continue a sua leitura e saiba como ajudar!

Ninguém sabe ao certo se os cães sofrem de depressão como as pessoas sofrem. Eles certamente experimentam mudanças de humor e comportamento, mas essas mudanças são geralmente temporárias e rastreáveis a um evento recente na vida do cão.

Pode ser em um período de volta às aulas, em que o cão volta a ficar sem as crianças, pode ser, também, por um período de luto e perda, pela qual a família toda esteja passando ou, talvez, você tenha adotado um  novo filhote e seu cão mais velho esteja se sentindo excluído.

Cães que sofrem a perda de um membro da família (humano ou animal de estimação) muitas vezes passam por um período de luto. E, claro, muitos cães abandonados aos abrigos parecem passar por um período de tristeza e incerteza.

O problema com o diagnóstico de depressão clínica (que é diferente de episódios de comportamento depressivo de curta duração) é que, mesmo em humanos, não há teste biológico para identificar a condição. Médicos tomam nota dos sintomas e o que o paciente fala sobre seus sentimentos para chegar a um diagnóstico.

Como os cães não podem falar conosco, devemos confiar em nossos poderes de observação para determinar se um companheiro canino está se sentindo deprimido. De modo geral, quando um veterinário descreve um paciente como deprimido, o cachorro triste está exibindo uma mudança no comportamento normal.

Cachorro triste: como é um cão depressivo?

Um cão em depressão pode ser resumido em uma palavra: triste.

Especialmente se você conhece bem o cão, você pode saber se ele está deprimido com base apenas na expressão facial. Se você perder este sinal e notar os outros, não se preocupe. Isso não significa que você é um proprietário ruim ou fora de contato com seu animal de estimação.

Os cães são indivíduos singulares e alguns são mais propensos a mostrar emoção do que outros.

Como se comporta um cachorro triste?

Para saber se seu cachorro triste está deprimido, preste muita atenção em como ele age. Qualquer mudança repentina no comportamento ou humor pode ser um sinal de que há algo errado. Mas há coisas específicas que você pode procurar no comportamento do seu cão que quase definitivamente indicam depressão. E se não é depressão, ainda é um problema que deve ser resolvido.

Você pode estar especialmente certo de que há um problema se o seu cão estiver exibindo três ou mais desses sinais:

  • Mudanças de apetite – Um cachorro triste pode parar de comer ou comer como se sua vida dependesse disso. Tudo depende do cachorro. Novamente, nessa situação, é sempre melhor procurar mudanças súbitas e / ou extremas no apetite.
  • Dormir frequentemente – O cão adulto médio dorme cerca de 12 a 14 horas por dia. Os filhotes dormem de 18 a 20 horas, por isso seria difícil notar um aumento aqui. No entanto, se o seu cão adulto começar a dormir como um cachorrinho, ele pode estar deprimido.
  • Lamber as patas – Essa lambida incessante pode ser um sinal de que seu cachorro está deprimido. Tenha em mente que também há razões fisiológicas para o seu cão morder as patas também, incluindo infecções bacterianas, eczema, dor nas articulações e pele seca. No entanto, se o seu cachorro estiver lambendo as patas e exibindo outros sinais nesta lista, pode ser devido à depressão.
  • Escondendo – Se o seu cão nunca parece estar mais perto da família, isso pode ser um sinal de depressão. Cães são animais sociais, então a família é importante. Quando eles recuam e passam mais tempo sozinhos, nunca é um bom sinal.
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Alguns outros sintomas também podem ajudar a identificar um cachorro triste ou deprimido:

  • Vocalizações como ganidos ou gemidos;
  • Comportamento sem ânimo em torno de coisas que eles normalmente gostam;
  • Energia baixa;
  • Os olhos parecem pequenos ou menores que o normal.

É importante notar que os sintomas acima também podem indicar um problema médico . Se o comportamento do seu cão ou o nível de energia mudar, o primeiro passo deve ser chamar o veterinário.

O que fazer quando notar que tem um cachorro triste?

A boa notícia é que a tristeza do cachorro geralmente não dura muito tempo! Alguns cientistas acreditam que os cães podem experimentar tristeza e até depressão . Se o seu cão parecer incomumente infeliz, ou se o seu comportamento mudar significativamente, comece com um check-up no veterinário. No entanto, para a maioria dos cães, a tristeza é de curta duração.

Se o seu cão tem um caso temporário de tristeza, você pode consolá-lo e ajudar a mudar seu humor fazendo algo positivo em conjunto. Por exemplo:

  • Brinque com um brinquedo favorito;
  • Ir para uma caminhada rápida;
  • Marcar encontros ou passeios no parque com outro amigo canino;
  • Levá-lo para dar uma volta de carro;
  • Ofereça um tratamento especial.

Já nos casos em que o cachorro triste já está com a depressão instalada e diagnosticada, você pode tentar tratamentos de longa duração, como:

  • Mudança de alimentação – trocar a ração ou inserir petiscos pode fazer toda a diferença;
  • Aumente o tempo diário de atividades do seu cão – os cães são animais cursoriais, eles simplesmente nasceram para correr. Leve o seu cão para um espaço onde ele possa correr e gastar energia. Ficar preso em locais fechados, mesmo que  na companhia do dono, pode piorar a ansiedade e depressão.
  • Rock para uns, reggae para outros – a música pode ajudar o seu cão a controlar a ansiedade de separação e diminuir a depressão. Então, se você tem um cachorro triste, coloque música! Só não esqueça de observar o estilo preferido do seu cão, notando se ele acalma ou fica ainda mais nervoso com o som.
  • Preencha o vazio – nem sempre podemos estar o tempo inteiro com os nossos cães. Então, se você tem um cachorro triste, deveria considerar inserir um amigo de forma definitiva na vida dele. Pode ser adotando um novo cachorro ou gato, ou colocando seu amigo em uma escola diária para cães.

Mais importante ainda é não tentar projetar as suas emoções humanas no seu cachorro triste. Você pode respeitar e responder às necessidades emocionais do seu cão sem assumir que ele sente tristeza da mesma maneira que você.

Você sabe como o seu cão faz você se sentir melhor, mesmo quando está tendo um dia ruim? Se seu cão estiver triste, você pode apoiá-lo da mesma maneira. Passe um tempo juntos e seu humor mudará em breve.

Conheça as principais dicas para a escolha do hotel para cachorro

Lá se foram os dias em que deixar o seu cão em um canil básico era a única opção. Os pais de cães que precisam ficar longe de casa agora têm muitas opções. Desde pequenos hotéis até resorts luxuosos para animais de estimação, agora há acomodações que atendem às necessidades de todos os donos e pets que precisam de um hotel para cachorro.

Mas como você sabe se uma instalação é digna de sua confiança? Fazer sua lição de casa pode significar menos preocupação para você e mais alegria para seu cão.

A seguir estão algumas coisas para procurar quando verificar as opções hotel para cachorro:

O que é um hotel para cachorro?

Hotel para cachorro é o lugar em que nossos cães podem ficar enquanto estamos de férias. Eles são muito diferentes dos canis, que costumavam ser a única opção. Os canis são responsáveis apenas pelas necessidades básicas de nossos animais: comida, água e uma curta caminhada.

No entanto, como os donos estavam ansiosos para que seus animais de estimação tivessem melhor cuidado, o conceito de hotel para cachorro começou a surgir. Os hotéis para cães estão preparados para atender às necessidades pessoais de nossos animais de estimação, indo muito além das necessidades básicas. 

Embora existam tipos diferentes, a maioria dos hotéis para cachorros oferecerá:

  • Quartos individuais. Seu cão não será colocado em uma gaiola como ele estaria em um canil. Ele terá seu próprio quarto, onde poderá andar livremente, e terá uma pequena área para necessidades, como um banheiro.
  • Cabeleireiro. Seu cão será cuidado por profissionais nos salões de beleza caninos que estão nos hotéis de cães mais especializados.
  • Em casa pegar. Se você encontrar um bom hotel para cachorro, a equipe pode oferecer um serviço de coleta e entrega para que você não tenha que se preocupar com nada.
  • Monitoramento da Web. Os hotéis mais sofisticados oferecerão um serviço de webcam. Dessa forma, você pode verificar seu animal de estimação diretamente do seu telefone ou computador, contanto que você tenha uma conexão com a Internet.
  • Spas e mais. Nos hotéis mais luxuosos, você encontrará até serviços veterinários, spas e massagistas , além de outras opções que seu animal de estimação adorará.

Como escolher um bom hotel para cachorro?

Agora que sabemos o que um bom hotel para cachorro tem a oferecer, vamos começar a pensar em escolher um. Como podemos ter certeza de que nosso animal de estimação vai se sentir confortável e bem cuidado, para que possamos relaxar enquanto estamos fora?

Conheça as instalações pessoalmente

Embora a internet nos oferece infinitas possibilidades e podemos ver qualquer estabelecimento online , não há nada melhor do que vê-lo pessoalmente. Vá para o hotel e dê uma olhada nas instalações. Isso é muito importante, porque quando você poderá ver pessoalmente e dizer se eles atendem aos padrões de segurança e higiene exigidos.

Você será capaz de ver a área em que seu cão vai viver. Você também verá as áreas de jogos e o tipo de comida que a equipe irá alimentá-lo.

Conheça os funcionários

Não se contente em apenas ver o lugar, fale com o pessoal. Descubra quem está encarregado de caminhar ou alimentar os cães. Além disso, se você tiver a oportunidade, converse com um cliente sobre os serviços do hotel e se eles estão satisfeitos. Nunca há uma referência melhor do que isso.

Verifique se existe um veterinário de plantão

Qualquer bom hotel para cães terá um serviço veterinário de 24 horas. Você nunca sabe quando um cão pode precisar de ajuda de emergência.

Leve seu cachorro

Você também deve levar seu cachorro para verificar se ele gosta do ambiente, antes de deixá-lo lá. Deixe-o andar um pouco para ver como ele se sente, como reage e como a equipe o trata. Além disso, você deve observar como ele age em torno dos outros animais de estimação. Em seguida, leve-o para a área de jogos para ver se ele se sente confortável.

Verifique o cronograma de atividades

Converse com a equipe sobre os horários das refeições, os jogos que eles vão jogar e os passeios que farão. Certifique-se de que a programação deles funcionará com as necessidades do seu cão.

Se eles não têm um cronograma definido, eles provavelmente não são um estabelecimento muito organizado. Nesse caso, você não deve deixar seu cachorro com eles.

Verifique os requisitos para hospedagem

Antes de deixar o seu cão em um hotel para cachorro, você deve certificar-se de que a equipe lhe pedirá a documentação de vacinação e desparasitação.

 Por quê? Porque se eles estão pedindo por esses documentos, isso significa que eles estão pedindo a todos os outros clientes também.

 Isto irá assegurar-lhe que o seu animal de estimação estará seguro e não será infectado por um dos outros cães.

Antes de hospedar o seu cão, procure sempre um hotel para cachorro que tem o amor como principal regra. Aqui na Dog Vila Lobos, você garante todos os cuidados que o seu cão precisa.

Conheça os nossos serviços de day care coletivo ou personalizado, escola e hospedagem em nosso hotel para cachorro!

Como lidar com os desafios da volta às aulas? –

Leiturinha preparou 10 dicas para ajudar as crianças no retorno para a escola.

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Existem diversos motivos que podem tornar o momento de volta às aulas difícil para as crianças. A mudança na rotina é um deles. Medo e insegurança são algumas das sensações que precedem a volta às aulas.

Esses sentimentos são normais e comuns em várias idades, afinal, são professores, colegas e um ambiente novo, conteúdos inéditos a serem enfrentados.

Mudanças geram preocupação e é importante que os adultos saibam falar sobre elas.

Ao longo das férias, geralmente os pais têm mais tempo disponível para ficar junto com os pequenos, o que dificulta uma readaptação para o retorno às aulas.

É importante criar recursos para amenizar o impacto nessa rotina e que tornem a volta à escola o mais prazeroso possível.

Pensando nisso, a Leiturinha, maior clube de assinaturas de livros infantis do país, preparou dez dicas que irão auxiliar você e seu pequeno no retorno às aulas.

1- Falando sobre os medos da volta às aulas

Converse sobre os medos do seu pequeno. Nesse momento, será estabelecido um vínculo que deverá se estender por todo o ano letivo. Acolha suas inseguranças e dialogue de forma real e sutil sobre elas, deixe claro que todo o tempo, você está disposta a escutar os seus problemas e o ajudar a enfrentá-los.

2- Encarando a realidade

Tratar a escola como um ambiente agradável é um fator decisivo na forma que seu pequeno irá encarar os estudos. Nunca se refira a escola como uma punição ou castigo. Sugerir recompensas como passeios ou presentes decorrentes do ato de ir à escola ou estudar não é uma opção.

3- Voltando aos poucos

Durante as férias é comum que a rotina diária mude. Vamos dormir mais tarde e também acordamos mais tarde. Acabamos a acostumar nosso corpo com essas pequenas mudanças. A transição para os horários letivos deve ser feita de forma gradual. Uma boa dica é tentar ir para a cama mais cedo e também despertar mais cedo uns dias antes da volta definitiva à escola.

4- Checklist

Junto com seu pequeno, organize a escrivaninha e suas gavetas. Tire tudo o que não será mais utilizado e deixe espaço livre para os novos materiais.

Reserve um local para estudo, que seja confortável e agradável. Confira se sua mochila está nos conformes checando cada material como cadernos, lápis e livros.

Convide ele também a conferir seu uniforme e utensílios como lancheira e bolsa de lápis.

5- Definindo uma rotina

Crie uma rotina de horários junto com seu pequeno antes de tudo recomeçar. Nela, deverão ser considerados os momentos de lazer, como os momentos de leitura, visitas a parques, cinemas e casa de amigos. Também os horários de aulas na escola e fora dela, como inglês, música e esportes. Isso ajudará seu pequeno a se localizar ao longo do ano.

6- Esteja junto

Se puder, vá até a escola no retorno às aulas, apresente o novo professor a ele, isso dará mais segurança, afinal, eles passarão muitos dias juntos.

Um bom relacionamento com o professor é imprescindível para o bem estar na escola. Caso não seja possível, no final do dia, sente-se com ele e pergunte como foi.

Pergunte sobre a nova professora e os novos colegas de sala, o que fizeram ao longo da aula. Isso o deixará feliz e seguro.

7- Velhos e novos amigos

É importante esclarecer que mesmo que seu pequeno tenha mudado de escola ou de classe, ele poderá manter contato com os antigos amigos. Conhecer novas pessoas também é muito benéfico! É normal que no começo ele fique um pouco deslocado na nova escola, mas aos poucos, ele encontrará colegas com quem se identifica.

8- Novos desafios

As matérias e conteúdos novos a serem aprendidos podem parecer um bicho de sete cabeças. Tranquilize seu pequeno em relação a eles. Deixe claro que você e o professor ou professora estarão presentes para ajudá-lo no que precisar. Leia junto com ele a introdução dos novos materiais de apoio que a escola pediu como as apostilas e livros didáticos.

9- Não comece com cobranças fora de medida

O momento é de readaptação. Começar com muitas cobranças poderá deixar seu pequeno ainda mais assustado. Caso ele apresente uma resistência exacerbada ao retorno, não seja ríspido ao dizer que ele deve ir a escola. O melhor é entender o motivo dessa resistência. Pode ser que isso seja passageiro ou então que aponte um problema mais grave como o bullying.

10- Os livros poderão ajudar!

Pesquise sobre títulos referentes às inseguranças e medos do seu pequeno. Existem centenas de livros que abordam dificuldades comuns na infância. A Leiturinha Digital possui em seu acervo alguns títulos específicos para a volta às aulas, é só pesquisar pelo assunto que deseja abordar e aparecerão resultados relacionados ao tema.

Apesar de todos os desafios, o ambiente escolar tem muito a construir para o crescimento dos pequenos. Na escola eles aprendem muito sobre independência, socialização e ainda surpreendem a família toda com a capacidade de aprender e ensinar o que descobrem por lá! Com o seu apoio, tudo será mais fácil.

Bom ano letivo, boas aulas e muita história para contar!

Por Caroline Lara | Blog da Leiturinha.

Como ajudar seus filhos na adaptação da volta às aulas?

Logo logo as férias escolares acabam e a criançada precisa se adaptar novamente a rotina escolar, com estudos, dever de casa e provas. No começo pode ser difícil, principalmente para aqueles que estão entrando na escola pela primeira vez ou que estão de mudança para uma nova instituição, com novos professores, novas regras e novos amigos.

Nesse novo processo, é primordial que a escola demonstre preocupação com cada um dos alunos, passando segurança. “Além dos pais, a equipe que atua na escola tem um papel primordial para auxiliar nessa adaptação de volta às aulas, acolhendo e passando todas as informações para os alunos”, explica Leandra Maia Diniz, diretora do Colégio Campos Elíseos, de Jundiaí.

Quer saber mais como ajudar nessa fase de adaptação? Leandra separou algumas dicas e contou para o Tribuna de Jundiaí. Confira:

Aprenda a lidar com as emoções da criança

Caso seja a primeira vez que o seu filho está indo para a escola, é natural que ele se sinta mais sensível e inseguro.

Nessas horas, estar do lado dele é primordial, reforçando o quanto a escola é importante e deixando claro que essa fase vai passar, que ele vai superar.

Seja firme, tenha paciência e dê seu colo quantas vezes forem necessárias, sempre deixando claro que, apesar disso tudo, ele precisa ir para a escola.

Deixe claro o que a aguarda

É sempre primordial que os pais estejam inteirados em tudo que vai acontecer na escola.

Quanto mais presente você for, mais fácil para a adaptação, seja nos primeiros dias, seja durante os próximos anos em que ela vai estar na escola.

Se possível, adiante a criança sobre o que a aguarda no período escolar que irá iniciar, sempre de forma positiva, fornecendo ânimo e animação para o novo ano que está por vir.

Acorde os pequenos mais cedo

Não tem jeito: no começo é difícil se acostumar, ainda mais depois dos dois meses acordando mais tarde.

Então, acorde seu filho mais cedo, pelo menos nos primeiros dias, para que ele comece a se acostumar com a nova rotina, readaptando-o as atividades diárias.

No começo, pode ser que a criança sinta mais sono no período da manhã, então esse horário a mais serve para que vocês possam fazer as coisas com calma, sem pressa, para chegar na escola a tempo e com tranquilidade.

Soneca é importante

No começo, caso o seu filho não estude período integral, a ‘sonequinha’ do horário da tarde pode ser bem útil. Como estamos falando em período de adaptação, no começo o relógio biológico pode ficar um pouquinho desajustado, de modo a deixar os pequenos com mais sono, principalmente depois da aula e do almoço.

Informe tudo a escola

Caso algo de impacto tenha ocorrido nas férias, é primordial avisar a escola, já que certas situações, como por exemplo divórcio ou a chegada de um novo irmão, podem acabar influenciando no rendimento escolar. A escola precisa estar ciente daquilo que pode acabar interferindo no rendimento dos alunos.

Balanço do que já passou

Para os pequenos que estão voltando a mais um ano escolar, é primordial que os pais façam um balanço de tudo que aconteceu no ano anterior. Avalie as notas, avalie a rotina da criança, veja se todas as atividades extracurriculares feitas no ano passado, ainda condizem com a rotina da criança neste novo ano. É sempre necessário que tenha um tempo livre para brincadeiras.

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