Como agir depois de atropelar um cão ou gato com o carro

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o Carro

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o Carro

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Infelizmente são muitos os gatos que são atropelados. Tanto animais de rua como domésticos morrem todos os anos nas estradas. Muitas vezes o que acontece é que ficam cegos pelos faróis dos carros e são incapazes de fugir.

Também é normal os gatos refugiarem-se debaixo dos carros para evitar o sol e fazer um cochilo. Seja como for, as lesões causadas por estes acidentes podem ser muito graves e na maioria dos casos requerem atenção veterinária.

Neste artigo do PeritoAnimal vamos lhe falar sobre as lesões mais frequentes causadas quando um gato é atropelado e como agir perante esta situação. Confira os primeiros socorros para um gato atropelado de seguida.

Se encontrar um gato atropelado é importante agir com calma. Se estiver estendido no solo, verifique se respira e se tem pulso. Nos pontos seguintes vamos lhe explicar como deve agir perante diferentes lesões no gato.

Se o golpe não foi muito forte é provável que o gato se refugie debaixo de carros próximos. Estará muito assustado e mesmo que seja um gato doméstico, procurará estar sozinho.

Dê-lhe espaço e vá se aproximando pouco a pouco. Quando o alcançar trate-o com muito cuidado. Pode utilizar uma manta ou toalha para o envolver. Assim evitará arranhões e poderá pegar nele sem exercer demasiada pressão. Se tiver uma caixa de transporte para gatos, utilize-a para o transportar.

É fundamental levá-lo o quanto antes ao veterinário. Embora, como vamos ver de seguida, lhe possa administrar os primeiros socorros, é essencial que o gato seja atendido por um especialista.

Mesmo que não observe lesões externas, lembre-se que pode sofrer de danos internos que precisam de atenção veterinária. Não lhe dê água nem comida pois é provável que o veterinário o medique.

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o Carro

Depois de uma contusão ou traumatismo, o gato pode entrar em estado de choque. Este estado carateriza-se pelos seguintes sintomas:

  • Palidez na pele
  • Respiração agitada
  • Aumento da frequência cardíaca
  • Perda de consciência

Em casos extremos pode causar a morte. Devemos agir o quanto antes e com muita delicadeza. Acaricie-o enquanto o envolve em uma manta para o levar ao veterinário.

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o Carro

Quando o gato está inconsciente devemos prestar atenção à sua respiração. Se é irregular e respira com dificuldade deve posicionar o gato de lado com a cabeça ligeiramente inclinada para cima.

Assim facilitará a sua respiração. Se não pode ouvir a sua respiração, tome-lhe o pulso. O melhor lugar para tomar o pulso a um gato é na sua virilha, onde as patas posteriores se unem ao quadril.

Como o gato não tem consciência, não sabemos quando tem dor. Por este motivo é melhor colocá-lo sobre uma superfície plana para o mover. Pode utilizar um papelão e colocar por cima uma manta ou toalha. Mexa-o o menos possível e chame de imediato o veterinário.

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o Carro

Se as feridas não forem profundas e não sangrarem em excesso pode curá-las, ou pelo menos desinfetá-las e limpá-las antes de receber o tratamento veterinário. Utilize sempre materiais apropriados.

Limpe a ferida com soro fisiológico para eliminar a sujidade. Pode cortar com muito cuidado o pelo ao redor para não entrar na ferida, especialmente se for um gato de pelo comprido. Uma vez limpa, utilize uma gaze e desinfetante de iodo diluído (iodo, betadine,…) para tratar a ferida.

Pode utilizar o que utiliza para si, mas sempre diluído em uma proporção de 1:10. 1 parte de iodo e 9 partes de água.

Uma vez atendido pelo veterinário, é provável que este lhe recomende utilizar uma pomada cicatrizante que acelerará o tempo de curação.

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o Carro

Se a ferida não for profunda pode limpá-la como explicamos no ponto anterior. Se o gato apresentar uma hemorragia, com sangue em abundância, deve pressionar a ferida com uma gaze ou toalha e ir de imediato ao veterinário.

O ideal é cobrir a ferida com uma compressa esterilizada e elástica. Não é aconselhável usar um torniquete, pois param a circulação e podem ser perigosos. Se a hemorragia for em uma pata pode fazê-lo, mas não deve pressionar demasiado e nunca o deve manter por mais de 10 ou 15 minutos.

Hemorragias internas

Nos atropelamentos é frequente os gatos sofrerem de lesões internas. Se vir que o gato sangra pelo nariz ou pela boca significa que tem lesões internas. São lesões muito graves que precisam de atenção médica urgente.

Não tape o nariz nem a boca do gato, envolva-o com muito cuidado na mante e leve-o de imediato ao veterinário.

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Quando ocorrem luxações ou fraturas em alguma das extremidades pode ser difícil pegar no gato. Elas são muito dolorosas e causam-lhe muito estresse, pelo que estará na defensiva. Fale para ele com calma até se conseguir aproximar. Mexe nem com cuidado para não o magoar e nunca tente curar uma fratura em casa, pois precisa de atenção médica.

Em muitos casos ocorrem fraturas nas costelas, podendo chegar a perfurar um pulmão. É difícil determinar isso a olho nu. Se suspeita que a fratura está na pata esquerda por exemplo, deite-o sobre o lado direito para o levar, sempre com muito cuidado.

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o Carro

Este artigo é meramente informativo, no PeritoAnimal.com.br não temos capacidade para receitar tratamentos veterinários nem realizar nenhum tipo de diagnóstico. Sugerimos-lhe que leve o seu animal de estimação ao veterinário no caso de apresentar qualquer tipo de condição ou mal-estar.

Se deseja ler mais artigos parecidos a Gato atropelado – primeiros socorros, recomendamos-lhe que entre na nossa seção de Primeiros socorros.

Meu cachorro foi atropelado. E agora, o que fazer?

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o Carro

Em situação de emergência, o cachorro deve ser manipulado o menos possível, principalmente em casos de atropelamento, fraturas ou suspeita de hemorragia interna. “Saiba que movimentos bruscos podem agravar o quadro, portanto, improvise uma maca, usando um cobertor, lençol ou toalha”, afirma Alessandra Sayegh Arreguy Silva, professora do Curso a Distância CPT Primeiros Socorros para Cães e Gatos – Principais Acidentes, em Livro+DVD e Curso Online. Se o cão for grande, essa é a maneira mais segura para transportá-lo. Tenha certeza de que o material que você vai usar resistirá ao peso do animal.

Se houver desconfiança de trauma ou fratura na coluna vertebral, o melhor a fazer é transportar o cão sobre uma superfície plana (tábua de madeira ou algo similar).

Dependendo da gravidade da situação, mesmo os animais bem pequenos devem ser movimentados com uma “maca”.

Deixar de usar um método de contenção é muito arriscado, principalmente quando não se conhece o animal que precisa de socorro.

Os métodos de contenção apresentados não são cruéis, nem causam dor ou prejuízo aos animais. Alguns podem ser desconfortáveis, mas permanecerão apenas o tempo suficiente para tratar o animal, complementa Alessandra.

O que fazer em caso de atropelamento de cães:

A) Se o cachorro for pequeno

Segure a coleira com uma das mãos e coloque seu outro braço por cima das costas embaixo da barriga. Ao mesmo tempo, puxe a coleira para a frente e erga o corpo do cachorro, apoiando-o contra seu corpo.

B) Se o cachorro for grande

1- Passe um braço por baixo do pescoço, segurando a garganta na dobra do seu braço. Coloque seu outro braço por baixo da barriga do cachorro. Erga com ambos os braços. Veja se ele está respirando bem.

2- Se o cachorro for muito grande, passe um braço embaixo do pescoço, segurando o peito na dobra do seu braço. Veja se ele consegue respirar bem.

Coloque o outro braço por baixo do traseiro e apertando seus braços um contra o outro erga o cachorro.

  • 3- Leve o cachorro ao veterinário.
  • C) Se o cachorro precisar de uma maca

Se estiver usando um cobertor1- Coloque uma mão embaixo do peito e a outra embaixo do traseiro do cachorro. 2- Erga cuidadosamente ou puxe o cachorro para cima do cobertor.

3- Leve o cachorro ao veterinário.

Se estiver usando uma tábua1- Dependendo do tamanho do cachorro, use um tampo de mesa, tábua de passar, tábua grande de cortar carne ou uma estante removível. Tenha o cuidado de escolher um objeto que caiba no seu carro.

2- Coloque duas ou três faixas longas de tecido embaixo da tábua, evitando a área onde vai ficar o pescoço do cachorro; coloque uma mão embaixo do peito e a outra embaixo do traseiro do cachorro.

3- Erga cuidadosamente ou puxe o cachorro para cima da tábua.

  1. 4- Amarre o cachorro na tábua e, em seguida, leve o cachorro ao veterinário.
  2. Quer saber mais sobre o Curso CPT? Dê Play no vídeo abaixo:

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O que fazer ao atropelar um animal?

Se você costuma conduzir um veículo regularmente, é muito provável que enfrente a possibilidade de atropelar um animal. Por isso é importante que você conheça os cuidados necessário para tentar impedir que esses acidentes aconteçam e sabia como agir caso não o possa evitar. Em qualquer caso, o importante é zela pela vida, tanto humana como de outras espécies.

Atropelamento de animais, um problema em crescimento

As estatísticas apontam que esse tipo de acidente aumentam ano após ano no país. Javalis e cães são os principais envolvidos nessas fatalidades.

Por isso é imprescindível dirigir com muita atenção e reduzir a velocidade em áreas arborizadas e naquelas cuja sinalização indica a presença de animais soltos, sejam silvestres ou domésticos.

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Algumas regiões parecem ser mais propensas a esse tipo de ocorrência:

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  • Galícia;
  • Castela e Leão;
  • Aragão;
  • Catalunha.

“Se acontecer de você atropelar um animal com seu veículo, o importante é que não perca a calma e aja com responsabilidade: pare para ajudar; talvez possa salvar a sua vida.”

Como agir ao atropelar um animal

Se você acaba de atropelar um animal, jamais passe direto. Pense que ele possa estar ferido e tente auxiliá-lo rapidamente. Talvez assim possa salvar a sua vida. Considere também que se ele não for retirado do meio da estrada poderá produzir novos acidentes, sobretudo se for um animal muito grande.

E embora existam casos de pessoas que nem sequer param quando atropelam um ser humana e se preocupam mais com os danos que o carro sofreu, lembre-se que é dever de todos proteger e respeitar todas as formas de vida.

Não perca tempo e aja com responsabilidade e sem perder a calma. Deixe as questões legais para o momento certo. Em seguida:

  • Pare o veículo.
  • Indique de forma correta o local do acidente (triângulo, luzes de emergência, coletes refletores etc).
  • Notifique urgentemente as autoridades competentes para que venham em auxílio do animal ou retirem o corpo da estrada.

Que precauções posso tomar para evitar atropelar um animal

Para reduzir a possibilidade de atropelar um animal, siga as recomendações abaixo:

  • Diminua a velocidade em áreas muito arborizadas, com pouca visibilidade ou quando encontrar sinalização de trânsito que indique a presença de animais soltos.
  • Toque a buzina para alertar o animal.
  • Dirija muito lentamente, já que o animal pode aparecer repentinamente e se assustar. Além disso, ele não tem condições de calcular a velocidade de seu veículo.
  • Continue bem devagar, já que muitos animais andam em grupos e é provável que você encontre com outros bichos pelo trajeto.
  • Se o animal é de grande porte (cava, cavalo, cervo etc) e não dê sinais de que irá se afastar da estrada, avise as autoridades.

Proteger a vida acima de tudo

Caso você, infelizmente, seja incapaz de dominar a situação ou o animal aparecer de repente em seu caminho, os especialistas dizem que é preferível ter um impacto controlado do que uma manobra incontrolável.

Uma manobra arriscada pode trazer consequências graves, ameaçando a vida do motorista e seus passageiros, além das pessoas que circulem no sentido contrário. Atitudes como essa podem provocar acidentes com outros veículos ou que o automóvel bata em uma árvore o caia em um buraco.

Recorde sempre que o importante em caso de acidentes não são os bens materiais, mas preservar a sua vida, das demais pessoas que transitam pelo lugar e dos animais que cruzam o seu caminho, alheios ao perigo que correm.

Saiba o que fazer em caso de atropelamento de um cão ou gato

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o Carro

Todos deveriam saber como agir em situações de emergência, seja com pessoas ou animais. Recorte a coluna de hoje e mantenha no porta-luvas, ou salve-a no seu celular. Um dia você poderá precisar dela para fazer a diferença no resgate de um cão ou gato atropelado. 

*Em primeiro lugar, se o animal não estiver vomitando ou com sangue saindo pelo nariz ou boca, tente amordaçá-lo (desde que ele também não tenha lesões na face). Como ele talvez esteja sentindo muitas dores em função do atropelamento, pode tentar morder a pessoa que está tentando ajudá-lo como uma maneira de se defender da dor.

*Se ele estiver vomitando e/ou com sangue saindo pelo nariz ou boca jamais tente amordaçá-lo, caso contrário ele se engasgará com o próprio vômito e fará falsa via (conteúdo alimentar vai em direção aos pulmões e vias aéreas inferiores).

*Animais inconscientes também nunca devem ser amordaçados.

*Verificar se a boca não está obstruída por sangue/saliva ou qualquer outra substância. Verificar se o animal está respirando e deixar suas vias aéreas livres para a respiração.

*Com muito cuidado (procurando não tocar na área lesada) carregue-o na posição horizontal. Desta maneira evita-se o agravamento das lesões, principalmente se forem na coluna.

  • *Se houver hemorragia visível, pressionar a região com pano ou com o dedo mesmo, dependendo da extensão da lesão.
  • *Em caso de fratura, não tocar no membro acometido, senão ele poderá morder para se defender em função da dor.
  • *Se for fratura exposta, cobrir com pano limpo para tentar deixar a lesão pouco contaminada.
  • *Se for possível, coloque-o sobre uma maca improvisada (tábua, por exemplo) mantendo-o sempre na posição horizontal.
  • *Caso ele seja carregado no colo, leve-o sempre na posição horizontal.
  • *Leve-o até o carro e coloque-o no colo ou no banco de trás cuidando para que ele se movimente o mínimo possível (sempre na posição horizontal).
  • *Não tente imobilizá-lo porque isso o deixará mais ansioso e ele tentará se desvencilhar, podendo aumentar os danos que por ventura tenham ocorrido.
  • *Leve-o imediatamente para ser atendido por um médico veterinário.
  • Adote

No próximo sábado, 31, ocorre mais uma edição do projeto Adotar é o Bicho!, promovida pela parceria do shopping Iguatemi Florianópolis com a ONG Instituto é o Bicho.

O evento contará com 40 animais disponíveis para adoção responsável, das 14h às 19h no piso G3 do shopping.

Para adotar é preciso ter mais de 18 anos, passar por entrevista, assinar um termo de responsabilidade pela adoção e apresentar documento com foto e comprovante de residência. 

Halloween

Amanhã o Dia das Bruxas será especial no projeto Adote Um Ronrom, com uma Ronromterapia de Halloween. O evento é uma oportunidade de interação com os gatinhos disponíveis para adoção.

Os visitantes serão divididos em grupos e poderão curtir os gatinhos por uma hora, entre 13h e 20h. O local do evento é divulgado por e-mail após a confirmação da reserva da vaga. Para se inscrever, envie e-mail para [email protected]

Saiba mais sobre o projeto em www.adoteumronrom.com.br.

Veterinário alerta sobre cuidados com animais durante pandemia

Com o coronavírus, muitas pessoas se perguntam como agir com os animais de estimação que vivem junto aos humanos. A resposta dos veterinários é que dentro ou fora da quarentena, os bichos precisam receber cuidados especiais para que não transportem o vírus entre pessoas através do toque.

Transportar, porém, não quer dizer transmitir, já que, segundo especialistas, esse vírus não é contraído por cães ou gatos.

Esses animais possuem seu próprio coronavírus, o alphacoronavírus, que teve incidência no Brasil na década de 1980, quando passaram a ser produzidas vacinas de prevenção para cães.

Entre as recomendações de cuidados com os bichos durante a pandemia, estão as restrições de passeio e interação.

Em Juiz de Fora, as clínicas veterinárias continuam autorizadas a funcionar, sendo uma das exceções do decreto municipal publicado na última sexta-feira (18).

Mas as idas ao veterinário devem ser feitas com precaução pelos tutores e planejamento pela equipe médica. Os pet shops, porém, assim como outros setores comerciais que não são citados na lista de exceções, devem ficar fechados.

Para entender melhor sobre os cuidados que devem ser tomados pelos tutores, a Tribuna conversou com o médico veterinário Paulo Henrique Mendes Barra.

Como Agir Depois de Atropelar um Cão ou Gato Com o CarroVeterinário Paulo Henrique Barra dá orientações sobre cuidado com animais domésticos durante a pandemia (Foto: Arquivo Pessoal)

Tribuna – Os animais podem contrair ou transmitir a Covid-19?
Paulo Henrique Barra – Não. Os cães e gatos têm seu próprio coronavírus, o alphacoronavírus, que causa sintomas gastroentéricos, como diarreia e vômito em cães.

Já nos gatos, o vírus transmite a kryptonite infecciosa felina. Inclusive os cães são prevenidos com as vacinas V8 ou V10. Esse vírus nada tem a ver com a Covid-19 (betacoronavírus), que ataca as vias respiratórias de seres humanos.

Humanos não passam o betacoronavírus para animais, e animais não passam o alphacoronavírus para humanos.

– O vírus pode ficar nos pelos dos animais após o toque de uma pessoa com diagnóstico positivo e, assim, transmitir a outra pessoa saudável que toque o bicho depois?
Sim, assim como em qualquer superfície de contato (objeto), como celular e cadeira, isso também acontece com o animal. Por isso, o Conselho Federal de Medicina Veterinária recomenda que tutores que estão infectados pelo Covid-19 façam uma quarentena de convivência com seus pets por prevenção, apesar de não haver transmissão.

– Se um animal lamber uma pessoa infectada e depois lamber alguém saudável, é possível transmitir a Covid-19?
Não há nenhuma pesquisa que comprove isto, até porque a saliva tem um componente ácido.

– Como deve ser o cuidado com os animais durante a quarentena?
As pessoas que têm animais devem evitar sair para passear com eles na rua, pois o vírus pode alojar na pele do animal. Se o cachorro só faz a higiene na rua, sai, vai até o poste próximo, volta e passa álcool em gel nas patas do cão.

Pode ser feita essa prevenção com o animal até umas duas vezes por dia, e não pode passar nos pelos, pois resseca. É preciso segurar o animal e distraí-lo enquanto o álcool seca, pois se lamber ou só de sentir o cheiro, incomoda.

Além disso, antes de colocar água e comida para o animal, o tutor deve higienizar as mãos para não contaminar as tigelas.

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– Ao suspender os passeios, o que podemos fazer para não afetar o bem-estar do animal?
Devemos interagir com os animais da mesma forma que fazemos com a família.

As pessoas que não estão infectadas podem conviver normalmente. Podem utilizar brinquedos inteligentes, que têm orifícios onde coloca-se rações e biscoitos, e o animal corre, brinca e interage.

Se a pessoa estiver infectada, mas o animal não sair na rua (e não tiver contato com outras pessoas), pode brincar com ele.

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– O que fazer quando os animais são acostumados a compartilhar camas e sofás?
Se isso é um hábito e esse animal fica dentro de casa e não tem acesso à rua, é vermifugado e vacinado, eu não vejo problema em ficar em cima das camas.

Mas se tem contato com a rua e com os outros animais e pessoas, pode transportar o vírus para casa. Se uma pessoa que está com Covid-19 tosse e espirra em cima desse animal, ele vai levar o vírus para casa.

E, na casa, quanto mais o animal for para um lado e outro, mais distribui o vírus.

– É possível tirar o vírus da pelagem do animal com um banho?
Sim, porque esse vírus é sensível a produtos químicos. O shampoo usado vai matar o vírus.

Mas não pode dar banho no animal todos os dias, porque a pelagem deles é sensível.

Se o animal está dentro de casa e todos estão de quarentena, vamos dar banho uma vez por semana com o shampoo que é próprio para ele.

– Como proceder com gatos, que costumam sair de casa sozinhos e não gostam de banho?
Os gatos são andarilhos mais escondidos, andam em muros, telhados e terrenos vazios, não têm muito contato com as pessoas na rua. Isso diminui a possibilidade de alguém espirrar ou tossir sobre eles.

Um procedimento que pode ser feito é utilizar banho a seco, com spray veterinário, que pode ser usado umas duas vezes por semana. Além do álcool em gel nas patas quando voltar para casa, se for possível. E em ambientes expostos ao sol, o vírus não resiste muito tempo a ponto de passar para as patas dos gatos e transmitir para alguém.

Já o cão tem contato mais próximo, anda em coleira e guia, tem um convívio social mais intenso nas ruas.

– Pessoas que tenham pássaros em casa também precisam tomar algum cuidado?
Não há muita preocupação com os pássaros, a menos que a pessoa que esteja com o vírus tussa ou espirre no pássaro ou na gaiola e alguém toque ao tratar desse pássaro. Mas isso aconteceria da mesma forma que se tocar em uma maçaneta, por exemplo.

– Como proceder quando precisar levar o animal ao veterinário?
Chegue para ser atendido no horário marcado para não ficar na sala de espera junto com outros animais ou pessoas.

O veterinário deve limpar o ambiente onde os animais são atendidos, passando álcool em gel, hipoclorito ou composto quaternário de amônia, que são produtos (de limpeza) indicados para combater vírus.

Até o momento, em Juiz de Fora, não há uma medida para que as clínicas e hospitais veterinários fechem.

– Como os animais podem ajudar as pessoas que têm que ficar em casa?
Ter um animal em casa é uma maneira de interagir e tirar um pouco a pessoa desse estado de morbidade, negatividade, medo e pânico. Pode fazer um carinho, propor um convívio social, que é a função primordial do animal de estimação. Principalmente para idosos que estão dentro de casa, sem passear com o cachorro.

LEIA MAIS:

Como salvar gato ou cachorro atropelado em alguns passos – Cuidados – iG

Não é raro no Brasil, ver cachorrinhos pelas avenidas das cidades atrapalhando o trânsito e arriscando a própria vida, sem nem mesmo saber do perigo.

É mais difícil de acontewcer com gatos, mas existe a possibilidade, infelizmente. Pior ainda é a sensação de quem o fez sem intenção.

Mas e se você encontrar um cachorro atropelado, o que faria? Sim, é possível salvar a vida do pet com algumas dicas.

+O desmaio em cães e gatos é perigoso e o tutor precisa saber como agir

Reprodução/ Shutterstock

Algumas dicas podem ajudar a salvar a vida de um gato atropelado

Nessas horas o mais importante é manter a calma e lembrar que está dando seu máximo. Além disso, existe uma legislação que defende os direitos do cão e gato nesse caso.

É importante também se acalmar para não prejudicar ainda mais a saúde do cachorro atropelado em caso de pressa e desespero. Movimentos bruscos podem piorar a situação.

Mas vamos às dicas para facilitar esse procedimento!

Retire o animal da via

É importante antes de tudo garantir que outro carro atropele novamente o pet, principalmente no caso de vias movimentadas. Com muita cautela, deve ser retirado do local e levado à calçada ou a um lugar mais tranquilo rapidamente.

Atente-se à musculatura do animal e à região do corpo em que é tocado. Um desvio na coluna ou o deslocamento de outra região pode prejudicá-lo ainda mais. O pet pode sofrer possíveis trauma, na coluna, na cabeça, no tórax, nos ossos da perna e em órgãos abdominais.

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Como socorrer um gato ou cachorro atropelado?

Não esqueça também que o pet está com muita dor nesse momento, então pode tentar morder ou rosnar para a pessoa. É possível fazer uma mordaça para o pet, com um pedaço de pano, sempre evitando tampar a respiração dele.

Verifique se a respiração continua normal e se há qualquer elemento no nariz ou na boca que atrapalhe a entrada e saída de ar ou cause engasgo
. Se ele apresentar vômito, sangue ou outros detritos, limpe imediatamente. Se houver hemorragia em outras áreas do corpo, cubra o local com toalha ou pano, para evitar a perda excessiva de sangue.

Transporte

O cão ou gato pode ser transportado em uma tábua ou qualquer plataforma plana e onde caiba completamente, além de resistente a ponto de aguentar o peso dele. O ideal é ter um carro para levá-lo diretamente à clínica ou hospital veterinário. E lembre de colocá-lo no piso do carro ou bem preso ao banco, para não cair em uma freada brusca, por exemplo.

Tratamento

Não se deve oferecer medicamentos ou automedicar o animal. Pode trazer complicações sérias. O veterinário é o melhor especialista para avaliar se há lesões e tratamentos eficazes. Exames médicos no animal também são fundamentais para diagnosticá-lo. Dentre eles estão a ultrassonografia, raio-X, tomografia e ressonância magnética.

Reprodução/ Redes Sociais

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Legislação

Não existe uma lei específica para o caso de atropelamento de cães e gatos, porém há uma que os defende de maus-tratos. Sabe quando a pessoa atropela o animal e não presta socorro? Isso é considerado crime. A Lei Nº 9.

605 condena qualquer tipo de abuso e maus tratos contra animais
 de qualquer tipo: silvestres, domesticados, exóticos, domésticos ou nativos.

O criminoso pode ter como punição uma multa ou até detenção, de um ano ou mais, se o animal morrer.

No entanto, com relação ao atropelamento, as autoridades encaram o atendimento imediato ao cachorro atropelado uma opção do responsável e não deixa claro como obrigação. É importante destacar, ainda, que, de acordo com a lei, o culpado por qualquer incidente com o animal é o próprio dono, mesmo que ele tenha escapado ou desaparecido. 

Pets abandonados ou que vivem na rua sob custódia do Estado, que deve provar que tentou evitar o acidente.

No caso de atendimento de animal e custos para tratá-lo, a pessoa que atropela também não é considerada responsável. E ainda é possível ser reembolsada por danos ou prejuízos causados ao próprio veículo pelo cachorro atropelado.

+Conheça os direitos dos animais nos condomínios

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Atropelei um animal na estrada. O que faço?

Ninguém está livre de atropelar um animal. O que deve fazer, numa situação dessas?

Se atropelar um animal deverá prestar-lhe socorro, da mesma forma que se vir um animal ferido a deambular desorientado na estrada, resultado de um atropelamento causado por um carro que não o seu, também deve parar o seu veículo, em segurança, e prestar a assistência.

Após o atropelamento, deve parar o carro em segurança (estacionando-o na berma e ligando os quatro piscas).

Deve telefonar de seguida para a polícia, fornecendo a localização do acidente para que lhe possam prestar algum apoio. É também útil chamar a polícia pois para acionar o seguro mais tarde é indispensável o auto da ocorrência.

Convém ter presente que o Fundo de Garantia Automóvel (FGA) não cobre esse tipo de prejuízos causados por acidentes com animais.

Deve ainda vestir o colete refletor e colocar o triângulo, aproveitando para calçar as luvas que eventualmente tenha no carro (as que usa para uma troca de pneus) para agarrar e tratar do animal.

Tal como numa pessoa, deve tentar evitar mexer o menos possível no animal, pois qualquer movimento poderá levar a que agrave a lesão.

Contudo, se o animal estiver no meio da estrada deve agarrá-lo com os dois braços, de forma tão estável, quanto possível, e levá-lo para um local seguro.

À falta de uma manta, agarre numa peça de roupa que lhe permita cobrir o animal ferido. Tenha cuidado, pois o animal pode tentar mordê-lo com a aflição e a dor.

Se o animal estiver desorientado e a circular de um lado para o outro em plena via, por ter ficado atordoado com a pancada, deve procurar acalmá-lo e imobilizá-lo para que não provoque outros acidentes.

Se o animal estiver a sangrar, recorra ao material da mala de primeiros socorros para tentar estancar algum sangramento, usando gaze limpa (esterilizada para não provocar infeções) e pressionando sobre a lesão para dar tempo a que um coágulo se forme.

Numa hemorragia externa mais abundante poderá ser necessário aplicar um torniquete ou um garrote.

Se se deparar com uma fratura, o ideal é fazer uma tala para que o membro fique tão estabilizado quanto possível (dois pedaços de madeira ou de outro objeto rijo que faça as mesmas vezes atacados ao membro podem permitir o improviso).

Se a zona da ferida estiver suja com terra ou pedras, tente passar água fria sobre a zona.

Numa situação mais dramática, em que detete que não há batimentos cardíacos, tente fazer massagens cardíacas, adequando a força com que o faz ao porte do animal.

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Se tiver de transportar o animal, deite-o, deixando a cabeça alinhada com o corpo. Assegure-se que ele não cai durante o trajeto e conduza devagar até um veterinário.

Relativamente aos danos que possa ter tido no carro, além do auto da polícia que mencionámos atrás, deve fazer fotografias dos danos e do local para anexar à participação que fizer à seguradora.

No caso de uma autoestrada, a concessionária da via é responsável por esse acidente e pelo pagamento dos danos sofridos pelos sinistrados.

As concessionárias têm o ónus de provar o cumprimento das obrigações de segurança a seu cargo sob pena de serem consideradas responsáveis pelos danos sofridos pelos utentes em resultado de acidentes provocados também pelo atravessamento de animais.

Cachorro atropelado: o que fazer?

Encontrou um cachorro atropelado? Sabemos como essa situação pode ser triste, mas você precisa agir rápido se quiser ajudar a salvar a vida do seu amigo de quatro patas. Neste artigo falaremos sobre os cuidados que se deve ter em situações como essa.

Retire o cachorro do local

A primeira atitude que se deve ter em caso de atropelamento é retirar o cachorro do local de risco.

Faça isso com cuidado, OK? O animal pode estar com dor e ficar agressivo a ponto de morder para se proteger de qualquer coisa que ele considere uma ameaça.

Se possível, faça uma rápida limpeza em áreas sujas de sangue, como boca e narinas, por exemplo — isso ajudará o animal a respirar melhor.  

Evite movimentos bruscos

Um erro que pode piorar o estado de saúde do cachorro atropelado é movimentar seus ossos e coluna de forma brusca, pois há risco de lesionar o local.

É uma situação delicada e dolorosa, então se preocupe em movimentá-lo com cuidado. O indicado é deitar o cachorro do lado direito e usar um cobertor ou um casaco para envolvê-lo, evitando que ele sinta frio.

Verifique se ele está conseguindo respirar — esse é um detalhe crucial.

Leve o cachorro atropelado com segurança até o veterinário

Um cachorro machucado precisa ser atendido por um profissional com urgência, mas o transporte até o veterinário exige segurança. Vai levar o pet no seu carro? Em hipótese alguma coloque-o no chão, pois durante o trajeto ele pode se machucar ainda mais.

Utilizar uma superfície resistente, que aguente o peso do animal, como uma tábua de madeira, por exemplo, é uma opção válida para diminuir os riscos no transporte. Ao amarrá-lo, as cordas devem ser passadas apenas na região dos ombros e coxas, para não impedir a respiração do animal.

Se o cachorro estiver muito agressivo, ligue para uma clínica veterinária e peça ajuda para profissionais capacitados e que já estão acostumados a lidar com esse tipo de situação. Causar mais estresse ao animal ou levar uma mordida não é a sua intenção, não é mesmo?

Somente um veterinário poderá examinar, identificar e estabilizar a dor do cão atropelado. Quanto mais cedo ele receber o tratamento adequado, mais rápida será a recuperação!

Como evitar que um cachorro seja atropelado?

Há muitos casos de cachorros abandonados, como também há muitos tutores que deixam seus cachorros darem as famosas “voltinhas por aí”. Essa atitude implica em muitos riscos para a vida do animal, como brigas, doenças e até acidentes. A adoção de cães evita que mais animais sofram com atropelamentos que, em alguns casos, podem ser fatais.

Vai passear com o seu cachorro? Não esqueça de levar a coleira para que ele não escape. Seu cachorro é adestrado? OK. Mas, antes de soltá-lo, tenha certeza que ele não correrá para longe do seu alcance. Praticar a guarda responsável de animais pode salvar a vida do seu amiguinho.

Castrar cães é um cuidado importante, que também pode evitar o atropelamento e é a melhor escolha para quem quer garantir longevidade e qualidade de vida para seu amado cão.

A castração do cachorro ajuda a deixá-lo mais tranquilo e reduz as chances de fuga, dentre outros benefícios que envolvem a saúde do pet.

Pratique a guarda responsável e salve a vida do seu amiguinho! 😉

O que fazer em caso de acidente de carro com o seu cachorro

Existem muitas formas de proteger o cão quando o mesmo é transportado no carro, como cinto de segurança especial para o peludo, caixinha de transporte e até mesmo as cadeirinhas. Contudo, poucas pessoas utilizam desses produtos para transportar o animal em segurança e assim deixam o pet vulnerável a possíveis acidentes.

Mesmo que as espessas camadas de pelo consigam minimizar o impacto da colisão, os cães podem ter dificuldades para se recuperar. Isto porque, de acordo com Amy D. Shojai, no livro “Primeiros Socorros para Cães e Gatos”, os acidentes podem causar problemas internos que demoram para serem descobertos.

“Uma razão pela qual os acidentes de carro são tão perigosos é a de que muitos animais aparentemente saem deles com nada além de uma unha arrancada ou alguns arranhões. As pessoas acreditam que eles estão bem e eles não são levados para um check-up. No entanto, enquanto isso, eles podem ter ferimentos internos que não serão percebidos durante horas ou dias”, explica a autora.

Foto: depositphotos

Como socorrer um animal acidentado?

Antes de mais nada é preciso identificar como foi o acidente, se o pet estava dentro do carro ou se um automóvel o atropelou. Sabendo desta informação, o socorro poderá ser colocado em prática. O primeiro passo, no entanto, é amordaçar o animal ferido, pois nesta condições o pet não reconhece a ajuda e pode atacar tentando se defender.

Caso não se tenha uma focinheira no momento, é indicado improvisar uma mordaça com cadarço ou qualquer outro cordão.

Já se o cachorrinho tem o focinho achatado, é indicado cobrir a cabeça dele com algum pano e ter bastante cuidado ao manuseá-lo.

Além destes cuidados, é importante atentar-se à respiração do peludo, para ter certeza de que ela não ficará comprometida com a mordaça. Feita essa imobilização, é hora de se preocupar com os demais passos.

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Verificar respiração e batimentos cardíacos

Esta etapa não pode ser pulada, mesmo que o animal aparente está bem. É preciso saber se ele está ofegante e em que ritmo o coração dele bate. Neste caso, se for para verificar a respiração, basta colocar o ouvido próximo ao focinho do pet.

Já com relação aos batimentos cardíacos, é necessário levantar uma das patas traseiras, enquanto o animal estiver deitado, e colocar a mão na virilha do cachorro. Desta forma, a artéria femoral pode ser sentida quando o peludo ainda possui batimentos cardíacos.

Caso o animal não esteja respirando ou com os batimentos cardíacos, será preciso realizar uma ressuscitação cardiopulmonar. Para isso, é necessário fazer cinco compressões no peito do animal, alternando-as com uma respiração.

Observar se há sangramento

Sangramentos são perigosos, pois podem causar hemorragia no animal. Por esta razão, se o pet estiver com um ferimento nestas condições, é indicado que o socorrista faça pressões nesta região, para estancar o sangramento. É importante lembrar que quando for necessário fazer a compressa, o primeiro pano ou gaze que for colocado deve permanecer fixo até coagular.

Conferir as gengivas

Esta etapa é uma extensão do estancamento de sangue, tendo em vista que observando a cor das gengivas é possível perceber como o animal está por dentro.

Por exemplo, o ideal é que elas estejam rosadas ou vermelhas, indicando que o paciente está com muito sangue correndo no organismo.

Caso contrário, se as gengivas estiverem pálidas, este é um sinal preocupante pois pode indicar que o pet pode estar entrando em choque, por falta de sangue nos vasos.

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Neste caso, é indicado esfregar mel nas gengivas do animal na tentativa de reanimá-lo. Além disso, o socorrista deve manter o cachorro aquecida através de um cobertor ou toalha, evitando a situação de choque.

Proteger os ferimentos

Técnica ideal apara evitar infecções em ferimentos abertos. Desta forma, é indicado colocar um pano, gaze ou algodão nas feridas expostas, evitando que estas fiquem abertas até o veterinário. Na hora do atendimento, esta medida vai facilitar e adiantar os serviços do especialista em saúde canina.

Cuidar dos olhos do pet

Se no acidente o animal machucou o olho, é importante mantê-lo também protegido. Esta medida, neste caso específico, evita que o cachorro fique cego. Por isso, o indicado é molhar uma gaze no soro e colocá-la por cima do olho ferido.

Verificar se há pata quebrada

Apesar de algumas fraturas serem expostas, há algumas que só é possível ver depois de observar muito bem o animal.

Por isso, é importante averiguar como os ossos do animal está, se há alguma ruptura em tendões ou se existe alguma parte da pata que está mais mole que o normal. Caso esteja, é necessário imobilizar esta região.

Se não for possível no momento, tente resgatar o animal sem mexer muito na área de osso fraturado.

Movimentações limitadas

Após um acidente, o animal fica assustado e por isso reage de forma negativa para qualquer movimentação. Mesmo com o corpo machucado e ferido, o cachorro pode tentar fugir das pessoas que querem ajudá-lo. Assim, há a possibilidade dele se machucar ainda mais. Por esta razão, é indicado fazer movimentos limitados, principalmente quando o cão for ser transportado.

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