Como cascatear roteadores: 11 passos (com imagens)

Como Cascatear Roteadores: 11 Passos (com Imagens)

Foto: Misha Feshchak/Unsplash

Configurar roteador de WiFi não precisa ser uma provação nem algo que você precisa pedir para alguém fazer por você. Eles estão cada vez mais fáceis de instalar e vêm acompanhados de manuais para simplificar o processo.

Os roteadores são responsáveis por criar uma rede de internet sem fio em sua casa, também conhecida como Wi-Fi.

Ou seja, sem eles, você precisaria conectar seu laptop ao um cabo e seu celular estaria restrito à rede de dados disponível pela sua operadora.

 Eles são, portanto, indispensáveis para usar a internet de casa ou do trabalho em aparelhos móveis, como tablets ou smartphones. Portanto, se você acaba de instalar internet na sua casa, apenas o modem fornecido pela operadora provavelmente não será suficiente.

Não sabe nem por onde começar? As dicas abaixo podem te ajudar. Veja como instalar e configurar um roteador em três passos simples:

1 – Verifique o equipamento

Desembale o equipamento e veja se todos os cabos necessários estão presentes com a ajuda do manual. Depois, veja onde você deve posicioná-lo.

Provavelmente terá de ligá-lo ao modem e, é claro, à alguma fonte de energia. Alguns roteadores também acumulam a função de modem, tipo 2 em um.

Se for esse o caso, ele deverá ser posicionado próximo à tomada da linha telefônica.

Além disso, é importante saber que os roteadores enviam o sinal de internet pelas suas antenas. Portanto, a distância entre o aparelho e o seu computador ou celular importa, assim como a quantidade de obstáculos. Paredes e móveis, por exemplo, podem atrapalhar a transmissão.

Local escolhido? Então leia as instruções com cuidado e veja qual cabo deve ser conectado a cada entrada. Geralmente, roteadores possuem ao menos três entradas: “power”, onde vai o cabo de energia; “DSL ou “WAN”, conectado à linha telefônica ou ao modem de internet; e as portas “LAN”, para conectar o computador ao roteador (quando for o caso).

Como Cascatear Roteadores: 11 Passos (com Imagens)

Foto: rawpixel.com/Pexels

2 – Configure o roteador

Após a instalação física do roteador, é preciso fazer as configurações básicas. A maioria dos aparelhos vêm com um assistente de configuração. Para acessá-lo, utilize o endereço IP disponível no manual ou no próprio roteador. Ligue o seu computador, celular ou televisão com acesso à internet e digite o número no navegador.

O assistente poderá pedir login e senha de acesso, também disponíveis no manual. Esse assistente provavelmente fará as primeiras configurações sozinho. Em alguns casos, basta conectar todos os cabos e ligar os aparelhos para que a internet já esteja funcionando.

3 – Configure o WiFi

Ainda no assistente, você deverá ativar o Wi-Fi. Se as opções estiverem em inglês, deverá clicar em “Enable Wireless”. Em seguida, provavelmente na mesma tela, troque o nome da rede e a senha se desejar.

Fazê-lo é recomendável, já que os roteadores geralmente vêm com nomes complicados ou poucos amigáveis. Lembre-se de colocar uma senha forte, com números e letras, intercalando maiúsculas e minúsculas.

Se der para colocar símbolos como %, $, #, tanto melhor.

Além disso, preencha os campos solicitados, como região (Brasil) e o canal. Você pode deixar o canal padrão, o que significa que várias redes sem fio poderão usar o mesmo. Mas o manual do seu roteador deverá informar qual a melhor escolha.

Você também terá de selecionar a frequência de transmissão do sinal de WiFi, que pode ser de 2,4 GHz — a de praxe e geralmente mais congestionada — ou 5 GHz. No futuro, se a internet estiver lenta, trocar a frequência poderá ajudar.

Assim que a instalação estiver concluída, o seu Wi-Fi deverá estar funcionando normalmente. Basta selecionar a rede e inserir a senha em todos os seus aparelhos e curtir o Wi-Fi de casa.

Switch gigabit para redes simples

Um cenário muito comum em novos clientes com poucas estações é encontrarmos switches de 08 portas com velocidade 10/100 Mbps. De marcas como D-Link, Encore e Intelbras e custo de R$50,00, são utilizados para compartilhar internet, impressoras e servidor com os equipamentos da rede.

Hoje vamos ajudar a escolher um bom switch para redes simples e pequenas (até 40 equipamentos), e também mostrar como um switch gigabit pode ser muito melhor que o tradicional 10/100 Mbps, sempre lembrando que um switch irá durar no mínimo 08 anos, por isso a escolha deve ser bem pensada.

Velocidade

Existem basicamente dois tipos de velocidades nos switches, o padrão fastethernet (10/100 Mbps) e o padrão gigabit (10/100/1000 Mbps). Apesar deste último não ser novidade, ainda vemos equipamentos fastethernet à venda no mercado principalmente devido ao baixo custo de aquisição.

Leia também:  Como amenizar sintomas de síndrome do túnel do carpo na gravidez

Em uma rede com servidor ou tráfego de mídia (vídeos e fotos de alta resolução) entre os equipamentos, um switch gigabit pode fazer muita diferença, gerando ganhos em velocidade de no mínimo 2x. É claro que a interface de rede dos computadores na rede precisa ser gigabit também, porém há pelo menos 03 anos isso já é praticamente padrão em computadores e servidores.

Quantidade de portas

É possível encontrar switches (ou hubs) com apenas 04 portas (mais antigos), porém os de 08 portas são os mais comuns. Também existem equipamentos com 16, 24 e 48 portas (mais conhecidos e utilizados); e 4, 6, 10,12 32, 96, 248, 256, 288 e 384 portas (menos comuns, normalmente para uso específico ou em grandes redes ou datacenters).

Com o aumento da rede, um procedimento comum é interligar dois ou três switches de 08 portas – é mais barato adquirir um segundo equipamento de 08 portas do que um maior de 16 ou 24 portas – porém isso é errado pois gera fragmentação no tráfego de rede, para evitar essa prática recomenda-se migrar para equipamentos com mais portas.

“Um switch de 16 portas não é igual a dois switches de 08 portas interligados, como a conexão entre swtiches dá-se por apenas 01 porta, é simples entender que teremos vários equipamentos comunicando-se através de apenas 01 porta, gerando gargalo e lentidão.” Hugo Feltrin da Silva, Fundador da HF Tecnologia

Além do gargalo, algo muito comum no dia-a-dia de gestão e suporte à infraestrutura de TI é uma porta de switch ou roteador parar de funcionar, normalmente devido a descargas elétricas ou equipamentos plugados que acabam queimando.

Junto a isso, é importante considerar o crescimento da rede – novos computadores ou impressoras serão plugados demandando novos pontos de rede – por isso recomenda-se trabalhar com algumas portas livres.

Cascateamento

Para médias redes (acima de 40 pontos) onde não encontramos um switch com portas suficientes para toda a rede, o recurso de cascateamento/empilhamento é interessante. Através de portas chamadas de uplink pode-se interligar switches da mesma rede, essas portas destinadas com esse recurso oferecem maior velocidade de comunicação entre switches do que portas comuns.

A conexão dessas portas pode ser via cabo metálico ou fibra óptica, com velocidades de 1 Gbps ou 10 Gbps, e em alguns casos somáveis entre as portas.

Por exemplo, em um switch com 04 portas uplink de 1 Gbps, pode-se utilizar todas as portas simultaneamente para conectá-lo a um segundo switch, oferecendo um throughput de 4 Gbps.

Isso é extremamente importante em redes que necessitam alto desempenho.

Solução

A diferença de custo normalmente gira em torno de 100%, considerável à primeira vista, mas de valor baixo quando compara-se diretamente os preços: um switch de 16 portas 10/100 Mbps por exemplo custa aproximadamente R$100,00, um com velocidade gigabit é R$200,00, apenas R$100,00 de diferença. Sabendo que a vida útil de um switch é em torno de 08 anos mais o ganho de desempenho com a velocidade gigabit, a diferença em reais acaba sendo insignificante.

Se houver previsão de expansão nos meses seguintes recomenda-se investir num equipamento com mais portas mantendo-se conexões livres, ou ainda equipamentos com portas dedicadas para expansão/cascateamento (em redes com 40 equipamentos ou mais). Sobre a marca, um ótimo custo-benefício são produtos da TP-Link, os switches de entrada tem qualidade e preço acessível.

Lembrando que há recursos avançados presentes somente em equipamentos mais robustos, são tecnologias como QoS, gerenciamento, PoE, vLAN, monitoramento de tráfego e portas etc. normalmente utilizadas em redes com demandas específicas. Para switches dessa categoria dedicaremos na sequência uma publicação específica.

Concluindo, recomenda-se sempre switches gigabit e com pelo menos 30% de portas livres.

Atualizado em 24/07/2018 às 11:04.

Referências

Movendo arquivos e imagens entre um roteador e um servidor de TFTP através de SNMP

Copie um arquivo de configuração running do roteador ao servidor TFTP Copie um arquivo de configuração do servidor TFTP ao roteador Copie uma imagem IOS Cisco do roteador ao servidor TFTP Copie uma imagem IOS Cisco do servidor TFTP ao roteador Apêndice A – Detalhes do objeto MIB

Este documento descreve como mover arquivos de configuração e imagens do Cisco IOS® entre um roteador e um servidor Trivial File Transfer Protocol (TFTP) usando o Simple Network Management Protocol (SNMP).

Pré-requisitos

Requisitos

Os leitores deste documento devem ser conhecedors do SNMP e do MIBs.

Componentes Utilizados

A informação neste documento é Cisco IOS Software Release 10.2 ou Mais Recente baseado. O MIBs que o uso destes exemplos é OLD-CISCO-SYS-MIB e OLD-CISCO-FLASH-MIB, que são apoiados no Cisco IOS Software Release 10.2 e Mais Recente. Cisco recomenda que você usa mais versão recente do Cisco IOS Software tal como o Cisco IOS Software Release 12.0.

As informações neste documento foram criadas a partir de dispositivos em um ambiente de laboratório específico. Todos os dispositivos utilizados neste documento foram iniciados com uma configuração (padrão) inicial. Se a sua rede estiver ativa, certifique-se de que entende o impacto potencial de qualquer comando.

Convenções

Em todos os exemplos que este documento mostra, estes valores são usados para fins ilustrativos:

  • Endereço IP 172.16.99.20 do roteador.
  • Endereço IP 171.68.191.135 do servidor TFTP.
  • privado — Série de comunidade de leitura/gravação SNMP. Certifique-se de que você usa a série de leitura/gravação configurada em seu roteador. Emita o comando show running-config no roteador CLI a fim verificar isto.
  • A sintaxe para quando você emite os comandos snmpset e snmpwalk está nestes exemplos: snmpset [options…] {} [ …] snmpwalk [options…] {} []
    Nota: A fim aumentar o intervalo, use – a opção do t no comando snmpset.

Para obter mais informações sobre convenções de documento, consulte as Convenções de dicas técnicas Cisco.

Informações de Apoio

Verifique que você pode sibilar o endereço IP de Um ou Mais Servidores Cisco ICM NT do servidor TFTP do roteador:

Router#ping 171.68.191.135

Type escape sequence to abort.
Sending 5, 100-byte ICMP Echos to 171.68.191.135, timeout is 2 seconds:
!!!!!
Success rate is 100 percent (5/5), round-trip min/avg/max = 1/2/4 ms:

Os procedimentos são:

Nome do objeto MIB OID
writeNet .1.3.6.1.4.1.9.2.1.55
hostConfigSet .1.3.6.1.4.1.9.2.1.53
writeMem .1.3.6.1.4.1.9.2.1.54
flashToNet .1.3.6.1.4.1.9.2.10.9
flashErase .1.3.6.1.4.1.9.2.10.6
netToFlash .1.3.6.1.4.1.9.2.10.12

Para mais informações sobre dos objetos MIB nesta tabela (inclui definições), veja o apêndice A deste documento.

Siga os links da identificação de bug Cisco aqui a fim ver a informação detalhada de Bug.

Copie um arquivo de configuração running do roteador ao servidor TFTP

Instruções passo a passo

Conclua estes passos:

  1. Crie um arquivo novo, roteador-configuração, no diretório de /tftpboot do servidor TFTP. Em UNIX, utilize a sintaxe: toque no .

    touch router-config

  2. Mude as permissões do arquivo a 777 com a sintaxe: do chmod.

    chmod 777 router-config

  3. Da linha de comando da estação de gerenciamento, com o uso do writeNet do objeto MIB incorpore esta informação:

    % snmpset 172.16.99.20 private .1.3.6.1.4.1.9.2.1.55.171.68.191.135
    s router-config enterprises.9.2.1.55.171.68.191.135 = “router-config”

Verificar a configuração

Verifique que o arquivo da roteador-configuração no diretório /tftpboot do servidor TFTP copia sobre com sucesso.

Copie um arquivo de configuração do servidor TFTP ao roteador

Instruções passo a passo

Conclua estes passos:

  1. Execute uma destas tarefas:

    • Crie um arquivo novo, roteador-configuração no diretório /tftpboot do servidor TFTP. Em UNIX, use o do toque da sintaxe. touch router-config
    • Coloque seu arquivo de configuração atual no diretório /tftpboot do servidor TFTP.
  2. Mude as permissões do arquivo a 777 com o uso dos do do chmod da sintaxe.

    chmod 777 router-config

  3. Da linha de comando da estação de gerenciamento, com o uso do hostConfigSet do objeto MIB, entre nisto:

    % snmpset -t 60 172.16.99.22 private .1.3.6.1.4.1.9.2.1.53.171.68.191.135
    s router-config OR % snmpset -t 60 172.16.99.22 private
    enterprises.9.2.1.53.171.68.191.135 = “router-config”

    Onde – t 60 iguala um intervalo de 60 timeticks.

  4. Depois que o arquivo é redigido a RAM, copie-o ao NVRAM com o uso do writeMem do objeto MIB:

    % snmpset -t 60 172.16.99.22 private .1.3.6.1.4.1.9.2.1.54.0 i 1
    enterprises.9.2.1.54.0 = 1

Copie uma imagem IOS Cisco do roteador ao servidor TFTP

Instruções passo a passo

Conclua estes passos:

  1. Execute uma destas tarefas:

    • Crie um arquivo novo, imagem do roteador, no diretório /tftpboot do servidor TFTP. Em UNIX, use o do toque da sintaxe. touch router-image
    • Use o mesmo nome de arquivo mostrado no flash da mostra output a fim criar o arquivo no diretório /tftpboot do servidor TFTP. Para este exemplo, o roteador alista c2600-i-mz.122-2.XA como a saída para o flash da mostra: comando. touch c2600-i-mz.122-2.XA
  2. Mude as permissões do arquivo a 777 com os o do chmod da sintaxe.

    chmod 777 c2600-i-mz.122-2.XA

  3. Da linha de comando da estação de gerenciamento, com o uso do flashToNet do objeto MIB, incorpore esta informação:

    % snmpset 172.16.99.22 private .1.3.6.1.4.1.9.2.10.9.171.68.191.135
    s c2600-i-mz.122-2.XA enterprises.9.2.10.9.171.68.191.135
    = “c2600-i-mz.122-2.XA”

Verificar a configuração

Após a conclusão da transferência de arquivo, verifique se o tamanho do arquivo (em bytes) é o mesmo do arquivo no diretório /tftpboot e no roteador.

Copie uma imagem IOS Cisco do servidor TFTP ao roteador

Instruções passo a passo

Conclua estes passos:

  1. Coloque a imagem IOS no diretório /tftpboot do servidor TFTP. Certifique-se de que você consulta com a área do software da transferência (clientes registrados somente).

  2. Mude as permissões do arquivo a 777 com o uso do do do chmod da sintaxe

    chmod 777

  3. Antes que você comece transferência de arquivo através do SNMP, execute um dir flash: ou flash da mostra: a fim verificar que você tem bastante espaço para o arquivo de imagem de IOS novo.

    Se você não tiver o espaço necessário em flash, haverá uma falha na transferência do arquivo. Alternadamente, você pode apagar o instantâneo primeiramente para fazer a sala para o IOS Software novo através do SNMP. Em caso afirmativo, use o comando flashErase do objeto MIB a fim incorporar esta informação da linha de comando da estação de gerenciamento:

    % snmpset 172.16.99.22 private .1.3.6.1.4.1.9.2.10.6.0 i 1
    enterprises.9.2.10.6.0 = 1

    Nota: Você pode igualmente apagar o flash do roteador manualmente quando você emite o flash do erase do comando CLI:.

  4. Verifique que o flash está apagado completamente. Emita o dir flash: ou flash da mostra: comando.

    Router#show flash:
    System flash directory:
    No files in System flash
    [0 bytes used, 33030144 available, 33030144 total]
    32768K bytes of processor board System flash (Read/Write) Router #dir flash:
    Directory of flash:/
    No files in directory
    33030144 bytes total (33030144 bytes free)

  5. Da linha de comando da estação de gerenciamento, use o netToFlash do objeto MIB para incorporar esta informação a fim transferir o arquivo de imagem de IOS ao roteador:

    % snmpset 172.16.99.22 private .1.3.6.1.4.1.9.2.10.12.171.68.191.135
    s c2600-i-mz.122-2.XA.bin enterprises.9.2.10.12.171.68.191.135
    = “c2600-i-mz.122-2.XA.bin”

    Nota: Neste exemplo, o arquivo de imagem de IOS, c2600-i-mz.122-2.XA.bin, é usado para a ilustração.

  6. Baseado no tamanho do arquivo (bytes) da imagem IOS, esta etapa pode tomar alguns minutos a fim terminar.

    Se você tenta executar o dir flash do comando CLI: durante transferência de arquivo no roteador, esta saída aparece. Esta saída indica que transferência de arquivo não terminou ainda.

    Router#dir flash:
    %Error opening flash:/ (Device in exclusive use)

  7. Uma vez que transferência de arquivo de imagem de IOS termina, execute o dir flash do comando CLI: ou flash da mostra: a fim verificar que o nome de arquivo e o tamanho do arquivo (bytes) combinam exatamente com o arquivo que é usado/presente no diretório /tftpboot do servidor TFTP.

    Você pode então ajustar o registro da configuração ao valor apropriado e recarregar o roteador (se necessário) para carregar o arquivo de imagem de IOS novo. Refira a documentação de configuração do Cisco IOS Software para uns detalhes mais adicionais em como fazer isto.

Apêndice A – Detalhes do objeto MIB

Objeto writeNet
OID .1.3.6.1.4.1.9.2.1.55
Tipo DisplayString
Permissão somente gravação
Status obrigatório
MIB OLD-CISCO-SYS-MIB
Descrição Escreva a configuração para hospedar que os usos TFTP.
OID em árvore :: = {iso(1) org(3) dod(6) internet(1) private(4) enterprises(1) cisco(9) local(2) lsystem(1) 55}
Objeto hostConfigSet
OID .1.3.6.1.4.1.9.2.1.53
Tipo DisplayString
Permissão somente gravação
Status obsoleto
MIB OLD-CISCO-SYS-MIB
Descrição Faz com que um arquivo host-confg novo carregue com o uso do TFTP.
OID em árvore :: = {ISO(1) org(3) DOD(6) Internet(1) private(4) enterprises(1) cisco(9) local(2) lsystem(1) 53}
Objeto writeMem
OID .1.3.6.1.4.1.9.2.1.54
Tipo DisplayString
Permissão somente gravação
Status obrigatório
MIB OLD-CISCO-SYS-MIB
Descrição Faz com que um arquivo host-confg novo carregue com o uso do TFTP.
OID em árvore :: = {ISO(1) org(3) DOD(6) Internet(1) private(4) enterprises(1) cisco(9) local(2) lsystem(1) 54}
Objeto flashToNet
OID .1.3.6.1.4.1.9.2.10.9
Tipo DisplayString
Permissão somente gravação
Status obrigatório
MIB OLD-CISCO-FLASH-MIB
Descrição Escreva a entrada flash ao servidor TFTP. O valor precisa de ser o nome da entrada flash a enviar. Instância é o endereço IP do host de tftp.
OID em árvore :: = {ISO(1) org(3) DOD(6) Internet(1) private(4) enterprises(1) cisco(9) local(2) lflash(10) 9}
Objeto flashErase
OID .1.3.6.1.4.1.9.2.10.6
Tipo Número inteiro
Permissão somente gravação
Status obrigatório
MIB OLD-CISCO-FLASH-MIB
Descrição Pedido apagar a memória Flash.
OID em árvore :: = {ISO(1) org(3) DOD(6) Internet(1) private(4) enterprises(1) cisco(9) local(2) lflash(10) 6}
Objeto netToFlash
OID .1.3.6.1.4.1.9.2.10.12
Tipo DisplayString
Permissão somente gravação
Status obrigatório
MIB OLD-CISCO-FLASH-MIB
Descrição Escreva a entrada flash do servidor TFTP. O valor precisa de ser o nome da entrada flash a escrever. Instância é o endereço IP do host de tftp.
OID em árvore :: = {ISO(1) org(3) DOD(6) Internet(1) private(4) enterprises(1) cisco(9) local(2) lflash(10) 12}

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